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Mirko Benetti (Presidente Port Authority di Pisa) alla cerimonia inaugurale della 4ª Fujian International Maritime Equipment Expo

16 October 2026 at 19:18

Nella cerimonia inaugurale della fiera di Fuzhou il Presidente Benetti ha dato il via all’evento con altre quattro personalità del settore marittimo. In serata ha raccontato agli operatori di tutto il mondo il modello del distretto nautico toscano e la leadership italiana nei superyacht. Il Canale dei Navicelli e il distretto nautico toscano sono stati protagonisti a Fuzhou, in Cina, alla 4ª Fujian International Maritime Equipment Expo, una delle più importanti fiere internazionali della cantieristica e delle tecnologie del mare, in programma dal 16 al 19 ottobre 2026.

Mirko Benetti (Presidente Port Authority di Pisa) alla cerimonia inaugurale della 4ª Fujian International Maritime Equipment Expo
Mirko Benetti (Presidente Port Authority di Pisa) alla cerimonia inaugurale della 4ª Fujian International Maritime Equipment Expo

Il Presidente della Port Authority di Pisa, Mirko Benetti, è intervenuto questa mattina alla cerimonia di apertura e, insieme ad altre quattro personalità del mondo marittimo e della nautica internazionale, ha dato simbolicamente il via all’evento. Nel corso della giornata il Presidente ha incontrato operatori e delegazioni internazionali e ha presentato il modello del Canale dei Navicelli alla stampa cinese.
In serata, all’International Buyers’ Gala Dinner, davanti a centinaia di operatori arrivati da tutto il mondo, il Presidente Benetti ha parlato di lusso, di yachting e della leadership mondiale dell’Italia nel settore. Secondo il Global Order Book 2026 di Boat International, il 52% dei superyacht in costruzione o in ordine nel mondo si costruisce in Italia, e la Toscana è uno dei poli principali di questa eccellenza.
Al centro dell’intervento la storia del Canale dei Navicelli, fatto scavare tra il 1563 e il 1575 da Cosimo I de’ Medici per collegare Pisa al porto di Livorno, e il distretto che oggi vive lungo le sue sponde: alcuni dei cantieri più prestigiosi della nautica mondiale, decine di imprese specializzate e circa 4.000 persone impiegate tra occupazione diretta e filiera.

“Seicento anni fa da Fuzhou salpavano le flotte dell’ammiraglio Zheng He, e quattro secoli e mezzo fa Cosimo de’ Medici apriva Pisa al mare con il Canale dei Navicelli”, ha dichiarato il Presidente Mirko Benetti. “Due città lontane con la stessa intuizione: chi apre la via del mare apre la via del futuro. Oggi la grande nautica deve unire eccellenza e sostenibilità, e nessuno può farlo da solo. Il distretto toscano porta design, artigianalità ed esperienza; da qui possono nascere collaborazioni concrete tra cantieri, porti e distretti nautici di Oriente e Occidente. La Port Authority di Pisa è pronta a fare la sua parte”.

La partecipazione alla missione di Fuzhou rafforza il posizionamento internazionale del Canale dei Navicelli come polo della grande nautica nel Mediterraneo e apre nuove opportunità di relazione con operatori, istituzioni e investitori dell’area asiatica.
La Port Authority di Pisa ringrazia gli organizzatori e le autorità del Fujian per l’accoglienza.

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“Estamos há demasiados anos à espera das interligações” elétricas à Europa, diz Montenegro

16 October 2026 at 19:00

Num Conselho Europeu também marcado pela discussão sobre os preços elevados da energia, o primeiro-ministro português voltou a pressionar a Europa para que avance com as interligações elétricas entre a Península Ibérica e o resto do continente.

A Península Ibérica “está há demasiados anos à espera das interligações” elétricas que lhe permitam aproveitar plenamente as vantagens da produção de energia renovável e contribuir para reduzir os preços da eletricidade no conjunto da União Europeia (UE), sublinhou esta sexta-feira Luís Montenegro, numa conferência de imprensa após a cimeira de dois dias.

