Transmissão em direto da execução de Nidal Hasan cancelada

© AFP via Getty Images
![]()
Bárbara do Amaral Correia: «O que está a ser feito no Algarve não tem paralelo. Está-se a concretizar, e concretizar é o que muda a vida das pessoas.» As audições realizadas dia 13 de outubro, na Assembleia da República, sobre os investimentos destinados a reforçar a segurança hídrica do Algarve, permitiram fazer um ponto de […]
VTM
A água será captada da nascente de Gostei e embalada nesta fábrica, um investimento da empresa Maravilha Decimal, que é 50% do Grupo Outeirinho e 50% do jogador Cristiano Ronaldo, e que já vem a ser anunciado há vários anos.
Francisco Ferreira, um dos administradores do Grupo Outeirinho, adiantou que, neste momento, está a ser feita a terraplanagem e a ser construída a base do edificado, que deverá estar em pé “em março ou abril”.
O objetivo, garantiu, é a fábrica estar pronta no “final de 2027” e a operar “de certeza” no início de 2028, com capacidade para embalar “500/600 milhões de litros por ano”.
Artigo exclusivo PREMIUM
Tenha acesso ilimitado a todos os conteúdos do site e à edição semanal em formato digital.
ou compre apenas este artigo:
Comprar este artigo — 1,00€The post 20 milhões de euros para construir fábrica de água appeared first on A Voz de Trás-os-Montes.

