Aldeia abastecida com água pelos bombeiros duas vezes ao dia

© MANUEL TELES/LUSA

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A Renault amplia a gama do Master com a chegada da nova versão Minibus VIP by Raytec, desenvolvida para clientes que buscam níveis superiores de conforto, acabamento e funcionalidade no transporte de passageiros. Com capacidade para 15 passageiros mais o motorista, a novidade passa a integrar o portfólio de soluções da linha Master oferecendo uma configuração voltada para aplicações como transporte executivo, receptivo corporativo, hotelaria, turismo e fretamento premium.
Desenvolvida em parceria com a Raytec, especialista em transformações veiculares, a nova versão VIP chega ao mercado integrada à oferta da Renault como uma solução homologada e pronta para operação. O lançamento do Minibus VIP by Raytec simplifica o processo de aquisição para empresas e operadores que desejam um veículo com padrão superior de acabamento e conforto.

Baseada no Renault Master Minibus L3H2, a nova versão foi desenvolvida para oferecer uma experiência de viagem diferenciada, aliando conforto, praticidade e refinamento. O compartimento de passageiros conta com isolamento termoacústico nas laterais e no teto, além de revestimentos exclusivos em ABS de acabamento bicolor, que proporcionam um ambiente mais agradável e sofisticado.
A versão também incorpora uma central multimídia de 7 polegadas compatível com Android Auto e Apple CarPlay, ampliando a conectividade e a praticidade para o condutor durante a operação.
A configuração interna inclui 13 poltronas individuais reclináveis para os passageiros, equipadas com apoios de braço e de cabeça, além de portas-objetos e pontos de carregamento USB e USB-C distribuídos por todas as fileiras.

O arranjo dos bancos foi projetado para aumentar o conforto durante as viagens, com fileiras alinhadas ao nível da cabine na parte dianteira e disposição elevada na região traseira, contribuindo para melhor visibilidade dos ocupantes.
O Master Minibus VIP by Raytec incorpora uma série de elementos voltados à valorização do ambiente interno. O modelo dispõe de iluminação em LED no compartimento traseiro e iluminação indireta integrada à área de circulação dos passageiros, criando uma atmosfera moderna e acolhedora.

O acabamento do piso utiliza revestimento com textura amadeirada, reforçando a sensação de requinte do interior. Cortinas laterais complementam o conforto dos ocupantes durante os deslocamentos. Além disso, a configuração contempla soluções que facilitam a operação diária, como carpete removível nas entradas e sistema de apoio para movimentação de bagagens.
A nova versão mantém os atributos que fizeram do Master a líder de vendas do segmento no Brasil durante 12 anos consecutivos, combinando robustez, versatilidade e baixo custo total de propriedade para os clientes profissionais.

Entre os equipamentos voltados à operação e segurança estão tacógrafo digital homologado, câmera traseira, sensores de estacionamento, aviso sonoro de ré, extintor de incêndio, martelos de emergência nas janelas laterais, sinalização luminosa das saídas de emergência e película de proteção solar em conformidade com a regulamentação vigente.
Com 6.225 mm de comprimento total e amplo compartimento para bagagens, o Master Minibus VIP combina capacidade de transporte, conforto e eficiência para diferentes perfis de operação.

Master Minibus VIP by Raytec – R$ 375.000,00
Diferenciais da versão:
Transformação homologada pela Renault desenvolvida em parceria com a Raytec
13 poltronas individuais reclináveis com apoio de braço e cabeça
Tomadas USB e USB-C distribuídas em todas as fileiras
Multimidia de 7” com Android Auto e Apple Carplay
Isolamento termoacústico nas laterais e no teto
Revestimentos internos em ABS bicolor (cinza claro e escuro)
Iluminação em LED no compartimento de passageiros
Iluminação indireta integrada ao corredor e aos degraus de acesso
Piso com acabamento de textura amadeirada
Cortinas laterais no compartimento de passageiros
Porta-objetos em rede integrados às poltronas
Compartimento traseiro para bagagens
Haste auxiliar para movimentação de malas
Tacógrafo digital homologado
Câmera de ré e sensores de estacionamento traseiros
Sinalização luminosa e adesivos de saída de emergência
Martelos de emergência nas janelas laterais
Equipamentos de série do Master Minibus
Ar-condicionado com saída traseira
Computador de bordo
Banco do motorista com regulagem de altura e profundidade
Direção eletro-hidráulica com regulagem de profundidade
Retrovisores elétricos com dupla visão
Travas e vidros elétricos
Airbag duplo
Freios ABS com BAS
Indicador de troca de marcha
Controles de estabilidade (ESP) e tração (TCS)
Assistente de partida em rampa (HSA)























