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Eurodeputados querem aumentar verba do programa Erasmus+

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Ansiedade social e os hábitos ocultos que pioram tudo
- O Minho
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Professora da UMinho é a primeira portuguesa a presidir a prestigiada sociedade científica internacional
A professora Rosa Vasconcelos, provedora do Estudante da Universidade do Minho, será a primeira portuguesa a presidir à IEEE Education Society, uma das principais sociedades científicas internacionais nas áreas da educação em engenharia e tecnologia, foi hoje divulgado.
A docente pertence à direção (‘board’) desta entidade desde 2015, foi vice-presidente a partir de 2022 e agora torna-se ‘president-elect’ para o biénio 2027-2028, assumindo em 2029-2030 a liderança de uma comunidade global de académicos, investigadores e profissionais dedicados à excelência neste âmbito.
“Assumo o novo desafio com enorme honra e uma responsabilidade acrescida, esperando contribuir para uma sociedade mais inclusiva, próxima e participativa, e para se desenvolverem soluções inovadoras face aos desafios atuais da educação e formação em engenharia e tecnologia”, diz Rosa Vasconcelos, que irá suceder no cargo a Diane Rover (Iowa State University, EUA), citada em comunicado enviado pela UMinho.
De acordo com a mesma instituição, a sua eleição valoriza as “quatro décadas que tem dedicado a áreas como educação em engenharia, qualidade, inovação pedagógica, ética, integridade académica, defesa dos direitos dos estudantes, responsabilidade social e cooperação internacional”.
Por outro lado, esta distinção é também um reconhecimento a nível global da qualidade do ensino superior e da investigação desenvolvida em Portugal, acrescenta a responsável.
Rosa Vasconcelos será a quarta mulher e a quarta pessoa europeia a presidir à IEEE Education Society, num universo de 39 presidentes ao longo de sete décadas de história. Esta sociedade faz parte do Institute of Electrical and Electronics Engineers (IEEE), o maior organismo profissional mundial dedicado ao avanço da tecnologia em benefício da humanidade.
Rosa Maria de Castro Fernandes Vasconcelos fez a licenciatura e o doutoramento em Engenharia Têxtil pela UMinho, onde leciona desde 1984. Nesta academia, é provedora do estudante, professora associada do Departamento de Engenharia Têxtil e investigadora do Centro de Ciência e Tecnologia Têxtil, tendo já presidido o Conselho de Cursos de Engenharia e o Conselho Pedagógico da Escola de Engenharia. Além disso, presidiu a Rede Portuguesa de Provedores do Estudante até setembro de 2026 e é coordenadora da Rede Ibero-Americana de Defensorias Universitárias, que reúne 83 instituições de 11 países.
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Estudantes recusam descongelamento e querem fim das propinas

© ANTÓNIO PEDRO SANTOS/LUSA
Estudantes pedem travão ao aumento das propinas e temem mais barreiras ao acesso
Portugal e China vão negociar novo acordo de reconhecimento de cursos
Portugal e China vão retomar no próximo ano as negociações com vista a um novo acordo de reconhecimento mútuo de graus e diplomas de Ensino Superior.
“Ambas as partes concordaram que o acordo a negociar constitui um elemento essencial no intercâmbio académico entre os dois países no domínio do Ensino Superior”, informa o Ministério da Educação, Ensino Superior e Ciência em comunicado às redações esta quarta-feira, 21.
O documento precisa que a parte portuguesa, liderada pela Direção-Geral de Estudos, Planeamento e Avaliação (DGEPA), apresentou uma nova versão do projeto de acordo, propondo a substituição do texto de 2005, atualmente em vigor, tendo a parte chinesa indicado que iria proceder à análise interna da proposta.
Portugal e China acordaram “promover ativamente” um processo de consultas técnicas em 2027.
Os dois países acordaram também iniciar em 2027 consultas técnicas na área do ensino e formação vocacional, com vista “à elaboração de instrumentos de cooperação bilateral”,
com especial incidência no intercâmbio de boas práticas, no desenvolvimento curricular, na formação de professores e de formadores, e nas parcerias institucionais.
