❌

Reading view

Fired OpenAI engineer accused of bugging office won't be released from jail

The Phillip Burton Federal Building and US courthouse in San Francisco.
San Francisco's federal courthouse held the detention hearing for Abdulrahman Alfozan, the arrested and fired OpenAI engineer, on Monday.

Brennan Smart/Bloomberg via Getty Images

  • Abdulrahman Alfozan will stay jailed pre-trial, a San Francisco judge decided Monday.
  • The engineer is accused of bugging a conference room at OpenAI, and he has been fired.
  • Alfozan posed a risk of non-appearance, the judge said, after discussing his ties to Saudi Arabia.

A former OpenAI engineer accused of bugging the AI startup's office was denied release by a San Francisco judge on Monday, meaning he'll have to mount his defense from jail.

The Justice Department arrested Abdulrahman Alfozan on October 9 and charged him with using or attempting to use a device to intercept oral communications. He's accused of placing a recording device behind a television in an OpenAI conference room — an FBI affidavit includes photos of the device wrapped in toilet paper, and a man they say is Alfozan peering behind the TV.

On Monday, the engineer wore a yellow surgical mask and a jail-issued orange sweatshirt to the San Francisco courthouse. Magistrate Judge Alex G. Tse prodded Alfozan's legal team about the risk that he might not appear for a future court hearing.

Tse said that Alfozan's wife and son had traveled to Saudi Arabia with no plans to return, and went back and forth with Yasin about a one-way ticket that Alfozan had previously booked to the country. Tse said that Saudi Arabia and the US do not have an extradition agreement, and expressed skepticism that he had sufficient ties to the Bay Area to prevent his departure.

William Pernik, Alfozan's attorney, argued that, rather than being detained, Alfozan should be fitted with an ankle monitor, ordered to stay home, and have limits placed on his use of technology. The lawyer also said Alfozan is willing to put up "essentially all the money his family has" as bond, including a roughly $1 million investment account.

"Everything this man has, he's willing to surrender, and say, 'I'm not going anywhere,'" Pernik said.

Pernik and Nas Yasin, another of Alfozan's attorneys, cited his coming naturalization interview as evidence of his local ties.

"He was weeks away from achieving every immigrant's dream in this country," Pernik said.

Yasin told Tse that she learned Alfozan's wife had obtained a short-term visitor visa to return to the US, to help improve her husband's case for ties to the Bay Area.

Tse also asked Alfozan's legal team a slew of questions about his relationship with Saudi Arabia, including a commitment by the Saudi consulate to pay his bond and support his legal effort.

Nick Parker, an assistant US attorney, appeared for the prosecution. He argued that the threat of forfeiting a $1 million bond wouldn't be enough to convince Alfozan to return if he made it out of the US, because he might be able to earn more money in Saudi Arabia.

"There is a real threat here that once he leaves, the case is over," Tse responded.

The judge scheduled the case's next hearing for early November.

OpenAI called the recording device "sophisticated" when the arrest went public, though it said it hadn't found signs that he'd taken AI model weights, source code, or customer information. OpenAI fired Alfozan.

Alfozan's charge carries a maximum penalty of 5 years. Pernik said in a statement last week that the allegations "appear wholly out of character for him."

Alfozan, 35, has a green card that makes him a lawful permanent resident of the United States. He attended MIT, then worked at Facebook (now Meta) from 2017 to 2023. After a stint at the engineering startup Nash Technologies, Alfozan joined OpenAI in 2025.

FBI agents have already taken Alfozan's Saudi passport.

Have a tip? Contact this reporter via email at scouncil@businessinsider.com, or over text, Signal, Telegram, or WhatsApp at 415-757-8198. Use a personal email address, a nonwork WiFi network, and a nonwork device; here's our guide to sharing information securely.

Read the original article on Business Insider

  •  

Corte nas retenções é superior à descida das taxas de IRS, alertam fiscalistas


A redução de 50% das retenções na fonte de IRS em novembro vai deixar mais dinheiro no bolso dos trabalhadores e pensionistas este mês, mas poderá traduzir-se em reembolsos mais baixos em 2027 ou até numa fatura a pagar ao Estado. Dois fiscalistas alertam que o corte nas retenções é superior ao alívio fiscal proporcionado pela descida das taxas de IRS, aconselhando os contribuintes a reservarem parte do rendimento adicional para fazer face a um eventual acerto de contas com o Fisco.

“A redução da retenção na fonte é maior do que a descida das taxas de IRS”, afirma Luís Leon, cofundador da consultora Ilya, em declarações ao ECO. O fiscalista explica que a redução excecional determinada pelo Governo corresponde, na prática, a um mês completo de imposto que os contribuintes deixam de adiantar ao Estado, um valor que não tem correspondência no alívio fiscal concedido para o conjunto do ano.

“Dizer que apenas pagaremos metade do imposto retido em dois dos 14 pagamentos de 2026 (salário de novembro e subsídio de Natal) significa um mês completo de IRS que não adiantamos, isto quando o valor anual de IRS reduzido em 2026 claramente não é equivalente a um mês de retenção na fonte de IRS”, sublinha.

O alerta é partilhado por Ricardo Reis, fiscalista da Deloitte, que antecipa reembolsos mais pequenos e admite que alguns contribuintes possam mesmo ter de pagar IRS na liquidação do próximo ano. “A descida das taxas de IRS é mais pequena do que o mecanismo de redução das tabelas de retenção na fonte”, indica ao ECO.

“Estas tabelas estão a diminuir excecionalmente as retenções na fonte”, observa o fiscalista, salientando que “a redução da retenção na fonte é mais acentuada do que o alívio fiscal aprovado pela Assembleia da República, sob proposta do Governo”.

