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Grupo Geely anuncia parceria com Google para melhorar integração digital

O Geely Holding Group anunciou nesta sexta-feira (23) uma parceria estratégica com o Google para implementar o Google Automotive Services diretamente no painel digital de seus veículos.

A integração será disponibilizada de forma nativa a partir do segundo semestre de 2027 nos mercados fora da China e dos Estados Unidos, respeitando os requisitos regulatórios e de infraestrutura específicos de cada região.

A iniciativa estende uma colaboração que a chinesa já mantinha pontualmente com marcas de seu ecossistema, como a Polestar, que adota soluções do ecossistema Google desde 2020. Com o novo acordo, a tecnologia será expandida para as linhas de veículos de passeio de marcas como Geely, Lynk & Co, Proton, Riddara e Smart.

Inteligência artificial e aplicativos no painel

A solução integrada levará para o centro multimídia dos automóveis o ecossistema nativo do Google, com recursos embarcados, dispensando a necessidade de conexão espelhada via smartphone.

O pacote inclui ferramentas de navegação pelo Google Maps, download de softwares pelo Google Play e o assistente virtual Gemini para comandos de voz multimodais. O objetivo do sistema é permitir o gerenciamento de chamadas, trajetos e conteúdos de mídia sem exigir o manuseio de telas secundárias pelo motorista.

“As pessoas esperam, cada vez mais, o mesmo nível de conveniência e conectividade em seus carros que desfrutam no dia a dia. Por meio de nossa parceria com o Google, estamos trazendo serviços digitais diretamente para nossos veículos a fim de criar uma experiência de condução mais fluida, intuitiva e agradável”, disse o Shen Yuan, CTO do Geely Holding Group.

“Estamos transformando a experiência a bordo para os clientes, oferecendo aos motoristas seus aplicativos favoritos, navegação intuitiva e um assistente pessoal de IA diretamente do painel”, comentou Haris Ramic, Diretor de Produto do Android for Cars no Google.

O Geely Holding Group, além de operar centros de pesquisa e fábrica na China e na Europa, aplica uma cooperação estratégica com o Grupo Renault no Brasil desde o final de 2025, focada na expansão de veículos eletrificados e de baixas emissões produzidos no Complexo Ayrton Senna, em São José dos Pinhais (PR).

Recentemente, a Renault Geely do Brasil anunciou mais um investimento bilionário para o desenvolvimento de um SUV inédito, “altamente eletrificado”, que levará a marca Renault. A montadora informou que a divulgação dos modelos específicos compatíveis com a nova tecnologia do Google, bem como o cronograma detalhado de lançamento por país, ocorrerá gradualmente ao longo dos próximos anos.

Carros eletrificados chegam à marca de 1 milhão de unidades no Brasil

 

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Carris e STCP unem forças em parceria estratégica

As transportadoras de Lisboa e do Porto formalizaram uma parceria para desenvolver soluções de mobilidade, formação e projetos conjuntos de financiamento comunitário.

© DIOGO FARIA REIS/OBSERVADOR

No comunicado enviado as empresas dizem que ambas "partilham uma responsabilidade comum na promoção de cidades mais sustentáveis, acessíveis, inclusivas e eficientes"
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Do passado para o futuro. Após o 2CV, eis o 2CV Fourgonnette

A Citroën surpreendeu com o 2CV eléctrico e, não contente com isso, avança com o 2CV Fourgonnette, um veículo comercial sobre a mesma base, mas com versatilidade redobrada, como aconteceu em 1951.

O célebre furgão comercial concebido sobre o 2CV vai regressar em breve ao mercado, assumindo-se como eléctrico e com a mesma base do novo 2CV
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Fábrica da BYD na Bahia avança em testes para nacionalizar carros até 2027

O complexo industrial da BYD em Camaçari, na Bahia, completou um ano de operações com o avanço das obras civis e o início dos testes operacionais em duas das etapas mais críticas da montagem automotiva: os galpões de soldagem e de pintura.

O movimento marca a transição da unidade baiana de uma operação de montagem inicial (CKD e SKD) para um processo produtivo completo e integrado em solo nacional.

Para operar os novos setores, a montadora chinesa contratou mais de 1.100 profissionais, que ainda estão em fase de treinamento. A expectativa da empresa é realizar a contratação adicional de mais 500 colaboradores até o final do ano, alocando equipes dedicadas às fases de soldagem, pintura e estamparia (etapa em que as chapas de aço são moldadas para formar a carroceria dos veículos), com o objetivo de nacionalizar a produção dos automóveis até o início de 2027.

