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Câmara de Portimão aprova novo protocolo ‘Comunidade Atuante’ para o ano letivo 2026/2027

Programa com a associação Ensinar a Sorrir envolve cerca de 48 profissionais e assegura apoio a crianças com necessidades específicas e acompanhamento nos recintos escolares, com um investimento de cerca de 345 mil euros

A Câmara Municipal de Portimão aprovou, em reunião de 7 de outubro, a celebração do protocolo de colaboração do programa ‘Comunidade Atuante’ para o ano letivo 2026/2027, a estabelecer entre o Município, a associação Ensinar a Sorrir – Associação de Solidariedade e Apoio à Família e os Agrupamentos de Escolas do concelho de Portimão.

O programa, que o Município mantém há vários anos, visa reforçar a relação entre a escola e a comunidade e garantir a igualdade de oportunidades às crianças que frequentam os Centros de Apoio à Aprendizagem, bem como o acompanhamento e a segurança das crianças dentro e fora dos recintos escolares, nomeadamente no período das refeições.

A iniciativa abrange crianças do Pré-Escolar e alunos dos 1.º, 2.º e 3.º ciclos do Ensino Básico e do Ensino Secundário, e inclui o apoio a atividades lúdico-expressivas e educativas dirigidas a crianças com medidas adicionais de inclusão, o acompanhamento, a vigilância e a segurança no meio escolar e o apoio a atividades que contribuam para as aprendizagens e para o sucesso educativo. Com esta colaboração estão envolvidos cerca de 48 profissionais.

Para este ano letivo, o encargo total é de cerca de 345 mil euros, acrescidos de IVA à taxa legal em vigor, sendo que o apoio recebido do Estado, através do Ministério da Educação e das verbas transferidas pela DGAL no âmbito da transferência de competências, corresponde a cerca de 21% deste valor. Isto significa que o Município de Portimão assume, com recursos próprios, cerca de 79% do investimento, num compromisso que o Executivo Municipal assume como fundamental para garantir a vigilância e a segurança das crianças nos recintos escolares.

O Município de Portimão sublinha que o “Comunidade Atuante” é um programa de reconhecida importância para o bom funcionamento dos estabelecimentos de ensino, e que a aposta na continuidade deste trabalho, com um esforço financeiro que ultrapassa largamente a comparticipação do Estado, reflete a prioridade que a educação merece na ação municipal.

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Vila do Bispo celebra o Património Cultural Imaterial com iniciativa dedicada à pastorícia

O município de Vila do Bispo associa-se às comemorações do Dia Internacional do Património Cultural Imaterial 2026, promovendo, no próximo dia 17 de outubro, pelas 15h00, a iniciativa ‘Os Pastores do Triângulo Vicentino: documentário & prova de queijo’, no Museu de Vila do Bispo – Celeiro da História.

 O evento integra dois momentos: a exibição do documentário Os Pastores do Triângulo Vicentino, de Patrícia Leal e Vera Abreu, produzido em 2023 pela AVONDE – Associação Cultural, com o apoio da Câmara Municipal de Vila do Bispo, e uma prova de queijo de cabra produzido artesanalmente pela Queijaria da Avó Deolinda, em Sagres.

O documentário acompanha o quotidiano de um conjunto de pastores do concelho, cuidadores de ovelhas, cabras e vacas, dando a conhecer a sua relação com os animais, as práticas diárias da atividade pastoril e as transumâncias.

Após a exibição, os participantes terão oportunidade de degustar queijo de cabra produzido por um dos intervenientes no documentário.

Com esta iniciativa, a autarquia pretende valorizar e divulgar o património cultural imaterial associado à pastorícia, dando visibilidade aos saberes e práticas tradicionais que integram a identidade do concelho e promover o encontro entre pastores e público, num momento de partilha de conhecimentos e experiências.

A autarquia salienta que a participação na atividade é gratuita, mediante inscrição prévia até ao dia 11 de outubro, através do e-mail: reservas.museu@cm-viladobispo.pt ou do telemóvel: 927 193 677 (chamada para rede móvel nacional).

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Rita Guapo dinamiza workshop de Educação e Parentalidade Consciente em Silves

No âmbito do projeto Matéria Prima, o Município de Silves, através do Setor da Juventude, promove no próximo dia 24 de outubro, entre as 10h00 e as 13h00, mais uma sessão do workshop de Educação e Parentalidade Consciente ‘A adolescência não é um cadilho nem um sarilho’, dinamizado por Rita Guapo.

A Psicóloga Rita Guapo regressa à Biblioteca Municipal de Silves para promover um espaço de reflexão sobre os desafios e as transformações inerentes ao processo de desenvolvimento na adolescência. A sessão irá abordar a importância de compreender o comportamento dos jovens, incentivando uma comunicação familiar mais significativa, assente em relações positivas e de maior conexão.

Partindo do princípio de que não existem fórmulas universais na missão de educar, este workshop convida pais, educadores e profissionais a aprofundar o seu conhecimento sobre as vivências e o sentir dos adolescentes, reconhecendo também o potencial desta fase de desenvolvimento.

A participação é gratuita, mas sujeita a inscrição prévia obrigatória até ao dia 21 de outubro, a qual deve ser efetuada clicando aqui, realçando-se que as vagas são limitadas.

Para mais informações, os interessados poderão contactar o Setor de Juventude da Câmara Municipal de Silves através dos telefones 282 440 800 ou 910 118 277, ou ainda pelo endereço de correio eletrónico juventude@cm-silves.pt.

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Angelina Voloshchuk voltou a vencer e marca presença nos quartos-de-final

Sortes diferentes para as duas tenistas portuguesas de 19 anos, que ultrapassaram a ronda inaugural do III International Ladies Open.
Angelina Voloshchuk voltou a vencer em dois sets e está nos quartos-de-final do torneio da categoria W35, que decorre no Clube de Ténis e Padel de Lagos.

