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Vídeo mostra bombeiros e polícias a juntarem-se aos atuais protestos em França?

19 October 2026 at 21:45

Um vídeo que mostra bombeiros franceses a atravessarem uma manifestação, de tochas na mão e sob aplausos, está a circular nas redes sociais como se mostrasse os profissionais a juntarem-se aos protestos que têm marcado França nas últimas semanas. Mas será que as imagens são atuais? A SIC Verifica.

Montenegro é proprietário de "55 casas", como se afirma nas redes sociais?

19 October 2026 at 21:30

Numa altura em que milhares de portugueses foram para as ruas para lutar pelo direito à habitação, estão a circular nas redes sociais várias publicações que afirmam que o primeiro-ministro é proprietário de "55 casas". Mas será mesmo assim? A SIC Verifica.

Trump e extrema direita fomentam discursos anti-Ucrânia na Europa

19 October 2026 at 20:28
"Nenhum euro destinado à Ucrânia está fazendo falta nos gastos sociais e com educação em nosso país", afirmou Friedrich Merz, na quinta-feira (15), em discurso ao Parlamento. A ressalva do primeiro-ministro não foi sem motivo: financiar a guerra contra a Rússia está se tornando um peso eleitoral difícil de sustentar na Alemanha e na Europa. Leia mais (10/19/2026 - 16h28)

Concurso da Educação de Aparecida oferece 2,9 mil vagas e salários de até R$ 4,5 mil

19 October 2026 at 18:57

A rede municipal de Educação de Aparecida de Goiânia terá reforço no quadro de profissionais com a realização de um novo concurso público. A seleção prevê 2.956 vagas, além de cadastro de reserva para outras 14.780 oportunidades, com salários de até R$ 4.508,28. As inscrições estarão abertas de 9 de novembro a 9 de dezembro de 2026.

Organizado pelo Instituto Verbena, da Universidade Federal de Goiás (UFG), o concurso contempla quatro áreas: professor de área, professor pedagogo, auxiliar administrativo e agente educativo. A iniciativa busca atender às necessidades da rede municipal de ensino, que atualmente atende cerca de 55 mil alunos.

Ao destacar a realização do concurso, o prefeito Leandro Vilela ressaltou a importância da seleção para atender à demanda por profissionais e valorizar os trabalhadores da Educação. “Depois de 13 anos, vamos realizar o concurso da Educação em Aparecida de Goiânia. O objetivo é atender uma demanda reprimida, valorizar os profissionais da Educação e fazer com que a Educação de Aparecida seja uma das melhores do nosso Estado e do nosso país”, afirma.

A secretária municipal de Educação, Núbia Farias, explica que a chegada de servidores efetivos contribuirá para fortalecer o trabalho pedagógico desenvolvido na rede municipal. “O efetivo dará sequência na aprendizagem da criança. Nossa rede é muito boa e temos profissionais excelentes. Os novos servidores vão somar muito”, conclui.

Convocações serão planejadas conforme a demanda

As 2.956 vagas serão preenchidas gradualmente, conforme as necessidades das unidades escolares, o planejamento da Secretaria Municipal de Educação e a disponibilidade orçamentária e financeira da Prefeitura. Dessa forma, os aprovados poderão ser chamados ao longo do período de validade do concurso, sem que haja previsão de entrada imediato de todos os classificados.

Leandro Vilela explicou que o cronograma de convocações será organizado de acordo com a capacidade de atendimento da rede e os recursos disponíveis. “Esse planejamento será executado ao longo do período do concurso. Nós temos hoje uma disponibilidade, porém não significa que todos estarão ingressando imediatamente. As convocações ocorrerão conforme a necessidade, o fluxo de caixa e a disponibilidade financeira da Prefeitura”, explicou.

Salários e etapas da seleção

As remunerações iniciais variam de R$ 2.825,11 a R$ 4.508,28, conforme o cargo, para jornada de 30 horas semanais. O vencimento previsto para professores é de R$ 4.508,28. Para agentes educativos, o valor informado é de R$ 3.070,76, enquanto auxiliares administrativos têm remuneração de R$ 2.825,11.

