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Carris e STCP anunciam intercâmbio de trabalhadores e acordo para investimentos

22 October 2026 at 19:36

A Carris e a STCP vão avançar com programas de intercâmbio de trabalhadores para partilhar conhecimento e desenvolver soluções para os desafios da mobilidade urbana, ao abrigo de um protocolo de uma cooperação estratégica que é assinado sexta-feira, em Lisboa. E que prevê igualmente a apresentação conjunta de candidaturas a programas nacionais e europeus de financiamento.

“Este protocolo tem um propósito muito concreto: juntar a experiência e o conhecimento das nossas equipas para melhorar o serviço que prestamos às pessoas”, começa por explicar Luís Osório, presidente do Conselho de Administração da STCP, citado num comunicado enviado às redações.

Luís Osório acrescenta que esta cooperação permitirá “aprender em conjunto, desenvolver novas soluções e dar maior alcance a projetos que respondem a necessidades comuns”. Acresce ainda a valorização dos trabalhadores e preservação do património associado à identidade do Porto e de Lisboa. “Queremos tornar o transporte público uma escolha cada vez mais atrativa”.

Este protocolo tem um propósito muito concreto: juntar a experiência e o conhecimento das nossas equipas para melhorar o serviço que prestamos às pessoas.

Luís Osório

Presidente do Conselho de Administração da STCP

Também Rui Lopo, presidente do Conselho de Administração da Carris, destaca a importância da parceria para “reforçar a resposta” aos desafios do setor, designadamente “a crescente exigência dos passageiros, a segurança, a transformação digital, a evolução tecnológica e a qualificação dos recursos humanos”.

Além do programa de intercâmbio de colaboradores das duas empresas, o acordo prevê ainda ações de formação, conferências, e iniciativas dirigidas às escolas e à comunidade. Estão previstas igualmente iniciativas relacionadas com a preservação, recuperação e valorização dos carros elétricos históricos.

A assinatura do protocolo está agendada para as 12h30 desta sexta-feira, no Museu da Carris, em Lisboa, e contará com a presença dos conselhos de administração das duas empresas e do vice-presidente da Câmara Municipal de Lisboa.

Leixões SAD diz desconhecer arresto e aguarda confirmação para tomar posição

By: Lusa
22 October 2026 at 19:30

A SAD do Leixões, que tutela o futebol profissional do clube, afirmou esta quinta-feira desconhecer o arresto de bens da sociedade e do seu presidente, André Castro, remetendo uma tomada de posição para a confirmação das informações divulgadas.

Numa comunicação enviada à agência Lusa e a outros órgãos de comunicação social, intitulada “Direito de resposta”, a sociedade desportiva declarou ter sido surpreendida pela notícia publicada em vários meios.

“A confirmar-se o teor do noticiado, a Leixões SAD e o seu presidente, André Castro, tomarão oportunamente posição, adotando as medidas que considerem adequadas à salvaguarda dos seus direitos e interesses e à reposição da verdade dos factos”, lê-se na reação.

A SAD confirmou que o empresário brasileiro Anderson Fellipe Gonçalves é credor no âmbito do seu processo especial de revitalização (PER), encontrando-se o respetivo crédito reconhecido.

“O plano de recuperação foi aprovado e transitou em julgado, sendo os créditos pagos nos termos e condições homologados por decisão judicial”, sustentou.

Porém, na mesma comunicação, a sociedade desportiva afirmou que a Leixões SAD e a Play-Fair são credoras da Golden Goal, empresa do grupo Aliya Capital Partners – grupo indicado pelo investidor brasileiro -, em mais de 22 milhões de euros.

Segundo a SAD leixonense, esse montante decorre de incumprimento contratual do grupo, estando em curso diligências para a sua recuperação.

A reação surge depois de o Juízo Central Cível da Póvoa de Varzim ter decretado, numa decisão a que a Lusa teve esta quinta-feira acesso, o arresto de bens da SAD, da Play-Fair, sua acionista maioritária, e de André Castro.

