Valença ganha creche municipal com investimento de R$ 1 milhão




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Os colaboradores irão integrar o Cadastro de Elaboradores e Revisores de Itens da Educação Superior (Ceres).
O banco armazena questões de qualidade técnica que permitam a montagem de provas capazes de verificar com maior precisão a proficiência dos estudantes com relação a conteúdos, habilidades e competências nas provas do Enade.
A seleção contemplará professores de 17 áreas de bacharelado e de cursos superiores de tecnologia.
Também é necessário exercer ou ter exercido atividade docente, nos últimos 24 meses, em curso da área para a qual deseja se inscrever.
De acordo com o edital da seleção (nº 160/2026), as áreas contempladas são: agronomia, biomedicina, educação física, enfermagem, engenharia florestal, farmácia, fisioterapia, fonoaudiologia, medicina veterinária, nutrição, odontologia, serviço social, turismo e zootecnia; e três de cursos superiores de tecnologia: estética e cosmética, gastronomia e radiologia.
Para participar da seleção, o candidato deverá ter diploma de graduação de nível superior, devidamente registrado, conforme os requisitos específicos da área pretendida.
Ao fazer a inscrição, o candidato deverá preencher as informações solicitadas, indicar as áreas de interesse e anexar a documentação que comprove as exigências.
Entre os documentos obrigatórios estão o diploma de graduação, a declaração de exercício de atividade docente (assinada pelo dirigente da instituição de educação superior ou pelo coordenador do curso) e o termo de conhecimento, compromisso e sigilo e o termo de responsabilidade.
Caso o candidato opte por concorrer em mais de uma área, será necessário apresentar uma declaração específica para cada uma delas.
O processo seletivo é dividido em três etapas:
Os colaboradores selecionados serão convocados para uma capacitação obrigatória, realizada de forma remota, prevista para ocorrer entre abril e maio de 2027.
Somente após a etapa de capacitação, os docentes podem ser convocados para participar de oficinas de elaboração e revisão de itens.
O Inep avisa que a convocação para a capacitação não garante a participação nas oficinas, que estão previstas para ocorrer de 14 de maio a 21 de junho de 2027, também no formato remoto.




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O gabarito foi divulgado na terça-feira pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), na página oficial do Enamed.
Posteriormente, os recursos serão analisados e os resultados serão disponibilizados pelo Inep, acompanhados dos motivos de deferimento ou indeferimento apresentados pela Banca de Análise de Recursos do Gabarito Preliminar.
Em caso de anulação de item, a pontuação correspondente será atribuída a todos os participantes, inclusive aos que não tenham interposto recurso.
A reaplicação do Enamed ocorreu no último domingo (18) para candidatos que faltaram à aplicação regular do exame porque foram comprovadamente afetados por problemas logísticos no dia regular da prova, 13 de setembro, ou que estavam com alguma doença infectocontagiosa lista no edital, como sarampo, rubéola, ou covid-19.
Segundo o edital específico com as regras e o cronograma relativo à reaplicação do Enamed, o Inep estabelece que, após o período de interposição de recursos (20 a 22 de outubro), as versões definitivas do gabarito oficial e do resultado da prova objetiva serão publicados no dia 4 de dezembro.
Criado pelo Ministério da Educação, o Enamed tem duas funções principais: avaliar a formação dos estudantes de medicina no Brasil e servir de critério para processos seletivos de residência médica de acesso direto, como no processo unificado do Exame Nacional de Residências (Enare).
O exame será aplicado obrigatoriamente a cada seis meses, a partir de 2027, a todos os estudantes concluintes de cursos de medicina no Brasil.
Há uma semana, em 15 de outubro, a Câmara dos Deputados aprovou a Medida Provisória (MP) 1370/26, que torna obrigatória a aprovação do Enamed para obter o registro profissional de médicos e exercer a profissão de médico no Brasil.

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A proximidade do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) pode colocar os alunos em estado de alerta em relação aos estudos. A prova, que acontecerá nos dias 8 e 15 de novembro, exige muito da bagagem intelectual e do pensamento crítico de cada candidato, por isso é necessário repassar essas matérias na reta final dos estudos de forma saudável.
Muitos estudantes podem se privar do sono para tentar compensar, em poucas semanas, tudo o que não foi estudado ao longo do ano, algo que pode ser prejudicial para o bem-estar e a saúde mental de cada um. Essa manobra pode transformar o que era estratégia em agonia.
