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Habitação: “Não sei se sociedade atual está disponível para nível de sacrifício” da anterior

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By: Lusa

“Já fomos todos jovens, não é? (…) E percebemos essa dificuldade. Eu não sei se a sociedade atual está disponível para o nível de sacrifício que os nossos pais e os nossos avós fizeram para ter uma casa“, afirmou o presidente do Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana (IHRU), Benjamim Pereira, esta quinta-feira, em Vila Nova de Gaia (Porto).

Falando acerca das manifestações pela habitação que têm ocorrido sobretudo no Porto e em Lisboa, e questionado sobre se a geração atual está a ter menos sacrifício do que a geração anterior, o responsável do IHRU disse não querer ir “por esse caminho”.

“Só estou a dizer que os meus avós emigraram para o Brasil e para a Argentina para poderem ter uma casa. O meu pai emigrou durante 20 anos, sacrificou a vida”, prosseguiu, e perante as questões dos jornalistas sobre se os jovens também devem emigrar, afirmou que não estava “a dizer isso”.

Pedindo para “concluir o raciocínio”, Benjamim Pereira disse que os seus familiares emigraram “porque a casa era, efetivamente, uma coisa muito importante para a sua vida, a sua base logística, como é hoje”.

É preciso que haja um compromisso de todos. Reparem, os jovens podem organizar-se, fazer cooperativas (…)

Benjamim Pereira

Presidente do Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana (IHRU)

“É preciso que haja um compromisso de todos. Reparem, os jovens podem organizar-se, fazer cooperativas. Eu já recebi pessoas no IHRU que agora, com os seus 60 e 70 anos, que quando eram da idade dos jovens que agora se estão a manifestar organizaram-se, fizeram cooperativas e fizeram as suas próprias casas”, afirmou.

Frisando que fazia “um apelo” e não “uma crítica”, Benjamim Pereira pediu “a todos que se possam unir” pois “é um problema que tem de ser resolvido por todos e os jovens também fazem parte desta equação”.

Antes, o também ex-presidente da Câmara de Esposende (PSD), no distrito de Braga, tinha dito que vê as manifestações “de forma muito tranquila”.

“Eu acho que as pessoas, os cidadãos devem manifestar-se. Não é [só] pela habitação, é pela habitação, é pela saúde, é por tudo aquilo que entenderem que não está de acordo, enfim, com a sua forma de ver. O que não quer dizer desde logo que tenham razão. Mas podem e devem manifestar-se. Isto só nos dá força para trabalhar mais”, apontou.

Referiu ainda haver “algum sentimento de injustiça” para os trabalhadores do IHRU. “Nós temos trabalhado imenso, temos feito o máximo que está ao nosso alcance para conseguir resolver um problema. Só que é um problema estrutural, não é um problema conjuntural”, sustentou.

Segundo Benjamim Pereira, “não se vai resolver o problema da habitação (…) durante os próximos anos, é preciso todos termos consciência disso“.

Porém, expressou otimismo quanto ao decreto-lei proposto pelo Governo para a habitação, n.º97/2026, “que vai, com toda a certeza, dar um enorme contributo para resolver o problema da habitação”.

“É preciso dar tempo para que ele funcione. Quer o regime simplificado do arrendamento acessível, que vai (…) conter, mas por opção do próprio senhorio, o limite das rendas, que será muito importante”, bem como “os contratos de investimentos de arrendamento”, acrescentou.

Para Benjamim Pereira, estes contratos são “das medidas mais importantes que se tomaram em Portugal nas últimas décadas em relação à habitação” porque convocam o setor privado.

“Os contratos de investimento de arrendamento na sua modalidade, quer da renda moderada, que é obrigatório praticar, quer da renda acessível” podem ser a “bala de prata” com a “obrigatoriedade de manter os imóveis durante 25 anos em arrendamento acessível” para que os jovens “tenham aqui a sua oportunidade”, assinalou.

Entre manifestações e as denominadas acampadas, com centenas ou milhares de manifestantes, os atuais protestos contra a crise na habitação tiveram início no Porto a 10 de outubro e expandiram-se a Lisboa, mas já motivaram também concentrações noutras cidades, dias depois da aprovação parlamentar da nova lei do arrendamento, agora em discussão na especialidade.

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Será que montar tendas vai dar casa a toda a gente?

Entre tendas no Rossio e protestos sobre as propinas, a frustração com a habitação expõe dores reais. Enquanto o bloqueio a reformas da lei continua a destruir o mercado de arrendamento no país.

