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Fidelidade lança novo ‘website’ no âmbito do plano de transformação digital e omnicanal

A seguradora Fidelidade anunciou o lançamento de um novo ‘website’, uma iniciativa inserida no seu programa de renovação dos canais digitais do grupo que tem a finalidade de reforçar a estratégia de transformação omnicanal e aproximar a empresa de clientes, mediadores e parceiros.

De acordo com o comunicado divulgado pela seguradora, a nova plataforma integra simuladores evoluídos, uma imagem renovada, navegação mais intuitiva e novas funcionalidades de ‘self-service’.

O objetivo passa por garantir uma experiência integrada e personalizada ao longo de toda a jornada do cliente, desde a descoberta de soluções até à contratação e utilização dos serviços, diz a companhia liderada por Rogério Campos Henriques.

A estrutura tecnológica adotada permite flexibilidade para acompanhar a evolução da oferta e adaptar conteúdos às necessidades dos utilizadores, articulando de forma mais próxima os canais digitais, a rede de mediação e as equipas de apoio ao cliente, explica a seguradora.

O diretor de Marketing e Clientes da Fidelidade, Sérgio Carvalho, sublinha no comunicado que a nova ferramenta materializa uma visão estratégica para proporcionar “experiências mais simples, mais personalizadas e mais integradas”, permitindo aos clientes o contacto através do ponto de interação que lhes for mais conveniente.

Fundada em 1808, a Fidelidade é líder de mercado no setor segurador em Portugal nos ramos vida e não vida, registando uma quota de mercado de 28,1% em 2025. A companhia, que conta com 2,4 milhões de clientes no país e mais de 10 milhões a nível global, está presente em 14 países e registou em 2025 um volume global de prémios de 6,5 mil milhões de euros.

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André Ventura gastou 3,7 milhões na campanha para as presidenciais, o triplo de António José Seguro

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By: Lusa

O presidente do Chega, André Ventura, gastou 3,7 milhões de euros na campanha eleitoral das presidenciais, o triplo dos 1,2 milhões gastos por António José Seguro, que o derrotou na segunda volta do sufrágio. Os dados constam das contas das campanhas entregues pelos candidatos das últimas eleições presidenciais à Entidade das Contas e Financiamentos Políticos (ECFP) e divulgadas esta quinta-feira.

André Ventura foi, com larga margem, o candidato que apresentou maiores despesas, num total de 3,73 milhões de euros, mais cerca de 2,8 milhões do que os 900 mil inicialmente previstos no orçamento entregue à ECFP antes das eleições.

Os principais gastos do líder do Chega correspondem a estruturas, cartazes e telas, nos quais investiu 1,72 milhões, seguindo-se os brindes e outras ofertas, categoria em que registou um gasto de 972 mil euros.

A campanha de Ventura gastou ainda 346,6 mil euros em propaganda, 210,7 mil euros em comícios, 175,5 mil euros em custos administrativos e 143,5 mil euros na conceção da campanha e em agências de comunicação, além de 156,4 mil euros classificados como outras despesas.

Do lado das receitas, a candidatura recebeu 1,03 milhões de euros de subvenção pública e 2,7 milhões de euros de partidos políticos para financiar a campanha. Os donativos de particulares totalizaram apenas 760 euros.

André Ventura ficou em segundo lugar na primeira volta das eleições presidenciais, com 23,5% dos votos, e foi derrotado na segunda volta por António José Seguro, que venceu com 66,8% dos votos.

António José Seguro, que se candidatou como independente com o apoio do PS, tinha orçamentado uma campanha de 1,13 milhões de euros, mas acabou por gastar 1,22 milhões, mais cerca de 90 mil euros do que previu.

A maior parcela da despesa da candidatura do atual Presidente da República correspondeu a comícios, em que gastou 412,9 mil euros, seguindo-se os cartazes (329,5 mil euros), a conceção da campanha e agências de comunicação (206,4 mil euros), propaganda (140,7 mil euros), custos administrativos (77,8 mil euros) e brindes (55,9 mil euros).

A candidatura vencedora recebeu 1,03 milhões de euros de subvenção pública e 125,6 mil euros de angariação de fundos.

Indicou ainda que recebeu 71,1 mil euros de partidos políticos, depois de ter previsto, no orçamento entregue à ECFP antes das eleições, que não iria receber qualquer verba de forças partidárias.

Depois dos dois candidatos da segunda volta — que tiveram, por isso, campanhas maiores –, surgem os nomes de Henrique Gouveia e Melo, que gastou 984,7 mil euros, Luís Marques Mendes, com despesa de 880,6 mil euros, e João Cotrim Figueiredo, que gastou 744,5 mil euros.

Entre os candidatos que não receberam qualquer subvenção pública, António Filipe investiu 329 mil euros, Catarina Martins 89 mil e Jorge Pinto gastou 82 mil euros — os três tiveram as campanhas largamente financiadas pelos respetivos partidos. André Pestana ficou pelos 5,9 mil euros de despesa, totalmente financiados por donativos e cedência de bens a título de empréstimo.

Dos 11 candidatos, não entregaram contas à ECFP Humberto Correia e Manuel João Vieira.

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Grupo Prima entrega Sublime Horto House, primeiro residencial do Nordeste com selo de sustentabilidade GBC Platina

