Jornalista Christiane Amanpour vai deixar a CNN em junho do próximo ano



O aeroporto de Lisboa estagnou este verão segundo dados publicados pela Vinci, dona da ANA. Nos Açores, o tráfego de passageiros caiu 6,4% face ao mesmo período do ano passado, quando a Ryanair ainda voava para Ponta Delgada. Em sentido oposto, o Francisco Sá Carneiro foi o que mais cresceu.
Durante o terceiro trimestre passaram 10,21 milhões de passageiros pelo Aeroporto Humberto Delgado, menos 0,2% do que no mesmo período do ano anterior, segundo dados divulgados esta segunda-feira pela Vinci. No acumulado de janeiro a setembro, o crescimento é de apenas 0,7%.
Já o Porto voltou a registar um crescimento, com 5,43 milhões de passageiros a passarem pelo Francisco Sá Carneiro no terceiro trimestre, mais 7,1% do que no período homólogo. No acumulado do ano o aumento é exatamente da mesma ordem.
Também a crescer estão os aeroportos de Faro e Funchal, com crescimentos de 3,7% e 3%, respetivamente. Nos Açores, a ausência da Ryanair desde março faz-se notar nos números, com menos 6,4% de passageiros entre julho e setembro deste ano, tendência que se agrava para 8% quando contabilizados os primeiros nove meses.
Estes comportamentos individuais ditaram um crescimento homólogo de 2,1% no terceiro trimestre para o conjunto dos aeroportos nacionais, com um total de 22,5 milhões de passageiros. No acumulado do ano, o aumento é de 2,4% para 57,3 milhões de passageiros. Isto depois de setembro ter terminado com uma variação de 1,5%.
Dados que comparam com a quebra agregada de 1,5% em setembro nos aeroportos do grupo Vinci. No terceiro trimestre, o recuo é mais ligeiro: -0,6%. Neste período, destaque para os crescimentos da Sérvia (6,7%), Costa Rica (5,6%) e Cabo Verde (5,5%).
A chegada de Américo Pinheiro à liderança da fábrica de tapetes Ferreira de Sá é uma história para contar. "Fui eu que fui ter com eles", diz ao ECO Avenida. Tinha feito uma carreira em marcas de luxo, trabalhando no grupo LVMH, e queria voltar para Portugal.
Os 80 anos da Ferreira de Sá e a sua experiência na produção de tapetes tinham tudo para o seduzir. Américo Pinheiro vê nessa história o ponto de partida para construir uma…
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Ver todos os planosHá um ano, quando a Ferreira de Sá começou a trabalhar a sua nova coleção de tapetes, a palavra de que falavam era desarranjo. O que tinham em mente era desconstruir, despentear, decompor o conhecido e fazer tudo novo. Essas ideias acabaram por se cruzar com Fernando Pessoa e o seu Livro do Desassossego, e Desassossego é o nome da mais recente coleção da marca de Silvalde, Espinho, que foi apresentada esta quinta-feira, no Palácio do Grilo, em Lisboa. Entre heterónimos do poeta e Ofélia, entre botanical silk e o nó manual português, o tufting industrial e o tear.
Luxo é criar uma emoção, diz Américo Pinheiro, CEO da Ferreira de Sá, o gestor convocado para construir a marca de tapetes atrás da fábrica de 80 anos. "Antes de tudo está…
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Ver todos os planosO Grupo Volkswagen estará a ponderar um congelamento salarial até 2030, para reduzir os custos. O jornal Süddeutsche Zeitung, que teve acesso a documentos internos da empresa, avança que a medida é extensiva aos colaboradores de todo o mundo. O ECO contactou a Autoeuropa que não “comenta rumores” e a comissão de trabalhadores diz não ter sido abordada. Mais, espera um aumento salarial, tal como acordado, ainda este mês.