O líder do Governo português reiterou que a resposta europeia à pressão sobre os preços da energia deve assentar em três dimensões: diplomática, através dos esforços para encontrar uma solução para o conflito no Médio Oriente; económica, com a coordenação das políticas e das medidas de resposta entre os Estados-membros; e estratégica, para assegurar a continuidade da transição energética e ambiental.

Para Montenegro, a aposta nas energias renováveis deixou de ser apenas uma questão climática e passou também a representar uma vantagem económica, ao reduzir a dependência de combustíveis fósseis e a exposição das economias europeias a choques externos. “Esta não é uma altura para hesitações”, frisou, defendendo que a UE deve manter o rumo da transição energética e assegurar que as diferentes componentes da estratégia são concretizadas.

O reforço das interligações elétricas é um dos desafios estruturais do mercado energético europeu. Apesar dos investimentos realizados nos últimos anos, a Península Ibérica continua relativamente isolada do resto do mercado continental, sobretudo devido à limitada capacidade de ligação entre Espanha e França — o que reduz a possibilidade de transportar eletricidade entre regiões com diferentes condições de produção e procura.

No plano ibérico, foi inaugurada em julho deste ano uma nova interligação entre Portugal e Espanha, que acrescentou 1.000 megawatts de capacidade de intercâmbio. O investimento reforça as ligações entre os dois países, mas não elimina o problema mais amplo da insuficiente conectividade da Península Ibérica com o resto da Europa.

Ainda assim, Portugal parte de uma posição relativamente favorável na produção de eletricidade, que lhe tem permitido reduzir a exposição à volatilidade dos combustíveis fósseis. De acordo com a Comissão Europeia, as fontes renováveis representaram 83% do cabaz de produção elétrica português em 2025, ano em que o país registou o quinto preço grossista médio mais baixo da UE, de 67 euros por megawatt-hora, abaixo da média europeia de 85 euros.

Não obstante, Portugal não é imune à subida dos preços, já que continua exposto às variações dos custos do gás natural e aos períodos em que a produção solar diminui e a procura exige o recurso a outras fontes de geração de energia. A capacidade de armazenamento, a flexibilidade do sistema e o reforço das redes são, por isso, elementos complementares para garantir que a maior produção renovável se traduz numa vantagem económica consistente.

Além das interligações, Luís Montenegro destacou o consenso alcançado entre os 27 Estados-membros quanto à necessidade de encontrar respostas coletivas para a pressão sobre os preços da energia. Nesse sentido, afirmou, a Comissão Europeia “foi mandatada” para prosseguir esse trabalho, incluindo a “identificação de medidas que permitam aliviar os custos suportados pelas empresas e pelos consumidores”.

Entre as orientações referidas pelo primeiro-ministro português está o adiamento do regulamento relativo ao metano — uma medida que, segundo explicou, se insere no objetivo de reduzir obrigações suscetíveis de aumentar os custos da energia –, apontando ainda para a necessidade de encontrar “soluções dirigidas aos setores industriais mais afetados” pela atual conjuntura.

(Notícia atualizada pela última vez às 19h26)

Do trabalho sem limite ao fim da 6x1: veja avanço da jornada no Brasil

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A promulgação da emenda constitucional que extingue a escala de seis dias de trabalho para um de descanso marca um novo capítulo da história das relações trabalhistas no Brasil. A mudança, que garante o direito a dois dias de descanso semanal, ocorre após mais de um século de reivindicações por limites à jornada de trabalho e por condições que assegurem aos trabalhadores tempo para atividades além do emprego.

Com base em informações históricas do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e do Tribunal Superior do Trabalho (TST), a Agência Brasil fez um levantamento dos principais marcos da evolução da jornada de trabalho no país.

Herança escravista

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Antes das primeiras leis trabalhistas, a economia brasileira foi sustentada por séculos pelo trabalho escravizado. Segundo o TST, a história do trabalho livre e assalariado é relativamente recente no país.

Durante 400 anos, a economia brasileira se apoiou no trabalho realizado por pessoas escravizadas. Já o período de trabalho livre e remunerado tem pouco mais de um século.

