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João Rodrigues ganhou a Câmara de Braga há um ano e recorda hoje a fotografia da noite eleitoral que mais o tocou

12 October 2026 at 20:22

João Rodrigues, presidente da Câmara de Braga, assinalou hoje o primeiro aniversário da vitória nas eleições autárquicas pela Coligação Juntos Por Braga (PSD/CDS/PPM) e partilhou a fotografia da noite eleitoral que mais o “tocou”.

“Esta fotografia foi tirada há exatamente um ano, no momento em que percebi que tinha ganho as eleições para a Câmara Municipal de Braga, por uma margem mínima. Tenho muitas fotografias da comemoração. Com muitos sorrisos, abraços e braços no ar. No entanto, ontem, ao rever as fotos do dia das eleições, descobri esta, que foi a que mais me tocou. Sei que não parece uma fotografia de vitória. Estava sozinho, de costas, de cabeça baixa. Naquele dia fazia 38 anos e terminava um ano de campanha duríssimo, de entrega absoluta e de sacrifícios impossíveis de retratar numa fotografia”, relatou o autarca, numa publicação nas redes sociais, no dia em que também assinala 39 anos.

Acrescentou que se lembra da “felicidade daquele momento”, mas sobretudo “do peso da responsabilidade”: “Tinha pedido aos bracarenses que acreditassem que podíamos fazer mais e melhor. E, de repente, tinha a oportunidade de o provar. Melhor: o dever de o provar”.

Considera que o último ano foi “talvez” o “mais intenso” da sua vida. “Trabalhámos muito, tomámos decisões difíceis, começámos a resolver problemas antigos e a concretizar projetos que pareciam eternamente adiados. Braga está a mexer. Mas aquilo que mais me entusiasma não é o que já fizemos. É tudo o que ainda podemos fazer. Quero que Braga acredite cada vez mais na sua capacidade de fazer coisas extraordinárias. Esta cidade não nasceu para se conformar”, escreveu.

E continuou: “Às vezes esquecemo-nos que quando Portugal nasceu, Braga já tinha mais de mil anos de História. E continuará cá muito depois de nós. Cabe-nos, por isso, acrescentar alguma coisa a essa História e deixar uma cidade melhor a quem vier a seguir. É por isso que tenho tanta pressa. O tempo de uma cidade mede-se em séculos, mas o das pessoas mede-se nas suas vidas. E essas não podem ficar eternamente à espera”.

Na mesma nota, reconheceu que não faz “tudo bem” e vai “errar”, mas tem a certeza que vai ser “sempre” o seu “melhor”.

“Há um ano, Braga mudou a minha vida. O meu maior desejo, neste aniversário, é que aquele dia também venha a ser recordado como o início de uma mudança importante na vida da nossa cidade. A passagem pelos lugares passa depressa. A cidade fica. E, nós, ainda agora começámos”, conclui.

A Coligação Juntos Por Braga (PSD/CDS/PPM) venceu, sem maioria absoluta, as eleições autárquicas de 12 de outubro de 2025. O candidato João Rodrigues venceu por escassos 276 votos, tendo o candidato socialista, António Braga ficado em segundo lugar e o independente Ricardo Silva, em terceiro.

A coligação elegeu o presidente e dois vereadores; a coligação Somos Braga (PS/PAN) elegeu outros três e o movimento independente Amar e Servir Braga, também elegeu três vereadores. O IL elegeu um e o Chega outro.

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Ventura diz que tempo para acordo de legislatura "já passou"

12 October 2026 at 14:53
André Ventura diz que PSD "tinha obrigação" de explorar um acordo de legislatura com Chega e IL. Para já prevê que o partido tem de "liderar as alternativas à governação".

© JOSÉ SENA GOULÃO/LUSA

André Ventura esteve esta segunda-feira presente numa concentração de dirigentes associativos agroflorestais, em frente à Assembleia da República, para manifestar o apoio do partido

14h. Siza Vieira acusa Passso Coelho de tentar derrubar PM

12 October 2026 at 14:15
Antigo ministro considera que Passos Coelho se posicionou como oposição ao executivo. Ainda, Prémio Nobel da Economia foi atribuido a Robert E. Hall e Michael Woodford.

13h. Ventura defende que PSD aproveite maioria de direita

12 October 2026 at 13:14
O líder do Chega juntou-se à concentração de associações agroflorestais. Ainda, antigo ministro da economia diz que Pedro Passos Coelho está a trabalhar para derrubar Luís Montenegro.

Entrevista Passos Coelho. Que planos tem para o futuro?

12 October 2026 at 10:15
O socialista Vitalino Canas, Pedro Lomba do PSD, e Miguel Corte-Real do Chega debatem a entrevista que Pedro Passos Coelho deu ontem à noite.