Este é, por assim dizer, o balanço da primeira reunião do Grupo de Trabalho Portugal-China sobre Educação, incluindo Ensino Superior, realizada esta terça-feira, 19, em Pequim, após a o encontro político entre o ministro da Educação, Ciência e Inovação de Portugal, Fernando Alexandre, e o ministro da Educação da China, Huai Jinpeng.
A Declaração define cinco áreas prioritárias para o desenvolvimento da cooperação nas áreas da ciência e tecnologia. A saber: economia azul, energia, agricultura, saúde e património cultural.
Relativamente à preparação do Plano de Ação Conjunto para 2027–2030, o comunicado do MECI revela que “a China apresentou três áreas prioritárias de cooperação: o diálogo entre presidentes de Universidades da China e de Portugal; a formação conjunta de engenheiros de excelência; e a cooperação apoiada pela inteligência artificial” E Portugal apresentou quatro áreas prioritárias de cooperação: “formação avançada, mobilidade académica e desenvolvimento de talentos; cooperação transnacional no ensino superior e garantia da qualidade; parcerias estratégicas entre instituições de ensino superior; e cooperação linguística e cultural”.
Na Declaração Conjunta do Grupo de Trabalho assinada esta segunda-feira, 18, ficou ainda definido que Portugal participará, como País de Honra, na Conferência Anual e Exposição da China sobre Educação Internacional, bem como na paralela Exposição de Educação da China, ambas a realizar em 2027.
Fernando Alexandre e a secretária de Estado da Ciência e Inovação, Helena Canhão, encontram-se em visita oficial à China, com passagens por Tianjin, Pequim e Xangai num aprofundamento das relações bilaterais nas áreas da Investigação, da Inovação, da Educação e do Ensino Superior. Integram a comitiva o presidente da Agência para a Investigação e Inovação (AI2), João Barros, o presidente do Instituto para o Ensino Superior (IES, I.P.), Joaquim Mourato, a Sub-Diretora da DGEPA, Sofia Cordeiro, o presidente do Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas (CRUP), Luís Ferreira, e o presidente do Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos (CCISP), Luís Loures, bem como reitores e investigadores de 15 instituições portuguesas.
A delegação visitou já diversas instituições de ensino superior, centros de investigação e empresas do país asiático, em Tianjin, em Pequim e em Xangai, tendo em vista aprofundar a cooperação já existente e explorar novas oportunidades com instituições chinesas.
Foto: Ministério da Educação, Ciência e Inovação
Estudantes concentram-se contra descongelamento de propinas

© PAULO NOVAIS/LUSA
Unicamp divulga gabarito oficial da 1ª fase do vestibular 2027: confira
A Comvest (Comissão Permanente para os Vestibulares da Universidade Estadual de Campinas) divulgou os gabaritos oficiais das provas da primeira fase nesta quarta-feira (21).
É possível consultar tanto as respostas oficiais das questões quanto as provas completas na página oficial do vestibular da Unicamp.
Leia Mais:
Você pode ver os arquivos das respostas abaixo:
Provas T e X
Provas S e W
Provas R e Z
Provas Q e Y
Próximas fases do vestibular da Unicamp
O vestibular de 2027 da Unicamp teve 54.702 candidatos realizando a prova da primeira fase no último domingo (18), disputando as 2.523 vagas em 70 cursos. A prova teve uma abstenção de 6,38%, o que representa a ausência de 3.729 candidatos, o menor índice registrado nos últimos 16 anos.
A lista de aprovados para a segunda fase será divulgada no dia 23 de novembro, juntamente com os locais de prova da segunda fase e as notas de corte. A segunda fase será realizada nos dias 29 e 30 de novembro e consiste em questões dissertativas.
As provas têm uma parte comum para todos os candidatos e uma parte diversificada, de acordo com a área de conhecimento do curso escolhido em 1ª opção (Ciências Biológicas/Saúde; Ciências Exatas/Tecnológicas, Ciências Humanas/Artes). Cada questão dissertativa vale quatro pontos, cada uma contendo dois itens, valendo dois pontos cada.
No primeiro dia, é aplicada a parte comum a todos, com uma redação que apresenta duas propostas de texto, uma prova de Língua Portuguesa e Literatura e uma prova interdisciplinar com duas questões de Inglês e duas de Ciências da Natureza.
