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Brazilian Court Gives Meta 24 Hours to Prove Equal Treatment of Presidential Campaigns

Magistrate Bellizze warns daily fine could double to about US$185,000 if Meta fails to comply.

On Monday, the Brazilian Superior Electoral Tribunal gave the technology company Meta a 24-hour deadline to demonstrate that the campaigns of the two presidential candidates, Luiz Inacio Lula da Silva and Flavio Bolsonaro, are receiving equal treatment on Facebook, Instagram and WhatsApp.

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Magistrate Marco Aurelio Bellizze warned that if Meta does not demonstrate that it has complied with the equity measures previously ordered, the court will double the planned daily fine to about US$185,000 until the end of the runoff that will take place on Oct. 25.

His decision comes after both campaigns went to court to denounce that their political content is being harmed by Meta’s platforms and to accuse the company of favoring its rival.

This discriminatory treatment has been particularly notable against the campaign of President Lula da Silva, according to denunciations by militants of the Workers’ Party.

More generally, Brazilians have confirmed that Meta-controlled social networks have imposed limitations on the advertising boost of the leftist candidacy and have selectively restricted the dissemination of posts linked to Lula and his supporters.

Esto es un escándalo por el que tendría que responder Zuckerberg
La periodista Daniela Lima muestra en directo como la IA de Meta favorece la campaña de Bolsonaro creando imágenes de "Flavio 22", y con las mismas instrucciones se niega a hacerlas de "Lula 13". pic.twitter.com/SGb5NjStcR

— Julián Macías Tovar (@JulianMaciasT) October 14, 2026

The text reads, “This is a scandal for which Zuckerberg would have to answer. Journalist Daniela Lima shows live how Meta’s AI favors Bolsonaro’s campaign by creating images of ‘Flavio 22,’ and with the same instructions refuses to make images of ‘Lula 13’.”

Last week, Judge Bellizze determined that Meta offer equal treatment to both candidates in a decision that was endorsed on Friday by the entire electoral tribunal.

In Monday’s decision, the magistrate stated that there are still not enough elements to conclude that Meta deliberately manipulated the distribution of content, but he considered that the multinational has not satisfactorily demonstrated compliance with all previous orders.

Bellizze also questioned that Meta has assumed the authority to modify the deadlines set by the Court, since it requested more time to comply.

Among the court’s demands on Meta are explanations about recommendation systems, the review of ads from both candidacies, the identification of those responsible for political advertising and the measures adopted against possible networks of inauthentic profiles.

The new decision comes after Meta last week denied any interference in the Brazilian elections and rejected accusations of favoring a candidate. The company attributed the problems denounced by the Lula campaign to technical incidents and assured that its systems do not classify or distribute content based on political ideology.

teleSUR/ JF

Source: EFE

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Meta tem 24h para comprovar tratamento igualitário a Lula e Flávio

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deu prazo de 24 horas para que a Meta comprove que suas plataformas digitais oferecem tratamento igualitário às campanhas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do senador Flávio Bolsonaro (PL), candidatos que disputam o segundo turno da eleição presidencial. A determinação foi feita pelo ministro Marco Aurélio Bellizze nesta segunda-feira (19), após o magistrado considerar insuficientes as explicações apresentadas pela empresa.

A Meta, responsável pelo Instagram, Facebook e WhatsApp, poderá ter a multa diária elevada de R$ 500 mil para R$ 1 milhão caso não cumpra o novo prazo. Segundo Bellizze, a empresa não demonstrou satisfatoriamente que adotou as medidas exigidas pela Justiça Eleitoral para impedir favorecimento ou prejuízo artificial a qualquer uma das candidaturas.

Na decisão, o ministro criticou a tentativa da companhia de estabelecer prazos próprios para responder às determinações judiciais, além da apresentação de relatórios em inglês e documentos que, segundo ele, não esclareciam adequadamente as providências adotadas.

“Incumbe às partes cumprir com exatidão as decisões judiciais, e não criar embaraços à sua efetivação”, escreveu Bellizze.

A cobrança ocorre depois que o plenário do TSE confirmou, na sexta-feira (16), a decisão que obriga a Meta a assegurar condições equivalentes às duas campanhas em seus sistemas de distribuição de conteúdo, recomendação e inteligência artificial.

