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Guterres alerta para onda global de protestos

Do Médio Oriente ao Sudão, da Europa ao Irão, o secretário-geral da ONU denuncia um mundo a arder — em conflitos e em descontentamento social.

© MIGUEL A. LOPES/LUSA

Guterres afirmou que o mundo enfrenta atualmente uma espécie de "El Niño da guerra", em que conflitos localizados provocam consequências a milhares de quilómetros de distância
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Caos na França: 2.700 pessoas foram detidas em meio a protestos e saques

O ministro do Interior da França, Gérald Darmanin, afirmou nesta quinta-feira (22) que 2.700 pessoas foram detidas pela polícia desde sábado (17) em decorrência de distúrbios e saques.

Isso acontece em um momento em que autoridades buscam conter a onda de agitações no país, após protestos relacionados à educação e ao custo de vida acabarem gerando violência e confrontos com a polícia.

“2.700 pessoas foram detidas pela polícia desde sábado em relação a esses distúrbios e saques”, disse Darmanin em entrevista ao canal de notícias francês LCI.

Mais protestos estão marcados para este sábado (24). A Unef, principal sindicato estudantil da França, convocou manifestações e afirmou que o movimento não cessará até que suas reivindicações sejam atendidas.

A CGT, uma das maiores centrais sindicais do país, informou que participará das manifestações, defendendo que elas sejam pacíficas.

Enquanto isso, autoridades francesas prometeram uma presença policial “massiva” e impuseram toques de recolher.

Análise: “Revolta por insatisfação social” caracteriza protestos na França

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AIMA pode gastar até 31,35 milhões em documentos oficiais

Verba cobre produção, emissão e expedição de documentos para os cerca de 1,6 milhões de estrangeiros residentes em Portugal até ao primeiro semestre de 2027.

© AIMA / Facebook

De acordo com as últimas contas, a AIMA teve receitas de 101 milhões, arrecadados a partir de taxas cobradas a imigrantes
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Lucros da Navigator emagrecem quase 45% no final do 3º trimestre

A The Navigator Company registou um lucro de 65,4 milhões de euros no final dos nove primeiros meses do ano, menos 44,8% que os 118,3 milhões verificados no mesmo período do ano passado. No período em referência, a Navigator registou um EBITDA de 212 milhões de euros, com uma margem EBITDA de 16%. O volume de negócios totalizou 1.333 milhões de euros, menos 10,5% que os 1.489,3 milhões atingidos ao cabo dos primeiros nove meses do ano passado.

Em comunicado enviado à CMVM, o grupo indica que “estes resultados refletiram um contexto macroeconómico e de mercado extremamente exigente, a par do aumento significativo dos custos de energia (eletricidade e gás natural) e logística, que estão a condicionar a procura em todos os mercados da Europa”.

A 30 de setembro de 2026, o endividamento líquido da Navigator situava-se em 765 milhões de euros, “refletindo o elevado nível de investimento realizado ao longo do período e a manutenção de uma estrutura financeira sólida e equilibrada”. O rácio Dívida Líquida Remunerada/EBITDA situou-se em 2,66, com o aumento face ao período homólogo a resultar da redução do EBITDA. A dívida líquida remunerada diminuiu cerca de 5 milhões de euros em termos homólogos, mantendo o Grupo uma maturidade média da dívida de cinco anos.

“As linhas de longo prazo, disponíveis e não utilizadas da Navigator, ascendem a 323 milhões de euros. A maturidade média da dívida mantém-se assim adequada, com um perfil de reembolsos bem escalonado, com 95% do total de endividamento contratado e utilizado com cariz sustentável e 57% da dívida total emitida a taxa fixa, diretamente ou através de instrumentos financeiros de cobertura de taxa de juro”.

O aumento dos custos da energia “continua a pesar sobre a competitividade da indústria exportadora portuguesa. Entre dezembro de 2025 e setembro de 2026, os preços de mercado do gás natural mais do que triplicaram e os da eletricidade mais do que duplicaram. A persistência destes níveis de preços acentua as diferenças face a mercados com condições energéticas mais favoráveis, condicionando o investimento e a capacidade das empresas nacionais para competir no exterior”.