No segundo dia, todos os candidatos fazem uma prova de Matemática (com 6 questões para os candidatos de Exatas e 4 para os demais) e a prova Interdisciplinar de Ciências Humanas, com duas perguntas. As provas de conhecimentos específicos são divididas da seguinte forma:
- Candidatos de Ciências Biológicas/Saúde: Biologia (7 questões) e Química (5 questões);
- Candidatos de Ciências Exatas/Tecnológicas: Física (5 questões) e Química (5 questões);
- Candidatos de Ciências Humanas/Artes: Geografia (5 questões), História (5 questões), Filosofia (1 questão) e Sociologia (1 questão).
Calendário do Vestibular da Unicamp
- 23/11 – Divulgação dos aprovados para segunda fase
- 29 e 30/11 – Provas da segunda fase
- 02 a 04/11 – Provas de habilidades específicas
- 25/01/27 – Divulgação dos aprovados em 1ª chamada
- 26 e 17/01/27 – Matrícula virtual da 1ª chamada
O que funciona melhor no vestibular: estudar o ano todo ou na reta final?
Gouveia e Melo dá aula inaugural de Engenharia Aeroespacial da UMinho
O almirante Henrique Gouveia e Melo – que foi chefe do Estado-Maior da Armada, coordenador da vacianção contra a covid-19 e candidato à Presidência da República – vai proferir, na sexta-feira, a aula inaugural de Engenharia Aeroespacial da Universidade do Minho do ano letivo 2026/27.
Em comunicado, a academia minhota adianta que a sessão tem o tema “Drone Technology and Modern Warfare” (Tecnologia dos drones e guerra moderna) e está agendada para as 14:30, no auditório nobre do campus de Azurém, em Guimarães, sendo a entrada livre.
“Trata-se de um momento privilegiado para refletir sobre desafios e oportunidades colocados pelos sistemas não tripulados e pelas tecnologias aeroespaciais, contribuindo para o enriquecimento científico e cultural da comunidade. Gouveia e Melo tem experiência na implementação destes sistemas na Marinha portuguesa e a área dos drones é emergente, sendo esencial que os futuros engenheiros contactem com diferentes aplicações”, assinala a UMinho.
O evento tem a duração de uma hora e prevê a interação entre o almirante e os estudantes.
As boas-vindas da sessão estão a cargo do presidente da Escola de Engenharia da UMinho, António Vicente, seguindo-se o diretor do mestrado em Engenharia Aeroespacial, Gustavo Dias, com uma síntese das aulas inaugurais do curso, que já teve nomes como Manuel Heitor e Elvira Fortunato, ex-ministros de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior; Ricardo Conde, presidente da Agência Espacial Portuguesa; Carlos Batalha, então coordenador da Divisão de Inovação e Transformação Organizacional da Força Aérea Portuguesa; ou Miguel Belló Mora, presidente da lançadora europeia de nanossatélites Orbex.
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PCP propõe fim total de propinas e taxas no Ensino Superior Público
O Partido Comunista Português (PCP) deu entrada, esta quarta-feira 21 de outubro, de um projeto lei que visa a eliminação das propinas, taxas e emolumentos no Ensino Superior Público.
No projeto lei, o PCP sublinha que “em 1992 o Governo PSD iniciou um processo de elitização do ensino e de afastamento dos jovens do ensino superior ao aumentar o valor das propinas”.
“Esta decisão executada à revelia da comunidade estudantil, desde as associações de estudantes até ao Conselho Nacional de Educação, impossibilitou ao longo de décadas a concretização efetiva do artigo 74.º da Constituição República Portuguesa, que aponta como incumbência do Estado «estabelecer progressivamente a gratuitidade de todos os graus de ensino», e coloca em causa o direito de acesso de todos aos mais elevados graus do conhecimento”, dizem os comunistas.
O partido recorda que “o valor das propinas das propinas chegou, no ano letivo de 2014/2015, ao valor de 1067 euros”.
No entanto, “fruto da contestação dos estudantes, conquistou-se a diminuição do valor das propinas alargando o universo de estudantes que ingressaram e se mantiveram no Ensino Superior. Foi também com contestação que a comunidade educativa, em particular os estudantes, respondeu à intenção do Ministro da Educação, Ciência e Inovação de proceder ao descongelamento do valor das propinas e assim ao aumento do seu valor no ano letivo passado, intenção que acabou gorada”.