Frente à holandesa Isis Louise Van Den Broek (619.ª), Voloshchuk (333.ª) teve um início hesitante no início de cada set, mas terminou forte ambas as partidas, superando a adversária em uma hora e 43 minutos, com os parciais de 6-2, 6-4.

“Senti-me bem apesar de não ter entrado tão bem, estive a ganhar por 2-0, depois ela entrou mais no jogo e eu, se calhar, baixei um bocadinho, mas acho que consegui manter um bom nível no primeiro set. No segundo, baixei logo no início, podia ter feito algumas coisas diferentes e estar mais focada na minha tarefa, mas depois consegui encontrar o meu caminho”, disse a autora de seis duplas-faltas.

“No início senti nervosismo no serviço que é uma das coisas que tenho tentado de melhorar, mas ao longo do encontro consegui soltar um bocadinho mais e ficar mais tranquila a servir. Foi mais no início dos sets” – argumentou.

A próxima adversária de Voloshchuk é a sétima mais cotada do torneio, a espanhola Celia Cervino Ruiz (587.ª), no segundo encontro do Court 1, cuja jornada tem início às 11 horas. “Nunca a defrontei, mas ainda tenho oportunidade de ver um bocadinho do jogo dela e preparar da melhor maneira para dar o meu melhor e ir o mais longe possível”, adiantou a número três portuguesa.

Já Milana Ivantsiv (1465.ª) não conseguiu ganhar mais do que três jogos à espanhola e sexta cabeça de série Maria Martinez Vaquero (496.ª), que se impôs por 6-1, 6-2.

A jornada de sexta-feira termina com as meias-finais de pares, onde a segunda melhor dupla do torneio, formada pela portuguesa Ana Filipa Santos e a indiana Vasanti Shinde, vai disputar um lugar na final de sábado com as cabeças de série n.3, a chinesa Min Liu e a italiana Carlota Moccia.

Colaboração do Gabinete de Imprensa do III Internacional Ladies Open W35

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‘Olhão antes e depois’ revela a transformação da cidade através da fotografia

Exposição percorre quatro espaços do concelho e coloca imagens históricas lado a lado com recriações feitas por jovens olhanenses.

A exposição fotográfica ‘Olhão antes e depois’ é inaugurada no próximo sábado, 10 de outubro, pelas 10:30, nos Mercados Municipais de Olhão, dando-se aí início a um percurso por quatro espaços do concelho — Mercados Municipais, Ria Shopping, Escola Secundária Dr. Francisco Fernandes Lopes e Casa Municipal da Juventude de Olhão Hugo Charrão —, onde estará patente até 13 de novembro.

Com curadoria de Luís Torres e integrada na programação cultural do Bicentenário da Câmara Municipal de Olhão, a exposição coloca lado a lado imagens históricas da cidade e recriações fotográficas realizadas por jovens olhanenses, propondo um olhar sobre a evolução urbana de Olhão e convidando a comunidade a percorrer a cidade através do tempo.

A mostra nasceu do desafio lançado a alunos do 10.º ano da área de Multimédia da Escola Secundária Dr. Francisco Fernandes Lopes para recriarem, nos dias de hoje e nos mesmos locais, uma seleção de cerca de 50 fotografias históricas de Olhão. Participaram no projeto os alunos Miguel Sousa, Samuel Ventura e Maria Moniz, bem como Charline Fournier, elemento do Clube de Fotografia da Casa Municipal da Juventude Hugo Charrão.

Para concretizar o trabalho, foram utilizadas fotografias com cerca de 70 a 80 anos, pertencentes ao Arquivo Municipal de Olhão, e imagens com 40 a 50 anos, provenientes do arquivo pessoal de Luís Torres. Depois de um processo de pesquisa e levantamento, os participantes percorreram as ruas da cidade e procuraram reproduzir os enquadramentos originais, recriando as imagens nos mesmos locais e permitindo uma comparação direta entre diferentes épocas.

O resultado é uma exposição distribuída por quatro núcleos expositivos, que propõe um percurso pela cidade através das suas transformações e permanências. O confronto entre as fotografias históricas e as imagens atuais permite observar a evolução urbana de Olhão, mas também recuperar lugares, edifícios e espaços que fazem parte da memória coletiva da cidade.

No dia da inauguração, o percurso pelos quatro núcleos começa nos Mercados Municipais, às 10:30, seguindo para o Ria Shopping, às 11:15, para a Escola Secundária Dr. Francisco Fernandes Lopes, às 11:45, e terminando na Casa Municipal da Juventude de Olhão Hugo Charrão, às 12:15. A exposição poderá ser visitada até 13 de novembro, nos quatro espaços, de acordo com os respetivos horários de funcionamento.

Com esta iniciativa, o Município de Olhão pretende valorizar a criatividade e o envolvimento dos jovens olhanenses e, simultaneamente, promover junto da comunidade um maior conhecimento da história contemporânea e da evolução urbana da cidade. O projeto terá ainda continuidade, estando prevista a sua passagem pelas várias freguesias do concelho.

Integrada no programa comemorativo dos 200 anos da Câmara Municipal de Olhão, ‘Olhão antes e depois’ aproxima diferentes gerações através da fotografia e proporciona uma viagem visual entre o Olhão de ontem e o Olhão de hoje.

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UCCF/GNR apreende 4 toneladas de cocaína e detém 3 pessoas na Costa Vicentina

A Unidade de Controlo Costeiro e de Fronteiras (UCCF) da Guarda Nacional Republicana (GNR), através do Destacamento de Controlo Costeiro de Sines, apreendeu, durante a madrugada desta quinta-feira, 08 de outubro, cerca de 4 toneladas de cocaína, duas embarcações, quatro telemóveis e mais de 1200 euros em numerário, nas imediações da Foz do rio Mira e da Praia da Vieirinha, nos concelhos de Odemira e Sines.

