Líbano pede a Rubio que pressione Israel a cessar ataques

© ALEXANDROS BELTES/EPA

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O Atlético-GO enfrenta a Ponte Preta nesta sexta-feira (16), às 19h30, no Estádio Ítalo Mário Limongi, em Indaiatuba, no interior paulista, pela 34ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro. Sexto colocado, com 53 pontos, o Dragão busca uma vitória para fortalecer sua posição na disputa por uma vaga nos playoffs de acesso à Série A de 2027.
Segundo projeções do Departamento de Matemática da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o Atlético-GO tem 40,5% de probabilidade de se manter na zona de playoffs de acesso e 0,8% de chance de conquistar o acesso direto. A equipe chega ao confronto depois de conquistar apenas um ponto nos dois últimos jogos.
A disputa segue apertada. O CRB, com 52 pontos, e o Sport, com 51, estão entre os concorrentes que tentam se aproximar do grupo dos seis primeiros. Com cinco rodadas restantes, cada resultado pode alterar a situação dos clubes na briga pelo acesso.
O atacante Gustavo Coutinho está novamente à disposição da comissão técnica depois de cumprir suspensão. Um dos artilheiros do Atlético-GO na Série B, com 13 gols, ele reforça o setor ofensivo para a partida.
Gustavo Maia também fica disponível após não enfrentar o Sport por uma questão contratual. O Dragão, porém, não contará com o técnico Roger, que cumpre suspensão.
Do lado da Ponte Preta, o zagueiro Gustavo Almeida e o volante Denis estão fora após receberem cartões vermelhos na goleada sofrida diante do Novorizontino.
A equipe paulista já teve o rebaixamento para a Série C de 2027 confirmado e ocupa a lanterna da competição, com 13 pontos. Apesar da situação do adversário, o Atlético-GO não espera um jogo sem dificuldades.
A Ponte tem utilizado jogadores das categorias de base nesta reta final. O confronto será disputado em Indaiatuba porque o gramado do Estádio Moisés Lucarelli, em Campinas, passa por substituição. A cidade fica a cerca de 30 quilômetros de Campinas.
Em entrevista coletiva concedida na manhã desta quarta-feira (14), na Dragão TV, Gustavo Coutinho reconheceu que o desempenho recente da equipe ficou abaixo das expectativas. O atacante afirmou que conquistar apenas um ponto em seis possíveis não foi um bom resultado, embora os concorrentes diretos também não tenham conseguido ultrapassar o Atlético-GO na tabela.
Para o jogador, a equipe precisa fazer uma sequência de cinco partidas sem erros para alcançar o objetivo da temporada. Coutinho também destacou a importância da vaga nos playoffs de acesso e a pressão natural da reta final.
O atacante avaliou que a proximidade do encerramento do campeonato aumenta a responsabilidade do elenco. Ele afirmou que o grupo precisa manter a concentração nos compromissos restantes para evitar que a disputa pelo acesso fique ainda mais complicada.
Além da disputa pelo acesso com o Atlético-GO, Gustavo Coutinho tem uma meta individual para alcançar nesta reta final da Série B: chegar aos 100 gols como profissional. Aos 27 anos, o atacante soma mais de 200 partidas na carreira e está a dois gols de atingir a marca.
“Eu acredito que estou trabalhando e estou no caminho, que é chegar aos 100 gols na carreira. Tenho 27 anos, seis anos de carreira profissional e mais de duzentos jogos na carreira. Estou próximo de conquistar os 100 gols. Faltam apenas dois. Acredito que isso é palpável. São cinco jogos, mas eu não posso, de forma alguma, relaxar e achar que isso vai acontecer de qualquer jeito”, afirmou.

Coutinho também falou sobre os salários atrasados no Atlético-GO e declarou que Adson Batista tem a confiança do elenco para resolver a situação.
O jogador lembrou sua passagem pelo clube em 2023 e afirmou que recebeu os valores devidos, inclusive a premiação pelo acesso. Segundo Coutinho, o presidente informou que pretende acertar os pagamentos ainda nesta semana.
O atacante disse que a pendência financeira não pode tirar o foco da equipe na preparação para o duelo contra a Ponte Preta. O Atlético-GO tenta garantir pontos importantes enquanto a disputa pelo G-6 se aproxima das rodadas decisivas.
Mesmo com o rebaixamento confirmado, a Ponte Preta terá jogadores tentando aproveitar as últimas oportunidades da temporada. Coutinho chamou a atenção para a situação dos atletas mais jovens que vêm sendo utilizados pela equipe paulista.
O atacante afirmou que o adversário merece respeito e lembrou que os jogadores também estão em busca de oportunidades profissionais para 2027 e para o restante de suas carreiras.
A partida desta sexta-feira pode ter impacto direto na permanência do Dragão entre os seis primeiros. Depois de dois resultados abaixo do esperado, o Rubro-Negro tenta retomar o caminho das vitórias para continuar na disputa pelo acesso à Série A.
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Nicolás Maduro non arretra e respinge tutte le accuse formulate dalla giustizia statunitense. Il legittimo presidente venezuelano in carica e la moglie Cilia Flores sono comparsi il 15 ottobre davanti al giudice Alvin Hellerstein, presso il tribunale federale di New York, per rispondere a nuovi capi d’imputazione relativi alla presunta cospirazione per commettere torture. «Queste sono accuse false contro di me», ha dichiarato Maduro davanti al giudice, ribadendo poi di respingere integralmente l’atto d’accusa. Flores ha affermato a sua volta: «Sono completamente innocente». Le nuove contestazioni, presentate dalla Procura l’8 ottobre, si aggiungono alle precedenti accuse di narcotraffico e possesso di ordigni distruttivi.
La difesa considera questa evoluzione una manovra per mantenere in piedi un procedimento segnato da gravi problemi giuridici. Non è un dettaglio secondario che l’accusa abbia dovuto abbandonare il riferimento al cosiddetto ‘Cartel de los Soles’ come organizzazione diretta da Maduro, una delle principali argomentazioni utilizzate da Washington nella campagna contro Caracas, caduta perché infondata. Il punto centrale resta però la legittimità stessa dell’intero processo. Maduro e Flores sono stati sequestrati il 3 gennaio, durante l’aggressione militare statunitense contro il Venezuela, che ha provocato oltre cento morti tra civili e militari e un numero analogo di feriti. Trasferiti con la forza negli Stati Uniti e detenuti a Brooklyn, contestano la legalità della loro cattura e la competenza dei tribunali statunitensi.
Maduro si è definito un «prigioniero di guerra» e invoca l’immunità spettantegli in quanto capo di Stato in carica. Anche la situazione di Cilia Flores solleva interrogativi. Il giudice Hellerstein ha respinto la richiesta di arresti domiciliari avanzata dai suoi legali, nonostante le preoccupazioni per le sue condizioni di salute, i problemi cardiaci denunciati dalla difesa e una perdita di peso superiore agli undici chilogrammi durante la detenzione. La motivazione del magistrato è un presunto rischio di fuga. A complicare ulteriormente la vicenda sono le contestazioni dei legali sulle restrizioni imposte al finanziamento della difesa da parte del governo venezuelano, considerate una violazione del diritto a un’adeguata assistenza legale. Il processo è stato rinviato al 14 giugno 2027, mentre una nuova udienza è fissata per il 17 dicembre, quando saranno esaminate le richieste della difesa di archiviare il caso.
Nel frattempo, le manifestazioni di solidarietà organizzate davanti al tribunale di Manhattan testimoniano come la vicenda abbia ormai superato i confini di un procedimento penale, diventando una protesta contro la tracotanza dell’imperialismo statunitense. Il caso Maduro-Flores si inserisce nella più ampia offensiva statunitense contro la sovranità della Repubblica Bolivariana.

A chuva forte que atingiu Rio Verde, no Sudoeste goiano, na noite de quarta-feira (14/10), fez o Córrego Barrinha transbordar e provocou alagamentos em diferentes pontos da cidade. A força da enxurrada assustou moradores, dificultou o trânsito e deixou um homem em situação de risco.
O homem foi arrastado pela correnteza quando tentou recuperar um capacete que havia caído na água. Com a força da enxurrada, ele foi parar debaixo de um carro. Pessoas que presenciaram a cena ficaram assustadas, e outro homem conseguiu retirá-lo debaixo do veículo. Apesar do susto, a vítima já está em casa e se recupera.
Na região do Espelho d’Água, o transbordamento do Córrego Barrinha chamou a atenção pela velocidade com que a água tomou as vias. No Bairro Dona Gercina, ruas também ficaram alagadas, dificultando a passagem de veículos e pedestres.
Um carro ficou ilhado após apresentar problemas ao tentar atravessar um trecho inundado. A orientação das autoridades é evitar áreas alagadas e procurar caminhos alternativos, sem tentar atravessar ruas tomadas pela água.
Segundo o Centro de Informações Meteorológicas e Hidrológicas de Goiás (Cimehgo), Rio Verde registrou 36,4 milímetros de chuva durante o temporal. O órgão relaciona a instabilidade ao avanço de uma frente fria pelo Sudoeste goiano, que favorece a formação de nuvens carregadas e tempestades.
