13h.Porto.Livre pede explicações a MAI sobre atuação da PSP



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● Isabel Mendes Lopes visita Faro e AlbufeiraNo passado dia 3 de outubro, Isabel Mendes Lopes, co-porta-voz e líder parlamentar do LIVRE visitou Faro e Albufeira. O dia iniciou-se pela manhã na capital algarvia, com uma visita ao Refúgio Aboim Ascensão, acompanhada pelo deputado municipal de Faro, Rodrigo Teixeira, e de vários Membros e Apoiantes […]

© DIOGO VENTURA/OBSERVADOR

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O dia iniciou-se pela manhã na capital algarvia, com uma visita ao Refúgio Aboim Ascensão, acompanhada pelo deputado municipal de Faro, Rodrigo Teixeira, e de vários Membros e Apoiantes do Partido. Seguiu-se um café com a Deputada, pelas 15 horas, na Alameda João de Deus, em Faro, tendo como principal foco as áreas da cultura e associativismo. Sendo este um evento aberto ao público, estiveram presentes representantes de diversas associações de âmbito local e regional nas áreas da intervenção cultural, juventude, apoio social e causa animal.
O último evento do dia esteve reservado para Albufeira, com a participação pública de Isabel Mendes Lopes no podcast “Antitudo”, com assinatura de Cobramor, que se realizou pelas 18 horas na FNAC do AlgarveShopping, na freguesia da Guia, com o tema “Empatia Radical”.
Uma colaboração entre o Núcleo Territorial do Algarve do LIVRE e o Círculo Temático de Ecologia do LIVRE resultaram na organização de um debate intitulado “O Calor que divide: ondas de calor, desigualdades e adaptação climática em Portugal” no dia 10 de outubro, na Biblioteca Municipal Manuel Teixeira Gomes, em Portimão.
Esta sessão decorreu presencialmente e online e teve a presença de António Lopes (geógrafo, professor associado do IGOT – Instituto de Geografia e Ordenamento do Território da Universidade de Lisboa e investigador do Centro de Estudos Geográficos), de Maria João Sacadura e Serrano (geocientista e especialista em Sustentabilidade Ambiental, Adaptação Climática e ESG Territorial) e de Sandra Enteiriço (economista com percurso profissional ligado à Economia do Ambiente, financiamento climático, transição ecológica, resíduos e economia circular).
Sendo o 5.º Partido mais votado no Algarve nas últimas eleições legislativas e tendo assento na Assembleia Municipal de Faro e na Assembleia Intermunicipal do Algarve, o LIVRE reforça assim a sua presença no Algarve, perspetivando as próximas iniciativas a realizar para o debate do futuro da Região e com vista à apresentação de propostas para o Orçamento do Estado 2027, com base na realidade regional.



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Nas ruas de Marina Bay foi hoje realizado o único treino livre para o GP de Singapura, a 17ª etapa da temporada 2026 da Fórmula 1. George Russel foi o detentor da volta mais rápida, com o crono de 1:32,274s, na frente de Charles Leclerc (+0,198s) e Lando Norris (+0,273s).
Neste final de semana em Marina Bay, contemplando corrida Sprint, as equipas não vão ter outra oportunidade, em treino livre, para efetuarem mais afinações das máquinas, já que, mais logo terá lugar a Classificação – SQ1, SQ2 e SQ3 – para formação da grelha de partida da Sprint.
Conforme esperado, tendo em conta a previsão do tempo, o início das atividades deste final de semana já se realizaram com o tempo bastante quente. A temperatura ambiente chegava aos 32ºC e a do asfalto aos 50ºC. A humidade relativa do ar estava na casa de 60%.
Para este primeiro contacto com o circuito, quase todos os pilotos optaram por usar pneus duros, à exceção de Valtteri Bottas, que optou por médios.
E os primeiros dez minutos Max Verstappen era quem completava a volta mais rápida (1:35,641s) – longe, portanto, do crono final da sessão – mas já seguido por George Russell (que terá de pagar a punição por substituir o motor nesta etapa), enquanto Lewis Hamilton surgia a fechar o trio mais veloz.
Vale a pena destacar que as condições que os pilotos encaram neste treino livre não serão as mesmas que irão enfrentar durante a Classificação para a corrida Sprint, uma vez que o sol já se terá posto e as temperaturas deverão baixar ligeiramente (ou bastante ?).
Outro detalhe observado, é o de que a pista estava bastante empoeirada e suja nesta sessão inicial, mas à medida que os pilotos vinham completando voltas, a borracha deixada no piso melhorava as condições.

