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App, homebanking e MB Way do Banco CTT indisponíveis no fim de semana

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By: ECO

Vários serviços online do Banco CTT vão estar indisponíveis no fim de semana por conta de uma atualização tecnológica dos sistemas do banco. Clientes vão assim ficar impossibilitados de realizarem operações na aplicação, homebanking e também MB Way.

Segundo o banco, o processo de atualização, que visa melhorar a qualidade dos serviços, estará concluída no dia 18, domingo, sendo que os serviços afetados vão ser repostos no dia seguinte, a 19, segunda-feira. “Concluída a atualização, não será necessário atualizar dados pessoais, alterar palavras-passe, fornecer credenciais de acesso ou reativar a sua conta”, esclarece na informação enviada aos clientes e que também se encontra publicada no seu site.

O banco, com mais de 700 mil clientes, avisa que durante este período vários serviços estarão indisponíveis ou a funcionar com limitações.

Além das operações online, também a consulta de saldos e movimentos nas caixas multibanco estarão indisponíveis.

Os restantes serviços continuarão a funcionar, nomeadamente os levantamentos no Multibanco, incluindo fora do país, com um limite diário de 400 euros, e também compras com cartões em lojas físicas e online, tanto em Portugal como noutro país, através de contactless, MB Way e wallets digitais, e ainda pagamentos de serviços através da caixa multibanco.

O Banco CTT alerta que se tiver uma transferência a receber nestas datas, deverá solicitar ao ordenante o envio de uma transferência normal (não imediata).

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Funcas advierte que los hogares se están comiendo su ahorro y tirando del crédito para capear la inflación

Un hombre utiliza un cajero automático.

Menor tasa de ahorro de los hogares y caída del crédito al consumo. Es el pronóstico de la Fundación de Cajas de Ahorros (Funcas) para los próximos meses, en los que prevé que se mantenga un alto nivel de inflación (por encima del 4,5% hasta final de año) y una subida de los tipos de interés por parte del Banco Central Europeo (BCE) para intentar contenerla.

Los hogares están recurriendo fundamentalmente al ahorro para capear los efectos de la inflación, destacó este jueves el director de Coyuntura de Funcas, Raymond Torres durante la actualización de las previsiones del think-tank para el período 2026-2028. Pese al repunte de los precios, el consumo ha crecido a buen ritmo porque las familias han tirado de los fondos propios. De hecho, la renta neta disponible de los hogares ha crecido un 4,9% mientras que el gasto en consumo ha subido un 6,3%.

Pero la pérdida de poder adquisitivo comienza a ser palpable, con una inflación que se sitúa un punto por encima de la europea. Los salarios pactados en convenio crecen al 3,6% mientras la inflación se sitúa en el 4,9% en septiembre, y se mantendrá en ese nivel hasta final de año.

"Las familias lo que hacen es amortiguar el choque inflacionario utilizando el ahorro para mantener su tren de vida", apuntó Torres. Sin embargo, advirtió que "esto no es algo sostenible a largo plazo: puede durar un tiempo hasta que se agota la capacidad de ahorro o que los hogares deciden no seguir tirando de él".

En el escenario de la guerra de Ucrania los hogares partían con una tasa de ahorro del 17% y tipos de interés casi nulos. Ahora, la situación es distinta, aunque la tasa de ahorro siga siendo elevada en comparación histórica. Esto, "unido a su reducido endeudamiento en un contexto de subida de tipos de interés, proporciona a las familias un margen de maniobra que les permite sostener el gasto", señala el informe de Funcas.

Caerá la tasa de ahorro

De momento, las previsiones del servicio de estudios pronostican que la tasa de ahorro siga cayendo. Pasará -según sus cálculos- del 11,9% en 2025 al 10,9% en 2026. Y para los años siguientes, se estima que pueda bajar al 10,4 y 9,9% en 2027 y 2028, respectivamente.

Ahora bien, los hogares ven las orejas al lobo y comienzan a apretarse el cinturón. "Las familias perciben ya la inflación y tienen en cuenta que es un fenómeno más permanente y ajustan su comportamiento de gasto", sostuvo. Hasta ahora, añadió, han consumido "como si los precios no hubieran crecido" y han absorbido el impacto ahorrando menos".

Otra parte, ha tenido que recurrir directamente al crédito al consumo. Desde Funcas, la previsión es que este también crezca "mucho menos" en los próximos trimestres pese a la buena dinámica registrada en los últimos años. No ven tampoco una posible espiral de aumento de la morosidad.

"El coste va a ser disuasorio para el crédito al consumo", señaló Torres, en referencia al efecto que tendrán las próximas subidas de tipos del organismo que preside Christine Lagarde. Funcas espera dos subidas adicionales de aquí a final de año, hasta dejar la facilidad de depósito en el 3%. Esto es medio punto más que su previsión de julio.

Desaceleración de la economía

A nivel macro, el centro de estudios espera una desaceleración gradual de la economía, aunque mantiene su previsión de crecimiento del Producto Interior Bruto (PIB) para 2026 en el 2,5% y en el 1,8% para 2027. Eso sí, espera que la subida de precios cierre el año con una media del 3,7%, cinco décimas más de lo previsto en su anterior análisis. Será del 3,1% en 2027 y del entorno del 2,5% en 2028.

"El turismo pierde fuelle, los fondos europeos ya han terminado su recorrido y la demanda interna se modera", sostuvo su director general, Carlos Ocaña. Sobre esto último, la aportación al PIB pasará de 3 puntos este año a 2,1 el que viene y 2 el siguiente.

