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Os pratos saem secos da máquina da loiça mas os recipientes de plástico continuam molhados? Resposta está na velocidade da perda de calor

A máquina termina o programa, os pratos e os copos parecem secos, mas os recipientes de plástico continuam cobertos de pequenas gotas de água. A diferença não significa necessariamente que exista uma avaria: o plástico perde o calor mais depressa, favorecendo a formação de condensação na superfície.

Segundo a empresa Electrolux, este comportamento pode ser observado em caixas de armazenamento, talheres e outras peças de plástico colocadas na máquina da loiça. Porcelana e vidro conservam o calor durante mais tempo e, por isso, tendem a apresentar resultados de secagem diferentes no final do mesmo ciclo.

Plástico arrefece mais depressa

Durante a lavagem, os diferentes materiais aquecem, mas não mantêm essa temperatura durante o mesmo período. Os utensílios de plástico libertam rapidamente o calor acumulado e começam a arrefecer antes de materiais como o vidro ou a porcelana.

É neste processo que pode surgir a condensação. Assim, encontrar gotas num recipiente de plástico enquanto um prato colocado ao lado está seco não permite, por si só, concluir que a função de secagem da máquina está a funcionar mal.

Programa escolhido pode mudar o resultado

A Electrolux recomenda avaliar primeiro a secagem em peças de porcelana e vidro. Caso também estas permaneçam frias ou demasiado molhadas no final, poderá fazer sentido experimentar um programa AUTO ou intensivo e verificar se o comportamento se mantém.

Os ciclos também não secam todos da mesma forma. Segundo a mesma fonte, os programas ECO e BIO recorrem a uma secagem passiva, enquanto alguns ciclos rápidos de cerca de 30 minutos nem sequer incluem uma sequência de secagem.

Máquina demasiado cheia também pode dificultar

A disposição da loiça dentro do equipamento influencia igualmente o resultado. Uma máquina sobrecarregada ou com peças colocadas de forma incorreta pode dificultar o escoamento da água e reduzir a eficácia das diferentes fases do programa.

Por isso, a marca aconselha a respeitar as indicações do manual e, depois de terminado o ciclo, permitir que o excesso de água evapore antes de retirar a loiça. Recipientes colocados de forma a acumularem água poderão naturalmente sair mais molhados.

Detergente e abrilhantador também contam

Pré-lavar a loiça com detergente antes de a colocar na máquina pode ter o efeito contrário ao pretendido. A marca alerta que o excesso de espuma pode reduzir o efeito do tensioativo e acabar por prejudicar os resultados de secagem.

Também pode ser útil verificar o detergente utilizado e, quando aplicável, ajustar o abrilhantador de acordo com o manual. Nos programas mais curtos, detergentes líquidos ou em pó podem ser preferíveis a algumas pastilhas combinadas, que poderão não dissolver-se completamente durante o tempo disponível.

Há verificações simples antes de chamar um técnico

Filtros e braços aspersores sujos podem igualmente interferir com o funcionamento normal do equipamento. A recomendação passa por verificar e limpar estes componentes seguindo as instruções específicas previstas pelo fabricante para cada modelo.

Algumas máquinas dispõem ainda de funções como Dry+, Dry Plus ou XtraDry, destinadas a melhorar a secagem, embora possam prolongar o programa e aumentar o consumo de energia. Assim, quando apenas o plástico permanece húmido, a explicação pode estar simplesmente na sua capacidade de perder calor rapidamente. Se a porcelana e o vidro também não secarem depois de verificadas estas condições, a Electrolux aconselha recorrer a assistência técnica autorizada.

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Aldeia em Arcos de Valdevez tem 24 construções de pedra que parecem túmulos mas serviam para guardar alimentos

À primeira vista, as pequenas construções de granito alinhadas sobre uma grande rocha podem fazer lembrar antigos túmulos. A verdadeira função, porém, era bastante diferente. Na aldeia de Soajo, no concelho de Arcos de Valdevez, existe uma eira comunitária formada por 24 espigueiros onde as famílias guardavam os cereais necessários à alimentação.

O conjunto encontra-se na periferia da zona habitada, num ponto elevado dominado por um grande afloramento granítico. Escreve o portal Visit Portugal que os espigueiros apresentam elementos dos séculos XVIII e XIX e foram utilizados sobretudo para conservar milho, uma cultura abundante nesta zona do norte do país.

O mais antigo nasceu em 1782

De salientar que o espigueiro mais antigo do conjunto data de 1782. A eira foi sendo ocupada por outras estruturas semelhantes até atingir as 24 construções que podem atualmente ser observadas lado a lado.

A escolha da pedra e da localização tinha uma função ligada à conservação dos alimentos. Ali eram armazenados os cereais recolhidos pela comunidade, numa época em que garantir reservas em boas condições era fundamental para assegurar a alimentação das famílias ao longo do ano.

Cruzes no topo não estão ali por acaso

Um detalhe chama particularmente a atenção em vários espigueiros: as cruzes colocadas na parte superior. Segundo o Visit Portugal, representam a proteção divina daquilo que se encontrava guardado no interior e, por extensão, da própria sobrevivência da comunidade.

A relação com o alimento era suficientemente importante para a fonte associar estas cruzes à ideia do “pão nosso de cada dia”. Os espigueiros eram, assim, mais do que simples elementos da paisagem rural, uma vez que protegiam uma parte essencial das colheitas de quem vivia em Soajo.

Eira comunitária continua ligada aos habitantes

O conjunto não deve ser entendido apenas como um vestígio abandonado de outros tempos. A eira comunitária ainda hoje é utilizada pela população, mantendo uma ligação entre o património e a vida da aldeia.

As 24 estruturas assentam sobre uma extensa base natural de granito. A concentração dos espigueiros num mesmo espaço revela também uma forma comunitária de organização, na qual diferentes famílias partilhavam a mesma área para armazenar aquilo que produziam.

Soajo guarda outro Monumento Nacional

Quem entra no núcleo da aldeia encontra ruas de pedra e pequenas casas construídas com blocos de granito. No centro destaca-se ainda o pelourinho de Soajo, classificado como Monumento Nacional desde 1910.

Um dos seus elementos mais curiosos é a representação de uma face humana, coroada por uma forma triangular que faz lembrar um chapéu de três bicos. A arquitetura tradicional acompanha o visitante até à zona onde se encontra a eira, um dos locais mais reconhecíveis da povoação.

Aldeia fica dentro do Peneda-Gerês

Soajo está inserida no Parque Nacional da Peneda-Gerês, numa área do concelho de Arcos de Valdevez marcada pela paisagem de montanha. Além do património construído, a região oferece percursos pedestres e outras atividades ao ar livre.