A providência cautelar foi requerida por Anderson Fellipe Gonçalves, que, segundo os factos considerados sumariamente provados pelo tribunal, concedeu 18 empréstimos às duas sociedades, entre novembro de 2023 e abril de 2026, num total de 5,062 milhões de euros.

O tribunal determinou o arresto até ao montante de 2,141 milhões de euros relativamente à Play-Fair e de 2,921 milhões de euros relativamente à SAD, acrescidos dos juros previstos na decisão.

Quanto a André Castro, o limite foi fixado em 3,335 milhões de euros, correspondente à parte daqueles empréstimos que o dirigente afiançou, não constituindo um montante adicional ao capital emprestado às sociedades.

O juiz Tiago Caiado Milheiro fundamentou a medida no receio de perda da garantia patrimonial dos créditos, apontando, entre outros fatores, as dificuldades financeiras das sociedades e o risco de venda do Complexo Desportivo de Fão.

Mamoru Hosoda vio cómo la llegada de su hija hundía el mundo de su hijo mayor y lo llevó a 'Mirai': «La escena del tren es real, mi hijo lo hizo»

22 October 2026 at 19:00

Lo normal es que la llegada de un bebé siempre sea motivo de celebración familiar. Sin embargo, para un niño pequeño la situación puede ser muy diferente. De hecho, puede sentirse como una amenaza. Esto se debe a que, casi de inmediato, la atención de sus padres se reparte y las rutinas comienzan a experimentar un proceso de cambio.

Después de todo, una nueva persona ocupa un lugar que hasta entonces parecía exclusivamente suyo. Pues bien, el cineasta Mamoru Hosoda conoció de cerca esa situación cuando nació su hija. Lo más curioso es que la reacción de su hijo mayor fue la que acabaría inspirando Mirai, la popular película de animación que se estrenó en 2018.

Mamoru Hosoda encontró en la paternidad la inspiración para 'Mirai'

En una entrevista, el mismo director fue quien explicó que su hijo tenía tres años cuando llegó la pequeña. En este sentido, Mamoru Hosoda observó con curiosidad cómo su hijo intentaba comprender la presencia de una persona que no había estado antes en su vida y que, de pronto, reclamaba una parte considerable de la atención familiar.

La respuesta no fue la mejor que cabría esperar. El niño sentía que estaba perdiendo el cariño de sus padres. Fue esto lo que le llevó a reaccionar con rabia. Lo que está claro es que esa experiencia revelaba una emoción infantil profunda y bastante reconocible: el miedo a dejar de ser querido. En Mirai, mi hermana pequeña, el protagonista, Kun, ve cómo su mundo cambia con el nacimiento de su hermana.

Estando acostumbrado a ser el centro de la familia, empieza a comportarse de forma caprichosa y a descargar su frustración contra la recién nacida. Dicho esto, la película no intentaba presentar esa situación marcada por los celos y cierta envidia como una simple travesura, sino mostrar cómo la vive un niño que todavía no sabe poner palabras a lo que siente en lo más profundo de su interior.

Una de las escenas más duras es en la que aparece un tren de juguete con el que Kun golpea a Mirai. Mamoru Hosoda confirmó que ese momento estaba inspirado directamente en su experiencia: "La escena del tren es real: mi hijo hizo eso". El director quiso dejar claro que no se trataba de un ataque de ira completamente injustificado. La realidad es que su hijo estaba enfadado porque sentía que había perdido parte del amor que consideraba suyo.

"Su mundo entero se había hecho añicos por culpa de esta nueva criatura", sugería al respecto. A partir de ahí, Mamoru Hosoda construyó una aventura en la que Kun viaja por distintos momentos de la historia familiar y se encuentra con versiones de sus seres queridos de otras épocas. A través de un enfoque vinculado a la fantasía, el personaje empieza a comprender su lugar en una familia que existía antes de su nacimiento y que, como es lógico, seguirá cambiando con el tiempo.