Agora, com o Orçamento do Estado para 2027, o “Governo mantém esta decisão, voltando a apresentar a proposta de descongelamento das propinas, que já levou à contestação da comunidade educativa e à marcação de várias jornadas de lutas”.
Para o PCP “este Governo segue uma lógica que considera o direito à educação e ao acesso aos mais elevados graus de ensino como um privilégio só de alguns, daqueles que o conseguem pagar”.
Esta quarta-feira, estudantes do ensino superior vão manifestar-se em Lisboa contra a proposta do Governo para descongelar o valor das propinas a partir do ano letivo 2027/2028.
A medida do Governo prevê que o valor máximo das propinas seja igual ao teto fixado em 2026/2027 (697 euros), acrescido da taxa de variação média do Índice de Preços no Consumidor (IPC), sem habitação, registada em 2026.
O Governo já tinha proposto o descongelamento das propinas no ano passado, mas a intenção foi travada pela oposição que aprovou, na discussão na especialidade do Orçamento do Estado para 2026, uma proposta do PS que mantinha o valor máximo nos 697 euros.
Estudantes manifestam-se esta quarta-feira contra proposta de descongelamento das propinas
Protesto contra o descongelamento do custo das propinas vai decorrer em Lisboa, em frente à sede do Governo

Estudantes manifestam-se esta quarta-feira contra proposta de descongelamento das propinas
Protesto contra o descongelamento do custo das propinas vai decorrer em Lisboa, em frente à sede do Governo

Estudantes manifestam-se contra proposta de descongelamento das propinas
- Região Sul
- Portos de Sines e do Algarve apoiam comunidade escolar com atribuição de Bolsas de Estudo
Portos de Sines e do Algarve apoiam comunidade escolar com atribuição de Bolsas de Estudo
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Cumprindo os objetivos de reforço da sua responsabilidade social e presença na comunidade onde se insere, a APS – Administração dos Portos de Sines e do Algarve, S.A irá atribuir Bolsas de Estudo a dez alunos que tenham ingressado no Ensino Superior, já no Ano Letivo 2026/2027.
Constituindo a educação e a qualificação instrumentos essenciais para a igualdade de oportunidades, coesão social e desenvolvimento sustentável, esta iniciativa da APS pretende apoiar alunos que tenham concluído o 12º Ano e ingressado no Ensino Superior Público e cuja situação económica possa limitar o prosseguimento dos estudos.
Para além do apoio financeiro, as Bolsas de Estudo visam ainda acompanhar o percurso académico dos alunos, disponibilizando a APS quadros técnicos que assumirão o papel de Tutores que, ao longo da formação académica manterão um relacionamento de proximidade com os alunos, orientando e ajudando na adaptação ao contexto universitário, bem como na futura transição do meio académico para o contexto de trabalho.
Destinadas a alunos residentes nos concelhos que integram as áreas jurisdição dos portos de Sines e do Algarve, nomeadamente Sines, Portimão e Lagoa, a atribuição destas Bolsas de Estudo visa contribuir para a igualdade de oportunidades no acesso e frequência do ensino superior, reduzir limitações económicas, incentivar a qualificação dos jovens das comunidades envolventes e promover a sua aproximação ao setor portuário e logístico, no quadro da política de responsabilidade social da APS.
- Jornal do Commercio
- Enem 2026: saiba como usar a nota para conseguir bolsa pelo Prouni ou financiar a faculdade pelo Fies
Enem 2026: saiba como usar a nota para conseguir bolsa pelo Prouni ou financiar a faculdade pelo Fies
A nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) pode ser utilizada para facilitar o ingresso em uma faculdade particular por meio de programas do Ministério da Educação (MEC). Entre as opções estão o Programa Universidade para Todos (Prouni), que oferece bolsas de estudo integrais e parciais, e o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), que permite financiar os custos da graduação.
Embora os dois programas utilizem o desempenho no exame como critério de seleção, existem diferenças nos requisitos de renda, escolaridade e acesso aos benefícios. Por isso, é importante conhecer as regras antes de escolher uma das modalidades.
Quem pode concorrer às bolsas do Prouni?