© JIM LO SCALZO/EPA

Associação ambientalista considera que a barragem vai hipotecar o último grande corredor ecológico livre do Sotavento algarvio e aponta riscos para espécies, solos e património.
O conteúdo Quercus contesta Barragem da Foupana por incentivar regadio intensivo de abacate aparece primeiro em Barlavento.
A associação submeteu um parecer negativo e exige uma decisão ambiental desfavorável. Aponta riscos para espécies, património e praias do Sotavento.
O conteúdo Almargem considera Barragem da Foupana uma falsa solução para a seca aparece primeiro em Barlavento.
VTM
O TFPP terminou este fim de semana, em Mirandela, a edição 2026 novamente com inscrições esgotadas . Ao longo de cinco fins de semana, o festival percorreu os cinco municípios do Vale do Tua (Alijó, Carrazeda de Ansiães, Mirandela, Murça e Vila Flor), com forte envolvimento das comunidades locais e uma aposta crescente na sustentabilidade e no conceito turismo em família.
Promovido pelo Parque Natural Regional do Vale do Tua (PNRVT) e organizado em parceria com os Municípios e o serviço especializado da PORTUGALNTN, o festival volta a afirmar-se como uma referência nacional no turismo de natureza e no pedestrianismo, conjugando a descoberta da paisagem com a valorização da identidade, da cultura e dos produtos de base local.
Para António Luís Marques, diretor do PNRVT, esta edição confirma a dimensão e a capacidade de atratividade do evento, o maior festival de percursos pedestres de Portugal. “Falamos de cinco fins de semana, cinco municípios e 1250 participantes, com inscrições esgotadas em todos os momentos. É um sinal muito claro do interesse que o festival desperta e da capacidade do Vale do Tua para atrair visitantes de norte a sul do país. Um produto que não sofre de sazonalidade”, destaca.
Mais do que caminhar, participar no TFPP é conhecer o território através de quem nele vive. O envolvimento das comunidades locais constitui uma das principais marcas do evento, com as localidades anfitriãs a assumirem um papel ativo no acolhimento dos visitantes e na dinamização de atividades complementares.
Workshops dedicados aos saberes tradicionais, visitas guiadas ao património, histórias contadas pelos residentes, apresentação e venda de produtos da terra e participação de produtores, empresários e associações locais contribuem para criar uma experiência autêntica, ao mesmo tempo que geram oportunidades económicas para as comunidades.
“O festival tem vindo a fortalecer a identidade das comunidades e é cada vez mais evidente a proximidade entre quem recebe e quem participa”, sublinha Domingos Pires, da PORTUGALNTN, empresa parceira envolvida na organização desde a primeira edição.
Esta dinâmica tem um impacto direto forte na economia do território. Mais de 60% dos participantes são provenientes de fora da região e muitos aproveitam o festival para permanecer no Vale do Tua durante dois ou três dias, numa época do ano em que a atividade turística é habitualmente mais reduzida. A procura chega, em alguns municípios, a esgotar a capacidade de alojamento local, estendendo-se mesmo a concelhos vizinhos.
A restauração, o alojamento, o comércio e os produtores locais beneficiam desta procura, num modelo que procura fazer com que o valor gerado pelo turismo permaneça no território. Para além de participarem nas caminhadas, muitos visitantes aproveitam a estadia no Vale do Tua para descobrir a gastronomia, os vinhos, o património e outras propostas de turismo de natureza disponíveis na região.
A edição deste ano ficou também marcada por uma novidade: a criação de oficinas criativas e pedagógicos destinados aos mais pequenos. Enquanto os pais participavam nos percursos pedestres, os mais novos podem aprender, brincar e descobrir novas experiências ligadas ao território, acompanhados por uma equipa dedicada. A iniciativa reforça a dimensão familiar que o festival pretende consolidar, alargando as possibilidades de participação e tornando o evento mais acessível a diferentes públicos e gerações.