A Defesa Civil alertou para o risco de enxurradas e alagamentos e recomendou que a população não atravesse áreas inundadas. A previsão para esta quinta-feira (15) mantém a possibilidade de novas tempestades em Goiás, com descargas elétricas, eventual queda de granizo e rajadas de vento que podem chegar a 70 km/h.
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di Fabrizio Poggi per l'AntiDiplomatico
15 ottobre. La vomitevole sceneggiata di un canagliesco “gentlemen agreement”, da parte di individui che, continuando a definirsi “di sinistra” senza aver idea di cosa voglia dire e irridendo a ogni presupposto di classe, applaudono in parlamento all'intervento della presidente del consiglio, fotografa, purtroppo, l'obbrobrio di una “politica” fatta di abbracci e sorrisi “interpartitici” sulla pelle di lavoratori, pensionati, masse popolari. Dimostrando come le apparenti divisioni “politiche” non passino affatto per la salvaguardia degli interessi di classi contrapposte, ma seguano un percorso condiviso al servizio del profitto capitalistico, il furfantesco spettacolo andato in scena al Senato è stato diligentemente esaltato dai media bellicisti che, nel sostegno governativo ai nazigolpisti di Kiev, hanno trovato un'ulteriore occasione, da un lato, per plaudire ai farabutti che invocano più armi alla junta ucraina e, dall'altro, per bacchettare il presidente yankee, sentendosi le spalle coperte dalla “politica” delle buone maniere, ansiosa di mostrare il proprio apprezzamento anche ai fascisti.
Così, anche senza scadere nei miasmi dei torquemadisti pannelliani de Linkiesta, che accusano chi non ha apprezzato «le frasi della premier sull’Ucraina» su un fantomatico «ritorno di un imperialismo di stampo sovietico», qualunque cosa voglia dire, ecco che il signor Alessandro De Angelis, su La Stampa, si lancia in una omelia sul «sostegno a Kiev» che, sostiene, «non è un atto di carità, ma una questione fondamentale di valori, per quel che rappresenta la resistenza di un popolo oppresso, e di sicurezza. Lì si difendono i nostri confini». Giullare euroguerrafondaio, che si genuflette alla fascista di governo lacrimando che «l’Europa che rinuncia a Kiev è declamazione priva di una responsabilità. Significa assecondare il disegno di Trump e di Putin sulla pelle di un popolo che lotta per la libertà». La “libertà” di esser mandato al macello o di fare la fame, schiavizzato da una regime nazigolpista sostenuto da UE e NATO. Quindi, commozione sul Corriere della Sera per le parole della presidente del consiglio, secondo cui sarebbe rischioso il “diesel deal” annunciato da Trump e «il risultato di questa scelta è dubbio, mentre i rischi sono chiari: una legittimazione per Mosca mentre le bombe continuano a cadere». Come fanno del resto i droni di Kiev che fanno vittime nella regione di Belgorod: ma, su ciò, silenzio; mentre è ineguagliabile il pathos del fogliaccio milanese per il finale, allorché «all’applauso, scrosciante, della maggioranza, si unisce quello di cinque senatori PD». Quale lirismo da parte della signora Monica Guerzoni, nel comunicare ai lettori che gli applausi «arrivano da Calenda, Renzi, Casini, Scalfarotto, Sensi, Rojc, Verini, Zampa, Delrio. Senatori di Azione, tutta Italia Viva e riformisti del Pd». Banditi, strumenti consapevoli di una “politica” baci e abbracci, a far da spalla agli affamatori delle masse.
E mentre in Italia fascisti e pro-fascisti si spellavano le mani, il diretto interessato, Vladimir Zelenskij era a Londra a elemosinare gli aiuti britannici, dichiarandosi “offeso” e tradito personalmente da Trump perché l'esercito ucraino aveva perso l'accesso ai satelliti Starlink, prodotto dalla SpaceX di Elon Musk, ma gestito dal governo statunitense, sollevando dubbi sul sostegno a lungo termine degli Stati Uniti a Kiev. Su Moskovskij Komsomolets, Andrej Jašlavskij racconta che, a Londra, Zelenskij ha accusato Trump di esser passato al nemico e The Guardian commenta che il nazigolpista-capo rischia di danneggiare le relazioni con Washington, già tese a causa dell'accordo sul diesel. Quindi, incontrando Zelenskij, il premier Andy Burnham ha assicurato che il sostegno britannico all'Ucraina sarebbe rimasto invariato e ha anzi promesso di sveltire la consegna di missili leggeri multiruolo britannici. Stando a The Guardian, Musk avrebbe affermato che la decisione di disattivare Starlink non è stata sua: il sistema non è concesso in licenza direttamente a clienti che utilizzano armi e l'esercito ucraino era collegato alla rete Starshield, gestita dal governo USA: «I sistemi Starshield sono di proprietà e controllati dal governo degli Stati Uniti. Qualsiasi limitazione di velocità o di utilizzo è determinata dall'esercito statunitense e, in ultima analisi, dal presidente», ha detto Musk.
Secondo media USA, in seguito alle dure critiche di Zelenskij al “diesel deal", Pentagono e Dipartimento di Stato hanno avvertito che la condivisione di informazioni di intelligence e la vendita di armi all'Ucraina, finanziate dagli alleati europei, potrebbero cessare. Parlando alla radio americana NPR, lo stesso Zelenskij ha detto che Washington valuta la possibilità di interrompere la condivisione di informazioni di intelligence a causa degli attacchi ucraini contro impianti energetici russi. Trump, però, ha dichiarato che gli Stati Uniti continuano a condividere informazioni di intelligence con gli ucraini. Dunque?Anche il ministro degli esteri golpista Andrej Sibiga, parlando alla Conferenza sulla Sicurezza di Varsavia, ha detto che l'Ucraina continua a ricevere informazioni di intelligence dagli Stati Uniti e l'impossibilità di rilevare minacce missilistiche balistiche sarebbe dovuta alla specifica tipologia di armamenti utilizzati dalla Russia. Il consigliere di Zelenskij, Serghej Beskrestnov ha scritto che SpaceX ha limitato la velocità di Starlink per l'esercito ucraino e ciò ha portato all'interruzione di alcune operazioni pianificate da Kiev. Con fare da gradasso, il solito ministro degli esteri polacco Radoslaw Sikorski minaccia Musk: «Ehi, pezzo grosso, usi di nuovo i tuoi prodotti per scopi politici?». Ma è chiaro che Musk non avrebbe fatto una cosa del genere senza l'approvazione di Donald Trump.
Quindi, si interroga Evghenij Umerenkov su Komsomol'skaja Pravda, tutto ciò solleva la domanda principale: cosa vuole dimostrare Zelenskij provocando apertamente Trump e ignorando i suoi appelli a non attaccare le raffinerie russe? Crede forse di poter costringere il Presidente USA ad agire secondo i desideri di Kiev e Bruxelles? La risposta è che Zelenskij ne è convinto, e gli alleati di Kiev in Europa e Canada lo incoraggiano in ogni modo: vedi Meloni, Casini, Scalfarotto, Sensi, Delrio & Co. Così che, ancora Sibiga, da Varsavia, può vantarsi che, nei rapporti con Trump, Kiev «In meno di due anni, siamo passati da “non avete carte” a “non giocate le vostre carte”. Carte vincenti. E ora, a quanto pare, implora Zelenskij: "Non attaccate i miei interessi con le vostre carte"». Sibiga si sente forte degli incoraggiamenti di Sikorski: «L'Ucraina attacca raffinerie e data center, e ottiene risultati» e anche di quelli dell'omologo tedesco Johann Wadephul: «non è il momento di allentare le sanzioni, ma di rafforzarle». È una «questione fondamentale di valori, per quel che rappresenta la resistenza di un popolo oppresso, e di sicurezza. Lì si difendono i nostri confini» fa eco La Stampa: i confini UE-NATO che devono arrivare, come minimo, agli Urali; dopo si vedrà.
La American Thinker avverte che se Zelenskij, con il sostegno degli europei, ignorasse Trump, la UE «potrebbe trovarsi in una pericolosa situazione di confronto con gli USA a causa dei suoi legami con l'Ucraina. Oltre alla sua ossessione di trascinare la Russia in guerra, l'Europa potrebbe trovarsi di fronte a un'efficace alleanza tra Stati Uniti e Russia». L'accordo sul gasolio raggiunto da Trump, scrive la rivista, è più di una semplice transazione commerciale, nonostante i prezzi dei futures sul gasolio siano crollati del 5% durante la notte: ancor più importante, contribuisce a migliorare le relazioni diplomatiche tra Washington e Moskva, in un momento in cui ciò è particolarmente cruciale. Gli Stati Uniti hanno bisogno di un alleato tra le grandi potenze; troppi ex alleati cercano di sfruttare la situazione in Ucraina per coalizzarsi contro di loro. Ma i “gentlemen” italo-guerrafondai applaudono a una fascista che dubita dell'efficacia del “deal”, «mentre i rischi sono chiari: una legittimazione per Mosca mentre le bombe continuano a cadere». Cadono, sì: non da una sola parte del fronte.