Essa herança ajuda a explicar por que a construção dos direitos trabalhistas ocorreu de forma gradual.

Primeiros passos

No início do século 20, trabalhadores passaram a se organizar para reivindicar direitos e limites para a jornada de trabalho. Naquele período, a ausência de regras gerais permitia jornadas extensas em diversos setores da economia.

Segundo o histórico do MTE, em 1912, a Confederação Brasileira do Trabalho (CBT), criada durante o 4º Congresso Operário Brasileiro, defendia uma pauta que incluía a jornada de oito horas diárias e a semana de seis dias de trabalho.

Também estavam entre as reivindicações a indenização por acidentes de trabalho, o salário mínimo, o seguro obrigatório para doenças e a pensão para velhice.

Ministério, Justiça e CLT

Poucos anos depois, em 1918, o governo federal criou o Departamento Nacional do Trabalho, uma das primeiras estruturas estatais voltadas à regulamentação das relações trabalhistas.

A institucionalização da proteção ao trabalho avançou em 1923, com a criação do Conselho Nacional do Trabalho. O órgão é apontado pelo TST como um dos marcos iniciais da estrutura que daria origem à Justiça do Trabalho brasileira.

Na década de 1930, com a criação do Ministério do Trabalho pelo governo de Getúlio Vargas, o direito do trabalho passou por um processo de ampliação, organização e regulamentação.

Segundo o TST, esse movimento culminou na instalação da Justiça do Trabalho, em 1941, e na consolidação da legislação trabalhista nos anos seguintes.

Um dos principais marcos desse processo foi a criação da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), em 1943, que reuniu e organizou a legislação trabalhista existente.

Da Constituição Federal ao fim da escala 6x1
 

São Paulo (SP), 30/06/2026. - Ato pelo fim da escala 6x1, na Avenida Paulista. Foto: Paulo Pinto/Agencia Brasil São Paulo (SP), 30/06/2026. - Ato pelo fim da escala 6x1, na Avenida Paulista. Foto: Paulo Pinto/Agencia Brasil
Protesto contra escala 6 por 1 em São Paulo. Foto: Paulo Pinto/Arquivo Agência Brasil

Durante grande parte do século 20, a jornada semanal máxima prevista na legislação brasileira era de 48 horas.

A Constituição Federal de 1988 promoveu uma das mudanças mais importantes nesse modelo ao reduzir o limite para 44 horas semanais, mantendo o teto de oito horas por dia.

A promulgação do fim da escala 6x1 representa agora mais uma alteração relevante nessa trajetória.

Ao assegurar dois dias de descanso por semana, a nova regra modifica uma forma de organização do trabalho que permaneceu por décadas em atividades como comércio e serviços.

A medida amplia o período de descanso dos trabalhadores e se soma a uma série de mudanças que, ao longo da história brasileira, buscaram limitar o tempo dedicado ao trabalho e ampliar direitos dos brasileiros.

Linha do tempo

Até 1888 – A economia brasileira se apoia majoritariamente no trabalho escravizado, sem direitos trabalhistas

1912 – A Confederação Brasileira do Trabalho passa a defender a jornada de oito horas diárias e a semana de seis dias de trabalho

1918 – Criação do Departamento Nacional do Trabalho

1923 – Criação do Conselho Nacional do Trabalho

1930 – Criação do Ministério do Trabalho, Indústria e Comércio

1941 – Instalação da Justiça do Trabalho

1943 – Criação da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT)

1988 – A Constituição Federal reduz de 48 para 44 horas o limite semanal de trabalho

2026 – Congresso Nacional promulga a emenda constitucional que extingue a escala 6x1 e garante dois dias de descanso semanal a todos os trabalhadores

Reabilitação. Quem pagou 21% pode corrigir, mas há condições

16 October 2026 at 17:45
Lei que clarifica regras de aplicação do IVA reduzido na reabilitação urbana abre a porta à correção de taxas normais já pagas pelos promotores. Mas há condições temporais que limitam a possibilidade.