A sustentabilidade é outro dos pilares do TFPP, traduzindo-se em medidas concretas para reduzir o impacto ambiental do evento e incentivar comportamentos responsáveis. Por exemplo, todos os participantes recebem uma garrafa e uma caneca reutilizáveis. A organização aboliu a utilização de garrafas de água descartáveis, assegurando pontos de reabastecimento ao longo dos percursos. A gestão dos resíduos é igualmente uma preocupação, com a organização a recolher o lixo encontrado durante a passagem pelos trilhos. Nos reforços alimentares e nas refeições, privilegiam-se produtos de origem local e, sempre que possível, o envolvimento de empresários e associações das próprias localidades.
A avaliação dos participantes é uma componente importante da melhoria contínua do festival. Em cada etapa, os caminhantes são convidados a responder a inquéritos de satisfação, podendo partilhar opiniões, sugestões e eventuais reparos sobre a organização e as atividades e, segundo a organização, as avaliações confirmam o bom caminho que se está a seguir.
The post Tua Festival de Percursos Pedestres reforça impacto turístico e económico no Vale do Tua appeared first on A Voz de Trás-os-Montes.
![]()
O trabalho desenvolvido à frente da Junta de Freguesia de Albufeira e Olhos de Água e os projetos para os próximos anos estiveram em foco na entrevista a Cláudio Marujo, realizada na terça-feira, 13 de outubro de 2026, numa parceria entre a Mais Algarve e a Rádio Total FM, quando se aproxima o primeiro aniversário […]
![]()
The claim that strikes on Russian tech giant Yandex thinned out social media bots finds no support in the networks tracked by Ukrainian disinformation-monitoring company LetsData, co-founder Ksenia Iliuk told Euromaidan Press on 13 October. She cautioned that the strikes may still have affected networks outside the company’s view.
At the Warsaw Security Forum, Lithuania’s prime minister suggested allies should ask Ukraine to strike more Russian data centers because that might help protect European elections from foreign interference. Bot networks are one tool of that interference, so whether the strikes mute them carries weight well beyond Ukraine.
Drones hit Yandex data centers in Sasovo and Vladimir between 8 and 11 October. Ukrainian drone maker Fire Point said its FP-1 drones struck Yandex’s Kaluga site in between. On 12 October, Ukrainian President Volodymyr Zelenskyy told the Warsaw Security Forum that once Ukraine’s response reached Yandex, social media had fewer bots.
LetsData checked X and Facebook, where bot networks usually stand out clearly, Iliuk said. Its analysts looked at networks attributed to Russia’s influence ecosystem. Among them are groups of X accounts spreading domains from what she called a new wave of Doppelgänger, a Russian campaign that clones real news sites.
Those networks look unaffected, Iliuk said. None of them has stopped posting or broken its usual rhythm, she added. Some are slightly less active, but LetsData’s analysts say that is typical for them. The networks run on a weekly cycle, and the check fell in the part of the week when they post less.
LetsData worked with two samples. One covers accounts that systematically target Ukraine, Moldova, and Armenia. The other covers bot networks the company has followed for some time that keep changing their target audience, so they have no fixed country.
About two weeks ago, one network from that second sample wrote about elections in Germany and spread fake Die Welt sites, she said. It now posts about mobilization in Ukraine and shares a fake site of Ukrinform, Ukraine’s state news agency.
The company can compare only within networks whose usual behavior it knows, Iliuk said. Checking the whole internet is impossible because the scale is colossal, she said. A Cloudflare chart that circulated as evidence counted automated web requests from Yandex’s network, including its search crawlers, not social media posts, Cybernews reported.
So the networks LetsData follows show no impact, Iliuk said. That does not mean the strikes had no effect at all, she noted. They may have shown up in networks the company isn’t tracking now. LetsData will keep watching and report other signals if they appear.