“O maior grupo automóvel europeu prevê congelar os salários de muitos dos seus 600.000 colaboradores em todo o mundo até 2030”, escreveu o Süddeutsche Zeitung citado pela Efe. Este congelamento “implicaria, para os afetados, uma perda real de rendimentos de 10%”. O jornal acrescenta que a medida afetará todas as unidades de produção do grupo, já que “todas as marcas, regiões e empresas” terão de contribuir para os objetivos de poupança.
O grupo alemão recusou-se a comentar a notícia, que classificou como especulações e fonte oficial da fábrica da Volkswagen Autoeuropa seguiu o mesmo exemplo quando contactada pelo ECO.
Já a comissão de trabalhadores sublinhou os acordos assinados. “Temos um acordo até junho que prevê um segundo aumento já este mês e não fomos abordados oficialmente sobre essa situação”, disse ao ECO Rogério Nogueira, o atual coordenador da Comissão de Trabalhadores.
Os trabalhadores tiveram aumento salarial de 2,8% com um mínimo de 50 euros em janeiro deste ano. E está acordado um novo aumento de 2,5% em outubro, mais uma vez com um mínimo de 50 euros. O acordo assinado previa ainda o pagamento de um prémio de 500 euros pago no mês seguinte à assinatura do mesmo.
O acordo tinha uma vigência de 18 meses — até junho de 2027 –, e garantiu aos trabalhadores uma majoração de até 150% do Prémio de Objetivos de 2026 e 2027 na sua totalidade.
Em comunicado, divulgado horas depois da publicação deste artigo, os trabalhadores da Autoeuropa consideram que as notícias de que o Grupo Volkswagen estará a ponderar o congelamento dos salários até 2030, “são motivo de enorme preocupação e exigem uma resposta firme por parte de todos os representantes dos trabalhadores”. “A Comissão de Trabalhadores da Autoeuropa não aceitará uma decisão desta natureza” e que “sejam, mais uma vez, os trabalhadores a pagar a fatura”. E deixam uma uma ameaça: “Caso esta estratégia venha a ser concretizada, reagiremos com firmeza e determinação, recorrendo a todos os meios de intervenção e mobilização ao nosso alcance para defender os salários, os direitos e o poder de compra dos trabalhadores”.
“Não aceitaremos que esta restruturação sirva de justificação para congelar salários, retirar direitos ou impor novos sacrifícios aos trabalhadores. A defesa do poder de compra, da valorização salarial e do futuro da Autoeuropa será sempre uma prioridade da Comissão de Trabalhadores”, acrescenta o mesmo comunicado. A comissão garante que “continuará a acompanhar esta situação e a intervir junto das estruturas internacionais de representação dos trabalhadores, para combater qualquer tentativa de impor medidas que prejudiquem os direitos, os salários e o futuro dos trabalhadores de Palmela”.
Este congelamento salarial somar-se-ia aos esforços do grupo alemão para reduzir as despesas, que incluem, entre outros, um corte de 100 mil postos de trabalho nos próximos anos. A reestruturação do grupo passa ainda pelo corte, já este ano, de mais 50 mil postos de trabalho, dos quais metade na Alemanha e os restantes noutros países da Europa. Entre as medidas apresentadas para reestruturar o grupo está também a redução para metade do número de modelos disponibilizados.
(Notícia atualizada às 21h14 com o comunicado da Comissão de Trabalhadores da Autoeuropa)


A Casais Construction, empresa do Grupo Casais, acaba de concluir a obra de reabilitação da nova sede da Fundação Mestre Casais (FMC), localizada na Quinta do Souto, em Parada de Tibães, Braga. A inauguração decorreu na passada sexta-feira, com a presença de elementos do Governo e da autarquia.
“O novo espaço, cuja inauguração oficial assinala um marco importante para a região e para o Grupo, honra as origens da empresa e reforça o seu compromisso inabalável com o território minhoto onde a Casais foi fundada”, refere a empresa, em comunicado enviado às redações esta segunda-feira.