As inscrições deverão ser realizadas exclusivamente pela internet, no site do Instituto Verbena. A taxa é de R$ 130 para os cargos que exigem nível médio ou técnico e de R$ 150 para as funções de nível superior.

O cronograma prevê a divulgação dos locais e horários das provas objetiva e de redação em 26 de janeiro de 2027. As avaliações serão aplicadas no dia 31 de janeiro, e o resultado final está previsto para 30 de junho do mesmo ano.

A diretora executiva do Instituto Verbena/UFG, Rosângela de Oliveira Alves, orienta os candidatos a acompanhar as informações oficiais sobre o concurso. O edital reúne os requisitos dos cargos, a distribuição das vagas, as remunerações, os conteúdos das provas e as etapas da seleção, além das regras relacionadas à formação do cadastro de reserva e às possíveis convocações.

Inscrições começam em novembro

Os interessados poderão se inscrever entre 9 de novembro e 9 de dezembro de 2026. A taxa custa R$ 130 para cargos de nível médio ou técnico e R$ 150 para nível superior. As provas objetiva e de redação estão marcadas para 31 de janeiro de 2027, com resultado final previsto para 30 de junho. O edital completo está disponível no site do Instituto Verbena, responsável pela organização do concurso.

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Taricone e Smutniak, in Mustang la memoria si fa cinema: alla Festa di Roma quattro registe raccontano perdita, amore e desiderio

19 October 2026 at 17:01

La memoria, la sparizione, la violenza della natura e quella dell’amore, che può distruggere o creare. Per quanto distinti e distanti per sguardi, generi e formati, hanno motivi di intreccio i film di quattro registe italiane presenti fra la 21esima Festa del cinema di Roma e Alice nella Città. Metterli accanto non svilisce l’importanza di alcuno di loro, anzi.

Al suo secondo documentario, Kasia Smutniak si espone con Mustang (nel concorso Progressive Cinema), mettendo in scena i ricordi di un vissuto personale che sfociano in un’impresa “più grande di noi”, dove per noi intende se stessa, il compianto compagno Pietro Taricone e la loro figlia Sophie. Luogo/personaggio di questo racconto privato e universale è il Mustang, territorio nepalese al confine con il Tibet, dove Kasia e Pietro erano stati insieme agli inizi della loro relazione. Taricone aveva fatto riprese di ogni cosa, “anche della più inutile”. Una volta rientrati, si erano ripromessi di tornare e aiutare le comunità di quei luoghi. Poi la tragedia della morte di Pietro e il ritorno di Smutniak con la figlia di sei anni. Da allora, l’attrice e regista polacca si è recata regolarmente nel Mustang, finché, nel 2013, insieme alla nativa Kunzum, ha avviato, con la Fondazione Pietro Taricone, il progetto di costruzione di una scuola laddove non esisteva nulla per i ragazzi. Ma è solo nel 2018 che ha iniziato a raccogliere i materiali foto-audiovisivi del passato, immaginando di comporre il progetto di un documentario.

“Nel frattempo mia figlia è cresciuta, è andata da sola a 19 anni nel Mustang e ha voluto fare la voce narrante del film”, ha spiegato Smutniak. Insomma, una genesi ad alto tasso di emotività che unisce, tuttavia, la buona causa del sostegno a una comunità remota, i cui tempi restano imparagonabili con quelli occidentali. Ma è lì, con gli abitanti nepalesi e tibetani di quegli scenari mozzafiato, che Kasia e Sophie hanno ritrovato se stesse e, soprattutto, il sorriso. “Ho voluto fare questo film per aggrapparmi ai pochi gesti che accendono un lume di speranza in un momento così buio per l’umanità. Queste persone sono speciali, vivono pensando alla felicità, la studiano, per loro essere felici non è un concetto astratto, è qualcosa di raggiungibile”. Questo film, commovente e insieme mosaico di spazi, tempi e formati, come lo è la sovrapposizione dei materiali montati, è la chiusura di un cerchio nella vita di Smutniak, ma è anche “un manuale per la felicità” donato a tutti coloro che desiderano elaborare un lutto, una perdita, un frammento irrisolto di memoria. Da vedere in sala anche per la sua imponenza visiva, a partire dal 23 novembre.