A medida abrange os rendimentos do trabalho dependente e as pensões pagos entre 1 e 30 de novembro. A redução para metade aplica-se também ao subsídio de Natal, quando este é pago nesse mês. Em dezembro, os descontos regressam às tabelas normais em vigor.

O objetivo do Executivo é antecipar o efeito da descida extraordinária das taxas de IRS entre 0,3 e 0,5 pontos percentuais até ao sexto escalão, aprovada para os rendimentos de 2026, com efeitos retroativos a 1 de janeiro. Em vez de os contribuintes terem de esperar pela liquidação anual do imposto, em 2027, para beneficiarem integralmente do alívio fiscal, o Governo concentra o ajustamento nas retenções processadas em novembro.

O problema, alertam os fiscalistas, é que a redução do dinheiro entregue antecipadamente ao Estado pode ultrapassar a diminuição do imposto efetivamente devido no conjunto do ano.

“Um mês de retenção representa 7% do IRS anual”

Luís Leon chama a atenção para a dimensão do ajustamento extraordinário, recomendando aos contribuintes que não confundam o aumento do salário líquido em novembro com uma redução equivalente do imposto anual. “Um mês de retenção representa 7% do IRS anual e o imposto não reduziu 7%”, assinala o fiscalista.

O cofundador da Ilya admite que, sem cálculos individualizados, não é possível antecipar o resultado final de cada contribuinte, mas deixa um aviso sobre as consequências da medida para quem gastar todo o dinheiro adicional recebido. “Sem fazer contas ou simulações de valores finais e retenções na fonte, como o sistema normal já aproximou as retenções ao imposto final, com esta redução, palpita-me que quem não guardar o dinheiro no porquinho mealheiro vai ter uma surpresa desagradável quando entregar a declaração de IRS no próximo ano“, alerta.

O fiscalista considera que os contribuintes que recebam um rendimento adicional em novembro, designadamente por via do subsídio de Natal, devem ter especial cuidado. “Para todos aqueles que, em novembro, venham a ter ainda algum extra face ao que normalmente recebem ao longo do ano, o pagamento depois da entrega da declaração é quase certo”, afirma. Por isso, deixa uma recomendação expressa: “Considerem apenas como um alerta para não irem a correr gastar um mês completo de imposto e o guardem”.

Luís Leon lembra que o acerto definitivo só será conhecido mais tarde, quando for apurado o IRS devido sobre os rendimentos de 2026. “Têm tempo para o gastar quando vier mesmo a fatura (liquidação de 2026) no verão de 2027”, acrescenta. E deixa ainda uma ressalva sobre a possibilidade de o dinheiro reservado não ser suficiente para cobrir o imposto a pagar: “Cuidado que mesmo esse pode não chegar mas sempre será uma ajuda”.

Apesar do alerta, o fiscalista recorda que receber o dinheiro mais cedo também tem uma vantagem financeira para o contribuinte. “Como fiscalista afirmo que, impostos, quanto mais tarde melhor porque o dinheiro no meu bolso está melhor do que nos cofres do Estado”, observa.

Solteiro com 1.500 euros passa de reembolso a pagamento

As simulações realizadas pela EY para o ECO mostram que o impacto da redução excecional das retenções pode ser significativo, alterando inclusivamente o resultado da liquidação de IRS de alguns contribuintes. Um trabalhador solteiro, sem filhos, com um salário bruto mensal de 1.500 euros, teria direito a um reembolso estimado de 147,06 euros caso não existisse a redução extraordinária das retenções em novembro. Com a medida, passa a ter de pagar 20,94 euros ao Estado. A diferença entre os dois cenários é de 168 euros.

Para o mesmo contribuinte, mas com uma remuneração bruta mensal de 2.500 euros, o reembolso diminui de 573,06 euros para 102,06 euros, menos 471 euros. No caso de um salário bruto de 4.000 euros por mês, a diferença é ainda mais expressiva: o valor a receber do Fisco recua de 1.404,44 euros para 349,44 euros, uma redução de 1.055 euros.

Já um trabalhador solteiro, sem filhos, que receba 10.000 euros brutos mensais passa de um reembolso estimado de 2.279,63 euros para uma fatura de IRS de 1.391,37 euros. Neste cenário, a diferença entre os dois resultados ascende a 3.671 euros.

O efeito também se faz sentir nos agregados com dois titulares e dois filhos, embora com valores diferentes devido às regras de retenção aplicáveis à situação familiar. Num casal em que cada elemento receba 1.500 euros brutos por mês, o reembolso estimado diminui de 165,12 euros para 40,12 euros. Se ambos auferirem 2.500 euros mensais, o montante a receber recua de 714,12 euros para 286,12 euros.

Para salários de 4.000 euros brutos por titular, o reembolso passa de 1.819,89 euros para 806,89 euros, uma redução de 1.013 euros. No cenário de rendimentos mais elevados, em que cada elemento do casal ganha 10.000 euros brutos por mês, a simulação aponta para uma inversão do resultado da liquidação: o agregado passa de um reembolso de 927,26 euros para um pagamento de 2.700,74 euros ao Estado, uma diferença de 3.628 euros.

As simulações da EY comparam os resultados estimados com e sem a redução excecional de 50% das retenções em novembro, tendo em conta os rendimentos do trabalho dependente.

Menores retenções não significam menor imposto na mesma proporção

A diferença entre as retenções na fonte e o imposto final é essencial para perceber o impacto da medida. Ao longo do ano, os empregadores e as entidades pagadoras de pensões entregam mensalmente ao Estado uma parte do rendimento dos contribuintes. Esses montantes funcionam como um adiantamento do IRS que será efetivamente devido.