As medidas adotadas durante a crise energética de 2022 e 2023 “oferecem referências para responder aos desafios atuais. Também os mecanismos de apoio utilizados noutros países europeus evidenciam o papel que estes instrumentos podem desempenhar na preservação da atividade industrial. A sua aplicação em condições comparáveis no espaço europeu poderá contribuir para atenuar os diferenciais de custos e salvaguardar o contributo da indústria para as exportações e para a economia nacional”, refere ainda o documento.

Na Europa, “a procura aparente de UWF diminuiu 2% em termos homólogos até setembro, confirmando uma desaceleração do ritmo de contração do mercado. Num contexto de aumento das importações, as entregas dos produtores europeus ao mercado interno reduziram-se 4,7%, refletindo uma maior orientação para os mercados de exportação”.

Nos primeiros nove meses de 2026, “a Navigator manteve um desempenho superior ao da indústria. A taxa operativa de produção (OR) da indústria europeia de UWF (medida como a produção em proporção da capacidade instalada) situou-se em 84% – 2pp acima do período homólogo – enquanto a Navigator registou uma taxa operativa de 89%, 5pp acima da média da indústria”.

“Num mercado europeu marcado por elevada intensidade competitiva e maior pressão das importações de origem asiática, a diferenciação do portefólio assume particular relevância. As marcas de fábrica representam mais de 70% das vendas do ano, enquanto a percentagem de produtos premium no mix se mantém elevada, aproximadamente 50%”.

O mercado europeu de Tissue “continua a demonstrar resiliência, mesmo num contexto mais competitivo e exigente. As vendas do negócio Tissue fora de Portugal representaram 79% do volume total nos primeiros nove meses de 2026 (vs. 54% em 2022, antes da integração da Tissue Ejea e Tissue UK), sendo os mercados mais representativos, o mercado espanhol, com 33% do total de vendas, o britânico, com 28% do total de vendas, e o francês, com peso de 16% das vendas”. O desempenho refletiu um contexto de maior intensidade competitiva, sobretudo no Reino Unido, e de gestão disciplinada de margens, em paralelo com a implementação de um programa de transformação industrial destinado a reforçar estruturalmente a eficiência da operação naquele país.

Esse programa contempla a otimização da estrutura produtiva e de custos, bem como uma maior disciplina comercial na alocação de volumes, encontrando-se atualmente na fase mais exigente da sua implementação e prevendo-se a sua conclusão no final do primeiro semestre do próximo ano. Em paralelo, refere o grupo, avançaram os trabalhos preparatórios para a instalação da nova máquina de Tissue no complexo industrial de Aveiro, um investimento estratégico que permitirá reforçar a integração industrial do negócio e apoiar o crescimento futuro da operação internacional, em particular no Reino Unido.

No que diz respeito à estratificação por segmento de clientes, o At Home ou Consumer (retalho) tem registado um peso crescente, representando atualmente cerca de 84% das vendas, sendo que o segmento Away from Home (grossistas – canal Horeca e escritórios) representa os restantes 16%.

O negócio de Tissue da Navigator dispõe agora de dez tecnologias proprietárias incorporadas nos seus produtos e marcas , mais três face ao período homólogo, potenciando a estratégia de diferenciação da gama. As marcas próprias, as marcas sob licenciamento da P&G e as marcas que incorporam tecnologias inovadoras representam, em conjunto, mais de 20% do valor das vendas de produto acabado.

