Segundo presidente do PS, na Comissão Nacional do partido ninguém se manifestou contra a abstenção no Orçamento. César falou em momento de "responsabilidade".
O PS está reunido na Comissão Nacional para analisar a proposta do Governo. Ainda, Cristiano Ronaldo está suspenso e com um processo disciplinar instaurado por parte da Federação Portuguesa de Futebol
O processo, que visa apurar a eventual relevância disciplinar dos acontecimentos, foi declarado urgente. E ainda, José Luís Carneiro reforça que PS vai aprovar Orçamento do Estado do próximo ano.
Carneiro na Comissão Nacional ao estilo Passos Coelho 2012 e o "que se lixem as eleições": "Não fui eleito para pensar no partido." Mas está a medir forças com Chega e vai à luta da especialidade.
A oposição acusa o Executivo de ser pouco transparente e claro nos objetivos E ainda, José Luís Carneiro reitera que o PS se vai abster na votação do documento.
Rui Santos e Júlia Rodrigues, deputados do Partido Socialista eleitos por Vila Real e Bragança, querem conhecer o estudo realizado pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) sobre a sustentabilidade da futura Unidade Local de Saúde (ULS) do Alto Tâmega e Barroso e pedem esclarecimentos ao Governo sobre o futuro do projeto.
Segundo informação enviada por comunicado, os deputados dirigiram uma pergunta à Ministra da Saúde, exigindo o envio integral do estudo, depois de a ministra ter afirmado, numa recente audição na Comissão de Saúde, que o documento concluiu que o projeto não reúne, neste momento, condições de sustentabilidade. A criação da nova ULS acabou, por isso, por ser adiada.
Anunciada pelo Governo em novembro de 2024, a criação da ULS do Alto Tâmega e Barroso é considerada pelos deputados uma resposta importante para a reorganização dos cuidados de saúde na região. Nesse sentido, defendem que a Assembleia da República deve ter acesso ao documento que fundamenta a decisão governamental.
“Se existe um estudo que sustenta uma decisão com impacto direto na organização dos cuidados de saúde no Alto Tâmega e Barroso, esse estudo tem de ser conhecido. O Parlamento não pode exercer plenamente a sua função de fiscalização se o Governo invoca conclusões de um documento que ninguém conhece”, afirma Rui Santos.
Na pergunta dirigida à Ministra da Saúde, os deputados solicitam a disponibilização integral do estudo, incluindo os anexos, os dados de suporte e os pressupostos utilizados. Pedem também a identificação da entidade ou equipa responsável pela elaboração do documento, a data da sua conclusão e os respetivos termos de referência ou despacho que determinou a sua realização.
Os parlamentares pretendem ainda conhecer eventuais pareceres ou informações da Direção Executiva do Serviço Nacional de Saúde (SNS), da Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS) ou da administração da ULS de Trás-os-Montes e Alto Douro que tenham analisado o estudo ou as suas conclusões.
Para Rui Santos e Júlia Rodrigues, importa não só conhecer o conteúdo do documento, mas também perceber os fundamentos que levaram à conclusão de que a nova unidade não é sustentável e quais as medidas que o Governo pretende adotar na sequência dessa avaliação.
“A nova ULS foi apresentada como uma resposta de reorganização dos cuidados de saúde na região e as populações do Alto Tâmega e Barroso têm direito a saber o que mudou, por que razão o projeto deixou de avançar e quais são agora os planos do Governo”, sublinha Rui Santos.
O deputado considera ainda que “não pode haver decisões estruturais para o futuro do SNS baseadas em estudos que permanecem inacessíveis ao Parlamento e às populações afetadas”.
O líder do Chega sobe nas sondagens e ameaça obrigar os dois grandes a um Bloco Central. Já Miranda Sarmento brilha na gestão de caixa do Orçamento e Luís Montenegro atira milho aos pombos.
Proposta conjunta do bloco central promove a partilha, que permite chegar aos sete meses de licença paga a 90%. Pai passa a ter 28 dias obrigatórios de licença após o nascimento do filho.
Os socialistas já anunciaram a abstenção, mas levantam dúvidas sobre algumas medidas. Ainda neste jornal, a chegada do furacão Isaías aos EUA e o regresso do campeonato de futebol.
O Parque Ribeirinho Poente de Olhão recebeu, nos dias 3 e 4 de outubro, a 4.ª edição do festival Fértil, que, numa versão ampliada e renovada, reuniu cerca de 7000 pessoas, entre residentes e visitantes de várias idades e proveniências.
