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BE questiona Moedas sobre contratos com Iberdrola

O Bloco de Esquerda quer saber por que razão Lisboa adjudicou cerca de 50 milhões à Iberdrola desde 2022 — e se há ligação à doação de 156 mil euros dos Paços do Concelho.

© INÊS LACERDA/OBSERVADOR

A doação da Iberdrola foi de 156.400 euros (69.000 euros para equipamentos de iluminação e 87.400 euros para trabalhos de instalação, controlo e testes)
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Nas tendas, começa a humilhação das sessões de autocrítica

António José Seguro (que falou sobre a PJ), a Iniciativa Liberal (que quer consensos com o PCP e o BE) e os radicais das tendas (que exigem pureza ideológica) são o Bom, o Mau e o Vilão.

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BE desafia Montenegro a retirar proposta sobre arrendamento

O coordenador do BE visitou um projeto de habitação acessível em Benfica, em Lisboa, e apelou a "grande mobilização" para pressionar o Governo na crise da habitação.

© JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR

José Manuel Pureza apelou a "uma grande mobilização", argumentando que "é ela que vai determinar a sorte da iniciativa legislativa"
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17h. PCP, Livre e BE criticam Governo na manifestação da CGT

Paulo Raimundo diz não se surpreender com declarações do PM sobre habitação, Isabel Mendes Lopes e José Manuel Pureza defendem os protestos. Ainda, em França, mais de 200 pessoas foram detidas.

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16h. Porto. MAI respeita manifestação, defende lei e ordem

Luís Neves diz que Governo respeita e valorização direito à habitação e manifestação, mas sai em defesa da atuação da PSP. Ainda, BE sugere que carga policial desta madrugada teve o dedo da autarquia.

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Lusa. BE questiona Governo sobre documentos da administração

Fabian Figueiredo cita artigo da revista Sábado e acusa a administração de enviar "não os contratos pedidos, mas uma minuta não expurgada dos elementos" que a Comissão da Carteira considerara ilegais.

© JOSÉ SENA GOULÃO/LUSA

Fabian Figueiredo salienta que este episódio "surge num contexto de crescente tensão entre o Conselho de Administração, nomeado pelo Governo em fevereiro, e a redação"
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BE quer ouvir Pinto Luz sobre regime de reabilitação urbana

No dia 29 de maio foi aceite o novo Regime Jurídico da Reabilitação Urbana, cuja aprovação Fabian Figueiredo diz que "suscita legítimas e inadiáveis interrogações institucionais".

© TIAGO PETINGA/LUSA

Fabian Figueiredo afirma que Pinto Luz "é, por inerência das suas anteriores funções, signatário de decisões autárquicas cujo prazo de escrutínio e impugnação é agora abruptamente encurtado
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BE entrega queixa sobre o erro no pagamento de pensões

A queixa, com mais de 40 páginas e que tem por base 116 denúncias, foi entregue esta terça-feira à Provedora de Justiça pelo coordenador do BE e pelo deputado único do partido, Fabian Figueiredo.

© ANDRÉ KOSTERS/LUSA

José Manuel Pureza argumentou que está em causa "um suposto erro" da CGA e que a "responsabilização foi passada para cima de quem não teve qualquer responsabilidade"
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BE diz que MAI é uma "novela permanente de casos"

José Manuel Pureza afirmou que Luís Neves "não tem condições para ser ministro". Os bloquistas pedem "esclarecimentos cabais" e criticam a sucessão de casos polémicos a envolver o ministro.

© RODRIGO ANTUNES/LUSA

"O Bloco de Esquerda naturalmente acha que é necessário que no Parlamento, desde logo, se prestem todos os esclarecimentos, neste caso através destas duas figuras que são o ministro da Administração Interna e o anterior secretário-geral do ministério"
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“Poder político comporta-se com Covas do Barroso de uma maneira autoritária”

VTM

O coordenador do BE visitou Covas do Barroso ouviu a população para perceber o ponto de situação sobre o projeto de exploração de lítio.

À chegada, o coordenador do BE assumiu que o processo coloca em causa a relação da população com o território. Para José Manuel Pureza, a transição energética não deve ser feita à custa das comunidades locais. “Não pode haver regeneração ambiental contra as pessoas. As pessoas estão primeiro”, afirmou, acrescentando que “neste caso, o que temos tido é um poder político forte com os fracos e muito fraco com os fortes”.

O coordenador do Bloco de Esquerda criticou igualmente aquilo que considera ser uma utilização desadequada das forças de segurança no contexto do projeto. “O poder político tem-se comportado com as pessoas de Covas do Barroso de uma maneira autoritária”, disse José Manuel Pureza aos jornalistas, apontando que um outro “pormenor que acrescenta escândalo a isto”, é que a “Guarda Nacional Republicana tenha prestado serviços a uma empresa para policiar aquilo que é um perímetro de atuação da servidão administrativa que vai muito para lá daquilo que alguma vez foi”.

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