O Prouni oferece bolsas integrais, que cobrem 100% da mensalidade, e parciais, que correspondem a 50% do valor do curso em instituições privadas de ensino superior.
Para participar, o candidato precisa ter alcançado média mínima de 450 pontos nas cinco provas do Enem e nota superior a zero na redação. Também deve atender aos critérios de escolaridade e renda familiar previstos pelo programa.
Podem concorrer estudantes que tenham cursado o ensino médio integralmente em escola pública ou em escola particular como bolsistas integrais. Também são aceitos candidatos que tenham estudado parte do ensino médio na rede pública e parte na rede privada, em diferentes condições de bolsa, conforme as regras do programa.
Pessoas com deficiência também podem participar. Professores da rede pública em exercício no magistério da educação básica e integrantes do quadro permanente podem concorrer a bolsas em cursos de licenciatura e Pedagogia, sem exigência de comprovação de renda.
Outro requisito é não possuir diploma de curso superior, ressalvadas as condições específicas previstas na regulamentação.
Quais são os limites de renda do Prouni?
A renda familiar bruta mensal por pessoa deve ser de até um salário mínimo e meio para quem pretende disputar uma bolsa integral. Para a bolsa parcial, o limite é de até três salários mínimos por pessoa.
O cálculo é feito pela soma da renda bruta mensal dos integrantes do grupo familiar dividida pelo número de pessoas que o compõem.
Quais são os requisitos para financiar a faculdade pelo Fies?
Diferentemente do Prouni, o Fies não concede uma bolsa de estudos: ele financia os encargos educacionais de cursos superiores em instituições privadas participantes. O estudante precisa observar as condições do financiamento e as obrigações previstas no contrato.
Para se inscrever, o candidato deve ter participado de alguma edição do Enem a partir de 2010, obtido média igual ou superior a 450 pontos nas cinco provas e tirado nota superior a zero na redação. Também não pode ter participado do exame como treineiro.
O limite geral de renda familiar mensal bruta por pessoa é de até três salários mínimos. A renda e as demais condições devem ser comprovadas conforme as exigências do processo seletivo.
O que é o Fies Social?
O Fies Social é uma modalidade voltada a candidatos em situação de maior vulnerabilidade socioeconômica. Para concorrer, é necessário estar inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), com renda familiar per capita de até meio salário mínimo, além de cumprir os demais requisitos do programa.
A modalidade reserva vagas para esse público e pode permitir o financiamento de até 100% dos encargos educacionais, respeitados os limites e as condições estabelecidos pelo Fies.
Qual é a diferença entre Prouni e Fies?
A principal diferença está no tipo de benefício. O Prouni concede bolsas que reduzem ou eliminam o pagamento das mensalidades, enquanto o Fies financia os custos da graduação e envolve obrigações financeiras previstas em contrato.
No Prouni, a bolsa integral cobre toda a mensalidade, enquanto a parcial cobre metade do valor. No Fies, o percentual financiado depende das condições aplicáveis ao estudante e ao contrato, e pode haver valores a pagar durante o curso e outras obrigações financeiras.
A escolha depende da situação socioeconômica do candidato, do curso pretendido e das condições de participação em cada programa.
Como se inscrever?
As inscrições para os dois programas são gratuitas e realizadas pela internet, conforme os calendários e editais publicados pelo MEC.
Os candidatos podem consultar as informações do Prouni no Portal Único de Acesso ao Ensino Superior e as regras do Fies no portal oficial do programa.
É importante acompanhar os prazos, verificar a documentação exigida e conferir se o curso e a instituição escolhidos estão disponíveis no processo seletivo. A inscrição não garante a concessão da bolsa ou do financiamento: os candidatos precisam ser classificados ou pré-selecionados e cumprir as etapas previstas em cada programa.
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© ANGELO MIGUEL/MEC
UMinho recebe espólio de António Losa, referência nos estudos árabes em Portugal
A Universidade do Minho vai receber o acervo de António Losa (1914-2000), um dos principais estudiosos da língua e cultura árabes em Portugal. O estudioso, oriundo de Esposende mas radicado em Braga, foi, ainda, professor da Escola Carlos Amarante.