Por otro lado, el director reconoció que quería contar una historia desde el punto de vista de un niño de cuatro años, algo que consideraba que se había visto bastante poco en el cine. Su intención era exponer una experiencia que bien podía ser universal: la necesidad de sentirse querido y el desconcierto que aparece cuando ese cariño parece amenazado.

© Difoosion

Mamoru Hosoda es uno de los directores japoneses de animación con más prestigio

Porto seco da Guarda entra em operação. Turcos somam segunda infraestrutura

22 October 2026 at 18:09

Vista de um barco a sair do Terminal de Contentores do Porto de Leixões, o qual passará a ter uma estrutura avançada na Guarda para ligação entre ferrovia e rodovia. JOSÉ COELHO/LUSAJOSÉ COELHO/LUSA

O porto seco da Guarda vai ser inaugurado esta sexta-feira, num investimento que permitirá ao grupo turco Yilport gerir a segunda infraestrutura do género em Portugal, após a abertura do porto seco de Elvas, em março deste ano.

A estrutura na Guarda ficará próxima da linha férrea da Beira Alta e da autoestrada A25, além da A23, ligação privilegiada aos distritos de Castelo Branco e Santarém, e ainda, para Norte, ao IP2, tornando-se uma posição avançada para os portos marítimos do Centro e Norte. Tal como Elvas, próxima da A6 e do Corredor Internacional Sul (linha férrea ainda por inaugurar) permite acomodar contentores dos portos de Sines e Setúbal, o porto seco beirão ficará apto para receber contentores dos portos de Leixões, Aveiro e Figueira da Foz.

O financiamento da infraestrutura contou com quatro milhões de euros de fundos provenientes do programa Centro 2030, irá consolidar a ligação rodovia/ferrovia numa zona fronteiriça, beneficiando da reconstrução da linha da Beira Alta. Após as obras, esta passou a permitir a circulação de comboios até 750 metros de comprimento.

Reportagem na Guarda - 21MAR25
“A Yilport dá garantias de que vai haver trabalho sério para captação de cargas para o porto seco da Guarda”, diz o autarca Sérgio CostaHugo Amaral/ECO

O porto seco da Guarda, em construção desde maio de 2025, é uma ambição que já vem da década passada, lembra o presidente da Câmara Municipal da Guarda, Sérgio Costa, ao ECO/Local Online. “É um processo que se iniciou há dez anos, era eu à data vereador, e já lutava muito por esta necessidade“.

Nesta primeira fase, salienta o edil independente, que vai no seu segundo mandato (após uma presença anterior na autarquia enquanto vereador eleito pelo PSD) a área ronda os quatro hectares, mas o novo Plano Diretor Municipal (PDM), aprovado em julho, já contempla, um quilómetro a Sul, mais 35 hectares para uma segunda fase, área que poderá ser disponibilizada faseadamente. A confiança no projeto é explícita: “A Yilport dá garantias de que vai haver trabalho sério para captação de cargas para o porto seco da Guarda”, diz.

Em jeito de promoção do novo investimento presente no seu território, o autarca destaca que, face aos portos marítimos, “no porto seco da Guarda os camiões não têm de estar tempo imenso como nos portos de mar, as taxas são mais reduzidas e há uma redução dos custos de logística“.

Um mês antes do início dos trabalhos, em abril de 2025, quando ainda se aguardava que o Estado português conseguisse desbloquear os quatro milhões de euros de fundos extra necessários para a construção, Sérgio Costa, autarca da Guarda (reeleito depois em outubro), explicava ao ECO/Local Online a dinâmica desta infraestrutura:

"Funciona exatamente da mesma forma com um porto de mar só que aqui não há navios, há comboios e há camiões. As empresas que dependem do comércio externo, precisam cada vez mais da ferrovia, para poder aumentar os seus negócios e diminuir os custos de contexto. Nos contentores que estejam nos portos de mar à espera, o aluguer ao dia ou à hora é uma brutalidade, e a partir de Guarda esse custo poderá tender para zero. Isto é muito importante, interligando a ferrovia com o porto seco – haverá sempre “last mile” [ligação dos quilómetros finais até ao destino e desde a remessa] de camião, naturalmente, porque a ferrovia não pode ir à porta de cada um.”

