RCZ Vision mostra para onde a Peugeot quer levar os seus EV



A Jetour registrou no Brasil o desenho industrial da F700, picape híbrida plug-in que chama atenção pelas dimensões e pelos números do conjunto mecânico.
A picape tem 904 cv de potência combinada e mede quase 5,50 metros de comprimento, superando a Toyota Hilux. O registro foi feito no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), mas não confirma que a caminhonete será vendida no mercado brasileiro.
A F700 pertence à família Zongheng, divisão da marca chinesa do grupo Chery voltada a veículos de maior porte e com proposta aventureira.
A caminhonete híbrida combina um motor 2.0 turbo a gasolina de 211 cv e 34,7 kgfm com dois motores elétricos, distribuídos entre os eixos dianteiro e traseiro.
A potência combinada chega a 904 cv, enquanto o torque máximo declarado é de 115,7 kgfm. O conjunto trabalha com transmissão híbrida dedicada e tração integral.

Segundo dados divulgados para o mercado chinês, a picape acelera de zero a 100 km/h em aproximadamente cinco segundos. A bateria de 35,4 kWh permite rodar até 150 km em modo exclusivamente elétrico pelo ciclo chinês CLTC.
Com o tanque de combustível cheio e a bateria carregada, a autonomia combinada anunciada pela fabricante chega a 1.300 km. Esses números ainda não representam medições segundo os critérios do Inmetro.
Nas dimensões, a Jetour F700 tem 5,49 metros de comprimento, 2,05 m de largura, aproximadamente 1,98 m de altura e 3,35 m de entre-eixos.

O comprimento é cerca de 17 centímetros, superior ao da Toyota Hilux de cabine dupla. A picape também supera a BYD Shark, outra representante eletrificada do segmento.
A capacidade de reboque chega a 3.500 kg, mas a capacidade de carga é um ponto de atenção: os dados divulgados na China indicam entre 181 kg e 223 kg, conforme a configuração.


