ONU alerta: governos vão “ler mentes” através de interfaces com ondas cerebrais
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O edifício dos Paços do Concelho de Santa Marta de Penaguião vai ser alvo de obras de requalificação energética. A intervenção tem como principal objetivo tornar o edifício mais eficiente, sustentável e confortável para todos os que nele trabalham e recorrem aos serviços municipais.
Os trabalhos incluem a substituição da iluminação existente por tecnologia LED, a melhoria das janelas e portas exteriores, o reforço do isolamento térmico, a modernização dos sistemas de climatização e a instalação de painéis fotovoltaicos para produção de energia elétrica.
Segundo a autarquia, esta intervenção vai permitir “reduzir os consumos energéticos, diminuir os custos de funcionamento e melhorar as condições de utilização do edifício, contribuindo para uma gestão mais eficiente e sustentável dos recursos públicos”.
Durante as obras, os serviços municipais continuarão a funcionar, contudo pode-se verificar alguns constrangimentos temporários na circulação, no acesso a determinadas áreas do edifício e no atendimento ao público.
Para a presidente da Câmara Municipal de Santa Marta de Penaguião, Sílvia Silva, esta intervenção pretende melhorar um edifício que é de todos e que diariamente recebe a população. “Sabemos que uma obra desta natureza poderá provocar alguns incómodos, mas faremos tudo para que os serviços continuem a funcionar com a maior normalidade possível. Pedimos a compreensão de todos durante este período, certos de que esta intervenção permitirá ter uns Paços do Concelho mais eficientes, confortáveis e preparados para o futuro.”
A operação “Requalificação do Edifício dos Paços do Concelho” é cofinanciada pelo Programa Regional NORTE 2030, através do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER).
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L’autunno è ormai arrivato e, con il graduale calo delle temperature esterne, si avvicina il momento di riaccendere i riscaldamenti. Per le abitazioni e gli uffici dotati di impianti centralizzati l’accensione dei termosifoni è regolata da norme precise legate dislocazione geografica.
Con i prezzi dell’energia sempre al centro dell’attenzione, efficientare l’impianto domestico rappresenta la prima vera scelta green ed economica per affrontare i mesi freddi.
L’Italia presenta climi diversi, dalle zone costiere del Sud alle cime alpine. Per questo motivo, la normativa nazionale suddivide i quasi 8.000 comuni italiani in sei zone climatiche, identificate dalle lettere dalla A alla F.
L’assegnazione di un comune a una determinata zona si basa sui Gradi Giorno (GG), l’unità di misura del fabbisogno termico locale: più il clima è rigido, maggiore è il numero di Gradi Giorno e, di conseguenza, più esteso è il periodo d’accensione consentito.
Ogni zona climatica prevede una data di inizio e fine esercizio, oltre a un tetto massimo di ore giornaliere di funzionamento:
Zona A
Periodo: dal 1° dicembre al 15 marzo
Ore massime giornaliere: 6 ore
Zona B
Periodo: dal 1° dicembre al 31 marzo
Ore massime giornaliere: 8 ore
Zona C
Periodo: dal 15 novembre al 31 marzo
Ore massime giornaliere: 10 ore
Zona D
Periodo: dal 1° novembre al 15 aprile
Ore massime giornaliere: 12 ore
Zona E
Periodo: dal 15 ottobre al 15 aprile
Ore massime giornaliere: 14 ore
Zona F
Periodo: nessuna limitazione di data
Ore massime giornaliere: nessuna limitazione di ore
I Sindaci hanno la facoltà di modificare (ampliando o riducendo) le date e i tempi di accensione tramite apposita ordinanza comunale in caso di condizioni meteo straordinarie.
Oltre al rispetto del calendario, adottare comportamenti virtuosi permette di tagliare i consumi in bolletta.
Prima dell’arrivo del freddo intenso, una corretta manutenzione dell’impianto garantisce efficienza e sicurezza. Cosa fare?

La crisi energetica, che ha accompagnato tutto l’anno, sta per abbattersi sull’inverno 2026-2027. In molti si domandano quindi cosa convenga fare per risparmiare sulle bollette di luce e gas. Se tutti potevamo aspettarci un aumento, era difficile da quantificare. Ora, con gli ultimi dati comunicati a settembre da ARERA, possiamo sapere di quanto aumenteranno le bollette: +37,3% nel trimestre ottobre-dicembre per la luce e +12,7% per il gas.
