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Vieira do Minho investe 1,5 milhões em saneamento

A Câmara de Vieira do Minho vai avançar com a empreitada de ampliação da rede de drenagem de águas residuais nas zonas de Sanguinhedo, Azevedo e Gandra, nas freguesias de Vieira do Minho e do Mosteiro, num investimento que ultrapassa 1,5 milhões de euros, acrescidos de IVA, foi hoje divulgado.

A obra foi adjudicada à empresa Manuel António Ferreira Carvalho & Filho, Lda., e contempla a instalação de uma extensão total de nove quilómetros de rede de saneamento, reforçando as infraestruturas do ciclo urbano da água no concelho.

O prazo de execução é de 20 meses, contados a partir da data de consignação dos trabalhos, cujo arranque está previsto para o início de novembro.

Esta intervenção permitirá “alargar a cobertura da rede de saneamento nas localidades abrangidas, contribuindo para a melhoria das condições de salubridade pública, a proteção dos recursos hídricos e a qualidade de vida da população”, segundo a autarquia, em comunicado enviado às redações.

Com esta obra, o executivo municipal cumpre “uma das suas promessas eleitorais, concretizando um investimento destinado a melhorar as condições de saneamento e a qualidade de vida da população das localidades abrangidas”.

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Leiria investe 1,2 milhões para reparar Paços do Concelho

Tempestade terá provocado danos significativos em diversos elementos do edifício, com particular incidência nas coberturas, caixilharias e elementos interiores, afirma o vereador Ricardo Santos.

© PAULO NOVAIS/LUSA

Ajuste direto foi aprovado com os votos contra do PSD e a abstenção do Chega
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Vila Verde investe mais 650 mil euros no abastecimento de água à população

O Município de Vila Verde vai ampliar em 650 mil euros o investimento previsto para a modernização do sistema de abastecimento de água potável no concelho, assumindo a substituição da adutora entre a central elevatória do Monte-Barbudo e o reservatório R4 em Esqueiros, foi hoje anunciado.

A intervenção, que deve estar concluída até final do ano, vai permitir aumentar o caudal bombado de 75 metros cúbicos por hora para aproximadamente 130m3/h, por forma a “aumentar a capacidade de resposta em períodos de necessidade de maiores consumos”.

Em comunicado, a autarquia explica que este valor acresce aos mais de 10 milhões de euros das obras em curso na instalação de novas condutas nas bacias do Homem, Neiva e Vade.

Na visita às obras, a presidente da Câmara Municipal, Júlia Rodrigues Fernandes, deu conta do investimento “sem precedentes” em curso no concelho, especificamente ao nível das infraestruturas básicas, como são o abastecimento de água e a ampliação da rede de saneamento.

“Em dois anos, são à volta de 20 milhões de euros a concretizar, com recurso a fundos comunitários e diretamente através da capacidade financeira do Município. A isso há ainda a somar a continuidade do plano de requalificação da rede viária do concelho, com quatro a cinco milhões de euros por ano através de empreitadas, para além das intervenções diretas das equipas municipais”, explicitou Júlia Rodrigues Fernandes.

Acompanhada pelo vereador Carlos Tiago Alves, responsável pelo pelouro do Ambiente, a presidente da autarquia sublinhou a “determinação do Município em assegurar uma capacidade de resposta cada vez mais segura e eficiente por parte do sistema de abastecimento público de água às pessoas, correspondendo às crescentes necessidades, fruto também da evolução demográfica e do parque habitacional”.

Como referiu o vereador Carlos Tiago Alves, o reservatório em Esqueiros serve a rede nas zonas este e oeste do concelho, abarcando mais de 4.000 clientes dos atuais 19.000 que no total são abastecidos pelo sistema público.

O vereador acrescentou que o R4 atinge as freguesias de Barbudo, Turiz, Moure, Travassós, Pico de Regalados, Gondiães, Mós, Sande, Vilarinho, Atães, Pico S. Cristóvão, Prado S. Miguel, Carreiras, Portela das Cabras, Goães, Duas Igrejas, Pedregais, Azões e de Rio Mau, Marrancos, Arcozelo, Atiães, Freiriz, Escariz S. Mamede e Escariz S. Martinho, Parada de Gatim e Oleiros.