Connesso a Mustang per il tema della perdita, intesa soprattutto come “sparizione” dal campo visivo per relegarsi in quello della memoria, ma anche per la presenza di una natura imponente, è Idda di Irene Dionisio, collocato in Alice nella Città dopo l’apprezzamento ottenuto al Festival di Toronto. Al suo secondo lungometraggio di finzione, l’artista visiva e cineasta torinese si è cimentata nel racconto di due giovani amiche, Adele “Idda” e Sofia, che si ritrovano a Catania con l’intento di risalire le pendici dell’Etna. L’obiettivo è cercare il leggendario soffio del vulcano-femmina, anch’esso chiamato come una delle due protagoniste, Idda. Rarefatto, dotato di un notevole studio visivo e sonoro, a tratti perturbante, Idda diventa quasi immediatamente un teorema metafisico e metaforico, sia sull’essenza femminea sia sul valore trascendente dell’immagine stampata. Interpretato dalle migliori esponenti della nuovissima generazione di attrici, Tecla Insolia e Romana Maggiora Vergano, il film procede verso un sacro Graal inevitabile, inscritto nella “paura del buio” di cui soffre la vivace e folle Sofia, interpretata da un’appassionata Vergano.

Ed è proprio la giovane interprete romana a fare da cerniera con Desiderio di Michela Cescon, liberamente ispirato al romanzo di Giorgio Montefoschi del 2020, in cui Romana Maggiora Vergano incarna Livia, anima inquieta, bella e ribelle, di cui si innamora perdutamente Matteo, interpretato da un convincente Enrico Borello. Sono giovani e inesperti al loro primo incontro: lui è uno studente universitario di Lettere, lei una nullafacente ricchissima e viziata nella Roma di fine anni Ottanta. Vogliono scoprire insieme un bosco, ma la separazione, dovuta alla partenza della ragazza per Londra (“mia madre mi ha iscritto a una scuola d’arte, parto domani”), si protrae per anni.

Al ritorno della giovane nella Capitale, Matteo è ormai giornalista e sposato, con prole. Quanto accadrà tra loro appartiene all’universo dell’amour fou, del melò letterario e cinematografico a cui tanto ha guardato Cescon per imbastire questo suo secondo, raffinatissimo lungometraggio. Un genere diverso dal noir Occhi blu, con cui aveva esordito alla regia nel 2021, ma altrettanto impegnativo: dalla scrittura densa a otto mani alla cura visiva (il DOP è Luca Bigazzi), fino all’attenzione, ovvia, alle interpretazioni, da cui un’attrice esperta e talentuosa come lei ha voluto il massimo. Il risultato è un buon melò, forse troppo orientato alla perfezione più che alla passione di un “desiderio” che, talvolta, resta immobilizzato fra le parole.

L’amore, invece, sboccia ancor meglio delle rose che profumano il giardino della grande villa di Marrakesh dell’ormai malata terminale Fanny Ardant. Il riferimento è al nuovo lavoro da regista di Ginevra Elkann, Le rose di Marrakesh, un piccolo e delicatissimo romanzo di emancipazione femminile racchiuso fra le mura di un ricco palazzo nella città marocchina. La vita si consuma tra la stanza di Isabelle, la padrona francese, quella di Leila, la sua giovane cameriera marocchina che nasconde un segreto, e il giardino che l’anziana proprietaria desidera ricolmo di verde e fiori rigogliosi. “Un film sulla memoria, e sull’amore che teniamo in silenzio”, spiega Elkann, sottolineando quanto l’elemento evocativo costituisca l’essenza di questo suo film, interamente parlato in francese e marocchino. Un racconto che assomiglia a una favola, una favola che rispecchia la vita, ma, purtroppo, un film «cinematograficamente» troppo esile per rimanere nella memoria.