© JOSÉ COELHO/LUSA

Vila Nova de Gaia é uma das cidades onde haverá mais divergências com o fisco por causa do IVA aplicável à reabilitação

Brasil deve voltar a ser 8ª maior economia do mundo em 2027, prevê FMI

Logo Agência Brasil

O Brasil deve voltar ao posto de oitava maior economia do mundo em 2027, deixando para trás Rússia e Itália.

A projeção faz parte do documento Perspectivas da Economia Mundial, divulgado nesta semana pelo Fundo Monetário Internacional (FMI).

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De acordo com o estudo, o Produto Interno Bruto (PIB, conjunto de todos os bens e serviços produzidos no país) brasileiro alcançará US$ 2,80 trilhões (R$ 14,65 trilhões) no ano que vem.

Em 2026, o país termina na décima posição do ranking, com PIB de US$ 2,655 trilhões.

Para 2027, a lista mantém os Estados Unidos como maior potência econômica, seguida pela China.

Confira o Top 10 das economias mundiais, segundo a projeção do FMI, instituição multilateral vinculada às Nações Unidas.

  1. Estados Unidos: US$ 34,44 trilhões
  2. China: US$ 22,94 trilhões
  3. Alemanha: US$ 5,66 trilhões
  4. Índia: US$ 4,52 trilhões
  5. Reino Unido: US$ 4,49 trilhões
  6. Japão: US$ 4,47 trilhões
  7. França: US$ 3,65 trilhões
  8. Brasil: US$ 2,80 trilhões
  9. Itália: US$ 2,77 trilhões
  10. Rússia: US$ 2,68 trilhões

A última vez em que o Brasil ficou no oitavo lugar foi em 2017. De acordo com a estimativa do FMI, o país segue na oitava posição até 2031, último ano projetado.

A melhor posição já ocupada pelo Brasil no ranking global de PIB foi a sétima posição, alcançada em 1995 e de 2010 a 2014.

Saiba mais no Repórter Brasil Tarde, da TV Brasil

Índia decola

Um dos destaques da previsão do FMI é a Índia, que salta do sexto para o quarto lugar e ultrapassa Reino Unido e Japão. Em 2031, a Índia deve tomar o terceiro lugar, da Alemanha.

Estados Unidos e China devem ocupar os dois primeiros lugares do ranking, nesta ordem, até 2031.

O que é o PIB

O PIB é o conjunto de todos os bens e serviços produzidos em uma localidade em determinado período. Com o dado, é possível traçar o comportamento da economia do país, estado ou cidade, assim como fazer comparações internacionais.   

O PIB é calculado com o auxílio de diversas pesquisas setoriais, como comércio, serviços e indústria. 

Durante o cálculo, há cuidados para não haver dupla contagem. Um exemplo: se um país produz R$ 100 de trigo, R$ 200 de farinha de trigo e R$ 300 de pão, o PIB será de R$ 300, pois os valores da farinha e do trigo já estão embutidos no valor do pão.   

Os bens e serviços finais que compõem o PIB são medidos no preço em que chegam ao consumidor. Dessa forma, levam em consideração também os impostos cobrados.  

O PIB ajuda a compreender a realidade de um país, mas não expressa fatores como distribuição de renda e condição de vida. É possível, por exemplo, um país ter PIB alto e padrão de vida relativamente baixo, assim como pode haver nação com PIB baixo e altíssima qualidade de vida.

 

IC-19 cortado junto a Queluz no domingo

16 October 2026 at 16:24
Das 09h00 às 13h00 de domingo, o sentido Lisboa-Sintra do IC-19 tem desvio obrigatório. Exercício simula acidente com várias vítimas e envolve várias forças de segurança.

© FILIPE AMORIM/OBSERVADOR

Entre as entidades envolvidas neste exercício estão o Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil da Grande Lisboa

Esquerda acusa Governo de estar alheado da realidade

16 October 2026 at 15:39
O secretário-geral do PCP, Paulo Raimundo, na primeira intervenção de um debate que acabou por se centrar no problema da habitação, criticou uma política egoísta e violenta".