Mais algum tempo passava e quem saltava para a liderança era Lando Norris (1:34,367s), seguido de Max Verstappen, mas rodavam com os compostos mais duros (pelo relvado) com intuito de preservarem os médios a fim de concretizarem melhor desempenho na tomada de tempos que antecede a Sprint.
Cerca de metade do tempo do treino cumprido, Leclerc era o novo líder, mas acabava por ser superado por Russell uma vez mais, com Hadjar, Antonelli e Norris no top-5. Mais atrás, Bortoleto era o décimo colocado, mas outros pilotos começavam a baixar os seus registos.
E com o tempo disponível quase esgotado, George Russell terminava a sessão com a melhor volta do dia em 1:32,274s, com Leclerc, Norris, Hamilton e Piastri no top-5. Antonelli ficava apenas na sétima posição e Bortoleto na 16ª posição, ainda assim, na frente de Hülkenberg (18º). A Audi apresentou neste GP os seus carros com cores de tonalidade azul.
Os tempos averbados no único treino livre para o GP de Singapura foram estes:
1) George Russell (Mercedes), 1:32.274
2) Charles Leclerc (Ferrari), 1:32.472
3) Lando Norris (McLaren), 1:32.547
4) Lewis Hamilton (Ferrari), 1:32.773
5) Oscar Piastri (McLaren), 1:32.838
6) Max Verstappen (Red Bull Racing), 1:33.006
7) Kimi Antonelli (Mercedes), 1:33.525
8) Isack Hadjar (Red Bull Racing), 1:33.723
9) Pierre Gasly (Alpine), 1:34.038
10) Liam Lawson (Racing Bulls), 1:34.155
11) Oliver Bearman (Haas F1 Team), 1:34.331
12) Arvid Lindblad (Racing Bulls), 1:34.476
13) Esteban Ocon (Haas F1 Team), 1:34.481
14) Fernando Alonso (Aston Martin), 1:34.495
15) Carlos Sainz (Williams), 1:34.651
16) Gabriel Bortoleto (Audi), 1:34.736
17) Alexander Albon (Williams), 1:34.805
18) Nico Hulkenberg (Audi), 1:34.884
19) Franco Colapinto (Alpine), 1:34.983
20) Lance Stroll (Aston Martin), 1:35.268
21) Sergio Perez (Cadillac), 1:35.299
22) Valtteri Bottas (Cadillac), 1:35.620
Colaboração: F1Mania
O Livre promove um debate sobre ondas de calor, desigualdades e adaptação climática na Biblioteca Municipal Manuel Teixeira Gomes, em Portimão, no sábado, dia 10 de outubro, entre as 16h00 e as 18h00. A sessão terá transmissão em simultâneo na Internet e contará com Maria João Sacadura, António Lopes e Sandra Enteiriço. Sob o título […]
O conteúdo Livre debate ondas de calor e desigualdades em Portimão aparece primeiro em Barlavento.
O «Café com Deputados» recebe Isabel Mendes Lopes em Faro no dia 3 de outubro às 15h00.
O conteúdo Evento «Café com Deputados» leva Isabel Mendes Lopes do LIVRE a Faro aparece primeiro em Barlavento.
Cette nouvelle publication entend proposer de longues recensions critiques. Elle consacre son premier numéro aux tensions du système-monde, de l'effacement de Gaza à l'ascension de la Chine. Au même sommaire, « En finir avec le cycle du seum » de Nathalie Quintane ou un portrait de Dionys Mascolo. (N° 1, septembre-novembre, trimestriel, 15 euros. — Paris.)
Artisan maçon autodidacte devenu correcteur d'imprimerie, René Lefeuvre (1902-1988) va s'enthousiasmer pour la révolution d'Octobre, mais la lecture de La Révolution russe de Rosa Luxemburg — « la seule femme que j'ai aimée », dira cet homosexuel tourmenté — va éveiller son esprit critique. En 1936, il fonde ce qui sera le grand œuvre de sa vie, les éditions Spartacus, avec pour premier titre Seize Fusillés. Où va la révolution russe ?, de Victor Serge. La grande période, ce sont les années 1968-1979, qui verront la publication d'une centaine de titres avec pour credo l'anticapitalisme, l'anticolonialisme, le refus du fascisme et l'antibolchevisme dans une veine marxiste antiautoritaire. Il avait fait sienne la formule de son ami Jorge Valadas, alias Charles Reeve : « Le désir de changer le monde est indispensable à qui prétend vivre debout. »
Syllepse, Paris, 2026, 144 pages, 12 euros.
Nasim Vahabi est iranienne. Elle vit en exil depuis 1998. Deux de ses romans ont été interdits par la République islamique. Le roman présenté ici est un chant général et subtil contre la nature dictatoriale et censitaire d'un pays jamais nommé mais que le lecteur n'aura aucun mal à identifier…