Mão de obra e o impacto regional

Fábrica da BYD na Bahia avança em testes para nacionalizar carros até 2027
Fábrica da BYD na Bahia avança em testes para nacionalizar carros até 2027 • Divulgação

A expansão da planta industrial tem alterado o mercado de trabalho na região metropolitana de Salvador. De acordo com a empresa, a unidade em Camaçari alcançou a marca de 9 mil funcionários diretos, sendo o segundo maior empregador industrial do estado da Bahia. Cerca de 90% dos trabalhadores da planta é formado por bahianos, a maioria de Camaçari.

A fábrica, que iniciou as operações com apenas um turno, migrou para o segundo turno no início do ano e prepara a entrada de uma terceira equipe de trabalho ainda este ano.

A meta da companhia é fechar o ano com 10 mil colaboradores diretos, projetando a criação de até 20 mil empregos entre empregos diretos e indiretos quando o complexo atingir a capacidade máxima de funcionamento.

Expansão da capacidade produtiva

Fábrica da BYD na Bahia avança em testes para nacionalizar carros até 2027
Fábrica da BYD na Bahia avança em testes para nacionalizar carros até 2027 • Divulgação

A consolidação das etapas de soldagem, pintura e estamparia permitirá a fabricação local de modelos que hoje abastecem o mercado nacional, como o hatch elétrico compacto Dolphin Mini, o sedan King, o SUV Song Pro e e o SUV compacto Atto 2, os dois últimos já disponíveis com a tecnologia híbrida flex.

Atualmente, a fábrica baiana possui capacidade instalada para produzir 150 mil veículos por ano. A projeção da montadora contempla uma expansão gradual para alcançar 300 mil unidades anuais em uma segunda fase, com metas de longo prazo que miram até 600 mil automóveis por ano para atender o mercado brasileiro e a exportação para países da América Latina.

Seis dos dez veículos elétricos mais vendidos no país são da BYD

 

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Speed Sales: A Mega Feira de Usados chega à Cardan Braga

Quem anda à procura de um carro para trocar já tem data para marcar na agenda. A Cardan Braga recebe, entre os dias 26 e 31 de outubro, as Speed Sales, uma Mega Feira de Usados Certificados que junta, num só espaço, uma vasta seleção de viaturas multimarca.

Ao longo de seis dias, os visitantes vão poder descobrir, comparar e experimentar modelos 100% elétricos, híbridos e a combustão, possibilitando-lhes encontrar a solução ideal para cada necessidade e orçamento.

Para facilitar a decisão, as Speed Sales trazem condições pensadas para quem quer comprar com segurança. Quem adquirir uma viatura durante o evento recebe um cartão de 350 euros em combustível.

Todas as viaturas têm garantia até 7 anos e estão disponíveis para entrega imediata. Tudo concentrado num único espaço, com uma grande variedade de opções e condições comerciais.

Além de ver, os visitantes terão a possibilidade de testar os carros, contactar diretamente com a equipa comercial e contar com um serviço de avaliação de retomas na hora.

A equipa da Cardan estará disponível para acompanhar cada visitante, esclarecer dúvidas e ajudar a encontrar a viatura mais adequada. A visita pode ser agendada através do formulário disponível aqui.

As Speed Sales decorrem na Cardan Braga de 26 a 31 de outubro.

Horário:

  • Segunda a Sexta: 9:00-12:30 e 14:30-19:00
  • Sábado: 9:30-12:30 e 14:30-18:00

O conteúdo Speed Sales: A Mega Feira de Usados chega à Cardan Braga aparece primeiro em O MINHO.

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MG IM6 tem desempenho radical, roda 400 km e custa a partir de R$ 369 mil

O MG IM6 chega ao Brasil como um SUV de luxo em duas versões e preço a partir de R$ 368.990. Entre os diferenciais das variantes, mais potência e diferentes autonomias são algumas delas. 

A configuração Signature é a de entrada e tem uma potência de 295 cv e 45,9 kgfm de torque. Com esse conjunto, ele acelera de 0 a 100 km/h em 6,4 segundos. A velocidade máxima é de 210 km/h. 

Com uma bateria LFP de 75 kWh, ele pode rodar 348 km, conforme os números do Inmetro. Nesta variante mais barata, a potência máxima de recarga chega a 153 kW e dos 10% aos 80% são necessários 26 minutos de espera na tomada. 

Já a versão chamada de Performance é a mais completa e com desempenho mais radical. São 752 cv de potência e 81,8 kgfm de torque. A aceleração até os 100 km/h acontece em 3,5 s. A velocidade máxima é de 239 km/h. O preço é de R$ 439.990 para esta configuração. 

Novo MG IM6
Novo MG IM6 • Divulgação

A bateria NCM tem 100 kWh de capacidade e o IM6 atinge 400 km de autonomia certificada pelo Inmetro. 