No âmbito de uma ação de Vigilância e Controlo Costeiro, desencadeada na sequência da deteção de embarcações de alta velocidade (EAV) pelo Sistema Integrado de Vigilância, Comando e Controlo (SIVICC), foram empenhados meios terrestres e marítimos para acompanhar os seus movimentos e prevenir a prática de ilícitos criminais.

No decorrer da ação, foi confirmada a presença de duas embarcações de alta velocidade (EAV) que estariam a transportar volumes para uma embarcação de pesca, nas imediações da foz do rio Mira. A intervenção marítima permitiu intercetar a embarcação de pesca. Foram detidos 3 homens no seu interior, de nacionalidade portuguesa e estrangeira, com idades compreendidas entre os 22 e os 42 anos, tendo-se confirmado a existência de 73 fardos de cocaína.

No seguimento da ação, já no regresso para terra, foi possível detetar-se mais uma embarcação de recreio à deriva, que se verificou ter no seu interior 58 fardos de cocaína.

Da ação resultou a apreensão de duas embarcações, 131 fardos de cocaína com um peso estimado de 3.915 quilos, 4 telemóveis e 1.240 euros em numerário, tendo segundo a UCCF/GNR adintado que esta ação contou com o reforço do Comando Territorial de Setúbal e com o apoio da Polícia Marítima e do Município de Sines.

A UCCF/GNR salienta que esta operação surge menos de 48 horas após uma outra ação policial desenvolvida pela GNR, na madrugada de quarta-feira, dia 7 de outubro, na Praia da Costinha, que culminou na apreensão de cerca de 2,7 toneladas de cocaína.

No conjunto destas duas operações, a GNR apreendeu, em menos de 48 horas, mais de 6,5 toneladas de cocaína, evidenciando o empenhamento permanente da Guarda na vigilância e controlo da costa portuguesa e no combate ao tráfico internacional de estupefacientes por via marítima.

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Parque de Vale Faro acolheu a FAESA – Feira Ambiental e Sustentável de Albufeira

O Parque de Vale Faro acolheu, nos dias 4 e 5 de outubro, a FAESA – Feira Ambiental e Sustentável de Albufeira. Organizada pela Junta de Freguesia de Albufeira e Olhos de Água, com o apoio da Câmara Municipal de Albufeira, a iniciativa reuniu atividades dedicadas à sustentabilidade, ao bem-estar e à criatividade, com propostas para diferentes idades.

Ao longo de dois dias, a feira apresentou um programa que conjugou artesanato, workshops, palestras, atividades infantis e momentos musicais. O contacto com as práticas sustentáveis e a valorização de materiais naturais e reutilizados estiveram em destaque, num espaço de partilha e aprendizagem ao ar livre.

A componente musical marcou várias propostas do programa, desde o atelier sustentável à construção de instrumentos com materiais reciclados. Os workshops de tecelagem em tear, sabonete feltrado e arte botânica proporcionaram oportunidades para explorar técnicas artesanais e diferentes formas de expressão criativa.

Para os mais novos, a programação incluiu jogos tradicionais, atividades nas tendas infantis e o bioconto “A Árvore em Mim”. A iniciativa “Algas à Tela – da Praia à Arte” estabeleceu também uma ligação entre os elementos do meio marinho e a criação artística.

FAESA (Foto: Inês Henrique)

O bem-estar constituiu outra vertente da feira, com sessões de pilates e yoga, palestras e uma área dedicada a terapias. A alimentação esteve igualmente presente, através do workshop “Lancheira Mediterrânica”, integrado na programação do primeiro dia.

A música complementou as atividades no Parque de Vale Faro, com atuações de Medicina Laurinha, um concerto de violino por Isabel Carvalhaes e um concerto de saxofone por Ricardo Jesus.

A vereadora da Câmara Municipal de Albufeira, Maria Cristina Corado, esteve presente na iniciativa, que associou a sensibilização ambiental ao convívio e à participação da comunidade.

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Exposição ‘A água e o Mar para Mim’ patente na Galeria Municipal de São Brás de Alportel

Até ao final de outubro a exposição de Guarda-chuvas artísticos ensinam a importância da água e apresentam a fusão perfeita entre arte, originalidade, sustentabilidade e inclusão

A Galeria Municipal de São Brás de Alportel exibe, até 31 de outubro, a 3.ª edição da exposição “A Água e o Mar para Mim’, inaugurada a 2 de outubro, e integrada no Ciclo de Exposições do Município de São Brás de Alportel 2026 que mantém esta colaboração ativa.

Promovida pela empresa Águas do Algarve, esta mostra reúne diversas manifestações artísticas criadas a partir de chapéus de chuva transformados em peças de arte, numa abordagem criativa a temas como a importância da água e do mar, a escassez hídrica, as alterações climáticas e a poluição marinha.

Pelo terceiro ano, esta iniciativa voltou a desafiar instituições sem fins lucrativos que trabalham com pessoas idosas e pessoas com deficiência para a criação das peças que agora dão corpo a esta exposição itinerante.

Mais do que uma exposição, ‘A Água e o Mar para Mim’ convida à reflexão sobre a importância da preservação dos recursos hídricos e dos ecossistemas marinhos, recorrendo à arte como instrumento de sensibilização ambiental e de inclusão social.

Esta iniciativa alia a cultura à educação ambiental e à inclusão, e contribuí para o reforço da estratégia de educação e sensibilização ambiental do Município de São Brás de Alportel.

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Moraes determina prisão de Eduardo Bolsonaro e início do cumprimento da pena

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta quinta-feira (8) a expedição de mandado de prisão contra o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e o início do cumprimento da pena de quatro anos e dois meses de reclusão, em regime inicialmente semiaberto. A decisão ocorre após o encerramento das possibilidades de recurso contra a condenação.

