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Atlético-GO busca reação na Série B e Coutinho mira marca de 100 gols

15 October 2026 at 21:11

O Atlético-GO enfrenta a Ponte Preta nesta sexta-feira (16), às 19h30, no Estádio Ítalo Mário Limongi, em Indaiatuba, no interior paulista, pela 34ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro. Sexto colocado, com 53 pontos, o Dragão busca uma vitória para fortalecer sua posição na disputa por uma vaga nos playoffs de acesso à Série A de 2027.

Segundo projeções do Departamento de Matemática da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o Atlético-GO tem 40,5% de probabilidade de se manter na zona de playoffs de acesso e 0,8% de chance de conquistar o acesso direto. A equipe chega ao confronto depois de conquistar apenas um ponto nos dois últimos jogos.

A disputa segue apertada. O CRB, com 52 pontos, e o Sport, com 51, estão entre os concorrentes que tentam se aproximar do grupo dos seis primeiros. Com cinco rodadas restantes, cada resultado pode alterar a situação dos clubes na briga pelo acesso.

Dragão terá retornos e desfalques

O atacante Gustavo Coutinho está novamente à disposição da comissão técnica depois de cumprir suspensão. Um dos artilheiros do Atlético-GO na Série B, com 13 gols, ele reforça o setor ofensivo para a partida.

Gustavo Maia também fica disponível após não enfrentar o Sport por uma questão contratual. O Dragão, porém, não contará com o técnico Roger, que cumpre suspensão.

Do lado da Ponte Preta, o zagueiro Gustavo Almeida e o volante Denis estão fora após receberem cartões vermelhos na goleada sofrida diante do Novorizontino.

A equipe paulista já teve o rebaixamento para a Série C de 2027 confirmado e ocupa a lanterna da competição, com 13 pontos. Apesar da situação do adversário, o Atlético-GO não espera um jogo sem dificuldades.

A Ponte tem utilizado jogadores das categorias de base nesta reta final. O confronto será disputado em Indaiatuba porque o gramado do Estádio Moisés Lucarelli, em Campinas, passa por substituição. A cidade fica a cerca de 30 quilômetros de Campinas.

Coutinho reconhece resultados ruins e cobra reação

Em entrevista coletiva concedida na manhã desta quarta-feira (14), na Dragão TV, Gustavo Coutinho reconheceu que o desempenho recente da equipe ficou abaixo das expectativas. O atacante afirmou que conquistar apenas um ponto em seis possíveis não foi um bom resultado, embora os concorrentes diretos também não tenham conseguido ultrapassar o Atlético-GO na tabela.

Para o jogador, a equipe precisa fazer uma sequência de cinco partidas sem erros para alcançar o objetivo da temporada. Coutinho também destacou a importância da vaga nos playoffs de acesso e a pressão natural da reta final.

O atacante avaliou que a proximidade do encerramento do campeonato aumenta a responsabilidade do elenco. Ele afirmou que o grupo precisa manter a concentração nos compromissos restantes para evitar que a disputa pelo acesso fique ainda mais complicada.

Além da disputa pelo acesso com o Atlético-GO, Gustavo Coutinho tem uma meta individual para alcançar nesta reta final da Série B: chegar aos 100 gols como profissional. Aos 27 anos, o atacante soma mais de 200 partidas na carreira e está a dois gols de atingir a marca.

“Eu acredito que estou trabalhando e estou no caminho, que é chegar aos 100 gols na carreira. Tenho 27 anos, seis anos de carreira profissional e mais de duzentos jogos na carreira. Estou próximo de conquistar os 100 gols. Faltam apenas dois. Acredito que isso é palpável. São cinco jogos, mas eu não posso, de forma alguma, relaxar e achar que isso vai acontecer de qualquer jeito”, afirmou.

Atlético-GO visita Ponte Preta nesta sexta-feira (16) para defender G-6 na Série B
Gustavo Coutinho está recuperado e pronto para entrar em campo em busca dos 100 gols na carreira e para ajudar o Atlético-GO | Foto: Reprodução/Dragão TV

Atacante comenta salários atrasados

Coutinho também falou sobre os salários atrasados no Atlético-GO e declarou que Adson Batista tem a confiança do elenco para resolver a situação.

