Em reuniões militares, Putin ordenou a continuação dos ataques a centros logísticos e de defesa na Ucrânia para travar armas ocidentais, confirmando contactos abertos para trocas humanitárias.
Bernardo Valente afirma que é urgente obter autonomia estratégica na defesa perante a volatilidade dos EUA. Considera ainda que, Trump vê a Rússia como "potência média" e transacional.
Moscovo acusa a Polónia de ter planos para atacar o enclave báltico com HIMARS e F-16. A NATO nega bloqueio, mas Zakharova diz ser "difícil de acreditar".
Bruno Cardoso Reis considera que postura de Zelensky prioriza defesa do país à diplomacia. Relativamente à aproximação EUA-Moscovo: alerta para "clara simpatia" de Trump por líderes autoritários.
António Costa afirmou, à chegada à cimeira do Conselho Europeu, que "não é altura para tirar o apoio à Ucrânia" nem de aliviar as sanções à Rússia. Von der Leyen também garantiu o apoio à Ucrânia.
Numa altura em que Donald Trump tem acusado Volodymyr Zelensky de não estar disposto a negociar a paz, Volodymyr Zelensky responde que tenciona acabar com a guerra o mais rápido possível.
O Presidente ucraniano frisou que não tenciona apenas discutir a energia, mas também as capacidades de defesa aérea e o financiamento para cobrir as necessidades orçamentais do país em 2026 e 2027
O Major-General Arnaut Moreira critica a postura de Trump na compra de combustível à Rússia. Afirma também que os negócios não podem esperar pela paz na Ucrânia.
O presidente ucraniano marca hoje presença no Parlamento Europeu para a reunião dos 27 líderes do Bloco. Ainda, PSP do Porto adianta ao Observador que não encontrou qualquer arma nas manifestações.
Vai ser discutido o apoio militar e financeiro europeu à Ucrânia e o reforço da pressão sobre a Rússia. No Porto, manifestantes não pernoitaram na praça D. João I por falta de condições de segurança.
Nova base conta com plataformas para trilhos de lançamento capazes de lançar os sistemas russos de drones mais avançados. Rússia aumento produção de drones a jato nos últimos meses.
Escassez acontece numa altura em que a Rússia tem intensificado os ataques à Ucrânia. Kiev tem pedido entrega de mísseis Patriot, de fabrico norte-americano, para reforçar a defesa antiaérea do país.
Zelensky anunciou novos ataques a refinarias russas, apesar do cessar-fogo energético anunciado por Trump. Putin acusa Kiev de dar o primeiro passo e promete uma resposta de Moscovo.
João Albuquerque, especialista em Relações Internacionais, defende que o eventual uso da maior bomba dos EUA no Irão confirma o falhanço militar e o desespero de Washington.
Kiev suspendeu missões após restrições norte-americanas à Starlink. Rússia lançou quase mil drones em menos de 24 horas. Zelensky exige intercetores e munições para F-16.
Azeredo Lopes admite que o possível uso de armas pesadas no Irão é sinal de que os EUA não alcançaram os objetivos militares. Ainda assim, impacto destrutivo, mas não definitivo, deste armamento.
Para o chefe do executivo, o acordo entre os Estados Unidos e a Rússia sobre gasóleo "não corresponde a um exercício consequente e coerente" para responder ao aumento dos preços da energia.
"Esta novidade não traz nenhuma consequência positiva e é um sinal incoerente face àquilo que nós devemos fazer para pressionar a Rússia a poder contribuir para a obtenção de uma paz justa e duradoura para a Ucrânia", sustentou Luís Montenegro
Zelensky mostrou-se irritado com distanciamento de Trump face a Kiev. Falou também sobre bloqueio do acesso do Exército ucraniano a informações recolhidas por meios tecnológicos norte-americanos.
Numa entrevista ao jornal britânico Financial Times, publicada esta quinta-feira, Zelensky afirmou que a Ucrânia se comprometeu apenas a uma pausa de três dias, desde domingo
Sistemas de defesa aérea ucranianos conseguiram abater um total de 39 drones inimigos durante a noite. A onda de ataques russos destruiu infraestruturas, causou incêndios e mortes em várias regiões.
Bruno Cardoso Reis nota que a trégua energética na Ucrânia não passava de uma ilusão de Trump. Alerta também para a hesitação dos aliados em defender a Arábia Saudita dos Houthis.
EUA estão a preparar cenários para uma nova ofensiva contra o Irão, incluindo ataques a instalações nucleares e infraestruturas energéticas com a bomba MOAB, a "Mãe De Todas as Bombas".