Bernardo Valente afirma que é urgente obter autonomia estratégica na defesa perante a volatilidade dos EUA. Considera ainda que, Trump vê a Rússia como "potência média" e transacional.
Bruno Cardoso Reis considera que postura de Zelensky prioriza defesa do país à diplomacia. Relativamente à aproximação EUA-Moscovo: alerta para "clara simpatia" de Trump por líderes autoritários.
A UNICEF denunciou que 800 mil crianças continuam deslocadas e que 60 mil perderam um ou ambos os pais no contexto de guerra. A organização pede que entre em Gaza toda a ajuda de forma contínua.
Publicada na capa do Público em outubro de 2025, a obra sobre a guerra em Gaza valeu ao artista o Grande Prémio, o 1.º lugar editorial e 3.º em caricatura.
João Albuquerque, especialista em Relações Internacionais, defende que o eventual uso da maior bomba dos EUA no Irão confirma o falhanço militar e o desespero de Washington.
Azeredo Lopes admite que o possível uso de armas pesadas no Irão é sinal de que os EUA não alcançaram os objetivos militares. Ainda assim, impacto destrutivo, mas não definitivo, deste armamento.
Bruno Cardoso Reis nota que a trégua energética na Ucrânia não passava de uma ilusão de Trump. Alerta também para a hesitação dos aliados em defender a Arábia Saudita dos Houthis.
EUA estão a preparar cenários para uma nova ofensiva contra o Irão, incluindo ataques a instalações nucleares e infraestruturas energéticas com a bomba MOAB, a "Mãe De Todas as Bombas".
Orlando Samões alerta que atitudes impulsivas de Trump prejudicam alianças e enfraquecem liderança dos EUA. O especialista destaca apoio de Londres à Ucrânia, que contrabalança a oscilação americana.
Desde o acordo de cessar-fogo, Israel matou 1.501 palestinianos e feriu 5.323, diz o Ministério de Saúde de Gaza, controlado pelo Hamas. No total, desde outubro de 2023, já morreram 74.392 pessoas.
Jorge Rodrigues diz que entendimento entre EUA e Rússia sobre combustíveis mudou postura americana em relação à Ucrânia. Destaca ainda o impacto do corte do sistema Starlink no campo de batalha.
Nuno Gouveia, especialista em política americana, alerta que as sucessivas reviravoltas na diplomacia americana revelam como Vladimir Putin manipula a Casa Branca.
António José Telo, ex-professor na Academia Militar, analisa as palavras de Von Der Leyen numa condenação ao ataque a embarcações no Mar Negro. Ainda os avisos do MNE sobre viagens à Arábia Saudita.
Forças israelitas abateram no domingo três militantes da Jihad Islâmica e outros dois alegados militantes ligados ao Hamas, num ataque contra o sul da faixa de Gaza. Vários feridos foram reportados.
Francisco Pereira Coutinho defende que Trump cede a Putin e culpa Kiev para justificar os combustíveis caros. Também alerta para a vulnerabilidade da Arábia Saudita perante os ataques dos Houthis.
Ana Cavalieri considera que acordo proposto por Trump favorece a Rússia e prejudica a Ucrânia. A especialista em Relações Internacionais não crê que medida trave a subida dos preços dos combustíveis.
Bruno Cardoso Reis admite que NATO precisa de refletir sobre as iniciativas russas no espaço da aliança. Defende que a melhor forma de dissuadir é mostrar que iniciativas russas têm custos elevados.
Miguel Baumgartner avisa que Trump fragiliza Zelensky para travar a subida dos combustíveis nos EUA ao negociar com a Rússia. Aponta também o alastramento da guerra à Arábia Saudita.