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João Fonseca volta aos treinos no Rio de Janeiro após um mês afastado

O tenista João Fonseca retomou os treinos nesta quarta-feira (21) no Rio de Janeiro Country Club, em Ipanema. O retorno às quadras ocorre após mais de um mês afastado, conforme divulgado pelo portal Tênis News.

A última vez que o atleta havia competido foi em setembro, durante a Copa Davis. Na ocasião, Fonseca venceu o suíço Dominic Stricker, mas deixou o torneio emocionado, enfrentando dificuldades físicas e mentais.

Em razão do período de recuperação, o brasileiro optou por não participar da gira asiática. Com isso, abdicou de defender o título no ATP 500 de Basileia e no Masters 1000 de Paris, na França.

Foco na pré-temporada e duelo com Alcaraz

A previsão é que João Fonseca inicie a pré-temporada focada em 2027 nos próximos dias. Além disso, o tenista tem agendada uma exibição contra o espanhol Carlos Alcaraz, programada para dezembro.

Esse texto foi gerado por inteligência artificial com base no conteúdo produzido pela Itatiaia. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN Brasil.

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Tenistas perderão isenção nas regras antidoping em 2027; entenda

Os tenistas perderão uma isenção de longa data em relação às rigorosas exigências antidoping sobre a indicação de sua localização durante os torneios a partir de janeiro de 2027, informou a Agência Internacional de Integridade do Tênis (ITIA) nesta quarta-feira (21).

Alterações no Código Mundial Antidoping exigem que os jogadores incluídos no Grupo de Testes Registrados (RTP) de um esporte disponibilizem uma janela diária de 60 minutos para testes durante as competições a partir de 2027, encerrando uma isenção anteriormente concedida ao tênis devido à imprevisibilidade das agendas dos jogadores.

A ITIA, órgão independente que zela pela imparcialidade no esporte, informou que reduzirá o tamanho de seu RTP, transferindo cerca de 80% dos jogadores atualmente no grupo para um grupo de testes ampliado, no qual a exigência diária de 60 minutos não se aplicará.

“Os jogadores que permanecerem no RTP reduzido deverão disponibilizar uma janela de tempo diária de 60 minutos, assim como os atletas de todos os esportes em conformidade com a Wada (agência antidoping mundial), tanto dentro quanto fora de competição”, acrescentou a ITIA.

O número de jogadores selecionados em ambos os grupos de testes será, em linhas gerais, consistente com os grupos atuais, e é improvável que a frequência e o volume dos testes sejam alterados.

As novas regras também proporcionarão maior proteção aos jogadores que puderem comprovar que um resultado positivo no teste foi causado por contaminação, inclusive por medicamentos, alimentos ou bebidas, exposição ambiental ou outra pessoa.

Elas também proporcionarão maior flexibilidade nas sanções em determinadas circunstâncias, com opções focadas na reabilitação em alguns casos de uso recreativo de drogas não relacionados ao desempenho esportivo.

Os atletas serão informados em novembro a qual grupo foram designados, embora as classificações individuais não sejam divulgadas publicamente.

Todos os atletas, independentemente de seu status no grupo de testes, devem fornecer uma amostra quando solicitado por uma autoridade de controle de doping. A recusa pode acarretar uma suspensão de até quatro anos.

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Kukushkin se despide del tenis en Almaty

Almaty, Kazajistán, 21 oct (Prensa Latina) El kazajo Mikhail Kukushkin puso hoy punto final a su carrera profesional a los 38 años, tras caer ante el griego Stefanos Tsitsipas en los octavos de final del torneo ATP 250 de Almaty.

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Rick Macci defiende las exhibiciones de Alcaraz: "Es la decisión más inteligente"

Carlos Alcaraz regresó a la competición casi cinco meses después de su lesión de muñeca y, aunque conquistó el título de Tokio en su vuelta a las pistas, todavía está lejos de alcanzar su mejor nivel. Ahora, el tenista murciano, que ha criticado en varias ocasiones la exigencia del calendario ATP, afronta una serie de partidos de exhibición, un compromiso que contrasta con sus reivindicaciones y por el que ha recibido numerosas críticas.