A excelência imobiliária aliada à responsabilidade ambiental atinge um novo patamar na capital baiana. Na quarta-feira, 21 de outubro, o Grupo Prima, em parceria com a Acciona, realizou a entrega do Sublime Horto House, no charmoso bairro do Horto Florestal, em Salvador. Com um Valor Geral de Vendas (VGV) de R$ 280 milhões, o empreendimento desponta como o primeiro do Nordeste a conquistar a certificação GBC Condomínio Platina, com 80 pontos concedidos pelo Green Building Council Brasil. Para celebrar o marco histórico, uma festa exclusiva reunirá cerca de 300 convidados, entre clientes, empresários e parceiros do setor, no espaço de eventos do próprio edifício.“O Sublime Horto House materializa a visão de que a exclusividade contemporânea exige um compromisso inegociável com o futuro da cidade. Nós ultrapassamos o discurso da sustentabilidade para entregar eficiência comprovada, conforto superior e um retorno financeiro real aos nossos clientes. É um legado arquitetônico e ambiental que estabelece um novo paradigma para o desenvolvimento urbano em todo o Nordeste brasileiro”, afirma Rubén Escartín, CEO do Grupo Prima.O principal diferencial do residencial, no entanto, reside em seus indicadores verdes, apurados após a conclusão da obra e auditados pelo GBC Brasil. O consumo de energia elétrica é 24,6% menor em comparação com um edifício de referência com a mesma geometria e ocupação, e a eficiência das instalações reduz em 35,8% o uso de água potável nas unidades. Somadas as contas de energia e água, a economia estimada é de R$ 11.179 por ano para cada família. Nas áreas comuns, o sistema de geração solar fotovoltaica supre quase 8% da demanda energética, poupança superior a R$ 81 mil anuais para as contas do condomínio.O respeito à natureza pautou toda a execução da obra. O Grupo Prima reciclou ou reaproveitou 80,1% dos resíduos, ação que evitou o envio de 1.203 toneladas de material para aterros sanitários. No terreno, que preserva 36,6% de área permeável e verde, o paisagismo foi quase totalmente composto por espécies nativas da Mata Atlântica. Além do uso majoritário de madeiras com certificação FSC, os moradores encontram infraestrutura voltada à eletromobilidade, com uma vaga dotada de tomada de recarga veicular por apartamento.Sucesso comercial e infraestruturaO sucesso comercial do projeto reflete a alta demanda por lares que unem tecnologia e exclusividade. Com 96% de suas unidades vendidas e valor inicial de R$ 5 milhões, a torre única abriga 72 apartamentos, com metragens que variam de 225,53 m² a 494,89 m² (com cinco suítes). O projeto se distingue por detalhes singulares: cada unidade dispõe de uma piscina privativa na varanda, depósito particular e até oito vagas de garagem.Para complementar a experiência de morar, a infraestrutura de lazer ocupa quatro andares e totaliza mais de 5.600 metros quadrados. O complexo abriga uma piscina coberta e aquecida com duas raias de 25 metros e uma piscina externa com borda infinita. Os entusiastas do esporte contam com quadras de tênis, ginásio poliesportivo coberto e quadra de esportes de areia. O cuidado com a saúde e o bem-estar atinge sua plenitude no spa desenhado pela Chandra Spa Consulting — escritório que assina os espaços da Rede Fasano — e na academia equipada com aparelhos Technogym, com curadoria da Villa Forma. O yacht lounge, a brinquedoteca, o espaço de festas e as áreas de pet care arrematam a conveniência de um clube particular.O projeto arquitetônico leva a assinatura de Ricardo Farias, com design de interiores elaborado por Margarete Iglesias e paisagismo orquestrado pela Takeda Design. A entrega do edifício coroa também o impacto positivo da incorporadora no entorno por meio do Horto Boulevard, uma iniciativa de requalificação urbana que recentemente brindou o bairro com ruas revitalizadas e duas novas praças.A sofisticação do Sublime Horto House se revela nos detalhes, resultado da parceria com fornecedores de alto padrão que compartilham o compromisso com a excelência. A Artenele assina os vidros e as esquadrias do empreendimento, enquanto a Tríadee responde pelas cortinas e persianas. Já a DLuxo, especializada em marcenaria fina, é responsável pelos móveis planejados das áreas comuns. Juntas, as três empresas ajudam a traduzir em acabamentos e soluções sob medida o conceito de luxo que define o residencial.Sobre o Grupo PrimaEstabelecido em 2005 em Salvador, Bahia, o Grupo Prima é reconhecido por incorporar tecnologia, sustentabilidade, sofisticação e luxo em seus projetos. Entre os empreendimentos emblemáticos estão o Hotel Fasano Salvador, na Praça Castro Alves, inaugurado em dezembro de 2018, e projetos como o Residencial Horto Barcelona, o Horto Parque Barcelona e o Sublime Horto House, no Horto Florestal; a Torre Barcelona, no Corredor da Vitória; o Morro Ipiranga Residence, na Barra, e o Villaggio Jardins, no Cidade Jardim. Estão previstos dois lançamentos na capital baiana e um no Rio de Janeiro.Comprometida com questões sociais e ambientais, a empresa dedica parte expressiva de seus investimentos a uma propriedade de aproximadamente 6.300 hectares, que inclui 14 km de praia, lagoas de águas cristalinas e dunas de areia branca no Litoral Norte da Bahia. O objetivo é desenvolver dois destinos turísticos de vocação internacional, por meio de projetos imobiliários e de infraestrutura. O plano prevê a construção de hotéis de altíssimo luxo, empreendimentos residenciais de segunda moradia, aeródromo, heliporto, estradas, saneamento e abastecimento de água e energia sustentáveis. Faz parte desta iniciativa o Instituto VOAR, uma organização da sociedade civil sem fins lucrativos que promove o desenvolvimento sustentável e inclusivo da comunidade local e de seu entorno. A instituição desempenha um papel crucial na qualificação da mão de obra, na geração de emprego e na valorização cultural.O Grupo Prima conquistou reconhecimentos importantes, incluindo o Prêmio ADEMI-RJ pelo retrofit do empreendimento Brise Studios Design e o Prêmio ADEMI-BA de Empresa Revelação em 2019. Seu CEO, Rubén Escartín, recebeu a Comenda 2 de Julho em 2023 e foi homenageado como Personalidade do Ano 2025 pela Câmara Oficial Espanhola de Comércio no Brasil. A empresa também foi reconhecida com o Prêmio ADEMI-BA de Empresa do Ano 2023, o Prêmio Master Imobiliário 2023 na categoria “Empreendimento/Retrofit” com o case “Retrofit Edifício A Tarde”, e o Prêmio Internacional de Arquitetura TILES Brasil 2023 pelo projeto Horto Parque Barcelona. Adicionalmente, o Sublime Horto House, em Salvador, obteve o selo GBC Platina, certificação de alto nível concedida a projetos que atendem a rigorosos critérios de sustentabilidade. 1 de 9 | Foto: Jefferson Peixoto 2 de 9 | Foto: Jefferson Peixoto 3 de 9 | Foto: Jefferson Peixoto 4 de 9 | Foto: Jefferson Peixoto 5 de 9 | Foto: Jefferson Peixoto 6 de 9 | Foto: Jefferson Peixoto 7 de 9 | Foto: Jefferson Peixoto 8 de 9 | Foto: Jefferson Peixoto 9 de 9 | Foto: Jefferson Peixoto

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Homem recebe voz de prisão e fere policial, em operação contra fraudes com cartões de crédito nas praias da Zona Sul


Um homem conhecido como “Fumaça” foi preso em flagrante nesta quarta-feira (21), durante uma operação da Polícia Civil de combate a fraudes com cartões de crédito e à atuação de grupos criminosos nas praias de Copacabana e Ipanema, na Zona Sul do Rio. Ele foi abordado por volta das 15h30, na altura do Posto 4, em Copacabana, e estava com um celular que apresentava restrição criminal, segundo a corporação. Lá vem a marreca: Em Copacabana, ave de estimação vai à praia e segue o tutor pelas ruas; vídeo No Galeão: Homem é preso com medicamentos emagrecedores, canabidiol e celulares no Aeroporto Internacional De acordo com a polícia, ao receber voz de prisão, o suspeito resistiu e entrou em luta corporal com um dos agentes, que sofreu uma lesão no braço esquerdo. O homem foi contido e levado para a Delegacia Especial de Apoio ao Turismo (Deat), responsável pela operação. Ainda segundo os registros policiais, o preso tem histórico de ocorrências e já foi investigado por crimes como estelionato, extorsão, associação criminosa, organização criminosa, tráfico de drogas, contrabando e desobediência. A operação faz parte das ações da Deat para combater crimes na orla e, segundo a Polícia Civil, reforçar a segurança de moradores e turistas. Initial plugin text
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Estudantes austríacos protestam contra falta de verbas para universidades

Dezenas de milhares de estudantes saíram hoje à rua em Viena para protestar contra os cortes em emprego e serviços universitários previstos para os próximos anos na Áustria, devido ao limitado orçamento estatal destinado ao setor.

