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Compensações no fornecimento elétrico duplicaram em 2025

A Entidade Reguladora dos Serviços Elétricos indicou que o aumento das compensações aumentou sobretudo devido à ocorrência de sete incidentes de grande impacto, nomeadamente o pagão de abril de 2025.

© ANTÓNIO COTRIM/LUSA

Em 2025 os incumprimentos dos padrões individuais aumentaram cerca de 53%, para 111.182
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Central solar na Beira Baixa preocupa cidadãos

"873.124 painéis solares em cerca de 250 hectares, que, se fossem colocados em linha, ligariam Lisboa a Berlim". Cidadãos estão preocupados com impactes ambientais do projeto da central solar Sophia.

© AMPE ROGÉRIO/LUSA

A multinacional britânica promotora da central solar fotovoltaica Sophia abrange os concelhos do Fundão, de Idanha-a-Nova e de Penamacor, na Beira Baixa, distrito de Castelo Branco
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Dietro gli applausi a Meloni le convergenze geopolitiche che servono all’Italia

Convergenze parallele e, per certi versi, anche fisiologiche. Ieri in Senato si è assistito ad un fenomeno che, in quattro anni, non si era quasi mai visto. Ovvero gli applausi a Meloni di Calenda e mezzo Pd. Come se la geopolitica, prima che politica, avesse avuto il sopravvento su contrapposizioni, insulti, contestazioni. Come se il clima pre-elettorale fosse stato messo da parte sull’altare delle cose giuste da fare e da rivendicare a Bruxelles. Il paniere di temi in questione è noto e riguarda il futuro non solo dell’Italia, ma anche della stessa Europa.

Quando la presidente del Consiglio ha spiegato che alcune dinamiche non hanno molto a che fare con la tutela dell’ambiente, ovvero il prezzo degli Ets che sale e che quindi fa salire anche il costo di produzione per l’acciaieria, la cartiera, il cementificio, la ceramica, ha posto un tema su cui nessuna parte sana può non essere d’accordo, perché riguarda la salvaguardia delle imprese.

Che non hanno colore politico, ma rispondono a logiche semplicissime: se regole sbagliate le strozzano, allora rischiano la chiusura, con conseguente perdita di posti di lavoro.

Quando Meloni ha chiesto una sospensione temporanea di alcuni obblighi sul Regolamento europeo del metano ha posto un altro tema nevralgico: ovvero che se una norma, nel passaggio dalla teoria alla pratica, produce danni o mancati benefici, semplicemente va corretta.

Infine quando ha avvertito che non è più possibile per l’Europa importare cobalto, grafite, terre rare imprescindibili per transizione energetica, transizione digitale e difesa, non fa solo una diagnosi arci nota (su cui però dei “bravi” nessuno ha dato un’accelerata fino ad oggi) ma indica la cura, proponendo Porto Marghera come uno dei primi siti europei di stoccaggio strategico di queste materie, iniziativa che potrebbe diventare un progetto pilota europeo.

“Il filo che lega tutte queste iniziative, insomma, è semplice: l’Europa deve tornare a mettere la capacità di produrre al centro delle proprie scelte”, ha detto la premier. In quel momento gli applausi di democratici e calendiani sono stati la spia che l’interesse nazionale è sentito dalle cosiddette forze responsabili presenti in Parlamento, dove l’epiteto responsabili non è il titolo di una squadra buono per un discorso carico di demagogia.

Ma la pragmatica conseguenza di scelte strutturali e lungimiranti che devono essere fatte per il bene futuro (e presente) della collettività. Che si fanno solo in un modo.

L’Europa forte che ha bisogno di Nazioni forti, parafrasando Meloni in chiusura, fa il paio con l’esigenza di un’Europa più solida e credibile all’interno di un metodo di amministrare il paese che difenda l’interesse italiano (come fanno anche tutti gli altri paesi membri).

Solo una parte delle opposizioni lo ha ben compreso.

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NOS participa em projeto piloto que combina 5G e satélite

Solução serve para garantir a monitorização contínua de contentores refrigerados durante o transporte marítimo". O sistema passa automaticamente de 5G para satélite quando não há cobertura terrestre.

© JOS

Esta solução "foi testada durante uma viagem marítima entre Lisboa e o Funchal, a bordo de um navio da GS Lines", refere a NOS
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GNR apreendeu 3.750 litros de gasolina em jerricãs

A apreensão ocorreu cerca das 17h40 ao quilómetro 12 da A2, perto do Seixal, quando os militares intercetaram e fiscalizaram um veículo ligeiro de mercadorias, o veículo transportava 150 jerricãs.

© DIOGO VENTURA/OBSERVADOR

Transportava 150 jerricãs, com capacidade de 25 litros cada, perfazendo um total de 3.750 litros de gasolina, essencialmente destinados ao apoio do tráfico de droga
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FMI destaca apoio a reformas em Timor-Leste

FMI prevê que economia timorense continue a crescer nos próximos anos, ainda que enfrente desafios relacionados com a sustentabilidade orçamental e a dependência das receitas petrolíferas.

© ANTÓNIO COTRIM/LUSA

Timor-Leste tornou-se oficialmente o 11.º Estado-membro da ASEAN em outubro de 2025
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Montenegro. Compras conjuntas de energia "não são solução"

 O chefe de Governo explicou que Portugal não compra "produtos provindos daquela geografia do Médio Oriente", tendo antes como fornecedores sobretudo o Brasil, a Argélia e também os Estados Unidos.

© JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR

Montenegro reconheceu que não existe, para já, uma solução definida para a crise, considerando que a situação é complexa e que o atual mecanismo de formação dos preços
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Montenegro acusa EUA de incoerência sobre gasóleo russo

Para o chefe do executivo, o acordo entre os Estados Unidos e a Rússia sobre gasóleo "não corresponde a um exercício consequente e coerente" para responder ao aumento dos preços da energia.

© OLIVIER MATTHYS/EPA

"Esta novidade não traz nenhuma consequência positiva e é um sinal incoerente face àquilo que nós devemos fazer para pressionar a Rússia a poder contribuir para a obtenção de uma paz justa e duradoura para a Ucrânia", sustentou Luís Montenegro
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Ucrânia vai retomar ataques a instalações de energia russas

Zelensky mostrou-se irritado com distanciamento de Trump face a Kiev. Falou também sobre bloqueio do acesso do Exército ucraniano a informações recolhidas por meios tecnológicos norte-americanos.

© MICK TSIKAS/EPA

Numa entrevista ao jornal britânico Financial Times, publicada esta quinta-feira, Zelensky afirmou que a Ucrânia se comprometeu apenas a uma pausa de três dias, desde domingo
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