Sobre esto, ha hablado el legendario entrenador Rick Macci, quien ha defendido que el tenista murciano apueste por esta serie de partidos. "Alcaraz necesita partidos reales y combate en vivo, así que jugar exhibiciones es la decisión más inteligente de todas. Además del dinero, puede trabajar en su juego y mejorar", comienza diciendo en una publicación de sus redes sociales.

"Se adaptará bien a los eventos ATP, pero las exhibiciones son más controladas y rápidas, y el elemento de gestión del tiempo para el 'Mago' simplemente tiene más sentido", explica.

Asimismo, quien fuera entrenador de Serena Williams, considera que el de El Palmar está pensando en su carrera: "Cuando Carlos se quejó del calendario regular, eso es una discusión diferente con muchísimas más variables y logística. Está pensando a largo plazo para que su carrera dure mucho tiempo".

Lo cierto es que Alcaraz todavía tiene que coger ritmo para llegar en buena forma a los ATP Finals y a la Copa Davis.

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Tenistas latinoamericanos sin triunfos en ATP 250 de Almaty

Almaty, 21 oct (Prensa Latina) La representación latinoamericana presente hoy en el ATP 250 de Almaty despidió la jornada sin triunfos tras las derrotas de los argentinos Tomás Etcheverry y Facundo Díaz.

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Toni Nadal, sobre el futuro de Rafa: "Le apetecerá ser capitán de la Copa Davis"

La capitanía de la selección española para la Copa Davis cambiará en 2027. Tras el anuncio de que David Ferrer no continuará el próximo año se dio a conocer que su sustituto será Marc López, conocido principalmente por ganar la medalla de oro junto a Rafa Nadal en los Juegos Olímpicos de Río de Janeiro en 2016.

En una reciente entrevista en el programa Radioestadio Noche, Toni Nadal, tío y durante muchos años entrenador de Rafa, repasó la atualidad del combinado nacional: "Conozco a David Ferrer, como persona es un 10 y la decisión que tome será por el bien del equipo español", comentó antes de que se supiese públicamente su renuncia.

"Marc López es una bellísima persona y se lleva bien con todo el mundo; sabe mucho de tenis", comentó sobre el sucesor de Ferrer al frente del equipo español.

Además, comentó la importancia de que el capitán sea un exjugador de renombre: "La capitanía de la Copa de Davis es casi un premio a la carrera de estos grandes jugadores que se lo merecen y tiene que ser más o menos rotativa. Los jugadores se rebotan menos cuanto más grande o más nombre tiene el capitán".

Finalmente, habló sobre la posibilidad de que Rafa Nadal pase a ser en un futuro el capitán español para la Copa Davis: "Creo y digo que a Rafa le apetecerá ser capitán de la Davis, no sé en qué momento, pero supongo que sí que le apetecería y ya le tocará. Además Rafa es de los que hace grupo".

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Jachánov y Tsitsipás confirman favortismo en justa tenística kazaja

Almaty, Kazajistán, 20 oct (Prensa Latina) El ruso Karén Jachánov y el griego Stéfanos Tsitsipás confirmaron hoy su favoritismo en la primera ronda del torneo tenístico de Almaty, tras derrotar al japonés Rei Sakamoto y al estadounidense Aleksandar Kovacevic, respectivamente.

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UTR PTT com marca Frederico Gil de volta ao Carvoeiro para reta final de 2026

Clube algarvio recebe sexto evento entre 19 e 25 de outubro

O UTR Pro Tennis Tour está de volta ao Algarve e aborda a reta final da temporada com a sétima etapa organizada por Frederico Gil no Carvoeiro Clube de Ténis e Padel, entre os dias 19 e 25 de outubro, em Carvoeiro.

O destino algarvio foi escolhido pelo ex-tenista profissional português como centro de operações da FREDGIL Academy — projeto que conta com os apoios da Câmara Municipal de Lagoa, do Turismo do Algarve, da Details, da Web Summit e da World Talents, entre outros.