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Horner, o "Darth Vader da F1", está a contar tudo o que pode

19 October 2026 at 12:59
Um ano depois de ter sido despedido da Red Bull e sujeito a um contrato milionário que o impede de contar muita coisa, Christian Horner escreveu um livro. E revela que podia ter ido para a Mercedes.

© NurPhoto via Getty Images

O britânico de 52 anos deixou a Fórmula 1 no verão de 2025

Porque continua a acampada pela habitação em Madrid enquanto, em Portugal, as autoridades exigem a sua retirada?

19 October 2026 at 12:39

Enquanto no país vizinho os protestos continuam e a acampada se mantém, em Portugal as autoridades defendem que as tendas têm de ser retiradas. A diferença fulcral está na resposta dos tribunais espanhóis, que, por mais do que uma vez, impediram o Governo regional de avançar com o desalojamento imediato do acampamento.

Os looks da Gala do Museu da Academia

19 October 2026 at 11:56
Da alta-costura de Piccioli para a Balenciaga ao duelo Chanel/Dior, e ainda o efeito statement de Miguel Castro Freitas, veja os looks do evento de angariação de fundos para a Academia do Cinema.

© FilmMagic

Grace Gummer usou um vestido Dior em seda verde-pastel e dourada, adornado com detalhes em tule e um laço lateral.

João Bento, ex-CEO dos CTT, torna-se sócio da Caldrew Capital

19 October 2026 at 11:20

João Bento, ex-CEO dos CTT – Correios de Portugal tornou-se sócio não-executivo da empresa de investimento Caldrew Capital. O gestor que liderou o operador postal até abril juntou-se à sociedade especializada em aquisições criada pelo investidor Manuel Queiroz Pereira e pelo empreendedor João de Sousa Aroso, fundador da Leadzai.

A Caldrew Capital considera que João Bento “dispensa apresentações no mundo empresarial português”, porque não só preside aos conselhos de administração do grupo Altri e da Lisnave Estaleiros Navais, como foi CEO dos CTT, da Efacec e da Gestmin, bem como COO da Brisa.

“Com um percurso marcado pela transformação e criação de valor, aliado a uma vasta experiência em órgãos sociais, passou a carreira a conduzir grandes organizações em períodos de mudança, sendo reconhecido pela clareza de juízo que acionistas e conselhos procuram quando os desafios aumentam”, informou esta segunda-feira a empresa, numa publicação na rede social LinkedIn.

“Esse juízo é precisamente o que as empresas com que trabalhamos mais vão precisar. Investimos em PME lideradas pelos seus fundadores, com fundamentos sólidos, num momento em que o crescimento adicional depende menos de capital e mais de profundidade de gestão e de governance. O João construiu ambas em larga escala, e ajudará a apoiar os nossos fundadores a fazer o mesmo”, defende a empresa fundada em 2026 e com sede em Lisboa.

Numa entrevista recente ao ECO, João Bento deixou claro que saía dos CTT sem falar propriamente de reforma. Em declarações antes de deixar a liderança dos correios, descreveu a transição como uma decisão tomada “na idade certa”: não quer deixar de trabalhar, mas quer deixar de ser executivo. Aos 65 anos, quase em simultâneo com o fim do mandato, passou “para o outro lado” da relação entre chairman e CEO – primeiro na Altri e depois na Lisnave – e deixou pistas sobre o futuro. “Estou aberto a considerar uma posição não executiva internacional se aparecer. Mas não farei nada por isso”, disse ainda.

Quando os CTT anunciaram que João Bento iria abandonar o cargo de CEO, explicaram que se deveu ao facto de, “tendo completado 65 anos, decidiu, conforme o seu plano pessoal, terminar a sua carreira executiva no final do atual mandato do conselho de administração dos CTT”, concluindo assim as suas funções na Assembleia Geral Anual, a 30 de abril de 2026.