A intervenção a cargo da Casais Construction centrou-se, nesta fase, na reabilitação do anexo da Quinta do Souto, estando prevista, para o futuro, a reabilitação do edifício principal.

Esta obra pautou-se por uma abordagem de “transformação responsável do património construído existente”.
O Grupo Casais sublinha que, ao privilegiar a reabilitação, contribui diretamente para a “valorização do território partilhado e estende o ciclo de vida do edifício, respeitando a sua história, a identidade local e criando um espaço com um impacto duradouro e positivo na comunidade”.
António Carlos Rodrigues, CEO do Grupo Casais, referiu que “reabilitar este espaço na Quinta do Souto tem um significado muito especial para o Grupo Casais”.
“Mais do que uma obra de engenharia, é o regresso às nossas origens e uma demonstração prática da nossa visão para o setor: uma construção cada vez mais sustentável, que valoriza o património existente e cria um impacto positivo na comunidade. Entregamos hoje uma obra que preserva a identidade local e que dota a região do Minho de um espaço de excelência focado na inovação e na sustentabilidade humana”, frisou.
Também o secretário de Estado da Cultura, Alberto Santos, deixou o seu reconhecimento relativamente ao papel da Fundação: “O trabalho desenvolvido pela FMC desde 2021 tem sido notável. Ao promover e democratizar a investigação em áreas cruciais como a construção, o ambiente, a energia e a mobilidade, cumprem um papel essencial: afinal, a qualidade das decisões depende sempre em boa medida da informação que está disponível e da capacidade de a poder entender”.
Por fim, José Mendes, diretor executivo da FMC, considerou que “tendo instalações próprias fica tudo mais fácil”.
“Com estas condições de excelência, podemos fixar mais a equipa e desenvolver de forma mais estável a nossa atividade, intensificando a produção de conhecimento, os debates, as bolsas e a nossa conferência anual”, referiu.
A nova sede, agora edificada e dotada das “melhores condições” pela Casais Construction, servirá de casa para as atividades da FMC.
O conteúdo Casais reabilita edifício numa quinta em Braga para ser sede da fundação aparece primeiro em O MINHO.

© NUNO VEIGA/LUSA

Uma comitiva da Lufthansa, empresa vencedora da privatização da TAP, reuniu-se em 2025 com a Câmara de Beja para avaliar a possibilidade de instalar uma escola de pilotos na cidade, indicou o ex-presidente do município.
A revelação foi feita pelo agora vereador do PS Paulo Arsénio, que liderou a Câmara de Beja entre 2017 e 2025, após o anúncio do Governo, no passado dia 14, de que a proposta da Lufthansa para a aquisição de 44,9% do capital da TAP inclui um investimento de 500 milhões de euros numa nova escola de pilotos em Tancos, no distrito de Santarém.
Numa nota publicada na sua página pessoal no Facebook, consultada pela agência Lusa, Paulo Arsénio revelou ter recebido, a 18 de junho de 2025, um “e-mail muito particular”, assinado por Maximilian Kiewel, responsável da Lufthansa pela Política de Defesa e Relações com a NATO.
Segundo Paulo Arsénio, Kiewel indicou na mensagem “que Beja era uma solução de excelência para uma escola de pilotos de nova geração da Força Aérea Alemã (formados atualmente pela Lufthansa), bem como da NATO“.
O responsável da Lufthansa, acrescentou o socialista, disse também “que acreditava que o projeto seria, a médio e longo prazo, uma tremenda mais-valia para Beja […], nomeadamente com a possibilidade de criação de muitos novos postos de trabalho”.
Quase um mês depois, a 16 de julho de 2025, uma comitiva da Lufthansa, liderada precisamente por Maximilian Kiewel, foi recebida na Câmara de Beja, onde anunciou que pretendia instalar em Portugal uma escola de pilotos ou, “na prática”, duas.