Na liquidação anual, a Autoridade Tributária compara o imposto apurado com aquilo que já foi retido. Se o contribuinte tiver adiantado mais do que devia, recebe a diferença através de um reembolso. Se tiver entregue menos, terá de pagar o valor em falta.

Ricardo Reis recorda que “o valor das retenções na fonte, em média, é superior ao imposto final” e que, por isso, “normalmente há reembolsos de IRS”. “O que tem acontecido nos últimos anos é uma diminuição das tabelas de retenção na fonte, o que depois gera reembolsos menores”, explica o fiscalista da Deloitte. Esta aproximação entre os descontos mensais e o imposto efetivo tem, na sua perspetiva, uma vantagem para os contribuintes: “É positivo, na medida em que é preferível ter o dinheiro do lado de cá do que do lado do Estado”.

No entanto, sublinha, a redução excecional agora determinada pelo Governo vai mais longe do que a descida do imposto anual. Daí que “os reembolsos vão ser mais pequenos e há mesmo quem seja chamado a pagar”, considera.

Perante a possibilidade de reembolsos inferiores ou de pagamentos adicionais, Ricardo Reis aconselha os contribuintes a verificarem se estão a aproveitar todas as deduções fiscais a que têm direito. “Os contribuintes precisam de estar atentos, devem pedir sempre fatura com o número de contribuinte para aproveitar todas as despesas que são dedutíveis e assim conseguirem melhor o seu reembolso ou evitar que tenham de pagar”, defende.

Estas deduções podem reduzir o imposto final e, dessa forma, atenuar o efeito das menores retenções antecipadas. Não alteram, contudo, o mecanismo da medida excecional aplicada em novembro.

A mensagem dos fiscalistas é, por isso, de prudência: o dinheiro adicional que entra na conta bancária este mês não deve ser automaticamente encarado como uma poupança fiscal de igual montante. A descida das taxas reduz o imposto devido, mas o corte nas retenções diminui também o valor já adiantado ao Estado. O resultado final só será conhecido com a liquidação do IRS em 2027 e, para alguns contribuintes, poderá significar menos reembolso ou mesmo uma conta a pagar.

  •  

IRS: recebe mais em novembro, mas menos (ou paga) no próximo ano

Redução das retenções na fonte em novembro pode originar um pagamento de mais de 2 mil euros em 2027. O Ministério das Finanças comunicou nesta semana que, em novembro, vai reduzir em 50% as retenções do IRS. “Esta decisão ocorre para que as famílias beneficiem imediatamente desta descida, não tendo de esperar pelo acerto do IRS no próximo ano”, continua o comunicado do Governo. Foi o rumo o Governo definiu para antecipar o efeito da descida extraordinária do IRS, que já aprovada pela Assembleia da República para os rendimentos de 2026 – com efeitos retroativos a janeiro. Em dezembro, voltam

  •  

Fiber-optic drones and cartel members at the front: Ukraine’s imprint on Mexico’s narco groups

The video released by Al Jazeera lasts just 25 seconds but has once again reignited public debate. The footage shows at least 10 fighters in a forest, “coming back from a mission,” as one of them can be heard saying. The group of soldiers, who are Mexican, Colombian, and Panamanian — as acknowledged by the person filming — is allegedly part of Ukraine’s front line in the war launched by Russia.

Seguir leyendo

© Scott Peterson (Getty Images)

An attack drone in the Zaporizhzhia region of Ukraine, in February 2024.
  •  

O que deve saber sobre o corte no IRS em novembro – DECO PROteste

Os salários e pensões de novembro vão ser melhorados devido ao corte do IRS, conforme foi anunciado pelo Governo, mas os contribuintes devem aproveitar para guardar alguma folga extra para o acerto de contas com o Fisco, em 2027. É o que aconselha a porta-voz da DECO PROteste numa entrevista da jornalista Beatriz Vasconcelos para o Notícias ao Minuto.

Trocando por miúdos, a “DECO PROteste aconselha os consumidores a não confundirem este reforço pontual do rendimento disponível com um acréscimo definitivo do rendimento. Quem receber mais em novembro deverá ponderar reservar parte desse valor, sobretudo se costuma contar com o reembolso do IRS para fazer face a despesas futuras.”

Por outro lado, importa salientar que é igualmente importante analisar os recibos de vencimento ou de pensão, confirmar a aplicação das retenções, continuar a pedir faturas com NIF, acompanhar e validar as despesas no e-Fatura, e atualizar o agregado familiar até ao final do mês de fevereiro, se tiver havido alguma alteração, para assegurar o aproveitamento de todas as deduções legalmente previstas”, disse Magda Canas, porta-voz da DECO PROteste, ao Notícias ao Minuto.

“Não obstante a aproximação das retenções ao verdadeiro imposto a pagar sejam genericamente positivas, é possível que mais contribuintes tenham de pagar IRS em 2027.
O resultado dependerá dos rendimentos anuais, da situação pessoal e familiar, das deduções aplicáveis e do total de imposto retido ao longo do ano”, como explicou a representante da instituição.

De acordo com a explicação veiculada pela DECO PROteste, o Governo coloca mais dinheiro no bolso das famílias portuguesas em novembro, uma vez que a retenção do IRS na fonte vai ter um corte de 50% em novembro para refletir a descida intercalar do imposto aprovada no Parlamento, voltando a aplicar-se as taxas atuais em dezembro.

A DECO PROteste considera que “esta medida vai representar um alívio imediato para os orçamentos familiares, ao permitir que trabalhadores e pensionistas disponham de mais rendimento líquido num mês em que muitas famílias recebem também o subsídio de Natal”, salientou Magda Canas ao Notícias ao Minuto.

