João Albuquerque, especialista em Relações Internacionais, defende que o eventual uso da maior bomba dos EUA no Irão confirma o falhanço militar e o desespero de Washington.
Kiev suspendeu missões após restrições norte-americanas à Starlink. Rússia lançou quase mil drones em menos de 24 horas. Zelensky exige intercetores e munições para F-16.
O secretário-geral da NATO encontrou-se com o Presidente romeno e com o primeiro-ministro búlgaro, na cimeira da UE, depois de um ataque a um navio no mar Negro. Oito pessoas estão desaparecidas.
Azeredo Lopes admite que o possível uso de armas pesadas no Irão é sinal de que os EUA não alcançaram os objetivos militares. Ainda assim, impacto destrutivo, mas não definitivo, deste armamento.
Bomba é a maior que os EUA têm no seu arsenal, excetuando as bombas nucleares. É capaz de destruir uma área equivalente a nove quarteirões de uma cidade. E Trump já a usou no Afeganistão.
Bruno Cardoso Reis nota que a trégua energética na Ucrânia não passava de uma ilusão de Trump. Alerta também para a hesitação dos aliados em defender a Arábia Saudita dos Houthis.
EUA estão a preparar cenários para uma nova ofensiva contra o Irão, incluindo ataques a instalações nucleares e infraestruturas energéticas com a bomba MOAB, a "Mãe De Todas as Bombas".
Kiev queixou-se de falta de informação sobre os ataques russos e de limitações da plataforma, após ataques com mísseis balísticos e drones que esta terça mataram pelo menos cinco pessoas e feriram 36.
Um porta-contentores afundou e dois marinheiros estão desaparecidos. Desde outubro, registaram-se 23 ataques — quase o dobro da média mensal desde o início do conflito.
Orlando Samões alerta que atitudes impulsivas de Trump prejudicam alianças e enfraquecem liderança dos EUA. O especialista destaca apoio de Londres à Ucrânia, que contrabalança a oscilação americana.
Zelensky diz que a Ucrânia está a perder o apoio dos Estados Unidos, mas recusa ceder às exigências do Kremlin. O presidente ucraniano acusa ainda Donald Trump de estar "no lado errado" do conflito.
Jorge Rodrigues diz que entendimento entre EUA e Rússia sobre combustíveis mudou postura americana em relação à Ucrânia. Destaca ainda o impacto do corte do sistema Starlink no campo de batalha.
O coronel José do Carmo avisa que os EUA expõem a vulnerabilidade ucraniana para forçar um acordo. Alerta ainda para a incapacidade da Arábia Saudita em travar os Houthis.
Em campanha eleitoral, o primeiro-ministro israelita filmou-se em Tulkarem, de onde Israel expulsou 21.000 palestinianos, e avisou a ANP contra qualquer confronto com tropas israelitas.
Benjamin Netanyahu avisou que o Exército israelita apresentou-lhe e ao seu ministro da Defesa, um "plano sólido e eficaz" caso as forças de segurança da Autoridade Nacional se confrontem com os israelitas
Dois séculos depois, Torres Vedras voltou a especializar-se em invasões, apenas mudou o regulamento. Agora, os invasores são recebidos com música, comida e vinho.
Trump recusa culpar a Rússia de violar a trégua energética e acusa Kyiv de atacar primeiro. Zelensky confirma seis centrais atingidas, mas garante que a partilha de 'intelligence' com os EUA continua.
Ataques com drones ucranianos a centros de dados da Yandex provocaram falhas em apps, pagamentos e nuvem na Rússia. A empresa suspendeu taxas e sofreu uma forte queda na Bolsa de Moscovo.
Proposta foi avançada por Netanyahu numa chamada entre os dois líderes, na semana passada, mas não é unânime dentro do círculo próximo de Trump. O Presidente dos EUA também está relutante.