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Zelensky admite congelar guerra nas atuais linhas da frente

Ucrânia e Rússia aceitam proposta dos EUA para retomar negociações de paz. Zelensky admite "congelar" a guerra nas atuais linhas da frente. Ainda, Washington retoma a partilha de informações com Kiev.

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Russia Relents: Frees American Citizen Stephen Hubbard After Trump Pressure

Russia on Wednesday freed retired American teacher Stephen Hubbard who had been imprisoned on charges of fighting as a Ukraine mercenary, U.S. envoy Steve Witkoff said.

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Zelensky faz aceno a Trump após tensões e apoia negociação com EUA e Rússia

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou que esperava um resultado positivo da reunião de Steve Witkoff, enviado dos Estados Unidos, na Rússia, nesta quarta-feira (21), e declarou apoiar negociações com os Estados Unidos e o governo russo.

Em entrevista à Fox News, Zelensky disse que suas conversas com Witkoff em Oslo, na terça-feira (20), foram produtivas e que a Ucrânia está pronta para a diplomacia.

Ele agradeceu aos EUA pela retomada do compartilhamento de informações de inteligência e expressou a esperança de que as limitações aos serviços de satélite Starlink e Starshield sejam encerradas em breve.

“Espero que… em — não sei, algumas horas — tenhamos algum resultado; se Deus quiser, positivo”, disse ele sobre a reunião de Witkoff com o presidente russo, Vladimir Putin.

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Zelensky ressaltou a importância de parar os combates, avançar para a diplomacia e buscar um acordo que inclua garantias de segurança, elogiando o apelo do presidente americano, Donald Trump, por cessar-fogos.

“É importante negociar de forma trilateral” — envolvendo ele próprio, Trump, e Putin —, afirmou Zelensky ao programa “Fox & Friends”, da Fox, acrescentando que seria ideal incluir também países europeus.

“Sempre disse que estamos abertos a negociar em qualquer formato e sobre qualquer tema. Só peço uma coisa: não falem sobre nós sem a nossa presença, por favor”, acrescentou.

Zelensky também mencionou ter conversado com o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, que prometeu trabalhar para resolver as questões relacionadas ao Starshield, da SpaceX — essencialmente uma versão de uso militar do Starlink, desenvolvida para o Pentágono.

“O serviço ainda está limitado”, afirmou o líder ucraniano à Fox News, um dia após o Wall Street Journal noticiar que o CEO da empresa e aliado de Trump, Elon Musk, teria ordenado uma restrição no funcionamento da tecnologia, da qual a Ucrânia depende para se defender de ataques de mísseis russos.

Mais cedo nesta quarta-feira, Rubio declarou a jornalistas que as decisões sobre o acesso da Ucrânia ao Starlink cabem à SpaceX e a Elon Musk, e não à Casa Branca.

Por que Donetsk é ponto de discórdia para encerrar guerra na Ucrânia?

 

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In Trump’s Diplomacy, Insults Are a One-Way Street. Ukraine Is the Latest Example.

The latest rift with President Volodymyr Zelensky of Ukraine serves as a reminder that President Trump readily lashes out at other world leaders, only to grow outraged if they fight back.

© Alex Kent/The New York Times

President Trump’s belligerence leaves many world leaders reluctant to cross him for fear of blowback or even, depending on his mood, a fresh round of tariffs.
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Rússia diz que está disposta a participar de negociações com EUA e Ucrânia

O presidente russo, Vladimir Putin, disse ao enviado especial dos Estados Unidos, Steve Witkoff, nesta quarta-feira (21), que Moscou está disposta, em princípio, a retomar as negociações no próximo mês com a Ucrânia e os EUA sobre o fim do conflito na Ucrânia.

Nenhuma conversa desse tipo ocorreu desde fevereiro.

O assessor do Kremlin, Yuri Ushakov, afirmou que a nova rodada de negociações proposta deve se concentrar em “construir um sistema de segurança para a Rússia e a Ucrânia após o fim do conflito”.

Ele disse que Witkoff havia informado Putin sobre suas conversas no dia anterior em Oslo, onde o americano se encontrou com o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky, o primeiro-ministro norueguês e o presidente finlandês.

Ushakov afirmou que Witkoff havia “observado algumas novas abordagens, novos pontos nas abordagens dos europeus e de Kiev, embora elas não contivessem muito que fosse útil no contexto da resolução da crise ucraniana“.