Eduardo foi condenado pela Primeira Turma do STF pelo crime de coação no curso do processo. Segundo a acusação acolhida pelo Supremo, o ex-parlamentar atuou nos Estados Unidos para pressionar autoridades estrangeiras e constranger integrantes do Judiciário brasileiro durante o processo que envolveu a trama golpista e a condenação de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Com o trânsito em julgado, não há mais possibilidade de recursos ordinários contra a condenação, permitindo o início da execução da pena. Moraes também determinou o cancelamento de todos os passaportes emitidos em nome de Eduardo Bolsonaro.

Atuação nos Estados Unidos

A denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República apontou que Eduardo Bolsonaro e o jornalista Paulo Figueiredo utilizaram contatos com integrantes do governo dos Estados Unidos, além de assessores e conselheiros ligados ao presidente Donald Trump, em uma tentativa de pressionar autoridades brasileiras.

A acusação sustentou que a atuação tinha como objetivo constranger o Supremo Tribunal Federal e interferir no andamento dos processos relacionados à investigação da tentativa de golpe de Estado.

Durante o julgamento, Moraes afirmou que não caberia a um deputado federal brasileiro atuar no exterior contra instituições do próprio país. O ministro também relacionou a pressão exercida nos Estados Unidos à adoção de medidas comerciais contra o Brasil durante o período de tensão entre os dois países.

Defesa alegou perseguição política

Após o recebimento da denúncia, Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo contestaram as acusações e classificaram o processo como uma perseguição política. Os dois também fizeram críticas à atuação da Procuradoria-Geral da República e ao procurador-geral Paulo Gonet.

A defesa de Eduardo sustentou que a atuação do ex-deputado nos Estados Unidos fazia parte de sua atividade política e negou que ele tenha praticado os crimes apontados pela acusação.

Pena

O STF condenou Eduardo Bolsonaro a quatro anos e dois meses de prisão, em regime inicial semiaberto, pelo crime de coação no curso do processo. A Corte considerou que houve atuação para interferir no julgamento da ação penal envolvendo Jair Bolsonaro.

Com a decisão desta quinta-feira, Moraes determinou o início da execução da pena e a expedição do mandado de prisão. Como Eduardo está nos Estados Unidos, o cumprimento efetivo da ordem dependerá de sua localização e dos procedimentos legais para eventual retorno ao Brasil.

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Voters or capital: Who rules Berlin?

On September 20, 2026, Die Linke achieved a historic result. With 25.7% of the vote, the party became the largest in the Berlin parliament for the first time. The traditional parties of power (the CDU, the SPD, and the Greens) are left standing. A left-wing government with Elif Eralp as governing mayor is, in theory, within reach.

The reason for this success is no mystery. It is substance. During the campaign, thousands of Die Linke volunteers went out into the neighborhoods. Door to door. Building to building. Up one stairwell, down the next. They came not with shiny brochures, but with one fundamental question: what keeps people awake at night?

For hundreds of thousands of Berliners, the answer is painfully clear: rent. The envelope that lands on the doormat every month. The knowledge that an ever-larger share of their wages flows straight into the bank account of some anonymous slumlord.

Die Linke wants to make rents affordable, break the power of listed real estate giants, and finally implement the outcome of the referendum. In that 2021 referendum, more than one million Berliners voted for the socialization of large housing stock.

Berliners consider no other party as competent on housing. The figures speak for themselves: after the election, 37% of all Berliners say Die Linke has the best solutions for affordable housing.

The establishment strikes back: the great reversal of the debate

Die Linke won on material issues: housing, rent, ownership. But within no time, the press and the talk shows have all but stopped talking about any of it. Suddenly the political debate is dominated by accusations of antisemitism. By stories about the Rote Hilfe, a left-wing solidarity organization that provides legal support to activists and prisoners. By alleged connections to criminal “clans.” By the suggestion that parts of the party lie outside the acceptable democratic framework. Suddenly, the burning question in the media is no longer how to lower rents, but whether Die Linke is “even fit to govern at all.”

It is the great reversal of the debate. Center stage no longer belongs to the unaffordable rents, the power of real estate corporations, and the housing crisis, but to the legitimacy of the party that won precisely on those issues. Meanwhile, the federal establishment works hard behind the scenes to make any possible socialization of real estate giants, the so-called Vergesellschaftung, legally impossible. Yet Article 15 of the German Constitution makes such socialization possible in principle.

What we see here is an organized counterattack from established economic and political power blocs. They open multiple fronts simultaneously – economic, legal, political, and ideological. Let us take a closer look at the nine forces that have now mobilized against Die Linke in Berlin.

1. Real estate capital

The most direct clash is with real estate capital. Die Linke wants to expropriate profit-driven housing companies that own more than three thousand units each. That concerns a total of over 200,000 housing units in the city. Among them is Europe’s largest real estate company Vonovia, which alone owns 138,000 units in Berlin.

On September 21, the morning after the election, BFW Berlin-Brandenburg, the lobby club of private project developers, pulls the emergency brake. The real estate group warns of “a step backward in housing policy.” Expropriation would slow new construction. Private capital would flee. The BBU, the association of housing companies in Berlin-Brandenburg, also springs into action. In Handelsblatt, Welt, Die Zeit, and Tagesspiegel it warns of “massive investment risks.” In short, as soon as its property and profit model is even slightly threatened, the real estate lobby pulls out all the stops and lets the organ roar.

Here you see class struggle in its most material form. Die Linke wants to shift power from large real estate owners to tenants and public ownership. The real estate sector wants to preserve the existing regime of private property, rental income, and investment returns.

What is at stake is concrete: who owns the apartments, who controls rental income, where does public money go, and who may decide politically about it?