 

"No cuts (Não aos cortes)", "A nossa educação, o nosso futuro", "O futuro precisa de educação" e "A arte é o sistema nervoso da sociedade" foram algumas das frases que se liam nos cartazes erguidos pelos cerca de 30.000 estudantes universitários que, ao som de tambores e sob forte presença policial, marcharam pelas avenidas do centro da capital austríaca.

Convocado pela União Nacional de Estudantes da Áustria (ÖH) sob o lema "Alerta Vermelho: Vamos salvar as Universidades", o protesto denuncia um buraco orçamental de 2.000 milhões de euros para o triénio 2028-2030.

O Governo austríaco — uma coligação de conservadores, sociais-democratas e liberais — aprovou um orçamento de 16 mil milhões de euros para financiar, durante esse período, as 23 universidades públicas do país de nove milhões de habitantes.

Como é praticamente o mesmo da atual dotação, esse montante não tem em conta a inflação geral nem contempla aumentos salariais até 2030, denunciou a Conferência das Universidades da Áustria (uniko).

Os reitores advertiram de que a falta de recursos obrigará à eliminação de um em cada dez postos de trabalho e preveem também cortes severos no ensino, na investigação e nos cuidados médicos nos hospitais universitários.

"Faltam 2.000 milhões de euros, o que trará consequências devastadoras para o ensino, o apoio aos estudantes e as condições de trabalho", salientou a ÖH na sua convocatória, acrescentando que "o Governo federal tem até 31 de outubro para melhorar o orçamento".

"Estamos a exercer pressão e a demonstrar, em conjunto, que o nosso futuro é inegociável", sublinhou.

O executivo, empenhado em reduzir o défice público, defende a redução do financiamento, argumentando que as instituições académicas têm margem suficiente para melhorar a eficiência sem que isso resulte numa quebra da qualidade do ensino.

Com um procedimento por défice excessivo aberto pela União Europeia (UE), a Áustria está a tentar reduzir o défice público dos 4,2% do Produto Interno Bruto (PIB) registados em 2025 para 3% nos próximos anos, através de um plano de ajustamento orçamental que inclui medidas impopulares de corte de despesa em quase todos os setores, exceto o da Defesa e Segurança.

Veja as imagens na galeria acima.

Leia Também: Suíça e Áustria confirmam libertação de cidadãs feitas reféns no Níger

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Após dificuldades no primeiro turno, Justiça determina plano de transporte para que indígenas consigam votar na eleição


