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"O Joaquim Letria foi um gigante na nossa profissão"

16 October 2026 at 15:56
O jornalista Gonçalo Pereira Rosa recorda o amigo, Joaquim Letria, como um gigante da comunicação e espírito livre que dominou a imprensa, televisão e rádio.

© Diana Quintela /Global Imagens

Lufthansa paga sinal de até 30 milhões pela privatização

16 October 2026 at 15:27
Valor resulta de um despacho publicado em julho, que fixou a prestação pecuniária inicial em 2,5% do montante oferecido pelas ações a adquirir no âmbito da venda direta de referência.

© MÁRIO CRUZ/EPA

Conclusão da operação está prevista até ao início de 2028

Teniente general Miguel Ivorra: "España es el segundo país del mundo en ciberataques"

16 October 2026 at 10:29
Teniente General Miguel Ivorra, Director General de Estrategia e Innovación de la industria de Defensa del Ministerio de Defensa

La defensa del siglo XXI ha dejado de centrarse solo en la protección física de infraestructuras militares, más aun cuando España es el segundo país que más ataques de ciberseguridad recibe del mundo en campañas de secuestro de datos, según ha advertido el teniente general Miguel Ivorra, Director General de Estrategia e Innovación de la industria de Defensa del Ministerio de Defensa, en el noveno Congreso Internacional de Inteligencia Artificial organizado por El Independiente.

"Donde hay infraestructura crítica hay valor, y donde hay valor hay interés donde se quiere hacer daño", aseguró Ivorra, y es por eso que "la defensa debe centrarse en la protección de sus fronteras, pero también en blindar sus infraestructuras físicas y digitales", ya que "el entorno estratégico actual es más volátil más incierto, más complejo y más competitivo". Para ello, es exigible obtener "inversiones sostenidas y competitivas además de resilientes, contando con activos propios para mantenerlas y desarrollarlas". Más aun cuando el hecho de dominar la IA "ofrece una ventaja tanto en la defensa como en el ataque".

Pero es que Ivorra advierte, conocedor del papel que puede tener la IA en el plano militar, "todo lo que decidamos hacer con la inteligencia artificial va a ser amplificado por ella misma". De este modo, "una IA bien dirigida multiplica nuestra capacidad de proteger infraestructuras críticas, de anticipar riesgos, de generar empleo cualificado y de consolidar cohesión territorial. Ahora bien, una IA mal dirigida o ignorada, amplifica las brechas, la dependencia y la vulnerabilidad". Pero con una IA bien dirigida, como señala Ivorra, en el Ministerio de Defensa "está cambiando la manera en que anticipamos los riesgos, detectamos anomalías, mantenemos nuestros activos y protegemos sistemas".

Y para desarrollar la IA, "una pieza clave de los futuros sistemas de las que estarán compuestas nuestras fuerzas armadas", es imprescindible "cooperar y ser soberanos, ya que estos no son conceptos antónimos". El objetivo es tener "capacidad de fabricar, integrar y probarla", es decir, "para "ser soberanos tecnológicamente sin necesitar de terceros".

Para ello, el Teniente general asegura que "la autonomía estratégica de un país no comienza cuando se obtiene un producto final. Empieza mucho antes en los centros formativos donde cursan estudios nuestros jóvenes. En una laboratorio, en los centros de investigación y en los hubs, en nuestras pequeñas y medianas empresas y en las startups". La integración de la educación y la industria en el desarrollo de la tecnología es esencial porque "la inteligencia artificial representa un salto cualitativo en el mando y control, en la ciberdefensa y en la simulación de la defensa".

Por otra parte, el desarrollo tecnológico, asegura Ivorra, "no solo persigue únicamente la modernización de capacidades de nuestras Fuerzas Armadas. También persigue el fortalecimiento de una base industrial que es para a la vez, garantía de seguridad, de empleo cualificado, de cohesión territorial y de progreso económico".

