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Palmeiras e Estudiantes decidem liderança histórica entre Brasil e Argentina na Libertadores

23 October 2026 at 13:57

Palmeiras e Estudiantes terão um objetivo em comum na final da Copa Libertadores de 2026: colocar seu país à frente do rival no ranking histórico de títulos do torneio. A decisão, marcada para 28 de novembro, em Montevidéu, no Uruguai, colocará em jogo a possibilidade de Brasil ou Argentina se tornar o maior campeão da competição de forma isolada.

Os dois países chegam à decisão com 25 conquistas cada. O Palmeiras representa o futebol brasileiro após eliminar o Fluminense nos pênaltis, enquanto o Estudiantes garantiu sua vaga ao superar o Flamengo. Além do troféu, o confronto terá impacto direto na disputa histórica entre as duas nações.

Estudiantes tenta encerrar sequência brasileira

A presença do Estudiantes na final abre a possibilidade de interromper uma sequência de sete títulos consecutivos de clubes brasileiros na Libertadores. A última vez que uma equipe argentina levantou a taça foi em 2018, quando o River Plate venceu o Boca Juniors em uma decisão disputada em dois jogos.

Na edição seguinte, a competição passou a ter finais em partida única. Desde a mudança, nove equipes diferentes chegaram à decisão: Flamengo, Palmeiras, Santos, Athletico-PR, Fluminense, Botafogo e Atlético-MG, pelo Brasil, além de River Plate e Boca Juniors, pela Argentina.

O domínio brasileiro também se reflete nos confrontos decisivos entre equipes do mesmo país. Das últimas seis finais, cinco reuniram dois clubes brasileiros. Agora, o Estudiantes tenta mudar esse cenário e voltar a conquistar a Libertadores depois de 27 anos, além de evitar que a Argentina perca a igualdade no número de títulos.

O Palmeiras, por sua vez, pode alcançar o quarto troféu continental. Se vencer, o time paulista chegará ao tetracampeonato e igualará o Flamengo, que atualmente é o clube brasileiro com mais títulos da Libertadores.

A decisão será disputada no Estádio Centenário, em Montevidéu, no dia 28 de novembro.

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Estudiantes bate Flamengo. Encontrará Palmeiras na final

23 October 2026 at 13:27
Com menos um homem durante a maior parte da segunda metade do jogo, a equipa argentina forçou o empate a zero e venceu 3-2 nas grandes penalidades. Na final, o Estudiantes irá defrontar o Palmeiras.

© Antonio Lacerda/EPA

Final será disputada a 28 de novembro, em Montevideu, capital do Uruguai

Perché l’Argentina di Milei conferma che le ricette neoliberiste sono fallimentari

23 October 2026 at 12:54

C’è uno strano caso di “miracolo” economico che riesce a far quadrare i conti dello Stato mentre manda fuori squadra quelli di chi lavora, produce, consuma. Se volete toccare con mano, prendete un aereo per Buenos Aires, nell’Argentina di Javier Milei, il presidente con la motosega anti-sprechi, anti-spesa pubblica, anti-tutto. Uno strumento che, a giudicare dai risultati, funziona egregiamente. Il punto è capire che cosa stia tagliando.

All’atto del suo trionfale avvento, nel 2023, Milei era stato dipinto come un auspicato innovatore della deregulation contro-statalista in salsa sudamericana. Esaltato in primis dagli opinionisti turbo-liberali mai sazi di sforbiciate al deficit, pareggi di bilancio, privatizzazioni e tutto il ben noto pacchetto di riforme degli emuli, o nostalgici, della “filosofia” ultraliberista.

Partiamo dalle imprese: tra novembre 2023 e luglio 2026, secondo i registri ufficiali argentini, 32.290 datori di lavoro in meno (-6,3%) e 437.600 posizioni lavorative perdute (-4,4%). Non tutti fallimenti o licenziamenti, ma senz’altro una bella emorragia. In Argentina, il piatto piange, ma letteralmente, non per modo di dire. Prendete la carne bovina, icona nazionale del comparto alimentare: 46,3 chili annui pro capite nel luglio 2026, il 9,4% in meno rispetto all’anno precedente. Nel Paese dell’asado, anche la bistecca è diventata un lusso.