El líder británico de los verdes asegura que Israel no tiene derecho a existir porque no cree que “ningún Estado” lo tenga

19 October 2026 at 10:20

El líder británico de los verdes asegura que Israel no tiene derecho a existir porque no cree que “ningún Estado” lo tenga

Zach Polanski defiende la declaración de su partido de que el sionismo debe ser tratado como “una forma de racismo” si bien dice que el debate sobre las palabras “no es útil”

El Reino Unido, Francia y Canadá anuncian el veto al comercio con los asentamientos israelíes ilegales

Zack Polanski, el líder del Partido Verde en Inglaterra y Gales y principal alternativa por la izquierda al laborismo, defendió este domingo la declaración de que el sionismo equivale al racismo que aprobó su partido en medio de la polémica interna. En una entrevista en la BBC, al ser preguntado si Israel tiene el derecho a existir, el político británico de origen judío del este de Europa respondió que no cree que “ningún Estado tenga el derecho a existir según la legislación internacional”.

A principios de este mes, el Partido Verde liderado por Polanski aprobó en su congreso anual una moción para incluir como parte de su programa que el sionismo debe ser “tratado como una forma de racismo” y el Estado de Israel debe ser sustituido por un Estado palestino “con derechos iguales para todos”. La declaración fue aprobada con 1.022 votos a favor y 813 en contra por los miembros del partido. 

Polanski no participó en la votación y una parte de su partido ha condenado el resultado. Se han distanciado de la moción cuatro de los cinco diputados que tiene el grupo en el Parlamento. Entretanto, el colíder del Partido Verde en Escocia, que es un partido político distinto, ha dicho que no está de acuerdo con detalles de la moción, pero sí cree que la creación de Israel fue “un acto de racismo”.

Unos días después del congreso de su partido, Polanski perdió las elecciones parciales al escaño que ocupaba Keir Starmer, el ex primer ministro, en un barrio de Londres, donde volvió a ganar el laborismo. El líder verde no tiene escaño en el Parlamento nacional. 

Aun así, Polanski aseguró en la entrevista a la BBC que la moción no es “controvertida”. “Lo que es controvertido es que 75.000 palestinos hayan sido asesinados en los últimos años, y que más niños hayan sufrido amputaciones que nunca en la historia moderna. Así que, teniendo en cuenta eso, el hecho de que estén siendo asesinados porque son palestinos, obviamente es una ideología muy racista”, dijo este domingo. “El sionismo es racismo en su aplicación práctica”. Pero también aseguró que “los debates sobre las palabras no ayudan” y tampoco lo ha hecho el debate sobre la moción en su propio partido. 

El líder del Partido Verde de Inglaterra y Gales, Zack Polanski, en su congreso en  Brighton, Inglaterra, el 2 de octubre.
El líder del Partido Verde de Inglaterra y Gales, Zack Polanski, en su congreso en Brighton, Inglaterra, el 2 de octubre.

La opinión pública

Después de la subida en las encuestas a principios de este año, sobre todo frente a la crisis del laborismo de Starmer, la intención de voto al Partido Verde ha vuelto a bajar. En marzo, llegó a estar en el 18% de apoyo, empatado con el Partido Laborista; ahora está en torno al 10%, según la media de las encuestas. En las elecciones municipales y regionales de mayo, los verdes avanzaron por todo el país, pero ampliar la representación en el Parlamento nacional es más difícil por el sistema electoral británico. 

Algunas voces del partido llaman a la dimisión de Polanski ahora que está en sus momentos más bajos de popularidad: más de la mitad de los encuestados tiene una opinión negativa sobre él y sólo un 16% la tiene positiva, según la última encuesta de Ipsos.

Parte de la caída del Partido Verde tiene que ver con la mejoría de resultados del Partido Laborista tras el cambio de primer ministro. Andy Burnham ha logrado recuperar apoyos sobre todo por el lado del centro y la izquierda, por su tono cercano y sus anuncios políticos. 

Más sanciones

Respecto a Oriente Próximo, su Gobierno ha sido hasta ahora más contundente que el de Starmer, con el anuncio de más sanciones a Israel y un mensaje de condena con palabras más duras.