ORGANIZA
IMPULSA
PATROCINA

TAP e Lufthansa abrem uma oportunidade para o Algarve que o Governo tem de concretizar

15 October 2026 at 17:16

CDS-PP Algarve saúda a escolha da Lufthansa, defende a recuperação do investimento público e exige uma estratégia de reforço das ligações aéreas a Faro

A Comissão Política Distrital de Faro do CDS-Partido Popular, em comunicado que se transcreve, «saúda a decisão do Governo da Aliança Democrática de selecionar o Grupo Lufthansa como parceiro estratégico da TAP, considerando que esta operação abre uma nova oportunidade para a aviação portuguesa, para a recuperação dos recursos públicos investidos na companhia e para o reforço da conectividade internacional do Algarve.

A decisão aprovada em Conselho de Ministros representa um passo importante na reprivatização da TAP e na procura de uma solução que permita à companhia crescer, ganhar competitividade e integrar um dos grandes grupos europeus de aviação. Em 2023, o Governo de António Costa definiu como objetivo alienar pelo menos 51% do capital da TAP, tendo admitido a possibilidade de privatizar a totalidade da companhia.

A opção agora seguida pelo Governo de Luís Montenegro prevê a venda de 44,9% à Lufthansa, acrescida de até 5% reservados aos trabalhadores, mantendo o Estado uma participação maioritária de 50,1% nesta primeira fase. A proposta selecionada representa um encaixe global de até 1.201 milhões de euros e foi considerada financeiramente superior à da Air France-KLM, com uma vantagem de 16%. A operação prevê ainda a possibilidade de uma segunda fase de privatização, que poderá permitir ao Estado recuperar uma parte substancial do investimento realizado.

Para o CDS-PP, a questão central é clara. O dinheiro dos contribuintes que foi necessário mobilizar para salvar a TAP deve ser recuperado tanto quanto possível, através da alienação de capital, da valorização da participação remanescente e dos resultados futuros da companhia. A concretização desse objetivo dependerá, naturalmente, da evolução financeira e das condições da operação.

A TAP registou um prejuízo líquido de 99,2 milhões de euros no primeiro semestre de 2026, apesar do crescimento das receitas e do número de passageiros. Este resultado demonstra que a dimensão da companhia e a procura pelos seus serviços não dispensam uma gestão rigorosa dos custos, uma estratégia comercial consistente e uma estrutura financeira sustentável. A experiência europeia mostra que é possível superar crises profundas e reduzir a exposição dos contribuintes. A Lufthansa reembolsou antecipadamente os empréstimos e depósitos estatais utilizados durante a pandemia, tendo o Estado alemão concluído posteriormente a venda da sua participação.

Também a KLM reembolsou os empréstimos que efetivamente utilizou ao abrigo do pacote de apoio disponibilizado pelos Países Baixos. Estes exemplos não são diretamente comparáveis com o caso português, mas demonstram a importância de criar condições para que as companhias aéreas recuperem a sua autonomia financeira e deixem de depender do apoio público.

A Distrital de Faro do CDS-PP reconhece o trabalho desenvolvido pelo Ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz, na condução deste processo, que exigiu capacidade negocial, avaliação das propostas e definição de condições para o futuro da companhia. Tendo sido cabeça de lista da Aliança Democrática pelo círculo eleitoral de Faro nas legislativas de 2024, Miguel Pinto Luz conhece as necessidades e as aspirações do Algarve. É, por isso, particularmente importante que esta decisão nacional se traduza também em oportunidades concretas para a região.

O CDS-PP orgulha-se de integrar a Aliança Democrática, sob a liderança do Primeiro-Ministro Luís Montenegro, e de contribuir para uma governação assente na responsabilidade financeira, na iniciativa privada e na defesa do interesse nacional. A privatização parcial da TAP não significa abdicar do interesse público. Significa procurar uma solução que permita conciliar a sustentabilidade económica da companhia com a preservação da sua identidade portuguesa, da sua função estratégica e da capacidade de servir o país.