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Rua, redes e debate: As investidas de Flávio e Lula

A três dias do segundo turno das eleições presidenciais de 2026, as campanhas de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) concentram esforços em três frentes simultâneas: a mobilização nas ruas, a disputa de narrativas nas redes sociais e a preparação para o último debate presidencial, marcado para sexta-feira (23) na TV Globo.

Segundo a âncora da CNN Tainá Falcão, ao Bastidores CNN, ao longo da semana, ambos os candidatos percorreram diferentes regiões do país em busca de votos. Flávio Bolsonaro também cumpriu agenda intensa, com visitas ao Pará, ao Amazonas, a São Paulo e ao Ceará.

Lula passou por Porto Alegre (RS), São Luís (MA), Juazeiro (CE), Petrolina (PE) e Belo Horizonte (MG), sempre acompanhado por governadores, políticos e lideranças regionais.

Disputa nas redes sociais

No campo digital, as estratégias das campanhas se tornaram cada vez mais agressivas. A campanha de Flávio Bolsonaro aposta na crítica ao custo de vida da população, responsabilizando o governo Lula pela situação.

A estratégia inclui ainda ataques relacionados ao endividamento das famílias e a investigações que envolvem pessoas próximas a Lula, com ênfase nas suspeitas sobre Fábio Luis Lula da Silva, o Lulinha, filho do candidato petista, e nos esquemas ligados ao INSS.

Do outro lado, a campanha de Lula passou a recuperar declarações antigas de Flávio Bolsonaro, com destaque para comentários da coordenadora de campanha em temas econômicos do senador, Daniella Marques, questionando o futuro dos benefícios sociais — em especial, se o Bolsa Família seria mantido em um eventual governo Flávio.

Também foram resgatados episódios históricos do candidato do PL, como o voto contrário à licença-maternidade de servidoras do Rio de Janeiro, em 2009, e sua atuação como advogado de um policial acusado de matar uma menina de 5 anos, em Niterói.

Encerramento da campanha no sábado

Os dois candidatos planejam encerrar a campanha no sábado (24) com atividades nos três maiores colégios eleitorais do país. Lula tem previsto um ato com artistas e apoiadores no Rio de Janeiro, além de passagem por São Paulo.

Flávio Bolsonaro vai a Belo Horizonte para o chamado “Bloco do Nikolas”, evento promovido pelo deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) nos moldes de um bloco de carnaval, e depois segue para o Rio de Janeiro, onde está prevista uma carreata na Barra da Tijuca até a casa de Jair Bolsonaro (PL).

Segundo a analista de Política da CNN Larissa Rodrigues, a presença dos candidatos nas ruas ganhou peso crescente nesta reta final, algo que não foi tão evidente no primeiro turno.

“Quem acabou puxando essa linha da manifestação na rua com a presença dos presidenciáveis foi o próprio PT“, afirmou, lembrando que a participação de Lula em um evento não estava prevista e foi anunciada de última hora por Guilherme Boulos.

Diante da mobilização petista nas ruas e da aproximação nas pesquisas, Flávio Bolsonaro também passou a intensificar sua presença física na campanha. Para Larissa, apesar do protagonismo das redes sociais nesta eleição, a campanha nas ruas se revelou um fator decisivo neste final de segundo turno.

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN. Clique aqui para saber mais.
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Governador do Banco de Portugal avisa que habitação é o “principal risco interno” do país


O governador do Banco de Portugal, Álvaro Santos Pereira, alertou esta quinta-feira que a habitação é o “principal risco interno” do país e reforçou que é preciso construir mais e apostar em mais habitação pública. As declarações foram feitas durante a apresentação de uma análise intitulada “Perspectives on Iberian Economic Integration”, que também contou com a presença do governador do Banco de Espanha, José Luis Escrivá.

O governador recusou detalhar medidas, tanto de curto prazo, como de longo prazo, defendendo que o trabalho do supervisor “é mostrar os dados e estudar, não entramos em debate político”. Justificou ter colocado os holofotes sobre o tema da habitação desde que tomou posse por identificar como um dos principais riscos económicos em Portugal.

“Temos vindo a reiterar que as soluções têm de vir do lado da oferta, construir muito mais, e, por outro lado, como a nível internacional continuamos a ter uma habitação pública abaixo da OCDE, temos de trabalhar na habitação pública“, explicou. Reconheceu que resolver este problema “demora tempo“, mas que “o importante é todos darmos conta do que está a acontecer“.

Questionado sobre se este é também um tema que preocupa os bancos centrais do ponto da vista da estabilidade financeira, Álvaro Santos Pereira afirmou que “a habitação não é um tema de estabilidade financeira, é um problema social e económico e uma preocupação grande de muitas famílias“. Disse ainda entender “a luta política, mas isto é mesmo um desafio enorme para muita gente”.

