Las infecciones de transmisión sexual (ITS), que llevaban una década disparadas en España, remitieron en 2025. El último informe del Centro Nacional de Epidemiología (CNE), que adelanta EL PAÍS, muestra una leve caída de la sífilis y del linfogranuloma venéreo, una estabilización de casos de gonorrea y una subida moderada de clamidia. El documento no refleja el VIH, que se mide en otro informe independiente y que lleva unos años estabilizado.
Os ativos das entidades fechada de previdência complementar registraram um crescimento de cerca de 82% em termos nominais nos últimos dez anos, saltando de R$ 790 bilhões em 2016 para R$ 1,438 trilhão em junho de 2026, cerca de 11% do PIB (Produto Interno Bruto) do Brasil, conforme dados divulgados pela Abrapp (Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar) nesta quarta-feira (21).
Os números foram apresentados nesta quarta-feira (21), durante o 47º Congresso Brasileiro da Previdência Privada, em São Paulo.
A associação aponta que a expansão ocorreu de maneira praticamente contínua ao longo da década, passando por R$ 1,049 trilhão em 2020, R$ 1,176 trilhão em 2022, R$ 1,275 trilhão em 2024 e R$ 1,374 trilhão em 2025.
Ao CNN Money, Devanir Silva, diretor-presidente da Abrapp, cita a qualificação técnica de equipes como fator determinante para gerenciar os ativos e alcançar a cifra. “É um patrimônio formado para garantir benefícios no longo prazo, mas que também tem um papel relevante na economia brasileira”, disse.
No que se refere à alocação de recursos, a carteira de investimentos das entidades somava R$ 1,362 trilhão em junho.
A renda fixa manteve-se absoluta na preferência dos gestores e concentrava 86,1% dos investimentos (o equivalente a R$ 1,173 trilhão), superando os percentuais de 85,2% no encerramento de 2025, 82,9% em 2024 e 75,7% em 2021. Desse total aplicado em renda fixa, R$ 264,1 bilhões estavam em títulos públicos e R$ 900,7 bilhões em fundos de investimentos do segmento.
Em contrapartida, a participação da renda variável recuou de 15,8% da carteira em 2021 para 6,7% em junho de 2026, totalizando R$ 91,3 bilhões, dos quais R$ 55,7 bilhões foram aplicados diretamente em ações.
O economista Ricardo Amorim explicou ao CNN Money que não há motivos para o setor optar por diversificação de investimentos enquanto a taxa de juros no Brasil continuar em patamares mais altos.
“Enquanto a gente tiver um problema fiscal grave, a taxa de juro real brasileira vai ser muito alta, que é o que acontece. Enquanto a taxa de juro real brasileira for superior ao que é a meta atuarial dos fundos de pensão, que em geral é juro real de 6%, ou seja, 6% acima da inflação, […] até título público que vence em 2060, pagando juros superiores a isso, não tem razão para o gestor diversificar, não vai acontecer”, explicou Amorim.
Para o fechamento de 2026, a Abrapp projeta que os ativos das entidades possam atingir R$ 1,51 trilhão.
Além da robustez financeira, a previdência complementar fechada protege cerca de 8,4 milhões de pessoas, considerando participantes ativos, dependentes e assistidos.
No ano de 2025, as entidades realizaram o pagamento de R$ 82 bilhões em benefíciospara aposentadoria programada, aposentadoria por invalidez e para pensões.
Acesso ao sistema previdenciário por autônomos e informais
A Abrapp aponta que cerca de 50 milhões de brasileiros estão fora do sistema previdenciário, em meio ao avanço do trabalho autônomo, informal e por plataformas digitais.
O setor debate a criação de um modelo de micropensões inspirado em experiências internacionais. A proposta busca criar alternativas de proteção de longo prazo para os trabalhadores que hoje encontram dificuldades para participar dos modelos tradicionais de previdência complementar.
Para viabilizar essa inclusão, o sistema prevê a formação de reservas previdenciárias diretamente vinculadas ao CPF, sustentadas por contribuições de baixo valor e com a possibilidade de contar com aportes vindos das próprias plataformas digitais.
Devanir Silva classifica o alto nível de informalidade dos profissionais independentes como “um verdadeiro exército de invisíveis” formado, por exemplo, por motoristas de aplicativo, entregadores ou autônomos que trabalham na internet.
“São pessoas que trabalham muito, 12, 13 horas por dia, e não tem uma proteção social adequada”, argumenta.
“Se a cada R$ 10,00 esse motorista [de aplicativo] ou esse entregador contribuir com R$ 0,50 e a plataforma [para a qual ele presta serviço] com R$ 0,60, ele vai ter uma aposentadoria digna, aí em torno daí dos R$ 3.000 a R$ 4.000. É importante isso, porque nós vamos trazer essas pessoas com a esperança de uma velhice segura, de uma longevidade segura e autônoma”, sugere Devanir.
Trata-se, portanto, de um plano de capitalização, onde o regime de juros compostos favorece a formação de patrimônio.