Faro tem de conquistar um lugar na estratégia da Lufthansa. Para o Algarve, esta decisão abre perspetivas relevantes, mas não garante automaticamente novas rotas ou mais voos para Faro. O Grupo Lufthansa integra companhias com uma extensa rede internacional e importantes plataformas aeroportuárias, nomeadamente em Frankfurt, Munique, Zurique e Viena. A articulação comercial entre a TAP e as companhias do grupo poderá criar novas oportunidades de ligação entre Faro e mercados emissores de elevado interesse para a região. O mercado alemão, em particular, apresenta potencial para o desenvolvimento do turismo de natureza, do golfe, da cultura, da gastronomia, da saúde e do bem-estar, bem como para o aumento das estadias fora da época alta.

Contudo, as oportunidades só se transformarão em benefícios reais se forem acompanhadas por decisões comerciais, novas rotas, frequências adequadas e uma estratégia de captação de procura durante todo o ano. O CDS-PP Algarve defende, por isso, que o Governo promova um diálogo estruturado com a Lufthansa, a ANA Aeroportos, o Turismo do Algarve, os municípios e os agentes económicos regionais, com o objetivo de identificar oportunidades de expansão da conectividade aérea e definir prioridades concretas para o Aeroporto Gago Coutinho, em Faro.

O Algarve não precisa apenas de receber mais turistas. Precisa de criar melhores condições para que o turismo produza prosperidade duradoura, empregos mais qualificados e maior valor acrescentado para a economia regional. O reforço das ligações internacionais poderá beneficiar a hotelaria, a restauração, o comércio, as empresas de animação turística, os operadores de golfe e os produtores regionais. Poderá também contribuir para reduzir a sazonalidade e distribuir melhor os benefícios do turismo pelo Barrocal e pelo interior serrano. Uma oportunidade que exige resultados até porque a economia social de mercado, um dos princípios fundamentais da Democracia Cristã, assenta na articulação entre liberdade económica, responsabilidade pública, justiça social e promoção do bem comum.

O Estado deve assim definir objetivos estratégicos, proteger o interesse coletivo e garantir condições de concorrência, sem substituir permanentemente a iniciativa empresarial. Uma TAP financeiramente sustentável, competitiva e integrada num grande grupo europeu poderá dispor de melhores condições para investir, crescer e reforçar a sua posição internacional. Importa, contudo, acompanhar o cumprimento dos compromissos assumidos, salvaguardar os trabalhadores, preservar a identidade portuguesa da companhia e garantir que as oportunidades criadas pela operação se traduzem em benefícios para o conjunto do país. Para o Algarve, o desafio é particularmente claro. A região não pode ficar à margem desta nova etapa da aviação portuguesa, nem se limitar a aguardar que os benefícios cheguem por iniciativa do mercado.

A Distrital de Faro do CDS-PP saúda a decisão do Governo da Aliança Democrática e o trabalho desenvolvido pelo Ministro Miguel Pinto Luz, defendendo que esta oportunidade seja acompanhada por uma estratégia efetiva de reforço das ligações internacionais a Faro. A oportunidade existe. Importa agora transformá-la em investimento, conectividade e melhores condições de desenvolvimento para o Algarve. A TAP deve ganhar sustentabilidade financeira. Os contribuintes devem recuperar, tanto quanto possível, o dinheiro investido. E Faro deve conquistar um lugar mais relevante na aviação europeia. É essa a exigência que o CDS-PP Algarve coloca ao Governo e aos parceiros envolvidos nesta nova etapa.

PSD/Santarém destaca investimento em Tancos da Lufthansa

15 October 2026 at 17:35
Investimento de 500 milhões de euros prevê a instalação de uma escola de pilotos na base de Tancos. Projeto poderá criar emprego e aproximar interior a novas oportunidades, considera Ricardo Oliveira.

© TOMÁS SILVA/OBSERVADOR

O investimento global anunciado ascende a 500 milhões de euros, incluindo uma comparticipação pública de cerca de 50 milhões de euros, destinada à intervenção na pista

Oferta da Lufthansa para 100% da TAP não é vinculativa

15 October 2026 at 16:53
Quer o Governo, quer a Lufthansa reconhecem que a oferta feita para a compra da totalidade da TAP não é, nem pode ser, vinculativa. Receita com venda de 49,9% cobre menos de 40% da injeção pública.

