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Aznalcóllar da luz verde a la depuradora de aguas de la mina tras la manifestación en su contra

Corta inundada en la mina de Aznalcóllar (Sevilla), este lunes.

La polémica reapertura de la mina de Aznalcóllar (Sevilla), 28 años después del desastre medioambiental que supuso el vertido de lodos tóxicos cerca de Doñana, está cada vez más cerca. Este lunes el Ayuntamiento sevillano ha anunciado la concesión del permiso de obras a la empresa Minera Los Frailes para que construya durante el próximo año y medio la depuradora para las aguas que verterá en el río Guadalquivir, dos días después de la manifestación de Ayuntamientos, colectivos sociales y ecologistas que recorrió la capital andaluza el sábado contra dichos vertidos.

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El alcalde de Aznalcóllar, Juan José Fernández, este lunes frente al Ayuntamiento.Montañas de sedimentos en la mina de Aznalcóllar (Sevilla), este lunes.
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Incêndios avançam sobre o oeste do Pará e deixam ar insalubre

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Com 922 focos ativos, o Pará é o estado com mais ocorrências de incêndios florestais no país, de acordo com a plataforma Queimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). No vizinho Amazonas, atualmente estão ativos 90 focos, após o estado ter registrado mais de mil pontos de fogo este mês.

Enquanto a qualidade do ar em Manaus, na manhã desta segunda-feira (19), permanece classificada como insalubre, com índice de 153, segundo a plataforma IQAir; a cidade de Santarém, no oeste do Pará, registra o índice de 260, considerado muito insalubre.

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A estação na cidade do Pará registrou concentração de 185 microgramas por metro cúbico de material particulado fino, um tipo de poluição inalável e muito prejudicial à saúde. O limite usado atualmente pela legislação brasileira é uma média de 32 microgramas por metro cúbico ao longo de um dia.

No domingo (18), o ministro da Defesa, José Mucio Monteiro, informou que a força-tarefa que atua no enfrentamento aos incêndios florestais na região foi reforçada com a instalação de um Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, em Manaus, e a adaptação de mais 5 aviões para combate ao fogo, somando 16 aeronaves que atuam na região.

Nesta terça-feira (20), também está prevista a implantação de uma base da Força Nacional do Sistema Único de Saúde (SUS) para reforçar a assistência à população atingida pela poluição.

Também foram disponibilizados pelo Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) R$ 14 milhões ao Governo do Amazonas para ações relacionadas à situação de emergência.

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Venezuela vivió masiva jornada de democracia y poder popular

Las comunidades de Venezuela fortalecieron mediante su voto un mecanismo para que el pueblo desde las bases decida la prioridad de sus problemas y reciba los recursos necesarios. El CNE reportó una "destacada participación ciudadana".
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Quatro ministros desembarcam em Manaus para reforçar combate a incêndios e fumaça

Quatro ministros do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) desembarcaram em Manaus neste domingo, 18, para coordenar ações de combate aos incêndios que provocaram uma grave crise de fumaça na capital amazonense. A mobilização ocorre após um apelo do prefeito Renato Junior (Avante) ao governo federal e inclui a instalação de um Estado-Maior das Forças Armadas e o emprego de 16 aeronaves nas operações.

A comitiva é formada pelos ministros da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva; da Defesa, José Múcio Monteiro; do Meio Ambiente e Mudança do Clima, João Paulo Capobianco; e da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes. Segundo Renato Junior, Lula telefonou ao prefeito, acompanhado do senador Eduardo Braga (MDB), para tratar da crise e do envio dos representantes do governo federal.

De acordo com Wellington César, o Ministério da Defesa determinou a instalação do Estado-Maior, enquanto R$ 11 milhões já foram destinados ao Estado para as operações. O ministro afirmou que as pastas envolvidas estão autorizadas a ampliar os recursos conforme a necessidade e que as forças federais também acompanharão possíveis práticas criminosas relacionadas aos incêndios.