A Justiça Federal determinou que a União garanta o transporte seguro de eleitores indígenas neste domingo. O Ministério Público Federal entrou com uma ação na quarta (21) pedindo um plano de logística, além de alimentação, intérpretes, facilitadores culturais e placas em línguas indígenas nos locais de votação. No primeiro turno, essa população sofreu dificuldades especialmente no Amazonas, Minas Gerais, Mato Grosso, Amapá, Pernambuco, Pará e Mato Grosso do Sul de acordo com a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib). Entenda: Indígenas vão ao TSE para exigir transporte no dia da eleição; sete estados relataram queixas Miriam Leitão: Ministério dos Povos Indígenas cobra medidas de órgãos da Justiça para viabilizar voto indígena no 2º turno Além da ação civil pública do MPF, apresentada na Justiça Federal de Belém, a Apib acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), com solicitações semelhantes. A decisão da juíza federal Maria Carolina Valente do Carmo, da 5ª Vara da Justiça Federal no Par atendeu ao pedido do MPF. A ação do MPF reuniu relatos de comunidades do Pará que não conseguiram votar no primeiro turno por falta de transporte. Os Araweté, da Terra Indígena Ipixuna, em Altamira, ficam a cerca de 250 quilômetros da seção eleitoral. Os Arara da aldeia Iriri, na Terra Indígena Cachoeira Seca, estão a 380 quilômetros, enquanto os Parakanã da aldeia Kema'o, na Terra Indígena Apyterewa, em São Félix do Xingu, precisariam percorrer aproximadamente mil quilômetros, sobretudo por rios, para chegar ao local de votação. O MPF também citou dificuldades em outros estados, incluindo a falta de combustível para indígenas Yanomami no Amazonas e a ausência de intérpretes para eleitores Tiriyó e Katxuyana, no Amapá. No Mato Grosso do Sul, o órgão aponta que apenas 21 dos 227 eleitores de uma seção na Terra Indígena Taunay/Ipegue compareceram às urnas no primeiro turno. Decisão vale para todo o país A determinação de transporte gratuito e seguro vale para todo o país, diz a sentença da juíza. Em até 24 horas, a União deverá tomar providências administrativas, operacionais, logísticas e financeiras para assegurar a presença dos eleitores indígenas no segundo turno das eleições. O plano logístico precisa contemplar, segundo a decisão, tansporte gratuito fluvial, terrestre e ou aéreo, bem como alimentação adequada. Além de articulação com a Funai, Forças Armadas e Polícia Federal, a União precisa fornecer apoio financeiro e logístico emergencial às prefeituras envolvidas, para viabilizar o acesso a combustível, veículos e embarcações, determinou a juíza. A liminar ainda solicita a disponibilização de intérpretes, facilitadores culturais e sinalização em línguas maternas nas seções eleitorais em que haja eleitores indígenas, conforme o pedido do MPF, e autoriza o ressarcimento dos custos de combustível usado pelas comunidades e associações indígenas para transporte dos eleitores no caso em que o plano logístico público não seja suficiente. Foi fixada uma multa diária de R$1 milhão em caso de cumprimento. Indígenas celebram decisão Alcebias Sapará, coordenador executivo da APIB, celebrou a decisão da justiça e explicou as dificuldades enfrentadas pelos povos indígenas nos dias de eleição. — Vai desde combustível para deslocamento terrestre, fluvial e aéreo. Esses problemas não vêm de agora. Basicamente os povos indígenas têm feito campanhas para arrecadar recursos para poder levar o seu povo até a urna mais próxima. A gente entende que o TSE pode melhorar essas condições, dando as condições e também favorecendo com que as urnas possam chegar até os territórios, até as comunidades mais distantes. A gente entende que isso é um direito. Ação da Apib A Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) também havia entrado com uma ação nesta quinta-feira no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em caráter de urgência, para que a Corte determine a adoção de medidas com objetivo de garantir transporte gratuito a eleitores indígenas no segundo turno das eleições, marcado para o próximo domingo. A entidade aponta relatos de dificuldades em sete estados e solicita que pedidos negados ou não atendidos sejam reavaliados, com a mobilização de veículos, embarcações e apoio logístico federal para assegurar o deslocamento até os locais de votação. Ituna- Itatá: Justiça Federal mantém proteção após onda de invasões e ameaças a agente da Funai Uru-Eu-Wau-Wau: bancos públicos financiam fazendeiros que burlam fiscalização em terra indígena com isolados O pedido de providências foi apresentado à Corregedoria-Geral da Justiça Eleitoral e tem como um dos principais exemplos a situação de 43 comunidades da Terra Indígena Vale do Javari, no Amazonas. A 42ª Zona Eleitoral do estado, com sede em Atalaia do Norte, negou uma solicitação da União dos Povos Indígenas do Vale do Javari (Univaja) para oferecer transporte fluvial gratuito, alimentação e água potável aos eleitores de sete polos-base do território. Na decisão, a Justiça Eleitoral reconheceu a relevância constitucional do direito de voto dos povos indígenas, mas apontou o encerramento dos prazos para planejamento do transporte, a ausência de dotação orçamentária e as dificuldades logísticas para justificar o indeferimento. Os trajetos fluviais necessários variam de 321 a 895 quilômetros e podem exigir de três a cinco dias de navegação, ou mais. A petição da APIB destaca ainda que o transporte das urnas eletrônicas, dos mesários e dos técnicos para os nove locais de votação da zona rural de Atalaia do Norte é realizado por aeronaves das Forças Armadas, em razão das barreiras de acesso. Para a organização, a estrutura mobilizada para levar os equipamentos e as equipes eleitorais evidencia o desafio de garantir que os próprios eleitores cheguem às urnas. A Univaja estima que a abstenção indígena no Vale do Javari, de 30% a 35% no primeiro turno, possa alcançar 50% no segund, 5ª Vara da Justiça Federal no Paro. A Univaja também recorreu da decisão no próprio Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (TRE-AM). A entidade pediu providências para se assegurar o transporte de ida e volta, a alimentação e a água potável necessárias ao deslocamento, bem como a isenção de multa eleitoral aos eleitores das comunidades cujo transporte não puder ser materialmente executado a tempo. Sete estados tiveram problemas no 1° turno Além do Amazonas, a petição menciona dificuldades em Minas Gerais, Mato Grosso, Amapá, Pernambuco, Pará e Mato Grosso do Sul. O Ministério Público Eleitoral registrou, em ofício de 13 de outubro citado no documento, relatos de eleitores indígenas que deixaram de votar no primeiro turno por falta de transporte adequado. A APIB também relata problemas enfrentados pela comunidade Yanomami do Rio Aracá, na região do Rio Negro; pela Aldeia Uberaba, do povo Guató, em Corumbá (MS); e por aldeias Munduruku dos territórios Sawre Muybu e Sawre Ba’pim, no médio Tapajós, no oeste do Pará. O documento cita ainda dificuldades no Vale do Jequitinhonha, em Minas Gerais, e em diferentes municípios do Amazonas. Entre as informações reproduzidas pela entidade está a de que cerca de 7 mil pessoas de Lábrea (AM) não teriam comparecido às urnas por problemas de transporte. Os casos são apresentados pela APIB como parte de um problema recorrente na prestação do serviço eleitoral às comunidades indígenas. Para o segundo turno, a organização pede que os órgãos eleitorais recebam e processem solicitações de transporte de forma simplificada, inclusive por meios eletrônicos, no prazo de 48 horas. A proposta prevê a revisão de pedidos indeferidos ou não atendidos e a adoção de providências nas localidades em que houve falta ou insuficiência de transporte no primeiro turno. A entidade também solicita a flexibilização dos prazos eleitorais para essas situações e a requisição de veículos e embarcações, com combustível e tripulação. A APIB quer ainda que a União, os estados e os municípios colaborem com a operação e que seja solicitado, quando necessário, o apoio logístico da Marinha, do Exército e da Aeronáutica. A petição prevê o fornecimento de alimentação e água potável aos eleitores cujos deslocamentos exijam esses recursos, além da divulgação de itinerários, pontos de embarque e horários em linguagem acessível às comunidades. Além das medidas emergenciais, a organização propõe a elaboração de um plano nacional para garantir o transporte eleitoral indígena. Entre as medidas sugeridas estão o levantamento do número de eleitores por aldeia, das distâncias até os locais de votação e das condições de acesso, além da previsão de orçamento específico e da avaliação da instalação de seções eleitorais nas aldeias ou nas proximidades, quando viável. A proposta é que o plano seja elaborado em até 120 dias, após consulta prévia às comunidades indígenas.
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CDS-PP/Madeira rejeita uso político da crise da habitação

O Conselho Regional do CDS-PP/Madeira manifestou hoje solidariedade com todos os que lutam pela falta de habitação, mas repudiou a alegada instrumentalização da situação pelos extremistas de esquerda em Portugal e na Europa.

 

Esta é uma das conclusões das reuniões do Conselho Regional e da Comissão Política dos centristas madeirenses hoje realizadas.

Em comunicado, o CDS/PP-Madeira declara que "compreende a insatisfação, e mesmo o desespero, dos jovens, das famílias vulneráveis e da classe média que procuram uma habitação e não a conseguem encontrar a preços acessíveis".

Mas, acrescenta, "não aceita que esta legítima reação seja transformada em atos violentos e violadores das leis do Estado de Direito Democrático, incentivadas por radicais e extremistas que só querem lançar o caos nas nossas sociedades".

No documento, a estrutura regional do CDS-PP, que integra a governação, em coligação com o PSD, na Região Autónoma da Madeira, assegura que vai "pugnar, como sempre o fez, para garantir que o Estado, a região e o mercado asseguram uma habitação condigna a cada cidadão e a cada família".

O objetivo dos executivos nacional e regional é que as pessoas "possam ter casas acessíveis para venda ou arrendamento para todos os segmentos da nossa sociedade", acrescenta o partido.

Nesse sentido, lembra as 808 casas construídas na Madeira por este Governo Regional, bem como os "projetos de mais umas centenas [que estão] em execução".

No comunicado, o Conselho Regional do CDS/Madeira adianta que preparou as suas propostas para o Orçamento e Plano de Investimentos da Região para 2027 e que elegeu "seis prioridades para a concretização de uma política de crescimento económico e de coesão social".