Em conversas que duraram quase três horas, Putin e o enviado dos EUA também discutiram a implementação de um acordo de 9 de outubro entre Putin e o presidente dos EUA, Donald Trump, sobre o fornecimento de diesel russo para os mercados dos EUA e mundiais, acrescentou Ushakov.

Também houve discussão sobre a crise com o Irã.

“Vladimir Putin enfatizou que o potencial diplomático está longe de se esgotar e que é possível e necessário chegar a acordos com Teerã, que é nosso parceiro estratégico”, disse Ushakov.

” A Rússia reafirmou sua disposição de continuar facilitando a busca por soluções políticas e diplomáticas para a questão iraniana.”

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When Starshield Cut Out, Ukrainian Drones Fell From the Skies

Ukraine says it still doesn’t know why the military satellite internet service, a sister to Starlink, was abruptly throttled, leaving troops vulnerable to Russian attacks.

© Reuters

A Ukrainian soldier flying a drone in the Donetsk region last week. Members of the military have reported issues with drone connectivity since Starshield was disrupted.
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WSJ diz que Musk limitou Starshield na Ucrânia

O WSJ revela que foi Musk quem restringiu o satélite militar — tornando drones ucranianos inúteis. Mas Trump e Hegseth negam ter ordenado qualquer alteração.

© JIM LO SCALZO/EPA

Donald Trump pediu a substituição de Volodymyr Zelensky, depois de o líder ucraniano ter criticado duramente o acordo surpresa entre os Estados Unidos e a Rússia sobre o gasóleo
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EUA dizem que acesso da Ucrânia à Starlink depende de Elon Musk

O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou nesta quarta-feira (21) que as decisões relativas ao acesso da Ucrânia ao Starlink cabem à SpaceX e a Elon Musk, e não à Casa Branca — comentários que sugeriram que Musk poderia ter restringido o acesso de Kiev ao serviço.

O Wall Street Journal noticiou na terça-feira (20) que Musk havia ordenado a redução da velocidade de uma versão de nível militar do Starlink, da qual a Ucrânia depende para se defender contra ataques com mísseis da Rússia.

Segundo o jornal, uma fonte disse que Musk, o presidente Donald Trump e autoridades da Casa Branca discutiram o assunto previamente, e duas fontes afirmaram que Musk e o presidente discutiram o assunto nos dias seguintes à redução da velocidade.

“Não tenho conhecimento de que soubéssemos dessa decisão com antecedência. Mas isso é irrelevante”, disse Rubio a repórteres durante uma viagem à Índia.

“O ponto principal é que isso é regido por um contrato comercial privado quanto à forma como seus equipamentos podem ser utilizados e a quais velocidades eles permitem que sejam utilizados.”

Musk e a SpaceX não responderam aos pedidos de comentário da Reuters.

De acordo com a Reuters, duas autoridades norte-americanas e uma autoridade ocidental a par do assunto disseram que a decisão, em última instância, partiu da Casa Branca. Essa versão também foi afirmada pelo presidente ucraniano Volodymyr Zelenskiy, mas negada pelo governo.

Os comentários de Rubio provavelmente intensificarão as preocupações em Washington quanto à capacidade singular de Musk de influenciar a política externa dos EUA. Eles também representam uma aparente mudança de posição por parte do governo.

Trump afirmou publicamente que acreditava que nem ele nem Musk estavam por trás da desaceleração. Ao partir para uma viagem ao Uzbequistão e à Índia no sábado, Rubio havia dito que ninguém ordenou a desaceleração, uma afirmação que gerou críticas de parlamentares de ambos os partidos.

“Não tenho certeza se Zelenskiy sabe do que está falando, mas não foi deliberado”, disse Rubio na ocasião.

“Não temos nada a ver com isso. Eu não — os Estados Unidos, ninguém ordenou que a velocidade do Starlink fosse reduzida. Aconteceu de certa forma, mas, pelo que entendi, já foi restaurada”, declarou Rubio.

Análise: Tensões entre Trump e Zelensky ameaçam apoio dos EUA à Ucrânia

 

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Russia Releases American Stephen Hubbard From Prison, State Media Reports

The move buys good will with President Trump while costing the President Vladimir V. Putin — who is wanted for war crimes — little.

