"EUA deixaram de ser um mediador imparcial"



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Num jogo a contar para a 3.ª jornada da fase de liga da Liga Europa, a equipa de Torres Vedras somou a segunda derrota consecutiva na prova.


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As bolsas da Europa fecharam em queda nesta quinta-feira (22) enquanto investidores mantêm as preocupações com o ritmo e o retorno dos investimentos em IA (Inteligência Artificial ). As negociações também foram pressionadas pela nova alta dos preços do petróleo diante do recrudescimento das tensões no Oriente Médio.
Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 0,26%, a 10.725,03 pontos. Em Frankfurt, o DAX caiu 1,04%, a 25.379,49 pontos. Em Paris, o CAC 40 perdeu 1,39%, a 7.811,26 pontos.
Em Milão, o FTSE MIB recuou 2,54%, a 48.383,66 pontos. Em Madri, o Ibex 35 caiu 1,84%, a 18.968,50 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 perdeu 1,46%, a 9.237,82 pontos. As cotações são preliminares.
A nova instabilidade no setor de tecnologia, desencadeada pela redução da meta de capex da Tesla para 2026, pesou sobre o sentimento do mercado.
Para a Quilter Cheviot, o problema dos resultados é que as expectativas estão bastante elevadas para o trimestre, o que torna o ambiente “desafiador”, pois, para que as ações tenham um bom desempenho, “é preciso superar as projeções de forma extraordinária”.
O cenário impôs pressão aos papéis da holandesa ASML (-4,5%), fabricante de equipamentos para semicondutores, e de sua concorrente de menor porte, a ASM International (-6,6%).
Além dos temores relacionados à IA, preocupações geopolíticas pressionaram uma liquidação nos índices. O Irã atingiu sete petroleiros no Estreito de Ormuz, enquanto os houthis do Iêmen executaram quatro operação militares contra alvos da Arábia Saudita. As ofensivas deram suporte aos preços do petróleo.
Mercado também sente o baque da escalada dos rendimentos de títulos soberanos, com a taxa de 10 anos da França subindo a 5,10%.
Entre outros destaques acionários, o grupo francês de artigos de luxo Hermès tombou 4,9% após balanço, e o Barclays cedeu quase 2% após registrar lucro e receita abaixo do esperado.
Na teleconferência para comentar o resultado, o Barclays informou ainda que está cortando 5.000 postos de trabalho para reduzir custos, à medida que adota a inteligência artificial em larga escala em todo o banco.
*Com informações da Dow Jones Newswires
Mentre Cloudflare lancia l’allarma su “milioni” di attacchi hacker sulla sua rete, decine di siti del governo inglese sono offline. Ma l’allarma dilaga in tutta Europa, dopo la scoperta delle gravi falle di sicurezza nel linguaggio di programmazione Php. Ministeri e istituzioni “spente” anche in Olanda, Germania, Francia, Finlandia. Molti siti e servizi dell’Unione europea funzionano grazie al linguaggio PHP. In Italia, l’Agenzia per la Cybersicurezza nazionale ha rilasciato ieri due patch per mettere al riparo i sistemi. Ma i rischi sono già in atto per milioni di cittadini del Vecchio Continente, non solo in Italia.
Almeno 32 servizi digitali dell’esecutivo britannico sono inaccessibili, altri 4 operativi solo in parte. Alla Camera dei Lord del parlamento inglese, è la Baroness Lloyd (sottosegretaria per il settore digitale) ha tracciare il perimetro della gigantesca falla, in grado di minacciare la sicurezza informatica in tutto il mondo. I disservizi online derivano soprattutto dalle “misure precauzionali adottate per proteggere i sistemi mentre vengono applicati gli aggiornamenti di sicurezza”, ha chiarito Lloyd. Mentre nessun grande servizio pubblico essenziale rivolto ai cittadini è stato colpito, ha rassicurato un portavoce del governo laburista guidato da Andy Burnham. Ma Downing Street ha esortato “tutte le organizzazioni, private e pubbliche, grandi e piccole” a seguire le indicazioni di protezione. Il Centro nazionale per la sicurezza informatica del Regno Unito (Ncsc) ha diffuso le istruzioni per aggiornare i sistemi “tappando” la falla. Ove non sia possibile, il consiglio è di staccare la spina, mettendo “offline il sistema finché non possa essere pienamente messo in sicurezza”. L’Office for Budget Responsibility (Obr), l’organismo indipendente di controllo dei conti pubblici, ha oscurato il proprio sito, per mettersi al sicuro. Ieri erano finiti offline anche i siti dei consigli comunali di Edimburgo e Oxford, ora tornati accessibili. Restano irraggiungibili le pagine di diversi programmi della Bbc, tra cui quelli delle serie “Doctor Who” e “The Traitors”, anche se non c’è conferma di un legame con le vulnerabilità del linguaggio Php.