Enuncia que sustenta o crescimento económico, que deve chegar a todos, com valorização dos salários, quer no público quer no privado, acima da inflação.

Também a "manutenção da redução do IRS (Imposto Sobre o Rendimento de Pessoas Singulares) em todos os escalões, redução do IRC (Imposto Sobre o Rendimento de Pessoas Coletivas para 12,6% e a manutenção do IVA (Imposto Sobre o Valor Acrescentado) de 4% sobre os bens essenciais, devolvendo rendimentos aos cidadãos e dando mais competitividade às empresas".

O Conselho Regional do CDS/Madeira defende ainda o salário mínimo "fixado nos 1050 euros e que os outros vencimentos, nomeadamente os da classe média, devem subir acima do aumento do custo de vida, por forma a devolver poder de compra às famílias".

O CDS-PP/Madeira defende também "medidas de apoio às empresas e às famílias para reduzir o impacto do aumento do preço dos combustíveis" e medidas para travar a subida do custo de vida.

Outra medida defendida é o "aumento substancial das verbas para a construção de habitação para venda e arrendamento acessível e apoiada".

No contexto das pretensões está igualmente "o reforço das verbas para responder ao envelhecimento da população com mais lares e apoio às famílias que possam acolher os seus seniores".

Albuquerque diz que PCP e BE fazem protestos

Albuquerque diz que PCP e BE fazem protestos "para dizer que existem"

O presidente do Governo da Madeira, Miguel Albuquerque, afirmou que a habitação é uma causa legítima, mas reiterou que a crise não se resolve com manifestações, que considerou instrumentalizadas pelo Partido Comunista e pelo Bloco de Esquerda.

Lusa | 13:56 - 22/10/2026

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Moderna se desploma un 24% tras filtraciones no verificadas sobre su vacuna contra el melanoma

Las acciones de la farmacéutica Moderna se hundían hasta un 24% en Bolsa después de que un usuario de la red social X difundiera un informe que muestra que la vacuna contra el melanoma desarrollada junto al laboratorio Merck —conocido en España y Latinoamérica como MSD— no ha cumplido con las expectativas previstas.De esta manera, los títulos caían hasta los 187,6 dólares después de cerrar la pasada jornada en los 245,81 dólares, lo que supone un descalabro del 23,7%.En la citada red social comenzaron a circular detalles sobre la vacuna y el informe publicado certificaba una reducción del 42% en la recurrencia del cáncer o la muerte gracias a la vacuna, aunque el enlace web proporcionado por el usuario no estaba activo, según ha informado Bloomberg.Previamente, otro estudio, aunque no comparable con los nuevos hallazgos —previstos para hacerse públicos este sábado—, indicó que el fármaco reducía el riesgo de recurrencia —retraso en el regreso del cáncer— o muerte en un 49%, con una disminución del 59% en el riesgo de metástasis o muerte.En agosto, ambas farmacéuticas repuntaron en Bolsa después de anunciar la obtención de resultados preliminares positivos en el ensayo clínico de la vacuna, demostrando una disminución en la recurrencia de la enfermedad y una dilatación en el desarrollo de metástasis. Moderna incluso llegó a subir un 150%.Las compañías han combinado una terapia de ARN con un medicamento ya comercializado por Merck, Keytruda, para desarrollar esta nueva terapia, cuyas pruebas suponen el primer resultado positivo de fase 3 para una terapia de neoantígenos individualizada y para una terapia oncológica basada en ARNm .

© AFP

Una persona sostiene una vacuna de Moderna, en una imagen de archivo
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Marca brasileira VYTA entra na corrida global dos anéis inteligentes


Empresa brasileira amplia o acesso aos smart rings com preços mais competitivos, estoque nacional, aplicativo gratuito e estratégia de expansão para outras categorias de tecnologia e bem-estar. Os anéis inteligentes, conhecidos internacionalmente como smart rings, ganharam espaço no setor de wellness, ou bem-estar, ao oferecer uma maneira discreta e contínua de acompanhar indicadores de saúde. Equipados com sensores capazes de monitorar a frequência cardíaca, o sono e outros parâmetros fisiológicos, esses dispositivos também fornecem estimativas sobre a recuperação física e os níveis de estresse. Dessa forma, ajudam os usuários a compreender melhor o funcionamento do próprio organismo e seus hábitos diários. Apesar do avanço dessa tecnologia no mercado internacional, seu acesso ainda enfrenta obstáculos no Brasil. Os preços elevados dos modelos importados, os longos prazos de entrega e, em alguns casos, a cobrança de mensalidades para acesso a determinadas funcionalidades acabam limitando sua popularização no país. É nesse cenário que a VYTA Devices, empresa brasileira de tecnologia, vem conquistando espaço. Com preços acessíveis, entregas rápidas, aplicativo sem cobrança de mensalidade e suporte 24 horas, a marca aposta em uma experiência de compra mais simples, eficiente e próxima do consumidor. A estratégia acompanha o crescimento acelerado da empresa. Entre março e agosto de 2026, as vendas mensais na loja própria aumentaram mais de 18 vezes, enquanto o volume de envios já ultrapassa 860 anéis por mês. Agora, a VYTA se prepara para uma nova etapa, marcada pelo lançamento de uma versão atualizada de seu aplicativo e pela expansão de seu portfólio tecnológico. Com isso, a empresa pretende ampliar sua atuação no setor e fortalecer sua posição em um mercado até então dominado por grandes marcas internacionais. Muito além do sono Dormir bem vai muito além de acordar disposto. O sono desempenha um papel fundamental na regulação hormonal, na consolidação da memória, no funcionamento do sistema imunológico e na recuperação física. É justamente durante a noite que os anéis inteligentes demonstram uma de suas principais vantagens. Pequenos, leves e sem tela, podem permanecer no dedo durante o descanso, permitindo o acompanhamento contínuo, estimando a duração e as diferentes fases do sono e identificando padrões de recuperação do organismo. No VYTA Ring, essas informações são reunidas no aplicativo e apresentadas de forma simples, permitindo ao usuário observar como seus hábitos influenciam a qualidade do descanso. Horários irregulares, consumo de álcool, estresse e mudanças na rotina podem se refletir nos indicadores registrados ao longo das noites. A proposta é transformar essas informações em conhecimento sobre o próprio corpo. Ao acompanhar tendências ao longo do tempo, o usuário pode reconhecer hábitos que prejudicam seu descanso e fazer ajustes na rotina, contribuindo para escolhas mais conscientes e uma melhor qualidade de vida. Tecnologia que cabe no bolso Democratizar o uso dos anéis inteligentes é um dos principais objetivos da VYTA. Para isso, a empresa busca reduzir algumas das barreiras financeiras comuns aos produtos internacionais, apostando em preços mais acessíveis, possibilidade de parcelamento e acesso gratuito ao aplicativo. A preocupação com a experiência do consumidor também se estende ao pós-venda. Com estoque no Brasil, a marca oferece prazos de entrega reduzidos, atendimento em português pelo WhatsApp e suporte para dúvidas, acompanhamento de pedidos e trocas de tamanho, buscando oferecer mais segurança e praticidade em todas as etapas da compra. Esse compromisso também se reflete nos indicadores de atendimento. Entre abril e setembro de 2026, a VYTA registrou apenas cinco reclamações no Reclame Aqui, diante de mais de 1.500 pedidos realizados em sua loja própria e no Mercado Livre. Mais do que competir em preço, a empresa se preocupa em garantir atenção em todas as etapas do relacionamento com o consumidor, desde a escolha do produto até o suporte após a entrega. Da inovação à integração: o futuro do ecossistema VYTA A VYTA se prepara para uma nova etapa de sua trajetória, com o lançamento de uma versão atualizada do aplicativo que acompanha o seu anel inteligente. A novidade pretende aprimorar suas funcionalidades e transformá-lo em uma plataforma capaz de conectar diferentes dispositivos da marca. A estratégia já começa a ganhar forma com a ampliação do portfólio, que inclui o VYTA Clip, modelo de fone de ouvido desenvolvido pela empresa. A proposta é avançar gradualmente para outras categorias relacionadas à saúde e ao bem-estar, criando um ecossistema no qual diferentes tecnologias possam compartilhar informações e oferecer uma experiência cada vez mais integrada. O objetivo é fazer da VYTA muito mais do que uma marca de anéis inteligentes, construindo uma presença sólida no setor e mostrando que marcas brasileiras também podem participar da transformação de um mercado global historicamente liderado por gigantes internacionais.
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Eleitores podem viajar de graça para votar; confira como funciona