O homólogo espanhol alinhou pela mesma leitura. “Já analisámos este assunto do ponto de vista da estabilidade financeira, e so far so good“, disse José Luis Escrivá. O governador do Banco de Espanha explicou que a situação é muito diferente, incluindo ao nível do endividamento das famílias, ao que aconteceu na crise de 2010. “Estamos a analisar, mas não é uma fonte de preocupação. Não estamos ainda nos níveis da bolha anterior, em 2010“, justificou.

À semelhança do que acontece em Portugal, José Luis Escrivá lembrou o setor da construção espanhol que “ficou muito afetado depois da crise e está a ter dificuldades de recuperar e acompanhar a velocidade de construção de casas, também é um problema do ponto de vista dessa construção”.

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Ageas Seguros abre duas novas lojas e passa a ter mais de 200 pontos de atendimento


A Ageas Seguros reforçou a sua presença no país com a abertura de um novo espaço comercial em Águas Santas, no Porto, e com a relocalização e remodelação da loja de Arganil, em Coimbra. Com mais estes dois investimentos, a seguradora passa a somar mais de 200 pontos de atendimento distribuídos por Portugal Continental e Ilhas.

Gustavo Barreto, membro da Comissão Executiva do Grupo Ageas Portugal. “A renovação da loja Ageas Seguros na vila de Arganil e a abertura desta loja Ageas Seguros na vila de Águas Santas reflete o nosso compromisso em melhorar a nossa rede”.

A nova unidade de Águas Santas está localizada na Rua Camilo Castelo Branco. O espaço é gerido pela agente geral exclusiva Lídia Barbosa e conta com uma equipa de três profissionais. Funciona de segunda a sexta-feira, das 09h00 às 17h00.

Já em Arganil, a intervenção traduziu-se na mudança para um novo endereço, na Rua Mariano Lopes Morgado, acompanhada pela modernização das instalações. Sob a gestão da sociedade Seguros Beira Serra, liderada por António Coelho, a dependência opera com uma equipa de duas pessoas, estando aberta nos dias úteis das 09h00 às 12h30 e das 14h00 às 18h00.

“A renovação da loja Ageas Seguros na vila de Arganil e a abertura desta loja Ageas Seguros na vila de Águas Santas reflete o nosso compromisso em melhorar a nossa rede, por forma a oferecer melhores condições a todos os nossos Mediadores e, claro, aos nossos Clientes”, sublinha Gustavo Barreto, membro da Comissão Executiva do Grupo Ageas Portugal, em comunicado.

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Comissários de voo nos EUA precisam de atendimento médico após turbulência

Quatro comissários de bordo da United Airlines receberam atendimento médico após forte turbulência durante a descida da aeronave para Los Angeles.

O voo 1157 da companhia pousou no Aeroporto Internacional de Los Angeles por volta das 20h50, no horário local, de quarta-feira (21), após enfrentar uma turbulência severa.

A aeronave, que era um Boeing 777, havia partido do Aeroporto Internacional Daniel K. Inouye, em Honolulu.

Segundo a United, quatro comissários de bordo foram avaliados por equipes médicas, e um deles foi levado ao hospital para receber tratamento. Havia 10 tripulantes a bordo.

Nenhum dos 190 passageiros ficou ferido, ainda de acordo com a companhia aérea.

A Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos informou que está investigando o caso.

Turbulências em voos podem ficar mais recorrentes; entenda

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Da princesa Leonor à aluna de Penafiel: os colégios UWC

De refugiados a portugueses na Arménia e no Essuatíni, a rede UWC junta princesas e bolseiros em 18 colégios pelo mundo, numa experiência onde "a condição financeira nunca deve ser um obstáculo".

© Getty Images

Os UWC são uma rede de 18 colégios internacionais distribuídos por quatro continentes e fundados com o objetivo de promover a paz e a sustentabilidade através da educação
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Agência Brasil e TV Brasil recebem Prêmio Vladimir Herzog

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O fotógrafo Tomaz Silva, da Agência Brasil, e a equipe do programa Caminhos da Reportagem, da TV Brasil, receberam nesta semana o Prêmio Jornalístico Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos. Os veículos integram a Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

Tomaz Silva venceu com o trabalho Viúva se despede do marido morto na operação policial mais letal do Rio de Janeiro. A fotografia, feita no Complexo da Penha, em outubro de 2025, retrata a dor de Fernanda da Silva Martins, ao abraçar o corpo do companheiro. A imagem foi republicada em jornais e sites do país e do exterior.

