Ilhan Omar reveals she is fleeing her home after dawn raid by federal agents
Federal authorities are investigating potential fraud in her family's immigration paperwork and have issued grand jury subpoenas to some of her relatives

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A Leones en invierno, quinto largo como director de Albert Pintó, se le podría hacer (casi) la misma crítica que a cualquiera de las películas de venganza de Jason Statham, Liam Neeson, Jean-Claude Van Damme o Charles Bronson, géneros en sí mismos.
La parte negativa de ello es que aquellas cintas no eran ni son buenas. La parte positiva es que Pintó demuestra que se sabe hacer ese tipo de cine en España, y que la extrema violencia para desagraviar la muerte de un ser querido siempre tuvo su público.
Su eficaz cine de género (Malasaña 32; Sky rojo, en televisión) se tiñe además de algunos apuntes patrios con sentido: el pasado de Ultras Sur de los protagonistas (hoy, padre panadero, policía corrupto y yonqui de la calle), y curiosos guiños temporales, como esa canción de Los Nikis (“¡Mira cómo gana la selección…!”).
Sin embargo, todo es demasiado grueso, aunque, al menos, coherente en su conjunto y bien realizado: Pintó con su explicitud, y un cierto regodeo un tanto molesto y gratuito (la violación); el guion con su rudeza sentimental, moral y social; y los intérpretes (de lujo), todos sin freno en mayor o menor proporción, y ahí la recuperación de un desatado Jordi Mollà da una buena medida.


U.S. consumers taking weight-loss drugs like Novo Nordisk's Ozempic and Eli Lilly's Mounjaro have turned to cobblers and tailors as they try to save money while shedding pounds

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O Parlamento da Argentina avançou com a restituição dos limites à venda de terras a estrangeiros, uma lei que tinha sido revogada pelo Presidente Javier Milei no final de 2023, desencadeando uma longa disputa judicial.
A Câmara dos Deputados – câmara baixa do Congresso da Nação Argentina – aprovou na quarta-feira a restauração da Lei das Terras Rurais, aprovada em 2011.
Isto no âmbito de um projeto de lei, apresentado pelo Governo, que o próprio Executivo decidiu alterar, já após a aprovação no Senado – a câmara alta do Congresso – face a um intenso movimento de protesto popular.
O projeto de lei irá ser novamente enviado ao Senado para votação.
O recuo do Governo foi anunciado em 14 de outubro, face à possibilidade de a oposição conseguir os apoios necessários no Congresso para reverter o plano de desregulação económica de Milei, implementado em 2023, que incluía, entre muitas outras questões, o fim do limite à venda de terras a estrangeiros.
A eliminação das restrições à compra de terrenos rurais por estrangeiros foi inicialmente suspensa por uma providência cautelar proferida por um tribunal de segunda instância em março de 2024.
Em 29 de setembro passado, o Supremo Tribunal reverteu essa decisão judicial e confirmou o decreto de Milei que revoga o limite de 15% previsto na lei.
Mas, em 09 de outubro, após fortes críticas, o Supremo Tribunal voltou a suspender a eliminação das restrições, em resposta a uma ação judicial de 2024 interposta por uma organização ambientalista da Patagónia, no sul da Argentina.
O fim do limite à venda de terras a estrangeiros foi apresentado como parte de uma série de políticas para promover o investimento na Argentina.
Apesar de um clima favorável, em 2025 o investimento direto estrangeiro na Argentina foi o mais baixo entre as principais economias da América Latina, segundo a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE).
Segundo a OCDE, a Argentina recebeu, em 2025, 3,13 mil milhões de dólares (2,79 mil milhões de euros) de investimento direto estrangeiro, enquanto o vizinho Brasil atraiu 76,9 mil milhões de dólares (68,4 mil milhões de euros).
Em 02 de outubro, a Argentina anunciou que vai conceder a cidadania aos estrangeiros interessados que invistam no país pelo menos 350 mil dólares (312 mil euros), um programa que entrará em funcionamento no final de 2026.
O programa de obtenção de cidadania em troca de investimento, anunciado pelo governo, propõe “dois mecanismos simples e transparentes”, como realizar “uma contribuição direta e não reembolsável para o Tesouro Nacional de 350 mil dólares ou subscrever um título público de 800 mil dólares criado especificamente” para o efeito, segundo um comunicado oficial.
O bastonário da Ordem dos Economistas, António Mendonça, considera que a proposta de Orçamento do Estado para 2027 “está entre a inércia e a transformação”, disse em entrevista ao podcast Lusa Extra.
Para o também ex-ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, existe uma inércia relacionada com a rigidez em torno da elaboração do orçamento, enquanto, diz, a componente transformadora está pouco visível.
“Esta dimensão transformadora de um orçamento, ou seja, estar inserida num projeto de natureza mais ampla, de uma visão mais ampla de médio e longo prazo, tem que ser introduzida”, afirmou o bastonário.
O economista assumiu que “há muita rigidez em torno da elaboração do orçamento”, porque as despesas públicas já estão, em grande parte, afetadas a vários níveis, prestações sociais, vencimentos de funcionários públicos, apoio à educação, e também devido à envolvente externa.
“Há condicionalismos europeus, as regras orçamentais, também introduzem elementos de rigidez muito importantes”, acrescentou.
O orçamento “tem esta componente, sobretudo, muito forte de continuidade e, portanto, tem muitos riscos porque subordina muito ao equilíbrio e propõe-se manter o equilíbrio orçamental e até reforçar ligeiramente o excedente para 2027”, salientou.
Apesar da componente técnica ser forte, há uma série de problemas estruturais que não aparecem no documento, ou apenas de forma indireta, notou, numa altura em que é necessário saber qual é a visão que o país tem para o futuro e para fazer face aos problemas como a questão da habitação.
Há também outras questões como “o atraso em termos das infraestruturas públicas” e “vão-se colocar problemas também de natureza muito profunda, ao nível da própria reforma do ensino, do papel da inteligência artificial, como é que vamos apoiar e vamos incentivar a transformação da estrutura produtiva do país”, enumerou.
Segundo o bastonário, a resposta a estes problemas surge apenas com alguns investimentos que estão programados, ainda que não veja uma coerência de objetivos estratégicos a médio e longo prazo.
Isso “continua a faltar ao país”, defendeu.
No que diz respeito às perspetivas de crescimento económico, disse que “há um certo otimismo”, mas considerou que este, desde que não seja excessivo, é bom, já que transmite particularmente a investidores e consumidores “uma certa confiança” e a economia “também depende disso”.
A proposta de OE2027 prevê um crescimento da economia de 2,3% este ano e de 2,1% no próximo e contas equilibradas este ano e um excedente de 0,1% em 2027.
Quanto à previsão orçamental, disse esperar “que os grandes objetivos, particularmente em matéria de equilíbrio orçamental, sejam concretizados”, já que tal “é importante” para a imagem externa de Portugal.
A proposta orçamental vai ser discutida e votada na generalidade entre 27 e 28 de outubro. A votação final global está marcada para 24 de novembro, após o processo de debate na especialidade.
Os juros da dívida portuguesa subiam hoje a dois, a cinco e a 10 anos face a quarta-feira, alinhados com os de Espanha, Grécia e Itália, bem como com os de França no prazo mais longo.
Às 08:20 em Lisboa, os juros a 10 anos avançavam para 3,950%, contra 3,938% na quarta-feira.
Os juros a cinco anos também subiam, para 3,515%, contra 3,502%.
Os juros a dois anos avançavam para 3,211%, contra 3,196% na véspera.
Os juros da dívida francesa subiam para 5,046%, um máximo desde julho de 2002, contra 5,012% na véspera.
Em sentido contrário, os juros da obrigação a 10 anos da Alemanha, considerada a mais segura da Europa, desciam, para 3,400%, contra 3,417%, bem como os dos Estados Unidos, que cediam para 5,078%, contra 5,121%.
O prémio de risco de França, o diferencial dos juros a 10 anos em relação aos da Alemanha, continuava a subir, para 164,7 pontos base, em máximos dos últimos 15 anos e acima dos de Itália, Espanha, Grécia e Portugal.
Juros da dívida soberana em Portugal, Espanha, Grécia e Itália às 08:20:
2 anos…5 anos…10 anos
Portugal
22/10…….3,211…3,515…..3,950
21/10…….3,196…3,502…..3,938
Espanha
22/10…….3,234…3,587…..4,084
21/10…….3,228…3,571…..4,076
Grécia
22/10…….3,332…3,878…..4,440
21/10…….3,320…3,846…..4,410
Itália
22/10…….3,613….4,082…..4,613
21/10…….3,574….4,043…..4,576
Fonte: Bloomberg Valores de ‘bid’ (juros exigidos pelos investidores para comprarem dívida) que compara com fecho da última sessão.