A crise se agravou nos últimos dias. Conforme dados da Defesa Civil de Manaus divulgados pela prefeitura à Broadcast, o Amazonas registrou 705 focos de calor no sábado, 17, ante 226 na sexta-feira, 16. Na manhã de sábado, a concentração de partículas finas (PM2,5) na capital chegou a 401,4 microgramas por metro cúbico, índice classificado como péssimo pelo órgão municipal.

Diante da situação, a Prefeitura de Manaus se reunirá nesta segunda-feira, 19, às 9h, com a equipe de meteorologia para avaliar uma nova suspensão das aulas, por períodos de 24 a 72 horas, que poderá incluir a rede particular de ensino. As atividades na rede municipal já haviam sido suspensas em razão dos riscos à saúde. Na terça-feira, 20, está prevista a instalação de uma base da Força Nacional do SUS na capital.

 

© EDMAR BARROS/ATO PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO

Vendedor de frutas é visto usando máscara em meio à fumaça de incêndios florestais
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Projeto “Primeira Braçada” regressa às Piscinas Municipais de Olhão

O Município de Olhão deu início dia 14, a mais uma edição do projeto “Primeira Braçada”, dirigido às turmas do 4.º ano do 1.º Ciclo do ensino básico do concelho.

Após um período de interrupção, a iniciativa regressa ao Complexo das Piscinas Municipais de Olhão, proporcionando às crianças a oportunidade de desenvolver competências essenciais para uma relação mais segura, confiante e autónoma com o meio aquático.

As aulas têm como principal objetivo promover a adaptação à água, ajudando os alunos a superar eventuais receios, a ganhar confiança e autonomia e a adquirir competências básicas de segurança e sobrevivência no meio aquático.

Para além da aprendizagem de competências aquáticas, o projeto contribui para a aquisição de hábitos de higiene e de comportamentos adequados à utilização das piscinas, proporcionando às crianças experiências motoras diversificadas e momentos de aprendizagem num ambiente seguro.

A “Primeira Braçada” assume também uma importante dimensão socioeducativa, ao promover a igualdade de oportunidades, a inclusão e a participação de todas as crianças. Para alguns alunos, esta iniciativa representa o primeiro contacto com uma piscina, tornando-se uma oportunidade privilegiada para descobrir o meio aquático e desenvolver novas capacidades.

O entusiasmo e a alegria vividos no primeiro dia de atividades evidenciaram a importância do projeto, que permite às crianças explorar a água de forma progressiva, ultrapassar medos e reforçar a confiança nas suas próprias capacidades.

Com o regresso da «Primeira Braçada», o Município de Olhão reafirma o seu compromisso com a educação, o bem-estar e o desenvolvimento integral das crianças, promovendo aprendizagens fundamentais para a segurança, a autonomia e a prática de atividades aquáticas ao longo da vida.

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Más de 12.000 mesas electorales habilitadas para Segunda Consulta Popular Nacional 2026 en Venezuela

Más de 37.000 proyectos, vinculados a las necesidades de base, están en votación. La presidenta (E) de Venezuela destacó que la consulta es "el poder popular; afianzar que la decisión de los asuntos cotidianos de nuestra población, de nuestra comunidad, esté en manos de la comunidad".
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Copa do Brasil Feminina: Bahia vence São Paulo pelas quartas de final

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O Bahia saiu na frente do São Paulo pelas quartas de final da Copa do Brasil Feminina. Na noite desta sexta-feira (16), as Mulheres de Aço venceram as Soberanas, atuais campeãs brasileiras, por 2 a 1 no Batistão, em Aracaju, no jogo de ida do confronto.

A partida de volta está marcada para a próxima quarta-feira (21), às 19h (horário de Brasília), no Estádio Brinco de Ouro da Princesa, em Campinas (SP). O Tricolor baiano tem a vantagem do empate para chegar, pelo segundo ano seguido, às semifinais. As paulistas precisam ganhar por, ao menos, dois gols de diferença para avançarem no tempo normal.