Porém, lembrou que “receber mais dinheiro em novembro não significa necessariamente ter uma redução do IRS”, sendo que as “contas finais serão apresentadas mais tarde, aquando da apresentação do IRS, em 2027”.
A responsável recordou também que a “retenção na fonte é um adiantamento do imposto e não o imposto definitivo”.

“A redução anunciada pelo Governo pretende antecipar os efeitos da descida das taxas de IRS aprovada para os rendimentos de 2026, com efeitos retroativos a 1 de janeiro. Em novembro, a retenção será reduzida para metade do valor habitualmente apurado, nos casos abrangidos pela medida. Mas em dezembro já não haverá extras”, sublinhou Magda Canas.

É oportuno lembrar que o Ministério das Finanças explicou, em comunicado, que “após a aprovação no parlamento da nova redução do IRS, com efeitos desde 01 de janeiro de 2026, o Governo decidiu reduzir em 50% as retenções na fonte aplicáveis aos rendimentos do trabalho e às pensões pagas durante o mês de novembro, incluindo o subsídio de natal devido nesse mês”.

O alívio procura traduzir, com efeitos retroativos ao início deste ano, o desagravamento das taxas de IRS nos primeiros seis escalões de rendimento.

Quando, em 2027, o fisco calcular o IRS sobre os rendimentos de 2026, em vez de usar como referência as taxas que estão atualmente em vigor, irá ter em consideração as taxas que vigorarão em 31 de dezembro de 2026, com a redução entre 0,3 e 0,5 pontos percentuais decidida pelo executivo até ao 6.º degrau do escalonamento.

  •  

Descida da retenção na fonte penaliza reembolsos de IRS em 2027. Veja as simulações


Os trabalhadores e pensionistas vão receber mais dinheiro em novembro, mas esse reforço do rendimento líquido poderá traduzir-se em reembolsos de IRS mais pequenos em 2027 ou até numa fatura a pagar ao Estado. A redução excecional da retenção na fonte para metade é a forma escolhida pelo Governo para antecipar o efeito da descida extraordinária do IRS aprovada pela Assembleia da República para os rendimentos de 2026, como efeitos retroativos a janeiro.

A medida permite que as famílias sintam já no salário ou na pensão o efeito da redução do imposto, em vez de terem de esperar pela liquidação anual em 2027. Mas, ao receberem mais dinheiro agora, os contribuintes também entregam menos imposto antecipadamente ao Fisco, o que influencia o acerto de contas do próximo ano.

As simulações realizadas pela EY para o ECO (ver em baixo) mostram que o impacto pode ser significativo. Um trabalhador solteiro, sem filhos, com um salário bruto mensal de 1.500 euros, passa de um reembolso estimado de 147,06 euros para um pagamento de 20,94 euros. Já um casal com dois titulares e dois filhos, em que cada elemento recebe 10.000 euros brutos por mês, passa de um reembolso de 927,26 euros para uma fatura de IRS de 2.700,74 euros.

A redução da retenção na fonte está diretamente relacionada com uma alteração fiscal aprovada pelo Parlamento, com base numa proposta de lei do Governo, que determina uma nova descida das taxas gerais de IRS aplicáveis aos primeiros seis escalões de rendimento coletável, com efeitos sobre os rendimentos obtidos desde 1 de janeiro de 2026.

A redução das taxas varia entre 0,3 e 0,5 pontos percentuais. A taxa do primeiro escalão desce 0,3 pontos percentuais, a redução é de 0,5 pontos entre o segundo e o quinto escalões e de 0,3 pontos no sexto escalão. As taxas normais dos três escalões superiores não são alteradas por esta medida.

A proposta foi aprovada pela Assembleia da República, permitindo que a redução do imposto se aplique aos rendimentos de todo o ano de 2026. Segundo o Governo, a medida representa um alívio fiscal adicional de cerca de 400 milhões de euros para as famílias.

Para fazer chegar esse benefício aos contribuintes ainda este ano, o Ministério das Finanças decidiu reduzir em 50% a retenção na fonte de IRS sobre os rendimentos do trabalho dependente e as pensões pagos entre 1 e 30 de novembro.

O mecanismo procura refletir no rendimento disponível das famílias a descida das taxas de IRS aprovada para 2026, incorporando igualmente o efeito correspondente às retenções efetuadas desde o início do ano. Em vez de rever os descontos de todos os meses anteriores, o Governo concentra este ajustamento excecional no processamento de novembro. A medida abrange também o subsídio de Natal, quando é pago durante esse mês. Em dezembro, as retenções regressam às tabelas normais em vigor.

Mais dinheiro agora, menos reembolso depois

Se o contribuinte tiver adiantado mais dinheiro do que aquele que devia pagar, recebe um reembolso. Se os descontos ficarem abaixo do imposto devido, terá de entregar a diferença ao Estado.Lusa

Para compreender o efeito no acerto anual, importa distinguir o imposto devido da retenção na fonte. Esta última é um adiantamento mensal do IRS: o empregador ou a entidade pagadora da pensão entrega ao Estado uma parte do rendimento do contribuinte, que será posteriormente considerada na liquidação anual.

Quando chega a altura de apurar o imposto definitivo, a Autoridade Tributária compara o IRS efetivamente devido com o que foi retido durante o ano. Se o contribuinte tiver adiantado mais dinheiro do que aquele que devia pagar, recebe um reembolso. Se os descontos ficarem abaixo do imposto devido, terá de entregar a diferença ao Estado.

