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Chile ultrapassa marca de 2 mil expulsões de imigrantes em 2026

O governo chileno expulsou mais de dois mil imigrantes neste ano, informaram autoridades do país nesta sexta-feira (23).

O anúncio foi feito no mesmo dia em que um novo voo fretado, transportando 75 imigrantes em situação irregular, partiu de Santiago. A aeronave levava 50 colombianos, 14 peruanos e 11 pessoas da República Dominicana.

O presidente chileno, José Antonio Kast, havia prometido, durante sua campanha, combater a imigração ilegal — associando-a ao aumento da criminalidade — e instou os imigrantes em situação irregular a deixarem o país, sob pena de deportação.

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Na terça-feira (20), o Senado do Chile aprovou um projeto de lei destinado a agilizar e reforçar a execução de deportações administrativas de cidadãos estrangeiros.

A medida também autoriza a polícia, mediante autorização judicial prévia, a entrar em residências e deter indivíduos que sejam alvo de ordens de deportação em vigor.

Quem é José Antonio Kast, direitista eleito presidente do Chile

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Em meio a ajuste fiscal, Chile tem queda do PIB e desemprego em alta

Logo Agência Brasil

Eleito com a promessa de reduzir o Estado, cortar impostos e reativar a economia, o presidente do Chile, José Antonio Kast, vem enfrentando uma crise econômica em apenas sete meses de mandato, com retração do Produto Interno Bruto (PIB) e desemprego em alta em meio a um ajuste fiscal.

No terceiro trimestre de 2026, o país registrou aumento de 1 ponto percentual (p.p.) no desemprego em 12 meses, que chegou a 9,6%. Além disso, houve queda de 0,3% no Produto Interno Bruto (PIB), depois de uma retração de 0,2% no 2º trimestre. O desempenho levou Kast a lançar, no final de setembro, um programa de investimentos públicos para tentar reativar a economia.

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O plano prevê investimentos de 1,3 bilhão de pesos chilenos, com objetivo de criar empregos por meio de obras de infraestrutura, subsídios para criação de novos postos de trabalho e apoio ao financiamento de empresas.  

Kast tomou posse em março deste ano, prometendo um plano de austeridade com corte de 3% das despesas do Estado e redução de impostos para empresas. A fórmula é semelhante à adotada nos Estados Unidos (EUA), por Donald Trump, e na Argentina, por Javier Milei.

Diante do choque no preço dos combustíveis nos últimos meses, motivado pelas guerras no Oriente Médio, o governo Kast decidiu não intervir para reduzir o preço, devido ao custo fiscal da medida. Com isso, o valor da gasolina e do diesel vêm crescendo com efeito inflacionário sobre toda economia.

Nesse cenário, o Fundo Monetário Internacional (FMI) reduziu a previsão de 1,8% de crescimento do PIB chileno em 2026, calculada em julho, para 0,6%, segundo projeção de outubro. Este é o segundo pior resultado da América do Sul, atrás apenas da Bolívia, onde o FMI prevê uma recessão de 3% neste ano.

O especialista em Chile e professor de economia da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) Fernando Henrique Lemos Rodrigues argumentou à Agência Brasil que o corte nos gastos praticado por Kast prejudica uma economia com dificuldades.

“Ele está freando a expansão dos gastos. Só isso já dá um impacto brutal sobre a economia chilena, porque ela está diante de uma conjuntura bastante precária no seu principal setor, que é do cobre”, disse.

Mineração em queda

As dificuldades na exploração de cobre vêm alimentando a crise. De janeiro a agosto deste ano, a produção está 8% inferior ao mesmo período de 2025, segundo a Câmara Mineira do Chile.   

O doutor em teoria econômica Fernando Rodrigues explica que o cobre representa entre 40% e 50% do total das exportações chilenas.

“O esgotamento de algumas minas e os problemas de tecnologia para extração do minério, somados a eventos climáticos extremos que impediram o escoamento da produção e a movimentos operários por aumentos salariais, têm criado entraves à economia do cobre”, avalia o professor da UFRRJ.