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A Honda e a Mitsubishi assinaram nesta quinta-feira (22) um acordo inédito entre as duas fabricantes japonesas. A parceria prevê o desenvolvimento de uma nova picape média com a marca Honda, derivada da plataforma da Mitsubishi Triton, com lançamento previsto para 2028 nos países do bloco ASEAN (Associação de Nações do Sudeste Asiático).
A iniciativa faz parte dos desdobramentos da aliança estratégica firmada em agosto de 2024 entre Honda, Mitsubishi e Nissan. A cooperação permite à Honda ingressar no segmento de picapes de tonelada (capazes de carregar uma tonelada na caçamba) na Ásia sem a necessidade de desenvolver uma arquitetura do zero, enquanto a Mitsubishi otimiza a capacidade de produção de sua fábrica na Tailândia com o aumento do volume de montagem.
A nova picape utilizará como estrutura a arquitetura de chassis sobre chassi da mais recente geração da Triton. Na configuração vendida no Brasil, a picape da Mitsubishi é equipada com motor 2.4 biturbo a diesel, que entrega 205 cv de potência e 47,9 kgfm de torque, acoplado a um câmbio automático de seis marchas.
O conjunto mecânico do modelo conta com capacidade para carregar até 1.000 kg de carga na caçamba e rebocar até 3.500 kg. Entre os recursos de rodagem, a picape dá a opção de sete modos de condução para diferentes terrenos (Normal, Eco, Cascalho, Neve, Lama, Areia e Pedra), restabelecendo sua posição entre os modelos mais sérios off-road da categoria.
No mercado brasileiro, a linha da Triton começa com o preço base de R$ 250 mil e, ao longo das diferentes versões, chega aos R$ 335 mil, faixa correspondente à versão topo de linha Savana, equipada com itens voltados ao uso fora de estrada, como snorkel, bagageiro de teto e proteções inferiores na carroceria.
Apesar do anúncio oficial do novo modelo da Honda para o Sudeste Asiático a partir de 2028, as fabricantes ainda não confirmaram se a picape desenvolvida em conjunto será disponibilizada em outros mercados globais, como a América Latina.
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O CEO do grupo Stellantis, Antonio Filosa, pediu desculpas publicamente aos clientes pelas falhas recorrentes de durabilidade registradas nos motores da família 1.2 PureTech.
A declaração foi dada ao jornal francês Le Parisien durante o Salão do Automóvel de Paris (Mondial de l’Auto), em meio ao anúncio de uma reestruturação profunda nos processos de qualidade e na estratégia mecânica da montadora na Europa.
Herança do antigo Grupo PSA (Peugeot e Citroën), o motor PureTech traz a tecnologia de correia de distribuição banhada a óleo. A degradação e o esfarelamento prematuro desse componente causam o entupimento da bomba de óleo, comprometendo a lubrificação e levando a falhas graves ou à perda total do motor. A lista de veículos afetados inclui modelos populares de grande volume no mercado europeu, como os Peugeot 208, 2008 e 3008, os Citroën C3 e C4, além dos Opel Corsa e Astra.
O problema de degradação da correia banhada a óleo também é conhecido no mercado brasileiro. No entanto, a Stellantis optou por um caminho oposto ao adotado pela General Motors nos motores turbo da linha Chevrolet (Onix, Tracker e Montana). Enquanto a GM atualizou a formulação da correia e do lubrificante para conter a corrosão provocada por óleos de má qualidade, a Stellantis decidiu descontinuar gradualmente a família PureTech na Europa.
Para substituir a mecânica francesa, a montadora iniciou a transição para a família de motores Firefly, desenvolvida originalmente pela Fiat. Composta por corrente de comando em vez de correia banhada a óleo, a arquitetura italiana é reconhecida pela maior resistência e menor histórico de manutenção. O conjunto passará a equipar gradualmente os modelos da Peugeot, Citroën e Opel, além de receber atualizações com sistemas híbridos projetados para operar até a próxima década.
No Brasil, os motores Firefly já são consolidados e equipam veículos de entrada como Fiat Mobi, Argo, Cronos e Strada, nas opções 1.0 flex de três cilindros (75 cv) e 1.3 flex de quatro cilindros (107 cv).
Além da substituição mecânica, a Stellantis também enfrenta o desgaste de imagem provocado pelo recall dos airbags da fornecedora Takata. Para contornar as crises e recuperar a confiança do consumidor, a fabricante implementou 100 salas de controle de qualidade na Europa e na América do Norte, chamadas internamente de “quality war rooms”.
Essas unidades promovem reuniões diárias entre engenheiros, diretores de fábrica e fornecedores para identificar defeitos antes das entregas aos clientes. Segundo Filosa, as ações já resultaram em um avanço de cerca de 30% nos índices de qualidade dos veículos da marca desde o início de 2026.
A Yamaha apresentou a linha 2027 da MT-125 no mercado europeu. A menor integrante da família de nakeds – modelos derivados dos esportivos sem carenagens – da marca japonesa passou por uma renovação focada no design, trazendo linhas mais angulosas e elementos estéticos alinhados às irmãs maiores, como a MT-03, MT-07 e MT-09.
As entregas da motocicleta nas concessionárias da Europa estão previstas para o primeiro trimestre de 2027. Os preços locais e a oferta do modelo em outros mercados globais ainda não foram divulgados. Confira os detalhes do modelo abaixo.

A principal mudança do ano/modelo 2027 está no conjunto óptico dianteiro. O modelo adota uma máscara com linhas afiladas e luzes de posição em LED no formato de lâminas, acompanhadas por novos piscas também em LED. O grupo recebe acabamento translúcido escurecido, com o emblema da linha com efeito fosco.
O tanque de combustível foi inteiramente redesenhado, exibindo recortes mais profundos e painéis laterais com texturas e o número 125 estampado nos novos grafismos. O assento também mudou: passou a ter um formato mais fino e alongado, projetado para adequar a postura do piloto tanto no uso urbano quanto em trechos sinuosos, mantendo a altura em relação ao solo de 81 cm.
A linha 2027 será oferecida em quatro opções de cores na Europa: a inédita Redline White (com esquema de alto contraste e assento bicolor) e as conhecidas Ice Storm, Icon Blue e Tech Black, todas atualizadas com os novos grafismos da versão.