E, per lo scorno dei devoti del verbo europeista, “politico” e mediatico, secondo i quali la guerra «fino alla vittoria» di Kiev è l'unica strada per difendere i “valori occidentali”, ecco che una delle più accanite russofobe della Rada ucraina, la deputata Mar'jana Bezuglaja - all'inizio del conflitto, aveva proposto di concedere agli ufficiali ucraini il diritto di giustiziare senza processo i soldati che si rifiutassero di obbedire agli ordini – afferma ora che Trump intende costringere Kiev alla capitolazione entro i prossimi 20 giorni, prima delle elezioni di midterm e, dice, «non mi sorprenderei se, invece di fornirci informazioni sugli attacchi russi, iniziasse a fornirle ai russi».
Un'altra deputata, espulsa a suo tempo dalla frazione “Servo del popolo”, Anna Skorokhod, si spinge a dire – ascoltate, furfanti che applaudite ai fascisti – che mentre il popolo ucraino muore al fronte e soffre la fame nelle retrovie, il regime di Kiev trae profitto dallo spargimento di sangue: «ricevo video orribili che mostrano l'illegalità e il caos degli arruolatori dei distretti militari. Un'anziana è stata spintonata, riportando la frattura di una gamba e di un braccio e una commozione cerebrale. Nessuna responsabilità. Un uomo nudo è stato spinto in un furgone in mezzo alla strada – nessuna responsabilità. Mobilitare una persona con problemi mentali – nessuna responsabilità. Quanto durerà ancora tutto questo?!... Non c'è acqua, non c'è elettricità, non c'è niente... Non abbiamo missili di difesa aerea. Possiamo ringraziare la nostra grande abilità nel litigare con tutti i nostri vicini, a prescindere dal fatto che ci sostengano o meno. Le nostre infrastrutture sono distrutte, abbiamo vittime civili ogni giorno, la nostra industria è distrutta, le nostre attività commerciali sono distrutte... La guerra deve finire. Per alcuni è un grande affare. Ma, se la guerra non finisce, ci aspettano caos e devastazione, nient'altro».
Ma la guerra deve andare avanti, proclamano media, fascisti e pro-fascisti. E anche nipoti di nazisti teutonici; così, il ministro della guerra Boris Pistorius ha esortato i tedeschi a non avere paura della guerra, dato che questa paura, dice, viene alimentata appositamente in Germania: «La paura della guerra viene alimentata deliberatamente con l'aiuto di Putin e AfD». Ora, osserva il vice direttore di Moskovskij Komsomolets, Vadim Poegli, nelle due guerre mondiali sono morti quasi dieci milioni di tedeschi: non è forse sufficiente per temere la guerra? È davvero necessario coinvolgere Putin? Ma, Pistorius ha elogiato lo stato della Bundeswehr, attribuendole un voto di otto su dieci. A suo dire, sebbene parte della società tedesca non comprenda ancora la portata del riarmo, la cosa principale è che la Russia sia a conoscenza del rafforzamento delle forze armate tedesche; e ne abbia paura, par di capire. Ogni famiglia russa ricorda la terribile guerra, dice Poegli, durante la quale i tedeschi uccisero il doppio dei nostri civili rispetto ai nostri soldati. Ma oggi vediamo come la Germania, quale membro della NATO, si sia nuovamente avvicinata ai confini della Russia. E abbia iniziato a sostenere il regime di Kiev politicamente, finanziariamente, diplomaticamente e attraverso l'informazione: un regime che non fa mistero del suo amore per la Wehrmacht e le SS e ne adotta apertamente i simboli. E ora il ministro della difesa tedesco invita i tedeschi a non temere la guerra. La Germania si sente forte e si sta preparando di nuovo alla guerra.
A quanto pare, Pistorius è in discreta compagnia: la criminale alleanza di un tempo sta riemergendo tra le canaglie belliciste, al di qua e al di là delle Alpi, eredi di due regimi massacratori di decine di milioni di persone, affiancate oggi da nullità “politiche” reazionarie ed esaltate da furfanti di media avvezzi da sempre a genuflettersi agli imperi degli stermini.

di Fabrizio Verde
Mentre in Europa si continua a cianciare di ingerenze e propaganda russa senza presentare alcuna prova, come ha fatto Andy Burnham riguardo il referendum sulla Brexit venendo sconfessato da MI5 e l’ex premier Boris Johnson, ci sono ingerenze provate e reali effettuate da USA e vassalli, ma che alle nostre latitudini vengono ignorate volutamente.
Basta spostare lo sguardo verso il Sud America per trovare l’implementazione concreta di tali manovre. In Brasile, il presidente Luiz Inácio Lula da Silva ha dovuto ordinare al suo partito di denunciare ufficialmente la società Meta (Facebook, WhatsApp e Instagram) davanti all'Organizzazione degli Stati Americani (OSA). Le accuse non sono teorie del complotto, ma anomalie digitali documentate. La campagna di Lula ha rilevato una vera e propria discriminazione algoritmica sui social network. I contenuti legati al presidente e ai suoi alleati subiscono restrizioni inspiegabili, mentre i post di Flavio Bolsonaro e dei suoi fiancheggiatori godono di una distribuzione artificiale e sproporzionata.
Il caso più eclatante riguarda il deputato Nikolas Ferreira (Partito Liberale). Pur avendo circa 22 milioni di follower su Instagram, i suoi video raggiungono regolarmente i 40 milioni di visualizzazioni, superando celebrità di calibro mondiale. I legali di Lula hanno fatto notare come un suo video abbia totalizzato oltre 56 milioni di visualizzazioni su Instagram, fermandosi a meno di 400 mila su TikTok, una discrepanza che ha costretto la campagna a rivolgersi al Tribunale Superiore Elettorale per chiedere trasparenza. A questo si aggiunge il comportamento della Meta AI su WhatsApp, che si rifiuta di generare immagini di campagna per Lula citando restrizioni della legge elettorale, ma accetta tranquillamente le stesse richieste per Bolsonaro.
Dietro questa cortina di fumo digitale si muove una rete transnazionale che ha un nome e un cognome: Fernando Cerimedo. Il consulente argentino, figura chiave nelle strategie digitali dell'estrema destra latinoamericana, è attualmente in carcere a La Paz, in Bolivia. Le indagini boliviane hanno smantellato una sua "bot farm" e scoperto una rete di corruzione, riciclaggio di denaro e un tentato femminicidio ai danni della sua ex compagna, Nadia Beller.
È proprio dalle rivelazioni della Beller che emerge il legame diretto tra le manipolazioni elettorali in Brasile e i piani alti della tecnologia globale. L'ex partner di Cerimedo ha raccontato come l'uomo vantasse un accesso privilegiato e diretto ai vertici di Meta.
"Quello che hanno fatto con Meta è da manuale. Hanno ottimi contatti... mi ha manifestato più di tre volte che aveva relazioni molto buone con Meta e poteva far cancellare o ripristinare qualsiasi pagina", ha raccontato la Beller.
Secondo la sua testimonianza, la riduzione della visibilità dei contenuti progressisti in Brasile non è un errore tecnico, ma una strategia precisa. "Non ho il minimo dubbio che il suo gruppo sia intervenuto per togliergli visibilità", ha affermato, riferendosi alle limitazioni subite da Lula. Cerimedo, che ha ammesso pubblicamente di usare troll generati dall'intelligenza artificiale per manipolare gli algoritmi, non agiva da solo.
La sua rete di contatti lo lega a doppio filo all'entourage di Donald Trump. Le foto lo ritraggono insieme a Donald Trump Jr., al magnate del petrolio Tim Dunn e a Brad Parscale, il guru digitale che ha guidato le campagne del tycoon. Cerimedo si presentava come il rappresentante latinoamericano delle società di Parscale, integrando l'analisi dell'opinione pubblica in tempo reale con l'esecuzione pratica delle campagne di guerra sporca.
Come ha analizzato la giornalista Emilia Trabucco, non siamo di fronte al semplice marketing elettorale di un tempo. Le milizie digitali, le società di sicurezza private e i vecchi apparati di intelligence si sono fusi con le nuove capacità di manipolazione algoritmica. "La possibilità di influenzare un'elezione non richiede la modifica fisica di un'urna; può operare molto prima, sulle condizioni materiali in cui milioni di persone ricevono informazioni, identificano le minacce, formano le proprie preferenze e, in definitiva, decidono", ha spiegato Trabucco.
La cosa più inquietante di questa vicenda è la protezione istituzionale di cui godono questi operatori. Quando la giustizia boliviana ha iniziato a fare sul serio, arrestando Cerimedo e sequestrando le sue infrastrutture, il governo degli Stati Uniti è intervenuto per coprire le spalle al proprio alleato. Il Dipartimento di Stato ha sanzionato il procuratore generale boliviano Roger Mariaca e la giudice che aveva firmato l'ordine di cattura, accusandoli di corruzione e legami con il narcotraffico senza presentare alcuna prova. Il regime boliviano guidato da Rodrigo Paz ha poi tratto in arresto Roger Mariaca, il quale ha denunciato pericoli per la sua stessa vita nel centro di detenzione dove è stato rinchiuso.
"Mentre tutto questo viene indagato, il governo di Donald Trump revoca il visto al Procuratore Generale della Bolivia e lo accusa di narcotraffico senza presentare, fino a questo momento, alcuna denuncia o prova", ha denunciato la Beller, sottolineando come le sanzioni USA servano a proteggere una struttura politica internazionale legata a loschi affari nel settore energetico e minerario boliviano.