A etapa desta semana conta com quatro jogadores portugueses, todos no quadro masculino: Diogo Marques, Rodrigo Leal, Miguel Semedo e Daniel Batista.

Todas as etapas do UTR Pro Tennis Tour realizadas no Carvoeiro Clube de Ténis e Padel acontecem em courts de piso rápido outdoor e distribuem 40.000 dólares de prize-money.

Os vencedores são contemplados com um cheque de 3.600 dólares (aproximadamente 3.100 euros) cada, enquanto os finalistas recebem 2.075 dólares (cerca de 1.800 euros). A organização também oferece alojamento a todos os atletas e equipa de arbitragem.

Tal como nas etapas anteriores, de segunda a sexta-feira joga-se uma fase de grupos (quatro conjuntos com cinco jogadores) e no fim de semana acontecem os encontros de eliminação direta que definem as posições finais — com destaque para a atribuição dos títulos no domingo.

UTR PTT Carvoeiro Men +H (torneio masculino)

  • Grupo A: Deni Zmak, Diego Fernandez Flores, José Dominguez Alonso, Amadatus Admiraal, Harrison Mcelnea
  • Grupo B: Alexandru Mihai Coman, Jesse de Jager, Diogo Marques, Rodrigo Leal e Taymur Muhammad
  • Grupo C: Tomas Curras, Alejandro Turriziani, Lars Wagenaar, Daniel Batista e Baltazar Wiger-Nordas
  • Grupo D: Leonid Sheyngezikht, Miguel Semedo, Cian McDonnell, Oriol Font e Nathan Mansfield

UTR PTT Carvoeiro Women +H (torneio feminino)

  • Grupo A: Nina Kruijer, Valeria Avdeeva, Francesca Franchi, Leandra Nizetic e Iana Semichina
  • Grupo B: Rikke de Koning, Mia Chudejova, Aliaksandra Skapets, Nika Beukers e Carlota Garcia Alonso
  • Grupo C: Maria Oliver Sanchez, Alessia Popescu, Jinte de Boer, Monika Jirouskova e Olga Molchanova
  • Grupo D: Malkia Ngounoue, Valentina Khrebtova, Aurora Urso, Jordina Font Montero e Aneta Poborilova

Além desta, estão previstas outras quatro etapas no Carvoeiro Clube de Ténis e Padel até ao final da temporada: de 8 a 15 de novembro, de 15 a 22 de novembro, de 6 a 13 de dezembro e de 13 a 20 de dezembro.

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O fim do casamento foi também o fim da carreira de Monfils

Segunda-feira, Elina Svitolina anunciou que tinha decidido divorciar-se de Gaël Monfils. Agora, o fim da carreira do carismático francês, que queria despedir-se em Paris, foi oficialmente antecipado.

© USTA via Getty Images

Os dois tenistas formaram dupla de pares mistos no último US Open, em setembro
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Elina Svitolina matiza el anuncio de su ruptura de Gael Monfils por la guerra de Ucrania: "Hay más detrás"

La tenista Elina Svitolina anunció este lunes públicamente su separación de Gael Monfils tras cinco años de casados y una hija en común. En su comunicado, la ucraniana habló del impacto psicológico que ha tenido en su vida personal la guerra y su necesidad de reencontrase consigo misma.

Tras las críticas recibidas en las horas posteriores, la deportista de 32 años ha querido matizar sus palabras con un nuevo comunicado aclarando las razones de su ruptura del francés.

Svitolina defiende que en aquella carta compartió "solo uno de los motivos que influyeron" en su decisión, pero "la realidad es que hay mucho más detrás y nunca se ha tratado de una sola cosa".

"En un momento dado, simplemente me di cuenta de que no quería seguir viviendo una vida en la que no era verdaderamente feliz. Y creedme, llegar a esta decisión no ha sido nada fácil", explica.

La tenista aclara por qué mencionó la guerra de Ucrania para anunciar su divorcio de Monfils: "Cuando llevas más de cuatro años y medio viviendo la realidad de una guerra, atravesando situaciones muy diferentes, emociones de todo tipo y momentos difíciles, es natural que empieces a ver la vida de otra manera. Tu perspectiva cambia, tus valores y prioridades evolucionan y empiezas a comprender qué es lo que realmente quieres de la vida".