© JOSÉ COELHO/LUSA

Qual é o real interesse da Lufthansa na TAP? Alemães respondem

15 October 2026 at 10:38
Mercado português parece pequeno mas a verdadeira importância da TAP é outra: a sua rede no Brasil. O Governo escolheu os alemães: a Lufthansa será a nova accionista da TAP, na privatização parcial da empresa, depois de ter apresentado uma proposta de 1.201 milhões de euros para até 49,9% do capital. Luís Montenegro, que anunciou o desfecho, não escondeu: a Lufthansa ofereceu mais 163 milhões de euros do que a concorrente Air France-KLM; além de terem sido avaliados os investimentos associados. Os alemães avaliaram a TAP em pouco mais de 2,5 mil milhões de euros. E garantem um investimento entre

Compra da TAP pela Lufthansa gera 450 milhões em sinergias

15 October 2026 at 10:23
Companhia alemã estima em 450 milhões de euros as sinergias obtida com a participação minoritária na TAP. Maioria dos ganhos é gerada na empresa portuguesa e devolvidos via dividendos à Lufthansa.

© AFP via Getty Images

Presidente executivo da Lufthansa diz que a TAP foi a única companhia lucrativa que a Lufthansa comprou

TAP: ontem foi, de longe, o melhor dia deste governo

15 October 2026 at 09:06
O governo (que consegue um ótimo comprador para a TAP), o PS (que é contra a venda total) e Mário Mourão (que gostava de imitar os protestos em França) são o Bom, o Mau e o Vilão.

O que se sabe e o que ficou no ar no negócio da TAP

15 October 2026 at 05:07
A Lufthansa ganhou a corrida à TAP e prepara-se para comprar quase metade da companhia aérea. Neste episódio explicamos os pormenores e o que ainda falta saber sobre o negócio.

Ejércitos, sanidad o servicios secretos: 11 países europeos ya tienen contratos millonarios con Palantir con dinero público

15 October 2026 at 04:30
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“El crecimiento allí es una mierda”. Así describió Alex Karp, consejero delegado y cofundador de Palantir, el desempeño de la empresa en Europa. Lo dijo el 3 de agosto ante los accionistas, mientras defendía un trimestre “extraordinario”. Palantir vende softwares que cruzan enormes cantidades de datos de fuentes muy distintas, y Karp sostuvo que ese continente estaría peor sin su empresa: “Apoyamos muchísimas instituciones en Europa, incluso instituciones clandestinas. Sin nuestros productos tendrían terrorismo desatado y su problema migratorio sería diez veces mayor.”

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La respuesta de Palantir

Follow The Money y sus medios colaboradores presentaron los hallazgos de esta investigación a Palantir, además de catorce preguntas detalladas. Palantir no ha entrado a contestar a esas preguntas, sino que ha remitido el mensaje de un portavoz: “Es necesario un debate serio sobre cómo salvaguarda Europa su soberanía tecnológica. La soberanía tecnológica debe medirse, en última instancia, por quién controla los datos, las decisiones y la misión, y no solo por la nacionalidad del proveedor de software”. Según Palantir, el control sobre los datos y sobre lo que se hace con ellos corresponde al propio cliente.

Y añade: “Desde 2011, Palantir trabaja con los gobiernos e instituciones de Europa elegidos democráticamente para aumentar la capacidad hospitalaria, acelerar el diagnóstico del cáncer, reasentar a refugiados de forma segura, combatir el crimen organizado, proteger a las víctimas de violencia doméstica y responder con mayor rapidez a inundaciones y otras emergencias”. Señala además que más del 20 % de los empleados de Palantir trabaja desde centros en Europa y que la compañía ayuda a empresas europeas a competir y crecer en sectores como el aeroespacial, el manufacturero y las ciencias de la vida. Palantir afirma además apoyar a los gobiernos europeos en la protección de su seguridad nacional, incluso en Ucrania.