Quello a cui stiamo assistendo è l'implementazione della Dottrina Monroe 2.0. Non c'è più bisogno di inviare truppe o finanziare colpi di Stato tradizionali. Basta controllare gli algoritmi, inondare la rete di disinformazione e proteggere le proprie milizie digitali per portare al potere élite neoliberiste asservite a Washington. Il risultato finale è sempre lo stesso: smantellare la sovranità dei popoli, cancellare le politiche sociali e saccheggiare le risorse naturali del continente, lasciando dietro di sé solo macerie sociali e regimi che di democratico non hanno nulla.
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LA PROPOSTA EDITORIALE DELLA SETTIMANA:
Hong Kong a Fuoco di Laura Ruggeri

In Hong Kong a fuoco, Laura Ruggeri analizza le proteste scoppiate nella città asiatica dal 1997. L'autrice le inquadra non come moti spontanei, ma come "rivoluzioni colorate" eterodirette. Il dissenso locale viene svelato come un'arma del soft power americano nella guerra ibrida contro la Cina. Unendo osservazione diretta e rigore documentale, il saggio offre una solida e avvincente contro-narrazione. Il libro diventa così uno strumento prezioso per decodificare dinamiche geopolitiche simili in tutto il mondo.

Ad Amburgo è iniziato un processo che pesa come un macigno sulla coscienza europea. Sul banco degli imputati siede Serhii Kuznetsov, cittadino ucraino, accusato di aver coordinato operativamente quella che è stata definita la più grande operazione di sabotaggio internazionale della storia moderna. Il paradosso è sotto gli occhi di tutti: Berlino processa un cittadino di quel Paese che la stessa Germania continua a finanziare e armare senza sosta da anni. L'accusa parla chiaro, indicando il regime di Kiev come mandante, ma la verità processuale rischia di trasformarsi in un vero e proprio terremoto politico.
I giornalisti investigativi Oliver Schröm e Ulrich Thiele, autori del volume "Die Sprengung", hanno ricostruito una trama che ha dell'incredibile. Dietro l'attacco non ci sarebbe la mano diretta del presidente Volodymyr Zelensky. I veri registi, secondo le loro fonti, sono figure come l'ex capo dell'intelligence militare ucraina Wassyl Burba e l'ex agente Roman Cherwinsky. Uomini che oggi non nascondono una certa fierezza per l'operazione compiuta. A dare il via libera sarebbe stato l'allora comandante in capo delle forze armate, Valery Zaluzhny, oggi ambasciatore a Londra con ambizioni politiche che puntano alla presidenza. Questo dettaglio apre un baratro giuridico: se il capo militare approva un'azione del genere, agisce per conto dello Stato o di testa propria?
L'esecuzione materiale rasenta il grottesco. Mancando personale militare specializzato, i mandanti reclutarono sommozzatori civili. Un'operazione definita dagli stessi autori un vero "Harakiri", costellata di errori madornali. Dna lasciato sulla barca, autovelox che hanno immortalato i sospettati, passaporti falsificati male e un dettaglio quasi surreale: uno degli indagati ha trascorso le vacanze in Italia usando il proprio nome reale. Eppure, l'attacco è riuscito. Schröm non usa mezzi termini nel definire questi uomini "i figli della CIA", ricordando come l'intelligence statunitense abbia contribuito a ricostruire i servizi segreti militari ucraini dopo il 2014. L'agenzia statunitense sapeva. I suoi agenti sul campo non solo non ostacolarono il piano, ma accennarono a un possibile sostegno finanziario. Solo quando anche i servizi olandesi fiutarono la pista, la CIA avvisò Berlino per proteggere le proprie fonti, senza però mai ordinare esplicitamente di fermarsi.
Il governo tedesco si trova ora in un vicolo cieco. Ammettere il coinvolgimento dello Stato ucraino darebbe ragione a Mosca, che da tempo dipinge il regime di Kiev come una minaccia per la sicurezza continentale. Insabbiare i risultati delle indagini significherebbe però tradire i principi cardine dello stato di diritto e della trasparenza giudiziaria che vengono tanto sbandierati in Germania e nella UE. Mentre Berlino tenta di restare in equilibrio su questo filo, il malcontento interno monta. Il Landtag della Sassonia-Anhalt ha recentemente approvato una mozione, spinta da AfD e BSW, per bloccare le forniture di armi e i finanziamenti a Kiev. Milioni di cittadini tedeschi guardano a questa iniziativa come a una necessaria svolta di pace, stanchi di finanziare altri Stati a scapito della propria stabilità.
Le critiche non risparmiano nemmeno l'ex cancelliere Olaf Scholz, accusato di nno aver fatto quanto nelle sue possibilità per difendere l’infrastruttura strategica tedesca.
La frattura si allarga anche a livello europeo. La Polonia, che ha sempre visto Nord Stream come un errore geopolitico a prescindere dall'attentato, ha rifiutato l'estradizione di un sospettato verso la Germania, valutando l'azione in un'ottica di guerra totalmente diversa. Si tratta di un conflitto aperto e senza precedenti tra due membri dell'Unione Europea.
Se il tribunale di Amburgo dovesse stabilire che dietro l'esplosione c'erano apparati statali ucraini, il sostegno dell'opinione pubblica europea al regime neonazista di Kiev potrebbe incrinarsi irreparabilmente. La politica tedesca dovrà presto scegliere se guardare in faccia i danni inferti alla propria sicurezza energetica e alla competitività delle proprie imprese, o continuare a chiudere un occhio, rischiando però un crollo definitivo dei consensi della coalizione al governo.
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LA PROPOSTA EDITORIALE DELLA SETTIMANA:
Catastrofe Neoliberista di Angelo D'Orsi
“Catastrofe neoliberista” di Angelo D’Orsi è un viaggio nella storia e una necessità. Un viaggio che ripercorre le origini e le dinamiche di una dittatura totalitaria, capace di imporsi con violenza e di camuffarsi abilmente da paladina della libertà e della democrazia, dominando la vita quotidiana di miliardi di persone. Una necessità, perché solo attraverso la comprensione profonda dell’avversario è possibile immaginare alternative. Con il rigore di un grande storico e l’ottimismo della volontà di ispirazione gramsciana, D’Orsi ci offre gli strumenti per decifrare il presente e costruire un futuro diverso.

VTM
Entre as principais descobertas, está o Castro de Vale de Mir, um povoado fortificado conhecido desde o século XIX, que foi alvo de campanhas de escavação para estudar a transição e a romanização na região.
Foram também descobertos vários vestígios que indicam a existência de estruturas agrícolas de uma vila romana, incluindo um lagar de vinho romano descoberto em 2015, além de antigos estábulos e uma área identificada para tratamento do linho.
Toni Silvino, arqueólogo especializado no período romano e responsável pelas escavações, explicou à VTM que em toda a encosta onde decorrem as escavações há vestígios muito antigos, desde a pré-história. “No período romano havia a parte económica e a parte residencial, e aqui localizava-se a parte económica de uma vila romana. Agora ainda nos falta encontrar a zona residencial”.
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La dichiarazione di Trump offre una prospettiva mediatica molto interessante e potrebbe segnare la fine del “Progetto Ucraina”, un argomento che merita di essere approfondito.
Nessuno si sarebbe aspettato che Donald Trump, dopo una telefonata di auguri di compleanno al suo omologo russo, dichiarasse che il gasolio russo si sarebbe rivelato la soluzione all’attuale carenza di carburante negli Stati Uniti. Se la presidenza Trump ha prodotto qualcosa, sono stati molti titoli interessanti che sembrano spuntare dal nulla e che, purtroppo, molto spesso, svaniscono nuovamente nella nebbia da cui sono emersi. A volte le parole di Trump possono riempirci di speranza, come in questo «accordo sul gasolio», mentre altre, come il suo recente discorso alle Nazioni Unite, in cui ha minacciato di uccidere potenzialmente tutti gli iraniani, ci riempiono di terrore. Questa dichiarazione del nostro enigmatico leader presenta una narrazione mediatica molto interessante e una potenziale conclusione del «Progetto Ucraina» che vale la pena approfondire.
Trump ha accusato Zelensky della carenza energetica globale, in particolare per quanto riguarda il gasolio. All’epoca, tutti pensavano che si trattasse solo di una banale manovra diversiva in stile Twitter per sviare l’attenzione dalla fallita guerra contro l’Iran, che certamente ha causato notevoli interruzioni nel trasporto di carburante. In altre parole, la Casa Bianca stava proiettando questa crisi – che aveva permesso che si verificasse, o che aveva attivamente provocato – addossandola al capro espiatorio Zelensky. Tuttavia, questa forma di diversione o proiezione non è più solo una questione di parole in una narrativa pre-elettorale, ma si è trasformata in azione concreta. Le sanzioni sul gasolio russo sono state revocate e la prima spedizione è già in viaggio mentre scrivo queste righe. È accaduto qualcosa di tangibile.
