Regular a IA é necessário. Mas uma política educativa não se mede pelo número de recomendações publicadas nem pela rapidez com que adota a linguagem da inovação.
Era tão desejável que a esquerda decente não pactuasse com o activismo que agride, que nauseia, que vai deixar imundas as praças das cidades no dia em que se cansarem e partirem para outra!
A Proposta de Lei do OE 2027 é, pois, um orçamento de calibração. Fica por enfrentar a questão central — como simplificar um sistema que acumula benefícios, excepções e contribuições sectoriais?
Cuidar de si não é egoísmo, nem deve ficar para depois. O rosa de outubro deve continuar presente nas nossas escolhas durante os outros onze meses do ano.
Que queremos deixar? Sim. Mas antes: que fizemos do que recebemos? Da língua? Da escola? Da liberdade? Das instituições? Dos livros? Da memória dos nossos pais?
Os mercados financiam expectativas sobre o futuro. Nas grandes organizações, demasiadas ideias têm de provar o seu retorno antes de receberem uma oportunidade.
Uma Lei de Bases atualizada deve reconhecer que a equidade exige respostas diferenciadas, intervenção precoce, prevenção do insucesso e percursos mais ajustados aos ritmos, perfis e talentos de cada.
Esta aproximação estratégica promete ser o grande cavalo de batalha do 59.º Primeiro-Ministro britânico, que tenta assim atacar directamente a raiz da turbulência e da instabilidade governativa
Não basta reconhecer a importância da Enfermagem de Reabilitação nos discursos de circunstância. É necessário que esse reconhecimento se reflita na forma como os cuidados de saúde estão organizados
Quando duas organizações de países diferentes passam a trabalhar mais estreitamente, não são apenas estratégias, estruturas e processos que precisam de se articular.
O futuro do setor automóvel não será exclusivamente digital nem se resumirá à substituição de motores. Será construído pela capacidade de juntar tecnologia, serviço, sustentabilidade e confiança.
53% dos doentes referenciados para unidades de cuidados paliativos morreram enquanto esperavam por uma vaga. O sofrimento evitável não pode continuar a ser a norma.
Em Portugal prefere-se entupir o SNS com comparticipação de antidepressivos e suportar faturas milionárias em baixas médicas repetidas a criar uma política pública integrada de apoio à menopausa.
A questão de Taiwan não pode ser reduzida a uma disputa territorial distante. Nenhum povo deve ver o seu futuro decidido pela ameaça ou pelo uso da força.