Quanto alle pensioni, il bonus per i trattamenti più bassi è congelato a 70.000 pesos dal marzo 2024. I prezzi, ovviamente, no: e il taglio delle pensioni “povere” vien da sé, per opera dell’inflazione, senza colpo ferire e senza bisogno di scomodi interventi “strutturali”. Infine la povertà: risalita dal 28,2% al 32,3% nel primo semestre 2026, con il 7,5% degli argentini nell’indigenza.

Certo, Milei ha ottenuto risultati importanti sul piano della stabilizzazione: avanzo fiscale nel 2024 e nel 2025, inflazione mensile scesa all’1,9 per cento nel settembre 2026. Liquidare questi risultati come inesistenti sarebbe poco onesto. Ma confondere il miglioramento degli indicatori fiscali e monetari con il benessere e la qualità della vita dei cittadini è un errore ancor più grave.

Uno Stato non è un’azienda, e tanto meno un foglio Excel dove l’unica variabile degna di nota è il saldo entrate-uscite e dove i benefici sono sempre e solo quelli rilevabili con l’occhiuta tigna di un cassiere. Né il giudizio su un Paese può essere appaltato in esclusiva alle agenzie di rating. Esso deriva anche da come sono tutelati i suoi abitanti (sul piano del welfare, della sanità, della vecchiaia), da quanto l’ecosistema economico sia favorevole anche alle piccole e medie imprese, dall’adeguatezza dei salari dei suoi lavoratori, dal potere d’acquisto delle sue famiglie.

Per capire la filosofia che ispira il format albiceleste, bisogna fare un salto indietro di mezzo secolo. Destinazione: Cile, anni Settanta. All’indomani del colpo di Stato di Pinochet, i cosiddetti Chicago Boys, economisti cileni formatisi nell’ambiente accademico dell’Università di Chicago, contribuirono a realizzare un radicale programma di liberalizzazioni, privatizzazioni, disciplina monetaria e ridimensionamento dell’intervento statale.

Naturalmente il Cile di Pinochet era una dittatura e l’Argentina di Milei è una democrazia. Ma la genealogia economica degli “sperimentatori” è riconoscibile tanto quanto l’identità nazionale delle cavie, entrambe sudamericane. La convinzione di fondo condivisa è che lo Stato sia omologabile a una SpA, la spesa pubblica un male da estirpare e il mercato il solo prodigioso meccanismo in grado – una volta sbrigliato dai lacci e lacciuoli di ogni pretesa di ingerenza “sociale” – di far quadrare i conti e di generare surplus.

Milei sembra la versione più estrema, quasi fumettistica – persino dal punto di vista lombrosiano, coi suoi rampanti basettoni da protocapitalista ottocentesco – di un’intera scuola di pensiero: un Chicago Boy in grisaglia senza il gessetto del professore e con l’intraprendenza di un boscaiolo.

La parabola di Milei dovrebbe farci riflettere perché – sia pure in modo esasperato e iperbolico – ben restituisce l’esito per molti versi fallimentare, sul piano sociale, delle ricette neoliberiste. Ricette che abbiamo conosciuto sulla nostra pelle sia pure in una declinazione più ordo-liberista di stampo teutonico. E ciò a far data quantomeno dai primi anni Novanta con la fine della tanto vituperata prima repubblica, il celebre incontro sul Britannia del 1992, la svendita dell’IRI, l’avvento dell’euro, la firma dei trattati di Maastricht e di Lisbona che hanno finito per stravolgere, se non per tradire del tutto, lo spirito keynesiano della nostra Costituzione originaria.

Il tutto precisamente in ossequio a quel culto della competitività, delle “lenzuolate” e dei “conti in ordine” che rappresenta una delle matrici ideologiche tutt’altro che secondarie dell’architettura unionista.

www.avvocatocarraro.it

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Netanyahu ordena fechar Cisjordânia após ataque deixar cinco feridos

23 October 2026 at 10:00

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, ordenou o fechamento da Cisjordânia ocupada após dois homens armados palestinos abrirem fogo nesta sexta-feira contra um posto de controle militar israelense, deixando pelo menos cinco pessoas feridas.