Denúncia partiu da campanha de Lula

O caso chegou ao tribunal após a campanha de Lula denunciar supostas restrições à circulação de publicações relacionadas ao presidente nas plataformas da Meta. Os advogados do petista alegaram que os conteúdos da candidatura alcançavam menos usuários, enquanto o perfil de Flávio Bolsonaro aparecia em recomendações automáticas.

Outro ponto questionado foi o comportamento da Meta AI, ferramenta de inteligência artificial disponível no WhatsApp. Segundo a representação apresentada pela campanha de Lula, o sistema se recusava a produzir materiais eleitorais favoráveis ao presidente, mas atendia a solicitações semelhantes envolvendo o senador.

Mensagens internas da empresa obtidas pela Folha de S.Paulo também apontaram problemas que teriam prejudicado contas ligadas a Lula. Os registros mencionam restrições ao impulsionamento de publicações e a recomendação algorítmica do perfil de Flávio.

A Meta atribuiu os episódios a falhas técnicas e negou que tenha favorecido deliberadamente um dos candidatos. Em manifestação divulgada anteriormente, a empresa afirmou que os problemas não se restringiam ao Brasil e faziam parte de dificuldades técnicas de alcance global.

O que a decisão proíbe

A determinação do TSE impede que a Meta reduza artificialmente o alcance de conteúdos político-eleitorais relacionados a Lula ou Flávio. A proibição inclui alterações na distribuição das publicações, retirada de recomendações, restrições aos resultados de busca e mudanças de métricas que possam prejudicar uma das candidaturas.

A empresa também deverá aplicar critérios equivalentes às duas campanhas em suas ferramentas de inteligência artificial. A ordem busca impedir que os sistemas ofereçam respostas diferentes a solicitações semelhantes em razão do candidato envolvido.

O ministro ressaltou que a apresentação de informações sobre a ausência de comportamento inautêntico coordenado não substitui a obrigação de demonstrar quais medidas foram efetivamente adotadas para cumprir a decisão judicial.

Estudos apontam anúncios eleitorais irregulares

A discussão sobre a atuação das plataformas digitais ocorre em meio a outras denúncias envolvendo publicidade política na internet.

Um estudo da organização britânica Eko, divulgado em setembro, apontou que a Meta aceitou anúncios políticos direcionados ao público brasileiro, pagos por uma conta sediada nos Estados Unidos. Segundo a pesquisa, as peças utilizavam inteligência artificial sem a identificação exigida e apresentavam informações eleitorais falsas.

Outro levantamento, realizado pelo NetLab, laboratório de estudos de internet e redes sociais da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), identificou anúncios políticos considerados irregulares no país e financiados a partir do exterior.

A decisão do TSE não representa, por si só, uma conclusão definitiva de que a Meta tenha interferido deliberadamente na eleição em favor de Flávio Bolsonaro. A empresa nega favorecimento, e o tribunal exige que ela demonstre o cumprimento das regras de igualdade entre as candidaturas.

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TSE dá 24 horas para Meta dar informações sobre igualdade de campanhas

Logo Agência Brasil

O ministro Marco Aurélio Bellizze, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), deu 24 horas para que a empresa Meta - responsável por plataformas como Facebook, Instagram e WhatsApp - comprove a adoção de medidas de isonomia na distribuição de posts políticos e na veiculação de anúncios de campanha, em meio ao segundo turno da corrida presidencial. 

A medida foi tomada depois de a Meta não cumprir um prazo inicial de 72 horas para apresentar as informações. 

Notícias relacionadas:

Na semana passada, o TSE atendeu a um pedido da campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, candidato à reeleição, para que a Meta fosse obrigada a se explicar. 

A coligação Brasil Pronto pra Mais, de apoio a Lula, apresentou dados segundo os quais a Meta estaria desfavorecendo conteúdos do campo político de Lula e dando destaque ao campo adversário, infringindo a legislação eleitoral. Outra queixa está numa possível desigualdade no impulsionamento de anúncios pagos. 

A campanha do presidenciável Flávio Bolsonaro também ingressou com reclamação semelhante no TSE. 

Na última sexta-feira (16), o plenário do TSE manteve uma primeira decisão de Bellizze, que ordenou à Meta o tratamento isonômico imediato das campanhas em suas plataformas. A multa diária por descumprimento, caso a empresa não demonstre a adoção de medidas que garantam a exposição igualitária das campanhas, foi estipulada em R$ 500 mil.