En una respuesta anterior a este mismo consorcio de medios, Palantir negó las acusaciones de implicación en violaciones de derechos humanos.

Em editorial, veículos independentes de imprensa defendem democracia

15 October 2026 at 02:11

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Um total de 55 veículos de jornalismo independente publicou nesta quarta-feira (14) um editorial em defesa da democracia, da liberdade de imprensa e contra o autoritarismo.

O texto critica ataques à imprensa, defende o direito da população de ter acesso à informação de qualidade e alertam para ameaças à democracia brasileira. 

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"Esse direito depende de um ambiente de informação íntegro, onde informações confiáveis, verificáveis e plurais possam circular livremente. O jornalismo tem papel essencial na construção desse ambiente, ao investigar casos de corrupção, abusos de poder e violações de direitos, produzindo evidências que ajudam a sociedade a compreender a realidade, cobrar responsabilidades e dar visibilidade a populações frequentemente negligenciadas", diz o editorial. 

As organizações fazem críticas às propostas do candidato a presidente Flávio Bolsonaro (PL). Segundo o editorial, durante o mandato de Jair Bolsonaro, pai de Flávio, "o jornalismo conviveu com o horror da repressão", e cita agressões verbais do então presidente aos profissionais de imprensa e intimidações. Entre 2019 e 2022, a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) registrou 1.442 casos de violência contra jornalistas e ataques à imprensa, uma média anual três vezes superior à observada entre 2010 e 2018. Em 2022, a Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) registrou 557 alertas de violações à liberdade de imprensa, dos quais 41,6% envolveram ao menos um integrante da família Bolsonaro, conforme o editorial.

Para as organizações, o atual candidato tende a repetir os ataques à imprensa e à democracia, ao colocar como prioridade a libertação do pai e anulação do julgamento ao qual foi condenado por tentativa de abolição do Estado democrático, além de anunciar que deseja fazer mudanças na Constituição caso eleito. 

"O fato de não ser tão verborrágico e agressivo quanto o pai não faz com que seus atos se tornem menos graves", afirmam. "Não é possível ignorar a trajetória de um grupo político que questionou a legitimidade das eleições, confrontou instituições responsáveis por fiscalizar o poder e agora pretende modificar algumas dessas mesmas instituições", acrescenta.

Para os veículos, ameaças ao trabalho da imprensa "comprometem o acesso da população a informações de interesse público e enfraquecem a capacidade da sociedade de fiscalizar quem governa e exigir a responsabilização de quem viola a lei". 

"A população depende de uma imprensa livre para fiscalizar o poder. E uma imprensa livre depende de instituições capazes de assegurar direitos, garantir acesso a informações públicas, proteger profissionais contra intimidações e responsabilizar quem tenta impedir seu trabalho", destaca.

A Agência Brasil procurou a campanha de Flávio Bolsonaro para se manifestar sobre o editorial e não houve retorno até o momento. O espaço segue aberto para manifestação. 

Em evento no Rio de Janeiro neste mês, Flávio Bolsonaro afirmou que irá garantir a liberdade de imprensa se eleito, pois, segundo ele, todos, cidadãos e profissionais de imprensa, têm direito a criticar o governo. 

A campanha do candidato acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para suspender 221 postagens de políticos, sindicatos, artistas e veículos de comunicação. A alegação é que esses perfis estariam disseminando desinformação contra a candidatura e a suspensão, conforme a campanha, não caracteriza censura. 

Os trunfos que deram a vitória à Lufthansa na corrida à TAP

14 October 2026 at 21:52
A oferta mais alta foi decisiva, mas uma proposta de ações para o Estado e uma escola de pilotos em Tancos também contribuíram para a vitória do grupo alemão. A privatização da TAP em 14 respostas.

© JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR

Pinto Luz e Luís Montenegro relançaram o cenário de venda total da TAP nesta legislatura, mas decisão implica apoio de pelo menos um dos maiores partidos da oposição
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