“Uma para formação de pilotos militares da NATO, que começaria com pilotos alemães, numa fase inicial, e que progressivamente se estenderia a pilotos de vários países”, e, por outro lado, “uma escola, de menor dimensão, para treinos de pilotos da Lufthansa“, escreveu Paulo Arsénio.
Segundo o antigo presidente da câmara, “a Lufthansa veio, como cortesia, informar-nos que Beja era uma forte possibilidade para instalação destas valências”.
Por isso, Paulo Arsénio manifestou-se agora “surpreendido” com a escolha de Tancos para acolher a nova escola de pilotos da Lufthansa em Portugal, embora reconheça que não são permitidas escolas de pilotagem na Base Aérea n.º 11, Beja.
“Porém, esta ‘escola de pilotagem’, caso tivesse sido instalada em Beja, seria totalmente diferente das demais”, porque “seria uma escola vocacionada, em primeiro lugar, para a formação de pilotos da área militar” e, depois, “iria abranger o universo NATO”, argumentou.
Na nota que publicou nas redes sociais, Paulo Arsénio considerou “importante saber quem tomou a decisão de Tancos em ‘desfavor’ de Beja e com que argumentos”. “Quando reuni com o Grupo Lufthansa e os seus responsáveis por este investimento, percebi claramente que a sua preferência para esta escola recaía em Beja. Algo se passou, portanto, entre julho de 2025 e outubro de 2026”, frisou o ex-presidente.
O investimento de 500 milhões de euros numa nova escola de pilotos em Tancos, no âmbito da privatização da TAP, foi igualmente questionado, na semana passada, pela Comunidade Intermunicipal do Baixo Alentejo (CIMBAL).
“A opção do Governo configura mais uma forte desconsideração pelo Baixo Alentejo e, evidentemente, mais um contributo para desvalorizar estrategicamente e de forma clara o Aeroporto de Beja”, disse à Lusa o presidente da CIMBAL, António José Brito.
Também o deputado do Chega por Beja, António Carneiro, criticou a escolha de Tancos para acolher uma escola de pilotos em detrimento da região, considerando tratar-se de “uma decisão que merece uma explicação séria aos habitantes do distrito”.
Por sua vez, o deputado do PSD eleito por Beja, Gonçalo Valente, afiançou que a utilização permanente do espaço aéreo em Beja pela Força Aérea Portuguesa não era “compatível com a utilização do aeródromo para a formação de pilotos com alta intensidade, por uma empresa como a Lufhtansa Tecnics”.
La crisis que atraviesa el automóvil alemán sigue golpeando con fuerza a Volkswagen. En el marco de su estrategia para seguir reduciendo costes, el consorcio propietario de marcas como Cupra o Skoda planea ahora congelar los sueldos de más de 600.000 empleados hasta 2030. Una medida que podría llevar a los empleados a perder un 10% de sus ingresos, tal y como ha adelantado el medio alemán Süddeutsche Zeitung y que también afectaría a las plantas españolas de Martorell (Barcelona) y Landaben (Navarra).
El Consejo de Administración ya habría ordenado a los responsables de recursos humanos llevar a cabo una política con cero aumentos salariales, lo que supone que estos se quedarán al mismo nivel de 2026, sin posibilidad de subidas, tal y como indica la misma fuente. El sindicato IG Metall ha apuntado que la medida ha entrado en vigor este mismo octubre, y la ha tildado de "absurda", anticipando una gran resistencia por parte de los propios empleados. La situación se produce en un momento complicado, pues el sindicato reclama una subida salarial del 5% en 12 meses.
Este nuevo capítulo para el gigante teutón tiene lugar después de que el pasado mes de julio se conociera que la compañía podría prescindir de hasta 100.000 trabajadores, tal y como aseguró su consejero delegado, Oliver Blume. Una cifra que doblaría así la estimada inicialmente. Esta decisión apuntaba directamente a reducir "los costes administrativos, de infraestructura y apoyo al negocio principal a un nivel competitivo", lo que serviría para recortar un sobrecoste del 20%, tal y como apuntó el diario alemán Spiegel.
