O Presidente da Câmara de Lisboa sublinha que o direito à manifestação é sagrado, mas não pode justificar atos de vandalismo. E ainda, Luís Neves elogia atuação dos agentes da polícia esta manhã.
Ministério da Administração Interna diz que as operações decorreram “após sucessivos contactos” com os manifestantes, "esgotados os esforços" para a retirada voluntária. PSP fala em resistência ativa.
O Ministério destaca o empenho dos profissionais em privilegiar o diálogo, evitando o recurso à força. Ainda, o PR apelou a um entendimento entre para resolver o problema da Habitação.
Luís Neves assegurou que as forças de segurança agirão dentro da lei, mas avisou: tendas no espaço público "não podem violar" direitos de outros cidadãos.
CGTP convocou manifestações para Lisboa, Porto e Coimbra. Secretário-geral da central sindical grande mobilização. Ainda, MAI diz que novo secretário-geral do Ministério é exemplo de servidor público.
Luís Neves confirma a apresentação da queixa-crime contra Ricardo Carrilho e garante que vai apresentar documentação. Ainda, Carlos Moedas acredita que manifestação de amanhã "vai correr bem".
Auditoria das Finanças a dois programas com fundos europeus, apresentada em setembro, aponta irregularidades na gestão e controlo de fraudes do organismo que era liderado por Ricardo Carrilho.
Há tendas a fechar ruas na habitação, a TAP gerida pelo WhatsApp e o SIRESP desmantelado na emergência. Será que alguém assume as culpas neste Governo ou ficam só a assistir até a casa vir abaixo?
Parreira da Silva jurou lealdade ao ministro. Neves respondeu com uma lição sobre quem tem — ou não — perfil para dirigir o Estado, com Carrilho como destinatário implícito.
Luís Neves diz que Governo respeita e valorização direito à habitação e manifestação, mas sai em defesa da atuação da PSP. Ainda, BE sugere que carga policial desta madrugada teve o dedo da autarquia.
Nas redes sociais, Jorge Pinto, questiona os fundamentos da intervenção da PSP no Porto. Ainda, Justiça alemã condena dois homens por planearem atentados contra figuras da comunidade judaica.
A pressão sobre Luís Neves não pára de aumentar. Depois das polémicas do verão, há uma demissão no MAI, o SIRESP regressa à discussão e o PS já admite a saída do ministro. Até quando resiste?
Luís Montenegro garante que o Governo está a resolver "os problemas que se foram avolumando" na área da administração interna. E isso inclui os "problemas" no SIRESP.
Aumenta a pressão sobre Luís Neves. Depois das polémicas do Verão e da aprovação de uma comissão de inquérito, agora é uma demissão no MAI e o regresso do eterno SIRESP. Consegue o ministro resistir?
Associação apela ainda a que audições parlamentares decorram com essa documentação disponível. Secretário-geral demitido acusou ministro de "pressões ilegítimas".
Manutenção de Luís Neves no Governo é "competência" do executivo, diz António José Seguro, que insiste na separação de competências entre órgãos de soberania. "Esse é o jogo normal entre partidos".
Líder do Chega e presidente do inquérito vai conversar com o Presidente da AR para pedir que os trabalhos possam decorrer em simultâneo. Ainda, trabalhadores do Metro de Lisboa cumprem dia de greve.
Francisco César considera que Luís Neves perdeu o controlo dentro da tutela. O deputado do PS refere ainda que nos Açores nunca adotaram verdadeiramente o SIRESP.