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Porto. O que aconteceu e o que diz a lei sobre a ação da PSP

15 October 2026 at 21:56
Pelo menos 37 pessoas ficaram feridas e sete precisaram de assistência hospitalar após operação policial, que também feriu agente. PSP e movimento contradizem-se, mas manifestantes não desarmam.

© David Oliveira/Observador

Manifestantes reúnem-se após carga policial na Praça D. João I

Pedro Duarte alvo de nova noite de protestos

15 October 2026 at 20:07
Depois de uma noite marcada pela carga policial, os protestos regressaram desta vez com um novo alvo: o Presidente da Câmara do Porto. Movimento vai decidir se volta a acampar.

© David Oliveira/Observador

19h. Nova manifestação no Porto pelo direito à habitação

15 October 2026 at 19:40
Centenas em mais uma concentração na Praça Dom João I no Porto. Ainda nesta edição, Diretor Nacional da PSP diz que o que aconteceu de madrugada foi uma intervenção "devidamente proporcional".

18h. Manifestações Porto. Chega elogia atuação da PSP

15 October 2026 at 18:24
O partido de André Ventura diz que existiram infiltrações da extrema esquerda nas manifestações. Ainda, Diretor Nacional da PSP descreve atuação das autoridades como "devidamente proporcional".

Carga policial no Porto. "Recurso à força é excecional"

15 October 2026 at 17:46
Advogada Ana Rita Duarte Campos explica que o uso da força deve respeitar critérios de proporcionalidade. Jurista sublinha que eventuais excessos poderão dar origem a processos-crime e disciplinares.

17h. Diretor Nacional da PSP defende atuação da polícia

15 October 2026 at 17:33
Pedro Moura descreve a intervenção dos agentes de segurança como proporcional. Ainda, ministro da Administração Interna diz que há fatores que justificam a carga policial da última noite.

Açores em "múltiplos esforços" para garantir bens ao Corvo

15 October 2026 at 16:02
O Governo açoriano explicou que o navio THOR B, que entrega bens na ilha, está atualmente em manutenção obrigatória programada e indispensável para manter a sua certificação e capacidade de operação.

© EDUARDO COSTA/LUSA

O Governo dos Açores garante que se mantém a avaliar alternativas de transporte, "quer por meios aéreos, quer por meios marítimos"

Vodafone critica: Anacom "quer fazer política"

15 October 2026 at 14:55
A Vodafone critica o processo de renovação das licenças móveis, considerando que será tardia. Contesta prazos que estão previstos para a renovação, dizendo que a Anacom anda a fazer política setorial.

© ANTÓNIO COTRIM/LUSA

FMI destaca apoio a reformas em Timor-Leste

15 October 2026 at 11:05
FMI prevê que economia timorense continue a crescer nos próximos anos, ainda que enfrente desafios relacionados com a sustentabilidade orçamental e a dependência das receitas petrolíferas.

© ANTÓNIO COTRIM/LUSA

Timor-Leste tornou-se oficialmente o 11.º Estado-membro da ASEAN em outubro de 2025

"Precisamos de uma TAP e não do Estado"

15 October 2026 at 10:31
Hugo Espírito Santo, Secretário de Estado das Infra-Estruturas, garante que governo mantém posição estratégica no futuro da TAP. Acrescenta que não foi assinado acordo com data para privatização total

Macron pede ao Governo "respostas concretas" a estudantes

14 October 2026 at 23:08
Quase 8.000 detidos, centenas de feridos e 4% das escolas fechadas. Macron quer soluções para estudantes mas acusa LFI de instrumentalizar os protestos.

© FIRAS ABDULLAH/EPA

As manifestações de terça-feira mobilizaram em França entre 161.500 pessoas, segundo o Ministério do Interior, e 480.000, segundo os sindicatos de estudantes

Manifestantes montam tendas e desafiam autoridades

14 October 2026 at 22:24
Sob os olhos atentos da PSP, os manifestantes responderam a Pedro Duarte e voltaram a montar tendas na Praça D. João I. "Seremos implacáveis em seguir a incomodar os agentes".

Corte de 50% na retenção de IRS de novembro… – as várias simulações avançadas pela Lusa

14 October 2026 at 22:16

O preconizado corte de 50% na retenção de IRS em novembro, fará com que um salário de 1.000 euros fique sujeito a 34 euros de IRS para o conjunto do vencimento e subsídio de natal, em vez de 70 euros, segundo veicula o Notícias ao Minuto com base na publicação de hoje em Diário da República (DR).