É aqui que entra o efeito da medida de novembro. Ao reduzir a retenção na fonte, o Governo deixa mais dinheiro nas contas dos trabalhadores e pensionistas, mas reduz simultaneamente o montante que estes antecipam ao Fisco. Por isso, o reembolso será inferior — ou o valor a pagar será superior — ao que resultaria sem esta redução excecional da retenção.

Ao reduzir a retenção na fonte, o Governo deixa mais dinheiro nas contas dos trabalhadores e pensionistas, mas reduz simultaneamente o montante que estes antecipam ao Fisco. Por isso, o reembolso será inferior — ou o valor a pagar será superior — ao que resultaria sem esta redução excecional da retenção.

Este efeito não significa que a descida extraordinária das taxas de IRS seja anulada. A redução das taxas diminui o imposto devido nos termos aprovados para 2026; a redução da retenção altera o momento em que o contribuinte beneficia desse alívio e o montante que adianta ao Estado. O menor reembolso em 2027 é, assim, o outro lado da moeda de receber mais salário líquido em novembro.

As simulações da EY para o ECO comparam precisamente os dois cenários, com e sem redução de 50% da retenção na fonte em novembro, considerando os rendimentos do trabalho dependente.

Solteiro com 1.500 euros passa de reembolso a pagamento

No caso de um trabalhador solteiro, sem filhos, com um salário bruto mensal de 1.500 euros, a EY estima que, sem a redução excecional da retenção, o contribuinte teria direito a um reembolso de 147,06 euros na liquidação do IRS de 2026, a realizar em 2027. Com a redução da retenção para metade em novembro, o resultado passa a ser um pagamento de 20,94 euros ao Estado. A diferença entre os dois cenários é de 168 euros.

Se o mesmo contribuinte receber 2.500 euros brutos por mês, o reembolso encolhe de 573,06 euros para 102,06 euros. Neste caso, continua a receber dinheiro do Fisco, mas menos 471 euros do que receberia sem a medida.

Para um salário bruto mensal de 4.000 euros, a diferença é ainda mais expressiva. Em vez de um reembolso de 1.404,44 euros, o contribuinte passa a receber apenas 349,44 euros, menos 1.055 euros.

Já no caso de um solteiro sem filhos que aufira 10.000 euros brutos por mês, a simulação aponta para uma inversão do resultado da liquidação. Sem a redução extraordinária da retenção, teria um reembolso de 2.279,63 euros. Com a medida, passa a ter de pagar 1.391,37 euros ao Estado. Neste último caso, a diferença entre os dois cenários ascende a 3.671 euros, mostrando como o efeito do ajustamento pode ser particularmente significativo para rendimentos elevados.

Casais também podem perder reembolsos

O impacto também se faz sentir nos agregados com dois titulares e dois filhos, embora os valores sejam diferentes devido às regras de retenção aplicáveis à situação familiar. Num casal em que cada titular recebe um salário bruto mensal de 1.500 euros, o reembolso estimado passa de 165,12 euros para 40,12 euros, uma redução de 125 euros.

Se cada elemento do casal ganhar 2.500 euros brutos por mês, o reembolso diminui de 714,12 euros para 286,12 euros. No caso de salários de 4.000 euros por titular, o montante a receber recua de 1.819,89 euros para 806,89 euros, menos 1.013 euros.

No cenário de rendimentos mais elevados, em que cada elemento do casal aufere 10.000 euros brutos mensais, a simulação aponta para uma mudança ainda mais acentuada. Sem a redução excecional da retenção, o agregado teria um reembolso de 927,26 euros. Com a medida, passa a ter de pagar 2.700,74 euros de IRS, uma diferença de 3.628 euros.

Mais despesas dedutíveis podem melhorar o acerto

As simulações da EY para o ECO têm em conta um conjunto limitado de deduções à coleta. Nos cenários com filhos, foram consideradas as deduções pessoais por dependentes, assumindo que ambos têm mais de três anos. Foram também incluídas as deduções relativas a despesas gerais e familiares, considerando o limite máximo desta categoria, de 250 euros para solteiro e de 500 euros para casal com tributação conjunta.

As contas não contemplam, contudo, outras deduções à coleta que os contribuintes possam conseguir através de despesas elegíveis realizadas ao longo do ano. Estas poderão melhorar o resultado final da liquidação do IRS em 2027, permitindo aumentar o reembolso ou reduzir a fatura a pagar ao Estado.

É o caso de determinadas despesas de restauração, cabeleireiros e institutos de beleza, bem como dos passes e bilhetes de transportes públicos, que podem dar acesso a benefícios fiscais através da exigência de fatura. Estas despesas não permitem deduzir o valor total pago, mas sim uma parcela do IVA suportado.

Para beneficiarem destes montantes, os contribuintes devem pedir faturas com o respetivo número de identificação fiscal e verificar se as despesas estão corretamente comunicadas e classificadas no e-Fatura. No caso das despesas abrangidas pela dedução por exigência de fatura, existe um limite global de 250 euros por agregado familiar.

Assim, um contribuinte que tenha despesas elegíveis ainda não refletidas nas simulações e que não tenha esgotado os limites das deduções aplicáveis poderá conseguir um resultado mais favorável do que o estimado pela EY. O efeito concreto dependerá das despesas realizadas, dos montantes já considerados para efeitos fiscais e do imposto devido por cada agregado familiar.

Estas deduções adicionais não alteram o mecanismo da redução extraordinária da retenção na fonte em novembro: permitem, isso sim, reduzir o imposto final apurado, atenuando o impacto da menor retenção antecipada ao longo de 2026.

