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‘Olhão antes e depois’ revela a transformação da cidade através da fotografia

8 October 2026 at 20:01

Exposição percorre quatro espaços do concelho e coloca imagens históricas lado a lado com recriações feitas por jovens olhanenses.

A exposição fotográfica ‘Olhão antes e depois’ é inaugurada no próximo sábado, 10 de outubro, pelas 10:30, nos Mercados Municipais de Olhão, dando-se aí início a um percurso por quatro espaços do concelho — Mercados Municipais, Ria Shopping, Escola Secundária Dr. Francisco Fernandes Lopes e Casa Municipal da Juventude de Olhão Hugo Charrão —, onde estará patente até 13 de novembro.

Com curadoria de Luís Torres e integrada na programação cultural do Bicentenário da Câmara Municipal de Olhão, a exposição coloca lado a lado imagens históricas da cidade e recriações fotográficas realizadas por jovens olhanenses, propondo um olhar sobre a evolução urbana de Olhão e convidando a comunidade a percorrer a cidade através do tempo.

A mostra nasceu do desafio lançado a alunos do 10.º ano da área de Multimédia da Escola Secundária Dr. Francisco Fernandes Lopes para recriarem, nos dias de hoje e nos mesmos locais, uma seleção de cerca de 50 fotografias históricas de Olhão. Participaram no projeto os alunos Miguel Sousa, Samuel Ventura e Maria Moniz, bem como Charline Fournier, elemento do Clube de Fotografia da Casa Municipal da Juventude Hugo Charrão.

Para concretizar o trabalho, foram utilizadas fotografias com cerca de 70 a 80 anos, pertencentes ao Arquivo Municipal de Olhão, e imagens com 40 a 50 anos, provenientes do arquivo pessoal de Luís Torres. Depois de um processo de pesquisa e levantamento, os participantes percorreram as ruas da cidade e procuraram reproduzir os enquadramentos originais, recriando as imagens nos mesmos locais e permitindo uma comparação direta entre diferentes épocas.

O resultado é uma exposição distribuída por quatro núcleos expositivos, que propõe um percurso pela cidade através das suas transformações e permanências. O confronto entre as fotografias históricas e as imagens atuais permite observar a evolução urbana de Olhão, mas também recuperar lugares, edifícios e espaços que fazem parte da memória coletiva da cidade.

No dia da inauguração, o percurso pelos quatro núcleos começa nos Mercados Municipais, às 10:30, seguindo para o Ria Shopping, às 11:15, para a Escola Secundária Dr. Francisco Fernandes Lopes, às 11:45, e terminando na Casa Municipal da Juventude de Olhão Hugo Charrão, às 12:15. A exposição poderá ser visitada até 13 de novembro, nos quatro espaços, de acordo com os respetivos horários de funcionamento.

Com esta iniciativa, o Município de Olhão pretende valorizar a criatividade e o envolvimento dos jovens olhanenses e, simultaneamente, promover junto da comunidade um maior conhecimento da história contemporânea e da evolução urbana da cidade. O projeto terá ainda continuidade, estando prevista a sua passagem pelas várias freguesias do concelho.

Integrada no programa comemorativo dos 200 anos da Câmara Municipal de Olhão, ‘Olhão antes e depois’ aproxima diferentes gerações através da fotografia e proporciona uma viagem visual entre o Olhão de ontem e o Olhão de hoje.

800 anos da morte de São Francisco de Assis assinalados com conferência

8 October 2026 at 19:45

Na Igreja de São Francisco, em Faro, amanhã, dia 9 de outubro, às 21:00 horas, realiza-se a conferência “Eu fiz a minha parte“, de Fr. José Quintã, ofm, Ministro Provincial da Província Portuguesa da Ordem Franciscana. A iniciativa faz parte das comemorações do VIII Centenário da morte de São Francisco de Assis (1226–2026) e tem entrada livre.

Em nota enviada ao nosso jornal é recordado que São Francisco morreu a 3 de outubro de 1226. Oito séculos depois, continua a ser uma das figuras mais marcantes da história. A sua mensagem de paz, fraternidade, simplicidade e cuidado pela Criação continua atual e fala a crentes e não crentes.

Para assinalar a data, o Papa Leão XIV proclamou um Ano Jubilar de São Francisco, que decorre de 10 de janeiro de 2026 a 10 de janeiro de 2027.