2. Financial capital

Where there is real estate, there are banks. On that same September 21, Die Deutsche Kreditwirtschaft, the powerful umbrella organization of the German banking sector, issues an official warning. Socialization of housing would deter private capital. It would make real estate financing more difficult. It would drive risk premiums sky-high. It would – for hypocrisy knows no bounds – “reduce funds for education and social policy,” as if the German banking sector had ever been guided by such concerns in past decades.

Financial markets also react immediately. Vonovia’s stock price takes a hit and falls 1.7% against the trend, to its lowest level since June 2023. Deutsche Wohnen takes a beating too. Why? Because for these guys, housing in Berlin are not places where people live, love, and raise children. For big capital, housing units are investment vehicles and collateral for gigantic mountains of debt. If you remove those homes from the private market, you hit not only the slumlord but also the wealth manager, the banker, and the speculator behind the entire parasitic ecosystem of Frankfurt. That too is class struggle.

3. The Berlin business establishment

Traditional Berlin capital had already dug in before the election. The four major employer organizations – the Chamber of Commerce (IHK Berlin), the Handwerkskammer, the VBKI, and the UVB – closed ranks in their so-called Wahlarena der Berliner Wirtschaft, a joint election forum where the main parties had to defend their economic programs before organized Berlin business.

Their lobbying does not stop on election day. After Die Linke’s victory, VBKI chairman Harald Christ mounts his warhorse. His message? “Anyone who wants to expropriate private property in this city puts our future at stake.” The VBKI is one of the most elite clubs of Berlin businessmen, of the sort that lives more on returns from property and the labour of others than on their own labour. According to Harald Christ, who himself holds no elected public mandate, a party “that does not clearly distance itself from antisemitism” should not govern either.

Here you see how the two lines of attack of the establishment merge perfectly. On one hand, defence of sacred private property. On the other, moral blackmail. Die Linke must be treated as a pariah as long as it does not jump through all the hoops of the establishment.

4. The arms industry

A second economic front is the arms industry. For the militarists, Berlin must become a hub in the arms industry. Die Linke sees it differently. The party wants no expansion of military industry in the city, no military propaganda on the streets, and no army recruiters in schools.

That is blasphemy in the church of German militarism. In its hunger for new billion-dollar contracts, the German military-industrial complex of Berlin-Brandenburg wants to create a cluster for defence and aviation. Martina Klement, Minister of Economic Affairs in Brandenburg, already threatened that her state would “continue alone if necessary” if the Berlin government blocked its plans. She points an accusing finger at Die Linke’s critical attitude towards the Rüstungsindustrie, the arms industry. That too is class struggle: will Berlin become a cog in the booming war economy, or will the city build a dam against it?

5. The federal state and the institutional veto

Pressure on Die Linke comes not only from banks, real estate groups, and lobbies. Parts of the state apparatus are also intervening directly into the conflict.

The decision that Die Linke must under no circumstances lead the formation of a Berlin government seems to have been decided even before the polling stations closed on September 20. A few minutes after 6 pm, with the polls barely closed, Federal Chancellor Friedrich Merz gave a speech with one clear message: he continues his course, whatever the election result.

A day later, Merz announced he wants to fast-track with a federal law against the socialization of large real estate companies. His coalition had previously made agreements about this, but after Die Linke’s victory it suddenly became urgent. Germany, according to Merz, had to make it clear to international investors that private property remains safe and is not simply expropriated. That it is Merz, of all people, who brings this message is not without meaning. Before his return to politics, he chaired the supervisory board of the German branch of asset manager BlackRock from 2016 to 2020, one of the largest financial players in the world.

What is at stake is Article 15 of the German Constitution.Since 1949, it has explicitly stated that land, natural resources, and means of production can be transferred to common ownership or other forms of communal economy by law, provided compensation is regulated by law. That provision has never been applied. The struggle in Berlin is precisely about whether it can be used for the first time against large real estate companies.

Other statesmen also do not hold back. For example, Bavarian Minister-President Markus Söder (CSU) threatens to question financial transfers to Berlin if the city pursues too leftward a course. Bavaria is one of the richest states and a major net contributor to Germany’s system of redistribution. Bavaria is rich, Bavaria pays. And so Söder wants to dictate what Berlin votes. A dangerous Lega-Nord-ization of German federalism: the rich region buying off democracy in the poorer region.

Individual ministers also intervene via their official function. Federal Minister of Economic Affairs Katherina Reiche used her ministry’s Instagram account to attack Die Linke over expropriations, antisemitism, and alleged ties to organized crime. Die Linke has taken legal action against this, invoking the duty of neutrality that binds state institutions.

Even the judiciary has been drawn into the debate. Berlin Attorney General Margarete Koppers warned, amidst the controversy over alleged ‘clan’ contacts around Die Linke, that criminal networks deliberately seek out politicians. She did not accuse Die Linke directly, but her intervention gave additional institutional weight to the image built around the election winner.

Merz and his Vice Chancellor and Finance Minister Lars Klingbeil (SPD) know well what is at stake: if socialization of large real estate companies succeeds in Berlin, it could also raise expectations elsewhere – in the automotive industry, energy sector, or other strategic sectors.

It is precisely this precedent that must be stopped. An electoral victory for Die Linke must under no circumstances grow into an infringement of the existing order of property, let alone into an example that sparks other social struggles.

6. The police and security apparatus

A sixth pressure line comes from the police apparatus. After the election, certain police unions in Berlin warned that a government led by Die Linke could weaken the police by restricting its powers, its surveillance, and its capacity for repression. The Gewerkschaft der Polizei (GdP) went further and warned SPD and Greens that “the security of this city is at stake.” It also suggested officers might leave Berlin to work in other German states.

That threat quickly gained a practical dimension. CDU-led governments in Baden-Württemberg and Brandenburg openly invited Berlin police officers to transfer and explicitly linked that recruitment campaign to the prospect of a government led by Die Linke.