Promovido pelo Município de Olhão, em coprodução com a associação Moces, o festival proporcionou dois dias de encontro, convívio e contacto com a natureza, tendo como principais eixos a Sustentabilidade, a Inovação, a Cultura e a Comunidade.
Ao longo do evento, o público teve oportunidade de participar em workshops, palestras e conversas, que abordaram temas relacionados com a sustentabilidade e os desafios ambientais da atualidade. Entre os assuntos explorados estiveram a agricultura sustentável, as agroflorestas, a economia circular, a reutilização de materiais, os plásticos nos oceanos, as plantas e jardins do futuro, a alimentação regenerativa e a educação ambiental.
A programação incluiu ainda diversas áreas de participação e lazer, como Kids, Fleamarket, Foodtrucks e Healing, bem como uma zona de cinema dedicada a causas ambientais. A diversidade de atividades e protagonistas contribuiu para atrair diferentes públicos e criar um ambiente de partilha e de (re)conexão com a natureza.
A arte e a educação ambiental tiveram igualmente um papel de destaque. O festival recebeu o projeto “LIXArte – Transformar lixo em arte”, coordenado pela artista plástica olhanense Joana Rocha, com trabalhos realizados por alunos dos Agrupamentos de Escolas Dr. Alberto Iria, Dr. Francisco Fernandes Lopes e João da Rosa. Estiveram também em exposição trabalhos do artista olhanense Igor Nunes Silva, inspirados nas relações entre criatividade e sustentabilidade.
Outro dos momentos de destaque foi a participação da bióloga Ana Pêgo, responsável pelo projeto Plasticus Maritimus, dedicado à sensibilização para a literacia dos oceanos e para o problema da poluição por plástico. A especialista apresentou uma exposição e uma palestra no festival, depois de ter dinamizado workshops junto de alunos do 1.º ciclo de escolas do concelho.
Nesta edição, o CROA – Centro de Recolha Oficial de Animais do Município, participou pela primeira vez no Fértil, promovendo, no âmbito do Dia Mundial do Animal, ações de informação e sensibilização para a adoção responsável.
O festival contou com o apoio de várias entidades, empresas e parceiros locais, entre os quais Fesnima, CCDR Algarve, Turismo do Algarve e Algarve Evolution, tendo como media partners Antena 1, RUA FM e a rádio Futura. No âmbito dos seus compromissos com a sustentabilidade, as empresas Viveiros Monterosa, Necton, Kodis e Coca-Cola foram sponsors do evento, tendo as duas primeiras entidades, sediadas no concelho, dinamizado inclusivamente palestras, exposições e workshops nos seus espaços de ativação de marca instalados no recinto.
O Fértil voltou a afirmar-se como um espaço de encontro entre cultura, ambiente, conhecimento e comunidade, promovendo a reflexão sobre formas mais sustentáveis de viver e de participar no futuro do território
A Samsung memory chip worker earning about $60,000 a year could receive roughly $560,000 in bonuses before tax, according to the company’s largest union. Its estimate includes both Samsung’s existing profit-sharing bonus and a new special payment. Samsung hasn’t confirmed the amount. On October 7, the company outlined how that special bonus would work: 10.5% […]
No discurso de abertura no Conselho Nacional do Chega, André Ventura também reitera as críticas ao PS pela anúncio da viabilização do OE para 2027. Ainda, homem armado faz crianças reféns no Brasil.
Carneiro diz que o PS quer perceber se o Executivo cumpriu as condições pedidas pelo partido. Ainda, o Governo diz que está concluído o objetivo de participação do Estado na REN.
Russia is seeking support for its war effort abroad – and threatening retaliation beyond Ukraine. Reports of foreign labor in drone factories, proposals to counter Starlink, and allegations of overseas recruitment show different ways Moscow could sustain its military effort and put pressure on its opponents.
Nowhere Far Enough
On October 9, Mikhail Zvinchuk, founder of the Russian military Telegram channel Rybar, was detained in Montenegro. Montenegrin authorities accused his team of using media work to interfere in the country’s politics. Rybar said they had come legally to film at Cetinje Monastery and had submitted an official filming request. Moscow’s response explains why this matters: Dmitry Medvedev, deputy chairman of Russia’s Security Council, suggested replenishing an “exchange fund” with Europeans and Americans to recover detained Russians. One arrest became a warning about others to come.