Zelensky è stato infatti avvertito circa sei volte di smettere di attaccare le infrastrutture petrolifere russe. Far saltare in aria dei bambini nel Donbass e oltre va «bene», ma attaccare ciò che l’Occidente vuole dalla Russia più di ogni altra cosa è «assolutamente inaccettabile». Zelensky, al quale – come indicato sopra – era stato intimato una mezza dozzina di volte di sospendere gli attacchi alle infrastrutture petrolifere e del gas, dopo aver appreso della decisione di Trump di acquistare gasolio russo, ha agito come segue:
1) Ha rapidamente attaccato nuovamente le infrastrutture petrolifere russe, apparentemente per fare un dispetto al Presidente degli Stati Uniti
2) Ha immediatamente interrotto i colloqui di pace a Miami con i collaboratori di Trump, il duo Kushner-Witkoff, il che rappresenta l’ennesimo schiaffo in faccia a Donald Trump.
La cosa più incredibile di tutte è che il «narcisista» Trump abbia già pubblicamente ringraziato il presidente Putin due volte per questo accordo. Durante un comizio, gli americani in piedi dietro a Trump hanno applaudito con grande entusiasmo all’annuncio della pace con la Russia e dell’approvvigionamento extra di carburante per l’America. La russofobia è un passatempo della borghesia globalista e di «Epstein Island», non dei camionisti e degli agricoltori americani.
È una narrazione eccellente, speriamo che duri
Trump ha ora attribuito il 100% della colpa dei problemi energetici e di approvvigionamento globali direttamente a Zelensky, accusandolo personalmente di aver alimentato la guerra negli ultimi due anni. Pertanto, la narrazione sta prendendo forma più o meno così: Se la guerra in Ucraina è la causa della carenza di carburante e Zelensky è la causa del protrarsi della guerra, ciò significa che gli Stati Uniti possono stringere un accordo con la Russia anche se «sono stati loro a iniziare», con la conseguenza logica che Zelensky debba logicamente andarsene, poiché è lui la fonte del problema. Ma approfondendo ulteriormente la narrazione, possiamo cogliere l’aspetto più interessante di tutti o, come si suol dire online, «la parte taciuta»: Trump ha sostanzialmente dichiarato che la produzione energetica russa riveste un interesse strategico vitale per gli Stati Uniti.
Sono proprio queste parole a togliermi la «pillola nera» dalla bocca e a iniettarmi direttamente «hopium» nel sangue. L’idea che il Presidente americano dichiari che NON essere in guerra con la Russia riveste un interesse strategico vitale per gli Stati Uniti è qualcosa che ho sognato per tutta la mia vita da adulto. Questa è esattamente la logica di cui abbiamo bisogno per porre fine, una volta per tutte, alla mentalità della Guerra Fredda e del «Progetto per un Nuovo Secolo Americano» in politica e consentire finalmente agli Stati Uniti di ricostruirsi e investire in se stessi. Questo potrebbe benissimo rappresentare il risveglio multipolare dell’America, utilizzando una trappola logica simile a quelle che sono state impiegate in passato per ottenere l’esatto contrario e mantenere gli Stati Uniti intrappolati in eterne guerre all’estero, condotte per il puro lusso della «sicurezza nazionale».
Questa nuova trappola logica potrebbe presentarsi più o meno così: «Quindi volete la guerra con la Russia? Ciò significa che volete danneggiare l’America, sporco traditore! Prenderete il carburante al contadino Joe e i nostri figli moriranno di fame, mostro che non siete altro! Lasciare che la Russia produca carburante in pace è un interesse di sicurezza nazionale per l’America; siete forse contrari alla sicurezza nazionale del nostro Paese? Volete indebolire la virile America per conto di quegli europei omosessuali?».
Ma mentre ci iniettiamo quella dose di «hopium» nelle vene, dobbiamo ricordare che Donald Trump ha detto molte cose, ha cambiato idea numerose volte, o è stato costretto a farlo, e forse non è proprio il decisore unilaterale che si dipinge in televisione.
Ci vogliono due per ballare il tango, ma basta un uomo arancione per mantenere la parola data.
Le trascrizioni di questa ormai famosa conversazione telefonica di compleanno appaiono molto diverse tra la versione americana e quella russa, il che è del tutto normale. Il team di Trump tende a riportare gli argomenti discussi come fatti accertati, mentre i russi utilizzano un linguaggio più evasivo. Ma le sanzioni sul gasolio sono state sospese per ora e le navi si stanno muovendo, quindi la cosa sembra essere reale… almeno fino a quando non si terranno le elezioni di medio termine.
Da allora la parte americana ha minacciato di escludere Zelensky dalla condivisione di informazioni di intelligence, il che potrebbe rappresentare un colpo mortale immediato per i loro sforzi militari, poiché molti esperti ritengono che solo le informazioni degli Stati Uniti abbiano permesso loro di sopravvivere così a lungo. Senza tali dati di puntamento, verrebbero immediatamente riportati alla guerra del XX secolo e non sarebbero più in grado di sferrare attacchi in profondità nel territorio russo. RT ha scritto quanto segue su questo tema:
Un funzionario ucraino ha riferito ad Axios che Witkoff e Kushner hanno minacciato di interrompere la condivisione delle informazioni di intelligence statunitensi con Kiev qualora questa continuasse a ignorare le richieste di Trump di sospendere gli attacchi alle raffinerie di petrolio russe, ma il funzionario statunitense ha negato che fosse stata formulata una simile minaccia.
Ma è qui che dobbiamo trattenere il respiro, poiché nonostante questa nuova narrativa possa sembrare allettante e rappresenti l’uscita perfetta per gli Stati Uniti dalla loro partecipazione al «Progetto Ucraina», non dovremmo dimenticare le parole del presidente Putin di qualche tempo fa, quando parlò del vero potere di qualsiasi presidente degli Stati Uniti:
«Quindi una persona viene eletta — arriva con delle idee… Poi vanno a trovarlo persone con le valigette, ben vestite, in abiti scuri — un po’ come i miei.»
Quindi la vera domanda potrebbe essere: la lobby sionista, l’élite di Epstein, le agenzie di intelligence a tre lettere, i miliardari influenti e tutti gli altri agenti segreti di Capitol Hill permetteranno davvero al presidente Trump di porre fine a questa guerra? Al Presidente degli Stati Uniti sarà consentito farlo?
Dovremmo ricordare che, dopo che Zelensky si è comportato in modo vergognoso alla Casa Bianca all’inizio del secondo mandato di Trump, tutti pensavano che questo conflitto sarebbe finito. Trump, il famoso narcisista, appariva visibilmente arrabbiato e offeso davanti alle telecamere durante il loro scontro verbale. Ma la guerra è proseguita. C’è stato il vertice di Anchorage, che ha suscitato un enorme clamore e tutti pensavano allora che gli Stati Uniti avrebbero ritirato il sostegno a Kiev. Ma così non è stato. I nemici di Trump, compreso il clan Biden, sono coinvolti in un enorme scandalo di corruzione in Ucraina, ormai tutto allo scoperto. Questa sarebbe stata un’ottima via d’uscita dal conflitto, ma Trump non l’ha colta o non ha potuto farlo. E, in generale, la retorica di Trump nei confronti di Zelensky e di altri politici europei è stata palesemente dura e irrispettosa. L’uomo accusato di essere un «spaccone» in qualche modo parla sempre in modo piuttosto cortese sia alle spalle che in faccia a Putin e Xi.
Pertanto, sebbene io desideri la pace e una cooperazione improntata al rispetto reciproco tra gli Stati Uniti e la Russia, forse questo accordo durerà solo fino alle elezioni di medio termine, quando all’improvviso Zelensky tornerà a essere «un bastardo, ma è il nostro bastardo», e il conflitto proseguirà senza sosta.
Forse questa è la nostra «sorpresa di ottobre» da parte della fazione repubblicana? E a dicembre potremo tutti essere «di nuovo sorpresi» quando la guerra riprenderà con tutta la sua forza e altre migliaia di slavi moriranno sul campo di battaglia?
Ora, Donald Trump, a denti stretti, sta lanciando l’idea secondo cui ritiene «sia giunto il momento che l’Ucraina abbia un nuovo presidente». Ma una volta conteggiati i voti in America, potrebbe semplicemente tornare a odiare passivamente e a tollerare Zelensky fino alla fine del suo mandato o fino a quando un giorno un certo Oreshnik non colpirà nel segno. Non possiamo inoltre dimenticare che l’Occidente sta da tempo esercitando pressioni affinché i russi concedano un cessate il fuoco di ampia portata. Presumibilmente ciò verrebbe utilizzato per riorganizzarsi, riposarsi, riarmarsi e poi tornare semplicemente a combattere fino all’ultimo ucraino. Ora Trump vuole che si tengano elezioni a Kiev, il che probabilmente richiederà un cessate il fuoco per poter essere attuato. Ma spingerà per un cessate il fuoco di tre giorni, o cercherà di indurre con l’inganno i russi ad accettare una tregua di un mese o più?
Un «buon» segnale su questa questione dal punto di vista russo è che ora ci sono già richieste di dimissioni di Zelensky su Twitter/X provenienti da tutte le parti, persino da quelle filo-ucraine:
«“Zelensky deve dimettersi” – media ucraini. Ci hanno messo poco. Zelensky ha ignorato per ben SEI volte gli avvertimenti di Trump di non attaccare le raffinerie di petrolio russe. Questa mattina, Zelensky ha bombardato un’altra raffineria di petrolio russa. Gli ucraini chiedono le dimissioni di Zelensky.