© Moscow City Court, via Associated Press

A photo provided by the Moscow City Court showing Stephen James Hubbard in court in 2024.
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Guerra in Ucraina, Witkoff vede Putin e parla di colloqui “produttivi” a Oslo con Zelensky

I negoziati con il presidente ucraino, Volodymyr Zelensky, a Oslo sono stati “produttivi”. Lo ha dichiarato l’inviato della Casa Bianca, Steve Witkoff, durante il suo incontro a San Pietroburgo con il presidente russo, Vladimir Putin. Witkoff ha detto a Putin di aver portato con sè i “documenti” relativi ai colloqui di ieri e ha dichiarato che “si è lavorato per raggiungere un cessate il fuoco in Ucraina“.

L’inviato del presidente americano Steve Witkoff è atterrato a Mosca e oggi avrà colloqui con Vladimir Putin volti a porre fine alla guerra in Ucraina, all’indomani degli incontri con Volodymyr Zelenskyy caratterizzati, secondo entrambe le parti, da progressi reciproci. Al termine di questi colloqui a Oslo con Witkoff e l’inviato Jared Kushner (quest’ultimo in videoconferenza per motivi di salute), nonché con i leader norvegesi e finlandesi, il presidente ucraino ha accolto con favore la ripresa della condivisione delle informazioni da parte degli Stati Uniti e ha chiesto di essere coinvolto in qualsiasi negoziazione riguardante il futuro del suo Paese. Da parte sua, un funzionario statunitense ha parlato all’Afp di discussioni “molto produttive e costruttive”, constatando “ora un forte allineamento tra Stati Uniti, Ucraina ed Europa sulle prossime tappe” e ha aggiunto che Witkoff incontrerà oggi Putin per portare avanti il processo diplomatico.

È “impossibile” discutere una soluzione definitiva alla guerra in Ucraina senza la presenza di rappresentanti di Kiev. Lo ha dichiarato il portavoce del Cremlino, Dmitry Peskov, all’agenzia Interfax. A Peskov era stato chiesto un commento sulla proposta del presidente degli Stati Uniti, Donald Trump, di escludere il presidente ucraino, Volodymyr Zelensky, dal tavolo delle trattative.

Donald Trump non esclude che un accordo di pace in Ucraina possa essere concluso senza la presenza contemporanea di Vladimir Putin e Volodymyr Zelensky nella stessa stanza. “Non lo so. Dipende”, ha risposto il presidente americano a una domanda sulla necessità che i due leader si incontrino per firmare l’intesa. “Credo di poterlo fare in un altro modo”, ha aggiunto.

La prima nave carica di diesel russo diretta negli Stati Uniti partirà domani. Lo ha annunciato il vice primo ministro russo responsabile dell’Energia, Aleksandr Novak, citato dalle agenzie di stampa. “Secondo le previsioni, la prima petroliera partirà domani alla volta degli Stati Uniti”, ha dichiarato. All’inizio di ottobre, Donald Trump aveva annunciato un accordo tra Washington e Mosca per la fornitura di diesel russo al mercato statunitense, revocando così alcune sanzioni contro la Russia e attirandosi aspre critiche da parte di Kiev e dei suoi alleati. Tale misura è stata interpretata come un tentativo di ridurre i prezzi del carburante per i consumatori americani in vista delle elezioni di metà mandato, previste per il 3 novembre.

Il presidente russo, Vladimir Putin, ha annunciato la liberazione dello statunitense Stephen Hubbard. La comunicazione è arrivata durante l’incontro tra Putin e l’inviato della Casa Bianca, Steve Witkoff. Hubbard, oggi settantaquattrenne, era stato catturato dalle forze russe nell’aprile del 2022 mentre combatteva a fianco dell’esercito ucraino. Un segnale a Trump in vista dei negoziati per porre fine alla guerra in Ucraina.

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Enviado dos EUA se reúne com Putin na Rússia após encontro com Zelensky

O enviado especial dos Estados Unidos Steve Witkoff se reúne nesta quarta-feira (21) com o presidente russo, Vladimir Putin, em conversas destinadas a avançar propostas para encerrar a guerra na Ucrânia e abrir caminho para negociações mais amplas.

As conversas começaram pela manhã em São Petersburgo, após a reunião de cúpula realizada por Witkoff na terça-feira (20) com o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, na Noruega. Em um vídeo do encontro, Witkoff afirmou que discutir os resultados daquela cúpula “produtiva” em Oslo estava entre os pontos da agenda.