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© José Goulao/LUSA
VTM
A Associação Humanitária de Bombeiros de Mogadouro lançou hoje o concurso público para a construção da Unidade Local de Formação para Agentes de Proteção Civil, com um valor base estimado em 1,2 milhões de euros. Em declarações à agência Lusa, o presidente desta associação, João Gouveia, disse que as empresas interessadas têm um período de 14 dias para apresentar as suas propostas.
João Gouveia expressou a esperança de que o concurso não fique deserto devido à escassez de mão-de-obra e que as propostas sejam apresentadas para uma empreitada com um prazo de execução previsto de um ano. “Esperemos que haja propostas para a construção deste equipamento, e que no espaço de cerca de um ano a Unidade Local de Formação para Agentes da Proteção Civil seja uma realidade e estamos otimistas”, sublinhou.
O projeto consultado revela que esta nova unidade surge da necessidade dos bombeiros de Mogadouro terem acesso a uma estrutura moderna e funcional, ajustada às exigências atuais do treino operacional. O espaço incluirá um edifício destinado à formação, campos de treino interiores e exteriores, uma torre escola e contentores técnicos, permitindo a realização tanto da formação teórica como prática em condições realistas e seguras.
De acordo com João Gouveia, este novo equipamento estará disponível para todas as corporações de bombeiros da região e do país que desejem realizar exercícios e treinos relacionados com as missões no combate a incêndios urbanos e florestais.
O autarca António Pimentel revelou que o município disponibilizou cerca de 800 mil euros provenientes do orçamento destinado à Proteção Civil, que será utilizado pelos bombeiros na construção do campo de treinos. Em janeiro de 2025, foi assinado um contrato entre o município e a Associação Humanitária dos Bombeiros locais para a cedência de um terreno com 2,5 hectares na zona de Vale Calheiros, em Mogadouro, onde será instalada esta nova unidade.
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© JOANA LINDA
VTM
O jovem que morreu, na manhã desta terça-feira, na sequência de uma colisão rodoviária no IC5, em Vila Flor, era filho da vice-presidente da Câmara Municipal de Vila Flor, Ana Ramos. A informação foi confirmada por Noel Afonso, comandante sub-regional das Terras de Trás-os-Montes da Proteção Civil.
O município de Vila Flor já se pronunciou publicamente sobre a morte de João Dinis Ramos, confirmando que o jovem era filho da vice-presidente da autarquia, Ana Ramos, e manifestando profundo pesar pela sua perda.
A vítima, com cerca de 20 anos, perdeu a vida na sequência do despiste de um camião de mercadorias, no Itinerário Complementar 5, perto da saída de Lodões, em Vila Flor. O camião tombou sobre dois automóveis ligeiros que circulavam no sentido contrário.
O acidente ocorreu por volta das 7h40 e provocou ainda três feridos ligeiros, transportados para o Hospital de Mirandela. O óbito do jovem foi declarado no local.
Para o local foram mobilizados 23 operacionais, apoiados por seis viaturas e pelo helicóptero do INEM, sediado em Macedo de Cavaleiros.
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© André Kosters/LUSA