Nesta segunda (19), Bellizze proferiu nova decisão, determinando o envio das informações em 24 horas, e elevou a multa para R$ 1 milhão.  O ministro elencou os seguintes pontos a serem esclarecidos: 

Como funcionam os sistemas de recomendação de posts nas plataformas;

Dados sobre o alcance dos anúncios das duas candidaturas que disputam o segundo turno; 

Apresentação de investigações sobre possíveis redes de perfis inautênticos; 

Informações sobre conteúdos que deveriam receber identificação por terem sido produzidos ou alterados sinteticamente.

Outro lado

Após o PT denunciar as falhas, a Meta declarou que a recomendação de candidatos foi proibida, conforme determinação do TSE. A plataforma também informou que tomou medidas adicionais para restringir as recomendações.

“Em cumprimento às regras eleitorais do Brasil, nós proibimos temporariamente a recomendação de candidatos ou a geração de imagens deles. Tomamos medidas adicionais para que comandos usando apenas o primeiro nome dos candidatos e seu número nas urnas também não produzam imagens”, afirmou a empresa.

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Perché le proteste dei giovani hanno ragione di esistere

Da troppi anni insegno agli adulti, detenuti a Rebibbia per di più: altra tipologia di questioni e problemi. Il mondo dei giovani mi arriva solo attraverso i miei due figli adolescenti. Ne so comunque abbastanza da comprenderne alcune istanze e soprattutto le ragioni delle proteste che stanno infiammando le piazze in questi giorni. I nostri ragazzi stanno loro malgrado ereditando un mondo che non meritano.

Prima di tutto c’è il problema climatico e più in generale ambientale: in pochi anni abbiamo trasformato il pianeta rendendolo inospitale, con sempre più frequenti minacce di squilibri, lunghe siccità interrotte da improvvise inondazioni. Con il paradosso che le località turistiche di montagna chiedono risarcimenti per calamità naturali per mancanza di neve per poi, dopo poche settimane, essere sommerse da precipitazioni eccezionali fuori stagione e chiedere quindi… lo stato di calamità naturale. Le città delle nostre zone, che erano dette “temperate”, si avviano a diventare per un periodo estivo sempre più lungo invivibili senza aria condizionata, come negli Emirati. Questo vale soprattutto laddove non ci si attrezza con la piantumazione di alberi e anzi si procede con potature e tagli incondizionati, prediligendo ancora il cemento al verde.

Noi abbiamo avuto la fortuna di assistere al meraviglioso alternarsi di stagioni nette e definite ma la nostra cupidigia, la ricerca di benessere alimentato da consumi incuranti dei limiti naturali consegna ai figli un mondo impazzito, di eterne mezze stagioni imprevedibili.

Il nostro vecchio e malandato Occidente è, per la prima volta da diversi secoli, in ritardo incolmabile rispetto ad altri contesti più dinamici. Le democrazie di cui ci siamo fatti fautori e addirittura esportatori mostrano evidenti problemi nella selezione delle classi dirigenti e, oggi, un giovane che vuole mettere a frutto le proprie competenze trova maggiori opportunità lontano da casa. Abbiamo lasciato le leve del comando nelle pessime mani di esaltati squilibrati deliranti incompetenti, spesso disonesti e inaffidabili. Chi fa affari su di noi si diverte a dividerci su questioni di marginale importanza ma di facile presa.

Ci ritroviamo un sistema dei prezzi insostenibile, un costo della vita per nulla commisurato alla dinamica dei salari reali. Nel settore turistico, ad esempio, si sta delineando un’offerta, dagli hotel agli stabilimenti balneari e anche la semplice ristorazione che sempre meno persone del posto possono permettersi, con una classe media falcidiata da ogni direzione.

Eravamo cresciuti in un sistema inconsapevolmente dorato in cui, per citare il grandissimo Guccini, il figlio di una casalinga e un impiegato poteva permettersi di accedere al massimo livello degli studi ed “esser della razza sua il primo che ha studiato”. La famiglia monoreddito poteva comprare casa e arredarla di tutti gli elettrodomestici. Nonostante si lavorasse mezza giornata e si andasse in pensione piuttosto presto, ci sembrava naturale, persino ovvio aspettarsi che i figli dovessero e potessero aspirare a una condizione migliore dei padri. Oggi non può essere così, se non per pochissimi più attrezzati o fortunati.

