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21h. Macron promete punição para manifestantes violentos

Emmanuel Macron fez um discurso à nação sobre as manifestações violentas que ocorreram este fim de semana por toda a França. Ainda, em Lisboa, manifestantes decidiram que vão pernoitar no Rossio.

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7h. Manifestações. Centenas pernoitaram nas ruas

Os manifestantes recusaram-se a abandonar e pernoitaram em tendas na Estação do Rossio, Lisboa, e na Praça Dom João I, Porto. Ainda, milhares de pessoas protestaram também em toda a Europa.

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5h Milhares em protesto em França, Itália, Bélgica e Albânia

Onda de manifestações na Europa contra aumento do custo de vida. Em França, houve confrontos, incêndios e pilhagens. Ainda, centenas continuam nas ruas em Lisboa e no Porto em protesto pela habitação.

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3h. "Acampada" no Rossio. PSP não tenciona intervir

No local permanecem centenas de manifestantes, com tendas instaladas em pleno centro da capital. Ainda, Milhares em protesto em França, Itália, Bélgica e Albânia contra o aumento do custo de vida.

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15h. Lisboa. Manifestação contra o custo de vida já arrancou

As manifestações no Porto e em Coimbra terminaram, com nova concentração marcada para 24 de novembro, dia da votação do OE. Ainda, no desporto, Iúri Leitão é campeão do mundo de omnium.

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11h. Já arrancaram as manifestações em Coimbra e no Porto.

A manifestação em Lisboa tem inicio marcado apenas para as 14h30, com início no Cais do Sodré e fim na praça do Rossio. Ainda, PR defende que ninguém deve viver sem habitação,

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10h. Manifestações. CGTP espera grande mobilização

Realizam-se se hoje manifestações em todo o país convocadas pela central sindical. Ainda, Flávio Bolsonaro promete respeitar o resultado da segunda volta das eleições presidenciais no Brasil.

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Esquerda acusa Governo de estar alheado da realidade

O secretário-geral do PCP, Paulo Raimundo, na primeira intervenção de um debate que acabou por se centrar no problema da habitação, criticou uma política egoísta e violenta".

© JOSÉ SENA GOULÃO/LUSA

"O rigor orçamental é, para nós, essencial porque constitui um elemento indissociável da possibilidade de poder existir a justiça social", disse Paulo Raimundo
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FMI insiste na dívida excessiva de "demasiados países"

"Os países ricos são os principais infratores", sublinhou a diretora do FMI, salientando que "nenhum crescimento económico" pode reverter a pressão inflacionista "sem esforço fiscal".

© RUNGROJ YONGRIT/EPA

Kristalina Georgieva referiu ainda que "a IA também aumenta a inflação a curto prazo", sendo que "ainda falta saber em que medida o fará no futuro e com que rapidez"
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Eurostat confirma inflação de 3,8% em setembro na Zona Euro


O Eurostat confirmou esta sexta-feira a inflação de setembro na Zona Euro em 3,8%, uma subida significativa face aos 3,2% registados em agosto, e que afasta a taxa da meta de 2% pretendida pelo Banco Central Europeu (BCE). No caso da União Europeia os valores são semelhantes.

Esta é a taxa de inflação mais elevada do conjunto de países da moeda única europeia desde setembro de 2023, ou seja, três anos. Nesse mês, a subida de preços foi de 4,3%.

Nota: Se está a aceder através das apps, carregue aqui para abrir o gráfico.

Em setembro de 2026, “os setores da energia (1,71 pontos percentuais), dos serviços (1,52 pp), dos bens industriais não energéticos (0,29 pp) e dos alimentos, bebidas alcoólicas e tabaco (0,25 pp) contribuíram positivamente para a taxa de inflação anual da Zona do Euro”, detalha o gabinete de estatísticas europeu.

As taxas de inflação mais elevadas foram registadas na Roménia (6,5%), na Lituânia (6,1%) e na Bulgária (5,6%), enquanto Suécia (1%), Hungria e Dinamarca (ambas com 2,1%) tiveram os menores aumentos. “Em comparação com agosto de 2026, a inflação anual diminuiu num Estado-Membro, manteve-se estável em 3 e aumentou em 23“, pode ler-se ainda.

Em Portugal, o Instituto Nacional de Estatística confirmou esta terça-feira que a inflação de setembro foi de 3,6% em setembro, uma subida de 0,3 pontos percentuais face a agosto.

BCE deve reagir em dezembro

A inflação na Zona Euro está assim há sete meses consecutivos acima da meta de 2% do BCE, o que tem levado os decisores em Frankfurt a subir juros por duas vezes este ano, elevando a taxa diretora para 2,5%.

Os mercados admitem uma nova subida de juros pelo BCE este ano, no encontro de dezembro. Na reunião de outubro, agendada para os dias 28 e 29 de outubro, é esperado que as taxas se mantenham inalteradas. Além da crescente inflação e da meta de estabilidade de preços, o BCE também terá de analisar a subida acentuada dos juros da dívida soberana dos países da moeda única.

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Serpa. Agricultores refutam rendimentos triplicados no setor

Numa carta aberta dirigida ao ministro da Agriculta e Mar, os Agricultores de Serpa reiteram o aumento do preço do gasóleo, dos adubos, das rações e dos restantes fatores de produção.

© JOSÉ COELHO/LUSA

"Os preços pagos aos produtores não acompanharam esses aumentos", disse a Associação de Produtores do Concelho de Serpa
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7h. Porto. Manifestantes denunciam violência policial

A organização dos protestos pela Habitação no Porto dá conta de 37 feridos, dois deles graves. Ainda, Governo afirma que procura um consenso para privatizar a totalidade da TAP.

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Maioria aprova Seguro — exceto eleitores do Chega

Seis em cada dez aprova o desempenho de Seguro, que é o mais consensual dos políticos, mas é reprovado pelos eleitores do Chega. Barómetro dá conta de reação dos portugueses à subida do custo de vida.

© MIGUEL PEREIRA DA SILVA/LUSA

Seguro é aprovado por seis em cada dez portugueses
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Chega questiona Governo sobre qualidade de vida

Num requerimento enviado ao parlamento regional, os deputados do Chega questionam o executivo açoriano sobre reduções de impostos. Noutro requerimento o grupo pede resultados da semana de quatro dias.

© PAULO NOVAIS/LUSA

"As famílias açorianas não vivem de discursos nem de anúncios. Precisam de medidas que se sintam no supermercado, na bomba de gasolina, na conta da eletricidade e no fim de cada mês", defende José Pacheco deputado do chega
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9h. Habitação. PSP retira tendas de protesto no Porto

Foram mais de 50 as pessoas que pernoitaram esta noite na Praça D. João I. Ainda, Ministros dos Negócios Estrangeiros da UE aprovam hoje o maior pacote de sanções de sempre contra a Rússia.

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