O jogador lembrou sua passagem pelo clube em 2023 e afirmou que recebeu os valores devidos, inclusive a premiação pelo acesso. Segundo Coutinho, o presidente informou que pretende acertar os pagamentos ainda nesta semana.

O atacante disse que a pendência financeira não pode tirar o foco da equipe na preparação para o duelo contra a Ponte Preta. O Atlético-GO tenta garantir pontos importantes enquanto a disputa pelo G-6 se aproxima das rodadas decisivas.

Coutinho pede respeito à Ponte Preta

Mesmo com o rebaixamento confirmado, a Ponte Preta terá jogadores tentando aproveitar as últimas oportunidades da temporada. Coutinho chamou a atenção para a situação dos atletas mais jovens que vêm sendo utilizados pela equipe paulista.

O atacante afirmou que o adversário merece respeito e lembrou que os jogadores também estão em busca de oportunidades profissionais para 2027 e para o restante de suas carreiras.

A partida desta sexta-feira pode ter impacto direto na permanência do Dragão entre os seis primeiros. Depois de dois resultados abaixo do esperado, o Rubro-Negro tenta retomar o caminho das vitórias para continuar na disputa pelo acesso à Série A.

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Va messo un argine al guadagno sfrenato: se le macchine producono tutto, poi chi compra?

15 October 2026 at 17:22

C’è un problema che nessuno vuole mettere per iscritto nei piani industriali: se le macchine producono tutto, poi chi compra? Domanda banale, quasi offensiva per chi gestisce un’azienda. Eppure, è il nodo che tiene insieme tutta la baracca capitalistica.

Il ragionamento è semplice. Un’impresa sostituisce i lavoratori con i robot. Risparmia stipendi, aumenta i margini, festeggia i dividendi in consiglio di amministrazione. Poi guarda fuori dalla finestra e scopre che il mercato è fatto di persone. Quelle stesse persone che non hanno più uno stipendio. Il bisogno di un bene non basta a creare domanda, serve potere d’acquisto. Una famiglia che ha bisogno di una casa ma non può pagarla, per chi vende, semplicemente non esiste.

La parte tragicomica è che ogni azienda capisce il problema, ma nessuna ha l’incentivo a risolverlo da sola. Se una fabbrica automatizza, il risparmio è suo. La perdita di consumi si spalma su supermercati, ristoranti e negozi. È il classico caso in cui il comportamento razionale del singolo produce un disastro collettivo. Nessuno è stupido, nessuno è cattivo ma, semplicemente, nessuno paga il conto.

I soldi risparmiati sugli stipendi non svaniscono, certo. Diventano profitti, prezzi più bassi o investimenti. Il guaio è che un miliardario consuma una frazione del suo reddito, mentre una famiglia lo spende quasi tutto per vivere. E costruire nuove fabbriche diventa meno attraente se prevedi che mancheranno clienti. Il Fondo monetario internazionale lo ha detto senza giri di parole: l’AI rischia di aumentare la disuguaglianza patrimoniale, perché chi possiede capitale incassa rendimenti sempre maggiori.

Quindi a chi si venderebbe? A chi lavora ancora, finché il reddito resta diffuso. Ai proprietari del capitale, che però sostengono il lusso, non il mercato di massa. Allo Stato, a patto che decida di redistribuire. A una popolazione che possiede quote delle attività produttive, scenario che richiede tuttavia una proprietà molto più diffusa di quella attuale. Se nessuno di questi canali compensa, la produzione potenziale resta lì, accanto a povertà e capacità inutilizzata.

Chi è ottimista ha i suoi argomenti, perché secondo lui i prezzi più bassi e i nuovi mestieri possono attenuare il colpo. Ma un prezzo più basso aiuta poco chi non ha affatto reddito, e un nuovo lavoro non è automaticamente accessibile a chi ha perso il vecchio. Contano competenze, età, luogo. Una crescita aggregata può convivere con perdite devastanti per singole persone.