“Acho que há algum grau de impulso, e espero que o encontro de hoje possa representar mais um passo à frente no processo de paz e nas discussões sobre como resolver o conflito ucraniano”, disse o enviado do governo Trump.

Witkoff também pediu a Putin que considerasse retomar as conversas trilaterais entre Rússia, Estados Unidos e Ucrânia, nas quais questões técnicas poderiam ser discutidas, segundo ele. Putin demonstrou interesse no tema da retomada da cooperação econômica com os Estados Unidos e na possibilidade de um encontro com a China para discutir a Ucrânia.

Um dos principais resultados do encontro até o momento foi o anúncio de Witkoff de que a Rússia libertará o cidadão americano Stephen Hubbard, de 74 anos, detido no país há mais de quatro anos.

Putin, Witkoff e tradutores se sentaram ao redor de uma grande mesa redonda enquanto discutiam uma ampla variedade de questões, incluindo a disposição da Rússia para ajudar a resolver a guerra no Irã, possíveis exportações russas de fertilizantes para os Estados Unidos e a libertação de Hubbard.

Os Estados Unidos e a Ucrânia fizeram “progressos significativos” nas conversas realizadas na Noruega na terça-feira, afirmou anteriormente uma autoridade americana à CNN. A Ucrânia “apresentou novas ideias e propostas, que foram discutidas em detalhes”, e os dois lados agora estão em “forte alinhamento” sobre os próximos passos, disse a autoridade.

“As discussões abrangeram elementos fundamentais de uma estrutura abrangente de paz, incluindo garantias de segurança de longo prazo para a Ucrânia, um plano econômico e de prosperidade para o pós-guerra e uma arquitetura de segurança europeia mais ampla, concebida para criar estabilidade duradoura”, afirmou a autoridade americana.

A Ucrânia e seus aliados reiteraram as principais linhas vermelhas estabelecidas por Kiev para qualquer negociação de paz, incluindo a necessidade de garantias de segurança futuras — para assegurar que a Rússia não volte a invadir o país — e a rejeição a quaisquer exigências de cessão de território.

A Rússia exigiu que a Ucrânia ceda toda a região de Donbas, no leste do país, que atualmente está majoritariamente sob controle russo. Moscou também pediu que a Ucrânia reduza drasticamente o tamanho de suas Forças Armadas e se comprometa a nunca ingressar na Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan).

“Temos algumas ideias claras sobre como chegar à paz e estamos unidos aos nossos parceiros europeus nesse esforço. Queremos que os americanos levem essas ideias aos russos”, disse Zelensky na terça-feira. “Vamos ver o que Putin tem a dizer.”

Sobre as conversas com o lado ucraniano, a autoridade americana acrescentou: “As equipes estão trabalhando excepcionalmente bem juntas, com um compromisso compartilhado de encontrar soluções práticas para encerrar a guerra”, adotando um tom positivo apesar da deterioração das relações públicas entre Zelensky e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

“O objetivo é aproveitar o progresso alcançado com a Ucrânia e a Europa, discutir as propostas com a Rússia e abrir caminho para negociações trilaterais diretas e conversas multilaterais mais amplas”, afirmou a autoridade americana.

Enquanto isso, na Rússia, o ministro das Relações Exteriores, Sergey Lavrov, adotou um tom menos otimista na terça-feira. Ele afirmou que Moscou verá o que Witkoff apresentará, mas não fará “concessões políticas”. Lavrov disse que Moscou “não espera um milagre” e que Washington continuará sendo, na melhor das hipóteses, um rival da Rússia, segundo a agência estatal russa de notícias TASS.

Uma autoridade europeia em Oslo disse à CNN: “Acho que os planos — ou a falta deles — não são um problema tão grande quanto fazer a Rússia levar qualquer plano a sério”.

Jared Kushner, genro de Trump que também participa das negociações de paz, está gripado e participa remotamente da reunião na Rússia.

Rubio diz que reunião entre Witkoff e Zelensky foi “positiva”

O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, afirmou nesta quarta-feira que a reunião do enviado especial americano Steve Witkoff com o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, foi positiva e que Witkoff compartilhará os resultados com a Rússia.

Rubio também reiterou que Washington não restringiu o acesso de Kiev ao Starlink, sistema de satélites da SpaceX essencial para os esforços de guerra da Ucrânia. A declaração contradiz relatos de que o governo americano teria tido participação na redução do serviço para as forças militares ucranianas.