That is organized pressure and blackmail from certain police unions and conservative state governments: accept our vision of police and security, or we will drain your force dry.

7. The Israeli Embassy

And then there is the elephant in the room: the campaign around antisemitism. On September 26, ARD, the major German public broadcasting corporation, found that the controversy over antisemitism had by then “overshadowed all other topics since the election victory.”

Ambassadors are normally not supposed to interfere directly in the host country’s domestic political decision-making. That did not prevent Israeli Ambassador Ron Prosor from warning after Die Linke’s victory of an “immediate existential threat” to Jewish life in Berlin. Prosor, a Netanyahu loyalist and critic of the International Criminal Court, accuses parts of Die Linke of “unrestrained antisemitism” and hostility toward Israel.

Virtually simultaneously, Josef Schuster, Chairman of the Central Council of Jews in Germany, addressed the SPD and the Greens directly: anyone who helps Die Linke into the Rote Rathaus, the Berlin City Hall, is, in his view, putting social cohesion and Jewish life at risk.

Within the SPD and the Greens, that Israeli pressure finds a willing ear. SPD politician Martin Hikel calls cooperation impossible with a party that, in his words, “tolerates antisemitic statements.” Antisemitism and the defence of Israel have now become central topics in initial talks between Die Linke, the SPD, and the Greens. In this way, the Israeli intervention weighs directly on the political climate in which a new Berlin government is being negotiated.

Behind that lies a broader strategic entanglement. Despite the genocide in Gaza, Germany and Israel continue expanding their military-industrial cooperation. Israeli arms producer Elbit Systems signed new strategic cooperation agreements this year with companies including TKMS and Diehl Defence, among other things for naval weapons systems and drones for the Bundeswehr. Elbit wants to build up to eight new facilities in Germany over the coming years.

That makes the struggle over Israel material as well. It’s not just about Gaza, apartheid, and Israeli settler colonialism, but also about increasingly close military and industrial interconnection. In such a context, the label “antisemitism” takes on particularly political charge when used against forces opposing the Israeli government, German rearmament, or that growing military-industrial cooperation.

8. ELNET: the international lobby network

Beyond the Israeli embassy lies a much broader lobby infrastructure. What stands out is how the theme of antisemitism repeatedly comes to centre stage whenever a consistent left force achieves electoral breakthroughs.

In Great Britain, three major newspapers declared jointly in 2018 that a government under Jeremy Corbyn would constitute an “existential threat” to Jewish life. Corbyn had to be politically delegitimized because he broke with the consensus on Israel, openly supported the Palestinian cause, and simultaneously defended a socio-economic program that collided head-on with British establishment. The accusation of antisemitism thus became a weapon in a broader struggle to declare him unfit for governmental power.

The same pattern surfaced in France. In 2024, Yonathan Arfi, chairman of the umbrella organization of Jewish institutions in France (CRIF), declared that “La France Insoumise (LFI) has no place in government.” Again the accusation was: “antisemitism.” In reality, it was about left criticism of the genocide in Gaza. For recent French municipal elections, French security service Viginum exposed a massive Israeli disinformation campaign run by the shadowy Blackcore. With fake sites, false profiles, fake news, and AI bots, LFI candidates were systematically smeared.

In Berlin, attention focuses mainly on ELNET Deutschland, a lobby organization that seeks to strengthen Israeli-European ties. The money for this little party comes mainly from the US. The German office received over one million euros from ELNET US in a single year.

ELNET financed trips to Israel for at least 51 Bundestag members and brought six IDF officers to the capital for talks with politicians, the Bundeswehr, and media shortly before the Berlin election. Thus ELNET forms an important link between Israeli security circles and the German political establishment, and possesses considerable financial resources and direct access to decision-makers. In the current Berlin debate, that infrastructure strengthens a political climate in which attitude toward Israel increasingly serves as a touchstone for the question who may and may not govern.

9. The United States

Finally, there is American interference. The United States has made no secret in its official National Security Strategy that it actively supports far-right and nationalist forces in Europe – such as the Rassemblement National in France or the AfD in Germany. For Trump, such Europe offers a double advantage: allies who stand closer to Washington, but simultaneously an EU that remains internally divided and less able to act as an independent international power.

American heavyweights like Elon Musk, Donald Trump, JD Vance, Marco Rubio, and former ambassador Richard Grenell have intervened openly in German politics in recent years, typically in ways giving AfD more legitimacy and political space. When AfD scored in Saxony-Anhalt, Trump, Musk, and Grenell were in the front row to cheer. Trump publicly celebrated the result, Musk wrote “Gut gemacht!” (Well done!), and Grenell spoke of “a great victory and a new day in Germany.” That was barely two weeks before the Berlin election.

Meanwhile, the American embassy in Germany set aside approximately $400,000 this summer for German civil society organizations, among other things for projects around “countering antisemitism.” They use diplomatic funds to determine domestic political agendas. On Washington’s instructions, American embassies in Europe feed the witch hunt against the left, while helping the far right into the saddle.

A desperate move

Add all these forces together (banks, real estate companies, employers, arms industry, judiciary, federal government, embassies, and international capital) and you see what really happens in Berlin: different factions of the ruling class defend their own interests but find each other as soon as existing property and power relations are touched.

The first front is material. Real estate capital defends its rents and land ownership, banks their credits and collateral, investors their returns, the arms industry its billion-dollar contracts and state orders. Their interests differ, but on one point they converge: Die Linke must not undermine the grip of private capital on housing, investments, and public funds.

The second front is political and ideological. As soon as those material interests come under pressure, the debate shifts to antisemitism, extremism, Rote Hilfe, and alleged clan connections. The goal then is no longer only to block concrete reforms. Die Linke itself must be pushed outside the boundaries of the politically acceptable.