O título da conferência vem de uma das últimas frases do santo de Assis aos seus irmãos: “Eu fiz a minha parte; que Cristo vos ensine a vossa.” Estas palavras resumem o que São Francisco deixou, mas também lançam um desafio: cada pessoa é chamada a fazer a sua parte na sociedade, na comunidade e no mundo.

A conferência vai ser apresentada por Fr. José João Quintã Pereira, eleito Ministro Provincial em abril de 2025. Ele vai falar sobre a atualidade da mensagem franciscana e sobre o que ela significa para os desafios de hoje.

A organização da conferência convida toda a população, as comunidades paroquiais, os movimentos, as escolas e as pessoas interessadas em espiritualidade, história e cultura a participar neste momento de reflexão e celebração.

Pastelaria entra em competição rumo ao Campeonato Nacional das Profissões

8 October 2026 at 18:45

Jovens da Escola de Hotelaria e Turismo de Vila Real de Santo António (EHTVRSA) e da Câmara de Comércio e Indústria Luso Alemã /Centro DUAL participam na Fase Regional 1 do WorldSkills Portugal Centro 2027, numa prova agendada para 16 de outubro, que decorrerá no Espaço Auchan Live Faro, no Forum Algarve.

Importa destacar que o Algarve participa na Fase Regional 1 do 47.º Campeonato Nacional das Profissões – WorldSkills Portugal Centro 2027 com uma prova de Pastelaria que reúne jovens da EHTVRSA e da DUAL.

A prova constitui uma oportunidade para demonstrar as competências desenvolvidas ao longo da formação e dar visibilidade ao trabalho das entidades formadoras da região. Para quem participa, é também um desafio de aprendizagem: aplicar conhecimentos em contexto de competição, gerir o tempo e responder às exigências da profissão.

Saliente-se que esta etapa integra a Fase Regional 1, que decorre entre 12 e 16 de outubro de 2026 em todo o país, no âmbito do percurso de participação no Campeonato Nacional das Profissões. Segue-se a Fase Regional 2, prevista para 17 a 19 de novembro, com vista ao apuramento para a competição nacional de 2027, em Aveiro.

A participação dos alunos da região do Algarve em Pastelaria coloca em destaque uma área profissional ligada à restauração e à hotelaria e valoriza a formação de jovens que poderão contribuir para estes setores na região. É também uma ocasião para reconhecer o acompanhamento de quem forma e prepara cada participante para este desafio.

Os Campeonatos das Profissões promovidos pelo Instituto do Emprego e Formação Profissional, através da WorldSkills Portugal, valorizam as competências profissionais e dão a conhecer a diversidade de percursos que a formação profissional oferece.

Ao aproximar jovens, entidades formadoras e empresas, contribuem para o reconhecimento das profissões e da qualidade da formação em Portugal.

Two Latvian Nationals Arrested at RAF Base Housing US and NATO Intelligence Operations

8 October 2026 at 21:47

British counter-terrorism police are investigating a security breach at RAF Molesworth in Cambridgeshire after two Latvian nationals were found inside the military installation. The arrests come amid heightened security concerns following a separate suspected terrorist plot targeting RAF Fairford, which prompted the withdrawal of American bombers.

Two Latvian nationals have been arrested in Britain on suspicion of entering a restricted military installation for purposes potentially harmful to national security. The men were discovered inside RAF Molesworth, a sensitive military facility in Cambridgeshire that houses American and NATO intelligence operations, during the early hours of Thursday, 8 October.

The suspects, aged 36 and 32, are both Latvian citizens residing in the United Kingdom. According to an official statement issued by the Metropolitan Police, they were initially detained on suspicion of trespassing and criminal damage before being arrested under the National Security Act 2023.

The incident follows a separate investigation into a suspected terrorist plot near RAF Fairford in Gloucestershire, where American strategic bombers had been deployed. British counter-terrorism officers have emphasised that there is currently no evidence connecting the two cases.

Security breach discovered during routine patrol

The investigation began at approximately 10pm on Wednesday, 7 October, when Ministry of Defence Police officers patrolling RAF Molesworth discovered an abandoned vehicle near the installation’s perimeter.

Officers from Cambridgeshire Constabulary joined the search and subsequently identified a small breach in the security fence. At approximately 2am on Thursday, the two men were located inside the restricted area and taken into custody.

The suspects were initially questioned over alleged trespassing and criminal damage. However, investigators subsequently invoked Section 4 of the National Security Act 2023, which covers entering, approaching or inspecting prohibited locations for purposes prejudicial to Britain’s safety or interests.