Por su parte, consumo privado e inversión frenaran su avance frente al período 2023-2025. Y el consumo público también perderá fuelle, con un cada vez menor margen de maniobra por parte de las administraciones, que ven cómo se encarece el coste de la deuda y tienen que destinar más recursos a paliar la subida del precio de los carburantes. Las previsiones de Funcas estiman un Euríbor en torno al 3% y que el bono español a 10 años suba hasta niveles del 4%.

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Euribor sobe a três e a seis meses e desce a 12 meses

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By: Lusa

As taxas Euribor, que servem de base para o cálculo da prestação da casa, subiram esta sexta-feira a três e a seis meses e desceu a 12 meses em relação a quinta.

  • A taxa Euribor a seis meses avançou para 2,970%, mais 0,016 pontos que na quinta-feira.
  • Já no prazo de 12 meses, a taxa Euribor baixou para 3,215%, menos 0,002 pontos que na véspera.
  • A Euribor a três meses avançou para 2,642%, mais 0,006 pontos.

Em 10 de setembro, como esperado pelos mercados, o Banco Central Europeu (BCE) subiu as taxas diretoras, em 25 pontos base, depois de as ter mantido em julho.

Em junho, o BCE tinha subido, pela primeira vez desde setembro de 2023, as taxas diretoras, designadamente 25 pontos base, depois de as manter em abril, pela sétima reunião consecutiva e de oito reduções desde que a entidade iniciou o ciclo de cortes em junho de 2024.

A próxima reunião de política monetária do BCE realiza-se em 28 e 29 de outubro em Frankfurt.

As Euribor são fixadas pela média das taxas às quais um conjunto de 21 bancos da Zona Euro está disposto a emprestar dinheiro entre si no mercado interbancário.

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"É um tema. Falta de casas trava investimento em Portugal"

Ricardo Amaro, economista português em Dublin, revela que crise no acesso à habitação está a levar investidores estrangeiros a recear trazer ao país o investimento de que necessita para "dar o salto".

© FOTOILUSTRAÇÃO INÊS CORREIA / OBSERVADOR

Ricardo Amaro é um economista português que vive há 10 anos em Dublin, na Irlanda, e trabalha para uma das mais influentes consultoras financeiras da Europa
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Motins em França podem provocar fuga de capitais e colapso dos bancos

Analistas da Macquarie, um grupo financeiro de Wall Street, avisam que a contestação social, a subida dos juros da dívida e a fragilidade das contas públicas podem levar os clientes a tirar o dinheiro dos bancos. O cenário é preocupante, mas, por agora, nada indica que esteja a acontecer. Há semanas que milhares de estudantes franceses saem à rua. Querem mais professores e melhores escolas. Os protestos espalharam-se por várias cidades e alguns acabaram à pancada com a polícia. Agora, há quem receie que a revolta chegue aos bancos. Segundo a Fortune, numa nota enviada a 12 de outubro aos

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Euribor desce a três meses e sobe a seis e a 12 meses

A taxa Euribor, que passou em janeiro de 2024 a ser a mais utilizada em Portugal nos créditos à habitação com taxa variável, avançou esta quarta-feira, ao ser fixada em 2,924%, mais 0,019 pontos.

© INÊS LACERDA/OBSERVADOR

A próxima reunião de política monetária do BCE realiza-se em 28 e 29 de outubro em Frankfurt
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CGD realiza emissão verde de dívida sénior de 500 milhões

Emissão terá um rating expectável de "A" pela S&P, "Baa1" pela Moody's e "A (High)" pela Morningstar DBRS. Procura foi 6,6 vezes superior à oferta disponível.

© INÊS LACERDA/OBSERVADOR

A operação vai ser suportada por uma carteira de financiados associados a imóveis residenciais e comerciais
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Máximo dos Santos deixa administração do Banco de Portugal

Máximo dos Santos, que é membro do Conselho de Administração do BdP desde junho de 2016, cessa funções no dia 31 de outubro. O motivo da saída ainda não é conhecido.

© ANTÓNIO PEDRO SANTOS/LUSA

Luís Máximo dos Santos teve nos últimos anos forte intervenção nas decisões relacionadas com a gestão do dossiê Novo Banco
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Passos Coelho quer salvar a direita ou afundar Montenegro?

Passos quer salvar a direita aliando-se a André Ventura. Já algumas figuras políticas ainda estão a tentar perceber porque é que a subida dos juros faz cair o fundo das pensões. 

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A Europa quer mais dinheiro para gastar, mas ninguém lho dá

A Irlanda apresentou este sábado a sua proposta para o próximo quadro orçamental europeu, que vai até 2034, mas as reacções críticas antecipam uma Cimeira Europeia muito difícil. O dinheiro não chega.

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Banco Mundial. IA pode gerar emprego em países emergentes

O presidente do Banco Mundial destacou que, nos países de pouco rendimento e de rendimento médio inferior, a oportunidade para a pequena IA gerar empregos e aumentar a produtividade é enorme.

© RUNGROJ YONGRIT/EPA

Banga afirmou que a promoção dessas aplicações práticas constitui uma das prioridades do Banco Mundial e do Conselho Global para o Emprego, um grupo criado para analisar o impacto das transformações económicas e tecnológicas no mercado de trabalho
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BES. Defesa queria ouvir 358 testemunhas. Juíza recusa

Dispensa de 358 testemunhas pelo MP em junho gerou uma sucessão de requerimentos e acusações cruzadas. Tensão culminou com aviso da juíza presidente para risco de multa por manobra dilatória.

© JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR

Tiago Rodrigues Bastos lidera a defesa dos arguidos suíços Etienne Cadosch, Michel Creton e sociedade Eurofin
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