Duas das pessoas feridas estão em estado crítico, segundo o serviço de emergência israelense Magen David Adom.

Após o ataque, as Forças Armadas de Israel impuseram um “cerco total” à cidade de Hebron. Netanyahu afirmou ter ordenado que as Forças de Defesa de Israel (FDI) se preparassem para fechar completamente a Cisjordânia a partir desta sexta-feira, mas ainda não está claro exatamente quando a medida entrará em vigor nem por quanto tempo será mantida.

Os dois homens armados foram mortos a tiros, informaram as FDI em comunicado. As forças israelenses continuaram as buscas na região por outras pessoas que possam estar ligadas ao ataque. Ainda não estava claro se alguma das vítimas era militar ou civil.

Vídeos feitos no local mostram um confronto armado entre os palestinos e as forças israelenses que durou pelo menos vários minutos, com repetidas rajadas de tiros. Em um vídeo da Reuters, um socorrista israelense grita que os disparos já duravam pelo menos 20 minutos e que havia dificuldades para retirar os feridos do local.

O ataque ocorreu apenas quatro dias antes das eleições em Israel, as primeiras desde o ataque liderado pelo Hamas em 7 de outubro de 2023. A votação representa um teste importante para Netanyahu, que tem tentado se apresentar como um líder rigoroso em questões de segurança.

As FDI disseram ter localizado um veículo utilizado pelos homens armados no ataque, que continha “uma grande quantidade” de munição.

“Este foi um grave ataque terrorista”, afirmou o chefe do Estado-Maior das FDI, tenente-general Eyal Zamir, após uma avaliação da situação. “A ação rápida dos combatentes impediu um ataque ainda mais grave e novos danos a civis e às forças de segurança.”

Segundo Zamir, a munição encontrada no veículo seria utilizada “para realizar um ataque em escala muito maior”.

Zamir afirmou que as FDI também realizarão novas prisões de suspeitos e ampliarão as operações de inteligência na região.

“Vamos perseguir os terroristas do Hamas e aqueles que os enviaram, onde quer que estejam e a qualquer momento”, afirmou Netanyahu em comunicado.

O Hamas elogiou o ataque em uma declaração, mas não reivindicou a responsabilidade pela ação.

“Junto com todo o povo de Israel, rezo pela recuperação completa e rápida dos feridos no ataque”, afirmou Gadi Eisenkot, principal rival de Netanyahu e ex-chefe do Estado-Maior das FDI, em uma publicação na rede social X.

Ministro de Israel mostra futuro centro de enforcamento para palestinos

 

Como uma derrota de Netanyahu na eleição mudaria políticas sobre Palestina?

23 October 2026 at 10:00

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, e seu principal oponente, Gadi Eisenkot, se opõem à criação de um Estado palestino independente. Isso significa que é improvável que as eleições da próxima semana tragam uma mudança drástica nas políticas que, há décadas, têm dificultado o processo de paz.

Três anos após os ataques de 7 de outubro — liderados pelo Hamas —, ambos mantêm uma postura linha-dura em relação a Gaza, afirmando que retomariam a guerra na região caso o grupo militante — cuja carta fundacional prega a destruição de Israel — não se desarme.

No entanto, eles divergem quanto aos assentamentos na Cisjordânia ocupada e, provavelmente, dependerão de diferentes parceiros de coalizão para formar um governo, o que poderia levar o país a seguir caminhos bastante distintos.

Confira, a seguir, as posições dos candidatos sobre o conflito com os palestinos:

Assentamentos na Cisjordânia

Centenas de milhares de israelenses vivem na Cisjordânia, em territórios capturados por Israel na guerra de 1967. A prática é considerada ilegal pela quase totalidade dos países, com base no direito internacional — embora Israel conteste esse entendimento.