  • Comprimento: 4,90 m;
  • Largura: 1,98 m;
  • Altura: 1,66 m;
  • Entre-eixos: 2,95 m;
  • Porta-malas (signature/performance): 665 / 646L. 

Com sete anos de garantia para o carro e oito anos para as baterias, o MG IM6 chega com quatro opções de cores externas e duas internas. 

De série, o IM6 já tem um elevado nível de equipamentos de tecnologia e segurança. A variante Performance, contudo, acrescenta algumas melhorias, como a parte de desempenho, bateria, e também ganha o sistema de controle de amortecimento ativo e suspensão a ar. 

Novo MG IM6
Novo MG IM6 • Divulgação

Outra diferença está nas dimensões de roda e pneus. A Signature usa rodas de liga leve de 20″ com pneus 235/50 no eixo dianteiro e 255/45 no eixo traseiro. Já a Performance tem aro 21″ com pneus 235/45 dianteiros e 265/40 traseiros. 

Range Rover lança primeiro modelo elétrico da história; confira

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Nissan deve manter portfólio enxuto no Brasil, revela presidente da marca

Em meio à proliferação de lançamentos de concorrentes asiáticas, a Nissan defendeu uma gama enxuta, focada no segmento B-SUV e sustenta operação nacional com volume estável e recordes de exportação em Resende.

“Acho que a gente joga bem com os três produtos que a gente tem. São produtos com bom design, reconhecidos pelos clientes brasileiros pela qualidade, pela robustez, que é a característica da Nissan aqui no Brasil”, ressaltou o presidente da Nissan do Brasil, Ricardo Yuji Gondo, em coletiva de imprensa na manhã desta sexta-feira (23).

O Brasil atravessa um momento de profunda transformação estrutural no mercado automotivo brasileiro, marcado pela chegada de marcas chinesas e por um crescimento do mercado. Segundo Gondo, a Nissan Brasil adota uma postura estratégica firme e diferenciada em relação ao tamanho de seu portfólio.

Ricardo Yuji Gondo é o presidente e diretor geral da Nissan do Brasil
Ricardo Yuji Gondo é o presidente e diretor geral da Nissan do Brasil • Divulgação

Frente a concorrentes que chegam a oferecer até 17 modelos diferentes em suas concessionárias, a fabricante japonesa defende que a simples pulverização da linha não garante sucesso no país.

A visão oficial da empresa é direta: não é necessário ter dezenas de veículos no catálogo, mas sim contar com poucos produtos e garantir que, nas faixas de mercado em que atua, a marca consiga “jogar bem” e ser altamente competitiva.

Portfólio enxuto

Hoje a Nissan opera no Brasil com três modelos: nova geração do Kicks, o Kait (que é uma reformulação do Kicks Play) e o Nissan Versa (o único sedã da montadora no Brasil).

Nova geração do Nissan Kicks Platinum custa R$ 200 mil
Nova geração do Nissan Kicks Platinum custa R$ 190 mil • Rodrigo Barros/CNN

O Nissan Kicks é vendido em quatro versões, com preços a partir de R$ 159.990 até R$ 189.990. Todas as variantes contam com motor turbo. 

Já o Kicks preservou a mecânica do Kicks Play. Os preços variam entre R$ 117.990 até R$ 149.990. Já o Versa — único sedã da marca no Brasil —, tem preços entre R$ 129.990 até R$ 148.290. São três configurações disponíveis. 

Recentemente, a Nissan tirou o Sentra do portfólio e também a picape Frontier, que deixou de ser vendida nas concessionárias.

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Pedágio free flow na Dutra fica mais caro a partir desta sexta; entenda

A ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) aprovou a atualização das tarifas do Pedágio Eletrônico (Free Flow) na Rodovia Presidente Dutra, na Região Metropolitana de São Paulo. As tarifas ficam mais caras a partir desta sexta-feira (23).

Os novos valores foram reajustados em 4,4% e abrangem o trecho entre os quilômetros 205 e 230, que conecta São Paulo, Guarulhos e Arujá. A decisão autoriza o primeiro reajuste desde o início da operação do sistema, em dezembro de 2025, e atualiza parâmetros previstos no contrato de concessão administrado pela RioSP.

Diferentemente das praças tradicionais, em que a quitação da tarifa ocorre de forma imediata no momento da passagem, a tecnologia registra a circulação dos veículos por meio de pórticos de leitura automática de placas e etiquetas, permitindo o pagamento posterior da tarifa.

Como foram definidos os novos valores?

Entre os parâmetros estabelecidos pela ANTT está a Tarifa Básica de Pedágio quilométrica de R$ 0,14024, calculada com referência à praça de pedágio de Arujá. O reajuste também considera a variação de 4,44% do IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), incorporada ao Índice de Reajustamento Tarifário.