Después de asegurar que siempre querrá a Gael Monfils, Svitolina afirma que "no siempre es posible explicar en una sola publicación todo lo que hay detrás de decisiones tan personales y difíciles. Y, sinceramente, hay cosas que son demasiado personales como para compartirlas públicamente".

La ucraniana explica que la idea de emitir ese comunicado responde a las críticas y acusaciones hacia Monfils tras poner fin a su carrera por esta decisión personal de Svitolina.

"Como algunos habéis visto, la carrera de Gaël llegó a su fin de forma abrupta después de que tomara la decisión de parar teniendo en cuenta nuestra situación. Por desgracia, ha recibido muchas acusaciones que no merecía, así que decidimos publicar un comunicado conjunto. Espero que esto os ayude a comprender un poco mejor lo que quería decir. Pero, por favor, sed amables y comprensivos. Estamos atravesando un momento increíblemente difícil para los dos", sentencia.

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Toni Nadal: "Rafa Jódar será uno de los principales rivales de Carlos Alcaraz y Jannik Sinner"

Toni Nadal, tío y exentrenador de Rafa, ofreció una entrevista a 20minutos y habló, entre otros temas, sobre la gran irrupción en el mundo del tenis que ha firmado el joven tenista Rafael Jódar, que en unos meses de competición ha logrado escalar en la clasificación hasta el top 10 y competir de tú a tú ante los mejores jugadores del planeta.

El balear, embajador de la campaña 'Razones de Peso', impulsada por la agencia Lilly, reconoció que la aparición del madrileño ha sido "una de las noticias más positivas" en el mundo del tenis en este 2026 y su evolución en los últimos meses ha sido "muy positiva".

"Creo que una de las noticias más positivas de los últimos meses ha sido ver la evolución de este jugador. Hace relativamente poco tiempo ocupaba una posición cercana al puesto 800 del ranking mundial y, ahora, está luchando por entrar en el 'top 10', disputándose en estos últimos torneos del año la posibilidad de clasificarse para las ATP Finals de Turín. Es una evolución muy positiva", apuntó.

Por último, aseguró que Jódar se convertirá en uno de los "principales rivales" de los mejores tenistas actuales del circuito, como es el caso de Carlos Alcaraz, Jannik Sinner o Alexander Zverev: "En algunos torneos no ha estado tan acertado como a principios de año, supongo que está acusando el esfuerzo y la exigencia que lleva soportando desde enero. En cualquier caso, creo que es un grandísimo jugador y que, durante muchos años, será uno de los principales rivales de Sinner, Alcaraz y Zverev".

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McEnroe, en 'La Revuelta': "Alcaraz es lo mejor que le ha pasado a este deporte en los últimos 10 años"

John McEnroe es fan de varios tenistas españoles. Así lo confirmó el legendario extenista este lunes en La Revuelta, que emitió un episodio guardado en la nevera desde hace dos semanas, cuando RTVE canceló la emisión para centrarse en un especial por la muerte de Maricarmen, la mujer desahuciada que inspiró la acampada en Sol.

Durante la entrevista, McEnroe dejó muy claro su apoyo y gusto por varios tenistas españoles: "Me encanta Alcaraz, ahora que se ha dejado el pelo largo, le queda muy bien", comenzó a hablar sobre el ganador de siete títulos de Grand Slam, los mismos que amasó el estadounidense en toda su carrera deportiva.

"Es el mejor. Carlos es el mejor. No lo digo porque esté en Madrid, pero Carlos Alcaraz es lo mejor que le ha pasado al tenis en los últimos 10 años. Increíble. Es una suerte tenerle. Me encanta verle jugar, es mi favorito", recalcó.

"Me alegra que haya vuelto a jugar porque su ausencia no es buena para el tenis", añadió McEnroe, que también elogió a otros grandes de la raqueta. "Rafa Nadal lo cambió todo, fue increíble, un español. No creía que pudiera ocurrir. ¿Cómo leches pasa esto? No hemos ganado un torneo masculino importante en Estados Unidos en 23 años. Rafa ganó 22", enfatizó.