Sob a gestão de Netanyahu, houve uma rápida expansão dos assentamentos, incluindo a criação de pequenos postos avançados em áreas da Cisjordânia reservadas à administração civil da Autoridade Palestina — locais onde, segundo a própria legislação israelense, tais assentamentos são ilegais.

Os colonos têm atacado palestinos com frequência crescente, e críticos afirmam que o governo tem feito vista grossa para essa violência.

Eisenkot, em princípio, apoia a existência de assentamentos, mas defende que eles devem estar em conformidade com a lei israelense. Ele se opõe a assentamentos construídos sem autorização, defende a desativação de postos avançados em áreas onde são proibidos e comprometeu-se a impedir atos de violência cometidos por colonos contra palestinos.

Ele também se opõe à decisão do governo Netanyahu de realizar construções na área conhecida como E1 — um projeto que dividiria a Cisjordânia ao meio e a isolaria de Jerusalém Oriental. Segundo os próprios colonos, o objetivo dessa medida seria “enterrar” a possibilidade de um Estado palestino.

Autogoverno palestino

Em um reflexo de como a política israelense se deslocou para a direita, tanto Netanyahu quanto Eisenkot — assim como os líderes de praticamente todos os outros partidos de maioria judaica — opõem-se à criação de um futuro Estado palestino independente ao lado de Israel.

Essa posição representa, na prática, a rejeição da “solução de dois Estados”, que serviu de base para as negociações internacionais de paz ao longo de gerações. Tanto Netanyahu quanto Eisenkot afirmam que Israel deve manter o controle de segurança final sobre todo o território entre o rio Jordão e o mar Mediterrâneo.

Existem, contudo, diferenças na ênfase dada por cada um. A posição de Eisenkot sobre a limitação dos assentamentos na Cisjordânia preservaria territórios onde os palestinos exercem, atualmente, autogoverno civil. A coalizão de Netanyahu inclui partidos que defendem abertamente a anexação total, por parte de Israel, das terras palestinas ocupadas.

Gaza

Três anos após o ataque ao sul de Israel — liderado pelo Hamas e que desencadeou uma invasão israelense à Faixa de Gaza — e um ano após um cessar-fogo mediado pelos EUA ter encerrado os principais combates na região, as tropas israelenses controlam, hoje, cerca de dois terços do enclave.

Quase a totalidade da população, composta por mais de 2 milhões de palestinos, vive no terço restante — principalmente em tendas ou edifícios danificados — e permanece sob o controle político absoluto do Hamas. As negociações mediadas pelos EUA ainda não conseguiram estabelecer termos para o desarmamento do Hamas, a retirada de Israel e o início da reconstrução sob supervisão internacional.

Tanto Eisenkot quanto Netanyahu afirmam que as tropas israelenses não se retirarão de Gaza enquanto o Hamas não for desarmado, e que Israel está preparado para retomar os combates, caso necessário, para alcançar esse objetivo.

Eisenkot sustenta que a permanência do Hamas no poder em Gaza representa um fracasso profundo. Ele afirma que, em até 18 meses após assumir o cargo, garantiria a substituição da administração do Hamas — seja por meio de um plano mediado pelos EUA ou por força militar.

Parceiros de coalizão

A coalizão governista de Netanyahu inclui, atualmente, grupos nacionalistas judaicos de direita liderados pelos ativistas Itamar Ben-Gvir e Bezalel Smotrich — ambos defensores da anexação total das terras palestinas e alvos de sanções em diversos países ocidentais por promoverem a violência por parte de colonos.

Netanyahu conta, ainda, com o apoio de partidos ultraortodoxos que buscam a isenção do serviço militar para estudantes religiosos judeus.

Entre os partidos de oposição que poderiam ser atraídos por Eisenkot para compor uma futura coalizão — visando destituir Netanyahu — estão diversos grupos de direita; contudo, nenhum deles possui líderes tão radicais quanto Smotrich ou Ben-Gvir.

Os apoiadores de Eisenkot opõem-se, em sua maioria, à isenção do serviço militar para estudantes religiosos, o que, provavelmente, inviabiliza uma aliança com os partidos ultraortodoxos.

