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Cabo Verde está mais caro: preços turísticos sobem 7,5% no terceiro trimestre
- T NEWS
- Portugal United leva oferta turística portuguesa à Malásia em ação comercial com 30 agentes de viagens
10 anos JE: o que falta a Portugal na era da IA?
O Jornal Económico assinalou o seu 10.º aniversário com uma conferência na Alfândega do Porto. O encontro reuniu personalidades de diferentes áreas, para pensar a década que transformou Portugal, e os desafios e oportunidades que o país e o mundo vão enfrentar nos próximos 10 anos.
A inteligência artificial (IA) foi uma das temáticas debatidas no evento. Mas como está Portugal posicionado nesta área? Será criador ou apenas consumidor desta tecnologia?
O que nos falta para transformar o conhecimento produzido nas universidades e centros de investigação em mais tecnologia criada no país e com capacidade para competir internacionalmente?
E daqui a 10 anos, pode a tecnologia ser o motor de um novo modelo económico para o país?
Conheça as respostas de João Paulo Firmeza, General Manager da Altice Labs e um dos convidados da conferência, a estas questões:
Primeira derrota "dói muito". Borges fala em "desinspiração"

Ministros iberoamericanos promueven Ciencia Abierta
Madrid, 22 oct (Prensa Latina) Ministros y altas autoridades de Ciencia, Tecnología e Innovación de los países iberoamericanos adoptaron en Alicante la renovación del Plan de Acción en Ciencia Abierta, según consta en documento difundido hoy en España.
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Alemania aumentará las deportaciones de afganos sin antecedentes penales
Cada mes despegan desde el aeropuerto alemán de Leipzig aviones con destino a Afganistán. Son vuelos chárter de la aerolínea turca Freebird (“Pájaro libre”, en español), un nombre que puede sonar a broma de mal gusto para sus pasajeros: ciudadanos afganos deportados a Kabul en contra de su voluntad. Cerca de 300 afganos han sido expulsados por las autoridades alemanas a su país de origen desde 2025, desde que tomó posesión el actual Gobierno federal. La gran mayoría eran condenados por crímenes, pero en los últimos traslados están siendo incluidas cada vez más personas sin antecedentes penales.

© picture alliance (dpa/picture alliance via Getty Images)
Ibai Llanos entra con ‘La velada del año’ en el combate de Netflix por los ‘youtubers’
Netflix necesita más y más youtubers para que la llama siga ardiendo. Este lunes, la plataforma de streaming anunció que retransmitirá en exclusiva La velada del año de Ibai Llanos hasta 2029, pero el español es solo el último creador de contenidos de la plataforma de Google al que Netflix ha echado el guante en su estrategia de los últimos meses. Llanos es parte de un engranaje que va mucho más allá.

- El País
- Héctor Ruiz Martín, investigador: “Padres y docentes no deben confiar en que la dificultad lectora mejore simplemente con la edad”
Héctor Ruiz Martín, investigador: “Padres y docentes no deben confiar en que la dificultad lectora mejore simplemente con la edad”
Octubre es el mes de la concienciación sobre la dislexia, una oportunidad para poner el foco en una dificultad específica del aprendizaje que todavía está rodeada de mitos y confusión. “Soy estúpida. Nadie dirá nunca que tengo un talento brillante con las palabras. Me esfuerzo. Pero eso no se nota”, comienza un poema que se hizo viral en redes sociales en 2016 y que refleja algunas de las ideas negativas que pueden acompañar a quienes padecen dificultades lectoras. Más allá de esas percepciones, la dislexia puede afectar a la precisión, la fluidez y la comprensión lectora, y su detección temprana resulta clave para poder intervenir.
- El País
- Mi vecina es morosa y ocupa la vivienda de su madre fallecida. ¿A quién reclamamos la deuda?
Mi vecina es morosa y ocupa la vivienda de su madre fallecida. ¿A quién reclamamos la deuda?
Pregunta. Tenemos una vecina morosa que acumula una deuda de más de 6.000 euros. Los propietarios murieron y la casa está habitada por la hija y la familia de esta. No se adjudicaron la herencia. La hija y los dos hijos mayores de edad trabajan, mientras que el el marido cobra una pensión no contributiva. ¿Cómo podríamos cobrar la deuda? ¿Se podría hacer alguna anotación de la deuda en la finca? F.J. Callejón

© Raúl García Cabo (EFE)
2026, el año de la nueva realidad climática
“Hay que dejar de hablar de cambio climático y empezar a hablar de realidad climática”, afirma Bárbara Sebastián, ingeniera agrónoma que trabaja con bodegas de toda la península. Un cambio es algo que está en curso, que todavía parece lejano o reversible. Lo que vivimos en viticultura es una realidad.