L’ex deputato ucraino e comproprietario di Metinvest, Vadym Novynskyi, ha esortato Zelensky a dimettersi e a cedere tutti i poteri alla Verkhovna Rada ucraina a seguito degli accordi tra Trump e Putin.»
Dobbiamo ricordare che l’Ucraina del 2026 è già uno Stato di polizia in cui qualsiasi dissenso comporta il rischio di essere caricati su un autobus e portati al fronte a morire, oppure di scomparire in una prigione con l’accusa di essere una «spia» russa. Pertanto, quando personalità di rilievo si coalizzano apertamente contro Zelensky, si tratta di una dichiarazione ben più incisiva rispetto agli attori di Hollywood che, al sicuro nelle loro lussuose camere da letto, realizzano video su TikTok contro Trump.
Il resto del mondo non resterà a guardare senza fare nulla.Presto dagli account bot di Kiev emergerà sicuramente qualche stupida contro-narrazione del tipo «Putin ha tradito i BRICS». Ovviamente qualcuno dirà che il Cremlino ha gettato i propri fratelli iraniani in pasto alla macchina della lobby sionista! Ma in realtà, sembra che gli iraniani si limiteranno semplicemente a spedire il proprio petrolio attraverso la Russia e a venderlo come «russo», e tutti ne saranno soddisfatti. Il Mar Caspio sarà ancora più trafficato nel prossimo futuro. Se le sanzioni hanno ottenuto qualcosa, è stato proprio quello di aumentare il commercio tra Russia e Iran.
A Mosca nessuno ha intenzione di tradire Teheran; si vuole che l’America entri a far parte del mondo multipolare, salvando al contempo la faccia e riducendo il livello globale di minaccia di guerra nucleare, che attualmente è decisamente troppo elevato. L’Iran e la Cina sono stati sicuramente consultati su questa questione prima che qualsiasi accordo sul diesel fosse finalizzato.
Il vero pericolo che Trump invochi la destituzione di Zelensky proviene dall’Europa, dove alcune fazioni, politici e i loro finanziatori potrebbero intraprendere azioni radicali in risposta. E la reazione di Trump a tale risposta potrebbe ora rivelarsi ancora più radicale. Sarebbe possibile che la NATO desse il via libera ai Paesi baltici per aprire semplicemente un altro fronte e «vedere cosa succede»? La Francia metterà finalmente in atto la propria minaccia e schiererà apertamente truppe in massa per salvare il «Napoleone in verde» dalla morte politica o, potenzialmente, fisica? Finora l’UE si è limitata a minacciare ulteriori sanzioni. Se gli oltre 20 pacchetti di sanzioni precedenti hanno fallito, mi chiedo cosa rimanga effettivamente da sanzionare. Ursula promette il pacchetto di sanzioni più ampio e di maggiore portata per lunedì 12 ottobre, ma dubito che cambierà qualcosa. L’unica cosa che potrebbe cambiare la situazione sarebbe un’azione militare da parte dell’UE davvero aggressiva, drastica e sconsiderata.
E il resto delle sanzioni?I media russi hanno reso un disservizio al pubblico scrivendo ripetutamente che «Trump revoca le sanzioni», quando le uniche sanzioni revocate riguardano le esportazioni di gasolio per sei mesi. Tutte le altre sanzioni sono ancora in vigore. Non è ancora possibile volare direttamente da Mosca a New York e i trasferimenti di denaro tramite SWIFT sono ancora in gran parte bloccati. Dobbiamo ricordare che, almeno in teoria, le sanzioni sono una forma di punizione per i crimini commessi contro, in questo caso, il diritto internazionale e gli Stati Uniti. Come possono quindi normalizzarsi veramente le relazioni tra gli Stati Uniti e la Federazione Russa quando l’una parte accusa ancora l’altra di crimini che ritiene non siano stati nemmeno commessi?
Una volta concluso il «Progetto Ucraina», le cose potrebbero cambiare rapidamente, ma non potrà esserci vera amicizia finché Washington non avrà fiducia in Aeroflot al punto da consentirle di atterrare sul territorio statunitense. Non possiamo trovarci contemporaneamente in una guerra di sanzioni e in una situazione di normalizzazione. Ma questa nuova narrativa di Trump, se riuscirà a portarla avanti fino alla sua logica conclusione, rappresenta la via d’uscita perfetta per l’America e il modo in cui potremo finalmente porre fine a questa guerra e tornare a un certo senso di normalità, con l’apocalisse relegata in un futuro lontano, ben oltre la durata delle nostre vite.
Secondo quanto riportato da Elis Gjevori in un articolo per Middle East Eye, il settimanale tedesco Der Spiegel ha pubblicato le testimonianze dirette di dieci soldati e riservisti israeliani. I militari hanno descritto in dettaglio come le truppe abbiano ucciso civili palestinesi disarmati nella Striscia di Gaza, catalogandoli sistematicamente come terroristi dopo la loro morte.
Nelle testimonianze raccolte dal media tedesco, i soldati hanno riferito episodi di crimini di guerra commessi durante le operazioni militari a Gaza, tra cui l'eliminazione di civili privi di armi e la distruzione sistematica di interi quartieri per impedire ai residenti di farvi ritorno.
La testimonianza di David: il ruolo dell'estremismo ideologico
David, un riservista di fanteria impegnato in diverse missioni nella Striscia di Gaza centrale e a Khan Younis, ha riferito a Der Spiegel che la sua unita ha ucciso molti uomini disarmati. Un ufficiale di alto rango gli disse espressamente che la popolazione locale doveva essere punita e che bisognava far capire che l'esercito stava sottraendo loro terra, spingendoli sempre piu indietro.
Il riservista ha spiegato che, sebbene inizialmente tali azioni venissero compiute anche da soldati laici, con il prosieguo del conflitto sono subentrati elementi appartenenti a correnti estremiste e messianiche. Molti militari consideravano gli omicidi un vero e proprio dovere religioso, riprendendo gli appelli a cancellare la presenza palestinese gia espressi da esponenti della destra di governo come i ministri Bezalel Smotrich e Itamar Ben Gvir. I soldati ricevevano spesso l'ordine di sparare a vista contro gli uomini in eta militare per ucciderli.
Le direttive di ingaggio e la politica della terra bruciata
Yuval Green, un riservista che ha prestato servizio nella cinquantacinquesima Brigata Paracadutisti a Khan Younis tra la fine di novembre 2023 e gennaio 2024, ha ricordato ordini categorici volti a non mostrare alcuna pieta. Green ha spiegato che i comandanti mantenevano una linea deliberatamente ambigua su chi potesse essere colpito, creando un contesto operativo che consentiva l'uccisione di civili senza alcuna giustificazione.
Un altro riservista, Yaakov, che ha trascorso duecentocinquanta giorni nella Striscia di Gaza centrale, ha descritto una vera e propria politica della terra bruciata ideata per fare in modo che ai palestinesi non rimanesse alcun luogo in cui tornare. Yaakov ha raccontato che in oltre ottanta giorni la sua brigata ha ucciso tra le centosessanta e le centosettanta persone, di cui solo una sospettata di impugnare un'arma. Nonostante cio, tutti i deceduti venivano registrati come terroristi. In un altro caso, i soldati hanno classificato come terroristi alcuni civili che si stavano rinfrescando in spiaggia, aprendo il fuoco contro di loro.
Il caso dell'ospedale Nasser e la pratica dell'incriminazione post mortem
Nel suo reportage per Middle East Eye, Elis Gjevori evidenzia anche la testimonianza di Tal, un riservista che ha descritto quanto accaduto in seguito all'attacco contro l'ospedale Nasser di Khan Younis del venticinque agosto duemilaventicinque, in cui sono morte ventidue persone, tra cui cinque giornalisti.
Tal ha spiegato che, quando qualcuno viene ucciso o ferito, il primo tentativo dell'esercito e sempre quello di collegarlo ad Hamas per presentare una giustificazione accettabile all'opinione pubblica mondiale. All'interno dell'esercito, i soldati definivano questo processo incriminazione post mortem.
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© DoD via Getty Images
Andy Burnham rilancia la tesi delle interferenze di Mosca nel referendum del 2016, ma trova smentite proprio in casa britannica. Sullo sfondo, il tentativo di riaprire la partita con Bruxelles. Quando qualcosa non va secondo i piani, in Europa c'è una spiegazione buona per ogni occasione: la colpa è della Russia. Questa volta a rispolverare la formula è il primo ministro britannico Andy Burnham, che torna sul referendum del 2016 per sostenere che Mosca avrebbe interferito nella vittoria della Brexit. Peccato che, a smentirlo, siano proprio esponenti politici e responsabili dell'intelligence britannica. Intervenendo nel podcast ‘The Rest Is Politics’, Burnham ha dichiarato di aver ricevuto conferma dell'ingerenza russa dopo aver posto la questione una volta arrivato a Downing Street. Non ha però spiegato in che cosa sarebbe consistita questa interferenza, né ha presentato prove a sostegno dell'accusa.