"Y Carlos Alcaraz tiene siete", rescató, siempre dispuesto a reiterar su pasión por el murciano, aunque sin olvidarse de otra gran promesa del tenis español: "Jódar es bueno también. Necesitamos jugadores con personalidad", sentenció.

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Elina Svitolina se separa de Gael Monfils por la guerra de Ucrania: "Hay batallas que se libran en lo más profundo"

Después de cinco años casados, siete en total como pareja, y una hija en común, Elina Svitolina y Gael Monfils separan sus caminos, tal y como ha anunciado la tenista ucraniana a través de una emotiva carta publicada en sus redes sociales, en la que habla del impacto psicológico que ha tenido en su vida la guerra de Ucrania y su necesidad de reencontrarse consigo misma.

"Esto es lo más difícil que me ha tocado compartir. Todos sabéis lo mucho que Ucrania significa para mí. De lo que rara vez he hablado es de lo que la guerra ha provocado en mi interior. El año pasado, os conté que necesitaba alejarme de las pistas porque no me encontraba en el estado emocional adecuado. Hoy, quiero abrirme un poco más", comienza la tenista ucraniana, de 32 años.

Es entonces cuando la número seis del mundo relata por lo que ha pasado en los últimos años: "Lo que no visteis fueron las noches sin dormir, las dudas y la sensación de ir perdiéndome a mí misma poco a poco. Gaël fue testigo de todo. Nunca me soltó la mano. Luchamos juntos contra esto durante mucho tiempo, dando todo lo que teníamos. Pero hay batallas que se libran en lo más profundo de una misma, y no hay cantidad de amor ajeno que pueda ganarlas por ti".

"Con el tiempo, comprendí que necesito reencontrarme conmigo misma y que no puedo lograrlo dentro de nuestro matrimonio. Es la verdad más dura a la que me he enfrentado y lo más difícil que he tenido que decirle a la persona a la que amo. Gaël me escuchó. Ha respetado lo que necesito con una fortaleza y una elegancia que jamás olvidaré", expresa Svitolina.

Dejando claro que el francés ha estado a su lado "con su amor tanto en los momentos de mayor alegría como en los más oscuros", así como que lo ha "amado con todo su corazón", la jugadora ucraniana ha expresado que la familia que ambos han formado sigue siendo irrompible: "Juntos construimos una vida hermosa y recibimos el regalo más preciado de todos: nuestra hija, Skai. Skai siempre será nuestra prioridad. Nuestro matrimonio llega a su fin, pero nuestra familia no. Seguiremos siendo sus padres, siempre juntos, en cada etapa de su vida".

"Por favor, entended que aquí no hay culpables. Solo hay dos personas que se amaron profundamente y una historia que está transformándose. Os pedimos vuestra amabilidad y el espacio que necesitamos para sanar", concluye la misiva de la cuatro veces semifinalista de Grand Slam.

Monfils declaró a principios de 2026 que este sería su último año como profesional, aunque la Agencia Internacional para la Integridad del Tenis (ITIA) reveló en el apartado de jugadores retirados de su web que el galo se puso en contacto con el organismo para notificar que dejaba la actividad profesional el pasado 5 de octubre.

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Marc López, el tenista que ganó el oro olímpico junto a Nadal, capitán español de la Copa Davis hasta 2029

La Junta Directiva de la Real Federación Española de Tenis (RFET) ha decidido este lunes nombrar a Marc López como nuevo capitán de la Selección Española de Tenis a partir del 1 de enero de 2027, el barcelonés dirigirá al equipo hasta 2029, en sustitución del actual seleccionador David Ferrer que anunció este pasado jueves que dejará el cargo a finales de este año.