Intanto, sulla piattaforma X Matthew Prince, amministratore delegato della società di infrastrutture Internet Cloudflare, ha lanciato l’allarme: “milioni” di tentativi di sfruttare le vulnerabilità di PHP sulla propria rete nelle 10 ore precedenti l’annuncio pubblico. “Da migliaia, il numero è balzato a decine di migliaia nei 45 minuti successivi all’annuncio, a centinaia di migliaia nel giro di due ore e ora a milioni”, ha dichiarato il Ceo del colosso americano,citato dall’emittente pubblica inglese Bbc. “Al momento”, ha chiarito Prince, “non sappiamo se qualche hacker sia riuscito a sfruttare con successo le falle” di sicurezza. Anche Amazon conferme l’esistenza di criminali informatici al lavoro per sfruttare le vulnerabilità, ma finora i suoi siti web funzionano normalmente.
In Germania, come precauzione, ieri erano offline diversi siti dei ministeri, su indicazione dell’Ufficio federale per la sicurezza informatica (BSI). Ma nessun indizio di violazione, secondo il ministro per il Digitale tedesco Karsten Wildberger. “Prendiamo molto sul serio questo incidente e gli attuali avvertimenti”, ha dichiarato il politico della Cdu al quotidiano Bild. L’allarme per la falla del linguaggio PHP, tocca l’intera Europa. In Olanda offline il sito del National Cyber Security Centre (il centro per la sicurezza informatica nazionale), a titolo precauzionale. I Paesi Bassi hanno disattivato diversi servizi e siti web istituzionali, secondo la testata giornalistica Euronews: giù il sistema di identità digitale DigiD, il portale governativo Overheid.nl, il sito della camera bassa del parlamento, i cinque principali partiti politici del Paese. Ma anche infrastrutture chiave come il porto di Rotterdam e diversi ospedali. Il fornitore informatico statale finlandese Valtori ha spento in blocco i servizi web del governo “come misura precauzionale”. In Francia, il Ministero dell’Interno ha messo in modalità manutenzione i siti delle amministrazioni locali, prosegue Euronews.
Una dichiarazione congiunta per esortare ad agire immediatamente sui sistemi online è giunta dalle autorità europee, con un documento firmato dalla Commissione Ue, ENISA, CERT-EU, Europol e la rete europea dei centri nazionali di risposta agli incidenti informatici. Molti siti e servizi delle istituzioni Ue sono basati su Drupal, fondato sul linguaggio PHP. The Drop Times, testata giornalistica specializzata sulle tecnologie Drupal, conta 770 siti attivi per 44 servizi della Commissione, con centinaia di milioni di visite l’anno.
L'articolo Falle del codice PHP, “offline oltre 30 servizi governativi del Regno Unito”. Cloudflare: “Milioni di attacchi hacker” proviene da Il Fatto Quotidiano.
O Parlamento Europeu instou a União Europeia (UE) a ponderar o envio de uma missão naval para o Mar Negro, na sequência de ataques mortais contra navios mercantes civis ao largo da Roménia e da Bulgária. Numa resolução aprovada esta quinta-feira, os eurodeputados pedem ainda à NATO que reforce a presença na região e consideram a Rússia responsável pela escalada da insegurança marítima.
De acordo com o Rapporteur, o texto foi aprovado com 432 votos a favor, 52 contra e 88 abstenções. Os eurodeputados condenam os ataques a embarcações civis e as repetidas violações do espaço aéreo romeno, considerando que estes incidentes fazem parte de uma estratégia de escalada da guerra contra a Ucrânia para a parte ocidental do Mar Negro.
A eventual operação naval europeia teria como objetivo proteger a liberdade de navegação e reforçar a segurança marítima, consideradas essenciais para o flanco leste da NATO, na região do Mar Negro e no delta do Danúbio. A votação, contudo, não significa que uma missão tenha sido aprovada ou que exista uma decisão de mobilizar meios navais.
Os eurodeputados apelam também à NATO para que avalie uma nova iniciativa de segurança para o Mar Negro, tendo por base as discussões em torno de uma possível operação designada Black Sea Sentry, defendendo ainda uma cooperação mais estreita entre a Roménia, a Bulgária e a Turquia.
A resolução aprovada no Parlamento Europeu surge depois de o ministro da Defesa da Bulgária, Dimitar Stoyanov, pedir na passada sexta-feira à NATO caças, sistemas de defesa aérea e sistemas antidrones para combater os ataques contra navios no mar Negro.
Os eurodeputados pedem igualmente que o Black Sea Maritime Security Hub, uma iniciativa de segurança marítima desenvolvida pela Roménia e pela Bulgária com apoio europeu, entre em funcionamento com urgência. O objetivo é reforçar a partilha de informação, melhorar a vigilância e proteger infraestruturas marítimas críticas.