But let’s be honest: that smear campaign is nothing but a desperate move. The elites play dirty because they lack arguments. No one can look Berliners in the face and claim €1,500 per month for a shack is a good thing. The housing crisis is not an extreme position, but daily reality for the absolute majority of the population, including many voters of the SPD, the Greens, or the right.

Because the establishment cannot win that debate, it tries to impose another one. The smoke bombs go off one after another: “antisemitism!” “clans!” “Islamists!” “Rote Hilfe!” The less of an answer there is to the social question, the louder the noise about Die Linke’s supposed unfitness to govern at all.

The real extremism in this world is not a party that organizes tenants. The real extremism is a society in which millions of people are driven out of their city because a handful of vultures demand their returns. The real extremism is a system that reduces housing to speculation and war to a profit model.

Die Linke won on the fundamental question: whose city is Berlin? Who sets the rules, who controls the bricks, and whom should the city serve? The answer from Berliners was clear. The intensity of the counterattack shows how well the other side understands what is at stake.

Nobody should fear that polarization. It is simply the noise of class struggle: economic powers defending their property and capital, state powers trying to guard the boundaries within which an election result may change something. The scent of panic hangs in the corridors of power. There is no reason to turn defensive or to retreat. There is all the more reason to rely on the people and to mobilize. Because in the end, that is where the decisive question lies: who truly forms the majority in Berlin, and who holds the power to stand in its way?

Peter Mertens is a writer and the Secretary General of the Workers’ Party of Belgium (PTB/PDVA).

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Spanish unions announce general strike over housing

Spanish trade unions representing millions of workers have announced a general strike for November 11. The announcement comes amid nationwide mobilizations for the right to housing and only days after Prime Minister Pedro Sánchez called early elections for November 29.

Read more: Housing crisis leads to snap election in Spain

The strike was announced by the two largest union organizations, the General Union of Workers (UGT) and the Workers’ Commissions (Comisiones Obreras, CCOO), alongside the General Confederation of Labor (CGT), Basque unions ELA and LAB, and the Galician confederation CIG.

It will be the country’s first general strike in 14 years, excluding the feminist strike of March 8, 2018. 

Housing and wages are the same struggle

“A key demand of this strike is to vindicate decent salaries to afford housing,” the Madrid Tenants Union wrote.

In their strike call, unions emphasized several demands that have been on their agenda for months. These include reductions in working hours, wage increases, health and safety measures in the workplace, eradicating precarious employment and progress in collective bargaining – a process that has been obstructed by employers for almost a year.

Yet, echoing the sentiment voiced on the streets, where hundreds of thousands have protested and erected encampments against a predatory housing system, the trade union call links all these demands to the right to housing.

“This is a strike with very clear foundations and labor demands,” CCOO’s Carlos Gutiérrez said. “Is it being called because working families cannot access affordable housing? Yes. But we cannot separate the inability to access affordable housing from the wage situation in our country and what is happening in the workplace.”

Maricarmen Abascal during a protest in June 2026. Source Sindicato de Inquilinas e Inquilinos de Madrid/Facebook

The general strike builds on a protest wave triggered by the eviction of 87-year-old Maricarmen Abascal in late September. After years of battle to keep the home she had been living in for 70 years, Abascal was carried out of the apartment on a stretcher. She remained hospitalized until Wednesday, October 7, when the Madrid Tenants Union announced her death.

“Although a historic agreement was reached that would have allowed her to return to her home, this solution came too late,” the organization wrote. “An absolutely avoidable situation, following an agonizing process.”

A strike against all who “do nothing to solve the housing crisis”

Many of those participating in the protests recognized that Sánchez’s administration failed to implement policies that would truly address the housing crisis. Yet union and civil society statements emphasize the problem goes much further than the behavior of a specific political option.

“It’s important to make clear that this is not a strike against any particular government, but against those who do nothing to solve the housing crisis, and also against the employers, who have kept the Agreement for Employment and Collective Bargaining (AENC) blocked for nearly a year,” Patricia Ruiz from UGT was quoted as saying in Público.

Political parties from the center-left to the left have largely expressed support for the strike. Even PSOE figures who share the responsibility for not addressing the housing crisis signaled support for concerns outlined by trade unions.

While a general strike held only a couple of weeks ahead of an election would usually spell trouble for the incumbent administration, local political analysts say this is a peculiar situation that could swing both ways. 

Read more: Far right exploits Ceuta incident to call for border crackdown

Right-wing options are polling high, but ongoing housing mobilizations could steer the electoral campaign away from scapegoating migrants toward issues of social justice – topics they are generally keen to avoid.

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Quem é Ana Elisa, jovem de 21 anos que saiu das redes para Câmara dos Deputados

Aos 21 anos, Ana Elisa Santos Silva deixou o ambiente das redes sociais para conquistar uma cadeira na Câmara dos Deputados. Natural de Divinópolis, no Centro-Oeste de Minas Gerais, a estudante de Direito foi eleita deputada federal pelo PT com 524.219 votos e se tornou a mulher mais votada da história de Minas Gerais para o cargo. Ela também será a deputada federal mais jovem eleita pelo estado.

A votação consolidou nas urnas uma trajetória que começou antes da política institucional. Ana Elisa ganhou projeção na internet produzindo conteúdo sobre temas como racismo, feminismo, direitos sociais, educação e política. Sua presença digital cresceu durante a campanha e ultrapassou a marca de 2 milhões de seguidores no Instagram.

O desempenho nas redes chamou a atenção da campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Após o primeiro turno, Ana Elisa foi chamada para participar das discussões sobre a comunicação digital do candidato no segundo turno, em um momento em que a campanha petista passou a ampliar a aposta nas plataformas digitais.

Da internet para a política

A eleição de 2026 foi a primeira disputa eleitoral de Ana Elisa. Antes de entrar na corrida por uma vaga na Câmara, ela já utilizava as redes para tratar de questões políticas e sociais, estabelecendo uma comunicação voltada principalmente ao público jovem.