The legislation carries a maximum sentence of 14 years’ imprisonment upon conviction. Neither man has been publicly identified, and police have not disclosed evidence establishing their alleged intentions or any connection with a foreign intelligence service.

Officers have also searched two addresses in the Peterborough area. The abandoned vehicle was recovered and examined by specialist explosive ordnance disposal personnel after concerns arose during initial inspections.

As a precaution, police established a cordon affecting roads around Glatton, including part of the A1. Specialists subsequently found nothing of concern, allowing the restrictions to be lifted.

Intelligence facility serving American and NATO operations

RAF Molesworth is not an ordinary operational airfield. Although designated as a Royal Air Force station, the installation accommodates intelligence facilities supporting American military operations and NATO.

Among the organisations associated with the site is the NATO Intelligence Fusion Centre, which contributes to intelligence collection, assessment and information-sharing between allied military authorities. The installation also supports American military intelligence activities relating to operations in Europe and Africa.

The presence of these facilities makes Molesworth a sensitive location, where unauthorised access raises questions extending beyond conventional trespassing. Investigators will seek to establish how the men entered the compound, why they were there and whether they attempted to approach or examine restricted equipment or infrastructure.

Separate investigation at RAF Fairford

The arrests come less than two weeks after British police detained seven men in connection with a suspected terrorist plot involving RAF Fairford, another British installation used by the United States Air Force.

The Fairford investigation began on 27 September after suspicious activity was reported near the base. Police subsequently investigated possible offences involving explosives and preparations for terrorist acts. Those arrested in connection with that investigation have since been released on bail.

The incident was followed by the withdrawal of American bombers from Fairford. President Donald Trump subsequently referred to security threats affecting the installation, raising further questions about the protection of American military assets stationed in Britain.

Commander Helen Flanagan, head of Counter Terrorism Policing London, which is leading the Molesworth investigation, cautioned against drawing conclusions about the relationship between the two cases.

She said investigators had found nothing so far suggesting a connection with the Fairford incident and were continuing to examine possible motives.

British authorities have not publicly identified a foreign state or organisation as being responsible for the Molesworth breach.

The two Latvian nationals remain in police custody while investigators continue examining the circumstances surrounding their presence at the installation. The inquiry involves Counter Terrorism Policing, the Ministry of Defence Police and Cambridgeshire Constabulary.

The investigation is taking place against a wider background of security concerns involving European military facilities. Latvia itself reported an armed border provocation and sabotage of surveillance infrastructure near Belarus earlier this week, although there is no evidence linking that incident to the arrests in Britain.

For British investigators, the immediate task remains establishing whether the Molesworth intrusion was an isolated security breach or involved an intention to compromise military operations or intelligence infrastructure.

Ansar Allah Pounds Saudi Airports as Yemen War Escalates

8 October 2026 at 20:53
Yemen’s Ansar Allah, also known as the Houthis, has launched multiple attacks on airports in Saudi Arabia in recent days, marking an escalation of the conflict, which was reignited by Saudi airstrikes on the Sanaa International Airport back in July. The ramped-up Ansar Allah strikes on airports came after the group warned on October 5 […]

Promotoria diz que equipe médica deixou Maradona à própria sorte antes da morte

8 October 2026 at 19:48

A Promotoria que atua no julgamento da morte de Diego Maradona afirmou nesta quinta-feira (8) que o atendimento médico prestado ao ex-jogador em seus últimos dias de vida foi marcado por desorganização e falhas graves. Para os acusadores, a equipe responsável pelo tratamento colocou o ídolo argentino em uma situação de abandono e não cumpriu medidas consideradas necessárias para preservar sua vida.

Durante a apresentação dos argumentos finais, o promotor Patricio Ferrari classificou a internação domiciliar como uma operação caótica. Segundo ele, os profissionais envolvidos deixaram de cumprir obrigações médicas e adotaram condutas incompatíveis com o quadro de um paciente considerado vulnerável e complexo.

Sete profissionais de saúde são julgados no processo, entre eles médicos, uma psiquiatra, um psicólogo e um enfermeiro. Eles são acusados de homicídio com dolo eventual, modalidade em que a acusação sustenta que os envolvidos tinham consciência de que suas ações ou omissões poderiam levar à morte.