O grupo turco Yilport, concessionário do terminal de contentores de Alcântara, em Lisboa, e do porto seco de Elvas, passam a gerir o seu segundo porto seco em Portugal com a inauguração nesta sexta-feira na GuardaAPL - Administração do Porto de Lisboa

Adicionalmente, o autarca eleito numa lista independente notava os problemas causados pelo atraso na inauguração da Linha da Beira Alta, a qual continuou ano e meio à espera da abertura, realizada apenas no final de setembro deste ano.

As obras agora terminadas, da responsabilidade do conselho de administração da APDL – Portos do Douro, Leixões e Viana do Castelo, e que deveriam ter ficado concluídas no início deste ano, incluem o reforço do terrapleno para mais de 45 mil contentores e a instalação de estruturas como uma báscula rodoviária e instalação elétrica para contentores frigoríficos. A intervenção implicou ainda a preparação do terminal ferroviário de mercadorias da cidade para acolher as operações de carga. Entre os edifícios construídos está o dos serviços aduaneiros, a cargo da Autoridade Tributária, para alfandegar e desalfandegar contentores de mercadorias e, no futuro, também carga a granel.

Numa conversa nesta quinta-feira, Sérgio Costa adiantou ao ECO/Local Online ter a garantia de lançamento de um concurso por parte da Infraestruturas de Portugal para construção de duas novas variantes, de Sequeira e dos Galegos, para ligação ao porto seco, cujo orçamento ronda os 20 milhões de euros. Estas ligações, que o autarca espera ter em andamento já no próximo ano, permitirão ainda encerrar as passagens de nível que subsistem na cidade nas linhas da Beira Baixa (Guarda-Entroncamento) e da Beira Alta, a qual liga Vilar Formoso à Pampilhosa, com passagem na Guarda, num total de 190 quilómetros totalmente reformulados.

(Notícia atualizada às 19h00 com declarações do autarca Sérgio Costa)

Race to rearm: Telford gun hall brings tank barrel production back to the UK

22 October 2026 at 17:59

Defence secretary says Britain must manufacture at scale as Germany’s Rheinmetall opens Midlands factory

For the last 20 years, Britain was unable to put a barrel on its tanks without buying from abroad. Relying on foreign allies seemed like a reasonable choice during years of relative security (for wealthy countries at least) after the end of the cold war.

But Russia’s full-scale invasion of Ukraine in 2022 has changed the calculation – and prompted a scramble to rearm among European countries, including the UK.

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© Photograph: Christopher Thomond/The Guardian

© Photograph: Christopher Thomond/The Guardian

© Photograph: Christopher Thomond/The Guardian

One year of Ukrainian arms exports, and industry has questions: how much army gained, where Berlin office is, who joins joint ventures

22 October 2026 at 19:50

Estonian and Ukrainian soldiers fly drones together during Exercise Hedgehog 2025 in Estonia, where Ukrainian operators were credited with knocking out two battalions in a simulated engagement. Photo: vbl/OR-7 Ardi Hallismaa/ERR

Ukraine now builds far more weapons than it can afford to buy. A year ago, it promised to sell the surplus abroad and turn the proceeds back into its own army. However, 12 months later, that promise has barely materialized: a state fee of up to 30% is pricing Ukrainian arms out of foreign markets, and no one can say how much the army has actually gained, said Ihor Fedirko, executive director of the Ukrainian Council of Armorers.

President Volodymyr Zelenskyy announced the resumption of controlled weapons exports in October 2025, resting it on four promises: 1) sell what Ukraine makes beyond its own needs, 2) channel part of the proceeds into a special fund for the army, 3) open export offices in Europe and the US, and 4) establish joint ventures abroad.