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O duelo reuniu jogadoras que estiveram na última data-Fifa, nome dado ao período voltado a jogos entre seleções. As goleiras Yanne (Bahia) e Carlinha e as zagueiras Carol Gil e Tayla (as três últimas do São Paulo) representaram o Brasil em amistosos contra a Argentina - que contou com a meia Maricel Pereyra, das Soberanas. A equipe paulista ainda teve a zagueira Camila Barbosa defendendo o Paraguai diante de El Salvador.

No primeiro tempo, o Bahia esbanjou eficiência para abrir vantagem diante do campeão brasileiro. Aos nove minutos, a volante Ángela Gómez foi acionada na área pela atacante Roqueline e dividiu com Carol Gil. A bola subiu e encobriu Carlinha, colocando as Mulheres de Aço na dianteira.

O São Paulo balançou as redes aos 20, com Aline Milene sendo lançada desde antes do círculo central por Serrana e finalizando, livre, na saída de Yanne. A meia, porém, estava em posição irregular e o gol foi anulado por impedimento.

Aos 38 minutos, as donas da casa ampliaram a vantagem. A zagueira Isa Fernandes foi para o ataque, tabelou com Gómez, invadiu a área e bateu no canto de Carlinha. Desde a derrota por 3 a 0 para a Ferroviária, há quase dois meses, pelo Campeonato Paulista, quando atuou com reservas, as Soberanas não sofriam dois gols na mesma partida.

O Tricolor paulista voltou melhor do intervalo. Aos dois minutos, a atacante Isa abriu na direita com Serrana, na linha da área. A meia - que atuou como lateral no lugar de Bruna Calderan (que trata fraturas na mandíbula) - cruzou na cabeça de Kesia Senna, que tinha acabado de entrar. A atacante mandou para as redes.

O empate não saiu aos 37 minutos por um detalhe. A atacante Mylena Carioca - outra que entrou na volta do intervalo - foi lançada por Kesia Senna e encobriu Yanne na saída da goleira. A bola, que estava indo para o gol, quicou em uma falha do gramado, mudou de direção e acabou parando na trave, a tempo da zagueira Tchula tirar o perigo.

Mesmo após a expulsão do técnico Thiago Viana por reclamação, as campeãs brasileiras pressionaram em busca do empate, parando - assim como em boa parte do jogo - em defesas de Yanne. Na melhor oportunidade, aos 40, Mylena Carioca buscou o ângulo esquerdo em chute da entrada da área, mas a goleira do Bahia, com a ponta dos dedos, garantiu o triunfo das anfitriãs.

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Argentina Abstains on UN Colonialism Vote Despite Malvinas Rhetoric

The Milei government’s stance on colonialism in a UN vote clashes with its recent rhetoric about the British-occupied Malvinas Islands. Photo: UN.

Argentina’s delegation at the United Nations abstained from a resolution aimed at eradicating modern forms of colonialism, siding with the Trump administration and undercutting President Javier Milei’s recent demands over the British-occupied Malvinas Islands.


The vote took place in the Fourth Committee of the General Assembly. The measure, presented by the Russian Federation, sought to ratify and reinforce the goals of Resolution 1514, the landmark text approved in 1960 that declared colonialism incompatible with the UN Charter and fundamental human rights.

Argentina’s diplomatic delegation chose to stand aside rather than endorse the initiative. The move placed the Milei government in line with the position promoted by the White House, which pressed allied governments to abstain.

RELATED: Argentine President Milei Toughens Malvinas Claim at UNGA

The resolution passed anyway. Delegates recorded 85 votes in favor, 49 against and 23 abstentions, sending the text to the full General Assembly for consideration.

The alignment extended beyond Buenos Aires and Washington. Chile, Costa Rica, Colombia, Guatemala, Honduras, Peru and Paraguay joined the abstention, a bloc of right-leaning regional governments that followed the U.S. lead.

On the other side, Brazil, Mexico, South Africa and India voted in favor. Their support reaffirmed the global backing for territorial integrity and decolonization processes, and set up a sharp divide within Latin America itself.