© Copyright 2026 The Associated Press. All rights reserved.

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Bankinter tiene a tiro de piedra volver a pulverizar su propio récord anual de beneficios. El banco ha elevado en los nueve primeros meses del año las ganancias un 11%, hasta los 901 millones de euros. El número ya ronda los 1.090 millones que ganó en todo el año pasado, su récord sin contar los 1.333 millones que se embolsó en 2021 por el efecto extraordinario de la venta de Línea Directa.

© Cristina Arias (Cristina Arias)




Uma ação coletiva foi ajuizada em um tribunal australiano contra o Facebook e o Instagram, plataformas da Meta, sob a alegação de que os serviços expuseram crianças a conteúdos prejudiciais e as mantiveram viciadas por meio de algoritmos.
A ação, apresentada neste mês pelo escritório de advocacia MinterEllison à Corte Federal, a segunda mais alta instância judicial da Austrália, pode ser a primeira no país a responsabilizar as redes sociais por danos causados a seus usuários, especialmente crianças e adolescentes.
O processo coletivo foi movido em nome de oito autores, que alegam ter sofrido danos causados pela Meta quando tinham menos de 18 anos, e buscam indenização.
“Estamos cientes dessa ação e nos defenderemos vigorosamente”, afirmou um porta-voz da Meta por e-mail.
Em uma ordem de sigilo emitida na segunda-feira (19), o tribunal proibiu a divulgação de qualquer informação que pudesse revelar a identidade dos autores da ação, bem como do conteúdo da petição inicial.
O processo ocorre em meio ao aumento das tensões entre a Austrália e as grandes empresas de tecnologia, após a implementação de uma proibição inédita no mundo ao uso de redes sociais por menores de 16 anos e a apresentação de novas regras propostas que poderiam permitir aos usuários desativar conteúdos determinados por algoritmos em seus feeds.
Em agosto, a Meta concordou em pagar US$ 18 bilhões para encerrar disputas com quase todos os estados dos Estados Unidos e resolver acusações de que a empresa desenvolveu redes sociais para viciar crianças.