A estudante chegou a deixar um estágio no Tribunal Regional do Trabalho de Minas Gerais para disputar a eleição. Entre as pautas que defende estão a redução da jornada de trabalho, a defesa da educação pública, direitos trabalhistas e políticas de igualdade racial e de gênero.

Com 524.219 votos, Ana Elisa terminou a disputa como a segunda candidata mais votada para deputado federal em Minas Gerais, atrás apenas de Nikolas Ferreira (PL). O resultado também garantiu sua eleição pelo sistema proporcional.

Quem é Ana Elisa, jovem de 21 anos que saiu das redes para Câmara dos Deputados
Deputada eleita pelo PT mineiro, Ana Elisa Santos Silva, é uma das apostas da campanha presidencial para 2º turno | Foto: Ricardo Stuckert

Filha de professora

A história familiar também aparece na trajetória da jovem parlamentar. Ana Elisa é filha de uma professora de português da rede pública e foi criada por uma mãe solo.

A educação ocupa espaço importante em sua história. Antes de chegar à Câmara, ela cursou Direito e chegou a obter nota 9,1 na redação do vestibular, resultado que costuma mencionar ao falar de sua trajetória acadêmica.

Fora da política, a mineira também compartilha aspectos pessoais nas redes sociais. Entre eles estão referências ao signo de Leão, a festa de 15 anos e registros de viagens com o namorado.

Reinado e Santa Efigênia

A ligação com a cultura e a religiosidade mineira também faz parte da identidade de Ana Elisa. Em Divinópolis, ela participa do Reinado, manifestação cultural e religiosa de forte presença em Minas Gerais e marcada por elementos de matriz afro-brasileira.

Em uma publicação nas redes sociais, a deputada eleita relacionou o Reinado à sua formação e destacou a importância da comunidade e da fé em sua história.

A devoção a Santa Efigênia também aparece em seus relatos. Para Ana Elisa, a relação com a santa está ligada à história familiar e à comunidade em que cresceu.

A combinação entre atuação política, presença digital e elementos da vida pessoal ajudou a construir a imagem pública da jovem que, aos 21 anos, se prepara para chegar à Câmara dos Deputados em fevereiro de 2027.

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Daniel Vorcaro negocia entrevista exclusiva com Globo e Record, diz Folha

Preso no Distrito Federal, Daniel Vorcaro estaria articulando uma entrevista para falar publicamente sobre as investigações envolvendo o Banco Master. Segundo informações divulgadas pela Folha de S.Paulo, pessoas próximas ao ex-banqueiro procuraram a Globo para discutir a possibilidade de uma conversa exclusiva. A Record também teria sido consultada e demonstrado interesse.

Entre as possibilidades avaliadas, Vorcaro teria preferência por uma entrevista com o jornalista Roberto Cabrini, da Record. A escolha estaria relacionada à possibilidade de uma conversa mais longa, diante da maior flexibilidade da emissora para acomodar esse tipo de conteúdo em sua programação.

A eventual entrevista, porém, não depende apenas das negociações com as emissoras. Como Vorcaro está custodiado em uma unidade prisional, qualquer gravação precisaria ser submetida à análise e autorização da Justiça, que deverá considerar as condições de segurança e os procedimentos necessários para a realização do encontro.

A movimentação ocorre enquanto avançam as discussões sobre uma possível colaboração de Vorcaro com as autoridades que investigam o Banco Master. O ex-banqueiro prestou um novo depoimento no mês passado e voltou a manifestar interesse em colaborar com a Polícia Federal e a Procuradoria-Geral da República.

Até o momento, entretanto, não há acordo de colaboração premiada oficialmente anunciado.

Uma eventual entrevista poderia colocar Vorcaro diante das câmeras para apresentar sua versão sobre as investigações e os fatos relacionados ao Banco Master. A possibilidade de exibição em horário nobre também ampliaria o alcance de suas declarações, caso a Justiça autorize a gravação e uma das emissoras avance nas negociações.

Até o momento, Globo e Record não confirmaram oficialmente as tratativas. A defesa de Vorcaro também não se manifestou sobre a possibilidade de entrevista.

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Governo Trump prepara novas acusações contra Maduro e Cilia Flores nos EUA

Nicolás Maduro e Cilia Flores podem enfrentar novas acusações criminais nos Estados Unidos ainda nesta semana. O governo de Donald Trump avalia responsabilizar o ex-presidente venezuelano e a mulher dele por supostas torturas cometidas contra cidadãos norte-americanos detidos na Venezuela.

A ofensiva também pode atingir outros integrantes do governo chavista. Promotores dos Estados Unidos analisam apresentar acusações contra pessoas que teriam participado das supostas torturas.

Maduro está preso em território norte-americano desde janeiro de 2026. Ele foi capturado por forças militares dos Estados Unidos em Caracas, no dia 3 de janeiro, e posteriormente levado para o país.

Delcy Rodríguez estreita relação com os EUA

Com a prisão de Maduro, o comando da Venezuela passou para a ex-vice-presidente Delcy Rodríguez. Desde então, a gestão interina tem ampliado a cooperação com o governo Trump, inclusive por meio de um acordo na área de energia.

O entendimento firmado entre os dois países terá validade de 25 anos e prevê o aumento da produção venezuelana de petróleo bruto para 1,5 milhão de barris por dia (bpd).

O acordo também estabelece que os Estados Unidos passarão a controlar 65 bilhões de barris das reservas de petróleo da Venezuela. A quantidade representa cerca de um quinto das reservas existentes no país.

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União dos Sindicatos do Algarve prepara manifestação em Lisboa e congresso em Faro

A manifestação de 17 de outubro parte do Cais do Sodré às 14h30. O XI Congresso realiza-se em Faro no dia 23 e define a estratégia sindical para 2026–2030.

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