Para destituir Netanyahu, Eisenkot provavelmente precisará do apoio dos Democratas — grupo que inclui o que restou do Partido Trabalhista, de centro-esquerda, o qual dominou a política israelense por gerações, mas perdeu força à medida que o país se deslocou para a direita. Os Democratas são, atualmente, o único partido de destaque liderado por judeus que defende uma solução de dois Estados.

Tanto Eisenkot quanto Netanyahu afirmaram que não formariam um governo com partidos que representam, majoritariamente, cidadãos israelenses de ascendência palestina — os quais compõem cerca de um quinto da população.

Knesset, Likud: Entenda os principais termos da eleição de Israel

 

La defensa de Chambers denuncia que el envío de su teléfono a EE UU vulnera sus derechos frente a sus “perseguidores políticos”

23 October 2026 at 09:55

La defensa de James, Fergie, Chambers, el millonario activista propalestino detenido el pasado julio en Ibiza y cuya extradición solicita EE UU, denuncia que el envío de su teléfono móvil a la justicia estadounidense ha vulnerado sus derechos. Sus abogados, encabezados por el exmagistrado de la Audiencia Nacional Baltasar Garzón, aseguran que fueron informados “verbalmente” del envío del dispositivo el pasado 20 de octubre en sede judicial, sin que pudieran “impugnar la entrega, proteger información confidencial o recurrir la decisión antes de que el terminal saliera del país”. Chambers, que permanece en prisión preventiva desde su detención, ha solicitado asilo en España y esa circunstancia, añaden los letrados, también ha de protegerle de cualquier riesgo frente a los presuntos agentes de la persecución política.

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© Chedly Ben Ibrahim (NurPhoto via Getty Images)

Fergie Chambers, en su casa de Túnez en 2024.

Javier Milei's Case Against AI Regulation

23 October 2026 at 10:15
Javier Milei | Photo: Javier Milei, 2026; Mandel NGAN/AFP via Getty

"As much as the industrial revolution freed us from the constraints of the human muscle, AI will free us from the constraints of the human brain, pushing productivity beyond our wildest dreams….Keep AI unregulated so that it is free to be developed without the deadly hand of premature and poorly understood regulation."

Argentine President Javier Milei wrote that on June 4 in the Financial Times as part of his push to bring AI companies to Argentina. The prior week, he had introduced legislation to boost AI based on three pillars: leaving AI unregulated, establishing a new legal category for nonhuman corporations operated by AI agents or robots, and keeping corporate taxes low. As of late September, the Senate has held hearings on the legislation but not advanced it.

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How Much Contempt Does Javier Milei Have for the State?

23 October 2026 at 10:00
Javier Milei | Photo: Javier Milei; Fernando Sanchez/Europa Press via Getty

"My contempt for the state is infinite."

—Javier Milei, explaining his willingness to make deep cuts to existing spending and regulation in Argentina, from an interview with The Economist in 2024.

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El Papa anula una visita a Asís porque los médicos le desaconsejan viajar en helicóptero tras su operación

23 October 2026 at 09:29

El Papa se sigue recuperando de forma “óptima”, pero aún es pronto para coger un helicóptero tras su operación, así que ha anulado la visita a Asís (Italia) que estaba prevista para el próximo martes, 27 de octubre, “como medida de precaución”. El Vaticano lo ha anunciado este viernes en un comunicado que transmite normalidad, y la verdad es que era una decisión esperada. Pero lo cierto es que es el primer acto de la agenda del Pontífice que se cancela tras la intervención para la extirpación de un tumor pulmonar a la que fue sometido el pasado 13 de octubre.

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© FABIO FRUSTACI (EFE)

El papa León XIV, en una audiencia celebrada en el Vaticano este miércoles.

Sofia Goggia, velocità e coraggio: una nuova sfida con Prima Assicurazioni

23 October 2026 at 09:04

Velocità, istinto e capacità di spingersi oltre i propri limiti. Sofia Goggia ha costruito la propria identità sportiva attorno a queste caratteristiche, diventando negli anni uno dei volti più riconoscibili dello sci alpino internazionale. Una carriera fatta di vittorie e traguardi importanti, ma anche di cadute, infortuni e ritorni che ne hanno messo alla prova la determinazione.