A proteção de cabos submarinos de telecomunicações, eletricidade e transmissão de dados é outra das prioridades identificadas no texto. Para esse efeito, o Parlamento defende uma vigilância marítima mais robusta, maior cooperação regional e mecanismos de resposta rápida.
A Roménia anunciou no sábado ter abatido dois drones russos sobre o mar Negro. A 6 e a 13 de outubro, quatro navios mercantes foram atingidos por drones na zona económica exclusiva da Bulgária no Mar Negro. Dois afundaram-se e 21 marinheiros estão desaparecidos.
Esta terça-feira, a Aliança Atlântica anunciou que vai mobilizar meios adicionais para o Mar Negro, na sequência de uma série de ataques com drones contra navios comerciais.
Uma onda de protestos se espalha por diversos países da Europa, impulsionada por uma combinação de fatores que inclui insatisfação com o custo de vida, crise habitacional e dificuldades na manutenção dos serviços públicos.
A editora de Internacional da CNN Mariana Catacci explica, ao Live CNN, como essas questões têm provocado insatisfação popular e ampliado os desafios políticos no continente. O movimento, que ganhou força inicialmente na França, já se expandiu para outros países do continente, colocando governos sob crescente pressão popular.
Segundo Mariana Catacci, os protestos não seguem uma pauta única. “Eles são causados por vários fatores que, somados, levaram a população de vários países às ruas”, afirmou. Ao todo, ao menos sete países registraram manifestações nos últimos dias.
Na França, a insatisfação começou com estudantes do ensino médio e rapidamente atraiu professores, universitários e cidadãos descontentes com o aumento do custo de vida.
O país concentra o maior número de detenções relacionadas aos protestos: mais de duas mil pessoas foram presas até o último fim de semana, tornando-se o epicentro mais expressivo da agitação social no continente.
Na Espanha, um grande protesto foi deflagrado após o despejo de uma mulher de 87 anos, episódio que se tornou símbolo da crise habitacional que afeta o país.
Em Portugal, a situação é semelhante: o custo da moradia cresceu de forma desproporcional em relação ao restante da Europa nos últimos anos, gerando forte insatisfação popular. Ambos os países enfrentam manifestações de grande porte motivadas pela dificuldade de acesso à habitação.
Na Itália, a principal praça de Milão precisou ser esvaziada devido a confrontos entre manifestantes e a polícia.
A Grécia também registrou protestos, enquanto a Albânia apresenta uma situação considerada peculiar: além das manifestações por educação e custo de vida, há descontentamento da população com um empreendimento que deve ser feito na Albânia ligado a Jared Kushner, genro do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
A venda de áreas preservadas do litoral albanês para a construção de um resort de luxo tem gerado acusações de corrupção contra o primeiro-ministro Edi Rama.
De acordo com Mariana Catacci, o denominador comum entre os países é a dificuldade dos governos em manter os serviços públicos funcionando sem onerar excessivamente os cofres públicos.
“O que a gente vê é uma certa incapacidade dos governos de conseguir sustentar os serviços públicos”, disse. Países como França e Grécia, por exemplo, registram níveis recordes de dívida pública na Europa. O movimento, segundo a editora de Internacional, tende a se ampliar e a atrair cada vez mais setores da população.
O governo francês prendeu 217 pessoas e implementou medidas de segurança, incluindo recolher obrigatório.

Fue a las cuatro de la madrugada del viernes pasado. Varios drones alcanzaron al Wine Trader, un buque cisterna que transportaba productos químicos y navegaba por el mar Negro a unos 25 kilómetros de la localidad rumana de Sulina, en la desembocadura del Danubio y a un paso de la frontera con Ucrania. Las explosiones provocaron un incendio y dañaron gravemente la embarcación. Cinco marineros pudieron ser rescatados, pero otros siete permanecen desaparecidos. “Los que tenían sus camarotes en los niveles superiores tuvieron tiempo de salvarse”, explican desde el Sindicato Libre de Navegantes de Rumania. Los desaparecidos, en cambio, probablemente quedaron atrapados bajo la estructura metálica de la embarcación. Esta ofensiva culminó una escalada de incidentes que ha golpeado en apenas diez días a siete mercantes frente a las costas de Rumania y Bulgaria.

© ROMANIAN INTERIOR MINISTRY (via REUTERS)
As vendas da Tesla na Europa dispararam em setembro de 2026, indicando que a montadora de veículos elétricos de Elon Musk segue ganhando espaço em uma região onde concorrentes chineses também avançam rapidamente.
Os novos emplacamentos de carros da Tesla – usados como sinal de vendas – saltaram 72,5% na comparação anual, para 68.776 unidades, nos mercados da União Europeia, Reino Unido, Islândia, Liechtenstein, Noruega e Suíça, segundo a Associação Europeia de Fabricantes de Automóveis (ACEA).