Passos: mais importante do que aquilo que disse é o que fez

12 October 2026 at 08:44
Passos Coelho (que deu uma entrevista), Mário Centeno (que é contra a descida do IRS) e José Luís Carneiro (que é contra a descida do IRC) são o Bom, o Mau e o Vilão.

7h. Passos Coelho compara Montenegro a Costa

12 October 2026 at 07:15
Destaques da entrevista do antigo primeiro-ministro na SIC Notícias. Ainda, agricultores da CAP concentram-se hoje à porta do Parlamento.

Passos assume-se como protocandidato a primeiro-ministro

12 October 2026 at 00:26
Antigo primeiro-ministro comparou Montenegro a Costa, lamentou falta de reformas, elogiou Ventura, criticou o "não é não" e disse abertamente que pondera voltar se atual Governo não for bem sucedido.

© JOSE SENA GOULAO/LUSA

00h. Passos Coelho pondera regresso se PSD for mal sucedido

12 October 2026 at 00:17
Antigo primeiro-ministro deu primeira entrevista após sair do Governo, na SIC Notícias. Insurge-se contra o Executivo de Montenegro que diz já nada poder fazer pelo SNS e fala em deveres por cumprir.

Portugal anda a fazer acrobacias diplomáticas com Trump?

11 October 2026 at 11:28
A diplomacia nacional desdobra-se em pinças para não azedar a relação com Washington. Já o Governo aposta na prudência orçamental para segurar o país enquanto o PS evita a crise.

5 meses e jornada contínua. O que muda na licença parental?

10 October 2026 at 10:07
Proposta conjunta do bloco central promove a partilha, que permite chegar aos sete meses de licença paga a 90%. Pai passa a ter 28 dias obrigatórios de licença após o nascimento do filho.

© dpa/picture alliance via Getty I

Montenegro garante a Carneiro que planos para PRR e tempestades estão a ser executados

9 October 2026 at 13:55

O primeiro-ministro garantiu hoje ao líder do PS que o plano do Governo está a ser executado nos investimentos pós-PRR e na resposta às tempestades, duas exigências feitas pelos socialistas para viabilizar o próximo Orçamento do Estado.

Na reta final da sua intervenção no debate quinzenal de hoje, o secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, perguntou diretamente ao primeiro-ministro, Luís Montenegro, se os investimentos pós-PRR e as respostas às tempestades eram ou não “compromissos para honrar”.

“O senhor deputado sabe que, quer no que diz respeito ao PRR, quer no que diz respeito à resposta às tempestades, o Governo tem o seu plano completamente a ser executado e, portanto, não há nenhuma matéria sobre isso”, garantiu Montenegro a Carneiro.

O líder do PS tinha assinalado que, nas quatro condições que os socialistas tinham colocado para viabilizar, pela via da abstenção, o Orçamento do Estado para 2027 (OE2027), o primeiro-ministro “assumiu com clareza a revisão da Constituição e a questão das pensões”, tendo aproveitado este debate quinzenal para questionar diretamente sobre as outras duas condições.

José Luís Carneiro anunciou, na semana passada e ainda antes de conhecer o documento, a decisão de propor aos órgãos do partido que os socialistas viabilizem o OE2027, através da abstenção, tendo nos últimos dias enfatizado que “este não é o orçamento do PS” e que seria diferente daquele que foi apresentado pelo Governo. 

Na quinta-feira, numa primeira reação à proposta do OE2027 que foi entregue pelo Governo, o vice-presidente da bancada socialista António Mendonça Mendes manifestou dúvidas quanto ao cumprimento por parte do Governo das condições relativas aos investimentos para conclusão de projetos PRR e para recuperação dos prejuízos das tempestades.

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Nuno Vaz reclama decisões para o Hospital: “O que está a sobrar é silêncio”

7 October 2026 at 16:44

VTM

Cerca de dez meses depois de ter alertado para os problemas no mesmo local, o autarca responsabilizou a ministra Ana Paula Martins pela ausência de avanços. “O que está a sobrar é silêncio e faltam respostas”, afirmou.

Segundo a cronologia municipal, os pedidos de esclarecimento enviados à tutela em abril, junho e setembro permaneciam sem resposta à data da conferência.

Pediatria

A urgência pediátrica mantinha o funcionamento das 08h00 às 20h00, apenas nos dias úteis. O compromisso de alargar o horário até às 22h00, todos os dias, tinha sido assumido pelo diretor-executivo do Serviço Nacional de Saúde (SNS), Álvaro Almeida, em dezembro de 2025, condicionado ao reforço de médicos.

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Caiado oficializa apoio a Flávio Bolsonaro em ato que reúne lideranças em Goiânia

6 October 2026 at 21:48

O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) oficializou nesta terça-feira (6), em Goiânia, seu apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno da eleição presidencial. O encontro reuniu também o governador reeleito de Goiás, Daniel Vilela (MDB), o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), além de parlamentares, prefeitos e outras lideranças políticas.

