No espaço de uma semana, Ucrânia enfrentou falhas no Starlink e nas informações militares vindas dos EUA. Trump, pressionado pelas intercalares, aponta a Zelensky. É um ponto de não-retorno?
Madalena Meyer Resende, especialista em relações internacionais, avisa que a Europa não tem capacidade militar para substituir os Estados Unidos no apoio antiaéreo e de inteligência à Ucrânia.
Diplomatas da Bélgica, França e Polónia foram alvos de um ataque numa aldeia da Cisjordânia. IDF condenam colonos, mas Netanyahu fala em "campanha de difamação".
Presidente norte-americano anunciou que Moscovo vai fornecer aos EUA milhares de toneladas de gasóleo no âmbito do "acordo energético". Suspensão de sanções surge em momento tenso entre EUA e Ucrânia.
Presidente norte-americano justifica decisão com interesses nacionais dos Estados Unidos. Ainda neste jornal, Carlos Moedas espera que corra "tudo bem" na manifestação pela habitação em Lisboa.
Putin desejou uma rápida recuperação ao chefe da Igreja Católica e "agradeceu ao Papa a sua disponibilidade para contribuir para a resolução do conflito", durante uma conversa telefónica.
Velocidade cortada de 400 para 70 km/h impediu Kiev de abater drones Shahed. Trump diz que "não foi ele" nem Musk. Zelensky admite que sistema ainda não foi totalmente reposto.
Emmanuel Macron voltou a defender os apoios a Kiev, não só como uma questão de mera boa vontade, mas também como medida de segurança europeia, face à proposta de Le Pen, de acabar com eles.
Marine Le Pen é a favorita nas sondagens para suceder a Macron nas eleições de maio de 2027, declarou que, caso seja eleita Presidente, "manterá" a ajuda financeira à Ucrânia durante seis meses e depois "acabará" o apoio
Conquista de "um dos principais bastiões" das forças ucranianas "abre as portas" ao controlo do que falta da região de Donetsk, considera o Kremlin. Exército ucraniano ainda não se pronunciou.
Na cimeira do Conselho Europeu, o Presidente ucraniano apelou aos líderes europeus que encontrem forma de cobrir o défice de financiamento para a guerra em 2027.
O Presidente ucraniano avisou que o líder russo, Vladimir Putin, "não deixará de constituir uma ameaça" para a União Europeia, independentemente de quando a guerra terminar
Zelensky pediu à UE 70 mil milhões de euros, 300 mísseis Patriot e o confisco de ativos russos. Na cimeira em Bruxelas, alertou que a guerra custa à Ucrânia 190 milhões de dólares por dia.
Em reuniões militares, Putin ordenou a continuação dos ataques a centros logísticos e de defesa na Ucrânia para travar armas ocidentais, confirmando contactos abertos para trocas humanitárias.
Bernardo Valente afirma que é urgente obter autonomia estratégica na defesa perante a volatilidade dos EUA. Considera ainda que, Trump vê a Rússia como "potência média" e transacional.
Moscovo acusa a Polónia de ter planos para atacar o enclave báltico com HIMARS e F-16. A NATO nega bloqueio, mas Zakharova diz ser "difícil de acreditar".
Bruno Cardoso Reis considera que postura de Zelensky prioriza defesa do país à diplomacia. Relativamente à aproximação EUA-Moscovo: alerta para "clara simpatia" de Trump por líderes autoritários.
António Costa afirmou, à chegada à cimeira do Conselho Europeu, que "não é altura para tirar o apoio à Ucrânia" nem de aliviar as sanções à Rússia. Von der Leyen também garantiu o apoio à Ucrânia.
Numa altura em que Donald Trump tem acusado Volodymyr Zelensky de não estar disposto a negociar a paz, Volodymyr Zelensky responde que tenciona acabar com a guerra o mais rápido possível.
O Presidente ucraniano frisou que não tenciona apenas discutir a energia, mas também as capacidades de defesa aérea e o financiamento para cobrir as necessidades orçamentais do país em 2026 e 2027
O Major-General Arnaut Moreira critica a postura de Trump na compra de combustível à Rússia. Afirma também que os negócios não podem esperar pela paz na Ucrânia.