Il punto vero non è se il capitalismo sopravvivrà; ma se il lavoro umano diventa meno necessario per produrre ciò che serve può continuare ad essere la condicio sine qua non per avere diritto a consumarlo? La tecnologia potrebbe permetterci di vivere meglio lavorando meno. Il modo in cui distribuiamo proprietà, reddito e potere decide chi potrà beneficiarne.

Emerge allora la questione che molti (i ricchi, soprattutto) evitano come la peste ma che sarebbe quella centrale. Senza limiti strutturali al guadagno capitalistico incontrollato, la concentrazione della ricchezza non si corregge da sola. Serve un tetto, una soglia oltre la quale il surplus non resta nelle mani di pochi ma ritorna alla collettività. Non è un’espropriazione, è un argine alla deriva sociale. Perché un sistema che produce abbondanza ma non la distribuisce non è solo ingiusto, è fragile. E quando la ricchezza si accumula senza freni, la storia ha già dimostrato come va a finire.

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Davanti ai dati sulla povertà assoluta, credo sia il momento di cambiare rotta

15 October 2026 at 13:45

Chi ci governa dovrebbe avere l’onestà intellettuale di ammettere che dei problemi del nostro paese non gli interessa niente.

In un paese serio e civile chi è alla guida dovrebbe garantire a tutti gli strumenti perché ogni persona possa sviluppare le proprie potenzialità, solo così un paese può realmente crescere e ogni persona diventare protagonista e parte integrante della società e anche chi ha delle difficoltà non sentirsi discriminato, ma valorizzato; perché non visto solo e unicamente per il suo limite, ma considerato una risorsa e non uno scarto o un peso per il paese.

Riporto alcuni dati: “Oltre 2,1 milioni di famiglie in condizione di povertà assoluta, per un totale di 5,4 milioni di individui. È la situazione dell’Italia nel 2025, secondo l’Istat. In termini percentuali, l’incidenza della povertà assoluta – ovvero la condizione in cui si trovano chi non ha la capacità economica per coprire i costi minimi essenziali per condurre una vita dignitosa ed evitare gravi forme di esclusione sociale – tra le famiglie è pari all’8,0%, in lieve calo rispetto al 2024 (8,4%), e al 9,3% tra le persone (9,8% nel 2024)”. Credo sia arrivato il momento di cambiare rotta, altrimenti il paese non riuscirà più a risollevarsi e le famiglie si sentiranno sempre più sole.

I soldi ci sono, perché altrimenti non si potrebbe neanche comprare nessun tipo di arma, o sbaglio? Dipende se chi ci governa vuole realmente il bene del paese e dei cittadini o pensa solo al profitto e alla propria affermazione politica, anche se vorrei ricordare che le carriere politiche finiscono, ma i problemi irrisolti legati alla politica reale e alla vita quotidiana del popolo aumentano.

Ovviamente, nei limiti del possibile, bisogna sempre cercare di non arrendersi e soprattutto dobbiamo sempre lottare contro le ingiustizie e far sentire sempre la nostra voce.

Per segnalarmi le vostre storie scrivete a: raccontalatuastoria@lucafaccio.it

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I dati sulla povertà assoluta confermano che l’affitto è un fattore di forte vulnerabilità economica

15 October 2026 at 11:37

L’Istat ha pubblicato i dati sulla povertà assoluta nel 2025.

Nel 2025, in Italia, oltre 2,1 milioni di famiglie vivono in povertà assoluta, per un totale di 5,4 milioni di persone. L’incidenza resta stabile rispetto al 2024, attestandosi all’8% tra le famiglie e al 9,3% tra gli individui. Dietro questi numeri emerge un dato che richiama il tema della precarietà abitativa: 999mila famiglie in povertà assoluta vivono in affitto, quasi la metà del totale delle famiglie in povertà assoluta.

Il rapporto tra condizione abitativa e povertà è evidente. Tra le famiglie che pagano un affitto l’incidenza della povertà assoluta raggiunge il 20,9%, contro il 4,5% di quelle che vivono in una casa di proprietà. Per chi abita in un alloggio in usufrutto o a titolo gratuito, il dato è del 10,2%. L’affitto rappresenta dunque un fattore di forte vulnerabilità economica, soprattutto per chi dispone di redditi molto limitati e deve destinare una parte significativa del proprio reddito alle spese abitative.