No pacote de tecnologia, a versão europeia traz um painel de instrumentos em tela TFT colorida de 5 polegadas. A plataforma conta com integração para smartphones por meio do aplicativo gratuito Yamaha MyRide.
O sistema permite gerenciar chamadas, mensagens, reprodução de música e navegação curva a curva diretamente na tela. Pelo aplicativo, o motociclista também pode registrar dados de pilotagem, como distância percorrida e ângulo de inclinação nas curvas.

Apesar da atualização estética e de equipamentos, a base técnica permanece sem alterações. O motor é o monocilíndrico de 125 cm³ com refrigeração líquida, quatro válvulas e sistema de atuação de válvula variável. O propulsor entrega 15 cv de potência a 10.000 rpm e torque máximo de 1,2 kgfm a 8.000 rpm, associado a um câmbio de seis marchas.
A estrutura é formada pelo chassi de aço, combinado com suspensão dianteira de garfo invertido de 41 mm e balança traseira em alumínio. No sistema de freios, a versão para a Europa adota disco dianteiro de 292 mm com pinça de quatro pistões de montagem radial, disco traseiro de 220 mm, ABS e controle de tração de série.
Atualmente, a Yamaha MT-125 não é comercializada no Brasil e a fabricante ainda não sinalizou planos de lançamento do modelo no mercado nacional.
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A expansão do sistema Free Flow, modelo de cobrança de pedágio eletrônico sem cancelas, tem transformado a rotina operacional e financeira de empresas que administram frotas de veículos no Brasil.
Diferentemente das praças tradicionais, em que a quitação da tarifa ocorre de forma imediata no momento da passagem, a tecnologia registra a circulação dos veículos por meio de pórticos de leitura automática de placas e etiquetas, permitindo o pagamento posterior da tarifa.
A mudança de formato exige maior controle das companhias sobre trajetos, valores cobrados e prazos de quitação. O gerenciamento ganha camadas de complexidade em operações com múltiplos motoristas utilizando diferentes rodovias concessionadas ao longo do dia, exigindo rotinas estruturadas de prestação de contas, autorização de desembolsos e conciliação bancária para evitar pendências financeiras.
No modelo sem barreira física, a passagem por um pórtico não garante a quitação automática do valor caso o veículo não possua uma tag de cobrança cadastrada e vinculada a um meio de pagamento ativo. Nessas situações, cabe ao gestor da frota ou ao motorista consultar os registros junto às concessionárias para efetuar o pagamento dentro do prazo regulamentar.
A desatenção aos prazos de vencimento das tarifas acarreta penalidades previstas no CTB (Código de Trânsito Brasileiro). O não pagamento do pedágio no período estipulado é considerado infração grave por evasão de pedágio, sujeita a multa no valor de R$ 195,23, além do lançamento de cinco pontos na CNH do condutor ou proprietário.
Para responder às demandas do novo modelo, o mercado de gestão de pagamentos busca adaptar opções de quitação que se encaixem na rotina corporativa do departamento de contas a pagar. Entre as alternativas adotadas pelas empresas está a recarga antecipada de carteiras digitais corporativas, modalidade que reserva saldo para a quitação automática de passagens dos veículos cadastrados, evitando pagamentos individuais após cada deslocamento.
Plataformas especializadas têm expandido os meios de quitação, integrando opções tradicionais como o boleto bancário, que se soma ao Pix e ao cartão de crédito, permitindo que os custos com pedágios sejam processados dentro do fluxo regular de aprovação de fornecedores.
“Em empresa, o pagamento de fornecedor passa pelo financeiro, com boleto, aprovação e conciliação. Até agora, o gestor de frota precisava de um cartão corporativo ou de um Pix avulso para pagar pedágio. Com o boleto, a recarga entra na rotina do contas a pagar e o saldo fica disponível para todos os veículos”, afirma Pedro Hermano, CEO do Pedágio Eletrônico.
Com mais de 70 pórticos de Free Flow já em operação pelo país, o avanço da infraestrutura exige que as empresas mantenham mapeamento constante dos trajetos percorridos pelas frotas, garantindo a conformidade fiscal e operacional dos veículos em circulação.
A Mercedes-Benz anunciou um investimento de cerca de meio bilhão de euros para ampliar a aplicação de inteligência artificial em todas as etapas de desenvolvimento de seus veículos.
Por meio da nova iniciativa digital, batizada de PLM.AI (Product Lifecycle Management Artificial Intelligence), a montadora alemã passa a integrar dados, aplicativos e processos de engenharia em uma arquitetura unificada de dados.
A proposta busca estruturar o fluxo digital de informações entre diferentes departamentos em tempo real. Atualmente, os agentes de inteligência artificial da empresa atuam em etapas isoladas, como a otimização de custos de materiais, processos de homologação, identificação de falhas em protótipos e desenvolvimento de sistemas de software.
Um dos principais impactos da nova plataforma será a redução da dependência de testes físicos na fase de engenharia. Com o auxílio de simulações digitais e análise preditiva de dados, a empresa prevê cortar pela metade a necessidade de ensaios com veículos reais ao longo do processo de homologação.
A tecnologia também será aplicada para avaliar, em tempo real, os impactos de mudanças estruturais nos automóveis. Em projetos de redução de peso, por exemplo, os agentes virtuais conseguem mensurar simultaneamente os efeitos de uma alteração de peça sobre custos, padrões de segurança, componentes de hardware e viabilidade de produção em série.
Para a implementação da estrutura de software, a Mercedes firmou parcerias estratégicas com a Siemens e a CONTACT Software. A Siemens fornecerá ferramentas de validação digital para a criação de “gêmeos digitais” dos veículos, enquanto a CONTACT colocará à disposição a base modular necessária para conectar os sistemas de dados.
A montadora informou que manterá a propriedade total e o controle sobre os dados operacionais e de inteligência artificial. As equipes humanas de engenharia e design permanecerão como as responsáveis finais por todas as decisões de produto antes do envio para a produção em massa.