Questi sono gli aumenti previsti per i milioni di utenti vulnerabili rimasti nel regime di maggior tutela, quindi chi usufruisce delle tariffe stabilite dall’Autorità di regolazione dell’energia sulla base dell’andamento del mercato all’ingrosso della stessa. Un mercato che però sta vivendo forti tensioni internazionali. Lo stesso clima di tensione riguarda anche gli utenti con contratti a prezzo variabile nel mercato libero, perché dipendono dalle fluttuazioni del mercato all’ingrosso.
Oggi scegliere la tariffa migliore può portare a risparmiare molto in bolletta. Quale valutare? Mettiamo in ordine tutto ciò che sappiamo fino ad oggi.
La bolletta della luce costa cara: secondo i dati forniti per i clienti vulnerabili, il costo è di 43,43 centesimi a kilowattora. Altroconsumo ha stilato tre esempi:
Risparmiare è possibile. Si possono attuare comportamenti virtuosi facendo attenzione al contatore, certo, ma si possono anche cambiare offerte o fornitori. La prima mossa consigliata è proprio quella di cercare offerte più convenienti sul mercato libero.
Ricordiamo infatti che i clienti del mercato tutelato possono passare al mercato libero e chi è già sul mercato libero sa che può guardarsi intorno per individuare l’offerta migliore.
Sul piano economico sì: il mercato libero offre soluzioni più vantaggiose, che possono portare a un risparmio anche di circa 50 euro l’anno (il 9% in meno).
Tra le offerte convenienti c’è, per esempio, il prezzo scontato e bloccato per tre anni di Enel.
Attenzione: il passaggio al mercato libero non va valutato guardando soltanto il prezzo al kilowattora, ma anche i propri consumi.
Cosa bisogna guardare nel contratto e quando è meglio cambiarlo? Nella bolletta della luce, così come in quella del gas, è presente il box dell’offerta. Vengono indicate qui le condizioni che si sono accettate, dal costo alla durata del contratto.
Solitamente alla scadenza vengono proposte nuove condizioni economiche: è il venditore a mettersi in contatto con il cliente con diversi mesi di anticipo per rinnovare l’offerta. Generalmente si tratta di proposte in linea o vantaggiose, che spingono l’utente a confermare lo stesso fornitore.
A cerimónia dos Prémios Boas Práticas da Bandeira da Ética distinguiu também o Farense, o Quarteirense e o Departamento de Educação Física da Escola Secundária Pinheiro e Rosa.
O conteúdo Campanha «O Fair-Play Joga em Casa» vale prémio à Associação de Futebol do Algarve aparece primeiro em Barlavento.
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Desde então, as duas unidades têm vindo a crescer, acompanhando uma procura que, segundo Catarina Fontes, se mantém constante. A primeira clínica surgiu depois de alguns anos de experiência profissional na área da medicina dentária.
Apesar de ser natural e residente em Vila Real, Catarina Fontes já trabalhava em Peso da Régua e decidiu avançar com a abertura do espaço no concelho. A ideia de chegar à cidade de origem manteve-se, concretizando-se em 2023. Atualmente, as duas clínicas contam com cerca de 18 profissionais, entre funcionários e prestadores de serviços.
A medicina dentária continua a ser a principal área de intervenção, mas a oferta foi sendo alargada a outras valências, nomeadamente psicologia, fisioterapia e medicina estética. Em Vila Real existem ainda serviços de massagens e uma componente terapêutica.
A aposta noutras áreas surgiu também da perceção de necessidades existentes na população. Em Peso da Régua, Catarina Fontes identificou a existência de uma procura por serviços que obrigavam muitas pessoas a deslocarem-se a Vila Real, enquanto na segunda clínica encontrou igualmente espaço para complementar a oferta existente. “Eu noto muito que as pessoas têm de se deslocar para muito longe para conseguir ter essas consultas”, explica a responsável, referindo-se sobretudo à psicologia e à medicina estética.
Entre as duas clínicas, a equipa já acompanhou cerca de quatro mil pacientes. A unidade de Peso da Régua, por ser a mais antiga, continua a apresentar maior fluxo. O crescimento entretanto alcançado levou ao aumento da equipa e a uma necessidade permanente de recrutamento e formação.