La situazione è ancora più critica per le famiglie con figli. L’incidenza della povertà assoluta tra quelle con minori che vivono in affitto sale al 28,7%, contro il 6% delle famiglie proprietarie e il 10,5% di quelle in usufrutto. Quasi tre famiglie con minori su dieci tra quelle in locazione si trovano in condizioni di povertà assoluta. Un dato che evidenzia quanto il costo della casa possa incidere sulle condizioni di vita dei minori e sulle possibilità delle famiglie di sostenere le spese essenziali.

La questione abitativa si conferma così centrale nelle politiche di contrasto alla povertà. L’affitto è una spesa difficilmente comprimibile, che sottrae risorse ad alimentazione, salute, istruzione. Per le famiglie in povertà assoluta, l’affitto medio secondo Istat è di circa 379 euro al mese, contro i 454 euro delle famiglie non povere. Ma attenzione: questi affitti medi sono la media di tutti gli affitti, compresi quelli delle case popolari. Una differenza che non attenua il problema.

Di fronte a questi numeri, diventa prioritario rafforzare le politiche abitative pubbliche. Ampliare il patrimonio di edilizia residenziale pubblica. Aumentare il numero di case popolari disponibili significa offrire un’alternativa concreta alle famiglie che non riescono a sostenere i canoni del mercato privato sia libero che agevolato. A questo obiettivo possono contribuire il recupero degli immobili pubblici e privati inutilizzati, la riqualificazione e recupero degli alloggi esistenti e una programmazione stabile di nuovi investimenti.

Il sostegno economico all’affitto come misura di contrasto agli sfratti resta strumento importante, ma rischia di non essere sufficiente, o solo un travaso di risorse pubbliche verso i proprietari, se manca un’offerta adeguata di abitazioni pubbliche a canone sociale. Serve quindi una strategia di lungo periodo che consideri la casa non soltanto come un bene di mercato, ma come un elemento fondamentale del welfare e della tutela sociale pubblica.

Le differenze territoriali confermano la portata del problema: tra le famiglie in affitto, l’incidenza della povertà assoluta raggiunge il 22,4% nel Mezzogiorno, il 21,3% nel Nord e il 17,8% nel Centro. Particolarmente esposte sono anche le famiglie in affitto con almeno un componente migrante, per le quali l’incidenza sale al 32,8%, contro il 14,9% delle famiglie composte esclusivamente da italiani.

La stabilità della povertà rispetto al 2024 non deve dunque essere scambiata per un superamento dell’emergenza. I dati mostrano che il disagio economico è strettamente legato anche alle condizioni abitative e colpisce soprattutto chi non possiede una casa e deve mantenerla attraverso un affitto. Investire nell’edilizia residenziale pubblica, aumentando la disponibilità di alloggi ad affitti rapportabili al reddito netto, rappresenta una leva essenziale per contrastare la povertà, ridurre le disuguaglianze e garantire alle famiglie povere, il diritto a una casa effettivo.

Purtroppo i segnali di politiche abitative che vengono dall’Unione europea, Governo, Regioni e Comuni non sembrano affrontare la questione in termini di incremento dell’edilizia residenziale pubblica, continuando a proporre programmi abitativi di privati o fondi immobiliari. Questo è il nodo da sciogliere.

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Los trabajadores europeos que entrenan las IA: “Ya sabía que me metía en unas condiciones que no eran las mejores”

15 October 2026 at 04:30

La inteligencia artificial parece muy lista, pero no aprende sola. Miles de humanos han guiado su aprendizaje, corrigiendo y ajustando sus respuestas. Un informe publicado este jueves por las plataformas de investigación DiPLab y Reversing.Works da nuevos detalles sobre cómo miles de trabajadores europeos trabajan a ratos sueltos para Outlier, una plataforma de Scale AI. En junio de 2025, Meta pagó 12.400 millones de euros por el 49% de Scale AI y su fundador, Alexandr Wang, pasó a ser director de IA de la compañía de Mark Zuckerberg. Antes de esa adquisición, Outlier ayudaba también a entrenar los modelos de empresas como OpenAI o Google.