O ritmo acelerou de forma clara em relação a agosto, quando o aumento havia sido de apenas 4% – mês que costuma ser mais fraco para registros, já que muitas concessionárias na Europa fecham nas férias de verão do Hemisfério Norte.
O avanço sugere que consumidores europeus continuam aderindo à Tesla apesar da concorrência mais intensa, sobretudo de marcas chinesas.
No mesmo recorte, a ACEA informou que montadoras chinesas registraram altas expressivas. Os emplacamentos da BYD quase dobraram, em salto de 99%, para 49.953 veículos.
A SAIC Motor avançou quase 24%, para 41.987 unidades, e a Leapmotor teve alta superior a quatro vezes, para 14.594 veículos.
Em contraste, grupos tradicionais europeus mostraram desempenho mais fraco: a Volkswagen registrou queda de 2,9%, para 308.474 unidades, e a Renault recuou 0,7%, para 114.726.
O desempenho da Tesla ocorre enquanto a empresa busca ampliar aprovações para seu sistema de direção assistida Full Self-Driving (FSD) na União Europeia.
Em abril de 2026, a Holanda foi o primeiro país do bloco a autorizar o sistema em funções como mudança de faixa e navegação em torno de veículos e objetos. Segundo a própria Tesla, o FSD não torna o carro totalmente autônomo e deve ser usado com o motorista totalmente atento.
Desde então, países como Lituânia, Estônia e Dinamarca reconheceram a autorização holandesa, permitindo que a Tesla disponibilize o FSD nesses mercados enquanto autoridades europeias avaliam um pedido para expandir a autorização para todo o bloco.
Em setembro, o mercado europeu de veículos 100% elétricos a bateria cresceu quase 60%, segundo a ACEA. Os emplacamentos de híbridos subiram 5,3%, enquanto as de híbridos plug-in avançaram 24%.
No total, os registros de automóveis de passageiros aumentaram 10% na Europa como um todo e 9,3% na União Europeia, com alta de 9% na Alemanha, 12% na França e 9,8% na Itália.
Brasil lidera vendas de veículos elétricos na América Latina
A França relatou, nesta quinta-feira (22), o primeiro caso humano do vírus Shamonda — habitualmente encontrado em animais de criação — em um paciente que veio a falecer.
As autoridades acrescentaram que, neste momento, não há risco para a população em geral.
Suspeita-se que a vítima tenha sido picada por um mosquito portador do vírus no leste da França, região onde o patógeno circulou entre animais durante a primavera e o verão, informou o governo em um comunicado.
O ECDC (Centro Europeu de Prevenção e Controle de Doenças), sediado em Estocolmo, afirmou que está acompanhando a situação.
“O ECDC está em contato com as autoridades francesas e parceiros europeus para investigar as possíveis implicações para a saúde pública”, declarou o órgão em um comunicado.
O paciente faleceu no início de outubro e estava em tratamento para uma doença grave, o que o tornava mais suscetível a infecções do que a população em geral, informou o centro.
“Estão em andamento investigações para determinar se o vírus causou ou contribuiu para a morte do paciente, bem como a forma como a infecção foi contraída”, acrescentou o centro.
A vítima era um homem na faixa dos 60 anos que vivia na região de Lyon, no leste da França, informou o jornal local “Le Progrès”.
“Com base no conhecimento disponível sobre este vírus, nenhum risco à saúde da população em geral foi identificado até o momento”, declarou o governo.
O vírus Shamonda é transmitido por mosquitos do gênero “Culicoides” e é encontrado principalmente em bovinos, embora também tenha sido detectado em cavalos, alpacas, ovelhas e cabras, segundo a OMSA (Organização Mundial da Saúde Animal).
Ele não é classificado como uma doença sob a legislação de saúde animal da União Europeia e não está sujeito a medidas oficiais de vigilância ou controle.
Identificado na Nigéria em meados da década de 1960, o vírus Shamonda foi confirmado pela primeira vez na Europa no final de julho, após testes genômicos realizados em bovinos doentes no sul da Alemanha, na Suíça e no leste da França.
O boletim semanal de vigilância em saúde animal da França informou que o vírus também foi detectado na Áustria, Bélgica, Irlanda, Itália, Liechtenstein, Luxemburgo, Países Baixos, Portugal, Eslovênia, Espanha e na ilha de Jersey (Reino Unido).
O vírus provoca diversos efeitos nos animais.
Um estudo realizado em nove fazendas leiteiras francesas constatou uma queda de até 75% na produção de leite; os bovinos afetados apresentaram diarreia, fraqueza, perda de apetite e, com menos frequência, febre, informaram as autoridades francesas de saúde animal.

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