Un texte qui est mis aux arrêts par les censeurs peut-il exister ? Est-il déjà condamné à disparaître ? C'est le thème de ce roman (1), dont la dense brièveté, calculée au trébuchet, décuple l'effet coup de poing. Une succession d'épisodes le compose, où se répondent, comme dans une chambre d'échos, les divers personnages évoqués, en une chaîne du secret où une romancière, son éditeur, la fille de ce dernier, etc., tentent de vivre, de faire vivre l'écrit, et de réaliser leurs projets tout en se sachant sous une dictature.
Tout commence avec la démarche d'une écrivaine « dont le roman est emprisonné depuis quatre longues années » ; elle est venue avec son éditeur connaître le sort réservé à son livre, auprès du chef du conseil de l'autorisation de publication. Ils sont reçus par celui qu'ils pensent être un sous-fifre. On ne parle pas de censure, dans ce pays : « Le mot “censeur” est péjoratif, et les mots “censure” et “censeur” font partie des termes qu'il est interdit d'évoquer dans un roman, et même de prononcer devant les agents lecteurs. » Ces « agents lecteurs », ce sont… les censeurs. Son roman « a été lu par quatre agents lecteurs dont deux sont docteurs en lettres modernes (…) puis par une autre équipe. Ces deux équipes reprochent à ce roman de noircir l'image de la société. C'est un excellent texte hélas avec un peu de pessimisme ». L'écrivaine argumente, lui lit la fin du récit : « Vous voyez, il n'est pas pessimiste, les deux personnages se quittent en disant “à demain” puisqu'ils ont de l'espoir. (…) — Oui, mais ce “à demain” aurait un poids symbolique ! Votre demain n'a pas la même signification que le nôtre. » Pour preuve de sa bonne volonté, il lui propose de visiter la salle des archives et de prendre connaissance d'autres textes semblables au sien, dans cette bibliothèque des manuscrits abandonnés qui gisent par centaines sur les étagères. Mais cette caverne aux trésors, qui a tous les attributs d'un cimetière littéraire, peut s'avérer un piège…
L'épisode suivant est constitué de l'échange entre l'éditeur et sa « Dame », une sorte de parade nuptiale réciproque, dans une aura de tendresse ironique, sous la protection supposée de WhatsApp et de Telegram, car il leur faut être prudents. D'ailleurs, parfois ils effacent certains de leurs textes, participation volontaire à l'entreprise nationale de censure — comme le dit l'éditeur, sans avoir besoin de préciser : « Ils sont là. Ils sont dans nos maisons, nos téléphones, nos familles, nos cerveaux, (…) ces salauds qui sont partout dans cet asile qui s'appelle notre pays. »
Chaque chapitre fait ainsi entendre des voix singulières dans un temps qui a pour particularité de n'être pas vraiment quantifiable : mieux, l'histoire est expressément encouragée à prendre son temps, celui du non-achèvement. La mécanique du livre agence délicatement ses différentes sections comme des particules qui devront finir par prendre sens.
(1) . Nasim Vahabi, Je ne suis pas un roman, traduit du farsi par l'auteure, Tropismes Éditions, Trôo, 2022.
A Avenida 24 de Junho, em Altura, vai transformar-se num autêntico sambódromo no sábado, dia 8 de agosto, com a realização do Carnaval de Verão, a partir das 22h00, com entrada livre.
Inspirado no cortejo de Carnaval, que é um dos mais celebrados no sotavento algarvio, esta iniciativa contará com carros e estruturas alegóricas, com foco no aproveitamento e na reutilização de materiais da edição que decorreu em fevereiro deste ano.
Com o mesmo tema, “Culturas e Tradições do Mundo”, o desfile contará com centenas de foliões e figurantes, que vão encher de cor e alegria a zona central da Avenida 24 de Junho, ao mesmo tempo que decorre o Mercadinho de Verão.
Integrado na programação da Animação de Verão em Altura, o evento termina no palco da Zona de Lazer, com um concerto dos “Pau de Arara”.
A iniciativa é organizada pela Junta de Freguesia de Altura, em parceria com o Município de Castro Marim.