Corte de gastos

A agenda de austeridade do presidente José Antonio Kast, um admirador da ditadura chilena de Augusto Pinochet (1973-1990), previa uma redução bruta de 3% nos gastos do Estado. Os dois primeiros informes do governo indicaram uma redução de despesas da ordem de 2 trilhões de pesos, algo em torno dos 0,6% do PIB chileno.

Um levantamento do jornal chileno The Clinic, que analisou decretos de 17 das 25 pastas do governo, calculou que o corte ultrapassou US$ 1,4 bilhão. A maior redução foi na saúde, que teve menos 413 bilhões de pesos chilenos. 

Os demais ministérios mais afetados foram Habitação (corte de 200 bilhões); Educação (197 bilhões) e Trabalho (141 bilhões). Os cortes no ministério da Previdência somaram 706 milhões.

Rodrigues destacou que, ao mesmo tempo que deduz despesas em áreas sociais, o governo corta impostos das empresas. Para ele, isso se reflete em perda de receita do Estado, mas sem aumento dos investimentos privados.

“O rico faz o que nesse momento de extrema incerteza que é a crise? Ele pega esse dinheiro da redução dos impostos e retira do circuito econômico, normalmente direcionando a aplicações financeiras. É isso que ele faz”, explicou.

Orçamento 2027

Para o orçamento de 2027, o governo prevê um aumento de 1,5% do PIB nas despesas, crescimento menor que o previsto anteriormente. Organizações e movimentos sociais têm denunciado a retirada de recursos de programas sociais.

A Fundação Horizonte Cidadão, criada pela ex-presidente Michelle Bachelet, apontou que os cortes no orçamento de 2027 devem prejudicar 48 programas sociais focados na população mais pobre, que somam 325 bilhões de pesos.

“Estes resultados contrastam com a promessa de campanha do presidente José Antonio Kast de que reduziria os gastos fiscais sem cortar benefícios sociais”, registrou o Centro de Investigação Jornalística (CIPER) do Chile. 

Cortes anunciados na educação têm mobilizado estudantes no país em marchas que acabam em repressão policial. Nesse cenário, o recém-empossado presidente do Chile registra taxas superiores a 60% de desaprovação após apenas sete meses no poder.

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Los 56 pederastas a los que el Gobierno de Kast les rebajó la condena están en su “mayoría” en libertad

El Gobierno de José Antonio Kast, que llegó al poder en marzo con la promesa del cuidado de la familia, de la niñez y, sobre todo, que Chile vuelta a tener seguridad pública, con mano dura, ha rebajado la condena a 56 pederastas que cumplían sus sentencias en diferentes penales del país. Ha hecho lo mismo, además, al menos con dos violadores a los derechos humanos de la dictadura de Augusto Pinochet (1973-1990). La Administración no sabe cómo salir de una gran crisis que, nuevamente, se halla en el centro de su razón de ser: el combate contra la delincuencia en todos sus frentes. Ha sido criticada por la oposición, por expertos y también por el propio oficialismo.

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© Ministerio de Justicia

Fernando Rabat durante una reunión de seguridad, en julio.
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El Gobierno de Kast rebaja las condenas de 56 sentenciados por delitos sexuales contra menores

Fernando Rabat en Santiago, en marzo.

El Gobierno de José Antonio Kast enfrenta una gran controversia política y social luego de que un medio de comunicación informó que la Administración de derecha ha dictado 56 rebajas de condenas a delincuentes sentenciados por abuso sexual y violación de menores, una atribución que la legislación le permite al Ejecutivo para incentivar la buena conducta de los presos. El ministro de Justicia, Fernando Rabat, defendió la decisión y explicó que solamente se aplicó la ley y se siguió una interpretación respaldada por la Corte Suprema, lo que ha abierto un amplio debate jurídico. La oposición de izquierda, que ha acusado a la Administración de exponer a las víctimas, ha solicitado una sesión especial en la Cámara de Diputados para abordar el caso. Es un asunto de extrema gravedad no solo por la naturaleza de los delitos, sino porque la principal promesa de Kast en su campaña, su razón de ser, fue aumentar la seguridad pública en todos los planos, la prioridad de los chilenos.