© JOSÉ SENA GOULÃO/LUSA

"O rigor orçamental é, para nós, essencial porque constitui um elemento indissociável da possibilidade de poder existir a justiça social", disse Paulo Raimundo

Túnel do Grilo condicionado a partir de segunda-feira

16 October 2026 at 15:36
Em causa está o início dos trabalhos no sistema de iluminação das galerias e nas imediações dos emboquilhamentos do Túnel do Grilo a partir de segunda-feira e durante 60 dias.

© MARIO CRUZ/LUSA

Será necessário, entre as 22h00 e as 06h00 o corte de vias, sendo a circulação assegurada por duas vias ou excecionalmente por uma via

Lufthansa paga sinal de até 30 milhões pela privatização

16 October 2026 at 15:27
Valor resulta de um despacho publicado em julho, que fixou a prestação pecuniária inicial em 2,5% do montante oferecido pelas ações a adquirir no âmbito da venda direta de referência.

© MÁRIO CRUZ/EPA

Conclusão da operação está prevista até ao início de 2028

Ets, il compromesso all’italiana al Consiglio europeo raccontato da Tabarelli

16 October 2026 at 15:24

Il compromesso c’è, anche se le posizioni restano abbastanza lontane. Però il segnale è arrivato. Nella notte del Consiglio europeo, dove le partite di Giorgia Meloni sull’energia erano più di una, è arrivata una prima vera convergenza sul meccanismo per la tassazione delle emissioni, che molti Paesi, Italia in testa, affiancata dalla Confindustria, vorrebbero rivedere in profondità. Nella convinzione che far pagare le imprese produttrici di energia in base all’inquinamento prodotto sia una delle concause dell’aumento del costo dell’elettricità.

Le posizioni, si diceva. Da una parte il gruppo dei Paesi del gruppo di Visegrad, Slovacchia, Ungheria, Repubblica Ceca e Polonia, che mira a rinviare l’Ets2 (il nuovo sistema dell’Unione europea per lo scambio di quote di emissione di CO2 creato per affiancare il vecchio sistema Ets1) al 2030, mentre i più convinti sostenitori delle energie rinnovabili puntano i piedi e ribadiscono l’indiscutibilità della transizione green e le sue tempistiche, anche a costo di affossare l’industria. Una posizione di mezzo, e qui viene il compromesso, è quella dell’Italia che, pur facendo asse con il Gruppo di Visegrad, non chiede uno slittamento dei termini, ma punta piuttosto a strappare una “eccezione temporanea nazionale”, sul modello di quella concessa a Spagna e Portogallo nel 2023, quando fu concessa la fissazione di un price cap sull’elettricità.

L’accordo del Consiglio sul capitolo Ets si è fatto attendere sino a tarda notte e il punto di caduta si è trovato su una formulazione delle conclusioni finali che “invita la Commissione europea ad aggiornare la valutazione di tutti gli impatti dell’ETS2, in particolare la sua concezione e le sue garanzie”. Il Consiglio europeo, si legge nelle conclusioni, “sottolinea che la transizione energetica rimane la strategia più efficace per conseguire l’autonomia strategica dell’Europa, rafforzare la resilienza, ridurre in modo strutturale i prezzi dell’energia e fornire l’energia pulita, abbondante e prodotta internamente necessaria per alimentare l’economia del futuro, accelerando l’elettrificazione e diffondendo le fonti energetiche rinnovabili e a basse emissioni di carbonio, le reti nonché lo stoccaggio di energia, come anche promuovendo l’efficienza energetica”.

Tuttavia, “nel contesto del riesame in corso del sistema Ets, e al fine di sostenere la competitività industriale europea, il Consiglio europeo ribadisce la necessità di garantire con urgenza un mercato del carbonio ben funzionante, trasparente e prevedibile, proteggere efficacemente dalla rilocalizzazione delle emissioni di CO2, ridurre la volatilità del prezzo del carbonio e attenuare il suo impatto sui prezzi dell’energia elettrica, preservando nel contempo il ruolo essenziale dell’Ets nella transizione climatica ed energetica attraverso un segnale di prezzo basato sul mercato per le emissioni di carbonio che stimoli gli investimenti e l’innovazione”. Tradotto, la transizione non si tocca, né tanto meno si discute, però il tema dei prezzi dell’energia non può essere ignorato.