A empresa sediada no Liechtenstein chega ao mercado nacional com uma licença MiCA e com a mira apontada a pessoas com elevado património líquido, empresas, 'family offices' e investidores institucionais.
Biblioteca Municipal de Faro e Associação de Moradores dos Hangares recebem duas sessões abertas à participação dos cidadãos, nos dias 23 e 24 de outubro
A União das Freguesias de Faro (Sé e São Pedro) dá continuidade, esta semana, aos Encontros de Participação do Orçamento Participativo 2026, com duas sessões que irão decorrer na cidade de Faro e na comunidade dos Hangares, na Ilha da Culatra.
Depois dos primeiros encontros realizados no Patacão e no Areal Gordo, esta segunda semana de participação pretende continuar a aproximar o processo das diferentes comunidades do território, criando oportunidades para os cidadãos apresentarem ideias, debaterem necessidades e contribuírem para a construção de propostas concretas para a freguesia.
O primeiro encontro desta semana realiza-se na quinta-feira, 23 de outubro, às 18h00, na Biblioteca Municipal de Faro. No dia seguinte, sexta-feira, 24 de outubro, às 15h00, a iniciativa chega à Associação de Moradores dos Hangares, na Ilha da Culatra.
Todas as comunidades contam
A realização destes encontros em diferentes pontos do território pretende garantir que a participação cívica chega a públicos e comunidades com realidades e necessidades distintas.
A presença do Orçamento Participativo nos Hangares assume particular importância, permitindo valorizar a participação das comunidades insulares e assegurar que as suas preocupações, ideias e prioridades podem integrar o processo de construção de propostas para a freguesia.
A União das Freguesias de Faro pretende, assim, incentivar uma participação alargada, reconhecendo que o envolvimento dos cidadãos é essencial para identificar necessidades concretas e construir respostas mais próximas das populações.
Debater ideias e construir propostas
Durante os encontros, os participantes serão convidados a integrar grupos de trabalho, partilhar ideias, discutir propostas e identificar possíveis formas de colaboração. Seguir-se-á um momento de plenário, no qual poderão apresentar as suas propostas aos restantes participantes.
Todas as propostas formalizadas nestes encontros serão encaminhadas para a fase de análise técnica, em igualdade com as restantes candidaturas apresentadas no âmbito do Orçamento Participativo.
Podem participar todos os cidadãos com idade igual ou superior a 16 anos que residam, estudem ou trabalhem no território da União das Freguesias de Faro.
60 mil euros para projetos com impacto na comunidade
A edição de 2026 do Orçamento Participativo dispõe de uma dotação global de 60.000 euros, permitindo financiar projetos até ao valor máximo de 15.000 euros cada.
A apresentação de propostas decorre até 25 de outubro de 2026, através do formulário disponível no site oficial da União das Freguesias de Faro.
Após esta fase, seguir-se-ão a análise técnica, a consulta pública e a votação, que decorrerá entre 15 de dezembro de 2026 e 5 de fevereiro de 2027. Os resultados serão anunciados a 12 de fevereiro de 2027.
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Uma iniciativa em parceria
A edição de 2026 integra uma parceria com o Consórcio CoParticipation, constituído pela One Source, Instituto Pedro Nunes e Oficina. Os encontros são dinamizados por uma equipa da Associação Oficina.
A iniciativa é apoiada por fundos nacionais através do Programa COMPETE 2030 e cofinanciada pela União Europeia, através do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER), sob a referência COMPETE2030-FEDER-02208000.
A União das Freguesias de Faro convida todos os cidadãos a participar nestes encontros e a contribuir com ideias que possam fazer a diferença na sua comunidade.
Era un trabajo endemoniado, dificilísimo, porque era casi un imposible resumir los 70 años de un país y del mundo del que forma parte en un telediario. Pero se hizo. Y se podría haber hecho de otra manera, con otra gente, con otro menú. Pero lo que se degustó fue exquisito. Escogido con mimo y lleno de voces y de rostros de personas que son de la casa y también de la nuestra. Esa gente a la que solo con el “buenas noches” sabes quiénes son. Qué de cosas, qué de lágrimas. Cómo hemos cambiado, y cuánto nos queda. Y qué buen archivo, qué tesoro tenemos ahí, porque es un poco de todos.
53% dos doentes referenciados para unidades de cuidados paliativos morreram enquanto esperavam por uma vaga. O sofrimento evitável não pode continuar a ser a norma.
Las fechas que se han propuesto para la llegada de los primeros humanos a América se reparten en una horquilla de más de 100.000 años. En un extremo está Cerutti, un yacimiento de California que Holen y sus colegas fecharon en unos 130.000 años en un estudio publicado en Nature en 2017. En el otro, […]
Historiográficamente en Estados Unidos se denomina Guerras Indias a la serie de contiendas que enfrentaron a su gobierno con los pueblos indígenas norteamericanos, plasmado en algunos episodios especialmente célebres, como la batalla de Little Bighorn, las masacres de Wounded Knee y Sand Creek, el desplazamiento masivo de tribus por el Sendero de las Lágrimas o […]