“A Navigator reforçou, nos primeiros nove meses de 2026, o seu compromisso com a modernização e a descarbonização das operações, com um volume de investimento que ascendeu a 174 milhões de euros, dos quais uma parte significativa (48% do total) diz respeito a investimentos em matérias ambientais ou de cariz sustentável criadores de valor. Além de investimentos direcionados à descarbonização, ao desempenho ambiental, à manutenção da capacidade produtiva e à modernização de equipamentos para melhoria da eficiência, o montante contempla projetos estruturais e de segurança com impacto relevante na redução futura dos custos variáveis. Neste âmbito, a execução de todos os projetos associados ao Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) encontra-se substancialmente concluída, em estrita conformidade com os compromissos assumidos com as autoridades nacionais”.

Enquadrada na estratégia de transformação industrial da empresa, a reconversão da PM3, já em funcionamento, resultou de um investimento de cerca de 30 milhões de euros. Vai permitir produzir até cerca de 100 mil toneladas anuais de papéis kraft de baixas gramagens, numa gama entre 30 e 90 g/m², destinados a aplicações de embalagem flexível. A intervenção dotou a máquina de tecnologia de última geração, aumentando a flexibilidade operacional, a eficiência energética e a qualidade do produto final.

 

Perspetivas até ao final do ano

“Apesar da incerteza geopolítica, da volatilidade dos mercados energéticos e de um contexto económico exigente, os indicadores do 3.º trimestre reforçam as perspetivas favoráveis para os próximos meses. Na Pasta, a recuperação dos preços em setembro e a melhoria da disponibilidade operacional favorecem a atividade e o aumento dos volumes destinados ao mercado”.

No Packaging, “a procura crescente por soluções sustentáveis, o alargamento da base de clientes e o arranque da PM3 reforçam o potencial de crescimento. No Tissue, o Grupo beneficia da expansão internacional e prossegue o programa de eficiência operacional no Reino Unido. No Papel de Impressão e Escrita, os aumentos de preços ao longo do ano e a ausência de novas paragens industriais relevantes sustentam uma perspetiva positiva para os próximos trimestres”.

“A Navigator manterá o foco na execução dos programas de eficiência, na otimização da base industrial, na inovação e na diversificação do portefólio. A gestão integrada da cadeia de valor e a solidez financeira mantêm a Empresa bem posicionada para reforçar a competitividade e criar valor de forma sustentável no longo prazo”, conclui o comunicado.

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Moedas reforça aviso: "Tem de se respeitar a lei"

O autarca lisboeta condenou os incidentes nos protestos, como o ocorrido com a estátua no Rossio. Sábado há nova manifestação em Lisboa, Porto e assembleia popular em Braga.

© DIOGO VENTURA/OBSERVADOR

O autarca falou à Lusa no final de uma reunião do Conselho Metropolitano de Lisboa, realizada no Convento de Jesus, em Setúbal
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França proíbe protestos em algumas cidades grandes para o final de semana

Autoridades da França proibiram protestos em cidades como Marselha e Lyon e anunciaram um toque de recolher para o fim de semana em partes de Paris.

O prefeito de Bouches-du-Rhône, o departamento ao qual Marselha pertence, anunciou uma proibição temporária de protestos para este sábado (24), segundo a BFMTV, emissora afiliada à CNN.

O transporte público também será suspenso das 5h de sábado às 5h de domingo, no horário local, na região metropolitana de Marselha, informou a BFMTV.

Cidades fora de Paris foram fortemente afetadas pelos recentes distúrbios.

Em Marselha, manifestantes vestidos de preto invadiram a prefeitura e picharam o prédio com símbolos anarquistas; em Lyon, manifestantes incendiaram o posto de turismo da cidade, relatou a agência Reuters.

A polícia de Paris anunciou um toque de recolher nas áreas da Place de la République e Les Halles, diariamente, das 23h às 6h, de quinta a domingo.

Protestos na França refletem o que será da Europa em 2027, diz especialista

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Será que montar tendas vai dar casa a toda a gente?

Entre tendas no Rossio e protestos sobre as propinas, a frustração com a habitação expõe dores reais. Enquanto o bloqueio a reformas da lei continua a destruir o mercado de arrendamento no país.

