Um ataque russo com mísseis balísticos voltou a atingir a cidade de Kiev durante a noite, provocando ferimentos em pelo menos seis pessoas, quatro das quais crianças.
A reunião focou-se nas perspetivas para o relançamento de conversações de paz sobre a Ucrânia e na eventual realização de encontros diplomáticos trilaterais no futuro.
João Albuquerque considera que os EUA já não são um parceiro fiável. Sublinha o nervosismo de Trump com as eleições e os riscos de ataques híbridos russos aos europeus, apelando a uma defesa sem EUA.
As restrições ao Starshield na Ucrânia continuam a gerar polémica: nem Musk, nem a Casa Branca nem o Pentágono assumiram claramente a responsabilidade pela ordem de desaceleração.
António José Telo avisa para a falta de estratégia e de relevância da Europa nas decisões globais. Aponta ainda o foco de Trump nas eleições e os preparativos para atacar o Irão.
Irão retomar as negociações tripartidas entre a Rússia, Ucrânia e os Estados Unidos? Os líderes mostraram-se disponíveis, mas será que a Ucrânia não sairá desfavorecida?
Poucas horas depois das negociações, e de o Presidente norte-americano, Donald Trump declarar que o fim da guerra nunca esteve "tão próximo", um ataque com mísseis contra Kiev deixou seis feridos.
Moscovo está na disposição de retomar as negociações a três com Kiev e Washington, mas não de imediato, "por volta de 10 de novembro", informou o Kremlin
Para o historiador Bruno Cardoso Reis, não há condições reais para se chegar a um acordo de paz. O historiador alerta que Vladimir Putin está apenas a tentar enganar Donald Trump nestas conversações.
A capital da Ucrânia foi alvo de um novo ataque com mísseis esta noite, após as negociações entre a Rússia e os Estados Unidos na quarta-feira em São Petersburgo para pôr fim ao conflito.
Quatro navios atacados em duas semanas perto da costa búlgara, três afundados. Sofia coordena resposta com EUA, Turquia e Roménia para garantir a navegação.