A gastronomia local mantém igualmente uma forte ligação ao território, com carne de raça barrosã, cabrito da serra, arroz de frango e vinho verde entre os produtos destacados pelo Visit Portugal. Contudo, é no alto da aldeia que permanece uma das imagens mais particulares de Soajo: 24 pequenas construções de granito que podem sugerir túmulos a quem as vê pela primeira vez, mas que foram erguidas para proteger o milho e outros cereais das famílias locais.

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Zoomarine eleito melhor parque temático do mundo pelo terceiro ano consecutivo

Pelo terceiro ano consecutivo, o Zoomarine Algarve, localizado na Guia, no concelho de Albufeira, conquistou o título de melhor parque temático do mundo nos World Luxury Travel Awards 2026. Depois das distinções alcançadas em 2024 e 2025, o parque voltou a vencer a categoria “Theme Park”, num reconhecimento internacional que destaca a conjugação entre entretenimento, educação ambiental e sensibilização para a proteção das espécies e dos seus habitats.

A nova distinção prolonga um ciclo de reconhecimento internacional do parque algarvio, que tem procurado conciliar experiências de lazer com iniciativas educativas e projetos de proteção da natureza.

Criados em 2020, os World Luxury Travel Awards distinguem organizações e experiências ligadas ao setor turístico, através de um processo de votação que envolve profissionais da indústria e consumidores. Segundo a organização do parque, a competição reúne anualmente mais de 100 mil votos de viajantes de todo o mundo.

Terceira vitória consecutiva reforça reconhecimento internacional

Para o diretor executivo do Zoomarine Algarve, Tiago Pierotti, a conquista representa um reconhecimento do trabalho desenvolvido pela equipa, mas também um incentivo para continuar a melhorar a experiência proporcionada aos visitantes.

“Três distinções consecutivas dizem-nos, acima de tudo, que estamos a conseguir manter um nível de qualidade reconhecido por quem nos visita. É um motivo de enorme orgulho para toda a equipa, mas também uma responsabilidade acrescida para continuarmos a evoluir e a proporcionar experiências que fiquem na memória de quem passa pelo Zoomarine Algarve”, afirma Tiago Pierotti.

A distinção atribuída em 2026 sucede às conquistadas nos dois anos anteriores, consolidando a presença do parque algarvio entre os empreendimentos turísticos reconhecidos internacionalmente na área do entretenimento.

Conservação da natureza e educação ambiental são prioridades

Fundado em 1991, o Zoomarine Algarve desenvolve uma atividade que combina atrações de entretenimento com iniciativas de educação ambiental e conservação da biodiversidade.

Enquanto instituição zoológica, o parque desenvolve e apoia projetos de preservação de espécies, tanto nos seus habitats naturais como em ambientes controlados, procurando sensibilizar os visitantes para a proteção dos animais e do meio ambiente.

Entre as principais iniciativas destaca-se o Porto d’Abrigo, criado em 2002 como o primeiro Centro de Reabilitação de Espécies Marinhas em Portugal, dedicado ao resgate, recuperação e devolução de animais marinhos ao seu habitat natural.

O Zoomarine acolhe também o primeiro Centro de Sobrevivência das Espécies dedicado à Mudança Comportamental, desenvolvido em parceria com a União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN). Este projeto procura integrar as ciências sociais nas estratégias de conservação das espécies marinhas, promovendo comportamentos mais responsáveis na relação entre as pessoas e a natureza.

Atrações aquáticas e experiências educativas fazem parte da oferta

A oferta do parque inclui exposições zoológicas, habitats imersivos, apresentações educativas e experiências de proximidade com diferentes espécies, além de atrações aquáticas e espaços temáticos.

Entre os equipamentos disponíveis encontra-se a maior praia de ondas de Portugal, integrada numa oferta de lazer que contempla também atrações destinadas a diferentes idades e propostas de maior adrenalina.

Com a terceira distinção consecutiva nos World Luxury Travel Awards, o Zoomarine Algarve reforça o reconhecimento internacional da sua atividade, assente na conjugação entre turismo, entretenimento, educação ambiental e conservação da natureza.

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Estas são as novas 7 Maravilhas de Portugal: uma fica no Algarve e há visitas gratuitas

Dois mercados junto à Ria Formosa partilham a distinção com um castelo, uma catedral e uma adega contemporânea. A edição de 2026 das Novas 7 Maravilhas de Portugal reúne sete patrimónios que podem servir de ponto de partida para descobrir diferentes regiões do país.

Segundo a organização das 7 Maravilhas de Portugal, os vencedores foram escolhidos por votação pública entre 21 finalistas, distribuídos por sete categorias. A grande final decorreu a 12 de setembro, no Palácio Nacional de Sintra.

Mercados de Olhão representam o Algarve

Os Mercados de Olhão venceram na categoria Século XX. Os dois edifícios, destinados à venda de peixe e de produtos hortofrutícolas, continuam ligados ao quotidiano da cidade e têm entrada livre.

A construção começou em outubro de 1912 e a inauguração aconteceu a 1 de maio de 1916. Localizados em frente à Ria Formosa, foram projetados pelo farense José Lopes do Rosário, segundo o Arquivo Municipal de Olhão.

Um castelo, ruínas romanas e um aqueduto

Na categoria Castelos, a escolha recaiu sobre o Castelo de Leiria. No alto da cidade, conserva testemunhos das suas diferentes funções, da fortaleza militar ao palácio real. A recuperação do monumento está também associada ao trabalho do arquiteto Ernesto Korrodi.

As Ruínas de São Cucufate, em Vila de Frades, no concelho da Vidigueira, venceram na categoria História. O sítio permite conhecer uma propriedade romana com funções residenciais e agrícolas, construída no século I e remodelada nos séculos seguintes.

O Aqueduto da Usseira, em Óbidos, foi distinguido em Grandes Obras. A construção começou em 1573, por iniciativa de D. Catarina de Áustria, para abastecer de água a vila. Os seus troços exteriores podem ser observados sem bilhete.

Uma catedral, uma adega e um jardim barroco

A Sé de Lisboa venceu na categoria Religião. A visita turística inclui o Coro Alto, o varandim entre as torres sineiras, o Museu do Tesouro e o percurso pelas naves e pelo deambulatório. Existe também um espaço reservado à oração com acesso livre.

Em Estremoz, a Tiago Cabaço Winery conquistou a categoria Século XXI. A adega associa a produção de vinho ao enoturismo, com visitas e provas mediante marcação prévia.

O Jardim do Paço Episcopal, em Castelo Branco, foi o vencedor em Turismo. Encomendado no século XVIII pelo bispo D. João de Mendonça, destaca-se pelos lagos, canteiros de buxo e conjuntos de estátuas, incluindo as escadarias dos Reis e dos Apóstolos.

Quanto custa visitar as sete vencedoras

Os preços e as condições de acesso variam entre os espaços:

PatrimónioEntrada normal de adulto
Mercados de OlhãoGratuita.
Castelo de Leiria2,10 euros.
Ruínas de São CucufateGratuita enquanto decorrerem as obras de requalificação; tarifa normal de 3 euros.
Aqueduto da UsseiraObservação exterior gratuita.
Sé de Lisboa7 euros para a visita turística.
Tiago Cabaço WineryVisita e prova pagas; valor a confirmar no programa escolhido.
Jardim do Paço Episcopal3 euros.