Mais de 19 mil passagens gratuitas já foram emitidas na Bahia por meio da Operação Vai e Vota, iniciativa do Governo do Estado para garantir o deslocamento de eleitores durante o segundo turno das eleições, marcado para domingo, 25. A ação é realizada pelo Procon-BA, vinculado à Secretaria de Justiça e Direitos Humanos (SJDH), e pela Agência Estadual de Regulação de Serviços Públicos de Energia, Transportes e Comunicações (Agerba).Fiscalização identifica problemas na emissão de passagensEntre os dias 20 e 22 de outubro, até as 12h, o Procon-BA intermediou a solução de 34 casos relacionados à gratuidade. No período, também foi identificada uma infração e registradas dez reclamações encaminhadas à Agerba e à Diretoria de Fiscalização do órgão. Uma empresa foi notificada e deverá apresentar defesa.As equipes realizaram 500 abordagens na Rodoviária de Salvador e outras 476 nas estações de metrô da Lapa e do Acesso Norte, com orientações sobre as regras para utilizar o benefício. Confira os horários da gratuidadeA gratuidade no transporte intermunicipal rodoviário será válida das 18h desta sexta-feira, 23, até as 12h de segunda-feira, 26. Já no ferry-boat, nas lanchinhas e no transporte metropolitano, o benefício poderá ser utilizado das 18h de sexta-feira até as 23h59 de domingo, 25.A Agerba também adotou medidas para ampliar o acesso ao benefício, incluindo a determinação de horários extras em linhas com oferta insuficiente e orientações sobre passagens de retorno, conexões e remarcações dentro do período autorizado.Saiba quais documentos apresentarPara utilizar a gratuidade, o eleitor deve apresentar documento oficial com foto e título de eleitor físico ou e-Título. Também pode ser utilizado documento que comprove o local de votação. No retorno, será necessário apresentar o comprovante de votação e comprovar o uso da gratuidade na ida.Em caso de problemas, os passageiros podem procurar o Procon-BA pelo Disque 151, pelo e-mail denuncia.procon@sjdh.ba.gov.br ou em um dos 38 postos de atendimento da rede SAC. A Ouvidoria da Agerba recebe manifestações pelo telefone 0800 071 0080.

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Elefante que carregava santuário de ouro e prata em ritual na Índia se revolta em procissão; vídeo


Um elefante que carregava uma estrutura religiosa de 650 quilos durante uma procissão hindu se revoltou e provocou pânico entre os participantes de um festival na cidade de Shivamogga, no sul da Índia, segundo o site de notícias The Independent. O animal, chamado Somanna, mudou repentinamente de direção e correu de volta pelo trajeto da celebração, danificando carros e motocicletas. O santuário que estava sobre suas costas caiu durante o incidente e também foi danificado. Veja também: Muleta cai em trilhos e provoca incêndio em vagão de metrô no México Em disputa por terras: Agricultores filipinos se desafiam em prova de resistência subaquática e ambos morrem afogados Imagens registradas durante o episódio mostram pessoas correndo para escapar do elefante enquanto agentes florestais e policiais tentavam controlar a situação. Segundo o NDTV, dois carros e três motocicletas foram danificados. Não houve registro de pessoas feridas. Somanna carregava o chamado ambari, uma estrutura ornamentada de prata e ouro que levava uma representação de uma divindade hindu. O animal havia sido escolhido para desempenhar a função pela primeira vez, depois que Sagar, elefante que tradicionalmente participava da procissão carregando a estrutura, sofreu uma lesão na perna. Initial plugin text A procissão fazia parte das celebrações de Dasara, festival hindu associado à vitória da deusa Chamundeshwari sobre o demônio Mahishasura. Em Shivamogga, a festividade inclui uma procissão conhecida como Jamboo Savari, que começou nas proximidades do Palácio Shivappa Nayaka e deveria terminar no Allama Prabhu Grounds, onde seria realizada uma cerimônia religiosa. Diante do risco, os organizadores decidiram interromper a procissão antes do horário previsto. Veterinários conseguiram sedar o elefante, que posteriormente foi levado de volta ao templo e, segundo as informações divulgadas, se recuperava após o episódio. — A situação está sob controle. Ninguém ficou ferido no incidente. Um carro e um veículo de duas rodas foram danificados — afirmou Mayanna Gowda, comissário da corporação municipal de Shivamogga, ao jornal The South First. Elefante que participava de procissão na Índia se revolta Reprodução / X / @dpkBopanna O episódio provocou novas críticas ao uso de elefantes em grandes celebrações públicas na Índia, especialmente quando os animais são submetidos a longos deslocamentos, multidões, música alta e ao transporte de estruturas pesadas. A escolha de Somanna para carregar o ambari também passou a ser questionada. Prasanna Krishna Patagar, conservador-adjunto de florestas de Shivamogga, afirmou ao Deccan Herald que o animal havia sido selecionado porque apresentou bom desempenho durante dez dias de ensaios. Após o incidente, o ministro das Florestas de Karnataka, Ramalinga Reddy, determinou que os elefantes utilizados em procissões passem por pelo menos 20 dias de treinamento. Segundo o India Today, ele também pediu que os animais sejam preparados por condutores experientes antes de participarem de celebrações públicas com grande concentração de pessoas.
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Jovens artistas vão ter formação gratuita e intercâmbios em nova rede

Uma nova rede nacional destinada a criar oportunidades de formação, residências artísticas e intercâmbios para jovens criadores vai ser apresentada na sexta-feira, em Alcanena, procurando reforçar a colaboração entre municípios e a circulação artística no país.