“Há um grande esforço de muita gente para ajudar os filhos ou para fazer um tratamento”
CATARINA FONTES
A responsável reconhece que continua a ser um desafio encontrar profissionais com formação ou experiência na área. Muitos dos elementos que integram a equipa foram formados internamente. A relação com os pacientes é, aliás, uma das componentes que Catarina Fontes considera diferenciadoras do projeto. A aposta passa não apenas pela qualidade dos profissionais de saúde, mas também pelo atendimento desde o primeiro contacto com a clínica.
A responsável assume-se exigente com a formação da equipa, defendendo que toda a experiência do paciente deve seguir os mesmos princípios. “Não vale a pena estar um dentista ou um médico muito bom lá dentro se a rececionista não fizer o mesmo papel quando as pessoas entram”, sublinha. A imagem dos espaços também foi pensada para afastar o ambiente tradicionalmente associado às clínicas dentárias. Os espaços são descritos como modernos e acolhedores, numa tentativa de reduzir o receio que muitas pessoas ainda sentem quando têm de recorrer ao dentista.
Na medicina dentária, uma das áreas com maior procura é a ortodontia através de alinhadores. A clínica afirma ter alcançado, desde os primeiros anos de atividade, níveis elevados de utilização deste tipo de tratamento, sendo atualmente a unidade com maior número de casos de alinhadores no distrito de Vila Real, segundo a responsável.
Ainda assim, os motivos mais frequentes que levam os pacientes às consultas continuam a ser tratamentos de rotina, como avaliações e limpezas, mas também situações de dor ou necessidade de extração dentária.
Apesar das diferenças entre as populações de Peso da Régua e de Vila Real, Catarina Fontes considera que existe uma preocupação crescente com a saúde oral, embora reconheça que os cuidados preventivos ainda não sejam iguais para todos. Destaca, em particular, o esforço de muitas famílias para garantir acompanhamento dentário aos filhos, mesmo quando existem limitações financeiras. “Há um grande esforço de muita gente para ajudar os filhos ou para fazer um tratamento”, afirma.
Com as agendas preenchidas e uma equipa em crescimento, a responsável aponta agora como prioridade consolidar a área de medicina dentária e reforçar a capacidade da unidade de Vila Real, onde considera existir ainda margem significativa para crescimento.
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L’inflazione accelera in Italia e passa dal 3,3% di agosto al 4,2% di settembre 2026. Lo conferma l’Istat, con la rilevazione relativa ai dati definitivi sui prezzi al consumo.
La variazione congiunturale è pari al +0,7%. A pesare soprattutto l’aumento dei costi dell’energia e degli alimentari freschi. Il rialzo riguarda anche il carrello della spesa in generale, la cui crescita annua passa dallo 0,9% all’1,5%.
Entrando nello specifico, i beni energetici regolamentati passano dal +18,6% al +25,8%, mentre quelli non regolamentati vanno dal +17% al +22,5%.
L’inflazione di fondo si porta a +1,6% (da +1,5%) e la variazione media annua, acquisita a settembre, a +3,1%. Per inflazione di fondo si intende una misura dei prezzi al consumo che esclude le componenti più volatili, ovvero l’energia e i beni alimentari non lavorati. Questo lo stato dell’inflazione al netto dei soli beni energetici: da +1,7% a +2%.
L’inflazione acquisita per il 2026 è pari a +3,1% per l’indice generale e a +1,9% per la componente di fondo.
Per quanto riguarda l’inflazione nel suo complesso, viene così confermata la stima preliminare.
I prezzi, in generale, sono spinti dalla nuova accelerazione dei prezzi dei beni energetici. Quando aumenta l’energia, infatti, costa di più produrre le merci ed anche distribuirle. E le aziende hanno meno soldi da investire in innovazione e personale. E, a cascata, interi settori vedono aumentare i prezzi.
Aumentano anche i prezzi dei servizi ricreativi, culturali e per la cura della persona (da +2,6% a + 2,9%), mentre anche i trasporti registrano una crescita più sostenuta su base annua (da +0,8% a + 1,6%).
La crescita dei prezzi dei beni passa dal +4,1% al +5,4%. Supera, dunque, la crescita dei prezzi relativa ai servizi (da +2,4% a +2,6%). Il differenziale tra il comparto passa così da -1,7 a -2,8 punti percentuali.
Questo l’andamento dei prezzi dei beni alimentari, per la cura della casa e della persona: da +0,9% a +1,5%. E qui si mostra l’andamento dei prodotti ad alta frequenza d’acquisto: da +4,3% a +5,2%.