Scuola, studi universitari, sanità, servizi erano per tutti, alla portata di tutti. Oggi prevale il modello americano privato a pagamento, in cui solo chi sa nuotare può salvarsi. Nelle scuole, non solo quelle in carcere, si tende a prediligere la formazione professionale, il collegamento con il mondo del lavoro, cioè con le imprese pronte ad avvalersi di stagisti e manovalanza a basso costo e senza garanzie. In tema di diritti dei lavoratori c’è stato un evidente regresso rispetto alle condizioni dettate dallo Statuto negli anni Settanta.

Le nostre scuole, dalle elementari alle superiori, con le eccellenze dei licei (quelli veri) e le università statali, al contrario, formavano coscienze critiche e cervelli spendibili nei migliori modi e posti, in patria e fuori. Avevamo media e tv che, con i relativi limiti, puntavano a formare e informare, non a inebetire.

Oltre a una vita mediamente agiata in casa, molti di noi potevano permettersi avvincenti vacanze all’estero. Prima della destabilizzazione del Medio Oriente da parte dei nostri Alleati, potevamo fare interessanti viaggi in città fantastiche, ricche di storia e di cultura come Beirut, Damasco, Aleppo, Sanaa, Isfahan. Oggi quegli stessi luoghi sono tetri teatri di guerra in cui i giovani rischiano piuttosto di finire come carne da macello a combattere contro chissà quale nemico immaginario evocato dai nostri prodi governanti che vedono la propria unica ragione d’essere in un folle riarmo, talmente dispendioso da compromettere qualsiasi altra spesa sociale. Qualcuno vorrebbe chiamare la leva militare in guerra nella stessa Crimea dove noi andavamo in vacanza.

Anche nei fenomeni meno importanti, di “costume”, lo squilibrio generazionale è evidente: noi abbiamo avuto la fortuna di essere contemporanei dei grandi geni della musica rock e d’autore, destinati a fornire materiale classico a quanti, nella gran massa, non vanno tanto oltre la produzione di trap. Nello sport, noi avevamo il campionato di calcio più bello in assoluto, in cui militavano i migliori giocatori di ogni nazionalità anche in squadre di mezza classifica; i nostri azzurri arrivavano in finale del mondiale, vincendone ben due, uno più esaltante dell’altro.

I ragazzi di oggi non hanno mai avuto l’opportunità di assistere neanche alla partecipazione della nostra Nazionale, eliminata da una Macedonia o una Bosnia che all’epoca neanche esistevano come Stati.

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Ballottaggio in Brasile, i giudici fermano Meta e danno ragione a Lula: “Garantire parità nell’algoritmo per i post social”

Arriva l’altolà del Tribunale supremo elettorale (Tse) a Meta. In vista del ballottaggio di domenica 25 ottobre alle presidenziali brasiliane, il colosso dei social dovrà garantire condizioni neutre e parità algoritmica nella diffusione dei contenuti relativi ai candidati Flávio Bolsonaro e Luiz Inácio ‘Lula’ da Silva, presidente uscente, che – attraverso i legali del Partito dei lavoratori – aveva denunciato la multinazionale Usa per “trattamento disuguale nella generazione e distribuzione di contenuti politici” e “ingiustificate riduzioni di visibilità“.

La decisione, redatta dal ministro del Tse Marco Aurélio Bellizze, impone a Meta il divieto di “restringere ingiustificatamente la distribuzione di contenuti politico-elettorali” in favore o contro le candidature in campo. Altri limiti riguardano anche Meta AI, i cui strumenti non potranno “esprimere opinioni, indicare preferenze elettorali, raccomandare il voto o porre in essere qualsiasi forma di favoreggiamento o svantaggio politico elettorale”. Il Tse ha inoltre imposto a Meta una multa giornaliera di 500mila reais, cioè 81mila euro, in caso di inadempimento.