Outro componente da decisão é a revisão do Fator de Gerenciamento (Fn), utilizado no cálculo das tarifas conforme as regras contratuais. Com isso, os valores finais não decorrem exclusivamente da correção inflacionária, mas também da combinação entre o segmento percorrido e os fatores aplicáveis a cada período.

Na prática, isso significa que o valor pago pelo motorista pode variar de acordo com o sentido da viagem, a distância percorrida, o dia e o horário de utilização da pista expressa. Os novos valores podem ser consultados no site da concessionária por meio do simulador de tarifas, que permite ao cliente planejar a viagem e saber exatamente quanto pagará pelo trecho percorrido na pista expressa, considerando dia, horário e sentido escolhidos.

O que muda para quem utiliza a Via Dutra?

O sistema de Pedágio Eletrônico permanece com as mesmas características operacionais. A cobrança continua restrita à utilização das pistas expressas no trecho abrangido pelo Free Flow. Quem trafegar exclusivamente pelas pistas marginais não paga a tarifa do pedágio eletrônico.

Também permanece a regra que evita a cobrança adicional para motoristas que passam pela praça de pedágio de Arujá e seguem diretamente pela pista expressa. Caso precisem acessar a marginal, por exemplo, para abastecer, terão até duas horas para retornar à expressa sem incidência dessa cobrança adicional.

As motocicletas continuam pagando metade da tarifa aplicável ao trecho. Para veículos equipados com tag, permanece o desconto de 5% sobre o valor da passagem, com débito automático pela operadora contratada.

Os motoristas sem tag podem realizar o pagamento em até 30 dias após a passagem, por meio dos canais oficiais da concessionária.

A ANTT reforçou a importância de utilizar exclusivamente canais oficiais para consultar e pagar as tarifas, evitando links suspeitos e cobranças enviadas por terceiros. A concessionária não emite boletos para pagamento do Free Flow.

Entenda as novas regras para pedágios eletrônicos em rodovias

 

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Tesla regista queda de 42% no lucro no terceiro trimestre

A tecnológica norte-americana Tesla anunciou quarta-feira um lucro líquido de 804 milhões de dólares (715,56 milhões de euros) no terceiro trimestre, 42% abaixo do período homólogo.

As receitas atingiram os 28.046 milhões de dólares (24.960,94 milhões de euros), um valor semelhante ao registado no terceiro trimestre de 2025.

No período, a Tesla entregou 486.532 veículos em todo o mundo, menos 2% do que nos mesmos três meses do ano anterior.

Os modelos Tesla Model 3 e Tesla Model Y foram os mais vendidos pela empresa no trimestre, totalizando 478.237 unidades, o que corresponde a 98% do total.

O resultado EBITDA ajustado foi de 3.900 milhões de dólares (3.471 milhões de euros) — 8% abaixo do ano passado.

Na última semana, a Tesla apresentou o Roadster, o seu aguardado modelo desportivo, que incorpora tecnologia desenvolvida em parceria com a SpaceX e foi protagonista de uma demonstração na qual conseguiu elevar-se do solo, realizar manobras aéreas e aterrar de forma controlada.

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MotoGP chega à Austrália com luta ao rubro. Horários e o que saber

O Mundial de MotoGP continua já este fim de semana (23 a 25 de outubro), com o GP da Austrália em Phillip Island. A cinco rondas do fim, as emoções estão fortes, com os dois primeiros classificados separados por dois pontos.

 

Jorge Martín no topo, três candidatos fortes ao título

Jorge Martín (Aprilia) está numa série de três pódios consecutivos dos nove que já amealhou em 2026, liderando o campeonato com mais dois pontos do que Marc Márquez.

O veterano da Ducati, que já comemorou seis triunfos, não foi além da sexta posição na ronda anterior na Indonésia, o que lhe custou o comando. A vitória nessa corrida foi de Marco Bezzecchi (Aprilia), que está em terceiro a 46 pontos da dianteira - pelo que, apesar de não estar tão bem posicionado, também sonha com o título. Em Mandalika, regressou aos triunfos que escapavam desde março.

Estes três não são os únicos pilotos matematicamente na luta pelo título, quando ainda há 185 pontos por atribuir: até o oitavo classificado, Álex Márquez (Gresini/Ducati) ainda pode ultrapassar a pontuação de Jorge Martín.

Mas os 96 pontos que separam o quarto classificado Ai Ogura (Trackhouse/Aprilia) do líder fazem com que sejam três os pilotos com possibilidades mais realistas de levarem o título no fim da temporada.