El campeón olímpico (ganó el oro en dobles junto a Rafa Nadal en los Juegos de Río en 2016) seguirá ejerciendo las funciones de asistente técnico de David Ferrer en la Final 8 de Copa Davis que se disputará del 24 al 29 de noviembre en la ciudad de Bolonia (Italia), puesto que ocupa desde el 'Qualifier' de 2025 que enfrentó a España contra Dinamarca en Marbella.

Marc López se retiró del tenis profesional en mayo de 2022 como uno de los mejores doblistas españoles de todos los tiempos, llegando a ser campeón de un Grand Slam y olímpico, ganador del Masters y alcanzando el número 3 del ranking mundial.

El catalán levantó la Copa de Maestros de Dobles de 2012 al lado de Marcel Granollers, siendo la segunda pareja española en la historia que conquistaba el torneo tras Manuel Orantes y Juan Gisbert en 1975.

El año 2016 fue el de su consagración definitiva, ganando primero Roland Garros junto a Feliciano López, y colgándose en verano la medalla de oro en los Juegos Olímpicos de Río de Janeiro al lado de su gran amigo Rafael Nadal.

Además, alcanzó otras tres finales de Grand Slam, dos de ellas con Marcel Granollers (Roland Garros y US Open 2014) y la última con Feliciano López (US Open 2017).

En clave Copa Davis, debutó con España en 2012 disputando un total de 13 eliminatorias con el equipo y jugando la final del Centenario el mismo año de su estreno.

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Jaime Faria sobe a 56.º do ranking mundial de ténis

Na atualização do ranking após o Masters 1.000 de Xangai, Jaime Faria ascendeu quatro lugares, apesar de ter caído na primeira ronda, enquanto Nuno Borges, que chegou à segunda, desceu um posto.

© BRIAN HIRSCHFELD/EPA

Jaime Faria subiu esta segunda-feira ao seu melhor ranking de sempre, ao ocupar o 56.º posto da hierarquia ATP
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Así queda el ránking ATP tras Shanghái: Rafa Jódar acaricia el billete a Turín y subidón de Davidovich

La última actualización del ránking ATP tras la conclusión del Masters 1000 de Shanghái ha llegado con muy buenas noticias para los tenistas españoles: Rafa Jódar, tras ser finalista en China, ya acaricia el billete a las ATP Finals, mientras que Alejandro Davidovich, que al imponerse a su compatriota se convirtió en el primer español en conquistar Shanghái, ha dejado un meteórico ascenso en la tabla.

El jugador madrileño, de 20 años, sumó este domingo 575 puntos tras el torneo chino y asciende dos puestos, hasta la undécima plaza general, con 3.234 puntos. Su actuación en Shanghái, además, le vale para afianzarse en la novena posición de la clasificación en la carrera a Turín: con 3.159, ya aventaja en 279 a Álex de Miñaur, décimo y, de momento, primer reserva para la Copa de Maestros.

Con la baja de Jannik Sinner, que no competirá más hasta 2027 por una lesión en la rodilla derecha, y si nada cambia en los torneos que quedan hasta las Finales de la ATP del próximo mes de noviembre, Jódar ocupa la última plaza que da acceso a Turín, donde debutaría en su primer año en el circuito profesional si finalmente se consuma su clasificación.

La otra gran noticia es la de Alejandro Davidovich, que, tras ganar el primer Masters 1000 de su carrera, consigue su mejor clasificación histórica: los 950 puntos cosechados en China le permiten escalar un total de 13 posiciones y situarse decimotercero.

Y, arriba, solo hay un cambio en el top-5: a la espera de que se produzca el sorpasso de Alexander Zverev a Jannik Sinner para acabar el año como número uno, entra en la quinta posición Daniil Medvedev, semifinalista en Shanghái y que gana una plaza en la clasificación. También Cobolli asciende una posición, hasta la sexta.

Respecto al resto de españoles, Carlos Alcaraz mantiene la tercera plaza, con 5.610 puntos, por delante de su verdugo en el US Open, Ben Shelton, cuarto con 4.720, mientras que Dani Mérida se alza hasta la 42º plaza, escalando dos (1.195). Jaume Munar, Martín Landaluce, que sube seis, y Pablo Carreño figuran en los puestos 51, 67 y 74, respectivamente.