Considerando a gratuitidade temporária de São Cucufate, os bilhetes para estes seis espaços, excluindo a adega, somam 12,10 euros por adulto. O cálculo não inclui deslocações, refeições, visitas guiadas ou suplementos.

Há ainda oportunidades para reduzir essa conta. No Jardim do Paço Episcopal, a entrada é gratuita na manhã do primeiro domingo de cada mês, até às 13 horas. As crianças até aos dez anos também estão isentas de pagamento.

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Coloca papel vegetal na air fryer antes de a ligar? Há um erro que pode provocar um incêndio

O papel vegetal é uma solução prática para evitar que os alimentos se agarrem ao cesto da air fryer e facilitar a limpeza depois da refeição. Há, contudo, um erro que deve ser evitado: colocar o papel no interior do aparelho e fazer o pré-aquecimento sem qualquer alimento por cima, uma vez que a circulação de ar pode fazê-lo levantar e aproximar-se da resistência.

Segundo o portal da DECO PROteste, o papel de forno ou as formas de papel podem ser utilizados na air fryer quando são corretamente posicionados. O problema surge quando ficam soltos dentro do equipamento, já que podem ser movimentados pelo fluxo de ar quente e entrar em contacto com a resistência elétrica, criando um risco de incêndio.

Papel deve ter sempre alimentos por cima

A indicação é simples: quando se utiliza papel vegetal ou uma forma de papel, deve existir comida por cima a fazer peso. Dessa forma, reduz-se a possibilidade de o material se deslocar dentro do cesto enquanto o ventilador faz circular o ar quente.

Por essa razão, a associação de defesa do consumidor desaconselha pré-aquecer a air fryer apenas com o papel no interior. Se o aparelho tiver de aquecer previamente durante alguns minutos, o forro deve ser colocado apenas quando chegar o momento de introduzir os alimentos.

Circulação de ar também não deve ficar bloqueada

Mesmo quando está preso pela comida, o papel não deve impedir o funcionamento normal do equipamento. Uma das características da air fryer é precisamente a circulação rápida de ar quente em redor dos alimentos, pelo que tapar completamente determinadas zonas do cesto pode prejudicar esse processo.

As formas de papel mal posicionadas podem reduzir o fluxo de ar e alterar o resultado da confeção. A mesma fonte recomenda deixar espaço livre nas laterais, permitindo que o calor continue a circular e que os alimentos cozinhem de forma mais uniforme.

Nem todos os papéis podem entrar no aparelho

Também é importante distinguir o papel vegetal próprio para forno de materiais como guardanapos, toalhas de papel ou papel comum. Estes últimos não devem ser utilizados na air fryer, dado que podem incendiar-se quando sujeitos às temperaturas atingidas pelo equipamento.

A regra indicada pela DECO passa por verificar se o recipiente ou material pode ser utilizado num forno convencional. Plástico, madeira e materiais frágeis também devem ficar de fora, uma vez que podem derreter, partir-se ou incendiar-se devido ao calor.

Silicone é apontado como alternativa reutilizável

Para quem utiliza a air fryer com frequência, as formas de silicone próprias para uso culinário são apresentadas como uma opção prática. Podem ser reutilizadas, facilitam a limpeza e ajudam a proteger o revestimento original do cesto.

Há, porém, um detalhe a considerar. As formas de silicone em formato de tigela podem dificultar a circulação do ar quente e obrigar a mexer os alimentos mais vezes. Por isso, além do material utilizado, é importante escolher um tamanho adequado ao cesto e não o sobrecarregar.

Alumínio, vidro e metal também podem ser utilizados

Formas metálicas e recipientes de aço inoxidável podem ser usados quando são adequados para forno. O mesmo princípio aplica-se ao vidro e à cerâmica, embora estes materiais devam ser resistentes ao choque térmico e não devam passar diretamente de um ambiente muito frio para uma air fryer já quente.

Note que o papel vegetal não é proibido na air fryer e pode ser útil para determinadas preparações. O cuidado essencial está no momento em que é colocado: nunca deve ficar sozinho no cesto durante o pré-aquecimento, porque pode voar com o fluxo de ar, encostar-se à resistência e criar condições para um incêndio.

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O papel de alumínio tem um lado brilhante e outro baço: saiba qual deve ficar em contacto com a comida

Quem utiliza papel de alumínio para embrulhar alimentos ou preparar refeições no forno provavelmente já hesitou antes de o fechar: deve ser o lado brilhante ou o lado baço a tocar na comida? Apesar das teorias que circulam sobre diferenças na conservação ou na cozedura, nos papéis de alumínio convencionais a escolha não altera o resultado.

De acordo com a Reynolds, fabricante de papel de alumínio, as duas faces dos seus produtos convencionais são intercambiáveis. Assim, tanto o lado brilhante como o baço podem ficar em contacto com os alimentos sem alterar a forma como estes cozinham.

Diferença surge durante o fabrico

O aspeto distinto das duas superfícies não foi criado para lhes atribuir funções diferentes na cozinha. Segundo a mesma fonte, trata-se simplesmente de uma consequência do processo utilizado para produzir as folhas de alumínio.

Por isso, nos produtos convencionais da marca, não existe um “lado certo” que tenha obrigatoriamente de ficar virado para os alimentos. O utilizador pode colocar a superfície brilhante para dentro ou para fora sem que isso determine o resultado da preparação.

Há, contudo, uma exceção

A regra muda quando se utiliza papel de alumínio especificamente fabricado com uma superfície antiaderente. Neste caso, uma das faces foi concebida para reduzir a possibilidade de determinados alimentos ficarem presos ao material.

Nos produtos antiaderentes da marca Reynolds, é precisamente o lado baço que deve ficar voltado para a comida. A marca identifica essa superfície com a indicação “NON-STICK Side”, facilitando a utilização correta.

Alimentos pegajosos podem beneficiar dessa superfície

Esta característica pode ser particularmente útil na preparação de alimentos delicados, com molhos ou que tenham maior tendência para aderir à folha. O tratamento da superfície permite que sejam posteriormente retirados com maior facilidade.

A indicação, porém, não deve ser confundida com a diferença de brilho existente no papel de alumínio normal. No produto convencional, o lado baço não possui, por si só, propriedades antiaderentes apenas por apresentar esse acabamento.

Papel de alumínio tem várias utilizações na cozinha

A mesma fonte refere que o papel convencional pode ser utilizado para forrar tabuleiros, embrulhar alimentos, cobrir recipientes ou preparar refeições fechadas em pequenos pacotes antes de serem levadas ao forno ou ao grelhador.

