Luís Testa atacou abstenção do Chega na proposta do Governo sobre arrendamento urbano. Partido de direita rejeitou acusações e contra-atacou com dados sobre subida de preços na era socialista.
O deputado socialista Carlos Pereira afirma que o OE "dá, neste momento, ao PS tranquilidade para haver paz política" e diz que Chega está "aflito" por não ter muito poder na matéria.
A entidade reguladora deliberou por unanimidade investigar o caso. A Académica de Coimbra prepara queixa no Ministério Público e vai reforçar a segurança.
Partido de André Ventura anuncia cinco exigências para o Governo na venda da companhia aérea. Ainda, PS diz que privatização parcial vem dar razão ao partido. Il quer conhecer a estratégia do Governo.
Líder do Chega e presidente do inquérito vai conversar com o Presidente da AR para pedir que os trabalhos possam decorrer em simultâneo. Ainda, trabalhadores do Metro de Lisboa cumprem dia de greve.
Juventude do Chega protestou à porta da rádio universitária contra "esquerdalha". Já Luciano Gonçalves diz que empresa é da mulher, uma história déjà vu. E nova lição de ciência política sobre Chega.
Seis em cada dez aprova o desempenho de Seguro, que é o mais consensual dos políticos, mas é reprovado pelos eleitores do Chega. Barómetro dá conta de reação dos portugueses à subida do custo de vida.
Ventura quis uma comissão de inquérito a Luís Neves, mas escolheu a cadeira onde não fará as perguntas. Neste episódio, explicamos o que pretende ganhar ao assumir a presidência.
O cargo tem limites, mas também margem para ser mais interventivo. Ainda, o Ministro da Administração Interna rejeita a narrativa de que Portugal está cada vez mais inseguro.
Líder socialista afirma que o antigo primeiro ministro não trouxe ideias novas para o país. Ainda, André Ventura acusa Luís Neves de gerir o ministério da Administração Interna como geria a PJ.
Ventura trocou as perguntas diretas a Luís Neves pela presidência da CPI. O cargo tem limites, mas também margem para quem quiser seguir estilo mais interventivo.