O julgamento ocorre desde abril em um tribunal de San Isidro, na região metropolitana de Buenos Aires. Ao longo de quase 45 audiências, mais de cem testemunhas e réus prestaram depoimentos.

Ferrari afirmou que, apesar da extensão do processo, os elementos centrais da acusação permanecem sustentados pelas provas apresentadas durante o julgamento.

Morte após cirurgia

Maradona morreu aos 60 anos, em 25 de novembro de 2020, durante uma internação domiciliar em Tigre, na região metropolitana de Buenos Aires. A causa apontada foi edema pulmonar seguido de parada cardiorrespiratória.

Dias antes, o ex-jogador havia passado por uma cirurgia para tratar um hematoma subdural na cabeça. O procedimento foi considerado bem-sucedido.

Para a Promotoria, porém, o quadro posterior exigia acompanhamento médico adequado e medidas que, segundo a acusação, não foram tomadas.

O promotor Cosme Iribarren afirmou que a morte poderia ter sido evitada e classificou o atendimento como inadequado. Segundo ele, a sequência dos acontecimentos demonstra que o agravamento do estado de saúde não foi tratado de maneira compatível com a gravidade do caso.

Julgamento entra na fase final

A etapa de alegações finais deve continuar pelas próximas duas semanas. Os sete acusados podem receber penas de até 25 anos de prisão caso sejam condenados pelos crimes atribuídos pela Promotoria.

A defesa ainda terá espaço para apresentar seus argumentos antes da decisão judicial.

O processo busca determinar se houve responsabilidade criminal dos profissionais que participaram do atendimento de Maradona e se as condutas adotadas nos últimos dias de vida contribuíram diretamente para a morte do ex-jogador.

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Southwest Syrian Villages Report Israel Is Encroaching on Their Land With New Fortifications

8 October 2026 at 19:35
Among the towns and villages impacted by Israel’s incursions into southwest Syria, few have had more problems than Jabata al-Khashab. The village, in northern Quneitra Governorate, is within the UNDOF demilitarized zone and subsequently is de facto occupied by the Israeli military, who seized much of the UNDOF zone starting at the end of 2024. […]

Lithuania puts up to 100 soldiers on Kaliningrad border as officials brace for possible Russian mobilization

8 October 2026 at 18:49

lithuanian soldier

Lithuania plans to deploy up to 100 soldiers to support border guards along its frontier with Russia's Kaliningrad Oblast, Defense Minister Robertas Kaunas said on 7 October.

Lithuanian Interior Minister Martynas Katelynas has described the deployment as a preventive measure linked to possible Russian mobilization and a recent incident on the Latvia-Belarus border, where masked, armed escorts tried to push a group of migrants into Latvia. Katelynas said Lithuania could face people trying to avoid mobilization and seeking asylum.

Kaunas said he had granted permission to use Lithuanian soldiers to strengthen border protection for the next several weeks.

 “The order starts being implemented immediately,” he wrote on Facebook.

Russia denies a new mobilization

The Kremlin denies a new mobilization is coming. In early September, Russian President Vladimir Putin called reports of one "complete nonsense" and "an information attack on Russia." Ukraine's military and foreign intelligence services say Russia's General Staff has prepared a scenario to mobilize 600,000 people over 2026 and 2027. On 28 September, President Volodymyr Zelenskyy said that "in effect, the Russians have already begun additional mobilization."

Frontier-station patrols for a couple of weeks, possibly longer

On 8 October, the Lithuanian army said soldiers were being brought in to help the State Border Guard Service from that day. A company-sized unit was planned for the assignment, initially for two weeks, with the option to extend. Soldiers will patrol with border guards in frontier-station areas, while mobile patrols, mobile observation posts, and military police crews may be added as needed. The army described the deployment as preventive and a normal form of interagency cooperation.

Kaunas had told LRT TV the soldiers would stay until 16 October. On the morning of 8 October, he said the deployment "was supposed to start" overnight and that he would check with the army. On 8 October, the Lithuanian army said soldiers were being brought in to help the State Border Guard Service from that day. Kaunas also said that “on the Kaliningrad side” there were no physical barriers, unlike the border with Belarus.

Lithuania says its border guards are stretched

On 8 October, Katelynas said the border guard service’s capacity was insufficient, with shifts growing while officer numbers were not increasing. He said the threat level had not changed. In a Facebook post the previous day, he said the situation at Lithuania’s border was calm and there was no reason to panic. He said Russia was planning mobilization after the elections and that Lithuania may face people trying to avoid it and seeking asylum.

