Manutenção de Luís Neves no Governo é "competência" do executivo, diz António José Seguro, que insiste na separação de competências entre órgãos de soberania. "Esse é o jogo normal entre partidos".
Líder do Chega e presidente do inquérito vai conversar com o Presidente da AR para pedir que os trabalhos possam decorrer em simultâneo. Ainda, trabalhadores do Metro de Lisboa cumprem dia de greve.
Francisco César considera que Luís Neves perdeu o controlo dentro da tutela. O deputado do PS refere ainda que nos Açores nunca adotaram verdadeiramente o SIRESP.
A IL (que quer uma auditoria ao SIRESP), o Livre (que insiste num truque de magia) e os sindicatos do Metro de Lisboa (que fazem mais uma greve porque alguém espirrou) são o Bom, o Mau e o Vilão.
Ventura quis uma comissão de inquérito a Luís Neves, mas escolheu a cadeira onde não fará as perguntas. Neste episódio, explicamos o que pretende ganhar ao assumir a presidência.
Luís Neves esteve na tomada de posse do novo diretor nacional da PSP. Ainda, José Luís Carneiro diz que um entendimento do PSD com o Chega seria o regresso ao "tempo dos três salazares".
O cargo tem limites, mas também margem para ser mais interventivo. Ainda, o Ministro da Administração Interna rejeita a narrativa de que Portugal está cada vez mais inseguro.
Pedro Moura tomou posse na PSP a prometer uma "força de elite, moderna e humana". Do Governo veio a garantia de apoio a "quem está nas ruas", em pleno "processo negocial em curso".
Partido propõe que IGF audite gestão financeira da empresa pública. Ricardo Carrilho acusou Luís Neves de "retaliação" após exoneração anunciada na segunda-feira.
Luís Neves acusou Ricardo Carrilho de ter nos últimos meses "uma permanente atitude de confronto, procurando, por todos os meios, prejudicar o funcionamento do SIRESP"
António Rodrigues (PSD) disponível para ouvir Luís Neves e antigo SG-MAI no Parlamento. Já Cristina Rodrigues (Chega) e Isabel Moreira (PS) criticam mais recente polémica no ministério de Luís Neves.
Aguiar Branco diz que elementos apresentados pelo Livre não sustentam a ideia de um conflito de interesses. Ainda, tensão nas ruas de Paris volta a subir entre polícia e manifestantes nos protestos.
Major-general Viegas Nunes, que dirige a empresa pública SIRESP, foi ouvido no Parlamento após a demissão de Ricardo Carrilho. Garante "máxima cooperação" com SGMAI.
Deputados do PS fazem, no requerimento, o filme dos acontecimentos da demissão de Ricardo Carrilho e dizem que os dois comunicados do Governo apresentam fundamentações distintas para a mesma questão.
Numa primeira reação a esta polémica, o líder do PS, José Luís Carneiro, tinha dito aos jornalistas que concordava que Luís Neves fosse ouvido no Parlamento para esclarecer todas as questões sobre a decisão de demitir Ricardo Carrilho
O PS diz que quer esclarecer a demissão de Ricardo Carrilho e as questões levantadas sobre o SIRESP. Ainda, Bloco de Esquerda diz que o MAI é uma novela permanente de casos.
José Manuel Pureza afirmou que Luís Neves "não tem condições para ser ministro". Os bloquistas pedem "esclarecimentos cabais" e criticam a sucessão de casos polémicos a envolver o ministro.
"O Bloco de Esquerda naturalmente acha que é necessário que no Parlamento, desde logo, se prestem todos os esclarecimentos, neste caso através destas duas figuras que são o ministro da Administração Interna e o anterior secretário-geral do ministério"
Foram recebidos pelo presidente da cidade, que irá discursar e entregar as chaves de Ceuta aos reis. Ainda, Aguiar-Branco descarta conflito de interesses de André Ventura na CPI a Luís Neves
Em entrevista à RTP, André Ventura apontou as polémicas com o ministro da Administração Interna como exemplo para ilustrá-lo. Ainda, MAI justificou a decisão de Luís Neves em comunicado.
PSD e Chega mudaram tanto que o comboio de Passos já passou. Demissões e suspeitas de pressões no SIRESP, o MAI não tem um dia de sossego. Costa preocupa-se com casas na UE e Chega invade Coimbra.