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Ação da Meta recua com crescimento da Muse e aumento de custos por IA

As ações da Meta Platforms caíam mais de 5% nesta quinta-feira, com investidores contrabalançando os ​benefícios do negócio de agentes de IA (inteligência ​artificial), que cresce rapidamente, com os custos crescentes para financiar a ambiciosa expansão da companhia nessa área.

Até o fechamento de quarta-feira, o papel acumulava alta superior a 5% no ano. Se a queda dos primeiros negócios for mantida, a Meta poderá perder cerca de US$85 bilhões em valor de mercado.

A reação negativa ocorre apesar ⁠de a Meta ter divulgado ​na véspera uma receita trimestral acima do esperado, projetado vendas para ​o quarto trimestre acima das estimativas de Wall Street e destacado a ⁠rápida adoção de seu novo aplicativo de ⁠agente de IA, o Muse.

O balanço foi divulgado poucas horas ​depois ‌de um juiz do Novo México determinar que a empresa pague uma multa de ⁠US$ 5 bilhões em um caso relacionado à privacidade de dados envolvendo a Cambridge Analytica. A Meta informou que pretende recorrer da decisão.

A controladora do Instagram está gastando pesadamente para ‌sustentar ⁠seus planos de ‌IA, com uma previsão de investimentos (capex) anuais entre US$ 135 bilhões e US$ 145 bilhões.

A empresa também reportou um fluxo de caixa livre negativo de US$ 2,12 bilhões no ⁠terceiro trimestre, ante fluxo de caixa livre ⁠positivo um ano antes.

O analista Benjamin Black, do Deutsche Bank, afirmou que os investimentos da Meta em IA ‌estão gerando melhor desempenho publicitário e maior engajamento, criando uma visão cada vez mais favorável para a ação, à medida que investidores passam a enxergar a infraestrutura computacional como um ativo gerador de receita, e não apenas como ‌um centro de custos.

A Meta também anunciou planos para criar uma nova classe de ações Classe C sem direito a voto, dando à empresa maior flexibilidade ⁠para aquisições e remuneração de funcionários, ao mesmo tempo em que preserva o controle decisório do presidente-executivo, Mark Zuckerberg.

Pelo menos 13 corretoras elevaram seus preços-alvo para a ação ​após os resultados, segundo dados compilados pela LSEG.

As preocupações com a dimensão dos investimentos ​da Meta em IA também chegaram ao mercado de crédito, onde o custo para segurar a dívida da empresa contra inadimplência avançou para um nível recorde.

Veja empregos que ganham e perdem com a inteligência artificial

 

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Entenda como onda de protestos tomou conta da Europa

Uma onda de protestos se espalha por diversos países da Europa, impulsionada por uma combinação de fatores que inclui insatisfação com o custo de vida, crise habitacional e dificuldades na manutenção dos serviços públicos.

A editora de Internacional da CNN Mariana Catacci explica, ao Live CNN, como essas questões têm provocado insatisfação popular e ampliado os desafios políticos no continente. O movimento, que ganhou força inicialmente na França, já se expandiu para outros países do continente, colocando governos sob crescente pressão popular.

Segundo Mariana Catacci, os protestos não seguem uma pauta única. “Eles são causados por vários fatores que, somados, levaram a população de vários países às ruas”, afirmou. Ao todo, ao menos sete países registraram manifestações nos últimos dias.

França lidera em número de detenções

Na França, a insatisfação começou com estudantes do ensino médio e rapidamente atraiu professores, universitários e cidadãos descontentes com o aumento do custo de vida.

O país concentra o maior número de detenções relacionadas aos protestos: mais de duas mil pessoas foram presas até o último fim de semana, tornando-se o epicentro mais expressivo da agitação social no continente.

Crise de habitação mobiliza Espanha e Portugal

Na Espanha, um grande protesto foi deflagrado após o despejo de uma mulher de 87 anos, episódio que se tornou símbolo da crise habitacional que afeta o país.