È in questo percorso che si inserisce la nuova collaborazione con Prima Assicurazioni, che ha scelto la campionessa bergamasca come brand ambassador per le prossime due stagioni, fino a maggio 2028. Il logo dell’azienda comparirà sulla giacca termica dell’atleta durante le gare di Coppa del Mondo e dei Mondiali, mentre l’accordo prevede anche iniziative di comunicazione e contenuti dedicati.

Nata a Bergamo nel 1992, Goggia è stata la prima italiana a conquistare l’oro olimpico nella discesa libera, ai Giochi di Pyeongchang del 2018. Quattro anni più tardi, a Pechino, ha conquistato l’argento nella stessa disciplina a soli 23 giorni da un grave infortunio. Ai Giochi di Milano Cortina 2026 è arrivato poi il bronzo, risultato che le ha permesso di diventare la prima atleta a salire sul podio olimpico della discesa libera in tre edizioni consecutive. Il suo palmarès comprende quattro Coppe del Mondo di discesa libera, una di supergigante, 29 vittorie e 69 podi nel circuito mondiale. Numeri che raccontano solo una parte del suo percorso: a caratterizzare Goggia è anche uno stile di gara aggressivo e audace, nel quale il margine tra rischio e prestazione si misura spesso in frazioni di secondo.

È una dimensione in cui la preparazione tecnica deve convivere con la capacità di gestire la pressione e affrontare ogni volta nuove sfide. Aspetti che contribuiscono a rendere la sciatrice un riferimento non soltanto per i risultati ottenuti, ma anche per il modo in cui ha saputo costruire la propria carriera. La collaborazione con Prima Assicurazioni nasce proprio dalla vicinanza dichiarata tra l’approccio della campionessa e quello dell’azienda, che ha fatto dell’innovazione e della volontà di mettere in discussione i modelli tradizionali alcuni dei tratti distintivi del proprio percorso.

«Nella velocità, ogni dettaglio conta: per dare il massimo serve fiducia totale nei propri mezzi e in chi ti supporta», ha commentato Goggia, che vede nel nuovo accordo uno stimolo per affrontare le prossime sfide. «In Prima ho trovato la mia stessa determinazione ad alzare l’asticella, la voglia di innovare e una forte dose di coraggio».

Per l’azienda, come ha spiegato il CEO George Ottathycal, la scelta è legata alla capacità dell’atleta di coniugare talento, preparazione e volontà di migliorarsi continuamente. La partnership si inserisce inoltre nella strategia di rafforzamento della presenza del brand nello sport di alto livello, con l’obiettivo di raggiungere un pubblico più ampio attraverso figure capaci di parlare a generazioni e interessi diversi. Il nuovo sodalizio accompagnerà Goggia nelle competizioni internazionali delle prossime due stagioni, trasformando la presenza del marchio sulla sua giacca in un elemento visibile di una collaborazione più ampia. Per la campionessa, intanto, il centro resta la neve: le curve da affrontare, i centesimi da guadagnare e quella ricerca continua del limite che, negli anni, è diventata la sua cifra distintiva.

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Netanyahu ordena el cierre de Cisjordania tras un ataque palestino en el que han muerto dos militares a cuatro días de las elecciones

23 October 2026 at 14:23

La tensión entre israelíes y palestinos se ha disparado este viernes en una de las zonas más violentas y complicadas de Cisjordania, la ciudad de Hebrón. A primera hora de la mañana, dos palestinos han abierto fuego contra un grupo de militares israelíes en un cruce cercano a la localidad. Dos soldados de 21 y 23 años han muerto y hay otras tres personas heridas. El tiroteo ha durado varios minutos, antes de que el ejército abatiera a los dos agresores.

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© Mahmoud Illean (AP Photo/Mahmoud Illean)

Soldados israelíes y personal médico trabajaban este viernes en la zona donde se produjo un tiroteo, cerca de la ciudad palestina de Hebrón.