Ed Miliband, el ministro de Exteriores, llamó “terroristas” a los colonos violentos de Cisjordania y les acusó de un intento de “limpieza étnica”. El Gobierno de Starmer ya había sancionado a los ministros más ultra del Gobierno de Israel, a colonos y a organizaciones de Cisjordania, y ahora el de Burnham ha vetado el comercio con los asentamientos, una medida pequeña por la dimensión de las relaciones, pero con peso simbólico en plena campaña electoral en Israel. 

Polanski asegura que el apoyo al laborismo será, en todo caso, temporal, y que tiene que ver más con las formas que con el fondo de lo que hace Burnham. “La gente verá más y más en Andy Burnham un cambio de retórica, pero no un cambio de actuación, y sabrá que el Partido Verde ha tenido siempre razón”, dijo. 

De “quem te prendeu está aqui” a “não quero ficar perto de você”: mais acusações do que esclarecimentos no debate entre Lula e Bolsonaro

19 October 2026 at 07:32

Candidatos à presidência debateram na televisão a uma semana da ida às urnas. Os respetivos apoiantes mobilizaram-se nas ruas, sobretudo os do chefe de Estado, que procura o quarto mandato e ficou em segundo na primeira volta

Famiglie fuori asse, legami imperfetti e identità in cerca di sé: il cinema tra commedia, disordine affettivo e fiabe oltre i confini del reale

19 October 2026 at 06:30

“È andata così”. E comunque “noi, un po’ meglio”. L’importante è che, sebbene assomigliamo ad “alberi erranti”, non diventiamo “solo un’illusione“. Giocare con i titoli fa bene al cinema, soprattutto quando la 21ª Festa del Cinema di Roma celebra la famiglia. E lo fa nelle sue declinazioni più diverse, distanti, folli, tenere e — come si dice ormai da anni — disfunzionali.

Quattro opere contemporanee si cimentano nel raccontarla, tra la Festa del Cinema di Roma e Alice nella Città: dal nuovo, bellissimo film di Daniele Luchetti, Noi, un po’ meglio, con la dolcissima coppia formata da Elio Germano e Maria Chiara Giannetta, alle prese con il dubbio se intraprendere o meno il percorso dell’adozione, allo spassoso È andata così di Gianni Zanasi, in cui abbondano i figli “naturali”, così come i compagni e i mariti, grazie a una generosa Valentina Lodovini.

Si passa poi all’esplosivo Just an illusion – Una famiglia quasi perfetta dei francesi Olivier Nakache ed Éric Toledano, in cui il figlio preadolescente interpretato da Louis Garrel scompiglia un consesso familiare apparentemente quieto, per arrivare alla fiaba di respiro epico di Salvatore Mereu, che scardina le radici di padri, madri e figli con i suoi Alberi erranti. Insomma, ce n’è per tutti i gusti, soprattutto sul versante del cinema italiano.

Gianni Zanasi, che da sempre osserva la famiglia estraendone gli aspetti più scompigliati, in È andata così ne mette in scena una perfettamente “orizzontale”: una madre, due figli avuti da altrettanti padri e un marito da cui non ha avuto figli. Tutti insieme appassionatamente. O, meglio, almeno fino a quando non si intromettono gli operatori sociali, intenzionati a imporre un ordine là dove a regnare è il più felice dei disordini. E, come spesso accade nel cinema del regista emiliano, ad aggiustare le cose è la metanarrazione, in questo caso affidata al teatro terapeutico.

Molto bene tutti gli attori, tra cui spiccano il solito impeccabile Valerio Mastandrea, un irrequieto Michele Riondino e un serafico Leonardo Lidi, ultimamente presenza sempre più piacevole nel cinema italiano (alla Festa recita anche ne Il ministero dell’amore).

Tutti e tre amano Valentina Lodovini, che dà il meglio di sé nel registro della commedia, non esattamente il più congeniale alla sua cifra interpretativa. Finirà in un’amorevole caciara, come è giusto che sia. Con questa divertente famigliola, sceneggiata da Zanasi e Ciarrapico, il pubblico potrà divertirsi nelle sale a partire dal 26 novembre.