Campeões procuram melhores dias

Este não é o ano de dois dos campeões do mundo de MotoGP na grelha. O de 2022 e 2023, Francesco Bagnaia (Ducati), em nono, já está afastado do título e ainda procura o primeiro triunfo do ano numa corrida principal para evitar a primeira época a zeros no que toca a triunfos desde 2020.

Por outro lado, Fabio Quartararo (Yamaha) atravessa a sua pior temporada de sempre no MotoGP e é atualmente 14.º com um quinto posto a ser o melhor resultado. O campeão de 2021 tem os mesmos pontos do que o estreante Diogo Moreira (Honda LCR). Ainda assim, o francês é o melhor piloto do construtor dos diapasões.

Phillip Island despede-se do MotoGP

Esta será a última vez que o GP da Austrália de MotoGP se realiza no circuito de Phillip Island antes de rumar a Adelaide em 2027.

O traçado permanente, localizado na ilha homónima, entrou no campeonato há precisamente 30 anos e é um dos mais peculiares devido ao desenho e às condições meteorológicas - que não raras vezes colocam o vento como um dos rivais dos pilotos.

A pista tem 12 curvas e uma volta estende-se por 4,448 km. A melhor volta de sempre foi estabelecida por Fabio Quartararo na qualificação do ano passado em 1m26,465 segundos, enquanto a melhor volta em corrida pertence a Marc Márquez desde 2024 (1m27,765 segundos).

Os horários

O GP da Austrália de MotoGP segue os moldes normais, sendo que devido aos fusos horários as sessões decorrem de madrugada na hora europeia.

A ação começa à primeira hora de sexta-feira com o primeiro treino livre e culmina no domingo com a corrida. Os horários abaixo estão pela hora de Portugal continental (menos uma nos Açores).

Importa frisar que, de sábado para domingo às 02h00 no continente e na Madeira (01h00 nos Açores) entra em vigor a hora de inverno e os ponteiros recuam uma hora.

  • Sexta-feira, 23 de outubro
    • 00h45-01h30: Treino livre 1
    • 05h00-06h00: Treino cronometrado
  • Sábado, 24 de outubro
    • 00h10-00h40: Treino livre 2
    • 00h50-01h05: Qualificação Q1
    • 01h15-01h30: Qualificação Q2
    • 05h00: Corrida Sprint (13 voltas)
  • Domingo, 25 de outubro
    • 23h40-23h50: Warm-up (fim da noite de sábado)
    • 03h00: Corrida (27 voltas)
Bezzecchi vence na Indonésia e Martín recupera liderança do Mundial

Bezzecchi vence na Indonésia e Martín recupera liderança do Mundial

O italiano Marco Bezzecchi (Aprilia) venceu hoje o Grande Prémio da Indonésia de MotoGP, 17.ª ronda da temporada, enquanto o espanhol Jorge Martín (Aprilia), terceiro, recuperou a liderança do Mundial a Marc Márquez (Ducati).

Lusa | 10:59 - 11/10/2026

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RCZ Vision mostra para onde a Peugeot quer levar os seus EV

A Peugeot mostrou o coupé RCZ eléctrico, que revela tudo o que a marca pretende lançar no mercado num futuro próximo. O protótipo exibe uma nova linguagem estilística e anuncia carga muito rápida.

O RCZ de 2009 está de volta, mas 100% eléctrico e mais estilizado, antecipando a nova linguagem estilística da Peugeot
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Volvo Cars agrava prejuízos para 414 milhões e corta 2.500 postos

A fabricante sueca de automóveis Volvo Cars reportou hoje um prejuízo líquido de 4.600 milhões de coroas suecas (414 milhões de euros) até setembro, num aumento homólogo de 77%, anunciando ainda cortes de 2.500 postos de trabalho.

Nos resultados hoje anunciados, a empresa atribuiu o resultado a um mix entre vendas e preços desfavoráveis, diminuição de vendas por grosso, redução das vendas de licenças, aumento dos custos das matérias-primas e ao efeito desfavorável das taxas de câmbio.

A Volvo Cars também anunciou o despedimento de 2.500 trabalhadores, o equivalente a 6% do total, dos quais 2.000 na Suécia, com o objetivo de poupar mais 5.000 milhões de coroas suecas (cerca de 450 milhões de euros).

No período em análise, o volume de negócios caiu 17% para 217.200 milhões de coroas suecas (19.536 milhões de euros), enquanto o prejuízo operacional líquido duplicou para 3.200 milhões de coroas suecas (288 milhões de euros).

Desde o início do ano e até setembro, a Volvo Cars vendeu 460.000 veículos, metade dos quais elétricos, numa redução de 10%.

Apenas no terceiro trimestre, a empresa teve prejuízos líquidos de 5.700 milhões de coroas suecas (513 milhões de euros), que comparam com lucros de 4.500 milhões de coroas suecas (405 milhões de euros) no mesmo período do ano anterior.