Mikhail Zvinchuk, founder of Rybar, a Russian pro-war Telegram channel covering the war in Ukraine, was detained in Montenegro on October 9
Five days earlier, Medvedev had delivered the orbital version of that warning. If Russia’s Rassvet constellation were destroyed, American Starlink satellites would “come tumbling down like ornaments from a dried-up Christmas tree.” “Space is a very crowded place,” he added. “We need to be mutually courteous.” Kiev had sought sanctions and restrictions, not announced a satellite attack. Moscow was putting a military threat behind its demand that Russian communications infrastructure be left alone.
The link is not between a blogger and a satellite. It is between two threats of retaliation: damage our network and yours becomes a target; detain our people and yours may become bargaining chips. Moscow is challenging the assumption that pressure on Russia can remain a one-way transaction.
Partners Behind the Front
The space threat has a practical backdrop. Leaked documents published in July describe a closed Russian-Chinese military forum in Guangzhou in November 2023. Chinese researchers proposed several ways to counter Starlink, from legal pressure and jamming to cyberattacks and destruction. Their hardest problem was also the simplest: how to disable satellites more cheaply and quickly than SpaceX could replace them. They do not show that these systems were built or deployed.
Visualization of the planned Starlink Generation 2 constellation
Russia and China have different strengths to offer. Moscow brings battlefield experience and air-defense knowledge; Beijing brings electronics, artificial intelligence, and manufacturing capacity. Russia can show what works under fire. China can help turn those lessons into equipment made at scale. A sixth closed forum was reportedly planned for the fall in St. Petersburg.
This is why repeated technical meetings matter more than dramatic threats. A shared design, tested and improved over several years, could outlast the war that first made it useful. For Moscow, the goal is to weaken an American advantage. For Beijing, Russian experience offers lessons without having to fight the same war.
Discussion of leaked documents, the “one-to-many” concept and replacement costs
But destroying satellites is not a clean solution. Russia’s 2021 antisatellite test forced both astronauts and Russian cosmonauts to shelter aboard the International Space Station, according to NASA. Debris threatens more than the intended target. Jamming can offer a narrower response; smashing entire networks risks damaging the same orbital space Russia and China also need.
The factory floor shows another side of this partnership-building. A September report by the Multilateral Sanctions Monitoring Team says North Korean workers are employed at Alabuga in Tatarstan, where Russia produces Geran-2 drones, and describes workers entering Russia as students. Pyongyang rejected the report as fabricated. If the findings are accurate, the bargain is straightforward: Russia gains workers, North Korea gains income. Foreign support does not have to arrive as a finished missile; it can help keep the assembly line moving.
September 2026 sanctions-monitoring report. Pages 31-32 discuss Alabuga and drone production. Pyongyang rejects the report
The Underground Price List
Recruitment abroad serves a different purpose. A September 15 U.S. indictment alleges that a Russian intelligence-linked network used Cuban and Venezuelan intermediaries to recruit inside America. Prosecutors describe payments of $1,000-$1,500 for surveillance and a $40,000 offer to kill a Russian dissident believed to be near Washington. Another alleged offer promised an American $25,000 to kill a target in Lithuania. These remain accusations, not court findings or proof of an officially declared bounty program.
Original U.S. indictment naming the alleged Russian, Cuban, and Venezuelan participants
The alleged network operated from at least 2024, before the Montenegro arrests. Its importance lies in the method: foreign intermediaries and local recruits, rather than an obvious Russian team. If substantiated, the charges would show Moscow reaching inside America through people who do not carry Russian passports.
The October 9 threat to expand the “exchange fund” signals that consular protests may no longer be Moscow’s only answer. It suggests foreign detainees could become leverage for recovering Russians. The warning to European and American governments is pointed: the detention of a Russian abroad may create a problem for their own citizens elsewhere.
Russia’s partners help it build weapons; alleged overseas networks extend its reach; threats against satellites and foreign detainees aim to raise the cost of confrontation. These are different tools, not proof of one master plan. But October’s warnings carry a common message: Moscow wants the other side to feel exposed too. Medvedev closed his latest message with a Russian proverb: “If you live among wolves, you must howl with them.”
O Renault Boreal passa a ser o primeiro veículo produzido no Brasil a oferecer o Gemini de série. A inteligência artificial do Google amplia a experiência conectada a bordo, proporcionando interações mais naturais, intuitivas e personalizadas, transformando a cabine em uma verdadeira extensão digital da rotina dos ocupantes.
O SUV médio da Renault já havia elevado a experiência conectada a um novo patamar ao se tornar o primeiro veículo produzido no Brasil com Google Automotive Services (GAS), plataforma que integra Google Maps, Google Play e, agora, o Gemini como assistente virtual. O sistema substitui o Google Assistant e amplia suas capacidades com inteligência artificial generativa.