De acordo com Gabrieli Ribeiro, coordenadora psicossocial do Elite Rede de Ensino, à CNN Brasil, o excesso de estudos nas semanas que antecedem o Enem pode surtir um efeito contrário ao esperado: na tentativa de aprender mais, o estudante começa a comprometer as condições mentais que permitem o aprendizado.
“Quando o descanso é substituído por mais horas de estudo, o sono fica prejudicado e a rotina perde espaço para a cobrança, podendo surgir dificuldade de concentração, falhas na memória, irritabilidade, ansiedade e a sensação de que nunca se sabe o suficiente”, explica.
Segundo a profissional, o desgaste emocional faz com que o aluno passe a interpretar as horas de sono como tempo perdido, aumentando a sensação de despreparo. Dormir é essencial para que o cérebro consolide as informações e se recupere do esforço feito durante as horas de estudo.
“Na reta final, estudar melhor é mais importante do que simplesmente estudar mais. O descanso não é uma recompensa para quem terminou tudo, porque nessa fase sempre haverá algo a revisar, mas é parte da própria preparação”, afirma Ribeiro.
A psicóloga afirma que a tentativa de compensar o que não foi estudado durante o ano nas semanas anteriores ao Enem aumenta sintomas da ansiedade. É possível, no entanto, diminuir o clima de urgência fazendo trocas inteligentes. Em vez de tentar aprender todo o conteúdo que ficou para trás, você pode:
“Existe uma diferença importante entre intensificar o estudo e entrar em desespero para recuperar o tempo. A reta final não é o momento de tentar reconstruir toda a preparação, mas de transformar o conhecimento disponível em desempenho. O estudante não precisa chegar à prova sabendo tudo; precisa chegar em condições de acessar, com clareza, aquilo que sabe”, sugere a profissional.
Outro ponto importante é incluir momentos de lazer em meio a todo esse desgaste mental. Para Gabrieli Ribeiro, descansar e se divertir é necessário.
O estudante que abre mão do lazer por achar que está perdendo tempo pode enfrentar um estado de privação muito prejudicial para a saúde.
Além do lazer, é importante reservar momentos para conversar com amigos, praticar atividades físicas, assistir algo que gosta ou simplesmente descansar sem sentimento de culpa.
“Uma preparação eficiente não é aquela que ocupa cada minuto do dia, mas aquela que permite chegar à prova com conhecimento, energia e estabilidade emocional. Afinal, o estudante não precisa suspender a própria vida para se preparar para uma prova que faz parte dela”, explica a psicóloga.
Antes de testar os próprios conhecimentos no exame, é importante o candidato entender que o medo não pode conduzir suas escolhas. Para evitar a autossabotagem, é fundamental deslocar o foco do resultado, que não está inteiramente sob seu controle, para aquilo que pode ser feito no presente, como manter uma rotina realista de estudos, respeitar o descanso, cuidar do sono e reconhecer os próprios avanços, mesmo que pequenos.
Pensamentos de “não sei o suficiente” ou “vou fracassar” são expressões da ansiedade que não são verdades absolutas. O estudante que se vê nesse ciclo pode fazer exercícios de respiração para tentar retomar a consciência e desenvolver a autoconfiança que foi deixada de lado pelas inseguranças.
Para complementar, viver em um ambiente familiar pacífico contribui como uma fonte de segurança emocional para uma pessoa que já vive em um período marcado por cobranças, expectativas e incertezas.
“A família pode contribuir de forma muito significativa ao demonstrar interesse pelo bem-estar do jovem, respeitar seus momentos de descanso, reconhecer sua dedicação e transmitir confiança sem minimizar seus medos”, declara Ribeiro.
Ela segue: “O estudante precisa sentir que sua família torce pelo seu resultado, mas que seu valor não depende dele. Quando existe essa segurança, o Enem deixa de ocupar o lugar de uma ameaça à própria identidade e passa a ser compreendido como uma etapa importante da vida, mas não como uma definição de todo o seu futuro”.
Para Ademar Celedônio, diretor de ensino e inovação da Arco Educação, a melhor forma para passar pelas semanas que antecedem o Enem é apostar em pausa e relaxamento, principalmente para quem conseguiu cumprir com o cronograma de estudos. O profissional sugere aos alunos que façam algumas releituras e revisões curtas e pontuais.
Em relação a quem ainda precisa aprender mais assuntos, o ideal é apostar nos simulados e refazer provas em que o desempenho não foi tão bom. “O acúmulo de cansaço e nervosismo pode, de fato, implicar em mais erros. Para isso, vale muito o treinamento”, comenta.