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Rafa Jódar, entre la polémica y las críticas: ¿qué es lo que le pasa al tenista tras su derrota en China?

Rafa Jódar lleva solamente diez meses como tenista profesional dentro del circuito ATP y su impacto ha sido sorprendente. En una sola temporada ha logrado colocarse hasta el número 13 del ránking, un ascenso que no se recuerda ni a las leyendas más grandes del deporte de la raqueta. Deportivamente es un año impecable pero su comportamiento ha suscitado algo de recelo entre los aficionados.

El último episodio desafortunado que ha protagonizado el madrileño se ha producido en el Masters 1000 de Shanghái durante el encuentro de octavos de final ante el neerlandés Botic van de Zandschulp, cuando reclamó con unas formas más que cuestionables y lenguaje malsonante a un recogepelotas que le facilitara una toalla. Rápidamente, el juez de silla reprobó la actitud del español y le sancionó con un warning.

Este capítulo no ha hecho más que aumentar la más que dudosa imagen de jugador antideportivo que acompaña al español desde Roland Garros. A veces con razón y en otras ocasiones fueron simples bulos en redes sociales que tomaron mucha fuerza... pero lo cierto es que Jódar no ha comenzado su carrera de forma pulcra e impoluta.

En el torneo por excelencia en tierra batida lo que ocurrió fue un malentendido, tal y como demostraron posteriormente las imágenes tomadas desde diferentes ángulos. Pero las redes sociales dictaron sentencia y, aunque Jódar fue inocente en aquel episodio, la (mala) opinión sobre él se viralizó tanto que ni una prueba de su inocencia sirvió para lavar su imagen. Lo que fue un tropiezo de una recogepelotas con la lona de la pista pareció un empujón del madrileño en la primera toma de televisión. Aunque la realidad no fuese así. Desde entonces, hay mucha gente esperando una nueva salida de tono del madrileño para atacarle y fiscalizando cada gesto dentro y fuera de la pista.

Meses más tarde, durante el Masters 1000 de Cincinnati, Jódar se vio envuelto en una nueva polémica. El español consiguió una remontada épica ante Shapovalov en el tercer set del partido cuando el marcador marchaba 1-5 (40-15) con servicio del canadiense. El joven madrileño logró salvar esas dos bolas de partido y en el juego del 3-5 se vio obligado a parar el partido en dos ocasiones por problemas con sus zapatillas. Al parecer, se le rompieron los cordones y necesitó la ayuda de su padre para solventar el problema.

Esto cabreó a Shapovalov que acabó perdiendo el servicio y el partido y no dudó en recriminarle su actitud en el saludo final. Muchos aficionados pensaron que el español detuvo el partido para ganar tiempo y poner nervioso al canadiense pero esto es algo que nunca se pudo demostrar. Tanto es así que el propio Jódar lo explicó al final del encuentro. “No es algo que yo pueda controlar, intentaré tener más zapatillas preparadas por si me vuelve a ocurrir”, dijo.

A raíz de este percance, y en la rueda de prensa tras su eliminación en primera ronda en el US Open, un periodista preguntó a Jódar sobre la percepción que los usuarios de redes sociales tienen sobre su persona. Al tenista no le sentó demasiado bien la pregunta y se dedicó a responderle que no entendía la cuestión. El intercambio entre ambos se volvió a viralizar y provocó que se alimentara el debate sobre la actitud del español ante la prensa.

A estos capítulos ahora se añade lo ocurrido en Shanghái. Puede que la causa fuese la presión y el mal momento de partido que estaba atravesando el madrileño unido a su juventud y a su falta de experiencia a la hora de mantener la calma cuando va por debajo en el marcador. Eso sí, el madrileño se disculpó con el recogepelotas al día siguiente, un gesto que le honra: "Fue un error, no volveré a hacerlo", manifestó.

No obstante, estos episodios no pueden alejar al tenista español de sus objetivos deportivos a corto plazo que son, ni más ni menos, que clasificarse para las ATP Finals y conseguir levantar la Copa Davis con el equipo nacional.

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