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"Os jurados e o prêmio Vladimir Herzog reconheceram, nesta fotografia, a história e a dor de tantas pessoas atingidas pela violência policial. Ela foi feita no dia mais difícil que já vivi como repórter, diante de dezenas de corpos. O que mais me marcou naquela manhã não foram os números, mas os rostos, os gritos e o desespero de quem encontrava seus familiares mortos", contou o fotógrafo.
São Paulo (SP), 20/10/2026 - Entrega do 48º Prêmio Vladimir Herzog de Direitos Humanos no teatro TUCARENA. Tomaz Silva, fotojornalista da Agencia Brasil. Foto: Paulo Pinto/Agencia Brasil São Paulo (SP), 20/10/2026 - Entrega do 48º Prêmio Vladimir Herzog de Direitos Humanos no teatro TUCARENA. Tomaz Silva, fotojornalista da Agencia Brasil. Foto: Paulo Pinto/Agencia Brasil
Entrega do 48º Prêmio Vladimir Herzog de Direitos Humanos ao fotógrafo Tomaz Silva, da Agência Brasil. Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil

O gerente executivo de Imagem, Arte e Web da EBC, Joédson Alves, ressaltou que a fotografia jornalística tem o papel de documentar a realidade e preservar a memória, sempre com respeito às pessoas retratadas.

"Esse prêmio reconhece não apenas o trabalho do fotógrafo Tomaz Silva, mas também o compromisso coletivo da Agência Brasil com um jornalismo de interesse público, responsável e comprometido com a sociedade", avaliou.

 

Rio de Janeiro - 01/10/2026- Fotógrafo Tomaz Silva, da Agência Brasil, vence Prêmio Vladimir Herzog. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil Rio de Janeiro - 01/10/2026- Fotógrafo Tomaz Silva, da Agência Brasil, vence Prêmio Vladimir Herzog. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil
A foto Viúva se despede do marido morto na operação policial mais letal do Rio de Janeiro venceu Prêmio Vladimir Herzog. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

Já o episódio Trabalho escravo doméstico: silêncio e servidão, do programa Caminhos da Reportagem, da TV Brasil, venceu na categoria vídeo. A produção, que foi ao ar em 20 de abril de 2026, leva ao telespectador histórias de mulheres submetidas a condições análogas à escravidão e discute formas de aprimorar o pós-resgate.

"Receber um prêmio tão importante quanto o Herzog é uma honra para qualquer jornalista. A premiação foi emocionante, principalmente pelo fato de que três mulheres entrevistadas no programa, hoje libertas, puderam comparecer ao evento. O reconhecimento mostra que nosso trabalho jogou luz sobre uma violação, infelizmente, ainda presente no Brasil", destacou a repórter Marieta Cazarré.

O editor de texto do programa, Paulo Leite, comemorou que "é um prazer e uma honra conquistar o prêmio mais valorizado do jornalismo brasileiro".

"Esta foi a 48ª edição do Vladimir Herzog, o que mostra a força, a credibilidade e a resiliência da premiação. Mais uma prova de que jornalismo é um processo coletivo e de que a comunicação pública é essencial para a sociedade", completou.

 

São Paulo (SP), 20/10/2026 - Entrega do 48º Prêmio Vladimir Herzog de Direitos Humanos no teatro TUCARENA. Trabalho Escravo da TV Brasil. Foto: Paulo Pinto/Agencia Brasil São Paulo (SP), 20/10/2026 - Entrega do 48º Prêmio Vladimir Herzog de Direitos Humanos no teatro TUCARENA. Trabalho Escravo da TV Brasil. Foto: Paulo Pinto/Agencia Brasil
Equipe do Caminhos da Reportagem recebe Prêmio Vladimir Herzog com mulheres resgatadas que foram entrevistadas no programa. Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil

Participaram da equipe de produção do episódio Marieta Cazarré, Paulo Leite, Ana Graziela Aguiar, Ana Passos, Cleiton Freitas, Patrícia Araújo, Gabriel Penchel, JM Barboza, Rogério Verçoza, Sigmar Gonçalves, Alexandre Souza, Marcelo Vasconcelos, Rafael Carvalho, Rivaldo Martins, Aleixo Leite, Caroline Ramos e Wagner Maia.

A diretora de Jornalismo da EBC, Myrian Pereira, celebrou o reconhecimento do talento e da sensibilidade das equipes da empresa.