Investimento global de superior a 10 milhões

Atualmente, o Município de Vila Verde tem em curso a renovação e instalação da rede de abastecimento de água nas freguesias das bacias do Homem (parte mais a norte), Neiva e Vade, cujas obras representam um investimento global de 10,4 milhões de euros. No próximo ano, avançam as obras para a parte norte da freguesia de Valdreu e para as localidades de Penascais e Valões (Vade).

A Câmara refere que em breve vai também avançar um pacote de ligações em diferentes freguesias de todo o concelho, num investimento superior a 825 mil euros, cujo concurso público se encontra atualmente na avaliação preliminar das propostas apresentadas.

Estes investimentos ao nível das infraestruturas básicas são ainda reforçados pelas obras em curso ao nível do saneamento, com um conjunto de seis lotes de intervenção em diferentes pontos do concelho, ampliando as redes de águas residuais.

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SOS Amianto: obras em escola de Cascais devem ser suspensas

A SOS Amianto reitera o pedido de suspensão dos trabalhos e lista irregularidades graves detetadas no terreno, dias depois de a Proteção Civil ter garantido a segurança do espaço escolar.

© JOSÉ COELHO/LUSA

O receio com a segurança das obras causou alarme na comunidade escolar
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Atenção, Viana. Acesso do Vale do Neiva à A28 aberto parcialmente

O trânsito na nova rotunda da via de acesso do Vale do Neiva à A28, em Viana do Castelo, abre parcialmente, na tarde desta sexta-feira, informou a autarquia.

Em comunicado, a Câmara adianta que a abertura parcial do trânsito na nova rotunda possibilita a utilização automóvel no sentido da Zona Industrial para a cidade de Viana do Castelo.

Por outro lado, o acesso à Zona Industrial de Neiva no sentido sul-norte (Porto/Viana) continua cortado.

A Via do Vale do Neiva, orçada em 13,5 milhões de euros, financiada pelo Plano de Recuperação e Resiliência, corresponde a uma nova ligação entre o Vale do Neiva e a A28, com uma extensão de 5,2 quilómetros, tendo as duas faixas de rodagem uma largura de sete metros.

A rodovia tem início no nó da A28, junto à rotunda da EN 13, na Zona Industrial do Neiva. Irá ligar as zonas empresariais/industriais de Carvoeiro, Barroselas, Vila de Punhe e Alvarães ao IC1/A28 e EN103/EN13, no nó da Zona Industrial de Neiva.

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Obras na A4 condicionam trânsito em Vila Real

Circulação rodoviária estará cortada entre segunda e quarta-feira no sentido Amarante — Vila Real, entre as 21h00 e as 06h00, com desvio pelo nó de ligação ao IP4, ao quilómetro 63.

© PAULO CUNHA/LUSA

A empresa salienta que os desvios nos dois sentidos "estarão devidamente assinalados"
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EN243 reabre sexta em Alcanena, oito meses depois da Kristin

Troço entre Moitas Venda e Videla volta a estar acessível às 16h00 de sexta-feira. Obras de 150 mil euros pela IP duraram pouco mais de um mês.

© agência lusa

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Esposende vai investir mais de meio milhão em água e saneamento

O Município de Esposende e a Esposende Ambiente consignaram, esta quinta-feira, nos Paços do Concelho, a empreitada de reabilitação da rede de água e saneamento básico nas ruas de Pires e do Barrouco, em Forjães, num investimento de 583.000 euros.

A cerimónia contou com a presença do presidente da Câmara de Esposende, Carlos Silva, do presidente do Conselho de Administração da Esposende Ambiente, Manuel Miranda Losa, e do presidente da Junta de Freguesia de Forjães, Vitor Quintão.

A intervenção permitirá “aumentar a disponibilidade da rede de drenagem de águas residuais e melhorar as infraestruturas de abastecimento de água”.

Inclui ainda a requalificação da Rua do Barrouco, com o alargamento do arruamento, contribuindo para “melhores condições de circulação, maior segurança e valorização do espaço público”.

De acordo com a autarquia, com um prazo de execução de 360 dias, esta obra responde a necessidades “há muito identificadas nesta zona da freguesia, representando um avanço concreto na melhoria das infraestruturas básicas e das condições de vida da população”.

A Câmara quer garantir “gradualmente” uma cobertura cada vez mais abrangente, através de um trabalho “continuado de planeamento, execução e investimento, ajustado às necessidades identificadas em cada freguesia”.