O Município de Albufeira anuncia ter iniciado o reforço das equipas escolares com a integração faseada de 20 assistentes operacionais até ao final do mês.
O conteúdo Albufeira reforça o número de funcionários nas escolas aparece primeiro em Algarve Marafado.
A visita, apoiada pela Câmara de Loulé, deu a conhecer o património e a cultura local, no âmbito de um encontro internacional na Universidade do Algarve (UAlg).
O conteúdo Professores de Matemática dos cinco PALOP visitam Loulé aparece primeiro em Barlavento.

O termo “apagão de professores” tem sido cada vez mais usado. Principalmente após o último Dia dos Professores na última quinta-feira (15), quando foi divulgada uma projeção do Semesp (Sindicato das Entidades Mantenedoras de Estabelecimentos de Ensino Superior de SP) de que o Brasil pode enfrentar um déficit de até 235 mil professores na educação básica até 2040.
Outros estudos recentes reforçam essa preocupação. O Anuário Brasileiro de Educação Básica 2026, divulgado em setembro, apontou uma redução na participação dos estudantes com melhores desempenhos no Enem entre os ingressantes em cursos de Licenciatura.
Em 2020, 22,7% dos novos estudantes desses cursos estavam entre os 20% com maiores notas no exame. O percentual caiu para 14% em 2023, o menor índice da série iniciada em 2018, e chegou a 14,7% em 2024.
De acordo com a pesquisa Panorama da Educação, da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), divulgada no final de setembro, 10,3% dos professores plenamente qualificados do ensino fundamental e médio deixaram a profissão (por aposentadoria ou pedido de demissão) em 2022, em comparação com a média da OCDE de 6,4% em 2024/25. Uma pista sobre esse temido apagão.
Mas, de acordo com as fontes entrevistadas pela CNN Brasil, é preciso levar alguns pontos em consideração. O primeiro é a composição da força docente no país: “O Brasil tem uma força de trabalho majoritariamente mais velha. As licenciaturas tendem a atrair pessoas mais velhas, que não saíram imediatamente do ensino médio e foram para o ensino superior, ou que estão em transição de carreira, que optaram por seguir uma carreira de licenciatura depois de ter tentado em outras etapas”, explica Bárbara Born, gerente de Políticas Educacionais do Todos Pela Educação.
“É preciso considerar, porém, que o indicador reúne diferentes motivos de saída, como aposentadorias, pedidos de demissão e mudanças de função, e não significa necessariamente o abandono definitivo da docência”, reforça Maria Slemenson, superintendente do Instituto Natura Brasil.
No entanto, Gisele Pinheiro, diretora do Singularidades e especialista em formação de professores, considera que o número é preocupante. “Quando levamos em consideração quem desistiu dessa carreira, que não foi um ciclo natural de aposentadoria, nós ainda temos um cenário de que o Brasil fica ainda posicionado de uma maneira muito relevante, ainda é o quarto colocado dentro desse ranking de maior desistência da carreira profissional, que ele nos coloca como um alerta, principalmente quando levamos em consideração que essa reposição”, considera a especialista.
Em 2025, apenas 20,2% dos concluintes dos cursos de licenciatura avaliados atingiram o nível adequado no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade). Outros 42,2% ficaram abaixo do nível básico.
A diferença é maior quando considerada a modalidade de ensino. Entre os estudantes de licenciaturas na modalidade a distância, 53,1% ficaram abaixo do nível básico no exame, percentual que foi de 26,1% entre os alunos de cursos presenciais.
“Há todo um trabalho que deve ser feito no fomento à carreira docente e à própria permanência de quem escolhe essa carreira, para que a gente não possa ter impactos na aprendizagem”, considera Pinheiro. E esse cuidado deve vir também do professor. “Já que eles estão envolvidos com algo que é de altíssima responsabilidade, que é formar outros, cuidar da educação de crianças e de jovens”, pondera.

O ponto de atenção grave é que os professores não estão satisfeitos com suas condições de trabalho. Analisando a felicidade dos docentes com seus trabalhos no Panorama da Educação da OCDE, apenas 22,3% estão bem com seus salários (contra 38,7% da média mundial). Mais professores se sentem satisfeitos com as condições gerais de trabalho: 44,3%, contra 68,4% da média mundial.
Os brasileiros também acreditam que é preciso valorizar mais os educadores. Na pesquisa nacional “O que a população pensa sobre a educação – 2026”, realizada pelo Instituto Ideia e encomendada pela Fundação Itaú, Fundação Lemann, Instituto Natura, Instituto Sonho Grande, Instituto Unibanco e Todos pela Educação, 53% dos brasileiros querem salários maiores para professores, e esse era o tópico apontado como prioridade número um para os próximos governos estaduais e federal.