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© OLIVIER HOSLET/EPA

Sete trans eleitas no Brasil com financiamento indireto de George Soros via ANTRA, ABGLT e Washington Brazil Office. Política identitária artificial.
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Sete políticos autodenominados “mulheres trans” foram eleitos para cargos legislativos nas eleições gerais ocorridas no último domingo (04) no Brasil.
Erika Hilton (PSOL) e Duda Salabert (PSOL) foram reeleitas, enquanto Thabatta Pimenta (PSOL) estreará na Câmara Federal. Por sua vez, nos estados foram reeleitas Linda Brasil (PSOL) em Sergipe e Dani Balbi (PCdoB) no Rio de Janeiro, enquanto Sofia Favero (PSOL) foi eleita pela primeira vez para a Assembleia Legislativa de São Paulo e Natasha Ferreira (PT) também estreará na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul.
A principal pauta dessas candidaturas é o transativismo. É a típica política identitária: defender seus próprios interesses, interesses de um setor minúsculo da classe média, contra os interesses da maioria dos explorados e oprimidos. Os transativistas vêm se destacando no Brasil por sua oposição aos direitos básicos das mulheres e pela utilização do aparato repressivo do Estado (Judiciário e polícia) para perseguir os cidadãos comuns, geralmente trabalhadores humildes, tachados de “transfóbicos”.
Tal empreitada não é feita através de um trabalho de conscientização política, nem muito menos é fruto de esforços dos oprimidos que, organizados de forma independente, conseguem criar um movimento social contra os interesses dos poderosos. Não. É um movimento integralmente artificial e financiado pelos mais poderosos entre os poderosos.
As Open Society Foundations, do especulador financeiro multibilionário George Soros, admitem abertamentem há dez anos que “há muito tempo apoiam organizações trans e intersexo em todo o mundo”. Ainda em 2013, as OSF apresentavam seu ponto de vista sobre a transexualidade: “a identidade de gênero é o sentido interno de uma pessoa de ser um homem, uma mulher ou outro gênero.”
As OSF são a ponta de um guarda-chuva, pelo qual repassam fundos para organizações captadoras de forma hierárquica. Assim, a organização mãe originada da iniciativa de George Soros ainda na década de 1980 para derrubar a União Soviética e seus aliados consegue levar financiamento a um número incontável de ONGs.
No Brasil, a Associação Nacional de Travestis e Transexuais (ANTRA) recebe financiamento indireto das OSF. Estas repassaram 25,8 milhões de reais ao Fundo Brasil de Direitos Humanos entre 2016 e 2024. O Fundo Brasil, por sua vez, aportou 400 mil reais à ANTRA em 2024.
Além disso, Bruna Benevides, presidente da ANTRA, é integrante do conselho deliberativo da Conectas Direitos Humanos, ONG que é a maior receptora de fundos das OSF (34 milhões de reais até 2024).
Em relatório com mapeamento e lista de candidaturas para as eleições deste ano, a ANTRA assegura ter um “compromisso inegociável de eleger pessoas trans”. No total, foram 116 candidaturas registradas como “trans” pelo Brasil.
Após o resultado eleitoral, a organização comemorou a eleição das sete “mulheres trans” para cargos legislativos: “estávamos ansiosas por este resultado! Ampliamos nossas presenças com votações extremamente expressivas e demos uma bela resposta à transfobia!”
Quem também celebrou o resultado foi a Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Intersexos (ABGLT): “as pessoas LGBTQIA+ ampliaram sua participação política e demonstraram, nas urnas, a força que construímos”, destacando a eleição de “mulheres trans” para a Câmara Federal. A publicação foi feita nas redes sociais, em parceria com a ANTRA e Bruna Benevides.
A ABGLT é afiliada ao Washington Brazil Office, entidade de lobby sediada na capital dos Estados Unidos e que recebeu 300 mil dólares de financiamento das Open Society Foundations em 2023. Ela também é parceira institucional da Associação Brasileira de Organizações Não Governamentais (Abong), que recebeu R$ 4,3 milhões de financiamento das OSF entre 2016 e 2024.
A Abong também recebeu, no ano passado, R$ 1,5 milhão em recursos de emendas parlamentares de Erika Hilton, que é presidente da Frente Parlamentar Mista por Cidadania e Direitos LGBTI+ do Congresso Nacional. Esse montante era destinado a ações de “empoderamento e capacitação da comunidade LGBTQIA+”, “fortalecimento das paradas LGBTQIA+” e “advocacy e colaboração com a Frente Parlamentar LGBT+” da própria Hilton.
Hilton tem relações mais profundas com o guarda-chuva de George Soros. Um documentário biográfico de Hilton recebeu financiamento do William Greaves Research & Development Fund. Dirigido por Chica Andrade, que é um dos organizadores da Associação de Profissionais Audiovisuais Trans, o filme aparentemente ainda não foi concluído, ou ao menos ainda não foi lançado – embora a previsão de lançamento fosse para o início deste ano. O Fundo William Greaves contemplou o documentário em seu programa de financiamento de 2023-2024 com 25 mil dólares. O Fundo pertence à Firelight Media, uma organização sem fins lucrativos sediada em Nova Iorque que tem entre seus apoiadores as Open Society Foundations.
Hilton também é profundamente relacionada com a ANTRA e com Bruna Benevides. Em 2024, a deputada indicou Benevides para receber a Medalha do Mérito Legislativo da Câmara Federal e deu apoio institucional ao Guia para Migrantes Trans nos EUA, elaborado pela ANTRA. Em 2025, a associação enviou à deputada uma proposta legislativa para alterar o Código Penal e aumentar as penas por crimes cometidos contra “mulheres trans”. Em setembro deste ano, a ANTRA apresentou uma representação à Procuradoria-Geral Eleitoral pedindo apuração de “possíveis episódios de violência política de gênero” contra Hilton – Benevides foi quem apresentou publicamente a posição da entidade.
Duda Salabert também deu apoio institucional ao guia da ANTRA. Thabatta Pimenta participou, ao lado de Benevides, do XX Seminário LGBTQIA+ do Congresso Nacional em 2023, bem como do EleiTrans, encontro de transexuais famosos que se apresentam como lideranças que foi promovido pelo Projeto Pajubá e que contou com a colaboração da ANTRA, ABGLT e Abong.
Linda Brasil, por sua vez, participou de atividades institucionais da ANTRA. Em janeiro de 2025, por exemplo, esteve na cerimônia do acordo entre o Ministério das Mulheres e a ANTRA, ao lado de Benevides. A deputada estadual do PSOL foi uma das principais figuras políticas transexuais a participar da “Marsha Trans Brasil” deste ano, organizada pela ANTRA e pelo Instituto Brasileiro de Transmasculinidades (Ibrat).
Dani Balbi esteve junto com Linda na manifestação. Em 2023, Balbi apresentou na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro um projeto concedendo a Benevides o Prêmio Cidadania, Direito e Respeito à Diversidade
Natasha Ferreira também participou do EleiTrans e da “Marsha Trans Brasil”.