 

"Isto vai ter o benefício óbvio para os jovens, que podem ampliar os seus territórios, neste caso os seus territórios físicos, mas também ampliar os seus territórios de imaginação, os seus territórios de trabalho e fazer com que existam muito mais oportunidades", afirmou hoje à agência Lusa Tiago Sigorelho, presidente do Gerador, promotor da iniciativa.

A Rede Projetos Artistas Emergentes, que será apresentada em Alcanena, no distrito de Santarém, na presença prevista da ministra da Cultura, Juventude e Desporto, Margarida Balseiro Lopes, pretende ligar programas municipais de apoio à criação artística.

Segundo Tiago Sigorelho, muitos destes projetos acabam por ter expressão sobretudo nos próprios territórios, sem contacto com iniciativas semelhantes de outras regiões.

Promovida pelo Gerador, em parceria com o Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ) e a MOVY, a rede tem 18 municípios confirmados, 11 dos quais serão anunciados na apresentação, estando os restantes sete em formalização.

Tiago Sigorelho espera chegar a cerca de 25 municípios até ao final do ano, numa rede aberta a outras autarquias e organizações, que abrange já territórios como Viana do Castelo, Loulé e Funchal.

"Vamos sempre garantir que existe uma valorização de quem se candidata de territórios de baixa densidade populacional", afirmou, defendendo que o projeto contribua para a coesão territorial.

As primeiras atividades deverão arrancar no início de 2027, com formação gratuita para jovens dos municípios aderentes, residências artísticas e intercâmbios nacionais e internacionais. Na sexta-feira serão anunciados dois programas, um de artes visuais e outro de dimensão internacional, com um parceiro estrangeiro.

Em fevereiro será lançada uma plataforma digital com os projetos municipais e os artistas identificados por área artística, facilitando contactos com festivais e outras organizações culturais.

Entre abril e maio deverá realizar-se um encontro nacional anual, rotativo entre municípios, com duração de dois ou três dias e participação de artistas e equipas municipais.

A rede prevê uma contribuição anual de 3.750 euros por município, independentemente da sua dimensão, complementada por apoios do Gerador e de outras entidades públicas e privadas.

Tiago Sigorelho explicou que o orçamento global ainda não está definido, dependendo do número de adesões e de novas parcerias, que espera anunciar até ao final do ano.

A iniciativa pretende também preparar mais jovens para participar na Mostra Nacional Jovens Criadores, organizada pelo Gerador em parceria com o IPDJ.

O vereador da Cultura da Câmara de Alcanena, Gabriel Feitor, considerou que a integração no grupo de municípios fundadores e a escolha do concelho para a apresentação nacional reforçam a estratégia municipal de apoio à criação cultural.

"Alcanena pretende impor-se no panorama nacional enquanto município criador, nas várias disciplinas artísticas e culturais", afirmou à Lusa, destacando as oportunidades de formação, intercâmbio, exposições e criação conjunta.

Gabriel Feitor associou a iniciativa ao Projeto Couros, de recuperação de património industrial, incluindo os antigos escritórios da Fábrica Constantino Mota, que acolhem a apresentação.

Segundo o vereador, a primeira fase da intervenção deverá terminar até ao final do ano, seguindo-se a adaptação dos espaços para indústrias criativas, formação, residências artísticas e projetos culturais.

A apresentação decorre na sexta-feira, às 17:00, e contará também com o presidente da Câmara de Alcanena, Rui Anastácio.

Leia Também: Sindicato dos Agentes alerta para excesso de trabalho suplementar na Madeira

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AIMA autorizada a gastar até 31,35 milhões em documentos oficiais

O Conselho de Ministros autorizou hoje a Agência para a Integração, Migrações e Asilo (AIMA) a pagar até 31,35 milhões de euros à Casa da Moeda para a produção de títulos de residência e outros documentos oficiais.

 

Em comunicado, o Conselho de Ministros refere que "autoriza a AIMA a realizar uma despesa máxima de 31,35 milhões de euros, para pagar a produção, emissão, personalização, acondicionamento e expedição de títulos de residência e outros documentos oficiais de segurança pela Imprensa Nacional-Casa da Moeda".

Esta "autorização permite assegurar as necessidades previstas até ao primeiro semestre de 2027, garantindo a continuidade da emissão de documentos essenciais à comprovação da situação jurídica dos seus titulares e ao exercício dos direitos legalmente reconhecidos", pode ler-se no comunicado.

De acordo com as últimas contas, a AIMA teve receitas de 101 milhões, arrecadados a partir de taxas cobradas a imigrantes por regularizações, autorizações de residência e renovações e teve custos operacionais de 39 milhões.

O orçamento deste ano previa 97,4 milhões de euros e o governo prevê um aumento em quase 40%, para 135 milhões de euros em 2027, parte da verba respeitante a fundos comunitários.

No total, existem perto de 1,6 milhões de estrangeiros residentes em Portugal e o processo final de regularização contempla a atribuição de um título de residência, a par de outros documentos oficiais.

Ana Catarina Mendes alerta para risco de abusos de autoridade na AIMA

Ana Catarina Mendes alerta para risco de abusos de autoridade na AIMA

A eurodeputada socialista Ana Catarina Mendes elogiou a regularização das pendências migratórias, mas lamentou a interrupção do projeto original da AIMA e alertou para o risco de abusos de autoridade.

Lusa | 06:39 - 18/10/2026

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La Organización Panamericana de la Salud dona unos 50 equipos de fumigación para contener el dengue en Holguín

La Organización Panamericana de la Salud donó 50 dispositivos de fumigación para combatir el dengue en la provincia de Holguín.

La entrega incluye unos 50 dispositivos de fumigación destinados a las zonas de Holguín con mayor presencia de síndromes febriles inespecíficos y otras manifestaciones compatibles con el dengue, según informaron medios estatales cubanos.

Los equipos fueron donados por la Organización Panamericana de la Salud (OPS) y serán destinados principalmente al municipio de Moa y a la ciudad de Holguín, en el oriente de Cuba.