O desempenho entre julho e setembro deveu-se, principalmente, à evolução negativa nos mercados chinês e norte-americano.

As vendas no primeiro reduziram-se para metade devido à concorrência e novas alternativas nos segmentos 'premium', enquanto no caso norte-americano continuou a haver impacto negativo dos direitos aduaneiros e pela eliminação dos incentivos aos modelos elétricos.

Citado em comunicado, o presidente executivo da empresa controlada pela chinesa Geely, classificou o desempenho como "muito dececionante".

Pela 10:30 em Lisboa, as ações da Volvo Cars caíam 26,8% para 10,33 coroas suecas.

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Jetour registra no Brasil picape híbrida F700 com 904 cv de potência

A Jetour registrou no Brasil o desenho industrial da F700, picape híbrida plug-in que chama atenção pelas dimensões e pelos números do conjunto mecânico.

A picape tem 904 cv de potência combinada e mede quase 5,50 metros de comprimento, superando a Toyota Hilux. O registro foi feito no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), mas não confirma que a caminhonete será vendida no mercado brasileiro.

Como é a picape Jetour F700?

A F700 pertence à família Zongheng, divisão da marca chinesa do grupo Chery voltada a veículos de maior porte e com proposta aventureira.

A caminhonete híbrida combina um motor 2.0 turbo a gasolina de 211 cv e 34,7 kgfm com dois motores elétricos, distribuídos entre os eixos dianteiro e traseiro.

A potência combinada chega a 904 cv, enquanto o torque máximo declarado é de 115,7 kgfm. O conjunto trabalha com transmissão híbrida dedicada e tração integral.

Jetour F700 é uma picape híbrida
Jetour F700 é uma picape híbrida • Divulgação

Segundo dados divulgados para o mercado chinês, a picape acelera de zero a 100 km/h em aproximadamente cinco segundos. A bateria de 35,4 kWh permite rodar até 150 km em modo exclusivamente elétrico pelo ciclo chinês CLTC.

Com o tanque de combustível cheio e a bateria carregada, a autonomia combinada anunciada pela fabricante chega a 1.300 km. Esses números ainda não representam medições segundo os critérios do Inmetro.

Nas dimensões, a Jetour F700 tem 5,49 metros de comprimento, 2,05 m de largura, aproximadamente 1,98 m de altura e 3,35 m de entre-eixos.

Jetour F700 é uma picape híbrida
Jetour F700 é uma picape híbrida • Divulgação

O comprimento é cerca de 17 centímetros, superior ao da Toyota Hilux de cabine dupla. A picape também supera a BYD Shark, outra representante eletrificada do segmento.

A capacidade de reboque chega a 3.500 kg, mas a capacidade de carga é um ponto de atenção: os dados divulgados na China indicam entre 181 kg e 223 kg, conforme a configuração.

Capitais passam a aceitar picapes como táxi; veja modelos

 

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Renault vai ter ecrã panorâmico e já se sabe em que modelos se estreia

A Renault vai apostar nos ecrãs panorâmicos de pilar a pilar. O OpenR Panorama fez a sua estreia no E-Space Concept, apresentado há poucos dias no Salão Automóvel de Paris.

 

Não está previsto um modelo de produção a partir do concept, mas o fabricante confirmou que o OpenR Panorama vai chegar ao mercado. A estreia será na próxima geração do Rafale e do Scenic.

O ecrã está entre os pilares A do automóvel a toda a largura. Mede 1.130 milímetros de comprimento (ou seja, mais de um metro) e 110 milímetros de largura. Não é o mesmo conceito do BMW Panoramic Vision estreado no iX3 Neue Klasse, em que a informação é projetada - a solução da Renault é um verdadeiro ecrã de grandes dimensões.

Num automóvel sem um quadrante de instrumentos convencional, o OpenR Panorama substitui-o. Lá, é exibida toda a informação necessária, sem necessidade de desviar o olhar da estrada.

Apesar de não ser um ecrã tátil, o OpenR Panorama pode ser operado, existindo dois ecrãs flexíveis para o efeito. Estes giram em torno de uma base tubular, onde também está posicionado o volante compacto, podendo assim ficar escondidos.

Quando chegará o OpenR Panorama?

Os novos Rafale e Scenic fazem parte da lista de prioridades da Renault, mas ainda não há uma data de chegada estipulada. Segundo a publicação britânica Autocar, é de prever que se estreiem em torno do ano de 2030.

Poderá o Renault Espace voltar a ser um monovolume?

Poderá o Renault Espace voltar a ser um monovolume?