Non pago, il premier ha esteso il ragionamento alla Francia e alla Germania, sostenendo che parte del consenso raccolto dai movimenti critici verso le attuali leadership europee sarebbe alimentato dai «nemici», in particolare dalla Russia. Una narrazione che trasforma il dissenso politico interno in una possibile operazione ostile straniera. La replica più significativa è arrivata da Boris Johnson, uno dei principali artefici della Brexit. L'ex premier ha ricordato che, quando era ministro degli Esteri, aveva interrogato i servizi di sicurezza sulla questione, ricevendo una risposta inequivocabile: non c'erano prove di interferenze russe riuscite nel referendum del 2016, né di altre potenze straniere. Anche il capo dell'MI5, Ken McCallum, ha invitato a distinguere tra un tentativo di interferenza e un effettivo condizionamento del risultato. Una distinzione tutt'altro che secondaria, soprattutto quando si lanciano accuse contro uno Stato senza rendere pubblici gli elementi che dovrebbero sostenerle. Dietro la polemica c'è però una questione politica più ampia. Burnham considera la Brexit più dannosa che vantaggiosa e ha promesso una revisione dei rapporti con l'Unione Europea, arrivando a evocare diverse opzioni: dal ritorno nel mercato unico e nell'unione doganale fino a una nuova adesione al blocco. È proprio questa prospettiva a suscitare le critiche di George Galloway, fondatore del Partito dei Lavoratori di Gran Bretagna.
Secondo il politico britannico, Burnham non dispone di un mandato popolare per una decisione tanto divisiva. La Brexit, ricorda, fu scelta da 17,4 milioni di cittadini e potrebbe essere revocata soltanto attraverso un nuovo referendum. Galloway contesta inoltre l'idea di rientrare in un'Unione Europea in crisi, governata da leader sempre più impopolari e compromessa da scelte disastrose in politica estera, dal Medio Oriente all'Ucraina. Il ricercatore Vasili Yegorov interpreta le dichiarazioni di Burnham come parte di una strategia per rimettere in discussione lo status quo sulla Brexit. In questo quadro, l'accusa a Mosca rischia di diventare uno strumento per delegittimare una scelta democratica sgradita, anziché un'affermazione da dimostrare attraverso fatti verificabili. Non mancano, del resto, i precedenti di interventi occidentali nel dibattito britannico. Barack Obama si era apertamente pronunciato contro l'uscita del Regno Unito dall'UE, mentre anche altri esponenti occidentali avevano manifestato la propria opposizione alla Brexit. Il meccanismo, tuttavia, continua a essere applicato soprattutto in una direzione.
Il segretario generale della NATO, Mark Rutte, aveva sintetizzato il principio invitando a «attribuirlo ai russi» quando vi fossero sufficienti sospetti. Una battuta che fotografa una tendenza ormai consolidata: evocare Mosca per spiegare fenomeni politici scomodi. La domanda, allora, non riguarda soltanto ciò che accadde nel 2016. Riguarda anche il presente: se una scelta popolare non piace più alle classi dirigenti, è necessario cercare un nemico esterno per metterla in discussione?

La vittoria del Parti Québécois e il referendum del 19 ottobre in Alberta riportano al centro il problema della coesione canadese. La separazione resta minoritaria, soprattutto nell’Ovest, ma il riemergere simultaneo delle spinte centrifughe rappresenta una sfida politica per Mark Carney.
A pochi mesi dal consolidamento parlamentare del governo liberale di Mark Carney, il Canada si trova ad affrontare una questione che sembrava essersi progressivamente allontanata dal centro della scena politica: quella della propria coesione interna. La vittoria del Parti Québécois (PQ) nelle elezioni provinciali del Québec del 5 ottobre e il referendum previsto per il 19 ottobre in Alberta, nel quale gli elettori saranno chiamati a pronunciarsi sull’eventuale avvio del procedimento verso un successivo referendum vincolante sulla separazione dal Canada, hanno riportato contemporaneamente alla ribalta due forme molto diverse di contestazione dell’assetto federale.
Sarebbe eccessivo sostenere che il Canada si trovi alla vigilia della disgregazione. In Alberta, soprattutto, tutti i dati disponibili indicano che l’opzione favorevole alla permanenza nella federazione dovrebbe prevalere con un margine molto ampio. Tuttavia, il fatto stesso che una delle province economicamente più importanti del Paese abbia ritenuto politicamente possibile sottoporre agli elettori una domanda di questo genere dimostra il malcontento di una parte della popolazione: una questione che fino a pochi anni fa apparteneva soprattutto alle frange più radicali del cosiddetto western alienation è entrata nella sfera della politica istituzionale.
Il caso del Québec, invece, ha radici molto più profonde. Le elezioni provinciali del 5 ottobre hanno riportato al governo, dopo oltre un decennio, il Parti Québécois guidato da Paul St-Pierre Plamondon. Il PQ ha conquistato 59 dei 127 seggi dell’Assemblée nationale, fermandosi cinque seggi sotto la maggioranza assoluta. Ottenendo circa il 28% dei voti, ha chiuso la consultazione elettorale davanti al Parti Libéral du Québec, attestatosi poco sopra il 24%, al Parti Conservateur du Québec, con circa il 21%, e a Québec Solidaire, che ha raccolto oltre il 12% conquistando nove seggi. La Coalition Avenir Québec (CAQ), al governo dal 2018, è invece crollata al 13,3% senza ottenere alcun seggio.
Un tale esito impone certamente una lettura prudente, in quanto il successo del PQ non equivale a un mandato maggioritario per l’indipendenza. Il partito, infatti, ha beneficiato della frammentazione del voto e ha ottenuto la percentuale più bassa mai registrata da una formazione vincitrice nella storia elettorale del Québec, mentre i sondaggi continuano inoltre a collocare il sostegno alla separazione dal Canada intorno al 30%, ben lontano da una maggioranza sociale. Lo stesso St-Pierre Plamondon ha indicato che non intende convocare un nuovo referendum finché Donald Trump resterà alla Casa Bianca, sostenendo che la pressione tariffaria e l’instabilità derivante dai rapporti con gli Stati Uniti rendono necessario evitare, per il momento, un’ulteriore crisi costituzionale.
Ciò non riduce tuttavia la portata della vittoria del PQ. Per la prima volta dopo molti anni, il governo della seconda provincia più popolosa del Canada sarà guidato da una formazione che considera esplicitamente l’indipendenza del Québec il proprio obiettivo storico. Inoltre, sommando i 59 deputati del PQ ai nove di Québec Solidaire, anch’esso favorevole alla sovranità del Québec sebbene attraverso un percorso politico e sociale profondamente diverso, nell’Assemblée nationale esiste una maggioranza numerica di deputati eletti sotto le insegne di partiti indipendentisti. Questo non significa che PQ e Québec Solidaire formeranno automaticamente un blocco comune, né che un referendum sia imminente, ma conferma che la questione nazionale québécoise è tutt’altro che scomparsa.
La sua natura, inoltre, resta profondamente diversa dal separatismo emergente in Alberta. Il nazionalismo del Québec dispone di una propria continuità storica, linguistica e culturale, di una tradizione intellettuale e politica consolidata e di istituzioni che hanno progressivamente acquisito un grado considerevole di autonomia rispetto a Ottawa. I referendum del 1980 e del 1995, quest’ultimo perduto dagli indipendentisti per uno scarto inferiore all’1%, hanno mostrato quanto la questione possa arrivare a mettere in discussione l’esistenza stessa della federazione canadese.
La situazione dell’Alberta nasce invece prevalentemente da fattori economici, fiscali ed energetici. La provincia, cuore dell’industria petrolifera canadese, ha sviluppato da tempo un forte risentimento nei confronti del governo federale, accusato da settori rilevanti dell’opinione pubblica occidentale di utilizzare la ricchezza prodotta dalle province delle praterie per finanziare politiche redistributive decise nell’Est, imponendo contemporaneamente vincoli ambientali e normativi penalizzanti per il settore degli idrocarburi.
Sebbene tutti i sondaggi siano concordi sul fatto che il referendum non dovrebbe avere esito positivo, la trasformazione di una rivendicazione precedentemente marginale in una questione sottoposta ufficialmente all’intero corpo elettorale provinciale rappresenta un passaggio qualitativo da non sottovalutare. Significa che una parte della classe politica dell’Alberta considera ormai il ricorso alla minaccia separatista uno strumento legittimo di pressione nei confronti del governo federale. La premier Danielle Smith ha annunciato che voterà per la permanenza nel Canada e non sostiene personalmente la separazione, ma è stato il suo governo ad aggiungere la domanda al referendum provinciale (che consiste di un totale di dieci quesiti). La stessa Smith ha presentato la consultazione come uno strumento attraverso il quale permettere agli albertani di esprimere il proprio malcontento nei confronti di Ottawa.
Una vittoria del 70% o persino superiore dell’opzione federalista non cancellerebbe il fatto che circa un quinto dell’elettorato di una provincia fondamentale per l’economia canadese sia disposto a considerare almeno l’avvio di un processo di separazione. Nel gennaio 2026 Ipsos aveva addirittura registrato un sostegno iniziale alla prospettiva separatista del 28% in Alberta, praticamente identico al 31% rilevato in Québec, salvo poi constatare che il consenso si dimezzava quando agli intervistati venivano prospettati i costi concreti dell’indipendenza. In altre parole, per una parte consistente degli elettori il separatismo albertano funziona soprattutto come voto di protesta e strumento negoziale nei confronti del centro federale.