Un recorte con la vista puesta en 2030, y de los cuales 35.000 pertenecerían a la marca Volkswagen, mientras el resto se repartiría entre otras como Audi o Porsche. Este anuncio se produjo apenas unos días después de que el consejo de administración presentara al de supervisión hasta 12 medidas con el objetivo de ser "aún más resiliente, eficiente y ágil", tal y como apunta el grupo en un comunicado. Entre estas se estimó "simplificar gradualmente la gama de modelos hasta en un 50%" para concentrarla en los segmentos de mercados más atractivos. Lo mismo ocurrirá con las opciones de equipamiento en marcas de todo el grupo, como Skoda, Porsche, Audi o Seat & Cupra, que también "se reducirán en un 75%", señalaron en un comunicado.
Dada la situación, el gigante teutón centrará sus inversiones y recursos en productos de mayor valor añadido, lo que se traduciría en un recorte de la producción que pasaría de los 12 a los 9 millones de vehículos al año. Un plan impulsado por Blume que pronto hizo que miles de alemanes salieran a la calle. El sindicato IG Metall organizó protestas en todo el país, con hasta 500 personas que marcharon con bocinas y sirenas hasta el edificio de la dirección, asentado en Wolfsburgo.

A indústria alemã perdeu quase meio milhão de postos de trabalho com contribuição para a Segurança Social entre 2019 e 2025, enquanto no setor de serviços foram criados mais de 2,2 milhões empregos, foi anunciado esta segunda-feira.
Segundo um estudo publicado esta segunda-feira pelo instituto económico Ifo, no final de 2025, havia menos 496.000 ou menos 7,1% pessoas empregadas na indústria face ao início de 2019.
No mesmo período, o número de postos de trabalho no setor dos serviços subiu 2,2 milhões ou 9,8%, principalmente nas áreas de saúde e serviços sociais, bem como na administração pública.
“A Alemanha está a passar por uma mudança estrutural cada vez mais acentuada. Precisamente os setores que até agora sustentaram a nossa prosperidade estão em declínio”, afirmou Joachim Ragnitz, diretor adjunto da delegação do Ifo em Dresden, encarregada do estudo.
Ragnitz destacou que “os novos postos de trabalho não estão a ser criados onde a Alemanha é especialmente produtiva e inovadora”, o que, advertiu, pode travar o potencial de crescimento do país no futuro.
Precisou que o emprego está a diminuir em quase todos os setores industriais, o que atribuiu para uma menor competitividade, especialmente em relação à China.
O responsável do Ifo apontou que os setores chave tradicionais alemães, como a indústria automóvel e a engenharia mecânica, são especialmente afetados.
Assim, a indústria automobilística e os respetivos fornecedores eliminaram 123.500 postos de trabalho, o que representa um decréscimo de 13%, no fabrico de produtos metálicos foram cortados 115.600 empregos, menos 13,7%, e na engenharia mecânica, 64.500 – menos 5,9%. Estes três setores representam cerca de 60% dos cortes de pessoal na indústria, estimou.
Se somarmos o setor de trabalho temporário, no qual se perderam 243.000 empregos, muitos na produção, a indústria perdeu até cerca de 628.000 postos de trabalho ou 8,6%.
Por outro lado, o setor de serviços experimentou um forte crescimento, com 391.500 novos postos de trabalho na área da saúde, mais 15,6%, e 254.200 no setor social, mais 18,8%, além de 102.400 em lares de idosos, mais 9,7%.
A razão principal, segundo Ragnitz, é o envelhecimento da população. O número de trabalhadores com contribuição para a segurança social na administração pública cresceu em 328.700 ou em 18%, em parte porque os postos dos funcionários que se aposentavam foram preenchidos novamente.