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Allende el Planeta

Los reyes Felipe y Letizia aplauden a Isabel Allende, tras ganar el Premio Planeta.

A la medianoche del 15 de octubre de 2026, mientras los reyes Felipe y Letizia le entregaban un trofeo en forma de globo terráqueo y un cheque de un millón de euros ante 4.000 invitados puestos en pie aplaudiéndola durante 10 minutos, los editores de Penguin Random House se enteraban de que Isabel Allende, la reina madre de su catálogo, les dejaba por otra. Por Planeta, concretamente, el gigante de la competencia, a cuyo celebérrimo premio se había presentado Allende anónimamente sin decirles ni media, junto a otros 1.423 escritores, y que, gracias al prodigioso olfato del jurado, había ganado de calle. Acababa así, por las bravas, una relación profesional, y personal, de 44 años que comenzó con la publicación, en 1982, del superventas mundial La casa de los espíritus y siguió con otras 30 obras siempre rentables para todos. Hasta aquí, una de tantas historias de cuernos profesionales, y personales, en los que el cornudo es el último en enterarse. Pero, más allá de guerras editoriales y cálculos de mercado, me interesan las razones íntimas por las que Allende, una mujer de 84 años con la vida resuelta y los suculentos dividendos de sus libros engordándole las arcas cada fin de año, da semejante campanazo. Se me dirá que por dinero, claro, que nunca es suficiente. Por el millón del premio, multiplicado por tres o cuatro, más los derechos del siguiente libro, más equis prebendas, porque cuando se ficha a una grande, se suele fichar el lote, como cuando la muy fina revista ¡Hola! contrata desde la pedida de mano, la boda, la luna de miel, el embarazo, el bautizo y hasta el divorcio de una pareja de famosos, que ahora se divorcian hasta en las mejores familias. Poderosas razones que, sospecho, no explican del todo el volantazo de la chilena.

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O que é o ‘gustnado’, fenômeno meteorológico que aterrorizou rodoviária em Santiago no Chile

Uma forte tempestade que atingiu Santiago na última terça-feira (13) terminou com um redemoinho de vento que assustou chilenos e causou destruição em um dos principais centros de transporte da capital.

O fenômeno levantou parte do telhado do Terminal Rodoviário da Alameda, ligado à Estación Central, além de derrubar placas e entortar postes nos arredores.

Em vídeo que viralizou depois da tempestade, escombros parecem voar em círculos acima da rodoviária. Não houve relatos de pessoas feridas, apesar das perdas materiais. O incidente foi chamado de tornado, por conta dos redemoinhos de vento e do céu carregado de nuvens.

No entanto, um relatório da Direção Meteorológica do Chile (DMC) usou uma definição mais precisa: o que se formou em Santiago foi um “gustnado”. A palavra combina dois termos em inglês: “gust” (rajada de vento) e “tornado”.

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AHORA – RM ⚠ Reportan deprendimiento de estructuras y objetos livianos por los aires desde Terminal Sur, comuna de Estación Central. © Video compartido por la comunidad de RedGeoChile. https://t.co/9JtBMJiO0V

— Red Geocientífica de Chile (@RedGeoChile) October 13, 2026

A principal diferença é que, enquanto um tornado é formado por uma rotação na base das nuvens e se desloca junto a elas, um gustnado é formado mais abaixo e sua ação fica restrita às camadas de ar próximas ao solo.

Os redemoinhos de vento ocorrem pelo choque entre o ar frio que desce do céu durante chuvas fortes e o ar em temperatura ambiente que circula junto ao chão e aos prédios. O ar descendente se dissipa ao tocar as superfícies, e a interação entre as frentes cria pequenos vórtices com velocidades que podem igualar as dos tornados. Em grandes tempestades, a força desta interação é capaz de levantar poeira, galhos ou detritos.