“Apesar dos constrangimentos financeiros existentes, o Município mantém a aposta na concretização de investimentos essenciais, conciliando a melhoria dos serviços públicos com a valorização do território e a proteção ambiental”, nota.

A empreitada é promovida pelo agrupamento de entidades adjudicantes, constituído pelo Município de Esposende e pela Esposende Ambiente, sendo financiada a uma taxa de 68,59% no âmbito da candidatura ao programa Norte 2030, operação “Reabilitação da rede de água e ampliação do saneamento em Antas e Forjães – Esposende”. A intervenção enquadra-se também nos objetivos do Plano Estratégico para o Abastecimento de Água e Gestão de Águas Residuais e Pluviais 2030 (PENSAARP 2030).

Para o Presidente da Câmara Municipal de Esposende, Carlos Silva, “este é um investimento importante para Forjães e para a qualidade de vida da população. Estamos a avançar com obras que respondem a necessidades concretas, melhoram as infraestruturas públicas e preparam o concelho para o futuro”.

O autarca sublinha ainda que “o trabalho de expansão da rede de saneamento vai continuar, de forma progressiva, nas diferentes freguesias, para que possamos chegar às zonas onde esta infraestrutura ainda faz falta”.

“É um trabalho que exige investimento, planeamento e persistência, mas que é essencial para garantir melhores condições de vida, proteger o ambiente e assegurar um desenvolvimento mais equilibrado do concelho”, conclui.

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Sindicatos pedem mais prevenção na construção civil

No seguimento dos acidentes em obras, os Sindicatos pediram um reforço da prevenção e fiscalização, questionando se os riscos "foram corretamente avaliados". Em 2024 houve 30.962 acidentes em obras.

© INÊS LACERDA/OBSERVADOR

Entre as reivindicações está ainda o combate à precariedade e a proteção de trabalhadores imigrantes
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Moradores da Guerra Junqueiro saúdam suspensão de projeto

Petição nasceu justamente em resposta ao concurso, "cujo programa pouco mais previa do que dificultar o estacionamento ilegal nas passadeiras", explica Tiago Castela, porta-voz do grupo.

© Igor Martins

O grupo considera essencial que esse diálogo envolva também outras partes interessadas, "como as próprias direções das escolas, as associações de pais, e as muitas empresas e lojas da rua, assim como a paróquia e a sinagoga"
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Santo Tirso investe meio milhão de euros em parque ribeirinho de 1,2 hectares

A Câmara de Santo Tirso investiu cerca de meio milhão de euros no Parque Ribeirinho Ponte de Pau, junto ao rio Leça, para requalificar uma área de 1,2 hectares e aproximar a população da natureza, segundo comunicado hoje divulgado.

A autarquia explica que o novo parque ribeirinho, na freguesia da Agrela, inclui “a recuperação das margens do rio Leça, a remoção de espécies invasoras e a plantação de vegetação autóctone”.

Esta nova infraestrutura “está a ser construída”, adianta o município.

Santo Tirso investe meio milhão de euros em parque ribeirinho de 1,2 hectares
Foto: CM Santo Tirso
Santo Tirso investe meio milhão de euros em parque ribeirinho de 1,2 hectares
Foto: CM Santo Tirso

Por outro lado, criará percursos pedonais, zonas de descanso, casas de banho e estacionamento, além da instalação de mobiliário urbano, para criar “um novo espaço de lazer e contacto com a natureza”.

Santo Tirso investe meio milhão de euros em parque ribeirinho de 1,2 hectares
Foto: CM Santo Tirso
Santo Tirso investe meio milhão de euros em parque ribeirinho de 1,2 hectares
Foto: CM Santo Tirso

Citado em comunicado, o autarca, Alberto Costa (PS), explica que a medida concilia “o lazer com a proteção ambiental” e ajuda a “preservar a biodiversidade” junto ao Leça, um rio associado à poluição.

O Corredor Verde do Leça, associação intermunicipal, liga quatro municípios (Valongo, Maia, Matosinhos e Santo Tirso) ao longo de 48 quilómetros de curso de água, agregando o espaço público nas margens.

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Viana do Castelo retoma obras do novo mercado

O Tribunal Administrativo e Fiscal (TAF) de Braga aceitou a resolução fundamentada apresentada pela Câmara de Viana do Castelo à providência cautelar movida pela Associação Vian’Acorda, e autorizou o reinício da obra de construção do novo mercado municipal.