Qui sotto l’andamento degli indici dei prezzi al consumo Nic per divisione di spesa a settembre 2026 (Nic sta per l’indice nazionale dei prezzi al consumo per l’intera collettività):
| Divisione di Spesa | Inflazione (%) |
|---|---|
| Prodotti alimentari e bevande analcoliche | +2,1 |
| Bevande alcoliche e tabacchi | +2,5 |
| Abbigliamento e calzature | +0,8 |
| Abitazione, acqua, elettricità, gas e altri combustibili | +6,2 |
| Arredamenti, apparecchi per uso domestico e manutenzione corrente dell’abitazione | +1,8 |
| Sanità | +1,1 |
| Trasporti | +4,8 |
| Informazione e comunicazione | -0,2 |
| Ricreazione, sport e cultura | +1,3 |
| Servizi di istruzione | +1,4 |
| Servizi di ristorazione e servizi di alloggio | +4,2 |
| Servizi finanziari e assicurativi | +2,9 |
| Assistenza alla persona, protezione sociale e beni e servizi vari | +3,1 |
| Indice generale | +3,1 |
Come viene evidenziato, aumenta tutto con un’unica eccezione: quella che riguarda i servizi relativi all’informazione e alla comunicazione (-0,2%). È possibile ipotizzare che, di fronte all’aumento del costo della vita, famiglie e imprese prestino maggiore attenzione a queste spese anche se il dato sui prezzi, da solo, non consente di stabilire se sia effettivamente diminuita la domanda.
E per quanto riguarda le famiglie? Nel terzo trimestre del 2026, l’aumento dei prezzi misurato dall’indice armonizzato IPCA è stato più elevato per i nuclei con livelli di spesa più bassi (+4,4%) rispetto a quelli con livelli di spesa più alti (+2,9%). Traduzione: chi stava male, ora sta anche peggio.
Si ricorda, per concludere, che negli ultimi 25 anni i prezzi sono aumentati fino al +120%.
A partire dal 15 ottobre in diverse città italiane è possibile accendere il riscaldamento. Alcune amministrazioni cittadine, considerata la qualità dell’aria e le temperature relativamente miti, stanno ordinando riduzioni degli orari o stanno direttamente posticipando l’accensione del riscaldamento.
Il tema è comunque caldissimo, considerato il caro energia. Vediamo, dunque, come è possibile risparmiare sul riscaldamento della casa con semplici accorgimenti.
Con le attuali tariffe del mercato libero a prezzo bloccato, solo per riscaldare casa il costo medio può arrivare a 1.016 euro. A parità di consumi rispetto all’anno passato, ciò si traduce in una spesa superiore del +26%.
La stima è stata effettuata dagli esperti di Facile.it su dati Enea e Arera considerando un prezzo del gas nel mercato libero pari a 1,57 euro/Smc.
Il portale, leader fra i comparatori di prezzi e tariffe, ha stilato un sintetico vademecum per ridurre i consumi.
Partiamo dalla temperatura ottimale della casa: gli esperti puntualizzano che abbassare il riscaldamento di un solo grado permette di ottenere un risparmio in bolletta che può arrivare a quasi 95 euro.
E ridurre il tempo di accensione dei termosifoni, anche solo di un’ora al giorno, consente di ridurre la spesa circa 32 euro all’anno.
Ma quale sarebbe la temperatura ideale a casa? Nel settembre del 2022 il quotidiano Il Messaggero intervistò Alfredo Pontecorvi, professore ordinario di endocrinologia alla Cattolica del Sacro Cuore e primario al Policlinico Gemelli. “La temperatura ideale per il nostro benessere è di 19 gradi, quindi non è un dramma e ci farà perdere qualche chilo di troppo”, spiegò.
Chi riscalda casa con una caldaia deve osservare uno stretto regime di controlli. Non si tratta di un’opzione, ma di un obbligo relativo alla sicurezza e alla salubrità degli ambienti domestici. La revisione della caldaia deve essere almeno annuale. Una caldaia non controllata a norma di legge può comportare (oltre ai rischi per la sicurezza) anche multe salatissime: fino a 3.000 euro.
Il secondo consiglio è quello di installare valvole termostatiche. Attualmente sono obbligatorie solo per gli immobili con riscaldamento centralizzato. Ma le valvole termostatiche sono consigliate ai fini del risparmio anche a chi ha il riscaldamento autonomo.