A declaração ocorreu após Caiado terminar o primeiro turno na quinta colocação da disputa presidencial. O ex-governador havia afirmado que discutiria a posição antes de definir seu apoio. Com a decisão, passou a integrar formalmente a campanha de Flávio na segunda etapa da eleição.

Durante o ato, Caiado afirmou que pretende mobilizar sua base política em Goiás para ampliar a votação de Flávio no Estado. “Proporcionalmente, Goiás vai dar maior vitória a Flávio Bolsonaro nesta eleição. Mobilização vai ser em tempo integral”, declarou.

Caiado também entregou ao candidato uma agenda com sugestões de prioridades para um eventual governo. Entre os temas defendidos pelo ex-governador estão o combate ao PT e ao crime organizado, mudanças no Judiciário e a anistia ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

O apoio também foi acompanhado de uma aproximação programática. Flávio afirmou que pretende trabalhar ao lado de Caiado para “encerrar com essa era do Lula” e disse haver ampla convergência entre as propostas apresentadas pelo ex-governador. “Esse rol de critérios programáticos ele sabe que nem precisava, porque a gente concorda em quase 115%”, afirmou.

Caiado na segurança píublica

Nos bastidores da articulação política, também circula a possibilidade de Ronaldo Caiado assumir o futuro Ministério da Segurança Pública em um eventual governo de Flávio Bolsonaro. A hipótese já foi mencionada por interlocutores da campanha, mas não há confirmação oficial de que o cargo tenha sido formalmente oferecido ou definido.

Flávio também sinalizou que pretende ampliar os investimentos federais em Goiás caso seja eleito. Ao se dirigir a Daniel Vilela, declarou: “Vilela, conte comigo. Eu, como presidente, vou estender tapete verde e amarelo para trazer investimentos para Goiás”.

A presença de Tarcísio de Freitas deu dimensão nacional ao encontro. O governador de São Paulo participou do ato em Goiânia ao lado de Flávio, Caiado e das demais lideranças que integram a articulação política para o segundo turno.

A adesão de Caiado ocorre em um momento de reorganização das forças políticas para a segunda etapa da eleição, marcada para 25 de outubro. O PSD não adotou uma posição nacional em favor de nenhum dos dois candidatos e liberou seus diretórios e filiados para definirem individualmente seus apoios.

Em Goiás, o apoio de Caiado se soma à posição de Daniel Vilela e de outras lideranças estaduais favoráveis à candidatura de Flávio. O ato desta terça-feira consolidou o palanque político do candidato do PL no Estado para a reta final da disputa presidencial.

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PSD Silves promove debate sobre habitação com secretária de Estado

6 October 2026 at 14:45

O PSD Silves reúne a secretária de Estado da Habitação, Patrícia Gonçalves Costa, e outros convidados para debater os desafios e as respostas no concelho. A sessão decorre na Biblioteca Municipal de Silves, no dia 12 de outubro, às 17h30.

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Romania Turns to Luca Niculescu in Fourth Attempt to Form Government

5 October 2026 at 20:41

Romanian President Nicușor Dan has nominated diplomat Luca Niculescu as prime minister, beginning a fourth attempt to form a government after three previous candidates failed to secure a parliamentary majority.

The nomination was announced on Monday, 5 October, after Dan held consultations with Romania’s parliamentary parties at the Cotroceni Palace. Niculescu now has the task of finding sufficient support for a government after five months of political deadlock.

Dan said he had chosen the candidate he believed had the best chance of assembling a majority. “Romania needs a government. We need a budget for next year,” he said after the consultations, according to Romanian reporting on the nomination.

Niculescu, 55, is a former journalist and diplomat who has served as a secretary of state at Romania’s Foreign Ministry and national coordinator for the country’s accession to the OECD. He was Romania’s ambassador to France between 2016 and 2022 and was also accredited to Monaco and Andorra.

Accepting the nomination, Niculescu said his first task would be to build a parliamentary majority. He promised a government programme centred on predictable economic policy, public spending discipline, investment and Romania’s European and Euro-Atlantic commitments.

The appointment follows three unsuccessful attempts to replace the government of Ilie Bolojan, which was removed in a no-confidence vote on 5 May after the Social Democratic Party withdrew its support. EU Today reported at the time that 281 lawmakers backed the motion, bringing down the pro-European administration.

Eugen Tomac was the first candidate asked to form a government but relinquished the mandate after failing to secure sufficient support. Adrian Veștea was then nominated, but his proposed government was rejected by parliament.