O anúncio foi feito hoje aos jornalistas pelo presidente da Câmara de Viana do Castelo, Luís Nobre, no final da reunião camarária.

O autarca socialista disse que a empreitada foi retomada no dia 06, e não recomeçou antes porque o empreiteiro tinha “desmobilizado” da obra devido à incerteza do tempo que demoraria a decisão do tribunal.

A obra foi suspensa em setembro, devido à providência cautelar interposta pela Vian’Acorda para “salvaguardar os achados arqueológicos encontrados no local onde existia o prédio Coutinho”.

O objetivo da providência cautelar, segundo a Vian’Acorda, é “salvaguardar os achados arqueológicos encontrados no local onde existia o prédio Coutinho”.

“O tribunal autorizou-nos a avançar, independentemente da ação principal que vai seguir nos seus trâmites. O que nos interessa é que foi reconhecida a emergência, a urgência, a oportunidade e o interesse público da obra”, afirmou Luís Nobre.

Segundo o autarca, o prazo de construção do novo mercado, de ano e meio, vai ter de ser prorrogado face à interrupção de oito meses dos trabalhos, primeiro para a realização de escavações arqueológicas e, depois, por efeito da providência cautelar da associação Vian’Acorda.

“Quer se queira ou não esta interrupção já provocou um prejuízo, nomeadamente no calendário da construção, além de outros, por exemplo, os trabalhos complementares”, referiu.

Anteriormente, Nobre disse temer que a paragem da obra tivesse repercussões “na capacidade de cumprimento das metas de execução estabelecidas pelo Programa Regional Norte 2030, que financia a obra em cerca de 15 milhões de euros”.

As obras de construção do novo mercado municipal, no local onde existia o prédio Coutinho (desconstruído em 2022), foram retomadas em 01 de setembro, após terem sido suspensas, em janeiro, devido a uma intervenção arqueológica. Voltaram a ser suspensas, em setembro, devido à providência cautelar.

A intervenção arqueológica revelou “estruturas não religiosas do antigo Convento de São Bento, fundado no século XVI, nas várias fases de ocupação do espaço – dormitórios, enfermarias, áreas técnicas”.

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PCP diz que Linha do Vouga não pode esperar 15 anos

Comunistas pedem a "revisão integral do projeto". Está previsto um investimento de 100 milhões de euros para requalificar e eletreficar a Linha do Vouga até 2030.

© Panoramio

O PCP afirma que PCP diz que "o 'mais importante e impactante projeto no sul da Área Metropolitana' não pode esperar 15 a 20 anos para ser concluído"
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Atenção, Braga. Duas ruas condicionadas para repavimentação

A Câmara de Braga está a promover uma intervenção de repavimentação na Rua Nova do Bico e na Rua Eng. João Teixeira da Silva, na envolvente ao Centro de Saúde de Infias, foi hoje divulgado.

A empreitada tem um prazo de execução previsto de 30 dias e integra um conjunto alargado de intervenções na rede viária da freguesia de São Vicente.

Os trabalhos decorrem por fases, com interdição alternada dos sentidos de circulação em cada rua, de forma a permitir a execução da intervenção nos dois sentidos.

A primeira fase dos trabalhos decorre na Rua Nova do Bico. Na primeira parte, o trânsito automóvel está interdito no sentido Sul-Norte, da Avenida António Macedo para a Rua Padre António Freire.

Já na segunda parte, a interdição será aplicada ao sentido Norte-Sul, da Rua Padre António Freire para a Avenida António Macedo.

Concluída esta fase, os trabalhos prosseguem na Rua Eng. João Teixeira da Silva. Inicialmente, será interdito o sentido Poente-Nascente, da Avenida Dr. Artur Soares para a Rua Padre António Freire.

Atenção, Braga. Duas ruas condicionadas para repavimentação
Foto: CM Braga

Posteriormente, será interdito o sentido Nascente-Poente, da Rua Padre António Freire para a Avenida Dr. Artur Soares.

O Município de Braga agradece a “compreensão” dos automobilistas pelos “eventuais constrangimentos associados à realização da intervenção”.

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Inquilinos do bairro de Lóios apresentam queixa

Os inquilinos apontam ao Instituto de Habitação e Reabilitação Urbana "um padrão de grave ilegalidade procedimental". O IHRU recusa-se a realizar obras por existirem rendas em atraso.