Alívio concentrado num único mês

O Executivo escolheu o mês de novembro para antecipar o alívio fiscal, relativo à redução das taxas de IRS até ao sexto escalão, sem ter de esperar pela entrega das declarações e pela liquidação do imposto no próximo ano. Por exemplo, um trabalhador solteiro, sem filhos, com um salário bruto mensal de 1.500 euros, descontava habitualmente 168 euros de IRS por mês. Em novembro, a retenção desce para 84 euros, o que representa mais 84 euros disponíveis nesse mês, de acordo com as simulações da EY.

Se o subsídio de Natal for pago também em novembro, a redução da retenção estende-se a esse rendimento, reforçando o montante que entra na conta bancária. É esse dinheiro adicional que ajuda a explicar por que motivo o reembolso do ano seguinte poderá ser mais pequeno ou dar lugar a imposto a pagar.

O Governo optou, assim, por fazer refletir de imediato a redução do IRS aprovada para os rendimentos de 2026, em vez de deixar todo o acerto para a liquidação anual. Para os contribuintes, a contrapartida é terem de olhar para o salário líquido de novembro e para o eventual reembolso de 2027 como duas faces do mesmo mecanismo: mais rendimento disponível agora, mas menos imposto entregue antecipadamente ao Estado, logo menos dinheiro a receber do Estado ou até serem chamados a pagar, no próximo ano.

 

  •  

Alzheimer: Doença “não tem cura”, mas pode ser gerida

VTM

A perda de memória é uma característica natural do envelhecimento, mas quando começa a perturbar a vida quotidiana da pessoa, já não estamos a falar de algo natural, mas sim daquilo que poderá ser um sintoma de demência.

A VTM foi tentar compreender melhor esta doença, que é, cada vez mais, frequente em todo o mundo.

Ana João Marques, neurologista na Unidade Local de Saúde de Trás-os-Montes e Alto Douro (ULSTMAD), revela que a Alzheimer é uma doença que não tem cura, mas, hoje em dia, pode ser gerida. “Se até há 20 anos era uma doença com uma sentença quase de uma debilidade muito precoce e de uma mortalidade muito elevada, hoje em dia é possível viver-se com Alzheimer até mais tarde e com mais qualidade”.

Artigo exclusivo PREMIUM

Tenha acesso ilimitado a todos os conteúdos do site e à edição semanal em formato digital.

ou compre apenas este artigo:

Comprar este artigo — 1,00€
Se já é PREMIUM, Aceda à sua conta em Entrar

The post Alzheimer: Doença “não tem cura”, mas pode ser gerida appeared first on A Voz de Trás-os-Montes.

  •  

A Pena de Morte

VTM

A segunda tentativa falhada para executar esta mulher do Estado americano do Tennessee deu novo fôlego ao debate sobre a pena de morte. Este caso começa por colocar muitas dúvidas até sobre a metodologia usada, que alguns asseguram que é eficaz e indolor, mas na verdade não resultou assim. Não foi eficaz e poderá ter causado sofrimento extremo à vítima. E depois de uma primeira tentativa falhada, voltou-se a sujeitar a condenada ao mesmo suplício com o mesmo resultado. É altamente questionável tudo o que se passou.

Os bispos católicos do Estado do Tennessee, juntamente com os bispos da Comunhão Anglicana, apressaram-se a pedir uma comutação da pena e que não se procedesse a uma nova tentativa de execução, não desvalorizando a gravidade do crime que foi cometido e o sofrimento da família da vítima, que ela foi acusada de matar. Os bispos sublinham, sobretudo, que a necessária atribuição de responsabilidade por um crime muito grave não deveria exigir outra morte. Na base deste entendimento está a dignidade que pertence a cada pessoa, criada à imagem de Deus. A vida humana é sagrada. Nem mesmo os crimes mais graves podem anular essa dignidade ou excluir definitivamente a possibilidade de arrependimento e redenção. A justiça não é vingança. Como é que se compreende que uma sociedade condene alguém por ter tirado a vida a uma pessoa e depois essa mesma sociedade pratica o que condena?

Para a Igreja Católica a pena de morte é inadmissível e defende a sua abolição em todo o mundo, porque é um ataque à dignidade da pessoa humana e não é protetora da sociedade. A dignidade da pessoa não se perde após a prática de crimes muito graves. Além do mais, os Estados atuais já têm formas de detenção eficazes, sem necessidade de tirar a vida e que não anulam a possibilidade de redenção aos culpados. O Estado deve defender a vida sempre e em todos os casos. Os países que a defendem e praticam alegam que a pena de morte é dissuasora, mas, na verdade, não há provas claras de que assim seja e apesar de praticarem a pena de morte, continuam a registar altos índices de criminalidade.

O Papa Francisco apelou a “todos os cristãos e homens de boa vontade” que lutem, “não só pela abolição da pena de morte, legal ou ilegal, em todas as suas formas, mas também para melhorar as condições carcerárias, no respeito pela dignidade humana das pessoas privadas da liberdade”.

The post A Pena de Morte appeared first on A Voz de Trás-os-Montes.

  •  

22h. Papa Leão XIV tem cancro do pulmão

A informação consta do boletim médico partilhado pelo Vaticano após a cirurgia desta tarde. E ainda, José Luís Carneiro afirma que Pedro Passos Coelho não trouxe nenhuma ideia nova para o país.

  •  

Papa Leão 14 retira nódulo no pulmão “com sucesso”, diz Vaticano

O papa Leão 14 passou por uma cirurgia nesta terça-feira (13), no Hospital Agostino Gemelli, em Roma, para a retirada de um nódulo no pulmão. Segundo comunicado do Vaticano, o procedimento foi concluído conforme o previsto, e o pontífice já havia retornado ao quarto no início da noite, pelo horário italiano.