The Russian draft went further than the 1960 declaration. It extended the concept of colonialism to cover unilateral coercive measures and the economic and financial sanctions promoted by Washington around the world, a provision that made the vote a direct test of alignment.

The UN General Assembly’s Fourth Committee approved the draft resolution “Addressing contemporary forms of colonialism” by 85 votes in favour, 49 against, with 23 abstentions. Sponsored by Russia, China, Iran, Cuba, Belarus, Palestine and others, it recognizes colonialism in… pic.twitter.com/MqgQfoMhME

— Digital Debate (@digdebate) October 16, 2026

Malvinas Contradiction Deepens

The abstention collides with the rhetoric Milei has used on Malvinas, the archipelago occupied by Britain since 1833. His government has campaigned publicly for the defense of sovereignty and demanded sanctions against oil companies operating on that Argentine soil.

The contrast sharpened in September, when the Argentine President addressed the General Assembly. There he read extended passages demanding the eradication of colonialism and stated plainly that the principle of self-determination “exists to liberate colonized peoples, not to enshrine situations derived from colonization.”

Those words sit uneasily with the vote his own diplomats just cast, or chose not to cast. The abstention, in effect, withheld support from a document that echoes the very argument Milei delivered from the rostrum.

The domestic reaction was immediate. Carlos Bianco, the government minister for Buenos Aires province, called the abstention an irresponsible act against a historic national cause. “The Malvinas question deserves a diplomacy that does not kneel. Abstaining in the face of colonialism is not just an embarrassment, it constitutes an act of irresponsibility. The Malvinas question must once again be defined by Argentines. And it will be,” Bianco wrote on social media.

The episode exposes a tension running through the Milei administration’s foreign policy. It has embraced Washington as its principal ally while maintaining, at least in public speeches, a sovereignty claim that Washington’s abstention strategy directly undercuts.

Milei dice que quiere recuperar Malvinas. En la ONU, la Argentina se abstuvo de votar contra el colonialismo.
Hace dos semanas, esa misma delegación decía que Malvinas es una situación colonial.
Sobran las contradicciones. No tienen política exterior propia y desprecian al país… pic.twitter.com/I5cYaXCbvp

— Francisco Cafiero (@FranCafiero) October 16, 2026

Text reads: “Milei says he wants to take back Malvinas. At the UN, Argentina abstained from voting against colonialism. Two weeks ago, that same delegation said that Malvinas are a colonial situation. The contradictions abound. They have no foreign policy of their own and despise the country they govern.”

Argentina’s historic position on Malvinas has long drawn broad support across Latin America and the developing world, precisely the coalition that voted in favor of the resolution Buenos Aires declined to endorse.

The measure now moves to the plenary, where the same fault lines are likely to reappear. What Argentina does there will reveal whether the abstention was an isolated calculation or a settled posture. For now, the vote leaves a record that is hard to reconcile: a government that speaks of liberating colonized peoples, yet declines to vote for a resolution doing exactly that.

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Gobierno de Milei se suma a EE.UU. en abstención sobre colonialismo en la ONU

El posicionamiento del Gobierno de Milei sobre el colonialismo en una votación en la ONU choca con su reciente retórica en torno a las islas Malvinas, ocupadas por Gran Bretaña.
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El pueblo elige y los recursos lo siguen, así funciona la consulta popular en Venezuela

Más de la mitad de los recursos va al poder popular, por encima de Gobernaciones y Alcaldías. El domingo, más de 5.400 comunas eligen entre 37.000 proyectos. Desde Pariaguán, una productora cuenta cómo su comunidad decide en asamblea qué obra construir.
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Falhas na plataforma de vacinação preocupam enfermeiros

Interrupções frequentes, erros de registo e impossibilidade de consultar históricos vacinais. A ASPE já enviou uma denúncia formal aos SPMS, que não respondeu.

© JOSÉ COELHO/LUSA

Entre os riscos identificados encontram-se a convocatória de utentes já vacinados e a possibilidade de administração duplicada, alertou a estrutura sindical
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