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O SheUltra Portugal regressou este sábado, 10 de outubro, ao Algarve para a sua segunda edição, reunindo 170 mulheres inscritas num desafio de 43 quilómetros entre a Praia da Falésia e o AP Victoria Sports & Beach Hotel, no concelho de Albufeira, cujo evento mais do que uma prova de resistência, voltou a afirmar-se como uma celebração da superação pessoal, da inclusão e da solidariedade na luta contra os cancros femininos.

A britânica Sadie Besley foi a grande vencedora desta edição, concluindo o percurso em 4 horas e 38 minutos. A segunda posição foi alcançada por Gemma Chafer, com um tempo de 4h43, enquanto Jayne Charnock terminou na terceira posição, com 4h45.
Com uma filosofia que coloca a participação acima da competição, o SheUltra permite que cada mulher corra ou caminhe ao seu próprio ritmo, sem limite de tempo. O objetivo é proporcionar uma experiência inclusiva, em que cada participante possa enfrentar o seu próprio desafio, num ambiente marcado pelo apoio mútuo e pela entreajuda.
Criado em 2024, no País de Gales, por Huw Williams, a quem foi diagnosticado um cancro neuroendócrino em estádio 4, o SheUltra nasceu da vontade de criar um espaço seguro onde as mulheres se pudessem reunir, partilhar experiências e falar abertamente sobre a sua saúde.

Desde a sua criação, o evento tem vindo a afirmar uma identidade própria no panorama do trail running, associando a atividade física à sensibilização para a prevenção, a deteção precoce e o apoio às mulheres afetadas pelo cancro.
Um dos símbolos mais marcantes da iniciativa é a entrega da medalha logo à partida, numa homenagem às mulheres que perderam a vida para a doença e àquelas que continuam a lutar contra ela. Um gesto que recorda que o verdadeiro significado do SheUltra vai muito além dos tempos registados na meta.
O SheUltra está também associado ao apoio à equipa de oncologia de Faro, recordando-se que na primeira edição em Portugal, foram angariados 10.000 euros, bem como disponibilizados dois manequins de treino destinados a apoiar a formação dos profissionais de saúde e a sensibilização para a deteção precoce do cancro da mama.
A realização da prova conta com o envolvimento da comunidade local e com o apoio da Associação Free Challenge e da ATR – Algarve Trail Running, entidades que contribuem para a concretização do evento e para a promoção do desporto e da participação comunitária. Para mais informações clique aqui.
VTM
A construção do novo ecocentro de Ribeira de Pena, que representa um investimento de cerca de 497.800 euros, já começou.
Segundo o município, esta obra constitui “uma aposta na sustentabilidade ambiental e na melhoria dos serviços disponibilizados à população”.
A obra foi adjudicada a 9 de junho e resultará numa infraestrutura destinada a “melhorar as condições de deposição, recolha e encaminhamento de resíduos no concelho, permitindo uma gestão mais eficiente dos materiais e contribuindo para a valorização dos recursos”.
O novo ecocentro permitirá depositar adequadamente diferentes tipos de resíduos, aumentando as taxas de reutilização e reciclagem e assegurando um encaminhamento mais eficiente dos materiais para valorização.
Segundo a autarquia, o projeto pretende também “incentivar a adoção de boas práticas ambientais pela população, sensibilizando-a para a importância da correta separação e deposição de resíduos”. A participação dos cidadãos é essencial para reduzir o impacto ambiental e promover hábitos mais sustentáveis.
Com esta obra, o município de Ribeira de Pena reforça a sua “capacidade de resposta às necessidades locais no domínio da gestão de resíduos, contribuindo para um concelho mais sustentável, eficiente e ambientalmente responsável”.
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