A contratação digital de seguros é feita inteiramente por canais remotos, como site, aplicativo ou WhatsApp, sem papel e sem ida a um corretor ou agência. No seguro auto, a jornada costuma ter cinco etapas: cotação, escolha do plano, aceite da proposta e pagamento, vistoria do veículo por fotos e envio dos documentos digitais. O contrato tem a mesma validade do modelo tradicional e segue regras da regulação do setor sobre autenticação, emissão de documentos e cancelamento.
Um ponto merece atenção: contratar não é o mesmo que estar coberto. Na maioria dos seguros auto digitais, a proteção só começa depois que a vistoria é aprovada. Na Loovi, insurtech que atua como representante da LTI Seguros S.A., seguradora autorizada pela SUSEP, a contratação leva cerca de 5 minutos pelo site ou pelo WhatsApp, e a proteção entra em vigor assim que a vistoria, feita pelo próprio cliente no aplicativo, é aprovada.
É a contratação feita por meios remotos, definidos pela Resolução CNSP nº 408/2021 como aqueles que permitem a troca de informações e a transferência de dados à distância. A norma, em vigor desde 1º de outubro de 2021, consolidou as regras para que seguradoras e seus representantes ofereçam todo o ciclo do seguro pela internet: proposta, emissão de documentos, cobranças, comunicações e cancelamento.
Para o consumidor, isso significa que um seguro contratado pelo celular tem o mesmo valor jurídico de um contratado presencialmente, desde que a operação siga as exigências de autenticação e de guarda dos documentos.
Embora cada empresa tenha seu fluxo, a contratação digital de seguro auto costuma seguir esta ordem:
Depende das regras de cada produto, e é a dúvida que mais gera confusão. Em geral, o seguro auto digital só passa a cobrir o carro depois da aprovação da vistoria, e não no momento em que o cliente conclui a contratação ou faz o primeiro pagamento.
Na Loovi, as etapas e os tempos são estes:
Por isso, quem precisa do seguro para uma data específica, como uma viagem, deve contratar e fazer a vistoria com antecedência. Na Loovi, a assistência 24h também depende do cadastro validado no aplicativo.
A Resolução CNSP nº 408/2021 estabelece regras que protegem o consumidor que contrata à distância:
A formalização da proposta por meio remoto precisa ser autenticada e permitir a comprovação de autoria e integridade. A norma aceita diferentes soluções tecnológicas, como login e senha, certificado digital ou outro sistema digital seguro aceito pelas partes.
Os documentos contratuais emitidos por meio remoto devem trazer a data e a hora de emissão e permitir que o cliente os imprima ou baixe. A empresa também deve enviar instruções para o acesso seguro a esses documentos, de preferência pelo mesmo canal usado na contratação.
O cliente deve receber número de protocolo para as solicitações relativas ao seguro e confirmação de recebimento dos documentos enviados pela empresa, quando exigido pela regulação.
O seguro contratado por meio digital pode ser cancelado pelos mesmos meios usados na contratação, sem que isso seja mais custoso ao cliente.
O Código de Defesa do Consumidor, em seu artigo 49, garante ao consumidor que contrata fora do estabelecimento comercial, como pela internet, o direito de desistir em até 7 dias, com devolução dos valores pagos.