Agora, o Boreal dá mais um passo à frente com o Gemini. A tecnologia também está disponível como atualização opcional para os veículos Renault equipados com o openR link com Google integrado. Como evolução do Google Assistant, o Gemini amplia as capacidades do assistente virtual da plataforma, preservando todas as funcionalidades já disponíveis aos usuários e adicionando novos recursos baseados em inteligência artificial generativa.
Além de compreender contextos mais complexos e interpretar comandos mais naturais, o sistema passa a permitir o controle de um número ainda maior de funções do veículo por voz.
Além de realizar todas as tarefas já disponíveis com o Google Assistant, o Gemini integrado ao openR link amplia as possibilidades de interação com o veículo. Agora, os usuários podem controlar diretamente um número ainda maior de funções por comandos de voz, incluindo novas funcionalidades como abrir e fechar o teto solar e os vidros.
Com a nova tecnologia, o motorista não precisa mais recorrer a comandos específicos para interagir com o veículo. Em vez de dizer frases exatas, como “Ok Google, ligue o ar-condicionado”, basta utilizar a linguagem natural, por exemplo: “Ok Google, está muito calor aqui dentro”. O sistema compreende a intenção do usuário e pode ajustar automaticamente a climatização.
O comando de ativação por voz continua o mesmo. O Gemini pode ser acionado por meio das expressões “Hey Google” ou “Ok Google”, pelo botão de voz no volante ou pelo ícone do assistente na tela do openR link. Para iniciar uma conversa contínua com o Gemini Live, basta acionar o botão Gemini Live ou dizer: “Hey Google, vamos conversar” ou “Hey Google, vamos conversar ao vivo”.
O openR link com Google integrado é um sistema multimídia que oferece uma experiência conectada fluida, escalável e em constante evolução. O Gemini amplia ainda mais o conjunto de serviços disponíveis na plataforma, mantendo todas as funcionalidades já oferecidas pelo Google Assistant e adicionando novos recursos de inteligência artificial generativa e controle por voz.
Projetado para interagir de maneira mais natural com os ocupantes do veículo, ele é capaz de compreender o contexto das conversas, responder perguntas com maior precisão e lidar com solicitações mais complexas.
A atualização é gratuita, realizada remotamente por meio de tecnologia FOTA (Firmware Over-The-Air), e não altera a duração do pacote de conectividade. Sua implementação baseia-se em: – Conexão à conta Google no openR link utilizando a conectividade nativa do Boreal, sem necessidade de visita à concessionária. – Uma notificação na tela do openR link permite ao cliente decidir se deseja migrar para o Google Gemini. – Disponível para todos os veículos compatíveis, de acordo com os idiomas suportados e a versão do openR link.
O sistema multimídia aprimorado está disponível sem custo adicional para clientes conectados a uma conta Google em um dos idiomas compatíveis. O usuário escolhe se quer ativar o Gemini e também pode retornar ao Google Assistant a qualquer momento.
Como evolução do Google Assistant, o Gemini representa um grande avanço nos assistentes de voz embarcados. Alimentado pela tecnologia de IA do Google, ele é capaz de:
– Compreender o contexto da conversa e as intenções dos usuários. – Executar solicitações mais complexas. – Manter conversas naturais e contínuas. – Alternar idiomas durante a conversa.
Isso significa que os motoristas podem falar de forma natural, sem precisar memorizar comandos específicos. Os usuários também poderão ativar o Gemini Live para uma interação conversacional mais avançada. Esse recurso permite:
– Conversas livres e naturais. – Interromper o assistente a qualquer momento. – Fazer várias solicitações em sequência sem repetir a expressão “Ok Google”. – Alternar idiomas durante a conversa. – Uma experiência simplificada, projetada para segurança e conforto
Ao permitir tarefas mais complexas por comando de voz e reduzir a necessidade de interação por toque, o Gemini ajuda a:
– Minimizar distrações do motorista, mantendo o foco na estrada. – Ampliar e simplificar o acesso às funções do veículo por comandos de voz. – Melhorar o conforto e a praticidade no dia a dia.
Totalmente integrado ao veículo e ao ecossistema Google, o Gemini consegue responder a situações reais e executar várias tarefas em sequência sem necessidade de novas interações. Navegação inteligente com compreensão de contexto:
“Ok Google, leve-me para o centro de São Paulo, mas evite a Rebouças.” → O Gemini analisa o contexto e sugere uma solução adequada.