Federación sindical argentina reclama libertad para presos saharauis

23 October 2026 at 05:58

Buenos Aires, 23 oct (Prensa Latina) La Central de Trabajadores de Argentina (CTA-T) expresó su solidaridad y reclamó la libertad de los nueve presos políticos saharauis del grupo de Gdeim Izik; cinco de ellos en huelga de hambre indefinida.

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Cubanos en Argentina llaman a votar en ONU contra el bloqueo a Cuba

23 October 2026 at 05:35

Buenos Aires, 23 oct (Prensa Latina) La Unión de Residentes Cubanos en Argentina (URCA) llamó a la comunidad internacional “a no ceder ante el chantaje imperial y a respaldar una vez más y con más fuerza la resolución cubana” en la ONU contra el bloqueo.

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La violencia desatada de los colonos en Cisjordania marca la recta final de la campaña electoral israelí

23 October 2026 at 04:40

Desde la ventana del pequeño Ayuntamiento de Deir Balut son visibles los cubículos prefabricados en los que viven los colonos instalados en las tierras de este pueblo palestino del norte de Cisjordania y también las obras de la nueva carretera que Israel construye para unir varios asentamientos de la zona.

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Mahram Abdala, herido por colonos israelíes cuando recogía aceitunas en Deir Balut, en Cisjordania, en octubre de 2026.Una bandera israelí ondea en las tierras del pueblo palestino de Deir Balut y marca la entrada a la casa de una familia de colonos, en octubre de 2026.

© Ammar Awad (REUTERS)

Un colono israelí junto a un olivo en llamas arroja una piedra durante enfrentamientos con palestinos en Abu Falah, en Cisjordania el 16 de octubre de 2026.

Messi frente a Messi

23 October 2026 at 04:30

Leo Messi se empieza a dar cuenta a los 39 años de que a menudo no ha disfrutado de sus goles y de sus éxitos tanto como se merecían, ni siquiera en los momentos de plenitud, obsesionado con ser mejor futbolista cada partido, como si el resultado fuera su marcapasos, ahora ya solo pendiente por fin del contrato con el Inter de Miami hasta 2028. La plena dedicación y su especial carácter no le dieron tiempo ni para estudiar, tampoco para aprender el inglés suficiente para viajar por el mundo, acostumbrado desde pequeño a disponer de un intérprete si hacía falta para hablar con la profesora de la escuela de Rosario. Incluso puede que no hubiera sido futbolista si su abuela Celia no le hubiese llevado de la mano al equipo del Grandoli. Introvertido en el aula y tímido en el barrio, siempre se expresó con la pelota, como si supiera desde pequeño que no necesitaba nada más para ser considerado posiblemente el mejor jugador de la historia, el número uno.

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© Carlos Alvarez (Getty Images)

Leo Messi, junto a su esposa, Antonela Roccuzzo, este jueves en el Hotel Reconquista en Oviedo.

Enviados de Trump a Argentina velan por intereses de EEUU en Malvinas

23 October 2026 at 02:50

Buenos Aires, 22 oct (Prensa Latina) Los enviados del presidente Donald Trump a Argentina, el subsecretario de Estado, Christopher Landau, y el subsecretario adjunto para Asuntos del Hemisferio Occidental, Juan Pablo Segura, defendieron hoy los intereses de empresas norteamericanas en Islas Malvinas.

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Cámara de Diputados de Argentina aprueba Ley de Emergencia por Discapacidad

23 October 2026 at 02:50
El texto mantiene las pensiones y suma garantías de salud, financiamiento y protección laboral. La aprobación llega tras más de un año de permanentes protestas, marchas y movilizaciones protagonizadas por las propias personas con discapacidad y sus familias.

EEUU celebra avances del diálogo en Venezuela y exige liberar a todos los presos políticos

“Este proceso liderado por Venezuela continúa fortaleciendo las instituciones democráticas, ampliando las libertades políticas y sentando las bases para elecciones libres, justas y creíbles”, afirmó el portavoz Thomas “Tommy” Pigott en un comunicado.

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