“A intervenção foi concluída positivamente, no tempo e no modo previstos, e o Santo Padre já voltou para o quarto”, informou a Santa Sé em nota divulgada pouco antes das 20h locais, 15h em Brasília.

A operação ocorreu no fim da tarde, sob a coordenação do médico Stefano Margaritora, diretor de cirurgia torácica do hospital. A previsão é que Leão 14 permaneça internado por aproximadamente sete dias. Os compromissos oficiais do pontífice foram suspensos até 20 de outubro.

O próprio papa anunciou que passaria pela cirurgia durante a oração do Angelus, no domingo (11), diante dos fiéis reunidos na Praça de São Pedro. Ele explicou que o nódulo foi identificado durante exames médicos recentes.

“Recentemente, durante alguns exames, os médicos encontraram um nódulo circunscrito ao pulmão, identificado em uma fase muito inicial e bem localizado”, declarou.

Posteriormente, o Vaticano esclareceu que os exames eram de rotina e que o pontífice não apresentava sintomas. Até o momento, não foram divulgadas informações sobre a natureza do nódulo, se benigno ou maligno, nem sobre a realização de uma eventual biópsia.

Internação suspende compromissos do papa

Leão 14 chegou ao hospital pouco depois das 13h, no horário local. Na entrada, foi recebido por integrantes da direção da instituição e acenou para curiosos, fiéis e pacientes que aguardavam sua chegada.

O pontífice ficará no décimo andar do hospital. Ele não ocupará a suíte tradicionalmente reservada aos papas, que passa por reformas.

Apesar da internação, Leão 14 continua à frente da Igreja Católica. A viagem à América do Sul, prevista para ocorrer entre 6 e 17 de novembro, permanece confirmada na agenda do Vaticano.

Antes de ser hospitalizado, o papa assinou duas nomeações. Uma delas envolve o bispo brasileiro Francisco Cota de Oliveira, que deixará a Diocese de Sete Lagoas para assumir a Diocese de Itabira-Fabriciano, ambas em Minas Gerais.

Secretário de Estado manifesta preocupação

O secretário de Estado da Santa Sé, cardeal Pietro Parolin, afirmou ter conversado com o papa na tarde de segunda-feira (12). Ao comentar a cirurgia, disse estar preocupado com a situação, mas destacou a serenidade demonstrada por Leão 14.

“Estou preocupado porque não esperava algo do tipo”, declarou Parolin. O cardeal também manifestou esperança de que o problema seja resolvido em breve, conforme a avaliação inicial apresentada pelo próprio pontífice.

Aos 71 anos, Leão 14 não tinha problemas de saúde conhecidos divulgados publicamente. Ele foi eleito papa em maio de 2025, após a morte de Francisco.

Gemelli já recebeu outros dois papas

O Hospital Agostino Gemelli também recebeu os antecessores de Leão 14. João Paulo 2º foi o primeiro pontífice a passar por tratamento na instituição, em 1981, após sobreviver a um atentado na Praça de São Pedro.

O papa polonês voltou ao hospital em outras nove ocasiões até sua morte, em 2005, aos 84 anos. Ao longo dos anos, enfrentou problemas respiratórios, cardiológicos e a doença de Parkinson. Uma estátua de mármore em sua homenagem foi instalada na entrada do hospital em 2009.

Francisco também passou por duas cirurgias no Gemelli. Em 2021, foi submetido a uma intervenção programada no cólon para tratar uma diverticulite. Dois anos depois, passou por uma operação para retirada de uma hérnia abdominal relacionada a uma cirurgia anterior.

Em abril de 2025, semanas antes de morrer, aos 88 anos, o pontífice argentino ficou internado por quase 40 dias para tratar uma pneumonia bilateral. Ele morreu no Vaticano após sofrer um acidente vascular cerebral (AVC), seguido de insuficiência cardíaca.

The post Papa Leão 14 retira nódulo no pulmão “com sucesso”, diz Vaticano appeared first on Diário da Manhã - O Jornal do leitor Inteligente.

  •  

Inês Sousa Real faltou ao parlamento por causa do gato?

A líder do PAN faltou à sessão no parlamento para acompanhar o seu gato Micas. O Padre Guilherme faz sucesso: está no top 100 da DJ Mag com os fones abençoados pelo Papa Francisco.

  •  

ULS Algarve promove conferência sobre ‘Gestão do Risco no SNS e na Administração Pública’

A Unidade Local de Saúde (ULS) do Algarve realiza no próximo dia 14 de outubro, no auditório da Polícia Judiciária, em Faro, a conferência ‘Gestão do Risco no SNS e na Administração Pública – Território, Decisão e Governação das Organizações’.

De acordo com a organização, “a crescente complexidade dos sistemas públicos de saúde, associada a exigências acrescidas de transparência, integridade, eficiência e prestação de contas, torna indispensável o reforço contínuo das competências institucionais em matéria de Governança, Controlo Interno, Gestão de Risco e Integridade”.

No contexto do Serviço Nacional de Saúde e da Administração Pública em geral, a Gestão do Risco assume um papel estratégico enquanto instrumento de apoio à decisão, de prevenção de irregularidades, de mitigação de riscos operacionais, financeiros, reputacionais e de conformidade, bem como de promoção de uma cultura organizacional orientada para a integridade e a melhoria contínua.

Esta conferência enquadra-se na necessidade de promover uma abordagem integrada e transversal da Gestão do Risco; reforçar a articulação entre áreas como Auditoria, Compliance, Qualidade, Sistemas de Informação, Inteligência Artificial e Gestão, sensibilizar dirigentes, chefias e trabalhadores para o seu papel ativo na identificação, avaliação e tratamento dos riscos, bem como fomentar a partilha de boas práticas e experiências entre entidades do SNS e da Administração Pública e Local.