“Cobrir temas complexos e dolorosos, como a realidade do trabalho escravo doméstico e o impacto humano da violência nas comunidades do Rio, traduzido em uma foto de despedida tão forte, exige coragem, apuro ético e respeito. Esse prêmio reforça o papel da EBC como referência em um jornalismo que não se omite”.

Para o gerente executivo da TV Brasil, Paulo Mondego, o Prêmio Vladimir Herzog representa o reconhecimento ao trabalho de toda a equipe do Caminhos da Reportagem e à vocação do programa de dar visibilidade a temas fundamentais para a defesa dos direitos humanos. 

"Ao abordar o trabalho escravo doméstico, mostramos a importância de um jornalismo comprometido em revelar realidades muitas vezes invisibilizadas e dar voz a pessoas cujas histórias precisam ser conhecidas. Essa conquista reforça o papel da comunicação pública na denúncia de violações de direitos e na promoção de uma sociedade mais justa e igualitária."

Assista ao episódio premiado do Caminhos da Reportagem

Vladimir Herzog

Desde a sua primeira edição, concedida em 1979, o prêmio celebra a vida e a obra do jornalista Vladimir Herzog, torturado e assassinado pela ditadura civil-militar no dia 25 de outubro de 1975, nas dependências do Destacamento de Operações de Informações do Centro de Operações de Defesa Interna (DOI-CODI), em São Paulo.

Em 2026, na 48ª edição, a premiação homenageia e reconhece o trabalho de jornalistas, repórteres fotográficos e artistas do traço que, por meio do trabalho cotidiano, defendem a democracia, a justiça e os direitos humanos.

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“Histórica” greve ibérica pela habitação: bola está do lado português

Sindicatos espanhóis confirmam contacto com portugueses. A acontecer, greve ibérica seria a “greve Saramago”, diz secretário-geral da CCOO. O secretário-geral da maior central sindical espanhola disse, esta quinta-feira, haver contactos com os sindicatos portugueses para tentar fazer coincidir uma greve geral em Portugal com a que já está convocada para 11 de novembro em Espanha. “Efetivamente, estamos a falar com eles. São os portugueses que têm de dizer se vamos coincidir numa mobilização na Península Ibérica, que seria também histórica”, disse Unai Sordo, secretário-geral da CCOO (“Comisiones Obreras”), depois de ser questionado sobre a possibilidade de uma “greve geral ibérica”

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Aberta inscrição para seleção de professor elaborador do Enade 2027

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Os professores da educação superior de todo o país interessados em ser colaboradores do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) para elaborar e revisar itens/questões do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) 2027 podem se candidatar até 14 de dezembro.

Os colaboradores irão integrar o Cadastro de Elaboradores e Revisores de Itens da Educação Superior (Ceres).

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A inscrição na chamada pública deve ser feita exclusivamente pelo Sistema do Banco Nacional de Itens da Educação Superior (BNI-ES).

O banco armazena questões de qualidade técnica que permitam a montagem de provas capazes de verificar com maior precisão a proficiência dos estudantes com relação a conteúdos, habilidades e competências nas provas do Enade.

Quem pode se cadastrar

A seleção contemplará professores de 17 áreas de bacharelado e de cursos superiores de tecnologia.

Também é necessário exercer ou ter exercido atividade docente, nos últimos 24 meses, em curso da área para a qual deseja se inscrever.

De acordo com o edital da seleção (nº 160/2026), as áreas contempladas são: agronomia, biomedicina, educação física, enfermagem, engenharia florestal, farmácia, fisioterapia, fonoaudiologia, medicina veterinária, nutrição, odontologia, serviço social, turismo e zootecnia; e três de cursos superiores de tecnologia: estética e cosmética, gastronomia e radiologia.

Para participar da seleção, o candidato deverá ter diploma de graduação de nível superior, devidamente registrado, conforme os requisitos específicos da área pretendida.

Inscrições

Ao fazer a inscrição, o candidato deverá preencher as informações solicitadas, indicar as áreas de interesse e anexar a documentação que comprove as exigências.

Entre os documentos obrigatórios estão o diploma de graduação, a declaração de exercício de atividade docente (assinada pelo dirigente da instituição de educação superior ou pelo coordenador do curso) e o termo de conhecimento, compromisso e sigilo e o termo de responsabilidade.

Caso o candidato opte por concorrer em mais de uma área, será necessário apresentar uma declaração específica para cada uma delas.