© MANUEL TELES/LUSA

© Pedro Sarmento Costa/LUSA

© WILL OLIVER / POOL/EPA

© AFP via Getty Images
![]()
Ukraine’s drone strikes on Russian tech giant Yandex thinned out social media bots, Ukrainian President Volodymyr Zelenskyy said on 12 October. Network data do show Yandex’s automated traffic collapsing after the strikes. Disinformation researchers say that traffic is search crawling, not trolls. A Ukrainian social media monitor told Euromaidan Press its own data show no clear drop in bot activity either.
Russian influence operations are a live threat to European votes. In August, the Matryoshka network fabricated news clips aimed at Sweden’s general election. German and French authorities flagged the same network targeting Germany’s local votes and French presidential hopeful Gabriel Attal. A way to switch such networks off would hand allies a new tool, which is why the claim needs testing.
Addressing the Warsaw Security Forum by video link, Zelenskyy said that once Ukraine began answering Russia’s operation against Ukrainian data centers and its strikes reached Yandex, many social media platforms suddenly became a little easier to breathe on.
Many people noticed less hatred, discord, and provocation because there were fewer bots, he said. It was quite clear where those bots came from, he noted. Their disappearance once Yandex went down proves again that Europe is not the source of the problems, he added.
Lithuanian Prime Minister Mindaugas Sinkevičius said at the same forum that allies should ask Zelenskyy to strike more data centers in Russia, answering a question on how to protect their elections from interference.
Drones first hit Yandex’s data center in Sasovo, Ryazan Oblast, on 8 October. Yandex said it shut the site down completely. The next day, a strike on its Kaluga site completely disabled several modules, the company said. Yandex calls Kaluga its largest data center, Russian science outlet T-Invariant noted.
Ukrainian drone maker Fire Point said its FP-1 long-range drones carried out that strike.
After the first strike, on Sasovo, a source at Yandex summed up the mood for The Bell: “Things are rotten. We keep working.”
Overnight on 11 October, drones hit the third site, in Vladimir. Yandex said it fully halted that data center too. Vladimir Oblast Governor Aleksandr Avdeev acknowledged an attack on “infrastructure” near the city. It started a fire and cut power to two substations serving 5,000 residents, he claimed.
Dima, have you tried turning it off and on again?
— Fire Point (@FirePointUA) October 11, 2026
Automated web requests from Yandex’s network fell to 0.4% of their two-week peak after the third strike, Cloudflare Radar data showed, Cybernews reported. That chart counts automated requests to websites, mostly from Yandex’s own search crawlers. It does not count social media posts.
The chart “has nothing to do with social media,” the Russian opposition analysis group Antibot4navalny wrote.
To those implying that Kremlin-controlled social media bot/troll farms became silent after Ukraine hit a Yandex data center, posting this CloudFare chart ( radar.cloudflare.com/bots/as13238 ):Hate to disappoint you all
— antibot4navalny | bot blocker | блокировщик ботов (@antibot4navalny.bsky.social) 2026-10-11T20:54:52.717Z
Russia’s overall bot traffic last week looked much like any other week. Yandex’s own figure began recovering on Sunday. Covert troll farms usually hide behind residential proxies, hacked devices, virtual private networks (VPNs), and Western cloud providers, the outlet added.
Yevhen Luzan tracks Ukrainian social media sentiment as an analyst at the Ukrainian nonprofit CAT-UA. Its daily reviews sample about 500 random posts. On 11 October, that sample showed an unusually small share of posts criticizing Ukraine’s authorities, he told Euromaidan Press. Accounts showing signs of bot activity made up only a few tenths of a percent of that criticism. That is within the margin of error.
The same day, though, US President Donald Trump’s deal for Russian diesel supplies dominated Ukrainian feeds. Luzan said a rally-around-the-flag effect could explain the shift, as outrage at Washington crowded out domestic stories.
“To state it definitively and draw a cause-and-effect link from this correlation would be too bold,” he said.
Across the wider pool of about 10,000 daily mentions, CAT-UA sees no significant drop in posting activity in recent days. The curve shows only the usual rises and dips around the start and end of the week, Luzan said.
“For now, even a hypothetical drop in bot farm activity dissolves entirely in the natural fluctuations of the information space,” he said.
The claim that Russian social media bots fell by half is unproven and built on a misread chart, disinformation analyst Joohn Choe concluded in a fact-check. It traces back to an 8 October post by security researcher Jeremiah Fowler. That post said Russian bot traffic had dropped to 49%. On 11 October, radio reporter Jamie Dupree spread it on X. Tom’s Hardware then ran it under a headline calling the crawler traffic “Russian disinformation bot traffic,” wording it has since changed.
According to Cloudflare Data Explorer the amount of russian bot traffic has dropped to 49% after Ukraine struck a yandex data center. Could this disrupt the midterm elections in the US? pic.twitter.com/SRtMyjaV22
— Jeremiah Fowler Security Researcher (@yoda69) October 8, 2026
Ukrainian military analyst Tatarigami claimed that Texas separatist accounts with identical “Veteran, Christian, Father, MAGA” bios had gone quiet. He said Quebec separatists and Polish anti-EU accounts went quiet alongside them.
Polish military analyst Jarosław Wolski claimed that AfD’s online support fell 56%, posting a chart without naming its source. Another X user said “Polish” bots had vanished.
Zderusyfikowany internet (ukraińskie trafienia w centra Yandexa) nagle objawia cuda w socjalach: poparcie dla AfD w socjalmediach spadło o 56%. Mniej "polskich" kont szczujących na Ukraińców, mniej "ukraińskich" szczujących na Polaków, poparcie w sieci dla MAGA gwałtownie spadło… pic.twitter.com/zi4rwqNR9I
— Jarosław Wolski (@wolski_jaros) October 11, 2026
VTM
A Infraestruturas de Portugal (IP) anunciou que a interrupção da circulação ferroviária na Linha do Douro ocorrerá entre os dias 3 de novembro e 24 de março. Durante este período, será assegurado um transporte rodoviário alternativo, com paragens nas localidades servidas pela linha do comboio.
As obras visam a modernização e eletrificação do troço entre Marco de Canaveses e Peso da Régua, tendo já iniciado em 2025. Este projeto inclui uma suspensão anterior da circulação por cinco meses e foi programado para o inverno, época de menor procura pelo serviço ferroviário.
O investimento total na empreitada é de 110 milhões de euros, prevendo-se a eletrificação integral dos cerca de 47 quilómetros deste troço. Os trabalhos estão estimados para durar três anos, com três períodos distintos de interrupção da circulação ferroviária.
Atualmente, a eletrificação da Linha do Douro está concluída até ao Marco de Canaveses. A IP expressou agradecimento pela compreensão dos utilizadores face aos constrangimentos causados por estas intervenções, que considera essenciais para modernizar e reforçar a segurança na infraestrutura ferroviária.
The post Interrupção da circulação na Linha do Douro entre Marco e Régua appeared first on A Voz de Trás-os-Montes.

© Annabelle Gordon / POOL/EPA

© RUI MINDERICO/LUSA/LUSA