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© Carlos Barria (REUTERS)

El director de IA de Meta, Alexandr Wang, habla en el Meta Connect el pasado mes de septiembre. Wang fue fundador de ScaleAI, creadores de Outlier.

OEA será acionada por Lula sobre interferência da Meta nas eleições

Logo Agência Brasil

A campanha de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição para a presidência da República, fará uma denúncia contra a Meta na Organização dos Estados Americanos (OEA) por interferência nas eleições brasileiras.

“Mais uma vez a campanha vem denunciar a interferência externa nas eleições e nós sabemos o peso que as redes sociais têm numa eleição presidencial”, disse Camilo Santana, coordenador da campanha, nesta quarta-feira (14).

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A Meta é dona das redes sociais Instagram, Facebook e Threads, além do aplicativo de mensagens WhatsApp. Desde a pré-campanha, a empresa tem sido acusada de falta de transparência em suas decisões.

“Estamos representando junto à Agência Nacional de Proteção de Dados e também junto a organizações internacionais como a Organização dos Estados Americanos (OEA), fazendo essa denúncia oficial", disse.

Segundo ele, a representação à OEA é um pedido do próprio presidente e candidato à reeleição. 

De acordo com Santana, a campanha de Lula se reuniu com partidos e entidades de defesa da democracia de 12 países para reverberar mundialmente a denúncia. Entidades de Argentina, Reino Unido, Chile, Estados Unidos, Espanha e Moçambique, entre outros, participaram da reunião.

“Não podemos admitir essa interferência que está ocorrendo das big techs, principalmente da Meta, nessas eleições”, acrescentou o coordenador da campanha.

Mais cedo, a campanha do candidato acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) após constatar restrições na entrega de postagens aos usuários de plataformas da Meta. 

Critérios diferentes

Brasília (DF), 14/10/2026 - Reprodução de tela de comandos da Meta IA com candidatos Lula e Flávio Bolsonaro para eleições. Foto: Meta IA/Reprodução Brasília (DF), 14/10/2026 - Reprodução de tela de comandos da Meta IA com candidatos Lula e Flávio Bolsonaro para eleições. Foto: Meta IA/Reprodução
Reprodução de tela de comandos da Meta IA com candidatos Lula e Flávio Bolsonaro para eleições. Foto: Meta IA/Reprodução

Nesta quarta-feira (14) usuários relataram a diferença nas respostas da IA. A Agência Brasil também fez o teste.

Pedimos para a IA gerar imagem usando a palavra “Lula” e o número 13. A resposta foi: “Não consegui gerar a imagem do panfleto que você pediu”.

O mesmo pedido foi feito para o candidato Flávio. Foi gerado então um cartaz com as frases “Eleições 2026”, “Vote Flávio 22”, “Juntos por um futuro melhor” e até supostos programas de governo.

Camilo Santana também afirmou que o perfil de Lula no Instagram tornou indisponível, por várias horas, os botões de repostar e de fazer um story com o conteúdo daquele perfil.

Em nota, a Meta informou que proibiu a recomendação ou geração de imagens de candidatos.

“Em cumprimento com as regras eleitorais do Brasil, nós proibimos temporariamente a recomendação de candidatos ou a geração de imagens deles. Tomamos medidas adicionais para que comandos usando apenas o primeiro nome dos candidatos e seu número nas urnas também não produzam imagens”. 

Consequências políticas

A Resolução 23.755 de 2026 do TSE veda aos provedores de aplicação que oferecem inteligência artificial “ranquear, recomendar, sugerir ou priorizar candidatas (os), campanhas, partidos políticos”.

O documento também diz que essas IAs não podem “emitir opiniões, indicar preferência eleitoral, recomendar voto ou realizar qualquer forma de favorecimento ou desfavorecimento político-eleitoral, de maneira direta ou indireta, inclusive por meio de respostas automatizadas”.

Para Ettore Arpini, especialista em governança de IA, não é possível afirmar que houve intenção da empresa de favorecer um dos candidatos. Porém, ele destaca que, mesmo se for uma falha técnica, ela pode ter consequências políticas. E que a responsabilidade de testar essas ferramentas é de quem as desenvolve e por isso a Meta precisa explicar porque falhou.  