O Renault E-Space Concept apresentado no Salão Automóvel de Paris é, por agora, um protótipo sem um modelo de produção em série confirmado. No entanto, o regresso do Espace monovolume não é posto de lado.

Notícias ao Minuto | 12:16 - 14/10/2026

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Movimento fundado por Seguro defende apoio público aos media

Movimento criado por António José Seguro antes da campanha presidencial fez primeira conferência com recomendações sobre futuro do jornalismo e IA. Defende apoios a jornais por entidade independente.

© DR

Paulo Lopes da Silva é o presidente do UPortugal e foi diretor da campanha de António José Seguro. É deputado do PS.
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Honda terá carro baseado no Mitsubishi Triton até 2028

A Honda e a Mitsubishi assinaram nesta quinta-feira (22) um acordo inédito entre as duas fabricantes japonesas. A parceria prevê o desenvolvimento de uma nova picape média com a marca Honda, derivada da plataforma da Mitsubishi Triton, com lançamento previsto para 2028 nos países do bloco ASEAN (Associação de Nações do Sudeste Asiático).

A iniciativa faz parte dos desdobramentos da aliança estratégica firmada em agosto de 2024 entre Honda, Mitsubishi e Nissan. A cooperação permite à Honda ingressar no segmento de picapes de tonelada (capazes de carregar uma tonelada na caçamba) na Ásia sem a necessidade de desenvolver uma arquitetura do zero, enquanto a Mitsubishi otimiza a capacidade de produção de sua fábrica na Tailândia com o aumento do volume de montagem.

O trem de força e a plataforma

A nova picape utilizará como estrutura a arquitetura de chassis sobre chassi da mais recente geração da Triton. Na configuração vendida no Brasil, a picape da Mitsubishi é equipada com motor 2.4 biturbo a diesel, que entrega 205 cv de potência e 47,9 kgfm de torque, acoplado a um câmbio automático de seis marchas.

O conjunto mecânico do modelo conta com capacidade para carregar até 1.000 kg de carga na caçamba e rebocar até 3.500 kg. Entre os recursos de rodagem, a picape dá a opção de sete modos de condução para diferentes terrenos (Normal, Eco, Cascalho, Neve, Lama, Areia e Pedra), restabelecendo sua posição entre os modelos mais sérios off-road da categoria.

Mercado brasileiro e alcance global

No mercado brasileiro, a linha da Triton começa com o preço base de R$ 250 mil e, ao longo das diferentes versões, chega aos R$ 335 mil, faixa correspondente à versão topo de linha Savana, equipada com itens voltados ao uso fora de estrada, como snorkel, bagageiro de teto e proteções inferiores na carroceria.

Apesar do anúncio oficial do novo modelo da Honda para o Sudeste Asiático a partir de 2028, as fabricantes ainda não confirmaram se a picape desenvolvida em conjunto será disponibilizada em outros mercados globais, como a América Latina.

Ford F-150 Lightning: picape elétrica abastece casa se faltar luz

 

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CEO da Stellantis pede desculpas por problemas em motores PureTech

O CEO do grupo Stellantis, Antonio Filosa, pediu desculpas publicamente aos clientes pelas falhas recorrentes de durabilidade registradas nos motores da família 1.2 PureTech.

A declaração foi dada ao jornal francês Le Parisien durante o Salão do Automóvel de Paris (Mondial de l’Auto), em meio ao anúncio de uma reestruturação profunda nos processos de qualidade e na estratégia mecânica da montadora na Europa.

Herança do antigo Grupo PSA (Peugeot e Citroën), o motor PureTech traz a tecnologia de correia de distribuição banhada a óleo. A degradação e o esfarelamento prematuro desse componente causam o entupimento da bomba de óleo, comprometendo a lubrificação e levando a falhas graves ou à perda total do motor. A lista de veículos afetados inclui modelos populares de grande volume no mercado europeu, como os Peugeot 208, 2008 e 3008, os Citroën C3 e C4, além dos Opel Corsa e Astra.

Abordagem diferente da GM e aposentadoria da tecnologia

O problema de degradação da correia banhada a óleo também é conhecido no mercado brasileiro. No entanto, a Stellantis optou por um caminho oposto ao adotado pela General Motors nos motores turbo da linha Chevrolet (Onix, Tracker e Montana). Enquanto a GM atualizou a formulação da correia e do lubrificante para conter a corrosão provocada por óleos de má qualidade, a Stellantis decidiu descontinuar gradualmente a família PureTech na Europa.

Para substituir a mecânica francesa, a montadora iniciou a transição para a família de motores Firefly, desenvolvida originalmente pela Fiat. Composta por corrente de comando em vez de correia banhada a óleo, a arquitetura italiana é reconhecida pela maior resistência e menor histórico de manutenção. O conjunto passará a equipar gradualmente os modelos da Peugeot, Citroën e Opel, além de receber atualizações com sistemas híbridos projetados para operar até a próxima década.