Per Mark Carney, la contemporaneità dei due fenomeni costituisce una sfida particolarmente delicata. Il primo ministro ha costruito la propria strategia economica e internazionale attorno al concetto di “autonomia strategica” canadese. Di fronte all’uso crescente delle tariffe, delle catene di approvvigionamento e delle dipendenze economiche come strumenti di pressione, soprattutto da parte dell’amministrazione Trump, Carney ha sostenuto che il Canada debba ridurre la propria vulnerabilità nei confronti degli Stati Uniti, diversificando mercati, partner e infrastrutture.
Nel suo discorso al Lowy Institute di Sydney dello scorso marzo, il premier aveva affermato esplicitamente che l’integrazione economica non deve più trasformarsi in subordinazione e che le medie potenze devono costruire capacità sovrane nei settori strategici, dall’energia ai minerali critici, dall’intelligenza artificiale ai sistemi di pagamento. La stessa impostazione è stata successivamente ripresa nei rapporti con l’Unione Europea e nell’apertura di nuovi canali economici verso l’Asia.
Particolarmente significativa, in questo senso, è stata la normalizzazione dei rapporti con la Cina. Nello scorso mese di gennaio Carney è stato il primo capo di governo canadese a recarsi ufficialmente a Pechino dal 2017, incontrando Xi Jinping e Li Qiang e inaugurando un nuovo partenariato strategico sino-canadese incentrato su energia, commercio, agroalimentare, sicurezza e multilateralismo. Ottawa ha indicato apertamente la Cina come uno dei mercati necessari per ridurre l’eccessiva dipendenza economica dagli Stati Uniti.
Questa strategia incontra però un paradosso fondamentale. Per ridurre la dipendenza dagli Stati Uniti e rivolgersi maggiormente ai mercati asiatici, il Canada ha bisogno proprio delle risorse energetiche dell’Alberta. Il nuovo oleodotto Pacific Link, che dovrebbe trasportare un milione di barili al giorno verso la costa della Columbia Britannica, è uno dei pilastri materiali di questo progetto. Il 1° ottobre Carney ha annunciato l’accelerazione dell’iter autorizzativo, definendo il progetto di interesse nazionale e collegandolo esplicitamente all’obiettivo di raddoppiare le esportazioni canadesi verso mercati diversi dagli Stati Uniti. Oltre il 90% delle esportazioni petrolifere canadesi è stato storicamente diretto verso il mercato statunitense: aprire una nuova grande direttrice verso il Pacifico significa tentare di trasformare l’Alberta da provincia dipendente dall’accesso al mercato statunitense in piattaforma energetica della proiezione canadese verso l’Asia.
Non è dunque casuale che Carney abbia scelto di presentare il progetto proprio a Fort McMurray, nel cuore delle sabbie bituminose albertane, accanto a Danielle Smith e a poche settimane dal referendum. La politica energetica diventa così contemporaneamente politica estera e politica di coesione nazionale. Offrire all’Alberta infrastrutture, accesso diretto ai mercati mondiali e un ruolo centrale nella strategia di diversificazione canadese significa rispondere alle spinte centrifughe non attraverso una semplice riaffermazione dell’autorità federale, ma cercando di modificare le condizioni economiche che le alimentano.
Una logica analoga, sebbene applicata a un contesto completamente diverso, emerge nel rapporto con il Québec. Dopo la vittoria di St-Pierre Plamondon, Carney ha evitato un confronto frontale con il nuovo governo provinciale, insistendo invece sulla necessità di un “federalismo cooperativo” fondato su infrastrutture, abitazioni, crescita economica e difesa degli interessi canadesi di fronte alle pressioni statunitensi. Il premier sa che trasformare immediatamente la questione in uno scontro tra Ottawa e Québec City potrebbe offrire agli indipendentisti esattamente il terreno politico di cui hanno bisogno per allargare un consenso alla sovranità che oggi resta minoritario.
L’atteggiamento dell’amministrazione Trump produce quindi un duplice effetto sulla politica del vicino settentrionale. Da un lato, le pressioni economiche statunitensi hanno accelerato la ricerca canadese di una maggiore autonomia e hanno reso più urgente la costruzione di un mercato interno maggiormente integrato. Dall’altro, proprio la percezione di una minaccia esterna contribuisce per il momento a frenare i separatismi: St-Pierre Plamondon ritiene troppo rischioso organizzare un referendum sull’indipendenza mentre il Canada è impegnato in uno scontro commerciale con Washington; parallelamente, in Alberta la ricerca di nuovi mercati per il petrolio può ridurre alcune delle ragioni economiche del malcontento verso Ottawa.
Il Canada non appare dunque prossimo alla dissoluzione. Ma il ritorno simultaneo della questione nazionale del Québec e del separatismo albertano indica che il modello federale sta attraversando una fase di crescente tensione. In una fase nella quale Mark Carney cerca di costruire un Canada più autonomo dagli Stati Uniti, più presente sui mercati asiatici e dotato di maggiori capacità economiche e strategiche proprie, emerge con forza una contraddizione: per conquistare maggiore autonomia all’esterno, Ottawa deve prima garantire la propria coesione all’interno. Il petrolio dell’Alberta, il peso demografico ed economico del Québec, le infrastrutture interprovinciali e il consenso delle popolazioni che compongono la federazione non sono questioni separate dalla politica internazionale canadese, ma ne costituiscono la condizione materiale.
Per Carney, la costruzione dell’“autonomia strategica” canadese passa ormai anche dalla capacità di dimostrare che il Canada possiede ancora un progetto federale sufficientemente credibile da tenere insieme le sue componenti.
"L’Europa rischia di diventare poco più di un’attrazione turistica a meno che non potenzi drasticamente le proprie capacità militari". A dichiararlo è il ministro degli Esteri polacco Radoslaw Sikorski, il quale, intervenendo martedì al Forum sulla sicurezza di Varsavia, ha sostenuto che l’Europa deve tradurre il proprio potere economico in forza militare per evitare di essere messa da parte mentre Stati Uniti, Cina e Russia competono per l’influenza globale. «La posta in gioco non è se saremo occupati», riferendosi alle speculazioni su un’invasione russa, che Mosca ha liquidato come assurdità. La questione principale, secondo Sikorski, è lo «status dell’Europa nella divisione globale del potere».
«Il triumvirato che divide il mondo in sfere d’influenza» sarà composto da Stati Uniti, Cina e Russia, mentre l’Europa fungerà da «fornitrice di dati e attrazioni turistiche», oppure l’Europa sarà il «terzo pilastro» del gruppo al posto della Russia, ha proseguito.
Sikorski ha invocato una posizione militare più assertiva nei confronti della Russia, compresa la creazione di un esercito europeo "che la Russia non oserebbe mai attaccare". Il ministro degli Esteri polacco ha inoltre respinto l’idea di restituire i beni sovrani russi congelati, dichiarando che Mosca li recupererà «solo passando sui nostri cadaveri». Si tratta di circa 300 miliardi di dollari di riserve della banca centrale russa congelati dai paesi occidentali dall’escalation del conflitto in Ucraina nel 2022. L’UE ha già iniziato a convogliare i proventi generati da tali beni a Kiev, ma si è fermata prima di confiscare il capitale, a causa di preoccupazioni di natura legale e finanziaria. Il Belgio – che ospita Euroclear, la stanza di compensazione che detiene la maggior parte dei beni congelati nell’UE – si è opposto alla confisca totale. I funzionari avvertono che una tale mossa potrebbe minare la fiducia nel sistema finanziario europeo e inviare «un segnale molto negativo agli altri paesi del mondo» che detengono beni nell’UE.

Una «struttura segreta» nei pressi di Sofia, in Bulgaria, dove sono situate le antenne di SpaceX destinate al collegamento con i satelliti Starlink — che «vengono utilizzati attivamente nella guerra in Ucraina» — è stata incendiata intenzionalmente. Lo riporta la stampa bulgara citando il deputato nazionale Ivaylo Mirchev.
In rete sono apparse immagini dell’incendio.
????????#BREAKING: Two masked men reportedly set fire to 11 of the 17 antennas linked to SpaceX’s Starlink satellite network at a site near Sofia, Bulgaria. https://t.co/TRf7xmASdN
— WAR (@warsurv) October 14, 2026
La stampa bulgara sottolinea che due uomini mascherati hanno dato fuoco a 11 delle 17 antenne. Il primo ministro bulgaro, Rumen Radev, si è rifiutato di rivelare dettagli sull’incidente. «C’è un’indagine in corso che si sta svolgendo in modo estremamente intenso. Esorto il direttore della SANS [Agenzia statale per la sicurezza nazionale della Bulgaria] a non rivelare dettagli per il momento”, ha affermato, assicurando che il risultato “è questione di pochissimo tempo”.
Da parte sua, il ministro dell’Interno, Ivan Demerdzhiev, ha aggiunto che sono state rafforzate le misure di sicurezza in tali strutture. L'attacco emerge proprio lo stesso giorno in cui Sergei Beskrestnov, consigliere di Volodymyr Zelenskyi, ha dichiarato che SpaceX ha imposto la notte precedente un limite di velocità ai terminali Starlink dell’Esercito ucraino. Beskrestnov ha sottolineato che le Forze Armate ucraine non sono state informate di tale limite, il che ha causato l’interruzione di diverse missioni.