Passiamo alla domotica: un termostato smart attivabile a distanza può aiutare a tenere sotto controllo il riscaldamento di casa in base ai propri orari.
Facile.it consiglia poi di fare attentamente la propria tariffa, confrontandola con le altre presenti sul mercato. Gli esperti del portale stimano che sia possibile risparmiare fino al 27% passando dalla tariffa meno vantaggiosa a quella migliore.
Occhio poi alle stufette elettriche, che devono però essere usate con parsimonia, altrimenti rischiano di costare fino a 2 euro al giorno.
Altro consiglio: se il ricambio d’aria è indispensabile per questioni di salubrità, meglio limitarlo quando i riscaldamenti sono accesi. Abbassare le tapparelle o le persiane la sera può poi aiutare a ridurre la dispersione di calore. I radiatori, poi, (che devono essere regolarmente spurgati) non vanno coperti con mobili, tende pesanti o altro. Questo ostacolo alla circolazione del calore può far salire la bolletta anche del +5%.
Con l’arrivo del freddo e del maggior consumo di energia, arriva la preoccupazione per gli effetti in bolletta della crisi energetica. Enel conferma il sostegno alle famiglie e alle imprese con uno sconto del 50% rispetto al prezzo attuale dell’elettricità. Lo fa con l’offerta a prezzo fisso “Enel Digital Luce”. Offerta che si affianca alle proposte del governo, che in Europa punta a interventi anti-ricavi.
Un paracadute che al momento è segnato soprattutto dalle società del settore e dalla scelta dei clienti rispetto all’offerta più conveniente o protetta. Oltre il 50% delle famiglie infatti ha scelto il mercato libero con contratti a prezzo fisso. I clienti Enel hanno scelto questa strada nell’85% dei casi. Da qui la conferma dell’offerta a prezzo fisso.
ARERA, l’Autorità di regolazione per energia reti e ambiente, ha stimato un quarto trimestre di aumenti, con un balzo del 37,3% della bolletta elettrica per i clienti vulnerabili a maggior tutela.
Il governo ha lanciato un appello agli operatori energetici, che di conseguenza hanno iniziato a muoversi con sconti e tariffe di varia natura, da Eni ad Enel, fino agli operatori più piccoli.
Al momento, con l’attuale quadro geopolitico, è difficile immaginare un ridimensionamento dei prezzi. Nel nostro Paese il gas continua ad avere un ruolo determinante e le tensioni internazionali incidono fortemente sul suo prezzo. A causa di questa instabilità, i consumatori stanno cercando certezza nella spesa e quindi si spostano verso soluzioni a prezzo fisso.
Le aziende stanno intervenendo su quelle voci della bolletta dove possono mettere mano, mentre il resto del conto finale comprende i costi di trasporto, la gestione della rete, gli oneri di sistema e le imposte.
In un comunicato ufficiale di Enel, la società conferma l’offerta a prezzo fisso Enel Digital Luce. Si tratta di una soluzione della durata di tre anni che prevede un prezzo della componente energia di 108 euro al megawattora, pari a circa il 50% dell’attuale valore di mercato dell’elettricità all’ingrosso (attualmente superiore a 230 euro al megawattora).
Nell’annuncio si legge che è il prezzo più basso per la componente energia che si trova sul mercato dei grandi operatori ed è una tariffa inferiore anche a quella offerta nel servizio di maggior tutela per i consumatori vulnerabili.
Si tratta di un’offerta compatibile con un requisito fondamentale: essere un nuovo cliente. Si rivolge sia a chi cerca un’alternativa alla tariffa di maggior tutela, sia a chi ha un contratto con un altro operatore in cui la componente energia si trova a prezzi più elevati.
L’offerta è destinata ai nuovi clienti e in modalità “Digital”. Questo significa che può essere sottoscritta unicamente sul sito internet di Enel.
L’offerta Enel Digital Luce non è pensata per tutti, ma per rispondere alle necessità delle famiglie. Sempre dal comunicato di Enel si apprende che è pensata per le famiglie medie il cui consumo annuo non supera i 2,1 megawattora.
Attenzione: il prezzo di 0,108 euro al kilowattora per la componente energia è applicato fino a un consumo mensile massimo di 175 kWh, superato il quale si applicano 0,175 euro per ogni kilowattora aggiuntivo.
Con questa soluzione si può arrivare a risparmiare fino a 200 euro rispetto all’attuale prezzo all’ingrosso.

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