Lithuania's State Border Guard Service had turned back 1,693 people trying to cross illegally from Belarus this year and about 26,300 since the migration crisis began, as reported by ELTA on 8 October. Katelynas said 43 migrants tried to enter southern Lithuania last week and were turned back.

Los «garabatos» de los matemáticos griegos: el hallazgo de cuadernos de escribas que revelan cómo calculaban en el Egipto romano

Durante siglos, la historia de las matemáticas griegas ha estado dominada por figuras como Euclides, Arquímedes o Apolonio de Perga. Sin embargo, junto a esa tradición teórica y deductiva, existió otra mucho más terrenal y pragmática que rara vez aparece en los manuales: la matemática práctica. Un nuevo estudio de Thomas Kelly, investigador de la […]

Hittite Royal Archive Found in Turkey Records A Baby Princess, a Spreading Fever and a Call for Troops 3,400 Years Ago

8 October 2026 at 11:15
The Hittite generals posted in western Anatolia (the Asian part of modern Turkey) did not mince words. They told their king that the territory was surrounded by enemies. They asked for soldiers, horses and war chariots, and warned that without help the army could be destroyed. They also made it clear that they would not […]

Neanderthal Wood Tools Almost Never Survive — A Spanish Cliff Has Preserved Spears, Bowls and a Club With No Known Match

When people talk about Neanderthal technology, they almost always mean stone: points, scrapers, flakes chipped from flint. There is a good reason for that. Stone can last hundreds of thousands of years, while a wooden stick buried in the ground rots away quickly. For decades, a large part of Neanderthal equipment has simply been missing […]

Vídeo: Radialista relata agressão durante cobertura de jogo entre São Luís e Goianésia

8 October 2026 at 17:53

O radialista Vinícius de Paula relatou, durante entrevista concedida na manhã desta quinta-feira (8) à Rádio Difusora Goiânia, como ocorreu a agressão sofrida após a partida entre São Luís e Goianésia, pela Divisão de Acesso do Campeonato Goiano. O relato será publicado em vídeo pelo Diário da Manhã.

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Vinícius fazia a cobertura da partida quando começou uma discussão entre jogadores do São Luís e torcedores, após a derrota da equipe da casa por 3 a 1. O episódio aconteceu nas proximidades do vestiário do estádio Jutair Neto, em São Luís de Montes Belos.

Enquanto registrava a movimentação, o radialista foi atingido no rosto por uma laranja arremessada pelo jogador identificado como Dávila. O impacto provocou fraturas no nariz e também problemas na região dos olhos. Segundo as informações iniciais sobre o atendimento médico, há possibilidade de lesões que podem comprometer a visão.

Na entrevista, Vinícius detalhou os momentos que antecederam a agressão e contou como foi atingido enquanto exercia a atividade profissional de cobertura esportiva.

O caso gerou manifestações de solidariedade de emissoras de rádio e repercutiu entre profissionais da imprensa esportiva. O São Luís Atlético Clube divulgou nota de repúdio e afirmou que não compactua com a atitude do jogador. A diretoria também informou que deverá adotar medidas disciplinares.

As rádios Vale FM e Líder FM, onde Vinícius atua na cobertura esportiva, também condenaram o episódio e manifestaram apoio ao profissional.

A ocorrência segue em apuração pela polícia. A Federação Goiana de Futebol (FGF) também ainda não se manifestou sobre o episódio. O espaço permanece aberto para que a entidade apresente seu posicionamento.

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EU pleads with Russian authorities to lift the lid on plague death in Siberia

8 October 2026 at 16:08

First published in Respekt, adapted by EUobserver

Unsavoury news comes from Russia often these days. But the latest unexpected development is the spread of a deadly disease.

Behind the mysterious death of a young woman in Siberia in early October was reportedly pneumonic plague – a disease so contagious it is considered as bad as anthrax, smallpox, and Ebola.

Local authorities in Russia have denied the plague as cause of death, but despite this, they have implemented anti-epidemic measures.

Eva Hrncirova, a spokesperson for the European Commission, said on Thursday (8 October): “Russia should make information about the plague available as soon as possible. This is what we need”.

“We had a meeting with the member states yesterday within the [EU Commission’s] Health Security Committee, and with the WHO [World Health Organization], who are in contact with our delegation in Moscow,” she said.