Seleção

O processo seletivo é dividido em três etapas:

  1. Eliminatória: análise da documentação exigida (requisitos básicos).
  2. Classificatória: pontuação com base nos títulos de pós-graduação, tempo de docência no ensino superior e experiência em elaboração/revisão de itens ou participação em comissões do Inep e de outros exames/concursos.
  3. Resultado: divulgação dos candidatos aprovados e pré-selecionados para as fases de capacitação e oficina de Itens do Enade, com possibilidade de recurso administrativo contra a decisão que indefere a sua inscrição.

Capacitação

Os colaboradores selecionados serão convocados para uma capacitação obrigatória, realizada de forma remota, prevista para ocorrer entre abril e maio de 2027.

Somente após a etapa de capacitação, os docentes podem ser convocados para participar de oficinas de elaboração e revisão de itens.

O Inep avisa que a convocação para a capacitação não garante a participação nas oficinas, que estão previstas para ocorrer de 14 de maio a 21 de junho de 2027, também no formato remoto.

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Continental investe 10 milhões para potenciar inovação em Famalicão

A fabricante de pneus Continental vai investir mais de 10 milhões de euros num centro de competências tecnológicas em Lousado, Vila Nova de Famalicão, que deverá estar pronto em inícios de 2028, foi hoje anunciado.

Segundo o administrador da empresa Pedro Carreira, o centro terá capacidade para acolher cerca de 500 trabalhadores.

Os primeiros ‘ocupantes’ do edifício serão os “200 e muitos” funcionários que trabalham nas diversas áreas de tecnologia na Continental em Lousado e que atualmente estão espalhados por vários espaços.

Posteriormente, e à medida das necessidades do mercado e dos talentos que houver disponíveis na região, o número deverá ir subindo até ao meio milhar.

“A inovação já existe, estamos a fazê-la, vamos continuar a fazê-la, mas o facto de as sinergias se colocarem todas no mesmo sítio torna o efeito potenciador muito maior. Tê-los todos dentro do mesmo espaço, todos a discutir em conjunto, será um primeiro passo fortíssimo para o desenvolvimento de novas ideias e conceitos”, sublinhou Pedro Carreira.

Acrescentou que, embora a Continental seja sobretudo conhecida em Portugal pela produção de pneus, a atividade da empresa “vai muito além disso”.

“A inovação e as novas tecnologias fazem parte do nosso ADN […]. Pretendemos criar um local de trabalho moderno e inspirador que promova a colaboração, impulsione a inovação e ajude a atrair e a desenvolver talento altamente qualificado”, frisou.

Para o gestor da Continental Solutions Center Ricardo Martins, o futuro centro de competências vai “romper deliberadamente com o conceito tradicional de escritório”.

“Um ambiente de trabalho moderno, colaborativo e inovador, onde as pessoas possam desenvolver o seu potencial e contribuir para projetos com impacto global”, referiu.

O centro vai focar-se, em grande parte, nas áreas da investigação e desenvolvimento e das tecnologias da informação.

“Vamos ter laboratórios de desenvolvimento, vamos ter laboratórios informáticos de desenvolvimento, mecânicos… É um centro de competências que está a ser montado, nas diferentes áreas onde a Continental precisa. Desde a manufatura até ao desenvolvimento de soluções informáticas, passando por soluções que vão ligar aos automóveis e aos pneus”, referiu Ricardo Martins.

No mesmo sentido, o responsável pela Investigação e Desenvolvimento da Continental, Edwin Goudswaard, destacou o contributo que o futuro centro dará para fomentar a criatividade, a troca de conhecimento e o desenvolvimento de novas soluções.

“A tecnologia e a inovação assumem um papel cada vez mais determinante para a competitividade das empresas”, apontou.

O futuro centro de competências terá 7.600 metros de espaço utilizável, dividido por três pisos.

Inaugurada em 1946 como Mabor e integrada no Grupo Continental em 1990, a fábrica de Lousado é atualmente uma das maiores unidades de produção de pneus da empresa em todo o mundo.

Em Lousado, o grupo tem quatro empresas no negócio de pneus: Continental Solutions Center, Continental Pneus Portugal, Continental Indústria Têxtil do Ave e Continental Mabor.

No total, e segundo o município de Famalicão, a Continental emprega em Lousado mais de 3.800 colaboradores.

O conteúdo Continental investe 10 milhões para potenciar inovação em Famalicão aparece primeiro em O MINHO.

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Governo disponível para recuar na lei das rendas… “da geringonça”


Em resposta à carta escrita pelo secretário-geral do PS para que o Governo “recue” na revisão da lei do arrendamento que apresentou no Parlamento, o Executivo diz que “faz muito sentido voltar atrás… [na legislação] que causou esta situação e que foi aprovada pela geringonça”.