Entre os prestadores de serviços privados, as empresas de tecnologias da informação foram as que mais cresceram, com 328.600 postos de trabalho ou 39,2%, provavelmente como consequência de uma maior digitalização, aponta o estudo.
Enquanto isso, o número de trabalhadores com formação profissional diminuiu em 252.000, menos 2,2%, enquanto para os com grau de licenciatura foram criados 1,8 milhões de postos de trabalho ou mais 32,5%.

© PAULO NOVAIS/LUSA

CC OO, UGT, CGT, CNT, la Unión de Actores y Actrices, CO.BAS, Intersindical y la Confederación de Sindicatos de Inquilinas han registrado este lunes por la mañana en el Ministerio de Trabajo la huelga general del 11 de noviembre. Sin los habituales reproches que los sindicatos pequeños suelen dedicar a los grandes, estas centrales han llamado de la mano a la ciudadanía a no acudir a sus puestos de trabajo ese día.

© Chema Moya (EFE)
O Grupo Volkswagen, que integra as marcas automóveis VW, Seat, Cupra, Audi, Porsche e Skoda, está a ponderar um congelamento salarial dos seus trabalhadores até 2030, pretendendo reduzir os custos além da reestruturação já apresentada.
O jornal Süddeutsche Zeitung, citado esta segunda-feira pela agência Efe, diz ter tido acesso a documentos internos da empresa e que “o maior grupo automóvel europeu prevê congelar os salários de muitos dos seus 600.000 colaboradores em todo o mundo até 2030“.
Segundo os planos da empresa, este congelamento “implicaria, para os afetados, uma perda real de rendimentos de 10%”.
O jornal acrescenta que esta medida afetaria todas as unidades de produção do grupo, já que “todas as marcas, regiões e empresas” teriam de contribuir para os objetivos de poupança.
O grupo alemão recusou-se a comentar a notícia, que classificou como especulações.
O principal sindicato do setor, o IG Metall, apontou que o plano da administração é absurdo e, em comunicado, alertou que deverá motivar “uma forte resistência” a nível mundial.
O congelamento salarial somar-se-ia aos esforços do grupo para reduzir as despesas, que incluem, entre outros, um corte de 100.000 postos de trabalho nos próximos anos, assinala a Efe.
O grupo, que, com as joint-ventures chinesas chegou aos 680.000 postos de trabalho em 2023, anunciou em dezembro de 2024 um primeiro corte de 50.000 lugares até 2030 na Alemanha.
Já este ano, o grupo anunciou o corte de mais 50.000 postos de trabalho, dos quais metade na Alemanha e os restantes noutros países da Europa. Entre as medidas apresentadas está, ainda, a redução do número de modelos em oferta do Grupo para metade.
As receitas globais da PwC cresceram 3,5% para 60,2 mil milhões de dólares (cerca de 53,6 mil milhões de euros) no ano terminado a 30 de junho. Um crescimento que, apesar de traduzir uma aceleração face ao período homólogo, fica aquém daquele que foi apresentado por outras big four, nomeadamente a Deloitte e a EY.
“Alcançámos um crescimento robusto, mesmo perante a incerteza económica e geopolítica”, afirma Mohamed Kande, presidente global da PwC, citado pelo Financial Times. O resultado foi influenciado pelo desempenho da PwC na região da Europa, Médio Oriente e África, que cresceu apenas 0,7%, num período que tem sido marcado pelo conflito no Médio Oriente e por um abrandamento na prestação de serviços de consultoria para o governo da Arábia Saudita.
A região da Ásia-Pacífico — a menor da PwC — registou o crescimento mais célere, de 7,7%, à medida que começou a recuperar de escândalos na China e na Austrália que afetaram os seus negócios nesses mercados. Os números para Portugal ainda não são conhecidos.
O desempenho nas várias regiões levou a PwC a alcançar um crescimento das receitas globais de 3,5%, acima do aumento de 2,7% no período homólogo, mas atrás da subida de 3,8% da Deloitte e de 4,7% da EY, refere o Financial Times.