Destroços e objetos quebrados na região da Estación Central em Santiago do Chile
Danos ao Terminal Alameda da Estação Central de ônibus em Santiago do Chile • ATON Chile

Os gustnados também exigem atenção e cuidado, especialmente em locais abertos com grande volume de objetos que podem ser deslocados pelo vento. Em 2011, um atingiu a tradicional Indiana State Fair em Indianápolis, Estados Unidos, deixando sete mortos e 58 feridos.

O fenômeno já foi registrado no Brasil: mais recentemente, em 2023, ocorreu na cidade de Guarapava, Paraná. Eles são mais comuns durante a primavera e o verão.

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Aprovação de Kast cai ao menor patamar em meio à crise econômica no Chile

A aprovação do presidente do Chile, José António Kast, atingiu o ponto mais baixo em meio à crise econômica e à pressão da oposição contra as políticas de segurança do governo. Apenas 30% disseram aprovar o governo enquanto a desaprovação chegou a 65%.

A pesquisa Cadem Plaza Pública mostra ainda que os chilenos têm uma avaliação negativa sobre os rumos do país: 69% acreditam que o Chile está no caminho errado e 68% estão pessimistas em relação ao futuro. Os números são os piores desde março, quando Kast assumiu a presidência.

Outro levantamento, da CB Global Data mostra que José António Kast perdeu posições no ranking de líderes mais bem avaliados da América Latina e caiu para 12ª colocação. O ranking é liderado pela presidente do México, Claudia Sheinbaum, com 69,3% de aprovação, seguida por Nayib Bukele, de El Salvador, com 68,3%.

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Em discurso nesta quarta-feira (21), Kast defendeu o governo. “Eu não vivo de pesquisas de opinião, e isso faz diferença na liderança”, afirmou enquanto a oposição intensifica as críticas.

Kast foi eleito com as promessas de endurecer o combate ao crime e à imigração, inspirado nas políticas de Donald Trump (EUA) e Nayib Bukele (El Salvador). Ele também prometeu leis trabalhistas mais flexíveis, cortes nos impostos e menos regulamentação na economia.

Desaceleração da economia chilena

Este mês, o Ministério da Fazenda reduziu significativamente a previsão de crescimento do PIB (Produto Interno Bruno) do Chile para 0,7%. A queda de 1,1 ponto percentual foi atribuída a fatores como produção de cobre abaixo do esperado, efeitos das tempestades, revisão das contas do primeiro e segundo trimestre e conflito prolongado no Oriente Médio.

Ainda de acordo com dados do governo, o desemprego no Chile chegou a 9,6% no trimestre entre junho e agosto. A taxa está entre as maiores da América Latina.

No mesmo período, a inflação subiu acima do esperado, pressionada por alimentos, bebidas não alcoólicas e transportes, de acordo com o Instituto Nacional de Estatísticas (INE).

Além das pressões econômicas, o governo José António Kast enfrenta críticas da oposição a alguns dos projetos de segurança apresentados pelo governo como parte da Agenda contra o Crime Organizado e o Terrorismo. As críticas recaem especialmente sobre as Regras de Uso da Força, alvo de ação no Tribunal Constitucional.

*Com CNN Chile

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Escolares mapuche asisten en Chile a evento sobre su idioma

Santiago de Chile, 21 oct (Prensa Latina) Con el propósito de familiarizarse con el idioma mapuche, el mapudungun, niños y jóvenes de esa comunidad chilena participaron hoy en un evento celebrado en la ciudad de Temuco, capital de La Araucanía.

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Chile: alerta roja en Región Metropolitana por sistema frontal

Santiago de Chile, 20 oct (Prensa Latina) El Servicio Nacional de Prevención y Respuesta ante Desastres (Senapred), de Chile, declaró hoy alerta roja en toda la Región Metropolitana de Santiago por intensas lluvias, granizadas y riesgo de aluviones.