“A situação que vivemos hoje tem por base — e como contributo também — uma lei do arrendamento castradora, que castiga o arrendamento, a decisão do senhorio colocar a casa no mercado de arrendamento. Devia escrever uma carta a pedir para rever a lei que os próprios aprovaram”, referiu o ministro da Presidência, apontando a legislação em vigor como uma das causas para a atual “compressão” no mercado habitacional.

Dizendo ser “compreensível e legítimas a preocupação das pessoas” com este tema, António Leitão Amaro reclamou que foi o anterior Executivo liderado por António Costa que “prejudicou a oferta com o [programa] Mais Habitação, com o medo incutido aos senhorios e com a ideia do arrendamento forçado”. “Tudo medidas que castigaram a vontade de investir e de fazer mais casas”, completou o governante.

Em conferência de imprensa no final do Conselho de Ministros, que aprovou um decreto-lei que permite a um herdeiro exigir a venda da casa após dois anos, Leitão Amaro disse que “para futuro” espera “sentido de responsabilidade dos partidos para soluções que funcionem e não preservar uma lei que castiga o mercado de arrendamento, tira casas do mercado e deixa casas vazias”. “Essa é a lei da geringonça que está em vigor; precisamos de uma lei que ponha casas no mercado”, insistiu.

Com a proposta do Executivo a entrar na fase do debate na especialidade, o ministro da Presidência reconheceu que ela “pode ser melhorada e consensualizada”, desafiando a oposição a mudar uma lei que está a gerar estes “maus resultados”. E sinalizou que esse entendimento para uma maioria na Assembleia da República pode ser alcançado com o Chega, ao verbalizar que “há mais possibilidade de construir consensos” com aqueles que “percebem que as políticas erradas da esquerda têm de ser abandonadas porque resultaram nisto”.

Por outro lado, reiterou que “há uma relação” entre os problemas da habitação e o aumento da imigração em Portugal, como defendido pelos partidos da direita no hemiciclo. No entanto, salientou que “a culpa não é do imigrante que procura casa, é da irresponsabilidade dos políticos que governaram o país nesse tempo e abriram as portas e permitiram fluxos tão grandes de entrada de pessoas e não cuidaram de aumentar a oferta de habitação e saúde”.

Montenegro desaparecido? “Coordena à hora a ação do Governo”

Luís Montenegro não tem agenda pública há vários dias, o que foi assinalado esta quinta-feira pelo presidente do Chega — “mas onde é que anda o primeiro-ministro? Nós não sabemos do primeiro-ministro há dias” –, criticando o silêncio do chefe do Executivo sobre a crise da habitação e os protestos dos últimos dias, e considerando que pode ser “um rastilho” para o escalar da contestação.

Questionado sobre essa ausência de Montenegro, que inclusive não presidiu à reunião do Conselho de Ministros – foi substituído pelo ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel –, Leitão Amaro respondeu que o primeiro-ministro “está no Norte”, mas que “toda a ação do Governo é coordenada à hora pelo primeiro-ministro, incluindo todos os desenvolvimentos da atualidade ao longo desta semana”.

O ministro da Presidência convidou até os jornalistas a consultarem as redes sociais para ver que esteve esta manhã numa “visita de surpresa” a uma escola do distrito de Aveiro, antecipando que na sexta-feira irá visitar uma empresa. “O primeiro-ministro tem esta característica de várias vezes visitar instituições e estar com grupos de portugueses com uma reserva maior, o que dá às pessoas um maior sentimento de conforto e de liberdade”, justificou.

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Preços dos seguros comerciais no mundo caem 5% no terceiro trimestre


Os custos dos seguros comerciais a nível mundial registaram uma descida média de 5% no terceiro trimestre de 2026, de acordo com o mais recente Global Insurance Market Index da corretora Marsh. A tendência de redução dos preços arrasta-se há nove trimestres consecutivos, sustentada por uma elevada capacidade de capital disponível no mercado segurador, pela diminuição dos custos com resseguro e pela forte concorrência entre companhias de seguros para captar clientes. Apesar da descida generalizada, o mercado começa a dar sinais de estabilização.

Luís Rodrigues de Sousa, responsável de Placement da Marsh Portugal. “As condições de mercado mantiveram-se, de modo geral, inalteradas, com o reduzido nível de sinistralidade durante a época de furacões nos EUA a contribuir para resultados técnicos mais favoráveis para os seguradores”.

Além da redução das tarifas, as empresas que renovaram apólices entre julho e setembro conseguiram negociar melhores condições contratuais, incluindo limites de cobertura mais elevados, franquias mais reduzidas e acordos de fixação de preços a longo prazo.