Ettori também afirma que, por causa de casos como este, o Brasil precisa desenvolver capacidade própria de avaliar e fiscalizar Inteligência Artificial. 

“Precisamos de regulação e pesquisadores, jornalistas e instituições que entendam a tecnologia e consigam testar como ela funciona no nosso contexto. Não podemos ficar dependendo só da explicação das empresas que desenvolvem esses sistemas. É uma questão de soberania digital”, diz. 

Falta de critérios

Em junho, a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) denunciou a derrubada de perfis ligados às mídias independentes e em setembro a Meta desativou a conta de anúncios da campanha de reeleição do presidente Lula sem explicação pública dos motivos. 

Um levantamento feito pela organização CTRL+Z, que tem objetivo de denunciar abusos das big techs no Brasil, documentou mais de mil casos de restrições e banimentos feitos pela Meta. Em 22% dos casos as contas ou postagens foram censuradas sem explicação. 

 

Matéria atualizada às 19h para acrescentar posicionamento da Meta

 

Campanha de Lula vai ao TSE após IA da Meta restringir buscas

Logo Agência Brasil

A campanha do candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) acionou nesta quarta-feira (14) o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) após constatar restrições na entrega de postagens aos usuários de plataformas da Meta (Facebook, Instagram e WhatsApp).

Além das restrições relacionadas às postagens, a campanha também citou que comandos para geração de imagens de inteligência artificial não permitem a criação de conteúdos sobre Lula. Contudo, a criação de imagens relacionadas ao candidato Flávio Bolsonaro (PL) está liberada.

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Na petição enviada ao TSE, os advogados da campanha afirmaram que o algoritmo da Meta está “enviesado” e pratica “seletividade algorítmica” para beneficiar Flávio.

“A Meta AI, motor de inteligência artificial que integra todas as plataformas geridas pela Meta – Instagram, Whatsapp e Facebook – é, por si, enviesado e busca, a todo custo, entregar ao usuário um resultado favorável a Flávio Bolsonaro, ainda que o mesmo usuário insista em Lula”, afirmaram os advogados.

Trump

A campanha também afirmou que Meta é alinhada ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e exerce “pressões” sob o eleitor brasileiro.

“Enquanto restringe, sem explicação, a entrega do conteúdo do representante e do seu campo político, em território nacional, quadro que revela, na conduta da empresa estrangeira alinhada ao governo Trump, a materialização, no interior do pleito, do vetor de pressão externa sobre o eleitorado”, afirmou a campanha.

A suposta seletividade da Meta já está judicializada no TSE desde a semana passada. Conforme representação enviada ao tribunal, o PT disse que há pelo menos 255 perfis falsos contra a campanha de Lula.

O caso é avaliado pelo ministro Marco Aurélio Belizze.

Outro lado

Em nota, a Meta informou que proibiu a recomendação ou geração de imagens de candidatos.

“Em cumprimento com as regras eleitorais do Brasil, nós proibimos temporariamente a recomendação de candidatos ou a geração de imagens deles. Tomamos medidas adicionais para que comandos usando apenas o primeiro nome dos candidatos e seu número nas urnas também não produzam imagens”.

 

Matéria atualizada às 19h para acrescentar posicionamento da Meta 

Postpone AI public offerings until US Congress acts

14 October 2026 at 05:37

Anthropic, the maker of the Claude AI models, is preparing what could be the largest initial public offering in history, raising more than $100 billion, according to The New York Times, at a valuation near US$2 trillion. According to Reuters, which reviewed the draft prospectus (the document has not yet been made public), the company […]

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IMF warns of debt-fueled AI spending as bubble fears grow

14 October 2026 at 05:18

The International Monetary Fund warned Tuesday that the global economy faces serious risks from Big Tech firms taking on massive debt to fund the buildout of artificial intelligence data centers worldwide. The IMF’s latest Global Financial Stability Report outlines a number of risks to economic growth in the coming years, including a reliance on AI […]

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Meta boss takes AI fight to rivals with Muse launches

13 October 2026 at 12:17

Meta Platforms CEO Mark Zuckerberg (pictured) reportedly claimed the company had reached the “frontier” of AI, as it unveiled two new models designed to handle complex personal and professional tasks.