Russia was asked by the WHO to share “timely, precise, and exact information” about the possible plague in Siberia, she also said.

“We don’t have enough information to assess the epidemiological situation,” she added.

Nothing to see here, says Russia

Pneumonic plague disease can be treated with antibiotics if detected early, but officials beyond Russia’s borders are left with worrying questions.

Did an Irkutsk Anti-Plague Institute lab technician in Shelekhov (Siberia) really die of plague?

If so, was it a natural version of the disease, or a more dangerous bacterium modified in military labs?

And what is the risk of the Middle Ages-era disease spreading?

Pneumonic plague is caused by the bacterium Yersinia pestis — the same one that once brought devastating plague epidemics known as the Black Death.

The pneumonic form of plague, a disease that killed up to half of Europe’s population in the 14th century, spreads through droplets by coughing or sneezing.

It manifests as severe, rapidly developing pneumonia that almost always ends in death if left untreated. But if antibiotics are administered in time (ideally within 24 hours of the onset of symptoms), the disease is treatable.

Independent Russian-language media say that Darya Shipilova, a 28-year-old laboratory technician at the research and hygiene institute in question, accidentally broke a test tube containing plague bacteria in late September, became infected and died in hospital several days later, on 2 October.

Authorities have not confirmed the cause of the woman’s death, letting on only that she died of pneumonia and claiming that no microorganisms connected with her work had been found in her body.

Some 200 of her contacts were subsequently put into quarantine with medical supervision.

Authorities also ordered a three-week quarantine at several hospitals in the wider area, and facemasks for the wider population – even for schoolchildren.

Russia’s neighbours, Mongolia, Kazakhstan, Kyrgyzstan and Uzbekistan, have all introduced border controls.

Russia said the epidemic situation in the area was stable, that none of the deceased woman’s contacts had shown signs of infection, and that there was no cause for concern.

However, the head of Russia’s public health authority reportedly travelled to Irkutsk to attend a meeting with local officials, while residents of Shelekhov report that people in protective suits are moving around the town.

And epidemiologists say it is simply not possible that Russia’s public health service would resort to such dramatic measures, including closing hospitals, over a single case of ‘pneumonia of unknown origin’ .

The institute where the laboratory technician worked is said to be a civilian facility that, among other things, researches and monitors the incidence of plague.

In Siberia, especially near the borders with China and Mongolia, the bacteria in question still circulate among animals and occasionally infect humans, as they do in some parts of Africa, where the disease is most common.

This article continues, but the full version is available only to EUobserver.com subscribers. Visit account.euobserver.com/membership

Rubio Warns Russia's War Could Spill Beyond Ukraine's Borders

8 October 2026 at 17:06
US Secretary of State Marco Rubio warned that Russia's war against Ukraine is at a stalemate but could escalate into a broader regional conflict if the deadlock pushes either side toward increasingly dangerous actions.

Les véritables causes de la Troisième Guerre mondiale

By: A A
8 October 2026 at 17:00

Depuis plusieurs années, nos dirigeants politiques, refusant d’accepter leur perte de puissance, recourent dans l’arène internationale à des faux et à des mensonges répétés. Petit à petit, ils perdent de l’influence, mais à force de jouer, ils provoquent les conditions nécessaires pour débuter une Troisième Guerre mondiale. Elle ne surviendra pas par erreur, ni par hasard, elle sera le fruit de leur obstination.

par Thierry Meyssan

Nous savons tous que, si les guerres se déclenchent lorsque des évènements particuliers surviennent, elles ont des causes profondes, bien distinctes. Il s’agit généralement de conflits de territoire ou d’influence. La Troisième Guerre mondiale pourrait être déclenchée par une escarmouche en Ukraine ou au Moyen-Orient, mais elle aura pour véritable cause un affrontement entre deux visions de l’ordre du monde : d’un côté, la grande majorité des États, réunis autour de la Russie et de la Chine, souhaite respecter le droit international, tandis que, de l’autre, « l’Occident politique », soucieux de ne rien perdre de ce qu’ils ont gagné en écrasant les peuples du Sud, préfère s’en remettre aux « règles » qu’ils ont imaginées au G7.

Cela fait huit ans, que Sergueï Lavrov, ministre russe des Affaires étrangères, a mis en évidence ce choix. Huit ans que « l’Occident politique » le poursuit comme si de rien n’était.