The surplus is real: Ukraine's defense output is projected to reach $55 billion in 2026, far beyond what the state can finance. A year on, Fedirko checked each promise in turn.

1) Export of surpluses: rules that strangle businesses

    On 1 July 2026, the government approved rules for controlled arms exports. They shortened the maximum application review period from 90 to 30 days, but also introduced an export fee: 20% for finished products and technologies, and 30% for components. For finished products exported under the special procedure, the contract value must be at least $334,000.

      In September, the Ukrainian Council of Armorers, together with other associations, proposed a zero rate, no advance collection of the fee, refunds for deals that fall through, and simplified test shipments. The industry was promised that its amendments would be taken into account and that the resolution would be rewritten.

      Even in early October, however, the rules still needed work. According to Fedirko, the new mechanism has effectively not started working. Whether it can bring in additional funds for defense depends on how acceptable the export terms are to manufacturers.

      Fedirko says, though, that judging by current decisions, the state intends to keep the export fee.

      “The industry is ready to discuss its contribution to defense financing. But the rate must be economically justified,” he says.

      2) Procurement for the Ukrainian military: balance is only being established

      He adds that the Ukrainian Council of Armorers intends to push for a rate significantly lower than 20%, one that would let companies fulfill contracts and invest in production.

      With such high rates, Fedirko says, the competitiveness of Ukrainian weapons on foreign markets is in question, as is the ability to send even small test batches to potential buyers.

      “The fundamental requirement is post-payment: after the contract has actually been fulfilled and the manufacturer has been paid. A company should not pay the state in advance a share of income it has not yet received,” he says.

      He added that, given all this, the real export figures remain unclear, as does how much exports have actually brought the military.

      “The military and manufacturers must feel the benefit of exports. I sincerely hope that next year will bring much better results,” he says.

      In addition, on 12 October, the Ukrainian Parliament passed bill No. 15400 in the first reading. It provides for crediting the export fee to a special fund directed to the Ministry of Defense: 50% for the procurement, modernization, and repair of weapons and equipment, and 50% for the pay of Armed Forces personnel.

      The bill has not yet been adopted, but Fedirko says he expects “final adoption and launch of the mechanism.”

      3) Export offices: offices in Germany and Denmark

      On 3 November, the Ukrainian government named the first cities for export offices: Berlin and Copenhagen. On 15 December, it again spoke of preparing an office in Berlin. In reality, Fedirko says he does not know the office’s status, and it likewise remains unclear how companies can apply to it and how many contracts it has helped close.

      4) Joint ventures abroad: There are concrete results in this area

      According to Fedirko, eight joint ventures have been created, five of which are already supplying products to Ukraine. He stresses that this is the result of work by Ukrainian companies, foreign partners and the state, and that it deserves recognition.

      As early as February 2026, the authorities spoke of plans to create ten joint ventures in Europe within a year. At the same time, they announced Quantum Frontline Industries in Germany, with a planned annual capacity of 10,000 drones for Kyiv.

      Beyond the number of ventures and deliveries, however, it is important to understand how other manufacturers can join the Build with Ukraine program.

      “Who accepts applications, by what criteria are decisions made, and what support does a company receive?” Fedirko asks.

      In other words, joint ventures are already delivering results, but the rules of participation and the state support mechanism must be clear to companies that want to develop production abroad.

      Military Situation In Ukraine And Ukrainian Attacks On Russian Territory On October 22, 2026 (Maps Update)