A Loovi estruturou a jornada para ser feita pelo celular, sem vistoria presencial nem envio de documentos em papel. A cobertura está disponível nos 27 estados e em mais de 4 mil municípios. Como orçamento e sinistro também acontecem no aplicativo é tema de O que é uma insurtech? Na Loovi, orçamento e sinistro acontecem no celular.
Na Loovi, a cotação não pede idade, tempo de habilitação, local de pernoite do carro ou CEP para calcular o preço. O valor parte do preço do veículo na Tabela FIPE, então não muda em função de quem dirige. Os planos começam a partir de R$ 99,90 por mês + taxa única de adesão (R$ 299,90), informada desde o início da cotação.
Na própria cotação, o cliente escolhe entre três planos:
Depois de contratar, o cliente baixa o aplicativo e envia as fotos do veículo. O app indica quais imagens são necessárias, e o processo leva em geral de 5 a 15 minutos. A aprovação da vistoria marca o início da proteção.
A Loovi aceita carros fabricados a partir de 1986, elétricos, a GNV e usados em aplicativos de transporte ou táxi, com referência de 100% da FIPE e sem cobrança adicional pelo uso comercial. Carros de leilão, modificados ou blindados também são aceitos, mas a indenização em perda total é de 70% da FIPE. A empresa mantém critérios de aceitação, avaliados na vistoria.
A Loovi cuida da tecnologia, do aplicativo e do atendimento. Quem assume o risco e paga as indenizações é a LTI Seguros S.A., seguradora autorizada pela SUSEP e do mesmo grupo econômico. Por isso, ao consultar o site da SUSEP, o consumidor encontra o registro da LTI, e não o da Loovi.
A agilidade do digital não dispensa atenção. Antes de finalizar a contratação:
As garantias do seguro são as mesmas. O que muda é o caminho:
A contratação digital de seguros reúne cotação, escolha do plano, aceite, vistoria por fotos e documentos em canais remotos, com a mesma validade do modelo tradicional e regras definidas pela Resolução CNSP nº 408/2021. O ponto central é entender que a cobertura começa com a aprovação da vistoria, e não no fim da contratação. Antes de contratar, confirme a seguradora na SUSEP, some o custo total e faça a vistoria assim que possível.
Sim. A Resolução CNSP nº 408/2021 regulamenta a contratação de seguros por meios remotos, exigindo proposta autenticada e documentos com data e hora de emissão que o cliente possa baixar. O contrato digital tem o mesmo valor do presencial.
Depende da empresa. Na Loovi, a contratação leva cerca de 5 minutos pelo site ou pelo WhatsApp, e a vistoria pelo aplicativo leva em geral de 5 a 15 minutos. A proteção começa assim que a vistoria é aprovada.
Normalmente, não. No seguro auto digital, a cobertura costuma começar após a aprovação da vistoria do veículo. Por isso, vale contratar com antecedência se você precisa do seguro para uma data específica.
Não, na maioria dos seguros digitais. Na Loovi, a vistoria é feita pelo próprio cliente, com fotos tiradas no aplicativo, que orienta quais imagens enviar.
Sim. Pela Resolução CNSP nº 408/2021, o cancelamento pode ser feito pelos mesmos meios digitais usados na contratação, sem custo maior para o cliente. O Código de Defesa do Consumidor também prevê o direito de arrependimento em até 7 dias para contratações fora do estabelecimento comercial.
A Loovi permite cotar e contratar o seguro auto pelo WhatsApp ou pelo site, sem análise do perfil do condutor. Os planos partem de R$ 99,90 por mês + taxa única de adesão (R$ 299,90), e a vistoria é feita pelo aplicativo.