Também pode servir para guardar sobras e limitar a perda de humidade dos alimentos. A empresa destaca ainda a sua utilização no congelador, devido à reduzida passagem de vapor de água através do material.

Não é preciso procurar o lado brilhante antes de cozinhar

Quem utiliza uma folha de alumínio convencional não precisa de perder tempo a verificar qual das duas faces está virada para o alimento. Segundo a empresa fabricante, o brilho não determina a eficácia da folha nem muda a forma como a comida é cozinhada.

A exceção encontra-se nos produtos especificamente identificados como antiaderentes. Aí, deverá ser seguida a indicação do fabricante e colocar o lado tratado, que no caso da Reynolds apresenta acabamento baço, em contacto com a comida. Para o papel de alumínio comum, porém, brilhante ou baço é indiferente.

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Comunhão: O Ruído de Bruno Nogueira já (re)começou a incomodar

Última cena do primeiro episódio foi uma “ofensa aos católicos”. Ainda por cima num canal “pago com o nosso dinheiro”. O Ruído está de volta. A segunda temporada de uma série de humor que teve grande sucesso na primeira temporada, voltou à RTP no dia 6 de Outubro. Logo no primeiro episódio, apareceu uma cena que já causou polémica. Com religião pelo meio. Foi precisamente a última cena, que nem teve diálogos: Bruno Nogueira simula que é um padre que está no momento da comunhão; com jovens mulheres, entra num “jogo”, numa simulação de excitação sexual ao colocar a hóstia

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Cardiologista deixou de usar estes utensílios na cozinha e alerta para possíveis riscos para o coração

Poucos sabem, mas alguns dos utensílios utilizados diariamente na cozinha podem contribuir para a exposição a partículas de plástico e a determinadas substâncias químicas. Embora sejam práticos e económicos, estes objetos estão a levantar preocupações entre especialistas de saúde, sobretudo quando entram em contacto com alimentos quentes.

A cardiologista Elizabeth Klodas revelou à revista EatingWell que decidiu eliminar grande parte dos recipientes de plástico da sua cozinha, especialmente aqueles que costumava utilizar para aquecer alimentos no micro-ondas.

A preocupação está relacionada com a possibilidade de determinados materiais libertarem pequenas partículas de plástico e compostos químicos que acabam por entrar em contacto com os alimentos.

Apesar de a investigação sobre os efeitos dos microplásticos na saúde humana ainda estar em desenvolvimento, alguns estudos têm identificado associações entre a presença destas partículas no organismo e problemas cardiovasculares. No entanto, ainda não está demonstrado que a utilização habitual destes utensílios provoque diretamente doenças cardíacas.

Este é o utensílio que a cardiologista deixou de utilizar

Os recipientes de plástico utilizados para guardar refeições estão entre os principais objetos que Elizabeth Klodas decidiu substituir.

Segundo a especialista, citada pela EatingWell, a alimentação não depende apenas dos nutrientes que ingerimos, mas também da exposição involuntária a substâncias potencialmente prejudiciais.

Por esse motivo, a médica passou a privilegiar recipientes de vidro, sobretudo para armazenar e aquecer refeições.

O vidro apresenta a vantagem de não libertar microplásticos, sendo uma alternativa para quem pretende reduzir o contacto dos alimentos com este tipo de partículas.

Aquecer comida em plástico pode aumentar a exposição

Um dos hábitos destacados por especialistas consultados pela Verywell Health é aquecer refeições no micro-ondas dentro de recipientes de plástico.

O calor pode favorecer a libertação de partículas microscópicas, particularmente quando os recipientes estão desgastados ou não foram concebidos para suportar temperaturas elevadas.

Embora existam embalagens próprias para utilização no micro-ondas, a escolha de recipientes de vidro adequados ao aquecimento permite reduzir a exposição associada ao contacto entre alimentos quentes e plástico.

A nutricionista consultada pela publicação norte-americana alerta ainda que algumas destas partículas podem ser ingeridas sem que as pessoas se apercebam.

Colocar alimentos quentes em recipientes de plástico também merece atenção

Outro comportamento comum consiste em transferir comida acabada de cozinhar diretamente para caixas de plástico.

Segundo os especialistas citados pela Verywell Health, as temperaturas elevadas podem favorecer a migração de determinadas substâncias químicas presentes em alguns materiais para os alimentos.

Entre os compostos frequentemente estudados encontram-se o bisfenol A (BPA) e alguns ftalatos, embora a sua presença dependa da composição e das características de cada recipiente.

Importa salientar que nem todos os plásticos contêm estas substâncias e que existem regras europeias destinadas a limitar a exposição dos consumidores a compostos potencialmente perigosos.

Há outro utensílio de cozinha que merece cuidados especiais

As tábuas de corte de plástico também foram destacadas pela nutricionista, sobretudo quando apresentam riscos profundos provocados pela utilização frequente.

Além da possibilidade de libertação de pequenas partículas durante o corte, as superfícies danificadas podem dificultar a limpeza e favorecer a permanência de microrganismos.

Utilizar a mesma tábua para preparar frango cru e cortar alimentos que serão consumidos sem cozedura, como pão ou legumes, pode aumentar o risco de contaminação cruzada.

Bactérias como a Salmonella podem ser transmitidas desta forma, pelo que é aconselhável utilizar tábuas separadas para alimentos crus e alimentos prontos a consumir, independentemente do material.

O que dizem os estudos sobre os microplásticos e o coração?

A preocupação com os microplásticos ganhou maior relevância depois de investigações científicas terem identificado estas partículas em diferentes tecidos humanos.

Um estudo publicado em 2024 na revista científica The New England Journal of Medicine encontrou microplásticos e nanoplásticos em placas de aterosclerose retiradas de artérias carótidas.

Os investigadores observaram que os participantes cujas placas continham estas partículas apresentaram uma maior incidência de determinados eventos cardiovasculares durante o período de acompanhamento.

Contudo, os resultados demonstram uma associação e não permitem concluir que os microplásticos tenham sido a causa direta desses problemas.

Enquanto a investigação continua, os especialistas recomendam medidas simples para reduzir a exposição desnecessária, como privilegiar recipientes de vidro para aquecer alimentos, evitar plásticos danificados e manter boas práticas de higiene na cozinha.

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Serviço da Disney+ piorou, mas preço manteve-se

Limitações também afetaram Portugal e originaram uma notificação formal de incumprimento. Empresa tem 14 dias para agir. A Disney retirou o Dolby Vision e suspendeu temporariamente as funcionalidades 4K UHD e HDR do Disney+. Entre os mercados afetados estão Portugal. Foi uma consequência das medidas judiciais relativas a patentes obtidas pela InterDigital, aplicáveis em 11 países europeus. Os dispositivos abrangidos ficaram limitados à reprodução de conteúdos em Full HD. Mesmo assim, a mensalidade não baixou durante esse período. A Disney continuou a cobrar o preço integral do plano Premium: 15,99 euros por mês. A Euroconsumers apresentou uma notificação formal. A

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A loiça sai suja da máquina? Especialista revela o erro com o detergente que muitos cometem

Colocar a loiça na máquina, adicionar detergente e iniciar o programa parece uma tarefa simples. No entanto, há pequenos erros que podem comprometer os resultados da lavagem e fazer com que pratos, copos e talheres continuem sujos, mesmo depois de um ciclo completo.