Una questione, quella del costo dell’energia che si ripercuote sulla vita quotidiana, a cominciare dai generi alimentari, planata d’altronde sullo stesso tavolo del Consiglio, il quale “sottolinea l’importanza cruciale di affrontare il problema dei prezzi elevati dell’energia. Ha discusso l’impatto dell’attuale contesto geopolitico sulle catene di approvvigionamento globali, sulla sicurezza energetica e sui prezzi dell’energia e dei carburanti, nonché gli effetti sui cittadini , sull’industria e sull’economia nel suo complesso”. Eppure, per Davide Tabarelli, presidente di Nomisma Energia, non c’è troppo da gioire. “A me pare che quanto uscito dal Consiglio europeo sia solo un ributtare la palla in tribuna, un segno inequivocabile della grande contraddizione nella quale è imprigionata l’Europa”, spiega Tabarelli, raggiunto telefonicamente da Formiche.net.

“L’Europa si è data l’ambizioso, anzi direi ambiziosissimo, obiettivo di ridurre le emissioni del 55% entro il 2040: un obiettivo, diciamocelo, quasi impossibile considerando che oggi siamo a -37% di emissioni. Ora, se la tassazione del carbone, ovvero l’Ets, si alza ancora, allora forse una possibilità c’è, ma questo significherebbe stroncare quel poco di industria rimasta. E in questo momento per molti Paesi alzare le tasse della decarbonizzazione sulle imprese non sarebbe concepibile. Dall’altra, se invece l’Ets cominciamo a smontarlo, è inutile continuare a parlare di transizione anche solo per un altro minuto. Eccola la contraddizione, fermare l’Ets e chiudere il discorso decarbonizzazione o renderlo ancora più pesante ma chiudere imprese e industrie. Per questo, il compromesso uscito dal Consiglio non risolve molto la faccenda”.

 

Meloni forza il negoziato sull’ETS: Bruxelles apre ai correttivi, ora la prova dei costi per l’industria

16 October 2026 at 15:15

ETS, il pressing di Meloni e il nodo competitività: cosa ha ottenuto l’Italia a Bruxelles

Poco prima della partenza per Bruxelles, Giorgia Meloni avrebbe avuto, secondo fonti a lei vicine, una breve conversazione con Emanuele Orsini, presidente di Confindustria. L’indiscrezione, anche se da confermare, si inserisce in quel costante dialogo tra governo e imprese, nel quale il costo dell’energia e le regole europee sulle emissioni occupano da mesi un posto centrale. Ed è proprio su quel terreno che la premier ha concentrato una parte significativa del negoziato al Consiglio europeo.

«La questione, in fondo, è piuttosto semplice: che senso ha chiedere alle imprese europee di competere sui mercati internazionali se poi vengono costrette a sostenere costi che i loro concorrenti americani o asiatici non hanno? È attorno a questo interrogativo che Giorgia Meloni ha costruito una delle partite più delicate del Consiglio europeo di Bruxelles», racconta una fonte diplomatica di stanza a Bruxelles.

Per arrivare a un’intesa sull’ETS, il sistema europeo di scambio delle quote di emissione, ci sono volute ore di discussioni e una mediazione conclusa nella notte. Meloni non ha ottenuto la sospensione del meccanismo né il rinvio dell’ETS2 invocato dall’Italia e da altri governi, ma nelle conclusioni compare una richiesta precisa alla Commissione: aggiornare la valutazione degli effetti dell’ETS2, a partire dalla sua struttura e dalle misure di salvaguardia.