La directora del Centro de Higiene, Epidemiología y Microbiología de la provincia, Geanela Cruz, señaló que esas localidades concentran las cifras más elevadas de cuadros febriles bajo vigilancia y síntomas asociados a la enfermedad.

La funcionaria no informó la cantidad de personas infectadas en el territorio. Indicó que los estudios de efectividad de las acciones contra el dengue superan el 98 %.

Las autoridades sanitarias de Holguín han conformado brigadas para tratamientos adulticidas, dirigidos al control de los mosquitos. Cruz explicó que esas labores enfrentan limitaciones por la crisis de combustible que afecta al país desde hace varios meses.

“Este donativo contribuye a fortalecer las capacidades del sistema de salud pública cubano”, afirmó Cruz a medios estatales, según reportó EFE.

La directora provincial de Higiene y Epidemiología afirmó que los estudios de efectividad contra el dengue superan el 98 por ciento. (Magnific)

La funcionaria señaló que las dificultades para obtener medicamentos e insumos médicos se producen en un contexto de restricciones comerciales y de suministro que afecta a Cuba. Entre los factores mencionó las limitaciones en el acceso a combustible y las sanciones a empresas extranjeras que comercian con la isla.

Cuba registró en 2025 una epidemia de dengue y chikunguña que dejó 65 fallecidos y 81,909 infectados, de acuerdo con los datos difundidos por EFE.

La OPS, que basa sus registros en las cifras oficiales cubanas, informó que hasta junio el país acumulaba 1,746 casos de dengue y 2,716 de chikunguña.

Las autoridades de salud también se han referido al aumento estacional de infecciones respiratorias agudas, enfermedades diarreicas, hepatitis y arbovirosis. Según los reportes oficiales, los brotes son controlables y no representan “un incremento desmedido de las enfermedades”.

El escenario sanitario coincide con apagones diarios de más de 20 horas, escasez de medicamentos y alimentos, dificultades en el acceso al agua potable y acumulación de basura en las calles. El texto de origen indica que más del 35 % de la población presenta problemas de acceso a ese servicio.

La epidemia de dengue y chikunguña dejó un saldo de 65 personas fallecidas y casi 82.000 contagios en Cuba durante 2025. (REUTERS/Fatima Tuj Johora/File Photo)

Observatorio estima un aumento de casos de dengue en Cuba durante 2026

Un reporte del Observatorio Global del Dengue, estimó que Cuba acumulaba 11,235 casos de dengue hasta el 4 de octubre de 2026. Esa cifra representaba 9.2 veces el promedio previsto para el mismo período a partir de los registros de los cinco años anteriores.

El informe señaló que en septiembre se estimaron 4,102 contagios, frente a 3,214 en agosto. Los datos de julio, agosto y septiembre fueron considerados estimaciones debido a la falta de reportes oficiales sobre la evolución de la enfermedad.

Según esa información, octubre suele concentrar una mayor transmisión de dengue en Cuba por las condiciones que favorecen la proliferación de mosquitos. El reporte también mencionó que los apagones, la falta de combustible y las restricciones para fumigar dificultan las acciones de control del vector.

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Corte de R$ 200 bilhões pode eliminar 2,2 milhões de empregos no Brasil, diz secretário

A proposta de corte de aproximadamente R$ 200 bilhões em gastos públicos defendida pelo candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) pode eliminar até 2,2 milhões de postos de trabalho no Brasil. A estimativa é do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), em estudo divulgado nesta quinta-feira, 22, que também aponta uma possível redução de 1,55% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2027.Conhecida como “tesouraço”, a iniciativa foi criticada pelo secretário do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte da Bahia, Augusto Vasconcelos. Para ele, os impactos previstos exigem atenção diante dos possíveis efeitos sobre a renda das famílias e o mercado de trabalho.“Esse corte pode eliminar 2,2 milhões de empregos e redução no PIB. Isso significa menos arrecadação tributária, menos desenvolvimento econômico e menos oportunidades de trabalho. Como secretário do Trabalho, precisamos alertar a população para a gravidade dessas consequências”, afirmou.Proposta pode afetar renda de famíliasVasconcelos também destacou os riscos de uma eventual perda de postos de trabalho em um momento em que o Brasil registra a menor taxa de desemprego de sua série histórica.“Estamos vivendo um momento importante para o mercado de trabalho, com o desemprego no menor patamar da história. Se esse corte prosperar, na prática, estamos dizendo que milhões de trabalhadores poderão perder suas oportunidades de sustento. São mães e pais de família que podem ficar sem renda, com consequências diretas para o aumento da pobreza e da desigualdade”, alertou.Na avaliação do secretário, a proposta prioriza os interesses do mercado financeiro em detrimento das necessidades da população. Ele ponderou, porém, que a busca por eficiência na administração pública não deve justificar cortes em programas sociais essenciais.“É óbvio que defendemos uma administração pública cada vez mais eficiente, com aperfeiçoamento da gestão e melhor aplicação dos recursos públicos. Mas isso não pode servir de justificativa para cortar programas sociais essenciais, que melhoram a vida das pessoas e garantem dignidade a milhões de brasileiros. Não se pode tratar o orçamento público como uma simples planilha, ignorando que por trás de cada corte existem trabalhadores, famílias e pessoas que dependem de renda para viver”, criticou.Dieese aponta perdas de salários e arrecadaçãoAlém da possível eliminação de 2,2 milhões de empregos, o estudo do Dieese estima que o chamado “tesouraço” pode reduzir a massa salarial em R$ 68,7 bilhões e a arrecadação tributária em R$ 46,8 bilhões.A proposta de Flávio Bolsonaro prevê cortes de despesas públicas, redução de estruturas administrativas e revisão de benefícios. No entanto, segundo as informações apresentadas no estudo, não há detalhamento de como cada medida contribuiria para alcançar a economia de R$ 200 bilhões.O levantamento também alerta para o risco de desaceleração da atividade econômica, com possíveis efeitos sobre o consumo e as receitas do governo. Nesse cenário, a redução de despesas poderia ser acompanhada por uma queda na arrecadação, dificultando o equilíbrio das contas públicas.Outro ponto levantado é o peso dos juros sobre a dívida pública. Segundo a análise apresentada, a proposta não enfrenta diretamente esse fator, considerado decisivo para a trajetória do endividamento do país.Secretário defende debate antes das eleiçõesAo comentar os possíveis efeitos da proposta, Vasconcelos defendeu que os eleitores conheçam as consequências das medidas econômicas antes de escolher seus representantes.“A classe trabalhadora precisa estar bem informada para escolher que tipo de representante quer para o país. Esse debate precisa chegar à sociedade, porque estamos falando de empregos, renda e dignidade. Não podemos aceitar que os interesses de bancos e bilionários estejam acima dos direitos e das necessidades da maioria do povo brasileiro”, concluiu.

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