A descida global foi liderada pelo ramo de danos patrimoniais, cujos preços recuaram 10% no trimestre, enquanto as linhas financeiras e profissionais caíram 3% (17.º trimestre consecutivo de descida) e a cobertura contra riscos cibernéticos desceu 4%. Em sentido oposto, os seguros de responsabilidade civil aumentaram 1% a nível mundial, pressionados sobretudo pelo mercado dos Estados Unidos, onde subiram 6% devido a exigências mais rigorosas na avaliação de riscos.

Fonte: Global Insurance Market Index, da Marsh.

 

Em termos geográficos, todas as regiões mundiais apresentaram reduções no preço. A maior queda registou-se na região da Índia, Médio Oriente e África (14%), seguida pelo Pacífico (12%) e América Latina (9%). No Reino Unido os preços caíram 8%, enquanto na Europa, Ásia e Canadá os recuos foram de 6%. Os EUA registaram a descida mais ligeira, de apenas 1%.

Fonte: Global Insurance Market Index, da Marsh.

Luís Rodrigues de Sousa, responsável de Placement da Marsh Portugal, nota que a incerteza económica e geopolítica levou muitas organizações a “manter as poupanças obtidas nos prémios de seguro” em vez de “reinvestirem na contratação de coberturas adicionais”. O responsável salienta ainda que “as condições de mercado mantiveram-se, de modo geral, inalteradas, com o reduzido nível de sinistralidade durante a época de furacões nos EUA a contribuir para resultados técnicos mais favoráveis para os seguradores”.

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Escolas de Candeias recebem prêmio por resultados no Ideb

Doze escolas da rede municipal de Candeias, na Região Metropolitana de Salvador, foram reconhecidas pelos resultados obtidos no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) 2025. A cerimônia de premiação foi realizada na tarde de quarta-feira, 21, e considerou o desempenho nos anos iniciais e finais do ensino fundamental, o crescimento em relação a 2023 e a participação dos estudantes nas provas do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb).As escolas municipais Batista e Nova Candeias registraram as maiores notas entre as unidades premiadas, ambas com 5,6. Também se destacou a Escola Municipal Alzira Ferreira, que passou de 4,1 em 2023 para 5,0 em 2025, um avanço de 0,9 ponto no indicador. Para a gestora da Escola Nova Candeias, Teresa Cristina, o resultado está relacionado ao trabalho coletivo da comunidade escolar. “É a confirmação de que a educação se constrói com afeto, amor e parceria, fruto de um trabalho coletivo, marcado pela dedicação de toda a Seduc, que é fundamental na formação de nossos alunos”, afirmou.O secretário municipal de Educação, Gilvanei Pereira, também comentou os resultados e destacou a importância do trabalho desenvolvido nas escolas.“Os resultados de 2025 refletem toda a estrutura e qualidade da educação municipal da nossa cidade. Conseguimos dar passos consistentes, e isso nos dá esperança de formar uma educação cada vez mais acolhedora, disruptiva e que quebre paradigmas. E essa premiação não é para o crescimento individual de ninguém, e sim pensando em uma educação transformadora na vida das nossas crianças e adolescentes”, disse. 1 de 5 | Foto: Divulgação | Prefeitura de Candeias 2 de 5 | Foto: Divulgação | Prefeitura de Candeias 3 de 5 | Foto: Divulgação | Prefeitura de Candeias 4 de 5 | Foto: Divulgação | Prefeitura de Candeias 5 de 5 | Foto: Divulgação | Prefeitura de Candeias O Ideb é um indicador criado em 2007 pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) para acompanhar a qualidade da educação básica no país. O índice combina informações sobre o desempenho dos estudantes em avaliações nacionais com dados de aprovação escolar, permitindo acompanhar a evolução dos resultados ao longo dos anos.Escolas premiadasConfira as 12 unidades municipais reconhecidas e suas respectivas notas no Ideb 2025:Escola Municipal Batista — 5,6Escola Municipal Nova Candeias — 5,6Escola Municipal Milton dos Santos Matos — 5,4Escola Municipal Roberta Lopes — 5,4Escola Municipal São João Batista — 5,2Escola Municipal Laurentino Nolasco — 5,0Escola Municipal Alzira Ferreira — 5,0Escola Municipal Margarida Souza — 5,0Escola Municipal Antônio Carlos Magalhães — 5,0Centro de Educação Gisella Tygel — 4,8Escola Municipal 14 de Agosto — 4,2Escola Municipal Professor Dásio José de Souza — 4,1

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