Em Portugal, a situação é semelhante: o custo da moradia cresceu de forma desproporcional em relação ao restante da Europa nos últimos anos, gerando forte insatisfação popular. Ambos os países enfrentam manifestações de grande porte motivadas pela dificuldade de acesso à habitação.

Confrontos na Itália e protestos na Grécia e Albânia

Na Itália, a principal praça de Milão precisou ser esvaziada devido a confrontos entre manifestantes e a polícia.

A Grécia também registrou protestos, enquanto a Albânia apresenta uma situação considerada peculiar: além das manifestações por educação e custo de vida, há descontentamento da população com um empreendimento que deve ser feito na Albânia ligado a Jared Kushner, genro do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

A venda de áreas preservadas do litoral albanês para a construção de um resort de luxo tem gerado acusações de corrupção contra o primeiro-ministro Edi Rama.

Desafio comum: sustentar serviços públicos

De acordo com Mariana Catacci, o denominador comum entre os países é a dificuldade dos governos em manter os serviços públicos funcionando sem onerar excessivamente os cofres públicos.

“O que a gente vê é uma certa incapacidade dos governos de conseguir sustentar os serviços públicos”, disse. Países como França e Grécia, por exemplo, registram níveis recordes de dívida pública na Europa. O movimento, segundo a editora de Internacional, tende a se ampliar e a atrair cada vez mais setores da população.

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN. Clique aqui para saber mais.
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Ventura: "Mas onde é que anda o primeiro-ministro?"

André Ventura diz que a ausência pública do primeiro-ministro é um "rastilho" para escalar a contestação e avisa o Governo para não pensar que Portugal é "um país manso".

© ANDRÉ KOSTERS/LUSA

Numa intervenção num almoço do International Club of Portugal, num hotel em Lisboa, André Ventura critica que "não sabemos do primeiro-ministro há dias"
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Associação apela à proteção da estátua de D. Pedro IV

Associação diz ser "incompreensível" que a CML não adote medidas idênticas às que aplica noutros monumentos em eventos de risco.

© LUSA

A estátua de D. Pedro IV tem sido o centro das reivindicações dos manifestantes que se têm reunido na Praça do Rossio pela crise na habitação
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BE fala em "mudança sísmica" do Governo na habitação

Pureza pede que protestos continuem e diz que seria positivo que a CGTP convocasse greve geral. Central sindical admite todas as formas de luta, mas avisa que greve "exige preparação".

© ANDRÉ KOSTERS/LUSA

Pureza recusou que o partido tenha qualquer intenção de "dirigir" os protestos "mas contribuir, isso sim, para a força do movimento da luta pela habitação"
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Marcha no sábado e apelo a greve geral a 11 de novembro

Manifestação "Não temos casa, montamos tendas!" partirá da rotunda do Marquês de Pombal e terminará na Praça do Rossio, onde, desde sábado, centenas de pessoas se têm juntado a exigir medidas.

© INÊS LACERDA/OBSERVADOR

Entre as decisões encontra-se a realização das assembleias populares, todos os dias, às 19h00, no Rossio
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Servilusa inicia período de homenagem anual aos seus falecidos com celebrações Ortodoxa e Grego-Católica

As celebrações Ortodoxas e Grego-Católica dão início ao tradicional ciclo nacional de missas para homenagem aos falecidos cujos funerais foram realizados pela Servilusa, que reúne milhares de pessoas anualmente e, em 2026, vai ter 29 celebrações até 30 de novembro, de norte a sul de Portugal. As cerimónias Ortodoxa e Grego-Católica, realizam-se em Lisboa, a […]

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Presidente do IHRU duvida de "sacrifício" dos jovens

Benjamim Pereira lembrou que os seus avós emigraram para o Brasil e Argentina para ter casa. Fez "apelo" às cooperativas, mas recusou dizer que jovens devem emigrar.

© INÊS LACERDA/OBSERVADOR

Segundo Benjamim Pereira, presidente do IHRU, "não se vai resolver o problema da habitação (...) nem se vai resolver durante os próximos anos, é preciso todos termos consciência disso"
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