Para Slemenson, só aumentar a remuneração não é suficiente. “Para reverter esse cenário, é preciso tratar a valorização dos professores como uma prioridade das políticas educacionais. Isso significa combinar remuneração adequada, planos de carreira atrativos e melhores condições de trabalho nas escolas”, explica.
Ela esclarece que é preciso adotar uma série de políticas de valorização, incluindo o fortalecimento da gestão escolar, a formação continuada e o apoio aos profissionais, desde o começo da carreira. “Valorizar os professores é também uma condição essencial para melhorar a aprendizagem e enfrentar as desigualdades educacionais no Brasil”, propõe.
Born reforça como é preciso olhar para o salário de forma mais geral. “Hoje, o salário do professor em média corresponde a 84% do salário de pessoas com ensino superior. Além disso, é importante lembrar que, em muitas redes, a composição salarial dos professores é feita de uma série de bonificações e aditivos que não são salário efetivamente, né? Então, acho que isso gera também uma insegurança dos professores com relação aos seus ganhos e uma potencial insatisfação”, reflete a especialista.
Além disso, o salário do docente varia conforme a composição de sua jornada a cada ano. “O que significa que você não consegue se projetar financeiramente para os anos que vêm”, reforça.
Fora isso, as condições gerais de trabalho são importantes. Um estudo recente feito pelo Instituto DataFolha a pedido da Fundação Itaú, Fundação Lemann, Fundação Telefônica Vivo, Instituto Natura, Instituto Sonho Grande, Instituto Unibanco e Todos Pela Educação mostrou que, para os estudantes de escolas públicas, um dos principais problemas percebidos no cotidiano escolar são estudantes indisciplinados e que atrapalham as aulas.
Bárbara nos lembra de que, quando falamos em indisciplina, não estamos falando apenas em falta de atenção à aula. “Muitas vezes está ligada a comportamentos violentos e agressivos, não só entre os estudantes, mas contra os professores”, reforça.
Para Slemenson, a escassez não pode ser resolvida com apenas uma ação. “As frentes que a OCDE destaca são carreira e remuneração atrativas, formação inicial conectada à prática, acompanhamento no início da carreira, apoio em sala e menos burocracia”, resume.
Porém, ela destaca que enfrentamos um desafio adicional no Brasil, que é a citada fragmentação da jornada, em que os professores trabalham em múltiplas escolas. “Atuar em uma única escola, sobretudo em tempo integral, favorece a relação de confiança com os estudantes, a integração com a equipe pedagógica e a participação na vida escolar, além de criar melhores condições para o planejamento e a colaboração entre professores”, explica.
Pinheiro reforça a importância do acompanhamento da carreira do docente. “Uma vez que ele se formou professor, ele está nas escolas com todo esse cenário de diversidade, que ele também possa ter acompanhamento, suporte e esse compromisso com a formação continuada dele, que é cíclico, e esse monitoramento, esse apoio, fará a diferença para nosso cenário brasileiro”, descreve.
Born reforça como o cenário docente brasileiro é diversificado. Por um lado, na Educação Básica, há a formação à distância dos professores, que não parece suficiente. “80% dos professores de pedagogia estão sendo formados em cursos de educação à distância, que são cursos que têm problemas intrínsecos muito sérios, de qualidade, de oferta de saberes minimamente relevantes para a formação desses indivíduos”, considera.
Já no ensino de Exatas e Ciências da Natureza, em que não há uma atratividade para a Licenciatura, já que essas pessoas podem conseguir empregos na indústria, ou no terceiro setor. Então como atrair tantos perfis diferentes?
“A gente precisa transformar como esse professor está dentro da sala de aula, melhorar as condições de atuação do professor que está hoje na sala de aula, para que os jovens olhem para eles e queiram ser como eles. Nenhum jovem que está vendo o seu professor adoecido, insatisfeito ou deprimido vai querer ser como ele”, considera Bárbara.
Brasil é o 4º país com professores mais insatisfeitos com salário, diz OCDE
Ainda há seis mil alunos do 1º ciclo do ensino básico sem professor, avança a Fenprof. Escolas continuam a juntar turmas e a redistribuir recursos. Em Marvila, turmas sem docente estão a ter aulas com professores do 2º ciclo

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O Mês Internacional da Biblioteca Escolar volta a ser celebrado em São Brás de Alportel com mais uma edição do “EnLeio das Histórias”, uma iniciativa da Rede de Bibliotecas do Concelho que convida as crianças pré-escolar e os alunos do 1.º ciclo a descobrir o prazer da leitura através de histórias e experiências participativas. A edição deste ano decorre de 21 a 23 de outubro de 2026, na Biblioteca Municipal Dr. Manuel Francisco do Estanco Louro e no Centro de Artes e Ofícios.