O montante final a reter em novembro para refletir a descida intercalar do IRS em 2026, por despacho do Governo publicado hoje em DR, estabelece que, nesse mês, as entidades pagadoras de salários e pensões, em vez de cobrarem a percentagem habitual de IRS, só retêm metade desse valor.

Como o corte se aplica quer ao vencimento mensal quer ao subsídio de natal, que é sujeito a retenção de forma separada, a quantia de IRS a entregar ao Estado em novembro relativamente ao conjunto das duas remunerações – salário e subsídio – será semelhante àquela que em condições normais se aplicaria apenas ao salário mensal. As diferenças decorrem de arredondamentos a que as regras da retenção obedecem.

Saliente-se que o NM divulga os cálculos realizados pela Lusa os quais permitem visualizar esses efeitos em diferentes níveis de rendimento, como poderá observar adiante.

Confira as diferentes simulações dos salários

No caso de um trabalhador solteiro sem filhos que ganhe 1.000 euros brutos por mês, a retenção na fonte atual é de 35 euros.
Em novembro, com o corte de 50%, a retenção sobre o salário baixa para 17 euros – não para 17,50 euros, uma vez que o Código do IRS prevê que “a importância apurada mediante aplicação das taxas de retenção é arredondada para a unidade de euros inferior”.

Como o subsídio de natal é idêntico ao vencimento mensal, a retenção a fazer de forma autónoma sobre essa componente remuneratória também será de 17 euros.
Dessa forma, o valor global a reter de IRS nesse mês será de 34 euros. Sem o ajustamento agora fixado pelo Governo, seriam retidos 70 euros, 35 relativos ao salário e outros 35 ao subsídio.

A simulação é igual para um trabalhador casado com alguém que também aufere rendimentos.
Ou seja, num vencimento de 1.200 euros brutos por mês, a retenção mensal, atualmente nos 96 euros, baixa em novembro para 48 euros. Sobre o subsídio, a retenção será igualmente de 48 euros, colocando o total do IRS a entregar nos 96 euros.

Num vencimento bruto de 1.500 euros, a retenção passa de 168 euros para 84 euros, aplicando-se um valor idêntico ao subsídio.

Já para um rendimento mensal bruto de 2.000 euros, a retenção reduz-se dos atuais 301 euros para 150 euros, a que se soma uma cobrança igual sobre o subsídio de natal.

Para um trabalhador que recebe 3.000 euros brutos mensais, a entrega de IRS de novembro, em vez de 663 euros, recua para 331 euros, aos quais acrescem outros 331 euros sobre o subsídio de natal.

E num salário bruto de 5.000 euros por mês, a retenção mensal baixa de 1.452 euros para 726 euros, cobrando-se o mesmo sobre o subsídio.

Os cálculos são semelhantes para trabalhadores solteiros com filhos, com a diferença de que o valor de IRS a entregar é menor consoante o número de dependentes.

E acerca das pensões?

Numa pensão de 1.000 euros brutos mensais, de um reformado casado com alguém que também aufere rendimentos, o IRS a reter em novembro sobre a pensão será de 10 euros, em vez dos 20 habituais, sendo o pensionista chamado ainda a entregar 10 euros relativos à retenção do subsídio de natal.

Um pensionista com uma reforma de 1.500 euros, em vez de entregar 151 euros, fará uma retenção de IRS em novembro de 75 euros, a que acrescem 75 euros sobre o subsídio de natal.

Numa pensão de 1.800 euros, o valor a reter em novembro, em vez de 223 euros, será de 111 euros, acrescendo outros 111 sobre o subsídio de natal.

Um pensionista que receba 3.000 euros brutos, e que atualmente retém 678 euros por mês, irá entregar 339 euros em novembro, mais 339 sobre o subsídio de natal.

É de referir que tanto os salários como as pensões até aos 920 euros não fazem retenção na fonte, porque se encontram isentos de IRS por via do mínimo de existência, que exclui de tributação os rendimentos mais baixos.

A redução da cobrança de IRS em 50% só se aplica em novembro, para refletir nesse mês a descida das taxas gerais do 1.º ao 6.º escalão de rendimento.
Em dezembro, voltam a aplicar-se as taxas normais fixadas desde o início do ano, ou seja, sem a redução de 50%.

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