Zelensky viajou a Oslo para se reunir com Witkoff na terça-feira (20), enquanto a Ucrânia busca recompor as relações com os Estados Unidos em meio a tensões sobre o apoio militar americano, o compartilhamento de informações de inteligência e o acesso ucraniano à versão militar do Starlink.

Rubio disse a jornalistas em Mumbai, durante uma visita à Índia, que as conversas entre Witkoff e o líder ucraniano não trouxeram surpresas.

“Agora, munido dessas ideias, ele poderá ir a São Petersburgo e compartilhá-las com o lado russo. Vamos ver se conseguimos avançar”, afirmou.

Sobre o Starlink, Rubio declarou: “O que posso dizer com certeza é que nem o presidente dos Estados Unidos nem qualquer pessoa em nosso sistema solicitou que fossem feitas mudanças nesse sistema”.

“Não podemos dizer a uma empresa privada quais decisões tomar ou deixar de tomar”, acrescentou.

“Não tenho conhecimento de que soubéssemos dessa decisão com antecedência […] mas isso é irrelevante. O ponto principal é que o uso dos serviços é regido por um contrato comercial privado […] E, portanto, continuaremos a tratar do assunto”, disse.

Elon Musk, CEO da SpaceX, afirmou na semana passada que, como os sistemas pertencem ao governo dos Estados Unidos e são controlados por ele, quaisquer restrições de velocidade ou uso são decididas pelas Forças Armadas americanas ou pelo presidente dos EUA.

Sob o governo do presidente Donald Trump, os Estados Unidos praticamente interromperam o fornecimento direto de armas à Ucrânia, mas permitem que países europeus comprem armamentos americanos em nome de Kiev por meio de um programa conhecido como Lista de Requisitos Prioritários da Ucrânia.

Washington também forneceu informações de inteligência e tecnologia que a Europa não consegue igualar.

*Com informações de CNN e Reuters

Entenda como protestos levaram Zelensky a trocar comando militar da Ucrânia

 

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Ucrânia: Trump volta a instar Zelensky a fechar um acordo de paz com Putin

O Presidente norte-americano, Donald Trump, que tem exercido mais pressão sobre Volodymyr Zelensky do que sobre Vladimir Putin, referiu hoje que “quer que a Ucrânia feche um acordo” com a Rússia para pôr fim à guerra.

“É preciso que Zelensky tenha a vontade de acabar com esta guerra e, se não for esse o caso, as coisas vão acabar muito mal”, advertiu o chefe de Estado norte-americano numa conversa com os jornalistas na Casa Branca sobre o encontro realizado hoje em Oslo entre o líder ucraniano e o negociador da Casa Branca, Steve Witkoff.

O republicano frisou que “gostaria de ver um acordo alcançado” e disse acreditar que “o ódio imenso” entre Zelensky e Putin é, “em grande medida, a razão pela qual não conseguiram chegar a um acordo” que encerre a guerra iniciada por Moscovo em fevereiro de 2022.

“Queremos que Zelensky chegue a um acordo. Ele pode fazê-lo (…). A Ucrânia deve ter a vontade de assinar um acordo, dado que os Estados Unidos gastaram uma fortuna, tal como a Europa. A Europa já está cansada de tudo isto e, se não chegarem a um acordo, a longo prazo, na minha opinião, a situação vai simplesmente piorar”, alertou.

Trump recordou que o seu país entregou à Ucrânia “centenas de milhares de milhões de dólares” em ajuda e remessas de armas.

“Não recebemos nada em troca, a não ser um preço elevado do gasóleo”, repetiu, referindo-se às suas acusações de que os ataques ucranianos a instalações energéticas russas encareceram os custos do combustível, preços que já estavam a disparar há meses devido à guerra que Washington trava há mais de sete meses contra o Irão.

As declarações do norte-americano surgem depois de ter assinado um acordo para a compra de combustível à Rússia e aliviado as sanções contra Moscovo, num momento de aumento das tensões entre o seu executivo e Zelensky, que denunciou atrasos nas entregas de mísseis intercetores Patriot, vitais para a defesa contra ataques russos.

Zelensky denunciou ainda interrupções no fluxo de informações norte-americanas e restrições no acesso ao Starshield (a versão militar por satélite do Starlink, o sistema de Elon Musk), utilizado pelo seu exército.