Segundo a revista norte-americana EatingWell, a quantidade e o tipo de detergente utilizados estão entre os fatores que podem influenciar a eficácia da máquina de lavar loiça. Larry Ciufo, responsável pelos testes destes eletrodomésticos na Consumer Reports, explica que utilizar mais produto não significa necessariamente conseguir uma limpeza melhor.

O especialista alerta que o excesso de detergente pode deixar resíduos na loiça, enquanto a utilização de programas inadequados e a falta de manutenção podem impedir que o produto se dissolva corretamente.

Este é o erro com o detergente que muitos cometem

Uma das recomendações de Larry Ciufo passa por respeitar as indicações do fabricante da máquina de lavar loiça, em vez de utilizar automaticamente a quantidade sugerida na embalagem do detergente.

Cada eletrodoméstico pode apresentar características diferentes, pelo que a dosagem adequada depende do modelo, do produto utilizado e das condições de lavagem.

No caso dos detergentes em pó ou gel, o compartimento da máquina costuma apresentar marcas que ajudam a identificar a quantidade recomendada. Já as cápsulas são geralmente concebidas para utilizar uma unidade por lavagem.

Adicionar detergente em excesso não garante que a loiça fique mais limpa. Pelo contrário, pode contribuir para a acumulação de resíduos e obrigar a repetir a lavagem.

Detergente líquido, em pó ou cápsulas: qual limpa melhor?

A escolha do detergente também pode fazer diferença nos resultados. De acordo com os testes realizados pela Consumer Reports e citados pela EatingWell, os diferentes formatos não apresentam necessariamente a mesma eficácia.

Larry Ciufo explica que os detergentes líquidos podem representar uma opção mais económica por lavagem, mas os testes da organização revelaram um desempenho inferior ao de outras alternativas.

O detergente em pó apresentou melhores resultados do que muitos produtos líquidos, embora possa ser considerado menos prático por alguns consumidores.

As cápsulas destacam-se pela facilidade de utilização, uma vez que dispensam a medição manual da quantidade de produto. Contudo, a sua eficácia também depende do programa escolhido e das condições de funcionamento da máquina.

O detergente não se dissolve? A causa pode estar dentro da máquina

Quando uma cápsula aparece parcialmente dissolvida no final da lavagem, o problema nem sempre está relacionado com a qualidade do detergente.

Segundo Larry Ciufo, uma das primeiras verificações deve ser feita ao filtro e aos braços aspersores, responsáveis pela circulação e distribuição da água durante o ciclo.

A acumulação de restos de comida ou gordura nestes componentes pode prejudicar o funcionamento da máquina e impedir que a água chegue corretamente a toda a loiça.

Outro fator importante é a duração do programa. Os ciclos rápidos podem não proporcionar tempo suficiente para dissolver completamente determinadas cápsulas, sobretudo quando as condições de lavagem não são as mais adequadas.

Há uma limpeza que deve fazer regularmente

A manutenção do eletrodoméstico é essencial para evitar problemas de funcionamento e preservar a qualidade das lavagens.

Uma das recomendações passa por limpar regularmente o filtro, retirando os resíduos alimentares que se acumulam durante a utilização. Este componente pode ser lavado com água morna e detergente, seguindo as instruções do fabricante.

Também é importante verificar se os orifícios dos braços aspersores estão desobstruídos, uma vez que a acumulação de sujidade pode dificultar a circulação da água.

As borrachas da porta merecem igualmente atenção, sobretudo nas zonas onde se acumulam gordura e restos de alimentos.

Para uma limpeza mais profunda, pode utilizar o programa de manutenção da máquina e um produto adequado ao equipamento. Antes de recorrer a soluções caseiras, como o vinagre, é aconselhável consultar o manual, já que alguns fabricantes desaconselham a sua utilização.

A forma como coloca a loiça também influencia os resultados

Além da escolha do detergente e da manutenção, a disposição dos utensílios no interior da máquina pode comprometer a lavagem.

Pratos demasiado próximos, panelas que bloqueiam os braços aspersores ou objetos colocados à frente do compartimento do detergente podem impedir a circulação adequada da água.

Por esse motivo, é importante garantir que os braços conseguem rodar livremente e que o detergente pode ser libertado sem obstáculos.

Se a loiça continuar a sair suja, mesmo depois de corrigir estes hábitos, poderá ser necessário verificar outros componentes do eletrodoméstico.

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Herman José tinha retrato de Hitler na sala; depois, deve ter ido para a lareira

A relação com os políticos, o homem de extrema-esquerda e o fascista. Uma conversa com Joaquim Letria em 1991. Na sequência do falecimento de Joaquim Letria, procurámos nos arquivos da RTP a participação do jornalista num programa de humor, o Hermanias, de Herman José. Chegou a entrevistar Nicolau Breyner, que representou Augusto Pinochet. Acabámos por nos cruzar com outro momento, também com Herman José, mas precisamente o programa Joaquim Letria, na emissão em que entrevistou o humorista. Estávamos em Fevereiro de 1991 e Letria quis saber qual era a relação de Herman com políticos. A resposta: “Depende do dia: há

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Lavar o cabelo todos os dias aumenta a queda? A resposta dos dermatologistas

Ver cabelos nas mãos ou no ralo durante o banho pode levar a uma mudança de hábitos: espaçar as lavagens para tentar travar a queda. Contudo, essa decisão pode assentar numa interpretação errada. A lavagem torna mais visível a libertação de cabelos que faz parte do ciclo natural, sem significar, por si só, que esteja a provocar um problema.

Segundo a Academia Americana de Dermatologia, a frequência deve acompanhar a oleosidade e a sujidade do cabelo. Para quem tem cabelo liso e couro cabeludo oleoso, lavar diariamente pode ser adequado. Já os cabelos secos, encaracolados ou mais espessos podem precisar de intervalos maiores.

Porque parece cair mais cabelo no banho?

A dermatologista Wilma Bergfeld, da Cleveland Clinic, explica que é normal observar a libertação de cabelos durante a lavagem. Quando os banhos com champô são mais espaçados, os fios soltos podem acumular-se e aparecer em maior quantidade na lavagem seguinte.

Por isso, encontrar mais cabelos depois de vários dias sem lavar não demonstra, isoladamente, que o champô esteja a aumentar a queda. É necessário ter em conta a rotina habitual e perceber se existem alterações persistentes na quantidade de cabelo ou na sua densidade.