© Europa Press News (Europa Press via Getty Images)
Opositor cubano denuncia falta de atención médica durante arresto

Bukele amenaza con escalar en Haití por cuatro militares secuestrados
Sporting x Lask. "Faltou VAR nos dois golos do Sporting"

Património cultural enquanto ativo do presente para territórios com futuro
O património cultural continua a ser pensado como herança, aquilo que recebemos do passado e devemos conservar para o futuro. Essa dimensão é essencial, mas insuficiente. O património é também um ativo estratégico do presente, capaz de produzir identidade, qualificar lugares, reforçar a coesão social e sustentar o desenvolvimento. Em Portugal, porém, permanece uma distância, patente em instrumentos como o PNPOT e a Política Nacional de Arquitetura e Paisagem, que apontam para a necessidade de maior cultura territorial, participação cívica e gestão integrada.
Não existe património sem reconhecimento de valor. Como sublinha Laurajane Smith, o património não reside simplesmente nas coisas, mas nos significados e usos que as sociedades constroem em torno delas. Quando essa dimensão é ignorada, o território tende a ser reduzido a mero suporte de investimento ou consumo. É aí que começam os processos de descaracterização, quando se perdem referências, banalizam-se paisagens e enfraquece-se a relação entre a comunidade e o lugar.
A investigação desenvolvida em diferentes processos territoriais permitiu-me observar que, quando as comunidades reconhecem nos lugares referências da sua história, tende a crescer a sua capacidade de apropriação social, participação e defesa do património. Quando esse vínculo se enfraquece, torna-se mais difícil mobilizar a sociedade em torno do que se perde ou transforma.
A relação é recíproca. O património contribui para construir identidade, mas uma identidade territorial consolidada favorece também a sua apropriação social. Quando as comunidades reconhecem lugares, práticas ou memórias como parte da sua história, tornam-se mais capazes de os defender e de participar no futuro do território. O património deixa de ser apenas objeto de tutela institucional e torna-se matéria de cidadania.
Isto é particularmente relevante num país em que o turismo é um importante motor económico. O património pode diferenciar destinos, qualificar lugares e gerar valor, mas fragiliza-se quando o território é tratado apenas como produto. A pressão imobiliária, a turistificação excessiva e a substituição de usos e populações podem produzir espaços valorizados no mercado, mas territorialmente empobrecidos. Estes territórios descaracterizados tornam visível o custo de não reconhecer o património como ativo para o desenvolvimento.
Por isso, património, turismo, urbanismo, habitação, ambiente, cultura e participação pública não podem continuar a ser pensados de forma autónoma nas políticas territoriais. A sustentabilidade territorial mede-se também pela capacidade de preservar as relações sociais, culturais e simbólicas que sustentam a identidade e a pertença. É também aqui que Marc Augé permanece atual: um lugar constrói-se na relação, na história e na identidade. Quando estas dimensões se enfraquecem, permanece o espaço, mas perde-se parte daquilo que permite reconhecê-lo… e reconhecermo-nos nele.
As agendas internacionais apontam nessa direção. A Agenda 2030 inclui, na meta 11.4, a proteção e salvaguarda do património cultural e natural, enquanto a Convenção de Faro coloca no centro a relação entre património, comunidades, participação democrática e desenvolvimento.
O património não é apenas aquilo que recebemos nem apenas aquilo que deixaremos. É o que, no presente, liga os tempos, ancora as comunidades aos seus territórios e preserva a singularidade que lhes permite continuarem a reconhecer-se como lugares. Quanto mais se consolida internacionalmente este entendimento, mais evidente se torna a distância entre esse reconhecimento e o lugar ainda secundário que o património ocupa em muitas decisões territoriais em Portugal. Saber reconhecer valores, interpretá-los, protegê-los, ativá-los e geri-los será cada vez menos uma competência periférica e cada vez mais uma condição para intervir de forma qualificada no futuro dos territórios. Talvez o desafio já não seja saber se essa mudança acontecerá, mas quanto tempo demoraremos a reconhecê-la.
O Portugal das origens: a pluralidade como ADN nacional

Proyecto mexicano beneficiara producción de alimentos en Cuba
Ciego de Ávila, Cuba, 21 oct (Prensa Latina) Unos mil 500 productores agropecuarios de Ciego de Ávila, en la región central de la isla, serán beneficiados con el proyecto Sembrando Vida, iniciativa de cooperación entre México y Cuba, trascendió hoy.
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- El Mundo
- El pederasta de las Mercedarias abusó de los alumnos en el laboratorio del colegio y organizó fiestas con niños en su urbanización: "Su marido parece que no lo sabía"
El pederasta de las Mercedarias abusó de los alumnos en el laboratorio del colegio y organizó fiestas con niños en su urbanización: "Su marido parece que no lo sabía"

Pandillas armadas cobran alquiler a haitianos por sus propios hogares
Puerto Príncipe, 21 oct (Prensa Latina) Las pandillas armadas que imponen hoy la violencia en Haití practican también la extorsión mediante el cobro de dinero a los ciudadanos para que estos puedan habitar sus propios hogares, comentó un medio local.
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En Cuba vieron el escándalo de la ONU como ejemplo del "matonismo" del régimen