Il divertimento cresce ulteriormente grazie alla formidabile coppia del cinema francese Olivier Nakache ed Éric Toledano — gli autori del fenomeno al botteghino Quasi amici — che, con Just an illusion – Una famiglia quasi perfetta, ci riportano alla metà degli anni Ottanta per raccontare la famiglia Dayan: il classico quartetto composto dai genitori e da due figli. Si tratta, però, di una famiglia che riunisce storie migratorie assai diverse tra loro, quasi contrapposte. La madre, la splendida Camille Cottin, è un’ebrea algerina arrivata in Francia dopo essere stata costretta a lasciare il Paese in seguito alla guerra d’Algeria; il padre, interpretato da un perfetto Louis Garrel, è anch’egli ebreo, ma originario del Marocco, da cui è emigrato Oltralpe insieme alla famiglia.

I due figli, il maggiore Arnaud e il più piccolo Vincent, sono così alle prese con una questione identitaria che li porta a chiedersi ripetutamente se siano ebrei, arabi, africani o francesi. La risposta è che sono una sintesi di tutto questo, proprio come suggeriscono le radici dei due registi. Un concetto che conduce la commedia verso importanti riflessioni identitarie, politiche e culturali, senza mai smarrire la sua preziosa levità narrativa. Il punto di vista è affidato al più piccolo dei Dayan che, alle soglie della pubertà, assapora i primi turbamenti sentimentali mentre osserva le difficoltà di un padre disoccupato e di una madre che prova ad affacciarsi alla modernità imparando a usare i primi computer. Ne emerge un affresco tenero, un romanzo di formazione umana e sociale di notevole qualità per scrittura, regia e interpretazioni. L’uscita è prevista per l’inizio del 2027.

Su toni e registri completamente diversi da quelli della commedia si colloca invece il nuovo, ambizioso e imponente lavoro di Salvatore Mereu, Alberi erranti, nel programma di Alice nella Città. Presentato con successo in concorso all’ultimo Festival di Locarno, il film segna il primo vero distacco narrativo e linguistico di Mereu dalla natìa Sardegna, benché sia stato girato proprio sull’isola.

Della durata di tre ore, il film mette al centro tre personaggi che attraversano l’infanzia e la giovinezza, appartenenti a classi sociali diverse e legati alle rispettive famiglie da rapporti differenti, in particolare con i padri. Ispirato al romanzo Alberi erranti e naufraghi di Alberto Capitta (edizioni Il Maestrale), che Mereu definisce “un libro senza appigli” se non quelli legati all’anima, il settimo lungometraggio del cineasta di Dorgali chiede allo spettatore la stessa fiducia che si riserva alle fiabe.

Perché “la favola è la favola”: si accettano così ellissi temporali, nevicate e sparizioni improvvise, osmosi tra natura e mondo animale, innamoramenti folgoranti, luoghi senza nome e geografie incerte, ma anche infinite tracce metafisiche e simboliche disseminate sui volti, sui corpi e nelle parole dei numerosi personaggi. A interpretarli sono, tra gli altri, attori di primo piano come Massimo Popolizio e Alessandro Haber, accanto ai più giovani Romeo Perrone e Giulia Maenza.

Un film radicale, misterioso, raffinatissimo che, pur non essendo privo di qualche caduta e di alcune eccedenze di lunghezza, ha il coraggio e la capacità di spingere lo sguardo oltre i confini del visibile. Il film arriverà nelle sale il 29 ottobre.

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Como chegar aos 90 anos com saúde e autonomia?

19 October 2026 at 06:01
Chegar aos 90 anos é uma coisa. Chegar lá com saúde, força e autonomia é outra. Que hábitos podem fazer a diferença e ajudar-nos a envelhecer com qualidade de vida?

Governos de direita da América do Sul enfrentam realidade após vitórias eleitorais, e investidores reduzem exposição

As fortes altas dos mercados financeiros desencadeadas por eleições em toda a América Latina começam a exibir suas fragilidades -despertando dúvidas entre investidores sobre se devem continuar impulsionando ações e moedas ou vender os papéis para realizar lucros, à medida que as promessas de campanha passam a esbarrar nas dificuldades de governar. Leia mais (10/18/2026 - 23h00)
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