A forma de lavar também importa

A Academia Americana de Dermatologia recomenda aplicar o champô sobretudo no couro cabeludo. Assim, é possível remover oleosidade, células mortas e resíduos de produtos sem submeter todo o comprimento do cabelo a uma limpeza desnecessariamente intensa.

Depois, o condicionador ajuda a hidratar e desembaraçar. Nos cabelos finos ou lisos, pode ser aplicado nas pontas; nos secos ou encaracolados, ao longo do comprimento. A escolha dos produtos deve acompanhar as características de cada cabelo.

Esfregar e puxar pode danificar os fios

O cabelo molhado exige cuidado ao desembaraçar e secar. Esfregar vigorosamente com a toalha ou puxar os nós pode favorecer danos e quebra. Também deve ser moderado o uso de secadores, pranchas e ferros de encaracolar a temperaturas elevadas.

Os penteados muito apertados merecem igualmente atenção. A tração repetida sobre o cabelo pode causar uma forma de perda capilar conhecida como alopecia de tração, que pode tornar-se permanente com o tempo.

Reduzir as lavagens não substitui um diagnóstico

Quando existe perda de cabelo persistente, a recomendação dos dermatologistas é procurar a causa. Alterar a frequência das lavagens ou comprar produtos que prometem crescimento pode não resolver o problema.

A mesma prudência aplica-se às vitaminas para o cabelo. Antes de recorrer a suplementos, importa perceber se existe alguma carência: o excesso de certos nutrientes, incluindo selénio e vitaminas A e E, também está associado à queda capilar.

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O maior parque de esculturas de areia do mundo fica no Algarve e ainda pode visitá-lo este ano

Não é preciso sair de Portugal para visitar aquele que se apresenta como o maior parque de esculturas de areia do mundo. Fica em Lagoa, no Algarve, junto à EN125, e reúne mais de uma centena de obras construídas a partir de milhões de grãos de areia.

Segundo a informação oficial da SandCity, o recinto ocupa cerca de cinco hectares e apresenta mais de 120 esculturas criadas por mais de 60 artistas nacionais e internacionais.

Há mais de 120 obras feitas apenas com areia

A exposição atual tem como tema «Volta ao Mundo em Areia» e procura recriar diferentes partes do planeta através de figuras conhecidas, cenários da cultura popular, personagens do imaginário e edifícios emblemáticos.

Algumas esculturas atingem cinco ou seis metros de altura e podem pesar várias dezenas de toneladas. A técnica passa por compactar a areia com água e deixá-la secar até adquirir uma consistência suficientemente firme para manter as grandes estruturas.

Parque nasceu de um festival criado em 2003

A história começou com o FIESA — Festival Internacional de Esculturas de Areia —, criado em 2003.

Depois de vários anos em Pêra, o projeto mudou-se para Lagoa e deu origem à SandCity, transformando a antiga exposição temporária num espaço dedicado de forma mais permanente a esta forma de arte.

Pode visitar até 15 de novembro

Para quem quiser aproveitar antes do encerramento da temporada de 2026, ainda há algumas semanas disponíveis.

Entre 14 de setembro e 15 de novembro, o parque funciona diariamente das 10:00 às 19:00, sendo permitida a entrada até 30 minutos antes do encerramento. Por se tratar de um recinto ao ar livre, os horários podem sofrer alterações em caso de condições meteorológicas adversas.

Quanto custam os bilhetes?

O bilhete para adultos entre os 13 e os 64 anos custa 11,90 euros, enquanto os seniores pagam 9,50 euros.

As crianças entre os seis e os 12 anos pagam 5,90 euros e até aos cinco anos a entrada é gratuita. Existe ainda um pack para duas crianças e dois adultos por 29,90 euros, disponível na bilheteira local. Grupos com mais de dez pessoas beneficiam de 10% de desconto.

Há mais para fazer além de ver as esculturas

O percurso pode ser feito a pé, mas o parque disponibiliza também buggies elétricos para aluguer. Existem zonas de descanso, snack-bar, loja de recordações, fish-spa e uma área onde os visitantes podem experimentar criar as próprias esculturas.

O espaço é também pet friendly e dispõe de mais de 300 lugares de estacionamento gratuito.

Fica junto à EN125, em Lagoa

A SandCity encontra-se no Sítio dos Lombos, em Lagoa, junto à EN125, uma localização que permite combinar a visita com outros pontos turísticos do Algarve.

Assim, quem ainda quiser conhecer esta exposição em 2026 tem até 15 de novembro para o fazer, podendo encontrar num único recinto dezenas de lugares, personagens e figuras conhecidas recriadas em areia.

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“Mãe, não quero ser mãe. O mundo está horrível”

Revelação de Cláudia Semedo – que teve Carteira Profissional de Jornalista mas precisou de deixar de ver telejornais. Cláudia Semedo é uma das caras muito conhecidas no panorama da comunicação em Portugal. Apresentadora, actriz, radialista, uma comunicadora. Que também já foi jornalista. Aliás teve que ter a Carteira Profissional de Jornalista para apresentar o programa Nós, na RTP. Mais tarde, por motivos profissionais, por incompatibilidade, entregou a Carteira. E hoje até se afasta do jornalismo, pelo menos do jornalismo televisivo. Por opção: “Estou muito atenta ao mundo mas faço um filtro gigantesco”. Sem orgulho, deixou de ver telejornais. “Porque precisei”.

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Deixe as maçãs no supermercado se vir este sinal: especialista alerta para detalhe que muitos ignoram

Escolher maçãs no supermercado parece uma tarefa simples, mas alguns sinais podem revelar que a fruta já começou a deteriorar-se. Entre todos os detalhes a observar, há um que um especialista em segurança alimentar considera particularmente importante: a presença de bolor.

De acordo com o EatingWell, uma inspeção de apenas alguns segundos pode evitar levar para casa fruta que terá de acabar no lixo pouco tempo depois.

Annessa Chumbley, nutricionista ligada à organização Eat More Apples, recomenda escolher maçãs firmes, com a casca lisa e sem nódoas negras, cortes ou outras zonas danificadas.

Uma abertura na casca, mesmo que pequena, pode facilitar a entrada de bactérias e fungos e acelerar a deterioração da fruta.

Este é o sinal que deve fazê-lo deixar a maçã na prateleira

Entre todos os sinais possíveis, o especialista em segurança alimentar Mark McShane destaca um em particular: bolor visível.

A recomendação é evitar maçãs que apresentem crescimento semelhante a pelos ou penugem de cor branca, verde ou azul, seja na casca, junto ao pedúnculo ou numa zona previamente danificada.

E retirar simplesmente a parte afetada pode não resolver o problema.

Segundo McShane, o bolor pode desenvolver-se para além da zona que conseguimos ver. Isto significa que cortar apenas a parte visivelmente afetada não garante que o restante fruto seja seguro para consumo.

Nestes casos, a opção mais prudente é não comprar a maçã.