Le 28 septembre 2018, à la tribune de la 73° session de l’assemblée générale des Nations unies [1], il posa ce constat : « nous assistons tous à une collision de deux tendances opposées. D’une part, nous voyons le renforcement des principes polycentriques de l’ordre mondial, le développement constant de nouveaux centres de croissance économique, l’aspiration des peuples à préserver la souveraineté et à choisir des modèles de développement qui sont cohérents avec leurs identités nationales, culturelles et religieuses. D’autre part, nous voyons le désir de plusieurs États occidentaux de conserver leur statut autoproclamé de “leaders mondiaux” et de ralentir le processus objectif irréversible d’établissement de la multipolarité. »

Il poursuivait : « Nous observons l’offensive du révisionnisme belliqueux contre le droit international moderne. Les attaques ont été lancées contre les principes fondamentaux du règlement du Moyen-Orient, le Plan d’action global conjoint sur le programme nucléaire iranien, les engagements dans le cadre de l’Organisation mondiale du commerce, l’accord multilatéral sur le climat et beaucoup d’autres. »

Et plus loin : « Il est révélateur que les attaques agressives contre les institutions d’information s’accompagnent de tentatives de “privatiser” les structures de secrétariat [de l’ONU] et de leur accorder les mêmes droits qu’aux organes intergouvernementaux dans l’espoir de les manipuler plus tard. »

Il est difficile d’imaginer que certains puissent s’accrocher à leurs privilèges indus au point de provoquer une apocalypse. Et pourtant…

Toujours en 2018, après le retrait unilatéral des États-Unis de l’accord sur le nucléaire iranien (JCPoA), trois anciens empires européens, l’Allemagne, la France et le Royaume-Uni (E3), ont d’abord souhaité compenser le retrait US puis, vu leur incapacité à violer les règles de leur suzerain, ont affirmé que les sanctions antérieures contre l’Iran s’appliquaient encore.

Ils avaient pourtant voté la résolution 2231 du Conseil de sécurité [2] qui y a mis fin.

Commence alors une longue période durant laquelle l’Allemagne, la France et le Royaume-Uni (E3), faisant preuve d’une constante mauvaise foi, ont, à de nombreuses reprises, tenté de réimposer les sanctions contre l’Iran antérieures au JCPoA. Ces trois États ont prétendu qu’ils pouvaient revenir en arrière car l’Iran ne respectait plus ses engagements en ignorant que ce sont les États-Unis les premiers qui n’ont pas respecté les leurs.

Les échanges de lettres entre les différents négociateurs du JCPoA se sont intensifiés. Cependant, jamais les E3 n’ont accepté de reconnaître, ainsi que l’exigeaient les deux autres, la Chine et la Russie, que le traité ne permettait pas de revenir en arrière sans examen du non-respect par les États-Unis de ses engagements.

C’est bien là le cœur du problème : « l’Occident politique » refuse de reconnaitre ses torts et tente de maintenir les situations où il disposait d’un avantage.

Le 19 septembre 2025, conscients qu’ils ne pouvaient pas appliquer seuls les fameuses « sanctions », les E3 ont demandé au Conseil de sécurité de les rétablir. La Chine et la Russie leur ont opposé leur veto et ont proposé de relancer les négociations du JCPoA. Mais les anciens empires européens ont préféré corrompre des fonctionnaires internationaux. Ces derniers ont publié deux faux comptes-rendus de la réunion du Conseil, afin de faire accroire que le rejet de la proposition sino-russe suffisait à rétablir les sanctions [3]. Pis : contre l’avis du Conseil, le secrétaire général a publié des instructions les rétablissant [4]. La remarque de Sergueï Lavrov, en 2018, sur la « privatisation » des Nations unies se trouvait vérifiée.

Ne croyez pas que les choses en soient restées là.

Le Royaume-Uni a repris les « sanctions » contre l’Iran, en janvier, puis les États-Unis, fin mars 2026. Ces décisions ont été mal interprétées par la presse qui y a simplement vu un épisode de l’actuelle guerre du Golfe alors qu’il s’agissait de la reprise de ce que les États-Unis n’avaient pas osé faire lorsqu’ils se sont retirés unilatéralement du JCPoA, puis les E3.

Rappelons que le terme de « sanction » ne peut, en droit international, que désigner une décision prise par le Conseil de sécurité après un débat contradictoire. Ce à quoi nous assistons sont des « mesures coercitives unilatérales », adoptées sans débat contradictoire et violant la Charte des Nations unies.