© INÊS LACERDA/OBSERVADOR

A situação afeta diretamente cerca de 90 famílias do Bairro dos Lóios
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Concursos de obras públicas caem 30% até agosto

Valor dos contratos de empreitadas celebrados e registados no Portal BASE recuou 20% até agosto, para 3.148 milhões de euros, refere a Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas.

© Luis Forra/LUSA

As novas operações de crédito à habitação cresceram 12,5%, para 16.653 milhões de euros
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Construtora de Caminha ganha obra de quase meio milhão de euros em Cerveira

A Câmara de Vila Nova de Cerveira adjudicou à Engigreen, Unipessoal Lda, construtora sediada em Caminha, a obra de requalificação do Centro Escolar de Covas pelo valor de 442.954 euros (mais IVA).

Segundo o contrato público publicado no portal Base.gov, hoje consultado por O MINHO, o prazo de execução é de 180 dias.

A empreitada de requalificação global do Centro Escolar de Covas será paga com 370 mil euros contemplados no orçamento municipal de 2026 e o valor restante no do próximo ano.

“A adjudicação é feita pelo valor de 442.954,92 euros, a que acresce o IVA à taxa legal em vigor. O
encargo resultante do presente contrato, no montante de 469.532,22 euros, com o compromisso n.º 1304/2026, de acordo com o previsto no n.º 3 do artigo 5.º da LCPA, na importância de 369.756,62 pelo orçamento do ano de 2026 e no valor de 99.775,60 euros pelo orçamento do ano de 2027 e pela seguinte rubrica da classificação económica do orçamento do Município de Vila Nova de Cerveira, que apresenta a dotação disponível de € 370.265,00 (trezentos e setenta mil e duzentos e sessenta e cinco euros) e de € 100.000,00 (cem mil euros), respetivamente”, pode ler-se no contrato.

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Direito de resposta – “Monção multa em 100 mil euros empreiteiro por não avançar com obra de 2,5 milhões”

Ao abrigo da Lei de Imprensa, é publicado o Direito de Resposta da Oliveiros Group, Lda. à notícia “Monção multa em 100 mil euros empreiteiro por não avançar com obra de 2,5 milhões“, publicada em 28 de setembro de 2026.

A publicitação, pela Câmara Municipal de Monção, da intenção de resolver o contrato celebrado com a Oliveiros Group, Lda. para a empreitada de Requalificação do Centro de Saúde de Monção, bem como de lhe aplicar uma sanção contratual, constitui episódio gravíssimo, revelador da postura que o Município impõe ao longo da execução do contrato: de total ausência de boa-fé, de colaboração e de transparência.

As vicissitudes que têm marcado a execução desta empreitada não são imputáveis ao Empreiteiro, mas sim à péssima gestão que vem sendo imposta pelo Município. Com efeito, a Oliveiros Group, Lda. foi contratada para executar a empreitada sob o pressuposto de que as instalações do Centro de Saúde iriam ser encerradas. Sucede que foi depois de celebrado o contrato que o Município decidiu, arbitrariamente, que o Centro de Saúde teria de permanecer em funcionamento durante toda a obra.

O Município reformulou integralmente o projeto de execução, o qual passou a prever não uma, mas quatro fases de execução. Esta alteração arbitrária obrigou a Oliveiros Group, Lda. a reorganizar todo o planeamento e os meios de execução, com repercussão direta e imediata sobre o prazo. O projeto reformulado revelou-se manifestamente desconforme com a realidade física da obra, prevendo trabalhos impossíveis de executar, o que determinou sucessivas paragens, bem como a necessidade de solicitar, repetida e infrutiferamente, esclarecimentos quanto ao modo de execução da empreitada. Perante estes pedidos de esclarecimento, o Município revelou absoluta indisponibilidade e falta de colaboração – sendo precisamente essa conduta que tem impossibilitado a execução normal da obra.

A Oliveiros Group, Lda. utilizará, sem hesitação, todos os meios legalmente disponíveis para repor a legalidade violada pelo Município, designadamente através da impugnação da decisão de aplicação da sanção e da decisão de resolução contratual, assegurando que os munícipes de Monção conheçam a verdade dos factos.

Em resposta à notícia (28/09/2026):


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