A PwC no Reino Unido já tinha anunciado que as receitas tinham caído pela primeira vez em mais de uma década, penalizadas por um abrandamento do negócio de consultoria no Médio Oriente. A consultora britânica descreveu este período como um “ano desafiante [para o Médio Oriente]” que “reflete o impacto do conflito regional, maior disrupção do mercado e oscilações cambiais”.
Além da incerteza geopolítica, a PwC global está também, assim como as outras big four, a lidar com o impacto da inteligência artificial (IA) no seu negócio, reestruturando as suas operações para usar esta tecnologia e desenvolvendo um conjunto de novos serviços para os seus clientes, nomeadamente consultoria para a implementação de IA.
No entanto, a incerteza sobre como esta tecnologia se integra na infraestrutura tecnológica já existente tem travado o setor de consultoria. O crescimento das receitas de Advisory da PwC — a sua maior divisão — desacelerou para 3% no último ano, face a 4,5% anteriormente, totalizando 25,8 mil milhões de dólares.
Já os segmentos de auditoria e de fiscal registaram crescimentos de 2,6% e de 6,3%, respetivamente, para 20,5 mil milhões e 13,9 mil milhões de dólares.
A PwC adianta ainda que continuou a aumentar a sua equipa, tendo alcançado quase 370 mil colaboradores no final de junho, em comparação com 364 mil no mesmo período anterior.
Iberdrola ha lanzado una nueva funcionalidad de su Asistente Smart Avanzado que bonifica a los hogares que adapten el uso de su climatización y el agua caliente, permitiendo un ahorro de entre 100 y 300 euros al año, en función de las características de la vivienda y de los consumos gestionados, informó la energética.
Así, para una vivienda de 100 metros cuadrados y cuatro ocupantes que dispongan de aire acondicionado, el ahorro se sitúa en torno a los 100 euros. Mientras que, para la misma vivienda que disponga de aerotermia el ahorro se eleva hasta los 300 euros anuales, estimó la eléctrica.
En concreto, el sistema realiza esta gestión de manera automática, respetando los parámetros establecidos por los clientes, sin que tengan que cambiar así sus hábitos ni renunciar al confort de su vivienda.
La iniciativa, apoyándose en la Inteligencia Artificial (IA), permite que los equipos de climatización y agua caliente adapten su funcionamiento para aprovechar los momentos en los que la electricidad es más barata, es decir: cuando hay más generación renovable. De esta manera, la tecnología se ocupa de gestionar los consumos de la vivienda y el cliente obtiene a cambio mejores condiciones económicas.
El responsable de Smart Clima en Iberdrola, Víctor Carballo, consideró que con esta nueva funcionalidad, "la flexibilidad energética deja de ser un concepto lejano y se convierte en ahorro real para los hogares". "Queremos que la tecnología se ocupe de optimizar la energía para que el cliente pueda disfrutar de su casa con el mismo confort y a un precio mejor", dijo.
La solución, en un primer momento, está dirigida a instalaciones que cuentan con dispositivos Airzone, compatibles con la mayoría de los equipos de climatización, y estén integradas con el Asistente Smart Avanzado.
Para facilitar el acceso a esta tecnología, Iberdrola incorpora de serie en sus sistemas de aerotermia los dispositivos Airzone, lo que permite que los equipos puedan beneficiarse desde el primer día de una gestión energética inteligente, automática y orientada al ahorro.
La energética dispone de una oferta integral para la instalación de equipos de aerotermia, que incluye el suministro eléctrico, la instalación y puesta en marcha con condiciones económicas especialmente competitivas gracias al aprovechamiento de los Certificados de Ahorro Energético (CAE), promociones especiales como la Campaña Renove, con la que actualmente se consiguen descuentos de hasta el 85% del coste total, y diferentes soluciones de financiación sin comisiones.