O Presidente ucraniano atribuiu tudo isto a uma alegada intenção da administração Trump de forçar a Ucrânia a capitular perante a Rússia, algo que Washington nega.

Após o seu encontro com Zelensky, Witkoff viaja na quarta-feira para São Petersburgo, para apresentar uma proposta, formulada pelo Presidente ucraniano, para retomar as conversações de paz.

Donald Trump adiantou também hoje que pediu a Vladimir Putin a libertação de Stephen Hubbard, um norte-americano detido na Rússia, dando a entender que um desfecho pode estar próximo.

“Falei com o Presidente Putin sobre o senhor Hubbard. Conversei longamente com ele sobre isso. Pedi-lhe que o libertasse”, realçou o republicano.

“É tempo de trazer o senhor Hubbard de volta”, acrescentou.

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Trump Presses Zelensky to Reach Peace Deal

U.S. president warns the situation will only worsen without an agreement.

On Tuesday, U.S. President Donald Trump insisted that he wants Ukrainian President Volodymyr Zelensky to reach a peace agreement with Russian President Vladimir Putin.

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“Zelensky has to want to end this war; if he doesn’t, I think it will be something very negative,” he said in response to questions about the meeting in Oslo between the Ukrainian leader and White House negotiator Steve Witkoff.

Trump stated that he “would like to see an agreement reached” and added that he believes “the immense hatred” between Zelensky and Putin is “to a large extent, the reason why they have not been able to reach an agreement” to end the war.

“We want Zelensky to reach an agreement; he can do it (…) Ukraine must have the will to make a deal, given that the United States has spent a fortune, just like Europe. Europe is already tired of all this, and if they don’t reach an agreement, in the long run, in my opinion, the situation is simply going to get worse,” he warned.

BREAKING: In a completely humiliating moment, CNN's Senior Data Analyst Harry Enten just broke down all of the polls (there's more than 1) where Donald Trump has hit historic lows in terms of approval. Every American should watch this and see how despised Trump is. pic.twitter.com/vPiYTZXSXL

— Democratic Wins Media (@DemocraticWins) October 20, 2026

Trump also recalled that his country has delivered to Ukraine “hundreds of billions of dollars” in aid and weapons shipments. “We have received nothing in return, except a high price for diesel,” he repeated, referring to his accusations that Ukrainian attacks on Russian energy facilities have driven up fuel costs, which have soared for months due to the U.S. war on Iran.

His statements come after he signed a fuel purchase agreement with Russia and eased sanctions on Moscow, amid a sharpening of tensions between his administration and Zelensky, who has denounced delays in deliveries of Patriot interceptor missiles.

Added to this are the Ukrainian’s complaints about interruptions in the flow of U.S. intelligence and restrictions on connection to Starshield (the military satellite version of Starlink). Zelensky has attributed all of this to an alleged intention by Trump to force Ukraine to capitulate to Russia.

On Wednesday, Witkoff will travel to St. Petersburg to convey to Putin a proposal to relaunch peace contacts put forward by Zelensky.

teleSUR/ JF

Source: EFE

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Zelensky reúne-se na Noruega com o enviado norte-americano

O presidente ucraniano reuniu-se na Noruega com Steve Witkoff, enviado de Donald Trump, para debater a paz, perante preocupações com atrasos no fornecimento de defesa antiaérea.

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"A reunião sem Kiev dá mais força à Rússia"

Martinho Lucas Pires afirma que um encontro sem Zelensky beneficia Moscovo. O professor alerta ainda para a interferência russa nas eleições e a estratégia do Irão contra Trump.

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Ukraine war latest: Drone strikes on Yandex data centers disrupt Russian court hearings, media reports

Key developments on Oct. 20:

  • Ukrainian strikes on Yandex data centers disrupt Russian court hearings, media reports
  • Ukraine's HUR claims 108 Russian soldiers killed, 29 captured in Sumy Oblast operation
  • Power outages in half of Ukraine's oblasts after Russian assault on power plants
  • Fire at oil

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As Trump turns toward Russia, Zelensky drops his restraint

President Volodymyr Zelensky has spent much of the past two years trying to win over Donald Trump. Flattery, constant meetings, and carefully calibrated concessions have become hallmarks of his dealings with the U.S. president.

But the strategy has failed, prompting Zelensky to change course and adopt a more confrontational

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