No Brasil, os motores Firefly já são consolidados e equipam veículos de entrada como Fiat Mobi, Argo, Cronos e Strada, nas opções 1.0 flex de três cilindros (75 cv) e 1.3 flex de quatro cilindros (107 cv).

Mais problemas e novas metas globais

Além da substituição mecânica, a Stellantis também enfrenta o desgaste de imagem provocado pelo recall dos airbags da fornecedora Takata. Para contornar as crises e recuperar a confiança do consumidor, a fabricante implementou 100 salas de controle de qualidade na Europa e na América do Norte, chamadas internamente de “quality war rooms”.

Essas unidades promovem reuniões diárias entre engenheiros, diretores de fábrica e fornecedores para identificar defeitos antes das entregas aos clientes. Segundo Filosa, as ações já resultaram em um avanço de cerca de 30% nos índices de qualidade dos veículos da marca desde o início de 2026.

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Yamaha MT-125 é atualizada na Europa com novo visual e tanque redesenhado

A Yamaha apresentou a linha 2027 da MT-125 no mercado europeu. A menor integrante da família de nakeds – modelos derivados dos esportivos sem carenagens – da marca japonesa passou por uma renovação focada no design, trazendo linhas mais angulosas e elementos estéticos alinhados às irmãs maiores, como a MT-03, MT-07 e MT-09.

As entregas da motocicleta nas concessionárias da Europa estão previstas para o primeiro trimestre de 2027. Os preços locais e a oferta do modelo em outros mercados globais ainda não foram divulgados. Confira os detalhes do modelo abaixo.

Design renovado e melhorias ergonômicas

Yamaha MT-125 é atualizada na Europa com novo visual e tanque redesenhado
Yamaha MT-125 é atualizada na Europa com novo visual e tanque redesenhado • Divulgação

A principal mudança do ano/modelo 2027 está no conjunto óptico dianteiro. O modelo adota uma máscara com linhas afiladas e luzes de posição em LED no formato de lâminas, acompanhadas por novos piscas também em LED. O grupo recebe acabamento translúcido escurecido, com o emblema da linha com efeito fosco.

O tanque de combustível foi inteiramente redesenhado, exibindo recortes mais profundos e painéis laterais com texturas e o número 125 estampado nos novos grafismos. O assento também mudou: passou a ter um formato mais fino e alongado, projetado para adequar a postura do piloto tanto no uso urbano quanto em trechos sinuosos, mantendo a altura em relação ao solo de 81 cm.

A linha 2027 será oferecida em quatro opções de cores na Europa: a inédita Redline White (com esquema de alto contraste e assento bicolor) e as conhecidas Ice Storm, Icon Blue e Tech Black, todas atualizadas com os novos grafismos da versão.

Yamaha MT-125 é atualizada na Europa com novo visual e tanque redesenhado
Yamaha MT-125 é atualizada na Europa com novo visual e tanque redesenhado • Divulgação

Painel TFT e recursos de conectividade

No pacote de tecnologia, a versão europeia traz um painel de instrumentos em tela TFT colorida de 5 polegadas. A plataforma conta com integração para smartphones por meio do aplicativo gratuito Yamaha MyRide.

O sistema permite gerenciar chamadas, mensagens, reprodução de música e navegação curva a curva diretamente na tela. Pelo aplicativo, o motociclista também pode registrar dados de pilotagem, como distância percorrida e ângulo de inclinação nas curvas.

Conjunto mecânico e ciclística mantidos

Yamaha MT-125 é atualizada na Europa com novo visual e tanque redesenhado
Yamaha MT-125 é atualizada na Europa com novo visual e tanque redesenhado • Divulgação

Apesar da atualização estética e de equipamentos, a base técnica permanece sem alterações. O motor é o monocilíndrico de 125 cm³ com refrigeração líquida, quatro válvulas e sistema de atuação de válvula variável. O propulsor entrega 15 cv de potência a 10.000 rpm e torque máximo de 1,2 kgfm a 8.000 rpm, associado a um câmbio de seis marchas.

A estrutura é formada pelo chassi de aço, combinado com suspensão dianteira de garfo invertido de 41 mm e balança traseira em alumínio. No sistema de freios, a versão para a Europa adota disco dianteiro de 292 mm com pinça de quatro pistões de montagem radial, disco traseiro de 220 mm, ABS e controle de tração de série.

Atualmente, a Yamaha MT-125 não é comercializada no Brasil e a fabricante ainda não sinalizou planos de lançamento do modelo no mercado nacional.

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