A cerimónia de doação do espólio realiza-se esta quarta-feira, às 11:30, no Arquivo Distrital de Braga (ADB). O momento de assinatura conta com a presença do reitor da UMinho, Pedro Arezes, e da filha mais velha de António Losa, Manuela de Areia Losa. Segue-se uma visita à mostra documental dedicada ao insigne filólogo, arabista e professor bracarense.
Centenas de livros e documentos
As centenas de documentos legados por António Losa, como livros, correspondência, manuscritos, fotos e apontamentos, vão ser repartidas entre o ADB, uma unidade cultural desta academia, e a Biblioteca Fernão Mendes Pinto, situada no edifício 4 do campus de Gualtar (Braga) e especializada em línguas e culturas orientais.
A UMinho compromete-se a “zelar pela conservação, pelo tratamento técnico e pela divulgação do acervo”.
António Losa foi uma figura marcante da vida cultural bracarense do século XX, reconhecido pelo seu trabalho sobre a língua, cultura e presença árabe e moçárabe na formação histórica e cultural de Portugal. Entre as suas obras destaca-se o livro póstumo “Entre Cristãos, Mouros e Judeus: do Minho ao Mar das Índias”. Organizou/participou em diversas conferências em Portugal e no estrangeiro e investigou também sobre a história regional, como a de Esposende.
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Mais de 1.000 empregos para ‘agarrar’ em Braga
A START POINT Summit ’26 – Feira de Emprego, Empreendedorismo e Formação da Universidade do Minho realiza-se hoje e amanhã, das 10:00 às 18:00, no Pavilhão Desportivo do campus de Gualtar, em Braga.
A iniciativa tem entrada livre e é organizada pela Associação Académica da UMinho, com o apoio da Reitoria.
Em comunicado, a academia minhota adianta que esta 18.ª edição apresenta uma mostra com 50 empresas e mais de mil oportunidades de emprego e estágio, uma feira de voluntariado com 10 instituições, stands com 20 entidades parceiras, além de palestras, entrevistas, workshops e outras atividades.
A abertura oficial é hoje, às 10:00, com o reitor, Pedro Arezes, e o presidente da AAUMinho, Luís Guedes. Seguem-se momentos de ‘speed interviews’ com empresas, um ‘mentoring point’ com ex-alunos de relevo e a emissão em direto da RUM – Rádio Universitária do Minho até às 12:00.
O programa prevê depois um ‘workshop’ sobre primeiros socorros psicológicos (13:00), um painel sobre percursos de empreendedorismo na educação (14:30), um ‘workshop’ sobre liderança (15:00), a par de conversas sobre a plataforma laboral Teamlyzer e sobre a criação de conteúdo como carreira (ambas às 16:00).
Na quarta-feira merecem destaque um painel sobre felicidade no trabalho (11:00), uma palestra sobre carreiras no sistema prisional (11:30), um ‘workshop’ sobre primeiros socorros psicológicos (13:00), a apresentação de serviços públicos pela ARTE – Agência para a Reforma Tecnológica do Estado (14:00), como chave móvel digital, cartão europeu de seguro de doença, renovação de documentos e acesso à app gov.pt, bem como os ‘pitches’ finais de um concurso de ideias de negócio empreendedoras (15:00).
A júnior-empresa EPIC vai também disponibilizar um portal para os participantes consultarem as atividades e interagirem com um sistema de recompensas. As pessoas interessadas podem igualmente usufruir de transporte de autocarro de/para Guimarães (campus de Azurém).
“A START POINT Summit visa potenciar o contacto direto com o mercado de trabalho, a divulgação de oportunidades, o desenvolvimento de competências e o networking. Destina-se a (ex-)alunos, investigadores, docentes e técnicos, além de desempregados e empreendedores qualificados da região”, explica a UMinho.
A iniciativa prossegue depois a 18 de novembro, no Multiusos de Guimarães.
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China. Lisboa entrega proposta de reconhecimento de diplomas

© JOSÉ COELHO/LUSA
Colocados 52 mil estudantes no ensino superior, mais 14,8% do que no ano passado
Em relação ao ano passado, as instituições de ensino superior públicas recebem mais 6.718 caloiros, que representam um aumento de 14,8% face a 2025/2026, ano marcado por um número excecionalmente baixo de estudantes colocados