      22 October 2026 at 19:45

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      • Russian strikes destroyed targets in the Sumy, Kharkiv, Zaporizhzhia, Dnipropetrovsk, Kherson, Kyiv, Volyn, Odesa, Khmelnytskyi, Lviv, Vinnytsia, Zhytomyr, Rivne, Cherkasy, Kirovohrad, Mykolaiv regions, and the DPR;
      • According to the Ukrainian Air Force, Russian forces attacked Ukraine with Iskander-M/S-400/Zircon/Oniks missiles and 186 strike UAVs;
      • Russian forces struck an aviation industry assembly enterprise (Antonov State Enterprise), a warehouse complex (Khladokombinat No. 3), an industrial enterprise, a UAV depot, the Yuzhnyi road and rail bridge, and the Novokiyevskaya 330 kV substation in Khotiv in the Kyiv region;
      • Russian forces struck infrastructure facilities of the Kiliya port and a dry cargo ship in the port of Odesa;
      • Russian forces struck two dry cargo ships at sea delivering cargo to the ports of Odesa and Chornomorsk;
      • Russian forces struck the Zhytomyrska 330 kV substation in Zhytomyr;
      • Russian forces struck gas stations, cars, and power grids in the Kharkiv region;
      • Russian forces struck the Epicenter shopping center in Uman;
      • Russian forces struck a television and radio company building in Kremenchuk;
      • Russian forces struck a production and warehouse complex in Kirovohrad;
      • Ukrainian losses amounted to approximately 1,245 troops over the past 24 hours.

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      • Russian forces took control of Mirovka in the Zaporizhzhia region.

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      • Russian forces advanced in the eastern part of Dibrova and near Yampol.

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      • During the past night, Russian air defenses destroyed 808 Ukrainian drones in the rear regions;
      • Russian air defenses intercepted UAVs in the Belgorod, Bryansk, Vladimir, Voronezh, Kaluga, Kursk, Lipetsk, Leningrad, Oryol, Rostov, Ryazan, Smolensk, Tambov, Tver, Tula, and Yaroslavl regions, the Moscow region, the Republic of Crimea, and over the Black Sea;
      • Russian air defenses shot down 630 drones over the Moscow region. A Russian Ministry of Defense facility, the JSC 75 Arsenal, was reportedly targeted;
      • As a result of Ukrainian drone attacks, a multi-story building and a medical facility were damaged in Lipetsk
        An 82-year-old woman was injured in the Kursk region.

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      Pentagon advances some wind projects after freeze

      22 October 2026 at 19:22
      The Trump administration is advancing some wind projects after a court order required it to do so. A White House official said Thursday that an initial set of wind projects under Pentagon review have been released. The official said this represents two projects located in Maine and South Dakota. The official said the Defense Department…

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      In war between Russia and Ukraine, United States is first to surrender, but Americans still stand with Ukraine

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      Mark Cary, United States member

      I vividly remember when the Soviet Union collapsed. I was in my second year in college studying

      Stephen Hubbard's son: 'It’s tragic when family members are torn apart' by Russian captivity

      22 October 2026 at 18:56

      For years, Father Joseph Coleman had little ability to influence what happened to his father, Stephen Hubbard, an American retiree imprisoned in Russia after being captured in Izium, a city in Ukraine’s Kharkiv Oblast occupied by Russian forces in 2022.

      Hubbard, 74, was sentenced to nearly seven years

      Ukraine strikes Russian electronic warfare station, General Staff says

      22 October 2026 at 17:54
      The electronic warfare station was hit near the village of Gulevka in Russia's Bryansk Oblast. According to the General Staff, targeting Russian electronic warfare systems improves Ukraine's ability to effectively deploy drones.

      Russia sentences 77-year-old Crimean activist to 18 years over alleged plot against Moscow's proxy

      22 October 2026 at 17:45
      "Volodymyr Ananiev is the oldest Crimean political prisoner. He suffers from vision problems and issues with his spine, muscles, kidneys, and legs, and walks with a cane," the Crimean Tatar Resource Center said.

      Downing Street rejects Witkoff’s description of Putin as a ‘humanitarian’

      No 10 says Russian president ‘has killed thousands of people, both innocent Ukrainians and his own people’

      Downing Street has rejected the description of Vladimir Putin as a “humanitarian” made by Donald Trump’s chief negotiator on the Ukraine war.

      Steve Witkoff met the Russian president in St Petersburg on Wednesday as he sought to make a new push to end the invasion of Ukraine, with the US putting pressure on Kyiv to agree to a settlement.