The third candidate, PNL MEP Siegfried Mureșan, was nominated in September. His government received 182 votes in the parliamentary confidence vote on 30 September, well short of the 233 required. That defeat left Dan facing a fourth round of negotiations with the same fragmented parliament.

Niculescu therefore begins without an established majority behind him. During Monday’s consultations, the PSD continued to promote its own candidate, Sorin Grindeanu, while USR and AUR pressed for early parliamentary elections. PNL signalled greater flexibility but stopped short of committing itself to a new governing formula.

AUR leader George Simion has already said his party will not support Niculescu. USR, meanwhile, said it would examine the proposed cabinet, governing programme and the political majority behind it before deciding how to vote.

Under Romania’s constitution, a prime minister-designate has ten days from nomination to seek parliament’s confidence for the proposed programme and full list of ministers.

The repeated failures have also revived discussion of early elections. The president may dissolve parliament if no government receives a vote of confidence within 60 days of the first request for investiture and at least two attempts have been rejected, although dissolution is a presidential option rather than an automatic step.

Dan has so far indicated that he would prefer to exhaust efforts to form a government.

The political stalemate comes at a difficult economic moment. Romania is under pressure to reduce its budget deficit, maintain investor confidence and continue reforms tied to EU funding. The strain on the governing coalition had already become an EU fiscal issue before Bolojan’s government fell, with questions over budget consolidation and European recovery funding increasingly tied to political stability in Bucharest.

The immediate test for Niculescu will be whether his diplomatic background can translate into enough parliamentary votes to assemble a cabinet. His nomination leaves him more freedom than a candidate tied directly to one of the main parties, but the arithmetic remains unchanged: a government still requires at least 233 votes to take office.

Photo: Razvan Socol / Wikimedia Commons / CC BY-SA 4.0

PSD elogia discurso de Seguro e recusa romper acordo com o Chega na lei das rendas

5 October 2026 at 13:09

O PSD elogiou hoje o discurso do Presidente da República na cerimónia na implantação da República e recusou o repto do PS para que rompa o seu acordo com o Chega para rever a lei do arrendamento.

Em declarações aos jornalistas, no final da sessão solene, na Praça do Município, em Lisboa, o vice-presidente da bancada social-democrata Alexandre Poço destacou na intervenção do chefe de Estado o apelo feito ao espírito de ambição no país, a par da necessidade de estabilidade política.

“Também algo com o qual o PSD se revê bastante, que é a dimensão de diálogo. Dou exemplos muito concretos: na semana passada, por exemplo, tivemos o PS a anunciar que irá abster-se na votação do Orçamento de Estado para o próximo ano; por outro lado, numa matéria setorial muito importante, no arrendamento, foi possível um entendimento com o Chega para a sua viabilização”, referiu.

Confrontado com o repto do PS para que o PSD acabe com esse acordo com o Chega para a revisão da lei do arrendamento, Alexandre Poço contrapôs que essa posição do secretário-geral socialista, José Luís Carneiro, é contraditória com o teor do discurso hoje proferido pelo chefe de Estado.

“O PSD continuará a negociar com os partidos que, em cada momento, estão disponíveis para aprovar, discutir e melhorar as propostas do Governo. Não vamos entrar nesse jogo do agora não falamos com este, nem vamos entra na lógica de, para aprovarmos com aquele partido, temos de abdicar do outro partido. Seria o contrário das palavras do Presidente da República”, reagiu o dirigente social-democrata.

Alexandre Poço frisou que, na sua intervenção, António José Seguro “acabou de dizer ao país, mas também aos partidos políticos, que é importante que deixem as nossas trincheiras e que exista a capacidade de falar uns com os outros”.

“Temos procurado ter essa linha, até porque não temos uma maioria absoluta no Parlamento, mas, antes, uma maioria relativa, o que implica que haja sempre essa capacidade de falar com os outros partidos”, sustentou.

Alexandre Poço defendeu depois a proposta do Governo para a revisão da lei das rendas, classificando-a como moderada em termos de solução entre inquilinos e proprietários.

“Quando o Governo avançou com a proposta do arrendamento, ouvimos os representantes dos inquilinos a dizer o Governo está a ir longe demais e ouvimos depois os representantes dos proprietários a dizer a proposta fica a aquém. Ou seja, conseguimos fazer uma proposta que procura realçar o melhor para os dois, não conseguindo ainda acautelar os interesses em particular de cada um, porque queremos uma proposta que sirva ao mercado de arrendamento como um todo”, defendeu o vice-presidente do Grupo Parlamentar do PSD.

Alexandre Poço deixou mais um recado ao PS.

“Não podemos entrar num jogo de chantagem uns com os outros, tipo se falas com aquele, depois não posso aprovar-te isto. Os portugueses não merecem esse tipo de oportunismo por parte dos partidos políticos”, acrescentou.

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