Al tempo stesso, i Ventisette sollecitano interventi contro l’eccessiva volatilità del prezzo della CO₂ e richiamano esplicitamente la necessità di proteggere la competitività industriale. Per capire perché Roma abbia insistito tanto sull’ETS basta guardare i bilanci delle imprese italiane, già alle prese con un costo dell’energia che pesa sulla competitività. Il sistema europeo impone agli impianti industriali interessati di restituire quote corrispondenti alle emissioni prodotte. Una parte è ancora assegnata gratuitamente; le altre vanno comprate sul mercato.

Il meccanismo serve a incentivare la riduzione della CO₂. Ma quando le tecnologie necessarie per tagliare le emissioni sono costose, o non ancora disponibili su scala industriale, il conto rischia di diventare pesante. Nell’acciaio, nel cemento, nella chimica, nel vetro e nella ceramica al costo diretto delle emissioni può aggiungersi quello indiretto dell’elettricità. Per le imprese italiane, già esposte a prezzi dell’energia spesso elevati, la combinazione può diventare particolarmente difficile da sostenere. Il pericolo non è soltanto una contrazione dei margini. È il cosiddetto carbon leakage: produzioni che si spostano in Paesi dove i vincoli sulle emissioni sono meno onerosi, con il rischio di perdere occupazione e capacità industriale in Europa senza ridurre le emissioni complessive a livello mondiale.

È una delle ragioni per cui Bruxelles ha introdotto anche il CBAM, il meccanismo di adeguamento del carbonio alle frontiere; restano tuttavia questioni aperte, tra cui la protezione delle esportazioni europee. È su questo nodo che Adolfo Urso insiste da tempo. Il 26 febbraio, al termine del confronto con i ministri dei Paesi riuniti nel formato Friends of Industry, il titolare del MIMIT aveva chiesto di sospendere l’ETS in attesa di una revisione profonda dei parametri di riferimento, delle quote gratuite e del calendario della loro progressiva eliminazione. Aveva inoltre sollecitato uno strumento stabile di sostegno alle imprese esportatrici.

Urso, insomma, non chiedeva qualche correttivo di facciata. A suo giudizio, bisognava intervenire sulle regole che rischiano di rendere sempre meno conveniente produrre in Europa. Un altro passaggio si è avuto l’8 aprile, quando Urso ha incontrato a Roma Stéphane Séjourné, vicepresidente esecutivo della Commissione per la prosperità e la strategia industriale. Nel bilaterale si è discusso anche della revisione dell’ETS e delle preoccupazioni delle imprese sui benchmark, i parametri che concorrono a determinare le quote assegnate gratuitamente. Il confronto con Séjourné mostra come il dossier sia stato seguito non soltanto a Palazzo Chigi, ma anche nei rapporti diretti tra il ministero e l’esecutivo europeo. Al vertice la discussione è ripartita da qui.

L’Italia ha trovato punti di contatto con la Polonia e con alcuni governi dell’Europa centro-orientale, preoccupati per il peso della transizione sui sistemi produttivi. Altri Stati hanno insistito perché non venissero indeboliti gli impegni climatici già assunti. Alla fine è prevalsa una mediazione: l’ETS resta uno strumento centrale della politica europea, ma nelle conclusioni trovano spazio la volatilità del prezzo della CO₂, i rincari dell’elettricità e le ricadute sulla competitività delle imprese. C’è poi una distinzione importante.

L’ETS2, richiamato esplicitamente nelle conclusioni, riguarda i combustibili utilizzati negli edifici e nel trasporto stradale: le sue ricadute interesserebbero soprattutto il riscaldamento e i carburanti. L’ETS tradizionale, invece, riguarda direttamente gli impianti dei settori energivori, le quote gratuite e il rischio di delocalizzazione. Sono due questioni diverse, ma entrambe incidono sui costi della transizione. Ed è su questi costi che il governo italiano vuole continuare a incalzare Bruxelles.

Per Confindustria, che da mesi segnala il peso dell’energia e la necessità di regole sostenibili per la manifattura, il passaggio europeo può offrire uno spazio di confronto ulteriore. Sarebbe però prematuro parlare di una riforma già ottenuta. Il Consiglio ha chiesto ai colegislatori di accelerare il lavoro sulla riserva stabilizzatrice del mercato e alla Commissione di riesaminare gli impatti dell’ETS2. Non ha deliberato la sospensione dell’ETS né fissato il rinvio dell’ETS2 al 2030.

