Captação de água Mina Cortiças sujeita a medidas de proteção



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O Município de Braga promove a 6.ª edição do Concurso de Fotografia “Braga Natural”, uma iniciativa que convida todos os apaixonados pela natureza a descobrir e registar a biodiversidade do concelho.
Em comunicado, a autarquia explica que “o concurso pretende valorizar o património natural de Braga e sensibilizar a população para a importância da sua conservação, nomeadamente dos ecossistemas, habitats e formas de vida que os integram”.
O concurso está organizado em três categorias: Habitats Naturais, Fauna Selvagem e Flora e Fungos. Cada participante pode apresentar até dez fotografias, sendo obrigatório que todas as imagens sejam captadas no concelho de Braga.
As inscrições decorrem de 15 de outubro a 15 de dezembro de 2026, através do formulário online (aqui).
As normas de participação podem ser consultadas aqui.
Em cada categoria, será atribuído um prémio de 400 euros ao primeiro classificado, 150 euros ao segundo e 75 euros ao terceiro.
A melhor fotografia receberá ainda um prémio suplementar de 200 euros. Ou seja, no total, 2.075 euros atribuídos em prémios.
“O concurso dará também origem a uma exposição fotográfica, que permitirá dar a conhecer os trabalhos selecionados e destacar a riqueza da biodiversidade do concelho”, conclui a autarquia.
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Uma onça-pintada prenha foi flagrada sobre o galho de uma árvore na região da Estância Caiman, em Miranda (MS), no Pantanal de Mato Grosso do Sul. Nas imagens, o abdômen do animal aparece bastante volumoso e pressionado contra o galho.
A cena chamou a atenção pela raridade do comportamento e pelo aspecto físico do felino. O biólogo Milton Longo analisou o registro e apontou que o tamanho da barriga indica algo além de uma refeição recente.
O registro foi feito pelo técnico em agropecuária Adriel Abreu, que mora na região e trabalha no Pantanal diariamente. Ele disse que acompanha o animal há algum tempo e percebeu os sinais de gestação.
Foto: Adriel Abreu
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O Governo lançou hoje um projeto-piloto de 500 mil euros para incentivar o abate adicional de javalis em mais de 1.300 zonas de caça, distribuídas por 65 concelhos de 15 distritos de Portugal continental.
Segundo um aviso hoje publicado pelo Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), os apoios destinam-se às entidades titulares ou gestoras de zonas de caça, com incentivos de 50 euros por macho e 70 euros por fêmea abatidos acima da média histórica, até ao limite de 2.000 euros por zona de caça.
No distrito de Braga, o projeto abrange os concelhos de Barcelos, Amares e Vila Verde.


Denominado “Controlo de Densidades Excessivas de Javali em Áreas Críticas”, o projeto abriu hoje as pré-inscrições e decorrerá até 31 de maio de 2027, procurando reduzir os prejuízos agrícolas e florestais, os acidentes rodoviários e os riscos sanitários associados à espécie.
O programa prevê ainda um incentivo adicional de 10 euros por exemplar encaminhado para um estabelecimento aprovado de manuseamento de caça, promovendo o aproveitamento da carne em condições de segurança alimentar, valor igualmente sujeito ao limite máximo de apoio.
Podem beneficiar destes incentivos as entidades titulares de zonas de caça associativas ou turísticas e as gestoras de zonas de caça municipais ou nacionais, desde que cumpram os requisitos legais e administrativos estabelecidos pelo ICNF.
Os apoios serão calculados com base nos abates adicionais comprovados relativamente à média das épocas venatórias de 2022/2023, 2023/2024 e 2024/2025, sendo estabelecido um limiar mínimo de 10 animais por zona de caça, mesmo quando não exista histórico validado.
A seleção dos 65 concelhos assentou em sete critérios técnicos, científicos e territoriais, incluindo os danos agrícolas e florestais, a pressão populacional da espécie, as características dos habitats, a proximidade de áreas urbanas, a sinistralidade rodoviária, o risco sanitário e a expansão territorial do javali.
O ICNF considerou igualmente um estudo da Universidade de Aveiro sobre a evolução da presença e expansão de javalis no território nacional.
Os exemplares abatidos terão de ser identificados com selos específicos, registados individualmente na plataforma RUBUS e acompanhados de fotografias georreferenciadas e amostras de pelo, para permitir a verificação dos resultados e prevenir irregularidades.
As montarias abrangidas pelo projeto devem ser comunicadas ao ICNF com uma antecedência mínima de oito dias, estando previstas ações de acompanhamento, verificação e fiscalização.
O aviso estabelece ainda que, caso os pedidos de pagamento ultrapassem a dotação global de 500 mil euros, os montantes elegíveis serão reduzidos proporcionalmente, podendo o programa terminar antecipadamente se as verbas forem esgotadas.
A adesão é efetuada através da plataforma eletrónica https://javalicontrol.icnf.pt/, podendo as entidades interessadas consultar as condições de participação, os critérios de elegibilidade e a lista dos 65 concelhos abrangidos no aviso publicado pelo ICNF, disponível aqui.
Após a conclusão do projeto-piloto, será avaliada a eficácia deste modelo de incentivos enquanto instrumento de gestão sustentável das populações de javali.
No Médio Tejo, os municípios de Mação e Sardoal promoveram recentemente reuniões com associações de caçadores para discutir medidas de controlo da espécie, perante os prejuízos na agricultura e os riscos para a segurança rodoviária.
A Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo tinha manifestado disponibilidade para os seus 11 municípios integrarem este projeto-piloto, mas apenas Abrantes, Mação e Sardoal constam da lista agora publicada.
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