O cheiro também pode denunciar uma maçã estragada

Há outro teste bastante simples que pode ser feito ainda no supermercado.

Uma maçã madura deverá apresentar um aroma ligeiramente doce. Pelo contrário, um cheiro azedo ou semelhante a fermentação pode indicar que a fruta começou a deteriorar-se, mesmo quando ainda não existem sinais muito evidentes no exterior.

A firmeza também é importante. Maçãs com zonas muito moles, grandes nódoas negras ou danos na casca terão, à partida, menor capacidade de conservação.

Há um erro que pode fazer as maçãs durar menos em casa

Depois da compra, a forma como as maçãs são guardadas também influencia significativamente a sua duração.

O EatingWell recomenda não lavar a fruta antes de a armazenar. A humidade deixada na superfície pode favorecer a deterioração, pelo que é preferível lavar cada maçã apenas antes de a consumir.

O frigorífico é também uma melhor opção para uma conservação prolongada do que deixá-las à temperatura ambiente. A gaveta destinada a frutas e legumes é um dos locais indicados.

Não as coloque junto de todos os legumes

As maçãs libertam etileno, um gás natural envolvido no processo de amadurecimento.

Por esse motivo, Chumbley recomenda mantê-las afastadas de produtos particularmente sensíveis ao etileno, como brócolos e vegetais de folha, uma vez que este gás pode acelerar a sua deterioração.

Na próxima ida ao supermercado, portanto, não basta escolher entre maçãs verdes, vermelhas, doces ou ácidas. Procurar bolor, verificar a firmeza, observar a casca e prestar atenção ao cheiro pode evitar uma má compra.

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Aviso de especialista: nunca compre uma lata de conserva se reparar neste detalhe no supermercado

As latas de conserva são uma presença habitual nas despensas devido ao preço, facilidade de armazenamento e longa validade. Mas, antes de colocar uma no carrinho do supermercado, há um detalhe na embalagem que não deve ser ignorado.

Uma lata amassada, sobretudo em determinadas zonas, pode significar mais do que um simples defeito estético. Em alguns casos, a integridade da embalagem pode ter ficado comprometida e permitir a entrada de microrganismos.

Segundo a especialista em segurança alimentar Stephanie Smith, citada pelo EatingWell, quando o metal fica comprometido existe a possibilidade de substâncias nocivas ou bactérias entrarem em contacto com o alimento.

Nem todas as amolgadelas representam o mesmo risco

Uma pequena marca não significa automaticamente que o conteúdo esteja estragado. O local e a gravidade do dano são importantes.

De acordo com a especialista, pequenos defeitos nos cantos e afastados da abertura podem não ser suficientes para comprometer a embalagem.

A atenção deve ser redobrada quando existem danos mais significativos, particularmente junto às zonas de abertura, costuras ou pontos onde a lata é selada.

Há outros sinais que justificam deixar imediatamente o produto na prateleira. Uma lata inchada, com fugas de líquido ou sinais evidentes de deterioração não deve ser comprada.

Um pequeno furo pode permitir a entrada de bactérias

O problema é que uma abertura na embalagem nem sempre é visível a olho nu.

Mesmo um furo microscópico pode permitir a entrada de bolores ou bactérias presentes no ambiente. Depois de entrarem em contacto com os alimentos, alguns microrganismos podem multiplicar-se e produzir toxinas.

Entre os exemplos referidos encontra-se a bactéria Clostridium botulinum, responsável pela produção da toxina que provoca o botulismo, uma doença rara mas potencialmente grave.

Além disso, a ausência de cheiro, alterações de cor ou outros sinais visíveis não garante, por si só, que um alimento contaminado seja seguro.

Há outro detalhe a verificar no rótulo

Além do estado da embalagem, vale a pena verificar a quantidade de sal presente no produto.

Alguns alimentos enlatados apresentam níveis elevados de sódio. Escorrer o líquido ou passar determinados alimentos por água pode ajudar a reduzir parte desse sal, sendo também possível optar por versões com baixo teor de sódio ou sem sal adicionado.

Ao contrário do que por vezes se pensa, uma conserva não necessita obrigatoriamente de grandes quantidades de sal ou outros conservantes para permanecer estável. O processamento térmico e uma embalagem corretamente selada são fundamentais para garantir a conservação.

Por isso, antes de comprar uma lata, não olhe apenas para o preço e para a validade. Uma rápida inspeção à embalagem pode revelar sinais que justificam escolher outra unidade.

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Está difícil: peça ia estrear em 1978, nunca foi a palco; ia ser agora – mas foi cancelada

‘Os Emigrantes’ promete ser tão actual como seria há 48 anos. Mas vai ser preciso esperar para vê-la em Setúbal. Dois emigrantes partilham um espaço escuro, pequeno, num teatro abandonado e com poucas condições. Numa situação de solitude. Um dos emigrantes sai do seu país porque tem a ambição de ganhar mais e mais dinheiro. Mesmo que passe por condições desumanas. Para, depois, voltar ao seu país natal para mostrar como a sua vida melhorou. Essa é a sua prioridade, na verdade. O outro emigrante é mais intelectual. Sai do país por motivos políticos. Mas o que lhe resta é

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Zoomarine prepara Halloween com sustos, fantasmas e concurso de máscaras

Entre fantasmas, criaturas misteriosas e experiências imersivas, o Halloween regressa ao Zoomarine Algarve entre 20 e 31 de outubro, com uma programação especial dirigida a famílias e visitantes de diferentes idades.

Durante este período, vários espaços do parque vão assumir uma decoração e ambiente inspirados na época, com propostas que vão desde percursos de sustos a atividades destinadas ao público infantil.

Um dos principais destaques é a Passagem dos Sustos, destinada exclusivamente a maiores de 14 anos e concebida como um percurso com diferentes surpresas ao longo do trajeto.

Para os visitantes mais novos, o Túnel Fantasma apresenta uma experiência adaptada às crianças, permitindo-lhes participar também nas atividades temáticas do parque.

Cine 4D recebe experiência especial

A programação inclui ainda o regresso de “Spooky Spark” ao Cine 4D do Zoomarine, numa experiência que combina imagem, som e efeitos especiais.

A proposta pretende reforçar o ambiente associado ao Halloween através de uma sessão imersiva integrada na programação especial prevista para estes dias.

Concurso de máscaras marcado para 28 e 31 de outubro

Nos dias 28 e 31 de outubro realiza-se também o Concurso de Máscaras Infantil, dirigido aos visitantes mais novos.

As crianças são desafiadas a entrar no parque com disfarces originais e alusivos ao Halloween, estando previstos prémios para as participações que mais se destacarem.

Durante este período estará ainda em vigor a campanha “Dobro da Diversão”, que permite adquirir um bilhete de dois dias pelo preço de um dia, válida para visitas ao parque entre 16 e 31 de outubro.

Entre 20 e 31 de outubro, período em que decorre a programação especial de Halloween, o Zoomarine Algarve estará aberto de terça-feira a sábado.