A Kia revelou uma nova versão mais completa e com preço mais alto para a Tasman, a picape média da marca. A nova Kia Tasman PGL tem preço de R$ 319.990 e chega para unir-se à configuração GL (de entrada), lançada em agosto.
Entre os diferenciais, a novidade se diferencia pela oferta de sistemas de assistência à condução (ADAS) e itens adicionais de conforto e praticidade. A nova variante também é uma tentativa de acelerar as vendas da picape, que não vai bem e, até setembro deste ano, emplacou 12 unidades.
O conjunto mecânico é o mesmo da versão de entrada: motor 2.2 turbodiesel de quatro cilindros, com 210 cv de potência e 45 kgfm de torque, associado ao câmbio automático de oito marchas e à tração 4×4 com reduzida.
A picape também oferece sete modos de condução, incluindo configurações para terrenos como areia, lama e neve.
Entre os recursos de segurança da Tasman PGL estão piloto automático adaptativo, assistente de permanência e centralização em faixa, frenagem autônoma de emergência com detecção de veículos, pedestres e ciclistas e monitoramento de ponto cego.
O modelo também conta com alerta de saída segura, que ajuda a evitar acidentes durante a abertura das portas, e comutação automática do farol alto.

A lista de equipamentos inclui ainda bancos com revestimento em Altaica, ajustes elétricos para o banco do motorista, sensor de chuva, retrovisor interno eletrocrômico, estribos laterais e iluminação de LED na caçamba.
O painel reúne telas que somam 29,6 polegadas, incluindo quadro de instrumentos digital de 12,3 polegadas, central multimídia de 12,3 polegadas e uma tela de 5 polegadas dedicada ao sistema de climatização. Há também compatibilidade sem fio com Apple CarPlay e Android Auto.
Com entre-eixos de 3,27 metros, a Tasman tem uma capacidade volumétrica na caçamba de 1.173 litros, enquanto a capacidade de carga útil chega a 1.007 kg. Segundo a Kia, a capacidade máxima de tração é de 6.200 kg.
O modelo tem garantia de cinco anos sem limite de quilometragem.
A Kia Tasman PGL está disponível em sete opções de cores:
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Um Ferrari F50 de 1997 com apenas 170 km rodados pode estabelecer um novo recorde de preço para o modelo. O superesportivo será oferecido em um leilão marcado para 31 de outubro, com expectativa de superar US$ 20 milhões (cerca de R$ 108 milhões).
Se a estimativa se confirmar, o exemplar poderá se tornar o F50 mais caro já vendido em um leilão público. Produzido entre 1995 e 1997, o Ferrari F50 teve apenas 349 unidades fabricadas. A quilometragem excepcionalmente baixa é um dos principais fatores que explicam a expectativa de valorização.
O carro em questão é do último ano de produção e foi entregue novo no Reino Unido. Desde então, permaneceu praticamente parado por quase três décadas.
O F50 é equipado com motor V12 aspirado de 4,7 litros, derivado da experiência da Ferrari na Fórmula 1. O conjunto mecânico privilegia a condução direta e a conexão entre motorista e máquina, sem os sistemas híbridos que se tornaram comuns nos superesportivos atuais.
Por isso, o modelo é considerado uma peça importante na história da fabricante italiana e desperta o interesse de colecionadores.

A cifra projetada supera os valores recentes alcançados por outros exemplares. Em agosto, um F50 amarelo, na cor Giallo Modena, foi vendido por US$ 14,575 milhões, cerca de R$ 78,7 milhões, tornando-se o modelo mais caro da linha vendido publicamente até então.
Outro F50 vermelho, que pertenceu ao ex-boxeador Mike Tyson, foi negociado por US$ 12,1 milhões, aproximadamente R$ 65,3 milhões, também em agosto.
Até recentemente, exemplares do F50 costumavam ser negociados por valores entre US$ 4 milhões e US$ 5 milhões. A valorização ganhou força em 2025, quando um modelo amarelo que pertenceu ao estilista Ralph Lauren foi vendido por US$ 9,2 milhões, cerca de R$ 49,7 milhões.
Caso o exemplar de 1997 ultrapasse a marca de R$ 100 milhões, o F50 entrará em um grupo restrito de carros de coleção com valores comparáveis aos do lendário McLaren F1.

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