Controle por voz das funções do veículo:
“Está frio aqui dentro.” → O sistema ajusta automaticamente a climatização, elevando a temperatura da cabine.
Acesso a informações e conteúdos durante a viagem (modo Gemini Live):
“Ok Google. Está muito quente hoje. O que economiza mais combustível: abrir as janelas ou ligar o ar-condicionado?”
“Conte uma história sobre carros e dinossauros para meu filho de 8 anos.” “Crie um quiz sobre a história do Brasil para adultos e adolescentes.” | “Quais foram os resultados dos jogos do Brasileirão de ontem?” → O sistema consegue responder perguntas abertas, além de fornecer informações gerais, notícias e conteúdos de mídia.
O openR link com Google integrado é um sistema multimídia evolutivo que proporciona uma experiência conectada cada vez mais rica e intuitiva em qualquer lugar do mundo. Desde o lançamento, o Gemini oferece suporte a 16 idiomas, entre eles inglês, espanhol e português.
O Gemini contribui para uma experiência conectada consistente para clientes Renault em todos os mercados onde o sistema está disponível.
Os clientes Renault continuarão recebendo melhorias ao longo do tempo por meio de atualizações remotas, sem necessidade de levar o veículo à concessionária. Como plataforma de IA escalável, o Gemini recebe: – Atualizações contínuas e automáticas. – Capacidades e competências linguísticas ampliadas. – Novos recursos ao longo do tempo.
Kenya wants five of its citizens captured fighting for Russia in Ukraine to be treated as victims of human trafficking rather than prisoners of war, Foreign Affairs Cabinet Secretary Musalia Mudavadi told Kenyan lawmakers on 8 October, Bloomberg reported. Botswana is also seeking a citizen's return.
In 2025, Ukrainian ambassador Ivan Kholostenko called Russia's role in Africa neocolonialism. As Africa Corps troops prop up friendly regimes, the Kremlin is carrying out "a typical colonial practice of resource extraction," taking gold, diamonds, bauxite, and uranium, according to Ukraine's Foreign Intelligence. Russia also uses the continent as a recruiting ground for its war: nearly 500 Africans have died fighting for Russia, Ukraine says.
Five Kenyans in a Ukrainian camp
Kenya is negotiating to bring the five men home, and President William Ruto has raised the matter with Ukrainian President Volodymyr Zelenskyy, Mudavadi told the Senate. One has been held since November 2025, the others since March and April. The youngest is 23, Bloomberg reported. Kenya's honorary consul found them held in humane conditions at the Zakhid-1 camp, with access to medical care, the government said. Ukraine also holds the remains of four Kenyans.
Victims or fighters for hire
African governments say some of their citizens went to Russia for promised work as drivers, security guards, or cooks and were then forced into military service. The Kenyans "report having been recruited under false promises of employment," Mudavadi said.
"The circumstances of their recruitment and conscription are consistent with trafficking in persons," he said.
Ukraine's POW authority sees most foreign recruits differently. "The main motive for most of these mercenaries is financial gain," Dmytro Usov, secretary of Ukraine's Coordination Headquarters for the Treatment of Prisoners of War, said in November 2025, while stressing that many had ended up in Russia's army through fraud or coercion.
Ukraine holds that prisoners of war go home through exchanges, but Russia has never asked to trade for any foreign fighter except North Koreans, the headquarters said in May, adding it may consider other solutions if diplomats and lawyers find one.
Thousands of foreigners in Russia's ranks
Russia has recruited more than 28,000 foreigners from 135 countries, and more than 5,000 have been killed, a Ukrainian government website cited by Bloomberg says. Ukraine holds at least 213 foreign prisoners of war, not counting Russians and North Koreans, 37 of them African, according to documents Bloomberg saw. Russian dictator Vladimir Putin claimed on 3 September that people are "coming forward voluntarily and signing contracts."
Kenya's government counts 354 citizens linked to the war: 84 killed or missing, 34 hospitalized in Russia, and 62 repatriated. Petitioners told senators that 841 Kenyans remain unaccounted for. Mudavadi said his March visit to Moscow put Kenya on a Russian recruitment "stop list," with no new Kenyans enlisted since.
Some African governments take steps
In August, Botswana stopped eight citizens from joining the Russian military at airports in Botswana, South Africa, and Ethiopia, Bloomberg reported.
Captured Russian soldiers and an African mercenary. Illustrative photo: ArmyTV
Ghana accused Russia of luring its citizens into the war the same month, after Kenya and South Africa. The European Parliament said in March that Russia strips African recruits of their documents. Ukraine, meanwhile, is drafting its first Africa strategy.