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Há 7 coisas em casa que provavelmente não lava vezes suficientes: especialistas dizem quais são

Lavar lençóis, toalhas e roupa faz parte da rotina de praticamente todas as casas, mas há outros tecidos que podem passar semanas ou até meses esquecidos. Especialistas em cuidados com os tecidos identificaram sete coisas que deveriam entrar mais vezes na máquina da roupa.

O problema é que nem sempre é possível perceber a sujidade apenas olhando. Suor, células da pele, gordura corporal, pelos, restos de alimentos e humidade podem acumular-se muito antes de aparecerem manchas ou maus odores.

Kim Romine, especialista em cuidados com tecidos da P&G, e Pete He, cofundador e cientista-chefe da Dirty Labs, explicaram à revista Real Simple quais são alguns dos objetos frequentemente esquecidos e com que regularidade devem ser lavados.

Antes de colocar qualquer um destes artigos na máquina, contudo, é importante verificar sempre as instruções de lavagem indicadas na etiqueta.

Tapetes e cortinas da casa de banho

Os tapetes de tecido da casa de banho deveriam ser lavados semanalmente, segundo os especialistas.

Além do contacto frequente com os pés e com o chão, estão num ambiente onde existe muita humidade. Estas condições podem favorecer a acumulação de sujidade, odores, bolor e mofo.

O mesmo cuidado deve ser aplicado às cortinas de duche que possam ser lavadas.

Camas e mantas dos animais

Se tem animais de estimação em casa, a recomendação passa igualmente por uma lavagem semanal das respetivas camas e mantas.

Estes tecidos podem acumular pelos, caspa, terra, saliva e odores. Uma solução simples é juntá-los à rotina habitual de lavagem da roupa de cama, respeitando sempre as indicações do fabricante.

Protetores do colchão e das almofadas

Estão escondidos por baixo dos lençóis e das fronhas, mas isso não significa que permaneçam limpos.

Os protetores podem absorver suor, gordura corporal e células da pele ao longo do tempo. A recomendação dos especialistas é lavá-los aproximadamente uma vez por mês.

Não é, portanto, necessário esperar que apareçam manchas visíveis para os colocar na máquina.

Mantas do sofá também precisam de atenção

A manta que fica durante meses sobre o sofá é outro dos objetos que facilmente escapa à rotina de limpeza.

Quando é utilizada regularmente, Pete He recomenda uma lavagem a cada duas a quatro semanas. Se quase não for usada, uma lavagem sazonal poderá ser suficiente.

A frequência deve assim ser adaptada à utilização que é dada à peça.

Sacos de tecido reutilizáveis

Os sacos utilizados para transportar compras também podem precisar de uma passagem pela máquina, sobretudo quando são usados para levar alimentos.

Líquidos provenientes de carne, fruta ou outros produtos podem acabar no tecido. Kim Romine aconselha uma lavagem entre um e três meses, dependendo da utilização.

Um saco utilizado todas as semanas no supermercado deverá naturalmente ser limpo com maior frequência do que outro usado apenas ocasionalmente.

Luvas de forno devem ser lavadas todos os meses

As luvas utilizadas para retirar tabuleiros e recipientes quentes do forno também acumulam resíduos de comida e manchas.

A recomendação é lavá-las aproximadamente uma vez por mês ou sempre que apresentem sujidade visível.

Mais uma vez, deve confirmar primeiro na etiqueta se as luvas podem ser colocadas na máquina e qual o programa adequado.

Até o cesto da roupa suja deve ser lavado

É provavelmente o objeto mais curioso desta lista. O recipiente onde coloca a roupa que precisa de ser lavada também pode acumular sujidade.

Roupa suada, toalhas húmidas e outras peças usadas estão constantemente em contacto com o cesto, que poderá depois voltar a tocar em roupa limpa.

Se o cesto for de tecido e lavável, ou tiver um revestimento removível, a recomendação passa por uma limpeza a cada duas a quatro semanas.

Uma forma simples de não esquecer estes objetos é associá-los às lavagens que já faz habitualmente. Por exemplo, colocar os tapetes da casa de banho na rotina das toalhas ou definir lembretes mensais para os artigos que exigem menos lavagens.

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Quase ninguém repara nestes símbolos da máquina da roupa: saiba onde colocar o detergente e o amaciador

Parece um detalhe sem importância, mas escolher o compartimento errado na gaveta da máquina da roupa pode fazer com que o detergente seja utilizado no momento incorreto do ciclo. Os símbolos I, II e a pequena flor têm funções diferentes e saber distingui-los ajuda a evitar erros em cada lavagem.

A disposição dos compartimentos pode mudar consoante a marca e o modelo da máquina, mas os símbolos utilizados tendem a seguir a mesma lógica.

O primeiro que deve conhecer é o compartimento identificado com I, ou seja, o número um em numeração romana.

O que deve colocar no compartimento I?

De acordo com o Notícias ao Minuto, este espaço destina-se ao detergente utilizado na pré-lavagem e só deve ser usado quando é selecionado um programa que inclua esta fase.

Pode ser particularmente útil para roupa muito suja ou com sujidade mais difícil de remover. Neste compartimento pode ser colocada a quantidade adequada de detergente em pó ou líquido.

Se o programa escolhido não tiver pré-lavagem, este espaço não é necessário.

Já o compartimento marcado com II é aquele que provavelmente utiliza com maior frequência.

É aqui que deve colocar o detergente da lavagem

O número II corresponde à lavagem principal. É neste espaço que deve colocar o detergente que será utilizado durante o ciclo normal da máquina.

A quantidade depende do produto utilizado, pelo que deve respeitar a dose recomendada pelo fabricante, tendo também em consideração a quantidade e o nível de sujidade da roupa.

Resta um terceiro compartimento, normalmente identificado através de um símbolo semelhante a uma flor.

Este é destinado ao amaciador da roupa. Ao contrário do detergente, a sua utilização é opcional e há tecidos nos quais o amaciador pode não ser recomendado, pelo que convém verificar as instruções das peças.

Também não deve ultrapassar a indicação de nível máximo existente na gaveta.

A gaveta também precisa de ser limpa

Detergente e amaciador podem deixar resíduos na gaveta ao longo do tempo. Aliados à humidade, esses resíduos podem favorecer o aparecimento de sujidade, odores desagradáveis ou bolor.

Por isso, além de utilizar corretamente cada compartimento, é importante retirar e limpar periodicamente a gaveta de acordo com as indicações do fabricante da máquina.

Há ainda outro gesto simples que pode ajudar: depois da lavagem, deixar a gaveta ligeiramente aberta durante algum tempo facilita a secagem e reduz a acumulação de humidade.

Da próxima vez que colocar a roupa a lavar, basta recordar a regra: I para pré-lavagem, II para lavagem principal e o símbolo da flor para o amaciador.

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