Per Meloni il risultato politico sta nell’aver portato le richieste di correzione dentro un testo condiviso dai leader europei, dopo mesi di pressioni italiane e di interlocuzioni condotte anche da Urso con la Commissione. La partita, però, non si è chiusa nella notte di Bruxelles. Si sposta adesso negli uffici della Commissione e nei successivi negoziati, dove si deciderà quanto di quelle richieste finirà davvero nelle regole. Per le imprese, alle prese ogni giorno con il prezzo dell’energia, le dichiarazioni di principio non bastano. Servono provvedimenti. E soprattutto risultati.

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Será a IA aliada de quem investe?

16 October 2026 at 15:01
A Inteligência Artificial pode ajudar a pesquisar informação e analisar dados, mas não decide por si. Saiba como utilizá-la, sem dispensar o pensamento crítico.

Castelo Branco. Câmara preocupada com falta de investimento

16 October 2026 at 14:29
O presidente da Câmara de Castelo Branco diz existir insuficiência do investimento previsto no Orçamento do Estado para a região, nomeadamente para o IC 31 e Tribunal Central Administrativo Centro.

© JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR

Apelam ainda a que seja associada uma dotação financeira para a construção da barragem do Alvito, no rio Ocreza, e que assegure o investimento necessário na ULS de Castelo Branco e reforce as verbas da Universidade Politécnica

Atividade econômica tem alta de 0,3% em agosto, mostra IBC-Br

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O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), indicador usado para acompanhar a evolução da economia brasileira, ficou estável com variação de 0,3% em agosto de 2026 na comparação com julho, informou nesta sexta-feira (16) o Banco Central.

Em relação a agosto de 2025, o indicador registrou crescimento de 1,2%. Nos últimos 12 meses, a alta acumulada é de 1,6%.

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As informações que compõem o indicador abrangem os setores da indústria, de serviços e da agropecuária, além dos impostos sobre produtos.

Em agosto, a agropecuária recuou 1,8% em relação a julho. No mesmo período, a indústria avançou 0,9%, enquanto o setor de serviços variou 0,2%. Os impostos sobre produtos subiram 0,1%.

Excluindo a agropecuária, o IBC-Br variou 0,3% no mês.

Segundo os dados divulgados, os resultados de agosto, na comparação com julho, foram os seguintes:

  • IBC-Br: 0,3%
  • Agropecuária: -1,8%
  • Indústria: 0,9%
  • Serviços: 0,2%
  • Impostos: 0,1%
  • IBC-Br ex-agropecuária: 0,3%

Comparação anual

Já na comparação com agosto de 2025, o indicador apresentou avanço de 1,2%. Nesse tipo de comparação, o resultado mostra que a atividade econômica ficou acima do nível registrado no mesmo mês do ano passado.

Entre os setores, na comparação com o mesmo período do ano anterior, a agropecuária teve alta de 5,8%; os serviços avançaram 1,3%; a indústria cresceu 0,4% e os impostos aumentaram 0,3%.

Sem a agropecuária, o IBC-Br registrou alta de 0,9%.

Veja a variação do índice na comparação com agosto de 2025:

  • IBC-Br: 1,2%
  • Agropecuária: 5,8%
  • Indústria: 0,4%
  • Serviços: 1,3%
  • Impostos: 0,3%
  • IBC-Br ex-agropecuária: 0,9%

No acumulado dos oito primeiros meses do ano, o indicador registra crescimento de 1,6%. Em 12 meses, a expansão também é de 1,6%. No trimestre encerrado em agosto, ante o trimestre terminado em maio, o IBC-Br apresentou variação negativa de 0,6%.

O índice

Considerado uma espécie de termômetro da economia, o IBC-Br reúne informações dos setores de indústria, serviços, agropecuária e impostos sobre produtos.

O indicador é complementar ao Produto Interno Bruto (PIB) e permite acompanhar a evolução da atividade econômica com maior frequência.

 

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