Esta iniciativa pretende afirmar a Unidade Local de Saúde o Algarve como entidade promotora de boas práticas de governação, risco e integridade, reforçando simultaneamente a sua projeção institucional a nível regional e nacional. Para aceder ao programa clique aqui.

  •  

How California became the birthplace and refuge for the children of Mexico’s most feared narcos

In July 2011, a 22-year-old woman arrived at the Calexico checkpoint on the Mexico–California border carrying a U.S. passport with a navy-blue cover. Her eight-month pregnancy and Sinaloa accent were hard to hide. A customs agent asked routine questions: where she had come from, where she was headed, and what she was carrying. Despite her answers and the document she presented, he sent her for a secondary, more thorough inspection. Other federal officers meticulously searched her belongings and the contents of her cellphones. Minutes later, once the rigorous procedure was complete, they allowed her into the country.

Seguir leyendo

© Mary Altaffer (AP)

Emma Coronel leaves a New York courthouse with her daughters, June 2018.
  •  

Inmates claiming their innocence, serial killers and parricides are among the 563 prisoners who could avoid the death penalty in California

Kevin Cooper on death row in San Quintín, on April 29.

Eliminate the death penalty for 563 inmates in California and replace it with life imprisonment without the possibility of parole. The proposal now being considered by Governor Gavin Newsom has been put to a statewide vote twice and came very close to passing.

Seguir leyendo

  •  

800 anos da morte de São Francisco de Assis assinalados com conferência

Na Igreja de São Francisco, em Faro, amanhã, dia 9 de outubro, às 21:00 horas, realiza-se a conferência “Eu fiz a minha parte“, de Fr. José Quintã, ofm, Ministro Provincial da Província Portuguesa da Ordem Franciscana. A iniciativa faz parte das comemorações do VIII Centenário da morte de São Francisco de Assis (1226–2026) e tem entrada livre.

Em nota enviada ao nosso jornal é recordado que São Francisco morreu a 3 de outubro de 1226. Oito séculos depois, continua a ser uma das figuras mais marcantes da história. A sua mensagem de paz, fraternidade, simplicidade e cuidado pela Criação continua atual e fala a crentes e não crentes.

Para assinalar a data, o Papa Leão XIV proclamou um Ano Jubilar de São Francisco, que decorre de 10 de janeiro de 2026 a 10 de janeiro de 2027.

O título da conferência vem de uma das últimas frases do santo de Assis aos seus irmãos: “Eu fiz a minha parte; que Cristo vos ensine a vossa.” Estas palavras resumem o que São Francisco deixou, mas também lançam um desafio: cada pessoa é chamada a fazer a sua parte na sociedade, na comunidade e no mundo.

A conferência vai ser apresentada por Fr. José João Quintã Pereira, eleito Ministro Provincial em abril de 2025. Ele vai falar sobre a atualidade da mensagem franciscana e sobre o que ela significa para os desafios de hoje.

A organização da conferência convida toda a população, as comunidades paroquiais, os movimentos, as escolas e as pessoas interessadas em espiritualidade, história e cultura a participar neste momento de reflexão e celebração.

  •  

Tragedy at a neonatal ward in Mexico: ‘There were weeks when all the moms left without their babies’

One of the affected mothers in front of the Western National Medical Center in Guadalajara, on October 6.

For seven months babies have been dying in the same neonatal ward in Guadalajara, in the Mexican state of Jalisco. An outbreak of two bacteria in that intensive care area has deprived at least 18 mothers of their newborns. Some of those women have never met; others recognize each other because the other’s child slept in the incubator next to theirs. Together they have formed a WhatsApp group where they call themselves “Bereaved Moms.” The first recorded case dates back to March. As of today, they say, there are still four infected babies at the Gynecology-Obstetrics Hospital of the Western National Medical Center of the Mexican Social Security Institute (IMSS).

Seguir leyendo

  •  

Il bollo auto italiano non pensa all’ambiente

Il bollo auto dovrebbe ripagare la società nel suo insieme dai danni, non solo ambientali, che l’utilizzo dei veicoli produce. Perciò, in vari paesi europei l’importo della tassa di circolazione tiene conto delle emissioni di CO2. Ma non in Italia.

L'articolo Il bollo auto italiano non pensa all’ambiente proviene da Lavoce.info.

  •  

Mayito Flaco’s hidden past in the US: El Mayo’s son was born near Disneyland and changed his name in Arizona

In the early 1980s, the surname Zambada did not openly resonate in the drug-trafficking world. That allowed Ismael “El Mayo” Zambada, patriarch of the criminal dynasty, to move through California without worrying too much about hiding his tracks. He was 32 then and beginning to weave a network of warehouses, transporters, distributors, customers, and money launderers. Over time, the Los Angeles metropolitan area would become the Sinaloa Cartel’s main hub in the United States for drug distribution and collection of illicit proceeds. El Mayo has been serving a life sentence imposed by a New York judge since July.

Seguir leyendo

Ismael Zambada Sicairos in an undated photograph.
  •  

La fattura elettronica sa quanto spendiamo, ma non che cosa compriamo *

La fatturazione elettronica ha digitalizzato i documenti, non il significato economico delle operazioni. Codificare beni e servizi non serve a calcolare l’Iva, serve a far parlare la stessa lingua a imprese, software, professionisti e amministrazioni.

L'articolo La fattura elettronica sa quanto spendiamo, ma non che cosa compriamo * proviene da Lavoce.info.

  •  
❌