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      © Photograph: Kristina Solovyova/Reuters

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      Tras fracasar en taquilla, esta película de fantasía ha encontrado en streaming el motivo para plantearse una secuela

      22 October 2026 at 17:30

      Aunque traer de vuelta al cine grandes franquicias que llevan sin ser explotadas décadas suele significar un éxito rotundo, el regreso de Masters del Universo a la acción real no ha tenido el recorrido comercial que esperaba el estudio. La película protagonizada por Nicholas Galitzine como He-Man recaudó 114 millones de dólares en todo el mundo frente a un presupuesto estimado de entre 170 y 200 millones, unas cifras que complican la posibilidad de continuar la historia en la gran pantalla. Sin embargo, su rendimiento en streaming ha cambiado el panorama.

      La producción se ha convertido en un auténtico éxito en Prime Video, donde ha permanecido como la película más vista de la plataforma durante cinco semanas consecutivas. Este resultado ha devuelto algo de esperanza a los seguidores de Eternia y ha reabierto el debate sobre una posible secuela. Su director, Travis Knight, no puede confirmar que vaya a hacerse realidad, pero tampoco oculta su interés en regresar a este universo.

      Travis Knight quiere continuar la historia de He-Man, pero la decisión no depende de él

      En una entrevista con ScreenRant, el cineasta habló sobre el futuro de Masters del Universo. Knight explicó que hacer la película fue una experiencia muy satisfactoria y destacó la conexión que desarrolló con el equipo. No obstante, también dejó claro que la decisión de continuar la franquicia está fuera de sus manos.

      El director reconoció que siempre se pregunta qué podría suceder con los personajes después de los acontecimientos de una película, aunque considera que lo importante es darlo todo en cada producción y confiar en que encuentre a su público. Si surge la oportunidad de contar más historias de Eternia, asegura que estaría encantado de aceptarla.

      Y material para una segunda entrega no falta. Aunque la película de 2026 ofrece una historia con cierre propio, su desenlace deja abiertas varias líneas argumentales. Adam regresa a Eternia, salva su hogar y abraza plenamente el poder de Grayskull, superando así su etapa como héroe en construcción. Sin embargo, todavía desconoce que tiene una hermana gemela: la princesa Adora, también conocida como She-Ra, que aparece en una de las escenas poscréditos.

      La otra gran incógnita gira en torno a Skeletor. Aunque el villano interpretado por Jared Leto parece haber quedado fuera de juego, otra escena poscréditos sugiere su posible regreso cuando Evil-Lyn recoge su cráneo y se escucha su característica risa. 

      La recepción también ofrece motivos para mantener la esperanza. La película cuenta con un 67 % de valoración de la crítica en Rotten Tomatoes, frente al 85 % del público. Esto quiere decir que sus seguidores sí quedaron mucho más satisfechos con la cinta que la crítica especializada.

      Por ahora, no hay ni rumores de una secuela. Una continuación estrenada directamente en Prime Video sería una posibilidad a explorar si la plataforma considera que el interés del público justifica la inversión. La película ya ha demostrado que puede encontrar una audiencia más allá de los cines, aunque todavía está por ver si ese éxito será suficiente para devolver a He-Man a Eternia en una nueva aventura.

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      Tras fracasar en taquilla, esta película de fantasía ha encontrado en streaming el motivo para plantearse una secuela

      EU responds to Trump diesel deal with new Russia energy sanctions

      22 October 2026 at 17:13
      A key focus of the latest proposed sanctions listings is Russia's oil processing, refining, and exporting capacity, with 31 listings spanning the breadth of Russia, from St. Petersburg to Sakhalin.

      What Russians are told — and not told — about Ukrainian strikes

      22 October 2026 at 17:09

      On the night of Sept. 12, Ukrainian drones attacked Taganrog. Ukraine's Security Service (SBU) reported hits on an FPV drone production facility, two drone storage sites, a Pantsir air defense system, and a radar.

      Local authorities, as usual, listed something else: 16 commercial buildings, five cars, a football

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