Following hefty investments in computing infrastructure and research, the technology giant said Muse Wonder and Muse Wonder Full AI mark “our most capable models to date”.

The models can handle tasks ranging from coding and document analysis to interpreting legal information, personal finance and health data.

Among key features is Active Memory, enabling the retention of relevant user information across conversations. The agents are also equipped with Active Focus to help them continue pursuing longer tasks, adapt to new information, recover from errors and ask users for clarification before taking important actions.

Meta claimed its evaluations showed strong results across benchmarks covering agent performance, memory and coding, adding the advanced Muse Wonder Full version performs better on unfamiliar tasks.

Built responsibly
Unlike its earlier open-source strategy, Meta is offering Muse Wonder through its own developer and subscription channels in a direct challenge to AI chatbots from rivals including OpenAI and Anthropic. According to the Financial Times (FT), Meta said it would charge companies from between 20 cents per million tokens for basic access to as much as $200 a month for the more powerful Muse Wonder Full. 

Speaking to the publication on the launch in which he made the comment about frontier AI, Zuckerberg added the new models would enable “much more sophisticated behaviours that are at the frontier of what is being done in the AI field”.

Meta claims Muse Wonder surpasses Anthropic’s Claude Opus 5.5 and Fable 5.1 and OpenAI’s GPT-6 Astra on certain technical measures.

Zuckerberg added that reaching this point required “a large amount of compute and investment” alongside sustained research. He told the FT that further model development and spending was under way, stating the company was “already working on the next step up”.

The chief also played down mounting concerns about increasingly capable AI systems escaping human control, declaring: “I’m much closer to the belief that AI is a technology that can be engineered with normal guardrails and built responsibly.”

Meta said its new models were trained to prevent unauthorised disclosure of private information and reject requests to facilitate harmful actions, while retaining agentic capabilities for defensive cybersecurity work.

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José Barrias – a pandeireta que bailava

8 October 2026 at 13:06

VTM

No bombo, ferrinhos ou pandeireta, ele guiava-se pelos sentimentos mais fortes…

Nas procissões, tocava bombo, como solista tocando em catedral…O seu olhar retilíneo, os olhos sem pestanejar, a solenidade do porte, faziam deste músico alguém respeitável e admirado.

Nos arraiais, Zé Barrias, impressionava, sobretudo quando as rapsódias estrondavam na alma do povo. No lugar certo, o homem libertava-se da partitura e era a sua arte que impunha o ritmo exato, aquele bater e aquele olhar que extravasam os sentimentos mais puros…

Não raras vezes, os Mestres olhavam-no e nele se inspiravam para que as rapsódias ganhassem a dimensão da alma. E, assim, o povo se galvanizava até que as emoções rebentassem de contentamento.

Quando tocava a pandeireta, as soalhas bailavam bem no ar e os sons que dela saíam vibravam por todo o recinto. Aqui, Zé Barrias mostrava a todo o povo que o seu instrumento conseguia construir imagens, inebriar, levando a uma felicidade quase incompreensível…

Zé Barrias não era homem para grandes palavras. Raramente uma ideia chegava ao fim, porque facilmente se emocionava e as palavras se entaramelavam…, mas os sorrisos e os olhares diziam tudo. Neles ficava a felicidade dos momentos, a ternura dos encontros.

Era assim, à sua maneira: mais de gestos do que discursos, mais coração do que palavras.

Um dia, Zé Barrias tocava os pratos numa arruada em rua estreita e sinuosa. Um conjunto de pessoas distraídas da música dificultava a passagem dos músicos. O homem resolveu o problema com o estilhaçar vigoroso e seco dos pratos nesse mesmo pedaço de povo insensível. Ao mesmo tempo, ele desenhava no rosto a expressão mais imaculada. Eu, como Mestre, olhei para trás, fitando o pratilheiro numa atitude recriminatória. Na verdade, aquele entrechocar ouvira-se fora de tempo…compreendi depois a atitude astuta do músico…

Zé Barrias morreu no primeiro dia do ano 2000. Mateus perdeu uma figura típica, um amigo de toda a gente. A aldeia ficou mais triste e mais vazia. Partiu alguém que fazia parte da sua paisagem humana, daqueles rostos e presenças que parecem eternos, até ao dia em que deixaram de estar. Os instrumentos de percussão da banda silenciaram-se por algum tempo, em respeito ao músico que tanto deu à filarmonia.