Ao longo de três dias, os livros e as histórias voltam a assumir o papel de protagonistas, num programa diversificado de atividades lúdico-pedagógicas que procura despertar a imaginação, estimular a criatividade e promover o gosto pela leitura.
O programa do “EnLeio das Histórias” 2026 integra diferentes propostas, dinamizadas por autores, mediadores de leitura, ilustradores e outros convidados. Entre as atividades previstas encontram-se sessões de narração oral de histórias, encontros com escritores, oficinas de ilustração, experiências de criação de histórias com recurso a LEGO e Realidade Virtual, experiências sensoriais, troca de livros e iniciativas dedicadas ao teatro. O programa inclui ainda momentos de surpresa e descoberta, envolvendo diferentes entidades do concelho e promovendo o contacto das crianças com novas formas de contar e viver histórias.
A iniciativa organiza-se em torno de vários “nós” temáticos, que convidam os participantes a explorar diferentes dimensões do universo das histórias: o Nó do Conto, dedicado à narração oral; o Nó da Leitura, que promove o encontro com escritores; o Nó da Transmedia, que cruza a narrativa com ferramentas criativas e experiências imersivas; o Nó da Ilustração, centrado na expressão artística; o Nó da Surpresa, que proporciona momentos inesperados; o Nó Sensorial, dedicado à exploração dos sentidos; o Nó da Troca, que incentiva a partilha de livros; e o Nó do Teatro, que dá espaço à expressão dramática.
Com esta iniciativa, São Brás de Alportel reforça a importância das bibliotecas enquanto espaços de encontro, conhecimento e descoberta, aproximando as crianças dos livros e promovendo o prazer de ler, imaginar e criar em conjunto.
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Goiânia está entre as 10 cidades com mais estudantes aprovados na primeira fase do vestibular do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), um dos mais difíceis do Brasil. A capital goiana teve 21 candidatos classificados para a segunda etapa, posicionando-a em oitavo lugar entre as 25 cidades onde a prova foi aplicada, nesta quarta-feira (21/10). O número se refere àqueles que fizeram o vestibular na cidade, não significando que sejam moradores dela.
No total, o vestibular do ITA teve 9.531 inscritos. Desse total, 1.119 não compareceram. Dos 8.412 que fizeram a prova na primeira fase, apenas 792 se classificaram para a segunda. O ranking das cidades com as maiores quantidades de aprovados foi: Fortaleza (281), São José dos Campos (150), São Paulo (84), Rio de Janeiro (58), Brasília (56), Recife (27), Belo Horizonte (23), Goiânia (21), Curitiba (15) e Salvador (12).
Sobre o desempenho regional, no Centro-Oeste o número de aprovados de Goiânia ficou abaixo apenas do de Brasília, embora o número de inscritos na capital federal tenha sido 47% maior. Nenhum dos 108 estudantes que se inscreveram para fazer o exame em Campo Grande e dos 75 de Cuiabá foram classificados para a segunda fase. Em relação à quantidade de inscritos, Goiânia foi a 12ª cidade com o maior número, com 284 candidatos.
A prova da primeira fase foi realizada no dia 27 de setembro e incluiu questões de múltipla escolha de Matemática, Física, Química e Inglês. A segunda fase está sendo aplicada desde terça-feira (20/10) até a próxima sexta-feira (23/10), abrangendo questões dissertativas de matemática, química, física e português, cada uma avaliada em um dia.
O ITA oferece vários cursos de Engenharia. Segundo o instituto, neste ano os mais pesquisados pelos estudantes, como primeira opção, foram: Engenharia Aeroespacial (33,6%), Engenharia de Computação (26,3%), Engenharia Aeronáutica (18,5%), Engenharia Mecânica-Aeronáutica (9,9%), Engenharia Eletrônica (5,7%), Engenharia Civil-Aeronáutica (3,3%), Engenharia de Energia (2,5%) e Engenharia de Sistemas (2,2%).
De acordo com o ITA, 70% dos candidatos são oriundos de colégios particulares; 19% de estaduais; 11% de estaduais e 1% de municipais. De todos os inscritos, 35% fizeram cursos preparatórios para o exame.
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