Le président allemand, Frank-Walter Steinmeier, a qualifié la guerre israélo-états-unienne contre l’Iran, le 22 mai 2026, « d’évitable ». Il a déploré le retrait unilatéral des États-Unis du JCPoA, disant : « Il aurait été préférable de maintenir cet accord. Les conséquences que nous constatons aujourd’hui ne se seraient pas produites. » Pour conclure : « Cette guerre est inutile ».

Ce faisant, Frank-Walter Steinmeier manifeste sa conscience de la responsabilité franco-britanno-germanique dans l’actuelle guerre du golfe. Bien que, simultanément, il manifeste la même supériorité que ses complices en parlant de guerre « évitable » ou « inutile », deux qualificatifs qui n’ont pas leur place en droit international.

Il y a trois semaines, le 17 septembre 2026, les E3 ont convoqué une réunion du Conseil de sécurité sur « la non-prolifération ». Ils ont, à nouveau, tenté de faire rétablir les sanctions contre l’Iran et se sont heurtés à nouveau aux vétos chinois et russe [5]. La presse occidentale ne s’en est pas fait l’écho, elle aurait dû reconnaître la mauvaise foi de ses gouvernements.

Faire usage de faux documents, mentir effrontément et veiller à camoufler ses fautes, c’est rendre la guerre possible.

Constatant qu’ils ne pouvaient plus progresser aux Nations unies, les États-Unis et les E3 les ont contournées. Ils ont activé la Proliferation Security Intitiative (PSI), un réseau étatique, créé en 2003 par le président George W. Bush, sur les conseils de John Bolton [6]. Celui-ci a trouvé une quarantaine d’États — dont les E3 — pour signer, le 2 octobre 2026, une déclaration absurde [7] : elle réaffirme que Téhéran ne remplit pas ses engagements du JCPoA, sans dire qu’il en est dispensé depuis le retrait unilatéral des États-Unis. Puis, elle pose que ce manquement justifie l’opération Economic Outcast (« Paria économique »), que Washington vient de lancer contre Téhéran.

Par cette opération, le secrétariat au Trésor tente d’affamer le peuple iranien. La Chine et la Russie ont déjà dit qu’ils s’y opposeraient. Les signataires, au contraire, annoncent qu’ils l’appliqueront.

Certes, seuls un gros tiers des États qu’ils avaient sollicités ont signé ce texte. C’est déjà bien assez pour faire une guerre.

Pour la première fois dans un texte de ce type, les auteurs affirment, sans rire, leur « adhésion à l’ensemble du droit international et des cadres pertinents, y compris les résolutions du Conseil de sécurité ». Oui, vous avez bien lu, c’est au nom de la résolution 2231 et de la réunion du conseil du 17 septembre dernier que les signataires feront le contraire de ce qui a été décidé collectivement.

Comme nos dirigeants ont conscience de jouer avec le feu, ce texte est absent de leurs sites officiels. Il faut aller sur celui de la Proliferation Security Intitiative (PSI) pour le trouver.

À l’évidence, à force de faux et d’usage de faux, à force de mensonges et de menaces, nous provoquerons, sans le vouloir, la Troisième Guerre mondiale qui nous emportera.

Publié à l’origine par voltairenet.org

[1] « Remarks by Sergey Lavrov to the 73rd Session of the United Nations General Assembly », par Sergueï Lavrov, Réseau Voltaire, 28 septembre 2018.
[2] « Résolution 2231 », adoptée le 20 juillet 2015.
[3] « Le Conseil de sécurité s’oppose au maintien de l’allégement des sanctions de l’ONU contre l’Iran » et « Nucléaire iranien : le Conseil de sécurité entérine le retour aux sanctions de l’ONU contre l’Iran en rejetant une prorogation de la résolution 2231 de 2015 », Nations unies.
[4] « Le secrétariat général rétablit les sanctions contre l’Iran », ONU (secrétariat général), Réseau Voltaire, 27 septembre 2025.
[5] « Compte-rendu de la réunion du 17 septembre 2026 », Conseil de sécurité des Nations unies.
[6] « John Bolton et le désarmement par la guerre », Réseau Voltaire, 30 novembre 2004.
[7] « Déclaration commune à l’occasion de l’anniversaire du rétablissement des restrictions des Nations Unies imposées à l’Iran et liées à ce pays », Réseau Voltaire, 2 octobre 2026.

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