Le segnalazioni inascoltate

In una nota ufficiale, il gruppo di Mark Zuckerberg ha respinto “categoricamente qualsiasi affermazione di parzialità deliberata contro la campagna del presidente Luiz Inácio Lula Da Silva”. Secondo l’azienda che controlla Facebook, Instagram, WhatsApp e Threads, i danni recati alla campagna di Lula sono stati causati da “un errore sistemico involontario a livello globale che ha temporaneamente colpito diversi inserzionisti”. In realtà, le irregolarità erano note ai dipendenti di Meta in Brasile, che avevano già classificato alcuni incidenti come “gravi”, poiché esigevano “attenzione urgente”, ma i superiori di Menlo Park avrebbero snobbato l’allarme. A tale riguardo, il quotidiano Folha de São Paulo ha svelato diverse chat in cui i dipendenti di Meta accusavano i colleghi Usa di aver “sottovalutato l’urgenza politica della situazione”, definita “anomala” e ad “alta probabilità” di un’azione giudiziaria.

Il sabotaggio anti-Lula

Del resto, la versione di Meta non regge il confronto con i reiterati episodi documentati dal team legale di Lula, tra cui l’improvvisa disabilitazione dell’account pubblicitario su Facebook e Instagram, il blocco delle sponsorizzazioni di post elettorali (permesse invece a Bolsonaro) e la scomparsa sistematica del profilo ufficiale del presidente uscente e di altri esponenti della sinistra dai risultati di ricerca su Instagram. Questi schemi relegano in secondo piano anche recenti notizie positive, come l’accorciamento della settimana lavorativa e la deforestazione in Amazzonia, ridotta ai minimi rispetto al 1988.

Tra le denunce si riscontrano anche situazioni più sottili, come la generazione di materiale elettorale IA per Bolsonaro, negato invece a Lula, e la mancata rimozione di 255 profili fake rimasti attivi a diffondere notizie false, seppur segnalati. “Stanno usando la tecnologia per cercare di controllare il destino del nostro Paese. Non accetteremo che nessuna corporation straniera decida, attraverso un algoritmo occulto, chi deve governare il Brasile”, ha denunciato il leader progressista, che ha presentato un esposto presso diversi osservatori internazionali accreditati, tra cui l’Organizzazione degli Stati americani, l’Unione europea e il Parlamento del Mercosur.

Il ruolo di Cerimedo ed Elytron

La trama coinvolge già diversi attori esteri, oltre a Meta. È il caso di Fernando Cerimedo, l’esponente Maga in America Latina, già coinvolto in diverse campagne elettorali nella regione, che ora si trova in cella in Bolivia, ma prima del suo arresto aveva preso accordi con Flávio, assicurandogli una “corsia preferenziale con Meta” oltre all’attivazione di “milizie digitali” e sciami di bot a suo favore. L’intesa è stata svelata dall’ex compagna di Cerimedo, Nadia Beller, che ha fornito prove documentali a integrazione delle indagini già avviate dalla Polizia federale brasiliana.

“Sono in grado di far chiudere o far ripristinare qualsiasi pagina”, scriveva Cerimedo al candidato brasiliano. E non solo. Recenti indagini eseguite dalla testata investigativa The Intercept Brasil sostengono che il team di campagna di Bolsonaro avrebbe sborsato 600mila reais (l’equivalente di 118mila dollari) a Elytron, società di cybersecurity radicata negli Usa, per la creazione di profili fake e l’organizzazione di operazioni di propaganda volte a screditare Lula sui Social. L’inchiesta raccoglie dichiarazioni e registri commerciali forniti dall’ex consulente tecnologico dell’azienda, Vincent Edward Reed, che ha denunciato la creazione di un sistema volto a “profilare gli elettori” e poi “colpirli con deepfake generati dall’Intelligenza artificiale”. Flávio però non confessa, e ironizza: “La sinistra sta preparando la scusa per la sconfitta. Ora la colpa non è più delle loro proposte o del malcontento popolare, ma degli algoritmi di Instagram e di WhatsApp”.

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Lula Campaign Accuses Meta of Favoring Bolsonaro Online

Brazilian President Lula's re-election coalition has reported Meta to the United Nations, alleging the platform gave rival Senator Flávio Bolsonaro unfair treatment on Facebook, Instagram and WhatsApp. The coalition also asked prosecutors and federal police to investigate possible illegal campaign financing. Meta says the incidents were technical errors.

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