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Los nuevos gobiernos de América Latina centran su discurso en seguridad mientras relegan el desarrollo económico

Soldados del Ejército colombiano patrullan la ciudad de Santa Marta tras el paro armado, el 25 de septiembre de 2026.

La seguridad ha desplazado a la economía en el centro de la política latinoamericana. La creciente insatisfacción social y el avance sin tregua de la criminalidad ha empujado a los candidatos presidenciales a abandonar el tradicional debate sobre reformas, crecimiento y desarrollo para colocar el control territorial, el despliegue policial y la lucha contra el crimen organizado como prioridades de gobierno, según se concluye del Informe de Economía Latinoamericana, publicado este martes por el Banco de España.

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29 Detained at March Marking Anniversary of Chile’s 2019 Social Outburst

Photo: EFE.

At least 29 people were detained Sunday during a march in Santiago marking the seventh anniversary of Chile’s 2019 social outburst, the largest wave of protests since the return to democracy.


The march brought several thousand people to Plaza Italia, organized by social and student groups to remember the roughly thirty victims who died during the unrest and the thousands injured by security forces during the 2019 demonstrations.

The protests were originally triggered by a public transport fare increase during Sebastián Piñera’s government, adding to decades of accumulated discontent with the country’s neoliberal model.

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This was the first commemoration of the social outburst during the term of far-right President José Antonio Kast, who has consistently criminalized the 2019 protests and refers to them as a “criminal outburst.” Slogans at the march targeted his government’s fiscal adjustments, and demonstrators called for a fairer economic model and greater social rights.

The government has decreed cuts in health, education, science, culture, scholarships, bonuses and subsidies, the closure of a program for women and the end of a plan that for 17 years provided computers to low-income schoolchildren.

🟥 Más de 5 horas llevan los manifestantes en Santiago de Chile, tras la fuerte represión contra la marcha en conmemoración por los 7 años de la revuelta popular de 2019, esta vez, en el marco de la grave situación social y económica que enfrenta el pais a la que se suman los… pic.twitter.com/7ysqKHDQOG

— Pao Dragnic (@PaolaDragnic) October 18, 2026

Kast, seven months into his term, has a 64% disapproval rating, driven by unfulfilled promises, falling economic indicators and rising unemployment, while rejection of social and public assistance cuts grows.

A poll by the firm Criteria published Sunday found that 68% of respondents believe the demands that sparked the 2019 unrest remain unresolved in Chile.

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Unos 30 detenidos en marcha conmemorativa del estallido de 2019 en Chile

Miles se concentraron en la Plaza Italia de Santiago para conmemorar el séptimo aniversario del estallido social que removió Chile en 2019 y protestar contra los recortes de Kast, con lemas como "Octubre sigue vigente" y "No queremos sobrevivir, queremos vivir".
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Isabel Allende wins €1m Spanish literary prize under pseudonym

Chilean-American author awarded Premio Planeta for sequel to her 1982 debut novel, The House of the Spirits

The Chilean-American author Isabel Allende has won Spain’s €1m (£843,000) Premio Planeta, one of the world’s most lucrative literary prizes, under a pseudonym, with a sequel to her celebrated debut novel, The House of the Spirits.

Allende, 84, won the 75th edition of the award on Thursday with La hora antes del alba, which returns to the characters of her 1982 novel, a multigenerational family saga set against political upheaval in a country inspired by Chile.

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© Photograph: Pau de la Calle/GTRES/Shutterstock

© Photograph: Pau de la Calle/GTRES/Shutterstock

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Paz pone en segundo plano reclamo marítimo de Bolivia para «construir un futuro» con Chile

Al reiterar la prioridad del futuro sobre el reclamo histórico boliviano, Paz mencionó los acuerdos suscritos por autoridades bolivianas y chilenas en áreas de minería, integración energética y conectividad.
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