O silêncio que então se fez dizia mais do que qualquer homenagem: era a forma encontrada pelos companheiros para lembrar quem tantas vezes ajudara a dar ritmo, alma e alegria à música da terra.

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Choices that will define Asia’s AI future are coming into focus

8 October 2026 at 04:19

We are fortunate to live at an incredible moment in history. As more and more AI applications have become available, people have turned to them to seek advice, build businesses, express ideas, learn, and improve their health and quality of life. Nowhere is this more clear than in Asia. AI is already turbocharging small businesses […]

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Ofcom questions safety checks on Instagram feature

6 October 2026 at 14:26

UK regulator Ofcom opened an investigation into Meta Platforms, assessing if the company failed to address the risks posed by its Instagram Instants offering before it launched.

The probe comes five months after the social media giant introduced Instants on Instagram, a feature where content is shared by users and disappears after it has been viewed once.

Ofcom explained it launched a formal investigation to establish if Meta failed to comply with its duties under the UK Online Safety Act by not conducting a suitable and sufficient illegal content risk assessment.

The regulator is also to assess if Meta completed a separate risk assessment for children before the launch.

Ofcom explained the UK Online Safety Act requires technology companies to assess and mitigate the risk of people encountering illegal content.

Platforms likely to be accessed by those under 18 years-old must also be assessed to mitigate the risk of exposure to certain types of harmful materials.

The regulator stated providers must update risk assessments before making any significant changes to the design or operation of their service.

George Lusty, director of enforcement at Ofcom, said its online safety laws are clear.

“This is a vital step that tech firms must take to protect their users. You wouldn’t launch a new car without testing it properly and it’s the same for online services.”

Ofcom will now gather evidence to determine if a breach has occurred.

In March, Ofcom warned technology companies they must apply minimum age rules with highly effective checks on their services or face possible enforcement action.

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Should AI pay taxes? The debate is gaining traction in the US

As the controversy over AI safety grows, another debate is emerging. Bill Gates, the founder of Microsoft, has said that artificial intelligence should pay taxes to compensate for the jobs that will be destroyed by the deployment of this technology.

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© EvgeniyShkolenko (Getty Images)

A systems administrator works in a server room.

AI’s top leaders, like children afraid of a bully

4 October 2026 at 05:00

“This guy is a monster,” Donald Trump said in front of Sundar Pichai, Google’s chief executive. “And nobody knows him. What a great life! To be a monster and not have to go through this,” Trump continued, pointing at the reporters who follow him everywhere. Pichai stood beside him, waiting to speak with an expression of resigned disbelief. Before the exchange ended, Trump joked about his Indian name: “Sundarrrrr is his name.” When Pichai finally spoke, he tried to play it down: “Hopefully, that will be a better tagline than ‘I’m a monster,’” he said.

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© Alex Brandon (AP Photo/Alex Brandon)

President Donald Trump and Meta founder Mark Zuckerberg listen to Dario Amodei on the White House lawn this Tuesday.

Sydney Sweeney: Quando l’Occidente preferisce dichiarare guerra alla bellezza piuttosto che costruire per il proprio destino

1 October 2026 at 15:43
Le Diplomate, in un bell’editoriale di Roland Lombardi, prende spunto dalla nuova campagna pubblicitaria di Sydney Sweeney per raccontare qualcosa che va molto oltre una fotografia provocatoria: la singolare capacità dell’Occidente ...

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AI’s apparent danger is its best selling point

1 October 2026 at 09:56

Just weeks before its scheduled November IPO, Anthropic is facing growing attention over the potential dangers of its technology. The resignation of former Anthropic researcher Jacob Coxon on September 8, who wrote on X that AI could “kill us all by the end of the decade,” preceded the company’s threat report on September 10. According […]

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